Monday, March 9, 2015

RT - Outdoing Dr. Goebbels: The propaganda war against RT


ENGLISH
PORTUGUÊS
RT
RT
Outdoing Dr. Goebbels: The propaganda war against RT
Dr. Goebbels superado: A guerra de propaganda ao RT
Neil Clark is a journalist, writer and broadcaster. His award winning blog can be found at www.neilclark66.blogspot.com. Follow him on Twitter
Neil Clark é jornalista, escritor e apresentador/locutor. O blog premiado dele pode ser encontrado em www.neilclark66.blogspot.com. Siga-o no Twitter
Published time: January 25, 2015 01:11
Anti-war protesters rally in front of the White House in Washington (Reuters / Kevin Lamarque)
Propaganda. At its best – a wonderful German pop group of the 1980s who had their biggest hit with a track named ‘Duel’. At its worst – the comments of the new BBG chief Andrew Lack, which put RT in the same category of ‘challenges’ as ISIS.
Propaganda. No melhor nível – esplêndido grupo pop alemão dos anos 1980 cujo maior sucesso foi uma trilha chamada ‘Duelo’. No pior nível – os comentários do novo chefe da BBG, que colocou o RT na mesma categoria de ‘reptos’ que o ISIS.
“We are extremely outraged that the new head of the BBG [US Broadcasting Board of Governors] mentions RT in the same breath as world’s number one terrorist army. We see this as an international scandal and demand an explanation,” says Margarita Simonyan, RT’s editor-in-chief. Anyone who supports genuine pluralism in the international media should be demanding an explanation too.
“Estamos extremamente indignados com o novo chefe da BBG [US Broadcasting Board of Governors] mencionar no mesmo fôlego o RT e o exército terrorista número um do mundo. Vemos isso como escândalo internacional e exigimos explicação,” diz Margarita Simonyan, editora-em-chefe do RT. Qualquer pessoa que apoie pluralismo genuíno na mídia internacional deveria também estar exigindo explicação.
It would be easy to say that Dr. Joseph Goebbels, the infamous Nazi Minister of Propaganda would be proud of Lack’s comments. But in fact the propaganda war against RT – of which Lack’s comments are only the latest example, actually – ‘out-Goebbels’ Dr Goebbels’.
Seria fácil dizer que o Dr. Joseph Goebbels, o abominável Ministro nazista de Propaganda, ficaria orgulhoso dos comentários de Lack. Na verdade, porém, a guerra de propaganda ao RT - da qual os comentários de Lack são apenas o exemplo mais recente, na verdade - supera a propaganda do Dr Goebbels.
The reason for these attacks is fear. What is clear is that the success of RT has caused real panic in the ranks of the west’s neo-con/‘liberal interventionist’ elite.
O motivo desses ataques é medo. O que fica claro é que o sucesso do RT tem causado genuíno pânico nas fileiras da elite neoconservadora/‘intervencionista liberal’ do ocidente.
RT urges us to question more – and questioning more is the very last thing that the elites in the west want us to do. They want us to accept hook, line and sinker THEIR narrative of world events – a narrative which told us that Iraq possessed WMDs which could be deployed within 45 minutes and which posed a threat to the entire world. A narrative which told us that Muammar Gaddafi was ‘massacring his own people’ and so, for the benefit of the Libyan people, who our leaders cared so much about – we had to have a ‘humanitarian intervention’.
O RT urge para questionarmos mais - e questionar mais é exatamente a última coisa que as elites do ocidente querem que façamos. Querem que aceitemos de cabo a rabo a narrativa DELA dos eventos mundiais - narrativa que nos disse que o Iraque possuía armas de destruição em massa - WMD que poderiam ser assestadas em 45 minutos e que representavam ameaça para o mundo inteiro. Narrativa que nos disse que Muammar Gaddafi estava ‘massacrando seu próprio povo’ e portanto, para benefício do povo líbio, com o qual nossos líderes tanto se preocupavam - teríamos de fazer ‘intervenção humanitária’.
A narrative on Ukraine which casts Russia and its ‘evil’ President as the aggressors and which portrayed a violent, anti-democratic putsch financed by the west and spearheaded by some very nasty far-right extremists as a victory for ‘democracy’.
Narrativa acerca da Ucrânia que retrata a Rússia e seu presidente ‘perverso’ como agressores e que retratou violento putsch antidemocrático financiado pelo ocidente e liderado por asquerosos extremistas de extrema-direita como vitória da ‘democracia’.
Again, we’re expected to accept these narratives and not to question them.
Repetindo, espera-se que aceitemos essas narrativas e não que as questionemos.
For years, the serial-war lobby, which has been at the forefront of the attacks on RT, had it easy. Mainstream news media in the US and other western countries faithfully parroted the official NATO line while neo-con / ‘liberal interventionist’ pundits provided the vast majority of the commentary.
Durante anos o lobby da guerra serial, que tem estado na linha de frente dos ataques ao RT, não encontrou qualquer oposição. A mídia noticiosa convencional nos Estados Unidos e em outros países ocidentais fielmente repetiu mecanicamente a linha oficial da OTAN, enquanto formadores de opinião neoconservadores/‘intervencionistas liberais’ forneciam a vasta maioria dos comentários.
But then along came RT – and millions of people started to watch it.
Um dia, porém, entrou em cena o RT - e milhões de pessoas começaram a assisti-lo.
Voices that we didn’t hear very often – if at all – on the other channels, now had a platform. Voices that actually reflected majority public opinion on foreign policy issues.
Vozes que não ouvíamos muito amiúde - se ouvíamos - nos outros canais, agora tinham plataforma. Vozes que, na realidade, refletiam a opinião pública majoritária acerca de questões de política externa.
So the attacks on the station began. The same ‘free speech’ crowd who had campaigned against Iran’s Press TV- now had a new target for their poison pens.
Então começaram os ataques à estação. A mesma multidão da ‘liberdade de expressão’ que fizera campanha contra a Press TV do Irã - tinha agora novo alvo para suas penas anônimas maldosas.
These attacks intensified after Russian diplomacy – and a vote in the British Parliament – helped to avert planned air-strikes on Damascus in the summer of 2013. As I noted here, the war lobby were furious that for once, they hadn’t got their way. Something I observed from quite early on was the very strong overlap between obsessive RT-haters and people who supported the Iraq war and who wanted western military intervention against Assad’s forces in Syria. (Whenever you read an attack on RT I suggest you put the authors’ name into a search engine with the words ‘Iraq war’ and ‘Syria’. It's usually quite revealing).
Esses ataques se intensificaram depois que a diplomacia russa - e uma eleição no Parlamento Britânico – ajudaram a reverter ataques aéreos planejados a Damasco no verão de 2013. Como observei aqui, o lobby da guerra ficou furioso com, pelo menos uma vez, não conseguir o que queria. Algo que observei desde cedo foi bem forte imbricação entre odiadores obcecados do RT e pessoas que apoiavam a guerra no Iraque e desejavam intervenção militar ocidental contra as forças de Assad na Síria. (Sempre que você ler de ataque ao RT sugiro que coloque o nome do autor em máquina de pesquisa com as palavras ‘guerra no Iraque’ e ‘Síria’. Usualmente é bastante revelador).
Neo-con propagandists writing for neocon propaganda sheets accused RT of peddling ‘propaganda’ showing that the age of satire was not dead.
Propagandistas neoconservadores escrevendo para publicações de propaganda neocon acusaram o RT de mascatear ‘propaganda’ mostrando que a era da sátira não estava acabada.
McCarthyite gatekeepers obsessively monitored RT programmes, using a variety of smears to attack guests and pundits who held the ‘wrong’ views, i.e. views that the McCarthyite gatekeepers didn’t agree with. Those who committed the ‘crime’ of re-tweeting a RT interview or article, or citing RT with approval, were admonished.
Guardiães mcarthystas monitoraram obsessivamente programas do RT, usando uma variedade de calúnias para atacar convidados e formadores de opinião que defendiam os pontos de vista ‘errados,’ isto é, pontos de vista com os quais os guardiães mcarthystas não concordavam. Aqueles que cometeram o ‘crime’ de retuitar entrevista ou artigo do RT, ou de citar o RT com aprovação, foram advertidos.
Journalists were urged not to appear on the station- and were attacked when they did so. All by people who claimed to be in favour of ‘free speech’ and ‘media pluralism’!
Jornalistas foram urgidos a não aparecer na estação, e quando o fizeram foram atacados. Tudo por pessoas que asseveravam ser a favor da ‘liberdade de expressão’ e do ‘pluralismo da mídia’!
Even the Secretary of State has joined in with the RT-bashing.
Até o Secretário de Estado juntou-se ao espancamento do RT.
In April last year, John Kerry called RT a ‘propaganda bullhorn’.
Em abril do ano passado, John Kerry chamou o RT de ‘megafone de propaganda’.
That‘s the same man who said – with a straight face – “you just don’t invade another country on phony pretext in order to assert your interests.” But of course, that wasn‘t ‘propaganda’ was it?
Esse é o mesmo homem que disse – com cara de pau – “simplesmente não se pode invadir outro país usando pretexto falso para impor seus interesses.” Mas, obviamente, isso não era ‘propaganda,’ era?
The latest, desperate elite attack – equating RT with ISIS is deeply ironic considering the way RT has covered the ongoing conflicts in the Middle East. RT was reporting on the significant jihadist presence in the Syrian ’uprising’ at a time when the neo-cons wanted us to believe that the ‘rebels’ opposing President Assad were all cuddly, peace-loving democrats. RT pundits – myself included – also challenged the ’dominant’ narrative that Assad had little public support in Syria.
O mais recente ataque, desesperado, da elite - igualando o RT com o ISIS - é profundamente irônico, considerando-se o modo pelo qual o RT tem coberto os conflitos em andamento no Oriente Médio.  O RT já informava da importante presença jihadista no ’levante’ sírio numa época em que os neoconservadores queriam que acreditássemos que os ‘rebeldes’ que se opunham ao presidente Assad eram todos adoráveis democratas amantes da paz. Os formadores de opinião do RT - eu próprio incluído – também questionávamos a narrativa ’dominante’ de que Assad tinha pequeno apoio público na Síria.
Neo-con and ‘liberal interventionists’ repeatedly told us that Assad would soon be toppled – you had to go to RT to find the truth – which was that the Syrian government – whatever our own opinions of it – did have substantial support – and that support for it was growing due to people being turned off by the brutality of the ‘rebels’.
Neocons e ‘intervencionistas liberais’ repetidamente nos diziam que Assad logo seria derrubado - você tinha de ir ao RT para descobrir a verdade - a qual era que o governo sírio - quaisquer sejam suas opiniões a respeito dele - tinha sim apoio substancial - e esse apoio a ele estava aumentando por pessoas ficarem nauseadas com a brutalidade dos ‘rebeldes’.
The fact that radical jihadists were a leading part of the ‘popular democratic uprising’, ‘against Assad and his government’ did not fit the official good guys vs. bad guys narrative so it was left out. Only when IS started to threaten the oil fields of Kurdistan did the elite western narrative change. Then it DID become acceptable to talk about jihadists in Syria – and to publicise their massacres. Where just a few months earlier – almost all the atrocities in Syria were blamed on Assad and government forces – it was now fine to report on the violence of those opposed to Assad.
O fato de jihadistas radicais terem sido parte líder do  ‘levante popular democrático’, ‘contra Assad e seu governo’ não se encaixava na narrativa oficial dos mocinhos contra os bandidos e, em decorrência, foi deixado sem menção. Só quando o IS começou a ameaçar os campos de petróleo do Curdistão a narrativa da elite ocidental mudou. Então tornou-se SIM aceitável falar de jihadistas na Síria - e tornar públicos seus massacres. Onde apenas poucos meses antes quase todas as atrocidades na Síria eram atribuídas a Assad e a forças do governo - agora não mais havia problema em noticiar a violência daqueles que se opunham a Assad.
But RT once again, was telling us the truth long before we were supposed to know it. The attacks on RT are evidence that the channel is doing an excellent job. If only it had been around in 2002/3 to challenge the dominant narrative back then.
Mais uma vez, porém, o RT estava-nos contando a verdade muito antes de se supor que devêssemos sabê-la. Os ataques ao RT são evidência de que o canal está fazendo excelente trabalho. Como teria sido bom se ele já existisse em torno de 2002/3 para questionar a narrativa dominante naquela época.
The statements, views and opinions expressed in this column are solely those of the author and do not necessarily represent those of RT.
Afirmações, pontos de vista e opiniões expressados nesta coluna são unicamente do autor e não necessariamente representam os do RT.

No comments:

Post a Comment