Tuesday, February 24, 2015

Foreign Policy Journal - On Burning People Alive

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Foreign Policy Journal
Jornal de Política Externa
On Burning People Alive
Do Queimar Pessoas Vivas
February 10, 2015
When we revile ISIS, we should remember the magnitude of our own massive premeditated murders and our own original sins.
Quando injuriamos o ISIS, deveríamos lembrar-nos da magnitude de nossos próprios assassínios premeditados em escala maciça e de nossos próprios pecados originais.
American pilots who dropped napalm on Vietnamese and Cambodian villages did not target noncombatants, but they knew that hitting their targets would cause collateral damage … burning alive noncombatants, including women and children.  Given that knowledge, those pilots and their chain of command all the way to Lyndon Johnson and Richard Nixon were guilty of premeditated killing, though perhaps not premeditated murder.
Pilotos estadunidenses que jogavam napalm em vilas vietnamitas e cambojanas não atacavam não combatentes, mas sabiam que o atingimento de seus alvos causaria danos colaterais ... queimando vivos não combatentes, inclusive mulheres e crianças. Dado esse conhecimento, aqueles pilotos e sua cadeia de comando até Lyndon Johnson e Richard Nixon eram culpados de causação premeditada de morte, embora talvez não de assassínio premeditado.
Perhaps not premeditated murder because of the possibility that such horrible means were required to accomplish an end that could justify those means.  Was that the case?  In 1929, citing the spirit of the US Declaration of Independence, Ho Chi Minh appealed to Woodrow Wilson to back his effort to free Vietnam from colonial rule.  In 1945, citing the Atlantic Charter, he made the same appeal to Harry Truman.  If Wilson’s and Truman’s sentimental and ultimately immoral allegiance to French colonialism had not precluded support of what could have become a beacon of democracy and a respectable ally in southeast Asia, thousands of Vietnamese and Cambodian children would not have been burned alive by US pilots.  Wilson’s and Truman’s dismissal of Ho Chi Minh was the original sin of the Vietnam War.  The means only delayed the end.  The end did not justify the means.
Talvez não assassínio premeditado por causa da possibilidade de tais horríveis meios serem necessários para consecução de objetivo que pudesse justificar tais meios. Era o caso?  Em 1929, citando o espírito da Declaração de Independência dos Estados Unidos, Ho Chi Minh apelou a Woodrow Wilson para que apoiasse seu esforço de libertar o Vietnã do domínio colonial. Em 1945, citando a Carta do Atlântico, dirigiu o mesmo apelo a Harry Truman. Se a lealdade sentimental e em última análise imoral de Wilson e de Truman ao colonialismo francês não houvesse precluído apoio ao que poderia ter-se tornado baluarte da democracia e respeitável aliado no sudeste asiático, milhares de crianças vietnamitas e cambojanas não teriam sido queimadas vivas por pilotos dos Estados Unidos. A recusa de Wilson e de Truman de ouvir Ho Chi Minh foi o pecado original da Guerra do Vietnã. Os meios apenas adiaram o fim. O fim não justificava os meios.
Napalm’s viciously successful replacement, MK-77, was used against noncombants in Iraq and Afghanistan in violation of the 1980 United Nations Convention outlawing the use of aerial incendiary bombs against civilian populations, including military targets in civilian areas.  Because MK-77 contains it own oxidizing agent and white phosphorus, it burns people alive even after water is poured onto their burning flesh.  Though no body counts have been published, it seems certain that more noncombatants than combatants were killed by MK-77 when the city of Fallujah was fire-bombed in 2004.  Referring to MK-77 as napalm, US Marine Colonel Randolph Alles quipped “The generals love napalm.  It has a big psychological effect”.  So the US used MK-77 as a weapon of mass destruction in Fallujah, and as a weapon of mass terrorization in many other parts of Iraq, in its effort to defend the world against terrorism and weapons of mass destruction.  The end of war in Iraq is not in sight, but unless it miraculously returns to being the Cradle of Civilization, such means cannot be justified.
O brutalmente bem-sucedido substituto do napalm, o MK-77, foi usado contra não combatentes no Iraque e no Afeganistão com violação da Convenção das Nações Unidas de 1980 que tornou ilegal o uso de bombas incendiárias aéreas contra populações civis, inclusive alvos militares em áreas civis. Pelo fato de o MK-77 conter seu próprio agente oxidante e fósforo branco, ele queima as pessoas vivas mesmo depois de água ser derramada em sua carne sendo queimada. Embora não tenha sido publicada nenhuma contagem de corpos, parece certo que mais não combatentes do que combatentes foram mortos por MK-77 quando a cidade de Fallujah foi atingida por bombas incendiárias em 2004.  Referindo-se ao MK-77 como napalm, o coronel marine dos Estados Unidos Randolph Alles disparou “Os generais adoram napalm. Tem grande efeito psicológico”. Então os Estados Unidos usaram MK-77 como arma de destruição em massa em Fallujah, e como arma de aterrorização em massa em muitas outras partes do Iraque, em seu esforço de defenderem o mundo de terrorismo e de armas de destruição em massa. O final da guerra no Iraque não está à vista, mas a menos que aquele país volte miraculosamente a ser o Berço da Civilização tais meios não podem ser justificados.
In Japan, we burned alive tens of thousands of women and children in Nagasaki and Hiroshima … major cities in a country that had, for practical purposes, already been defeated.  As to the charge that ISIS kills fellow Muslims, how many Judeo-Christian women and children did the US and UK burn alive in the fire-bombing of Dresden … a major city in a country that had, for practical purposes, already been defeated?  In both cases, the end had been accomplished and the final means were superfluous overkill with weapons of mass destruction.
No Japão, sepultamos vivas dezenas de milhares de mulheres e crianças em Nagasaki e Hiroshima … grandes cidades em país que havia, para propósitos práticos, já sido derrotado. Quanto à acusação de que o ISIS mata irmãos muçulmanos, quantas mulheres e crianças judaicas e cristãs Estados Unidos e Reino Unido queimaram vivas no bombardeio incendiário de Dresden ... grande cidade em país que, para propósitos práticos, já havia sido derrotado? Em ambos os casos, o fim havia sido conseguido e os meios finais representaram matança excessiva supérflua com armas de destruição em massa.
The Jordanian pilot burned alive by ISIS was guilty of premeditated killing.  Whether that pilot’s premeditated killing was also premeditated murder depends on whether his actions were required to accomplish an end that would justify such means.  Jordan joined a “coalition of the willing” against ISIS because Jordan’s government is maintained by the Zionist entity – the US of A.*  President Obama could not have been more wrong when he asserted that “No God condones terror”.  The god of Jedeo-Christianity commands terror.  Our original sin is in our Bible.  It has nothing to do with Adam and Eve.  It has everything to do with commandments to murder or enslave non-Judeo-Christians.
O piloto jordaniano queimado vivo pelo ISIS era culpado de matança premeditada. Se a matança premeditada daquele piloto era também assassínio premeditado depende de se suas ações eram requeridas para o atingimento de fim que justificasse tais meios. A Jordânia juntou-se a uma “coalizão dos dispostos” contra o ISIS porque o governo da Jordânia é mantido por a entidade sionista - os Estados Unidos da A.*  O Presidente Obama não poderia estar mais errado quando afirmou que “Nenhum Deus aceita o terror”. O deus do judaico-cristianismo ordena terror. Nosso pecado original está em nossa Bíblia. Nada tem a ver com Adão e Eva. Tem tudo a ver com mandamentos para assassinar ou escravizar não judaico-cristãos.
ISIS is horrible but understandable.  We should revile ISIS, but we should not demonize ISIS.  And when we revile ISIS, we should remember the magnitude of our own massive premeditated murders and our own original sins … the most premeditated, and not even pseudo-defense-related, of which was the recreation of Israel … a nation whose god commands it to destroy non-Judeo-Christians if they happen to have been living on land that Judeo-Christianity claims to have been given to Jews by their god.  That end is so offensive, in and of itself, that it does not have the potential to justify any means.
O ISIS é horrível mas compreensível. Devemos vilipendiar o ISIS, mas não deveríamos demonizar o ISIS. E quando vilipendiamos o ISIS, devemos lembrar-nos da magnitude de nossos próprios maciços assassínios premeditados e de nossos próprios pecados originais ... o mais premeditado, e nem sequer pseudorrelacionado com defesa, que foi a recriação de Israel ... uma nação cujo deus manda-a destruir não judaico-cristãos se ocorrer de eles estarem morando em terra que a judaico-cristandade assevera ter sido dada aos judeus por seu deus. Esse fim é tão ofensivo, em e de si próprio, que não tem potencial para justificar qualquer meio.
As Obama made his ignorant assertion that “No God condones terror” and proffered his widespread misunderstanding of “Love thy neighbor,” Israel was expanding settlements in the West Bank against a backdrop of Israeli settlers spitting on the family of a 16-year old Palestinian boy that settlers had burned alive. Those settlers were following their god’s commandment to “make them as a blazing oven when you appear … and fire will consume them. You will destroy their offspring from the earth, and their children from among the sons of men” (Psalms 21:9-10).
Enquanto Obama fazia sua ignorante asserção de que “Nenhum Deus aceita o terror” e proferia seu  disseminado entendimento equivocado do “Ame a seu próximo,” Israel expandia assentamentos na Cisjordânia tendo ao fundo cenário de colonos israelenses cuspindo na família de um jovem palestino de 16 anos que os colonos haviam queimado vivo. Esses colonos estavam seguindo o mandamento de seu deus de “tu os tornarás como em fornalha ardente, quando te manifestares … e fogo os consumirá. Destruirás da terra a sua posteridade e a sua descendência, de entre os filhos dos homens.” (Salmos 21:9-10).
Note
Nota
* The tail does not wag the dog. Israel is the ultimate symptom of American Zionism, not the cause of American Zionism.  Americans tend to forget that long before they recreated Israel, their forefathers thought of the United States as God’s New Israel and Native Americans as Canaanites who should be destroyed:
* Não é o rabo que abana o cachorro. Israel é o sintoma último do sionismo estadunidense, não causa do sionismo estadunidense. Os estadunidenses tendem a esquecer que, muito antes de recriarem Israel, seus antepassados pensavam os Estados Unidos como o Novo Israel de Deus e os americanos nativos como cananeus que deveriam ser destruídos:
“It has been often remarked that the people of the United States come nearer to a parallel with Ancient Israel than any other nation upon the globe. Hence OUR AMERICAN ISRAEL is a term frequently used; and common consent allows it apt and proper”
“Tem sido amiúde comentado que o povo dos Estados Unidos exibe paralelo mais próximo do Antigo Israel do que qualquer outra nação do globo. Portanto NOSSO ISRAEL ESTADUNIDENSE é expressão frequentemente usada; e o consentimento comum permite-a adequada e genuína”
— The Reverend Abiel Abbot, Thanksgiving sermon, 1799
— O Reverendo Abiel Abbot, Sermão de Ação de Graças, 1799
John Hartung
John Hartung
John Hartung is a Professor of Anesthesiology at the State University of New York. His PhD is in anthropology from Harvard. He has over one-hundred publications, about half of which are in social science, with the rest in medicine. His website is StrugglesForExistence.com. 
John Hartung é professor de anestesiologia da State University of New York. Tem PhD em antropologia por Harvard. Tem mais de cem publicações, mais da metade em ciência social, e o restante em medicina. Seu website é StrugglesForExistence.com. 

1 comment:

  1. The third was on teachers’ and students’ perceptions and attidudes towards the use of L1 in the foreign language classrooms.13 different foreign language classes and their teachers were the participants of the study.The data were collected through audio-recordings, classroom observations Human translation, student questionnaires and teacher interviews.The results showed that teachers’ use changes from to 0 in 26 hours of smpled classroom sessions.

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