Sunday, February 15, 2015

News Junkie Post - Imperial Monroe Doctrine in Force: Quiet Coups in Latin America, the Case of Ecuador


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Imperial Monroe Doctrine in Force: Quiet Coups in Latin America, the Case of Ecuador
Doutrina Monroe Imperial Vigente: Golpes Silenciosos na América Latina, o Caso do Equador
NEWS JUNKIE POST
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Feb 10, 2015 at 4:10 pm
10 de fevereiro de 2015 às 16:10 hs
The appearance of stability in Latin America is preferable to any kind of political upheaval. The Monroe Doctrine is very much in force, but from a superficial look at elections and the constitutional order, one might surmise that the simultaneous United States-sponsored military regimes in Argentina, Brazil and Chile during the 1970s could not happen again. Overt dictatorships in Honduras and Paraguay are dismissed as being temporary anomalies. Yet curiously, the proverbial trains run on time, and the rate of growth of the gross domestic product (GDP) is approved by global financiers. A sudden respect for elections and increased trade with China are sometimes offered as the explanations for this apparent utopia. The stability of Latin America, however, is that of a comatose patient. It began with a massive peacetime expansion of police and military forces in Argentina, Brazil and Chile (ABC), starting around 2004, with sponsorhip by the United Nations. Latin Americans were called up to crush Haitian resistance after the removal of Haiti’s democratically elected President, Jean-Bertrand Aristide, by the country’s elite together with the US, France and Canada. South America’s military inclinations have reemerged from their dormancy. During the last decade, Latin American generals from Argentina, Bolivia, Brazil, Chile, Colombia, Ecuador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Paraguay, Peru, and Uruguay have enthusiastically tested their weaponry and trained, expanded and modernized their armies in Haiti. These massive armies are beginning to chip at their home countries’ economies and civil liberties.
Na América Latina, aparência de estabilidade tem preferência sobre qualquer tipo de turbulência política. A Doutrina Monroe está muitíssimo vigente mas, de olhar superficial nas eleições e na ordem constitucional, alguém poderia concluir que os regimes militares patrocinados pelos Estados Unidos simultaneamente em Argentina, Brasil e Chile durante os anos 1970 não poderiam acontecer de novo. Ditaduras evidentes em Honduras e Paraguai são desqualificadas como anomalias temporárias. No entanto, curiosamente, os proverbiais trens andam no horário, e a taxa de crescimento do produto interno bruto (PIB) é aprovada por financistas globais. Súbito respeito por eleições e aumento do comércio com a China são por vezes oferecidos como explicação dessa aparente utopia. A estabilidade da América Latina, contudo, é a estabilidade de paciente comatoso. Começou com maciça expansão em tempo de paz de forças policiais e militares em Argentina, Brasil e Chile (ABC), começando em torno de 2004, com patrocínio das Nações Unidas. Os latino-americanos foram chamados para esmagar a resistência haitiana após a remoção do presidente democraticamente eleito do Haiti, Jean-Bertrand Aristide, pela elite do país juntamente com Estados Unidos, França e Canadá. As inclinações militares da América do Sul ressurgiram de sua dormência. No decurso da última década, generais latino-americanos de Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Paraguai, Peru e Uruguai vêm entusiasticamente testando seus armamentos e treinando, expandindo e modernizando seus exércitos no Haiti. Esses enormes exércitos estão começando a tirar lascas da economia e das liberdades civis em seus países de origem. 
The 30-S coup in Ecuador
O golpe do 30-S no Equador
Through a continuous accretion as “peacekeepers” in the United Nations Stabilization Mission in Haiti (MINUSTAH), by Fall 2010 Ecuador’s police force had grown from about 10,000 to 52,000 troops; the military force had likewise grown to 72,644 soldiers. In a country of 15 million people, this amounted to one police or army troop for every 120 people. Being short of funds to finance this obese force, on September 29, 2010, the National Assembly passed a Public Service Law for all state employees that would cut the automatic salary raises that accompany promotions, extend the time between promotions, suppress bonuses and incentives, and put a cap on careers in public service involving mandatory retirement, among other things. The law was not vetoed by the President and was about to take effect on September 30, 2010: a day that has become known in Ecuador as 30-S.
Por meio de contínuo acréscimo sob a forma de “pacificadores” da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), no outono de 2010 a força policial do Equador havia aumentado de cerca de 10.000 para 52.000 soldados; a força militar havia analogamente aumentado para 72.644 soldados. Em país de 15 milhões de pessoas, isso representava um policial ou soldado do exército para cada 120 pessoas. Com fundos curtos para financiar essa obesa força, em 29 de setembro de 2010 a Assembleia Nacional aprovou Lei de Serviço Público para todos os empregados estatais, cortando os aumentos automáticos de salários que acompanhavam as promoções, estendendo o tempo entre promoções, suprimindo bônus e incentivos, e colocando teto em carreiras do serviço público implicando aposentadoria compulsória, entre outras coisas. A lei não foi vetada pelo presidente e estava prestes a entrar em vigência em 30 de setembro de 2010: dia que se tornou conhecido no Equador como 30-S.
More than four years later, various sectors of Ecuadorian society still grapple with 30-S. The President has vehemently called it a failed coup and assassination attempt. The opposition has said that there was never any coup intent and that the President had misrepresented a police riot to enhance his popularity. The local press has likewise concluded that evidence of a conspiracy could not be found, and 30-S was merely a police riot that had spun out of control. I wish to propose yet another explanation, which to my knowledge, has never been considered: a successful army coup took place in Ecuador on 30-S, but a powerless President was kept in office to give the appearance of stability.
Mais de quatro anos depois, diversos setores da sociedade equatoriana ainda se atracam com o 30-S. O presidente chamou-o veementemente de golpe fracassado e tentativa de assassínio. A oposição diz que nunca houve intenção de golpe e que o presidente havia descrito equivocadamente distúrbios policiais para aumentar sua popularidade. A imprensa local analogamente concluiu não poder ser encontrada evidência de conspiração e o 30-S ser meramente distúrbio policial que havia saído de controle. Eu gostaria de propor outra explicação que, de meu conhecimento, nunca foi considerada:houve bem-sucedido golpe do exército no Equador no 30-S, mas foi mantido no cargo presidente sem poder para dar aparência de estabilidade.
On the morning of 30-S, three key places in Quito, Ecuador, were attacked: the country’s biggest airport, the Parliament building, and the headquarters of Regiment No. 1 of the National Police. At Mariscal Sucre International Airport, no flights could take off or land because a group of about 150 soldiers from the Air Force had closed the airport. At the Parliament, a group of masked policemen on motorcycles had blocked the lawmakers from entering the building for the morning session. Simultaneously, there was chaos in several other cities that were left unpoliced and where, in some cases, policemen started riots and set up roadblocks with burning tires.
Na manhã do 30-S, três lugares decisivos em Quito, Equador, foram atacados: o maior aeroporto do país, o edifício do parlamento, e o quartel-general do Regimento No. 1 da Polícia Nacional. No Aeroporto Internacional Mariscal Sucre, nenhum voo pôde decolar ou pousar porque grupo de cerca de 150 soldados da força aérea havia fechado o aeroporto. No parlamento, grupo de policiais mascarados em motocicletas havia bloqueado os legisladores impedindo-os de entrar no edifício para a sessão matinal. Simultaneamente, houve caos em diversas outras cidades que foram deixadas sem policiamento e onde, em alguns casos, os policiais começaram distúrbios e ergueram barricadas com pneus em chamas.
At around 11 a.m. President Rafael Correa went to the headquarters of Regiment No. 1, where an angry group of masked policemen had demanded to speak to the authorities. After Correa, who had recently had knee surgery, was heckled and attacked with tear gas, he was removed by his escort detail to a police hospital adjacent to the barracks. The hospital was quickly surrounded by police rebels. Correa went to an upper-story window, removed his tie and opened his shirt to show that he was wearing no body armor, and he told the angry crowd: “kill me if you want, kill me if you have the nerve, instead of staying in the crowd, hiding like cowards….” At noon, the Presidency’s Legal Secretary, Alexis Mera, announced at a press conference in the Government Palace that a state of emergency had been declared throughout the national territory and that the internal and external security of the country had been turned over to the armed forces.
Por volta de 11 da manhã o presidente Rafael Correa foi ao quartel-general do Regimento No. 1, onde irado grupo de policiais mascarados havia exigido falar com as autoridades. Depois de Correa, que havia recentemente sofrido cirurgia do joelho, ter sido apupado e atacado com gás lacrimogêneo, foi retirado por seu destacamento de escolta para hospital da polícia adjacente ao quartel. O hospital foi rapidamente cercado por policiais rebeldes. Correa foi até janela de andar acima do térreo, tirou a gravata, abriu a camisa para mostrar que não estava usando colete à prova de balas, e disse à multidão irada: “matem-me se quiserem, matem-me se tiverem coragem, em vez de ficarem na multidão, escondendo-se como covardes….” Ao meio-dia, o secretário jurídico da presidência, Alexis Mera, anunciou, em coletiva de imprensa no palácio do governo, haver sido declarado estado de emergência em todo o território nacional e a segurança interna e externa do país haver sido confiada às forças armadas.
Negotiations
Negociações
As part of the state of emergency, all private radio and television stations were ordered to broadcast the signal from the state channel for eight hours, in accordance with Ecuadorian law, and this resulted in a media blackout, especially regarding the chaos elsewhere in the country. Throughout this time Correa remained in the hospital, where the rebel policemen continued to control the perimeter. Attempts by the President’s supporters to approach the building were met with volleys of rubber bullets.
Como parte do estado de emergência, todas as estações de rádio e televisão receberam ordens para transmitir o sinal oriundo do canal do estado por oito horas, de acordo com a lei equatoriana, e isso resultou em blecaute da mídia, especialmente no tocante ao caos alhures no país. No decurso desse tempo Correa permaneceu no hospital, onde os policiais rebeldes continuaram a controlar o perímetro. Tentativas de partidários do presidente para chegarem perto do edifício foram contrapostas com saraivadas de balas de borracha.
Between noon and 9 p.m. on 30-S, an intense series of negotiations took place between Rafael Correa, his Defense Minister Javier Ponce, who might have also been taken captive (but not in the hospital), representatives of the police rebels, and Ecuador’s military high command. Mr. Correa also communicated by phone during this time with numerous people, including various heads of state.
Entre meio-dia e 9 da noite, no 30-S, intensa série de negociações teve lugar entre Rafael Correa, seu ministro da defesa Javier Ponce, que pode também ter sido feito cativo (mas não no hospital), representantes dos rebeldes da polícia, e o alto comando militar do Equador. O Sr. Correa também comunicou-se por telefone durante aquele período com numerosas pessoas, inclusive diversos chefes de estado.
Despite the declaration of a state of emergency around noon, it took more than three hours for a message of army loyalty to the President to be broadcast by General Luis Ernesto Gonzalez, the Head of the Joint Command of the Armed Forces of Ecuador. That message was thought to have been recorded earlier but to have been delayed as a bargaining chip in the talks with the defense ministry. It took another six hours before an army operation involving 900 troops arrived to extract Correa from the hospital in a shootout. In all, the crisis left eight dead and 274 injured.
A despeito de declaração de estado de emergência por volta de meio-dia, passaram-se mais de três horas antes que mensagem de lealdade do exército ao presidente fosse transmitida pelo general Luis Ernesto Gonzalez, chefe do comando conjunto das forças armadas do Equador. Acredita-se que a mensagem tenha sido gravada mais cedo, mas adiada como trunfo nas conversções com o ministério da defesa. Passaram-se outras seis horas antes que operação do exército envolvendo 900 soldados chegasse para retirar Correa do hospital, em tiroteio. No total, a crise deixou oito mortos e 274 feridos. 
In the end, all money concessions were granted. In Ecuador, where the monthly minimum wage was $240 in 2010, the salaries of mid-range police and military officers were increased by 25 percent to between $400 to $570 per month. Salaries of army captains were raised from $1,600 to $2,140 per month, and the salary of a major was raised from $1,870 to $2,280 per month. Moreover, all the raises were made retroactive to January 2010.
No final, todas as concessões financeiras foram feitas. No Equador, onde o salário mínimo era de $240 dólares em 2010, os salários do escalão médio da polícia e dos militares foi aumentado em 25 por cento, para entre $400 a $570 por mês. Os salários dos capitães do exército foram aumentados de $1.600 para $2.140 por mês, e o salário de major foi aumentado de $1.870 para $2.280 por mês. Ademais, todos os aumentos foram tornados retroativos a janeiro de 2010.
Given the relatively weak positions of Mr. Correa and his Defense Minister during the negotiations, one might reasonably assume that the salary increases for the police and army were not their sole concession to Ecuador’s military brass.
Dada as posições relativamente débeis do sr. Correa e de seu ministro da defesa durante as negociações, pode-se assumir com razoabilidade que os aumentos de salário da polícia e do exército não foram a única concessão deles às autoridades militares.
Gutierrez family to the rescue
Família Gutierrez no resgate
Throughout the crisis, Mr. Correa insisted that a coup was in progress and suggested that it had been organized by those who “cannot win at the ballot box.” After his rescue, he directly accused Ecuador’s former president, Lucio Gutierrez (2003-2005), a pro-US military man whom he had helped to unseat, of being behind the crisis. While Gutierrez denied that he ever had anything to do with the events of 30-S, he boasted that his daughter Karina, a lieutenant in the army, had participated in Correa’s rescue. In an e-mail to her father, Karina wrote: “Papito bello: As you know, my batallion is used in emergency situations. I went to the rescue yesterday, and I was in the middle of all the gas and shootings. I know that I would never risk the lives of our people. For this, I am proud of you. I love you.” Guitierrez’ brother Gilmar, a legislator of the pro-US Patriotic Society Party, further revealed that a cousin of the former president, Army Major Robert Vargas Borgua, had also participated in the rescue.
Durante a crise, o sr. Correa insistiu em que golpe estava em andamento e sugeriu que ter sido organizado por aqueles que “não conseguem vencer nas urnas.” Depois de seu resgate, ele acusou diretamente o ex-presidente do Equador, Lucio Gutierrez (2003-2005), militar pró-Estados Unidos que ele havia ajudado a tirar do cargo, de estar por trás da crise. Embora Gutierrez tenha negado ter jamais tido qualquer coisa a ver com os eventos do 30-S, jactou-se por sua filha Karina, tenente do exército, ter participado do resgate de Correa. Em email para o pai, Karina escreveu: “Papito bello: Como você sabe, meu batalhão está acostumado a situações de emergência. Fui ao resgate ontem, e estava no meio de todo o gás e disparos. Sei que eu nunca arriscaria as vidas de nosso povo. Por isso, estou orgulhosa de você. Amo você.” Gilmar, irmão de Gutierrez, legislador do Partido Sociedade Patriótica, favorável aos Estados Unidos, revelou ademais que primo do ex-presidente, major do exército Robert Vargas Borgua, havia também participado do resgate.
Contagious riots
Distúrbios contagiosos
In Bolivia, a police mutiny worse than that of 30-S took place in Summer 2012 that also required the army’s deployment. The crisis spread throughout the entire country, starting with a takeover of the headquarters of Bolivia’s riot police and eight other police stations. The government became paralyzed, and the riots escalated to bombings of the Parliament building and Presidential Palace, and breaking into the National Intelligence Directorate to destroy documents. Like Rafael Correa, President Evo Morales accused his political opponents of fomenting a coup. As in Ecuador, the crisis ended with an agreement that probably conceded much more than money to the army and police.
Na Bolívia, motim da polícia pior do que o do 30-S teve lugar no verão de 2012, também requerendo acionamento do exército. A crise espalhou-se pelo país inteiro, começando com tomada do quartel-general da polícia de choque da Bolívia e outras oito delegacias de polícia. O governo ficou paralisado, e os distúrbios evoluíram para bombas no edifício do parlamento e no palácio presidencial, e invasão da junta de inteligência nacional, para destruição de documentos. Como Rafael Correa, o presidente Evo Morales acusou seus opositores políticos de fomentar golpe. Como no Equador, a crise terminou com acordo que provavelmente concedeu muito mais do que dinheiro ao exército e à polícia. 
Stability of the comatose
Estabilidade do comatoso
Since the 30-S crisis, Ecuador has become second to none in its alacrity to support a dictatorship in Haiti. Ecuador was the very first country to renew its UN “peacekeeping” troops in Haiti after the dissolution of the country’s parliament on January 12, 2015. Since 2012, Ecuador has given military training to groups of men handpicked by Michel Martelly so as to create his new army of Tontons Macoutes. The training continues today, and this new paramilitary force is expected to be deployed in Summer 2015.
Desde a crise do 30-S, o Equador tornou-se insuperável em sua alacridade em apoio à ditadora do Haiti. O Equador foi o primeiro país a renovar suas tropas “pacificadoras” das Nações Unidas no Haiti depois da dissolução do parlamento do país em 12 de janeiro de 2015. Desde 2012, o Equador vem dando treinamento militar a grupos de homens escolhidos a dedo por Michel Martelly para criar seu novo exército de Tontons Macoutes. O treinamento continua nos dias de hoje, e espera-se que essa nova força paramilitar esteja plenamente funcional no verão de 2015.
As recently as 2005, Ecuador was vituperatively called “the most unstable country in the western hemisphere,” because it seemed unable to keep a president in office for more than two years. After eight different presidents between 1995 and 2005, Rafael Correa was elected in 2006, reelected in 2009 under a much acclaimed 2008 Constitution, and elected yet again in 2013. Since 30-S, however, the Ecuadorian government has worked to undermine the 2008 Constitution by promoting a series of unpopular measures. The country has declared war on indigenous activists opposed to mining projects. A new judicial council has appointed and dismissed hundreds of judges. The National Assembly is set to amend the Constitution to allow, among other things, participation of the armed forces in public security operations and unlimited re-election of the President.
Tão recentemente quanto em 2005, o Equador era vituperativamente chamado de “o país mais instável do hemisfério ocidental,” porque parecia incapaz de manter presidente no cargo por mais de dois anos. Depois de oito presidentes diferentes entre 1995 e 2005, Rafael Correa foi eleito em 2006, reeleito em 2009 sob muito aclamada constituição de 2008, e eleito de novo em 2013. Desde o 30-S, contudo, o governo equatoriano vem trabalhando para debilitar a constituição de 2008, mediante promoção de série de medidas impopulares. O país declarou guerra a ativistas indígenas opostos a projetos de mineração. Novo conselho judicial foi nomeado e dispensou centenas de juízes. A Assembleia Nacional pôs-se a emendar a constituição para que permita, entre outras coisas, participação das forças armadas em operações de segurança pública e reeleição ilimitada do presidente.
Editor’s Notes: Photographs two and nine from the archive of US Department of State; three and five by Andre Gustavo Stumpf ; four, six and eleven from the archive of Presidencia de la Republica del Ecuador; eight by El Freddy; ten and thirteen by Felipe Canova; and twelve by Senor Codo.
Notas do Editor: Fotografias dois e nove do arquivo do Departamento de Estado dos Estados Unidos; três e cinco por André Gustavo Stumpf ; quatro, seis e onze do arquivo da Presidencia de la Republica del Ecuador; oito por El Freddy; dez e treze por Felipe Canova; e doze por Senor Codo.

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