Sunday, February 1, 2015

FFF - Hornberger's Blog - American Sniper


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The Future of Freedom Foundation
A Fundação Futuro de Liberdade
HORNBERGER’S BLOG
O BLOG DE HORNBERGER
American Sniper
Franco-Atirador Estadunidense
January 20, 2015
20 de janeiro de 2015
Last evening I went to see the new movie American Sniper because I wanted to see how they portrayed American soldiers killing people in Iraq, especially Chris Kyle, the man whose life the movie revolved around.
Noite passada fui ver o novo filme Franco-Atirador Estadunidense porque queria ver como eles retratavam soldados estadunidenses matando pessoas no Iraque, especialmente Chris Kyle, o homem em torno de cuja vida girava o filme.
As Nazi official Herman Goering pointed out, it is easy for any regime to get people to back a war. All that it has to do, Goering said, is to tell people that they’ve been attacked and then denounce opponents for lacking patriotism and exposing the country to danger.
Como o oficial nazista Herman Goering destacou, é fácil para qualquer regime levar o povo a apoiar guerra. Tudo o que tem a fazer, disse Goering, é dizer ao povo que ele foi atacado e em seguida denunciar opositores por falta de patriotismo e por exporem o país ao perigo.
What’s fascinating about the Iraq War is that everyone clearly understood that Iraq had never attacked the United States and not even threatened to do so.
Fascinante acerca da guerra do Iraque é todo mundo ter entendido claramente que o Iraque nunca atacou os Estados Unidos e sequer ameaçou fazê-lo.
Clearly, however, U.S. officials were trying desperately to make the point that Goering was emphasizing — that it wasn’t the U.S. that was aggressing against Iraq but instead was simply defending itself from Iraqi aggression. That was demonstrated by Vice President Cheney’s almost manic attempts to tie Iraq to the 9/11 attacks, attempts that failed.
Claramente, porém, as autoridades dos Estados Unidos estavam tentando desesperadamente desenvolver a argumentação que Goering enfatizara — segundo a qual não eram os Estados Unidos que estavam agredindo o Iraque e sim, pelo contrário, estavam simplesmente defendendo-se de agressão iraquiana. Isso foi deixado claro pelas tentativas quase maníacas do vice-presidente Dick Cheney de ligar o Iraque aos ataques do 11/9, tentativas que fracassaram.
Why is this point important? Because at the Nuremberg War Crimes Tribunal, German officials, including Goering, were held criminally responsible for waging what was called a “war of aggression.” In other words, Germany was accused of having initiated war against other countries, which then had the right under international law to defend themselves.
Por que é esse ponto importante? Porque, no Tribunal de Crimes de Guerra de Nuremberg, autoridades alemãs, inclusive Goering, foram consideradas criminalmente responsáveis por conduzirem o que foi chamado de “guerra de agressão.” Em outras palavras, a Alemanha foi acusada de ter iniciado guerra contra outros países, que pois tinham o direito, nos termos da lei internacional, de defender-se.
Unable to point to any attack on the United States by Iraq, the Bush administration resorted to a WMD rationale for invading the country. It said that there was a possibility that Iraq could attack the United States at some point in the future with WMDs and, therefore, that the U.S. government had the lawful authority to preemptively defend itself from a potential future WMD attack.
Incapaz de apontar qualquer ataque aos Estados Unidos pelo Iraque, a administração Bush recorreu a argumentação baseada em armas de destruição em massa para invadir o país. Disse que havia possibilidade de o Iraque atacar os Estados Unidos em algum momento no futuro com armas de destruição em massa e, portanto, o governo dos Estados Unidos tinha autoridade legítima para defender-se preventivamente de possível ataque futuro com armas de destruição em massa.
Obviously that reasoning falls far short of an actual attack on the United States. In fact the bogus nature of the rationale was exposed soon after the invasion of Iraq got underway. When U.S. troops failed to find those WMDs, the U.S. government didn’t apologize for its mistake but instead remained in Iraq, where it proceeded to kill, maim, incarcerate, and torture lots more people for more than 10 years, not to mention destroy countless homes, buildings, and infrastructure.
Obviamente esse raciocínio está muito longe de ataque real aos Estados Unidos. Na verdade a natureza espúria dessa argumentação ficou patente logo depois de a invasão do Iraque ser desencadeada. Quando as tropas dos Estados Unidos não conseguiram encontrar as armas de destruição em massa, o governo dos Estados Unidos não pediu desculpas por seu equívoco e sim permaneceu no Iraque, onde continuou a matar, mutilar, encarcerar e torturar muita gente mais durante mais de 10 anos, para não mencionar a destruição de incontáveis residências, edifícios e infraestrutura.
What became the rationale for killing people in Iraq after the WMDs weren’t found? Each soldier came up with his own personal rationale that made him feel comfortable about killing Iraqis. The rationales ranged from spreading democracy, to establishing Iraqi freedom, to defending the United States, to waging the war on terrorism, to protecting our rights and freedoms as Americans, to ousting Saddam Hussein from power, to supporting and defending the Constitution, to giving the Iraqi people a better way of life. Each soldier took his pick.
Qual se tornou a base de argumentação para matar pessoas no Iraque depois de as armas de destruição em massa não terem sido encontradas? Cada soldado desenvolveu sua própria lógica a fazê-lo sentir-se confortável no tocante a matar iraquianos. As razões iam de disseminar a democracia a estabelecer liberdade no Iraque, defender os Estados Unidos, fazer guerra ao terrorismo, proteger nossos direitos e formas de liberdade enquanto estadunidenses, tirar Saddam Hussein do poder, apoiar e defender a Constituição, dar ao povo iraquiano melhor estilo de vida. Cada soldado escolheu seu motivo.
The fact was that Iraq War was nothing more than another regime-change operation, one no different in principle from other regime-change operations that the U.S. national-security state has conducted since its inception after World War II. U.S. national-security state officials decided that their old partner and ally Saddam Hussein, to whom they had delivered those WMDs in the 1980s, had to go and be replaced by a U.S.-approved dictator. That was what the 11 years of sanctions were all about, the ones that killed hundreds of thousands of Iraqi children.
O fato é que a guerra do Iraque foi nada mais do que outra operação de mudança de regime, não diferente, em princípio, de outras operações de mudança de regime que o estado de segurança nacional dos Estados Unidos conduziu desde sua instauração depois da Segunda Guerra Mundial. As autoridades do estado de segurança nacional dos Estados Unidos resolveram que seu antigo parceiro e aliado Saddam Hussein, a quem haviam entregue as tais armas de destruição em massa nos anos 1980, tinha de ir-se e de ser substituído por ditador aprovado pelos Estados Unidos. A isso disseram respeito os 11 anos de sanções, que mataram centenas de milhares de crianças iraquianas. 
But the sanctions had failed to oust Saddam from power. That’s where the 9/11 attacks came in handy. Given the deep fear that Americans were experiencing after 9/11, U.S. officials knew that hardly anyone would question sending troops into Iraq to do what the sanctions had failed to do — effect regime change. Least of all the people who would be questioning the invasion would be the troops, including Chris Kyle.
As sanções, porém, haviam fracassado quanto a tirar Saddam do poder. Foi aí que os ataques do 11/9 vieram a calhar. Dado o profundo temor que os estadunidenses estavam sentindo depois do 11/9, as autoridades dos Estados Unidos sabiam que dificilmente alguém questionaria envio de tropas ao Iraque para fazer o que as sanções não haviam conseguido fazer — efetuar mudança de regime. Os que menos questionariam a invasão seriam as tropas, inclusive Chris Kyle.
Not surprisingly, none of this appears in the movie, and my hunch is that none of it appears in Kyle’s book. Instead, what is portrayed is the standard mindset about Iraq — that it’s “our team,” which is composed of the good guys, versus “their team,” which is composed of the bad guys.
Não surpreendentemente, nada disso aparece no filme, e minha intuição é que nada disso aparece no livro de Kyle. Em vez disso, o que é retratado é a postura mental convencional a respeito do Iraque — isto é, “nossa turma,” que é composta dos mocinhos, contra “a turma deles,” que é composta dos bandidos.
Early in the movie, Kyle sees a television report about the bombings of the U.S. Embassies in Kenya and Tanzania and the USS Cole. Viewing the attacks as aggression against the United States, he decides to join the military. What isn’t pointed out, however, is that those attacks, just like the 1993 attack on the World Trade Center, were in retaliation for what the U.S. Empire was doing in the Middle East, including those sanctions that were killing all those Iraqi children, the unconditional foreign aid to the Israeli government, the stationing of U.S. troops on Islamic holy lands, the no-fly zones over Iraq that were killing more people, including children, and the longtime U.S. support of and partnerships with brutal and oppressive dictatorial regimes.
Logo no início do filme, Kyle vê noticiário de televisão acerca das bombas nas embaixadas dos Estados Unidos no Quênia, na Tanzânia e no USS Cole. Vendo os ataques como agressão aos Estados Unidos, ele decide juntar-se à instituição militar. O que não é destacado, porém, é que aqueles ataques, do mesmo modo que o ataque de 1993 ao World Trade Center, foram feitos como retaliação pelo que o Império dos Estados Unidos estava fazendo no Oriente Médio, inclusive aquelas sanções que estavam matando todas aquelas crianças iraquianas, a ajuda externa incondicional ao governo israelense, o acantoamento de tropas dos Estados Unidos em terras sagradas islâmicas, as zonas de voo proibido sobre o Iraque, que estavam matando mais pessoas, inclusive crianças, e o apoio de longa data e parcerias dos Estados Unidos com regimes ditatoriais brutais e opressores.
Once the 9/11 attacks occurred, Kyle was ready and eager to go fight the terrorists anywhere and everywhere, no questions asked. While Goering’s dictum was referring to the citizenry of a country, it applied doubly to people serving in the U.S. military. The overwhelming majority of soldiers — I’d say 99 percent — were ready to do their duty by following whatever orders the president issued to them. And they all, including Kyle, viewed themselves as patriots who were serving their country.
Uma vez ocorridos os ataques do 11/9, Kyle estava pronto e ansioso para combater os terroristas em qualquer e toda parte, sem fazer perguntas. Embora o dito de Goering se referisse aos cidadãos de um país, aplicava-se duplamente às pessoas que serviam na instituição militar dos Estados Unidos. A esmagadora maioria dos soldados — eu diria 99 por cento — estava pronta a cumprir seu dever mediante obedecer a quaisquer ordens o presidente emitisse para ela. E todos os soldados, inclusive Kyle, viam-se como patriotas que estavam servindo a seu país.
Prior to the Iraq invasion, I recall reading about one particular Catholic soldier who was anguished over the possibility of having to kill someone in Iraq. He approached a military chaplain with his concerns. The chaplain told him that he need not be concerned — that a soldier has the right to trust the president and that God would understand the need for the soldier to obey orders to kill.
Antes da invasão do Iraque lembro-me de ter lido acerca de certo soldado católico angustiado com a possibilidade de ter de matar alguém no Iraque. Procurou capelão militar expondo-lhe suas preocupações. O capelão disse-lhe que ele não precisava preocupar-se — soldado tinha direito de confiar no presidente e Deus entenderia a necessidade de o soldado obedecer a ordens para matar.
I believe that chaplain did a grave disservice to that soldier. God’s law against wrongful killing is clear, and there is no exception for trusting one’s leaders and blindly obeying orders. I figured that if that soldier ended up having to wrongfully kill people, he would be screwed up in the head the rest of his life. Even worse would be if he himself got killed with a grave sin on his soul.
Acredito que o capelão prestou grave desserviço àquele soldado. A lei de Deus contra matar injustamente é clara, e não há exceção referente a confiar nos líderes e obedecer cegamente a ordens. Imaginei que se aquele soldado tiver acabado tendo de matar pessoas injustamente, ficará mentalmente desequilibrado pelo resto da vida. Pior ainda se ele tiver sido morto com grave pecado a manchar sua alma.
No U.S. soldier questioned orders to invade Iraq, notwithstanding the fact that there was no congressional declaration of war, which the Constitution requires. (Lt. Ehren Watada would later refuse, on the basis of conscience, a redeployment to Iraq and was criminally prosecuted by U.S. military officials.) Soldiers take an oath to support and defend the Constitution but they don’t really mean it. As a practical matter, soldiers pledge their fealty to the president of the United States and agree to kill anyone on his command.
Nenhum soldado dos Estados Unidos questionou ordens para invadir o Iraque, nada obstante o fato de não ter havido declaração de guerra pelo Congresso, que a Constituição exige. (O tenente Ehren Watada posteriormente recusar-se-ia, por razões de consciência, reacantoamento no Iraque, e foi processado criminalmente pelas autoridades militares dos Estados Unidos.) Os soldados fazem juramento de apoiar e defender a Constituição mas em verdade não o levam a sério. Na prática, os soldados prometem fidelidade ao presidente dos Estados Unidos e concordam em matar qualquer um, se receberem ordem dele. 
So, U.S. soldiers were sent into a war in which they were the aggressors and the Iraqi forces and Iraqi people were operating in defense.
Portanto, os soldados dos Estados Unidos foram mandados para uma guerra na qual eles eram os agressores e as forças iraquianas e o povo iraquiano porfiavam como defensores. 
It’s clear from the movie that Kyle never gets that point. Any Iraqi trying to kill an American soldier, thus, was automatically considered a bad guy — a terrorist. U.S. soldiers were automatically considered to be the good guys notwithstanding the fact that they were clearly violating the principles against wars of aggression set forth at Nuremberg.
Fica claro, do filme, que Kyle nunca entende isso. Qualquer iraquiano tentando matar soldado estadunidense, pois, era automaticamente considerado bandido — terrorista. Os soldados dos Estados Unidos eram automaticamente considerados mocinhos, sem qualquer consideração para com o fato de eles estarem claramente violando os princípios contra guerras de agressão estabelecidos em Nuremberg.
The Iraqi people were expected to simply succumb to the Empire and offer no resistance. If they resisted the invasion of their country, they would be killed.
Esperava-se que o povo iraquiano simplesmente sucumbisse ao Império e não oferecesse qualquer resistência. Se resistisse à invasão de seu país, seria morto.
I was particularly interested in seeing the effect that all this had on Kyle. It didn’t surprise me a bit that after each of his four tours, he returned each time a bit more screwed up in the head. What started out as a nice, friendly, humorous man slowly but surely turned into a paranoid, surly, angry man. Needless to say, his marriage to a wonderful woman who loved him dearly was disintegrating, as it has for so many other Iraq veterans who have returned all screwed up in the head.
Eu estava particularmente interessado em ver o efeito que isso tudo teve sobre Kyle. Não me surpreendeu nem um pouco que, depois de cada uma de suas incursões, ele voltasse cada vez mais desequilibrado mentalmente. Alguém que começara como homem gentil, amigável, bem-humorado, vagarosa mas seguramente transformou-se em homem paranoico,intratável, e raivoso. Nem é preciso dizer, seu casamento com mulher fantástica que o amava devotadamente estava-se desintegrando, como sucedeu a muitos outros veteranos do Iraque que voltaram todos desequilibrados mentalmente.
Of course, all this is attributed to PTSD. I don’t think so. I think the true cause is guilt — massive, deep-seeded, unresolved guilt over wrongfully killing people (and destroying their country) who were doing nothing more than exercising the right of self-defense under international law.
Obviamente, tudo isso é atribuído ao distúrbio de ansiedade pós-traumática - PTSD. Não acho. Creio que a causa principal é culpa — descomunal, profundamente enraizada, não resolvida, por matar injustamente pessoas (e destruir o país delas) que nada mais estavam fazendo do que exercendo o direito de autodefesa em acordo com a lei internacional.
The assumption has always been that if you simply convince soldiers that they are fighting in a just cause, even if it’s not true, they won’t feel guilty about what they are doing. I don’t think the human conscience can be so easily fooled. I think that slowly it starts eating away at a person, sort of like acid.
O pressuposto sempre foi o de que se você simplesmente convencer soldados de que eles estão lutando por causa justa, mesmo não sendo verdade, eles não se sentirão culpados pelo que estejam fazendo. Não acredito que a consciência humana possa ser tapeada com tanta facilidade. Acho que vagarosamente ela começa a corroer a pessoa, como espécie de ácido.
And the problem is that soldiers who killed people in Iraq have a difficult time healing because they can’t confront the central problem — that they killed people wrongfully in an illegal, unconstitutional, immoral war of aggression. They can’t confess that grave sin. They relegate themselves to dealing with PTSD rather than with unresolved guilt over the wrongful killing of people. To do otherwise would require an admission that “our team” was in the wrong, something that the U.S. national-security state certainly would not countenance.
E o problema é que soldados que mataram pessoas no Iraque têm dificuldade de cura porque não conseguem reconhecer o problem central — que mataram pessoas injustamente em guerra de agressão ilegal, inconstitucional e imoral. Não conseguem confessar esse grave pecado. Descaem para lidar com PTSD em vez de com culpa não resolvida por terem matado pessoas injustamente. Para que fosse diferente teria de haver admissão de que “nossa turma” estava errada, algo que o estado de segurança nacional dos Estados Unidos certamente não consideraria possível/aceitável.
One of the most moving scenes in the movies is when Kyle encounters his younger brother, who is leaving Iraq after a tour of service. Clearly anguished over his experience, the younger brother says, “To hell with this place,” or words to that effect, which clearly has a profound impact on Kyle, who still feels he’s killing people to keep America safe from the terrorists.
Uma das cenas mais comoventes do filme é quando Kyle encontra seu irmão mais moço, que está deixando o Iraque depois de período de serviço. Claramente angustiado com sua experiência, o irmão mais moço diz: “Para o inferno com este lugar,” ou palavras equivalentes, o que claramente tem profundo impacto sobre Kyle, que ainda acredita estar matando pessoas para manter os Estados Unidos a salvo dos terroristas.
The ultimate perversity of it all is at the end, when it appears Kyle is finally getting his life back together. Helping a fellow Iraq veteran at the firing range, the veteran, who himself was all screwed up in the head, turns on Kyle and kills him, leaving a young widow and two small children. What a tragic ending for the man who set the sniper record while serving four tours in Iraq, a country that never attacked the United States or even threatened to do so.
A perversidade final de tudo isso ocorre no fim, quando parece que finalmente Kyle está recompondo sua vida. Ajudando companheiro veterano do Iraque no campo de tiro, o veterano, ele próprio com desequilíbrio mental, volta-se para Kyle e o mata, deixando viúva jovem e dois filhos pequenos. Que fim trágico para o homem que quebrou o recorde como franco-atirador servindo quatro períodos no Iraque, país que nunca atacou os Estados Unidos e sequer ameaçou fazê-lo. 
This post was written by: Jacob G. Hornberger
Jacob G. Hornberger is founder and president of The Future of Freedom Foundation. He was born and raised in Laredo, Texas, and received his B.A. in economics from Virginia Military Institute and his law degree from the University of Texas. He was a trial attorney for twelve years in Texas. He also was an adjunct professor at the University of Dallas, where he taught law and economics. In 1987, Mr. Hornberger left the practice of law to become director of programs at the Foundation for Economic Education. He has advanced freedom and free markets on talk-radio stations all across the country as well as on Fox News’ Neil Cavuto and Greta van Susteren shows and he appeared as a regular commentator on Judge Andrew Napolitano’s show Freedom Watch. View these interviews at LewRockwell.com and from Full Context. Send him email.
Esta afixação foi escrita por: Jacob G. Hornberger
Jacob G. Hornberger é fundador e presidente da Fundação Futuro de Liberdade. Nasceu e foi criado em Laredo, Texas, e recebeu seu grau de Bacharel em Artes em economia do Instituto Militar da Virgínia e seu grau em leis da Universidade do Texas. Foi advogado atuante durante doze anos no Texas. Foi também professor adjunto na Universidade de Dallas, onde lecionou direito e economia. Em 1987, o Sr. Hornberger deixou a prática jurídica para tornar-se diretor de programas na Fundação de Educação Econômica. Tem promovido liberdade e livres mercados em estações de rádio com participação da audiência em todo o país, bem como nos programas da Fox News de Neil Cavuto e Greta van Susteren, e participou como comentador regular no programa do Juiz Andrew Napolitano Observatório da Liberdade. Veja essas entrevistas em LewRockwell.com e a partir de Full Context. Envie-lhe email.


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