Friday, November 28, 2014

The Anti-Empire Report 134 - The United States judging and punishing the rest of the world



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Official website of the author, historian, and U.S. foreign policy critic.
Website oficial do autor, historiador e crítico da política externa dos Estados Unidos.
The Anti-Empire Report #134
O Relatório Anti-Império No. 134
By William Blum – Published November 19th, 2014
Por William Blum – Publicado em 19 de novembro de 2014
The United States judging and punishing the rest of the world
Os Estados Unidos julgam e punem o resto do mundo
In addition to Cuba, Washington currently is imposing economic and other sanctions against Burma, Democratic Republic of the Congo, Iran, China, North Korea, South Korea, United Arab Emirates, Pakistan, Sri Lanka, Switzerland, Turkey, Germany, Malaysia, South Africa, Mexico, South Sudan, Sudan, Russia, Syria, Venezuela, India, and Zimbabwe. These are sanctions mainly against governments, but also against some private enterprises; there are also many other sanctions against individuals not included here. [For the complete detailed list, see U.S. Department of State, Nonproliferation Sanctions]
Além de Cuba, Washington está atualmente impondo sanções econômicas e outras a Burma, República Democrática do Congo, Irâ, China, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Paquistão, Sri Lanka, Suíça, Turquia, Alemanha, Malásia, África do Sul, México, Sudão do Sul, Sudão, Rússia, Síria, Venezuela, Índia e Zimbabwe. As sanções são principalmente contra governos, mas também contra algumas empresas privadas; há também muitas outras sanções contra indivíduos não incluídas aqui. [Para lista detalhada completa, ver U.S. Department of State, Nonproliferation Sanctions]
Imbued with a sense of America’s moral superiority and “exceptionalism”, each year the State Department judges the world, issuing reports evaluating the behavior of all other nations, often accompanied by sanctions of one kind or another. There are different reports rating how each lesser nation has performed in the previous year in areas such as religious freedom, human rights, the war on drugs, trafficking in persons, and sponsors of terrorism. The criteria used in these reports are often political. Cuba, for example, is always listed as a sponsor of terrorism whereas anti-Castro exile groups in Florida, which have committed literally hundreds of terrorist acts over the years, are not listed as terrorist groups or supporters of such.
Imbuído de sentimento de superioridade moral dos Estados Unidos e “excepcionalismo”, todo ano o Departamento de Estado julga o mundo, emitindo relatórios avaliando o comportamento de todas as outras nações, amiúde acompanhados de sanções de tipo ou outro. Há diferentes relatórios atribuindo notas a como cada nação menos eminente comportou-se no ano anterior em relação a itens como liberdade religiosa, direitos humanos, guerra às drogas, tráfico de pessoas e patrocinadores de terrorismo. Os critérios, nesses relatórios, são, amiúde, políticos. Cuba, por exemplo, é sempre listada como patrocinadora de terrorismo, enquanto grupos exilados antiCastro na Flórida, que literalmente já cometeram centenas de atos terroristas ao longo dos anos, não são listados como grupos terroristas ou apoiadores de tais grupos.
Cuba, which has been on the sponsor-of-terrorism list longer (since 1982) than any other country, is one of the most glaring anomalies. The most recent State Department report on this matter, in 2012, states that there is “no indication that the Cuban government provided weapons or paramilitary training to terrorist groups.” [U.S. Department of State, “Country Reports on Terrorism 2012, Chapter 3: State Sponsors of Terrorism,” May 20, 2013] There are, however, some retirees of Spain’s Basque terrorist group ETA (which appears on the verge of disbanding) in Cuba, but the report notes that the Cuban government evidently is trying to distance itself from them by denying them services such as travel documents. Some members of the Revolutionary Armed Forces of Colombia (FARC) have been allowed into Cuba, but that was because Cuba was hosting peace talks between the FARC and the Colombian government, which the report notes.
Cuba, que tem estado na lista de patrocinadores do terrorismo há mais tempo (desde 1982) do que qualquer outro país, é uma das mas conspícuas anomalias. O relatório mais recente do Departamento de Estado a respeito do assunto, em 2012, declara: “não há sinal de que o governo cubano tenha fornecido armas ou treinamento paramiliar a grupos terroristas.” [U.S. Department of State, “Country Reports on Terrorism 2012, Chapter 3: State Sponsors of Terrorism,” May 20, 2013] Há, contudo, alguns aposentados do grupo terrorista basco da Espanha ETA (que parece estar em vias de dissolução) em Cuba, mas o relatório observa que o governo cubano evidentemente está tentando ficar distante deles mediante negar-lhes serviços tais como documentos de viagem. Alguns membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) tiveram permissão para entrar em Cuba, mas isso pelo fato de Cuba ser anfitriã de conversações de paz entre as FARC e o governo colombiano, o que o relatório menciona.
The US sanctions mechanism is so effective and formidable that it strikes fear (of huge fines) into the hearts of banks and other private-sector organizations that might otherwise consider dealing with a listed state.
O mecanismo de sanções dos Estados Unidos é tão eficaz e temível que suscita medo (ou enormes penalidades financeiras) nos corações de bancos e de outras organizações do setor privado que, não fora isso, poderiam cogitar de relacionar-se com um estado listado.


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