Sunday, November 9, 2014

RT - Putin demonized for thwarting neocon plan for global domination



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Putin demonized for thwarting neocon plan for global domination
Putin demonizado por frustrar plano neoconservador de domínio mundial
Neil Clark is a journalist, writer and broadcaster. His award winning blog can be found at www.neilclark66.blogspot.com. Follow him on Twitter
Neil Clark é jornalista, escritor e apresentador. Seu blog premiado pode ser encontrado em www.neilclark66.blogspot.com. Siga-o no Twitter
Published time: November 08, 2014 05:17
Publicado em: 8 de novembro de 2014, 05:17 horas
Russia's President Vladimir Putin. (Reuters/Alessandro Garofalo)
The continuing attacks on Vladimir Putin and Russia by members of the western political, military and journalistic elite tell us one thing – the Russian President is doing a good job both for the people of his country and in the international arena.
Os contínuos ataques a Vladimir Putin e à Russia por membros da elite ocidental política, militar e jornalística dizem-nos uma só coisa – o presidente russo está fazendo bom trabalho para o povo de seu país e no cenário internacional.
For it is a rule which invariably holds true – if the Western elites praise the leader of a foreign country it means he is doing something which is good for those elites and bad for his country. If he’s demonized, as Putin is, it’s the other way round.
Pois é regra invariavelmente verdadeira – se as elites ocidentais elogiam líder de país estrangeiro, isso significa que ele está fazendo algo que é bom para aludidas elites e ruim para seu país. Se o líder for demonizado, como Putin é, ocorre o contrário.
The latest attack has come from Martin E. Dempsey, the chairman of the Joint Chiefs of Staff. The US Army general said that Russia was “pushing on the limits of international order.”
O ataque mais recente veio de Martin E. Dempsey, chefe do Estado-Maior Conjunto. Aquele general do Exército dos Estados Unidos disse que a Rússia estava “forçando os limites da ordem internacional.”
Dempsey talked of the need to “deter Russian aggression against our NATO allies” – and said that Russia had “kind of lit a fire of nationalism.”
Dempsey falava da necessidade de “desestimular agressão russa a nossos aliados da OTAN” – e disse que a Rússia tinha “como que acendido fogo de nacionalismo.”
“Once you light that fire, it's not controllable,” the General said. “I am worried about Europe.”
“Uma vez acendido esse fogo, ele não é controlável,” disse o general. “Estou preocupado com a Europa.”
It’s worth reflecting on Dempsey’s words as they provide a classic example of what psychologists call ‘projection’. The US General was accusing Russia of what his own country has been guilty of.
Vale a pena refletir nas palavras de Dempsey, na medida em que elas oferecem exemplo clássico do que os psicólogos chamam de ‘projeção’. O general estadunidense estava acusando a Rússia daquilo de que seu próprio país tem sido culpado.
General Martin E. Dempsey. (AFP Photo/Shah Marai)
‘Pushing on the limits of international order’? Was it Russia which launched an illegal invasion of Iraq in 2003 – claiming the country possessed WMDs which threatened the world? Was it Russia which led the illegal bombing of Yugoslavia in 1999? The US hasn’t just pushed the ‘limits of international order’ it has been the number one international law breaker over the past twenty years.
‘Forçando os limites da ordem internacional’? Foi a Rússia que deflagrou invasão ilegal do Iraque em 2003 – declarando que aquele país possuía armas de destruição em massa - WMD que ameaçavam o mundo? Foi a Rússia que liderou o bombardeio ilegal da Iugoslávia em 1999? Os Estados Unidos não têm simplesmente forçado os ‘limites da ordem internacional’ - têm sido o violador número um da lei internacional nos últimos vinte anos.
‘Russian aggression against our NATO allies’? Not one NATO country has been attacked by Russia – or threatened with attack. The aggression has been from the US against Russian allies. Over the last twenty or so years we have seen the US target a series of countries which had friendly links to Russia, including Yugoslavia, Iraq, Libya and Syria. It’s the US and its NATO allies who clearly need to be deterred, not Russia.
‘Agressão russa a nossos aliados da OTAN’? Nem sequer um dos países da OTAN foi atacado pela Rússia - ou ameaçado de ataque. A agressão tem sido dos Estados Unidos a aliados da Rússia. Ao longo dos últimos vinte anos ou em torno disso vimos os Estados Unidos atacarem série de países que tinham vínculos de amizade com a Rússia, inclusive Iugoslávia, Iraque, Líbia e Síria. Estados Unidos e aliados da OTAN é que precisam ser desestimulados/dissuadidos, não Rússia.
US troops cross 17 April 2003 a damaged bridge in the northern Iraqi city of Tikrit, the hometown of Iraq's toppled leader Saddam Hussein. (AFP Photo/Joseph Barrak)
Russia has ‘kind of lit a fire of nationalism’? Well, it was the US and their EU allies who did this in Yugoslavia in the 1990s – sponsoring separatists in order to break up the country – and it was the US and its EU allies who have been sponsoring and supporting extreme nationalists (some would say fascists and neo-Nazis) in Ukraine.
A Rússa ‘acendeu uma espécie de fogo de nacionalismo’? Ora, foram Estados Unidos e seus aliados da União Europeia - EU que fizeram isso na Iugoslávia nos anos 1990 - patrocinando separatistas a fim de cindir o país - e foram Estados Unidos e seus aliados da EU que têm patrocinado e apoiado nacionalistas extremistas (alguém diria fascistas e neonazistas) na Ucrânia.
Dempsey says he is worried about Europe, but it's Russia which has cause to be worried about the US and Europe. Just take a look at the map on how NATO, since the fall of communism in Eastern Europe twenty-five years ago – has expanded eastwards, despite promises made by the west that NATO would not expand.
Dempsey diz estar preocupado com a Europa, mas é a Rússia que tem motivo para ficar preocupada com os Estados Unidos e a Europa. Deem só uma olhada no mapa e vejam como a OTAN, desde a queda do comunismo na Europa Oriental há vinte e cinco anos - tem-se expandido para o leste, a despeito de promessas feitas pelo Ocidente de que a OTAN não se expandiria.
When figures from the Western elite talk of ‘Russian aggression’ what they really mean is that Russia is checking Western aggression. When Putin is compared to Hitler – it is because he is standing in the way of the real heirs of Adolf Hitler, the war lobby in the West, who like the mustachioed one, have an insatiable appetite for attacking and threatening to attack independent sovereign states.
Quando figuras da elite ocidental falam de ‘agressão russa,’ o que realmente querem dizer é que a Rússia está estorvando a agressão ocidental. Quando Putin é comparado a Hitler - é porque ele está-se postando no caminho dos reais herdeiros de Adolf Hitler, o lobby da guerra do Ocidente que, como o que usava bigodinho, tem insaciável apetite por atacar e ameaçar estados soberanos independentes.
By any objective assessment, it’s the Western elites – and in particular the neocon faction within that elite – who are the biggest dangers to world peace, not Putin. Look at the havoc their policy of endless war, whether waged directly or through terrorist proxies, has caused in Iraq, Libya and Syria.
Por qualquer avaliação objetiva, são as elites ocidentais - e em particular a facção neocon dentro da elite - o maior perigo à paz mundial, não Putin. Olhem o estrago que a política dela de guerra infindável, seja conduzida diretamente ou por meio de procuradores terroristas, tem causado em Iraque, Líbia e Síria.
Libyan National Transitional Council (NTC) fighters celebrate in the eastern coastal city of Sirte following news of Moamer Kahdafi's capture and death on October 20, 2011.(AFP Photo/Ahmad Al-Rubaye)
These serial warmongers are particularly angry that Russian foreign policy has thwarted their plans for ‘regime change’ in Syria, a key strategic objective. They’re also angry that Putin clamped down on oligarchs whose role was to help Western plutocrats get control of Russia’s natural resources.
Esses incitadores de guerra serial estão particularmente raivosos por a política externa russa ter frustrado seus planos de ‘mudança de regime’ na Síria, objetivo estratégico decisivo. Estão raivosas, também, por Putin ter aplicado torniquete em oligarcas cujo papel era ajudar plutocratas ocidentais a obterem o controle dos recursos naturais da Rússia.
Back in 2000, when he was first elected President, Western elites hoped that Putin would continue the path set by his predecessor Boris Yeltsin, a man whose rule was disastrous for ordinary Russians, who saw their living standards plummet and the value of their life savings destroyed, but very good for the Western elites. Yeltsin privatized vast swathes of the economy and acquiesced while NATO destroyed Yugoslavia. Yeltsin was bad news for Russia – but he was hailed as a great ‘democrat’ by the West – and eulogized on his death – which tells us everything we need to know about who benefited most from his rule.
Em 2000, quando ele foi eleito presidente pela primeira vez, as elites ocidentais esperavam que Putin continuasse pela vereda aberta por seu predecessor Boris Yeltsin, homem cujo governo foi desastroso para os russos comuns, que viram seu padrão de vida despencar e o valor da poupança da vida inteira ser aviltado, mas muito bom para as elites ocidentais. Yeltsin privatizou vastas áreas da economia e anuiu à destruição da Iugoslávia pela OTAN. Yeltsin foi uma desgraça para a Rússia – mas foi saudado como grande ‘democrata’ pelo Ocidente – e enaltecido na morte – o que nos diz tudo o que precisamos saber acerca de quem mais se beneficiou de seu governo.
AFP Photo/Mikhail Klementiev
Putin himself had no great desire to fall out with the West when he became President – quite the contrary. He was the first international leader to offer his condolences to President George W. Bush after the 9/11 terrorist attacks on New York. “In the name of Russia, I want to say to the American people – we are with you,” he said.
Putin ele próprio não nutria grande desejo de entrar em rota de colisão com o Ocidente ao tornar-se presidente - muito pelo contrário. Foi o primeiro líder internacional a oferecer condolências ao presidente George W. Bush depois dos ataques terroristas do 11/9 a New York. “Em nome da Rússia, desejo dizer ao povo estadunidense - estamos com você,” disse ele.
Putin co-operated with West over Afghanistan and the so-called 'war on terror'. “Russia will continue to provide intelligence information we have collected on the infrastructure, location and training of international terrorists,” he declared.
Putin cooperou com o Ocidente no tocante ao Afeganistão e à assim chamada 'guerra ao terror'. “A Rússia continuará a fornecer informação de inteligência que coletamos acerca de infraestrutura, localização e treinamento de terroristas internacional,” declarou.
A CNN article on how 9/11 was a ‘turning point’ for Putin makes interesting reading today.
Artigo da CNN acerca de como o 11/9 foi ‘ponto de inflexão’ para Putin constitui interessante leitura atualmente.
It shows how much Putin was willing to co-operate with the US and gives lie to the assertion that it was he who provoked the ‘new’ Cold War.
Mostra como Putin estava disposto a cooperar com os Estados Unidos e evidencia a mentira da afirmação de que foi ele quem provocou a ‘nova’ Guerra Fria.
The truth is that it was the aggressive neocon faction within the Western elite which did that. They’ve been calling for sanctions on Russia for over a decade now – way before Russia’s non-existent ‘invasion’ of Ukraine.
A verdade é que foi a agressiva facção neocon dentro da elite ocidental quem fez isso. Ela vem reclamando sanções à Rússia há mais de década - muito antes da inexistente ‘invasão’ da Ucrânia pela Rússia.
The current ‘cold war’ against Russia can be traced back to 2003.
A atual ‘guerra fria’ à Rússia pode ser rastreada a 2003.
Rebuilding the economy and improving living standards for ordinary Russians inevitably meant action being taken against certain oligarchs who had made vast fortunes in the Yeltsin years. These oligarchs, such as Boris Berezovksy and Mikhail Khodorkovsky had some powerful supporters, in the West. As I detailed in an article for the New Statesman in November 2003 – influential neocons in Washington who had links to Russian oligarchs, used the arrest of Khodorkovsky for fraud and tax evasion to push for a hardening of US policy towards Moscow.
Reconstruir a economia e melhorar o padrão de vida dos russos comuns inevitavelmente significava empreender ação contra certos oligarcas que haviam amealhado vasta fortuna nos anos de Yeltsin. Tais oligarcas, como Boris Berezovksy e Mikhail Khodorkovsky, tinham poderosos apoiadores no Ocidente. Como detalhei em artigo para o New Statesman em novembro de 2003 – influentes neocons em Washington que tinham ligações com oligarcas russos usaram a detenção de Khodorkovsky por fraude e sonegação de impostos para pressionarem por endurecimento da política dos Estados Unidos em relação a Moscou.
A picture taken 30 May 2005 shows Imprisoned former head of the Yukos oil company, Mikhail Khodorkovsky. (AFP Photo/Tatyana Makeyeva)
“The arrest of one man has sent us a signal that our well-intentioned Russian policy has failed. We must now recognize that there has been a massive suppression of human rights and the imposition of a de facto Cold War-type administration in Moscow” wrote Bruce P. Jackson of the Project on Transitional Democracies and the Project for the New American Century.
“A detenção de um só homem enviou-nos sinal de que nossa bem-intencionada política em relação à Rússia havia fracassado. Temos agora de reconhecer que tem havido maciça supressão de direitos humanos e imposição de administração de tipo Guerra Fria na prática em Moscou,” escreveu Bruce P. Jackson do Projeto de Democracias Transicionais e do Projeto do Novo Século Estadunidense.
Jackson called for sanctions to be imposed on Russia by Congress. Sounds familiar?
Jackson clamou por sanções a serem impostas à Rússia pelo Congresso. Soa familiar?
In 2003, Putin also angered hawks in Washington by opposing the war against Iraq – not only that he openly ridiculed the claims about Iraq’s WMDs.
In 2003, Putin também enraiveceu falcões em Washington ao opor-se à guerra ao Iraque - não apenas por ter abertamente ridicularizado as asseverações acerca de WMD no Iraque.
“Earlier this year, Russia's stubborn holding of its line on Iraq infuriated the neoconservatives and increased their determination to work towards regime change at the next presidential elections in 2004 and to accelerate their plans to secure Russia's energy resources”, I wrote in the New Statesman.
“Mais cedo este ano, a teimosa manutenção, pela Rússia, de sua linha de pensamento em relação ao Iraque enfureceu os neoconservadores e aumentou a determinação deles de trabalhar por mudança de regime nas próximas eleições de 2004 e de acelerar seus planos para apossarem-se dos recursos de energia da Rússia”, escrevi no New Statesman.
The neocon propaganda stepped up again with the mysterious death of M16 agent Alexander Litvinenko, in London in late 2006. Inevitably the death was blamed on Moscow – despite the absence of proof. As I highlighted in the Guardian in an article entitled ‘In Bed with Russophobes,
A propaganda neocon intensificou-se de novo com a misteriosa morte do agente do M16 Alexander Litvinenko, em Londres, no final de 2006. Inevitavelmente a morte foi atribuída a Moscou - a despeito de ausência de prova. Como destaquei no Guardian em artigo intitulado ‘Na Cama com Russófobos,
The incident was used in their campaign against Putin’s national revival. “These rightwing hawks are gunning for Putin not because of concern for human rights but because an independent Russia stands in the way of their plans for global hegemony,” I wrote, adding that “those on the center-left who have joined the current wave of Putin-bashing ought to consider whose cause they are serving.”
O incidente foi usado na campanha deles contra o reavivamento nacional de Putin. “Esses falcões da direita ficam à espera de oportunidades para atacar Putin não por preocupação com direitos humanos, mas porque uma Rússia independente estorva seus planos de hegemonia mundial,” escrevi, acrescentando que “as pessoas de centro-esquerda que se juntaram à atual onda de críticas a Putin deveriam considerar a que causa estão servindo.”
In 2008, Putin, now firmly established as a NeoCon hate figure, angered the endless war lobby still further by standing up to aggression by the US client state of Georgia against the people of South Ossetia. The importance of what happened in Georgia in 2008 cannot be understated. It was as Seumas Milne notes in his book The Revenge of History “one of two events in 2008 which signalled the end of the New World Order of unchallenged US global and economic power” ( the other was the banking crash). “The former Soviet Republic (Georgia) was a particular favorite of Washington’s neoconservatives” says Milne. “Its forces, armed and trained by the US and Israel, made up the third-largest contingent in the occupation of Iraq…..The short-lived Russian-Georgian conflict marked an international turning point….. Russia had called a halt to a relentless process of US expansion.”
Em 2008 Putin, agora firmemente estabelecido como a figura do ódio neocon, enraiveceu ainda mais o lobby da guerra sem fim ao resistir à agressão do estado cliente dos Estados Unidos da Geórgia contra o povo da Ossétia do Sul. A importância do que aconteceu na Geórgia em 2008 não pode ser exagerada. Foi, como Seumas Milne observa em seu livro A Vingança da História, “um dos dois eventos em 2008 que sinalizaram o fim da Nova Ordem Mundial de poderio global e econômico sem peias dos Estados Unidos” (o outro foi a quebra dos bancos). “A ex-república soviética (Geórgia) era particular favorita dos neoconservadores de Washington,” diz Milne. “Suas forças, armadas e treinadas nos Estados Unidos e em Israel, constituíam o terceiro maior contingente na ocupação do Iraque…..O de curta vida conflito russo-georgiano marcou ponto de inflexão internacional….. A Rússia havia posto termo a processo de constante expansão dos Estados Unidos.”
Ossetian people pass by a ruined house in Tskinvali. (AFP Photo/Kazbek Basayev)
The newly-elected US President Barack Obama promised a ‘reset’ of relations with Russia, but with the neocons still in town and peddling their anti-Putin and anti-Russian propaganda there was never any hope of that succeeding. The current wave of Russophobia can be linked to events in the Middle East- and Russia’s refusal to back ‘regime change’ in Syria. They desperately wanted Bashar al-Assad removed- so as to break the alliance between Syria, Hezbollah and Iran, but Russia has got in the way.
O recentemente eleito presidente Barack Obama prometeu ‘zerar’ as relações com a Rússia, mas com os neocons ainda no contexto e mascateando sua propaganda anti-Putin e anti-Rússia, nunca houve esperança de isso acontecer. A atual onda de russofobia pode ser ligada a eventos no Oriente Médio - e à recusa da Rússia em apoiar ‘mudança de regime’ na Síria. Os neocons desejavam desesperadamente Bashar al-Assad removido - de maneira a ser rompida a aliança entre Síria, Hezbollah e Irã, mas a Rússia interpôs-se no caminho.
Ukraine was where the neocons thought they would get their revenge. The US sponsored regime change in Kiev, an enterprise in which the State Department’s Victoria Nuland the wife of the Project for a New American Century co-founder Robert Kagan played a prominent role, finally enabled the hawks to get what they been dreaming of for over ten years – the sanctioning of Russia. The ‘get tough with Russia’ stance they’ve long been calling for has finally become the official policy of the US and leading EU countries. The demonization of President Putin in the West has become ‘mainstream’.
A Ucrânia era onde os neocons acharam que obteriam sua vingança. A mudança de regime patrocinada pelos Estados Unidos em Kiev, empreendimento no qual Victoria Nuland, do Departamento de Estado, esposa do cofundador do Projeto para Novo Século Estadunidense Robert Kagan, desempenhou papel preeminente, finalmente permitiu que os falcões obtivessem o que com que estavam sonhando havia mais de dez anos - a imposição de sanções à Rússia. A posição  ‘não deem moleza para a Rússia’ que de havia muito eles preconizavam finalmente tornou-se a política oficial dos Estados Unidos e dos principais países da EU. A demonização do presidente Putin no Ocidente tornou-se ‘majoritária’.
The neocon plan is for the Russian economy to be weakened by sanctions, which they hope will lead to a reduction in support for Putin and make it easier for them to destabilize the country and bring about a ‘regime change’ in Moscow. They want a compliant stooge in the Kremlin who will surrender all of Russia’s natural resources, and allow them to get rid of President Assad and the Baathists in Syria – an essential prerequisite before any attack on Iran.
O plano neocon é o de a economia russa ser debilitada por sanções as quais, esperam eles, levarão a redução do apoio a Putin e tornarão mais fácil desestabilizar o país e provocar ‘mudança de regime’ em Moscou. Eles desejam um títere vaca de presépio no Kremlin que entregue todos os recursos naturais da Rússia, e lhes permita livrarem-se do presidente Assad e dos baatistas na Síria - pré-requisito essencial antes de qualquer ataque ao Irã.
At the moment one man is getting in the way of those war plans.
No momento um só homem está atrapalhando esses planos de guerra.
To repeat: “those on the centre-left who have joined the current wave of Putin-bashing ought to consider whose cause they are serving.”
Repetindo: as pessoas de centro-esquerda que se juntaram à atual onda de críticas a Putin deveriam considerar a que causa estão servindo.”
Because Putin is not the problem – it’s the people attacking him who are.
Pois Putin não é o problema - as pessoas que o atacam é que o são.
The statements, views and opinions expressed in this column are solely those of the author and do not necessarily represent those of RT.
Afirmações, pontos de vista e opiniões expressados nesta coluna são unicamente do autor e não necessariamente representam os do RT.

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