Tuesday, November 11, 2014

RT - Anyone threatening US petrodollar is public enemy No.1



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Anyone threatening US petrodollar is public enemy No.1
Qualquer um que ameace o petrodólar dos Estados Unidos é inimigo público número 1
Annie Machon is a former intel­li­gence officer for the UK's MI5, who resigned in 1996 to blow the whistle. She is now a writer, public speaker and a Director of Law Enforcement Against Prohibition.
Annie Machon é uma ex-agente de inteligência do MI5 do Reino Unido que renunciou em 1996 para tornar-se denunciante. Ela é agora escritora, palestrante e diretora da Repressão Legal à Proibição de Drogas.
Published time: November 10, 2014 16:52
Publicado em 10 de novembro de 2014 às 16:52 hs
David McNew/Getty Images/AFP
Last Soviet leader, Mikhail Gorbachev, said at the celebration of the fall of the Berlin Wall last weekend that we are facing a new Cold War. What are the geopolitical realities behind this statement?
O último líder soviético, Mikhail Gorbachev, disse, na comemoração da queda do Muro de Berlim, no último fim de semana, que estamos diante de nova Guerra Fria. Quais são as realidades geopolíticas por trás dessa declaração?
This weekend I was invited onto RT to do an interview about the commemoration of the 25th anniversary of the fall of the Berlin Wall, particularly focusing on the speech delivered by the last Soviet leader, Mikhail Gorbachev, during his visit to Berlin.
Esta semana fui convidada pelo RT para entrevista acerca da comemoração do 25o. aniversário da queda do Muro de Berlim, particularmente focada no discurso proferido pelo último líder soviético, Mikhail Gorbachev, durante sua visita a Berlim.
I would like to expand on some of the topics I mentioned - how to encapsulate an alternative geopolitical perspective different from the Western orthodoxy in under four minutes? A task even Monty Python would find challenging!
Gostaria de detalhar alguns dos tópicos que mencionei - como encapsular perspectiva geopolítica alternativa diferente da ortodoxia ocidental em menos de quatro minutos? Tarefa que até o Monty Python consideraria desafiadora!
The first issue was Gorbachev's comments about a new Cold War. I would agree, and this is being fabricated by the USA, as that country always needs an Emmanuel Goldstein figure to justify its military-industrial complex that is bankrupting the country and brutalizing the world, while enriching the US oligarchs to the detriment of civil society everywhere.
A primeira questão foram os comentários de Gorbachev acerca da nova Guerra Fria. Concordo, e ela está sendo urdida pelos Estados Unidos, visto que aquele país sempre precisa de alguma figura de Emmanuel Goldstein para justificar seu complexo militar-industrial que está levando o país à bancarrota e brutalizando o mundo, enquanto enriquece oligarcas estadunidenses em detrimento da sociedade civil em toda parte.
The first front line in this new Cold War is the internet. In the 1990s the USA had a golden opportunity - in fact a perfect storm of opportunities. It was the last superpower left standing in a newly unipolar world, history had officially ended and capitalism had triumphed. The Soviet Union had disintegrated and the newly shorn Russia was tottering, its vast national wealth being assiduously asset-stripped by the globalised neocon elite.
A primeira linha de frente dessa nova Guerra Fria é a internet. Nos anos 1990 os Estados Unidos tiveram oportunidade de ouro - na verdade, configuração perfeita de oportunidades. Era a última superpotência deixada a quedar-se num novo mundo unipolar, a história havia oficialmente acabado e o capitalismo havia triunfado. A União Soviética havia-se desintegrado e a recentemente tosquiada Rússia manquitolava, sua vasta riqueza nacional sistematicamente destituída de ativos pela elite neocon globalizada. 
Plus, the new world wide web was exponentially growing and the key pioneers were predominantly American companies. After an initially panicked phase of playing catch-up in the 1990s, western spy agencies saw the potential for total mastery of the internet, creating a surveillance panopticon that the KGB or the Stasi could only have fantasized about. With thanks to Edward Snowden, we are now beginning to get glimpses of the full horror of the surveillance under which we all now live.
Ademais, a nova world wide web crescia exponencialmente e os pioneiros decisivos eram predominantemente empresas estadunidenses. Depois de fase de pânico de competição umas com as outras, as agências ocidentais de espionagem viram o potencial de total controle da internet, criando um panopticon de vigilância que a KGB ou a Stasi só poderiam ter imagindado como sonho fantasioso. Com agradecimentos a Edward Snowden, estamos agora começando a ter vislumbres do horror pleno da escuta sob a qual hoje todos vivemos. 
This 09 December 1987 official White House file photo shows then US president Ronald Reagan (R) checking the time with Soviet leader Mikhail Gorbachev in the Diplomatic Reception Room of the White House in Washington, DC. (AFP Photo/The White House)
But it is not all down to the NSA. Building on the old Echelon model, which was so nearly overthrown in Europe back in July 2001, the NSA has suborned, bought and prostituted other western intelligence agencies across Europe to do its bidding. Germany, at the nexus of east and west Europe, remains a front line in this battle, with the BND possibly working unconstitutionally to do the NSA's bidding, even apparently to the detriment of its own national interest. The politicians (some) and hacktivists (many) are fighting back.
Nem tudo, porém, deveu-se apenas à NSA. Construindo em cima do antigo modelo Echelon, que havia quase sido derrubado na Europa em julho de 2001, a NSA subornou, comprou e prostituiu outras agências ocidentais de inteligência em toda a Europa para fazerem o seu jogo. A Alemanha, na conexão entre Europa oriental e ocidental, remanesce linha de frente nessa batalha, com a BND possivelmente trabalhando inconstitucionalmente para atender à NSA, inclusive aparentemente em detrimento de seu próprio interesse nacional. Os políticos (alguns) e hacktivistas (muitos) estão retaliando.
But it is the geographical boundaries that have shifted most significantly since the fall of the Wall. Here I need to credit former senior CIA officer, presidential advisor, and current peace activist Ray McGovern, for all the useful information he provided during his various talks and interviews across Europe a couple of months ago.
São porém as fronteiras geográficos que se deslocaram mais significativamente desde a queda do Muro. Aqui preciso creditar o ex-agente sênior da CIA, conselheiro presidencial e atualmente ativista pela paz, Ray McGovern, por toda a informação útil que ofereceu emdurante suas várias palestras e entrevistas pela Europa há poucos meses.
Ray, a fluent Russian speaker, worked as a Soviet expert for much of his career in the CIA. As such he was privy to the behind-the-scenes negotiating that occurred after the fall of the Wall. When this happened the USA pushed for German reunification but was worried about the 260,000 Soviet troops stationed in the former GDR. They cut a deal with Gorbachev, stating that NATO would not move "one inch" further than Germany after reunification. This the Soviets accepted, and withdrew their troops.
Ray, fluente falante de russo, trabalhou como especialista soviético durante grande parte de sua carreira na CIA. Como tal, tinha acesso a negociações secretas que ocorreram depois da queda do Muro. Quando isso aconteceu os Estados Unidos pressionaram pela reunificação alemã mas estava preocupados com os 260.000 soldados soviéticos acantoados na antiga GDR. Fizeram acordo com Gorbachev, declarando que a OTAN não se moveria "uma polegada" além da Alemanha após a reunificação. Isso os soviéticos aceitaram, e retiraram suas tropas.
Well, we all know what has happened since. NATO has expanded east at an amazing rate, now encompassing a further 12 eastern European countries including the Baltic States and Poland, which the US has used as a base for an increasing number of "defensive" missile systems. In 2008 NATO also issued a declaration that Georgia and Ukraine would be welcome to join, taking the front line up to the borders of Russia. Coincidentally, both these countries in recent years have been portrayed as the victims of "Russian expansionism."
Bem, todos nós sabemos o que aconteceu desde então. A OTAN expandiu-se para o leste em ritmo impressionante, agora abrangendo mais 12 países do leste europeu, inclusive os estados bálticos e a Polônia, que os Estados Unidos têm usado como base para aumentar o número de  sistemas de mísseis "defensivos." Em 2008 a OTAN também emitiu declaração de que a Geórgia e a Ucrânia seriam bem-vindas a juntar-se, levando a linha de frente até as fronteiras da Rússia. Coincidentemente, ambos esses países, em anos recentes, têm sido retratados como vítimas do "expansionismo russo."
NATO EXPANSION 1990 - 2009
In 2008 Georgia invaded the disputed ethnic Russian region of South Ossetia. Russia moved to protect the people and gave the Georgian military a bloody nose. Anyone remember that? At the time it was portrayed across the Western media as Russian aggression, but the facts have emerged since to disprove this version of events.
Em 2008 a Geórgia invadiu a disputada região étnica russa da Ossétia do Sul. A Rússia movimentou-se para proteger o povo e impor à instituição militar da Geórgia retumbante derrota. Alguém se lembra disso? À época o evento foi retratado na mídia ocidental como agressão russa, mas os fatos emergiram de lá para cá de modo a desmentir tal versão dos eventos.
Similarly, this year we have seen a violent coup overthrow democratically-elected President Yanukovich of Ukraine when he was inclined to stay within the Russian sphere of influence rather than ally the country more closely to the EU under the asset-stripping austerity measures demanded by the International Monetary Fund. Victoria Nuland, the US Assistant Secretary of State responsible for Europe, was heard to discuss the US had over previous years pumped $5 billion into Ukraine to subvert it, that the new installed Prime Minister would be "their man", and "f**k the EU".
Similarmente, este ano vimos golpe violento derrubar o democraticamente eleito presidente Yanukovich da Ucrânia quando ele se mostrou inclinado a permanecer dentro da esfera russa de influência em vez de vincular seu país mais estreitamente às medidas de austeridade destituidoras de ativos exigidas pelo Fundo Monetário Internacional. Victoria Nuland, a Secretária de Estado Assistente dos Estados Unidos responsável pela Europa, foi ouvida dizendo que os Estados Unidos haviam, nos anos anteriores, bombeado $5 biliões de dólares para dentro da Ucrânia para subvertê-la, que o novo Primeiro-Ministro empossado seria "o homem deles", e "foda-se a União Europeia".
And yet still Russia is blamed for aggression. I am not an apologist for Russia, but the facts speak for themselves even if they are not widely reported in the Western mainstream media.
E no entanto a Rússia continua a ser responsabilizada por agressão. Não sou apologista da Rússia, mas os fatos falam por si próprios mesmo sem serem amplamente informados na mídia convencional ocidental.
But why on earth would the US be meddling in Ukraine? Would an expansion of NATO be sufficient excuse in America's self-interested eyes? Probably not.
Por que cargas d'água, porém, os Estados Unidos estão-me metendo na Ucrânia? Seria expansão da OTAN pretexto suficiente aos olhos estadunidenses de interesse próprio? Provavelmente não.
Which leads me on to a very interesting article by Eric Zuesse. His well-researched and referenced report is that it all comes down to energy supplies once again. When does it not?
O que me leva a artigo muito interessante de Eric Zuesse. Seu relato bem pesquisado e referenciado diz que tudo converge para, mais uma vez, suprimentos de energia. Quando isso não acontece?
The USA has some unsavoury allies in the Middle East, including theocratic dictatorships such as Saudi Arabia and Qatar.Their vast energy reserves are not only essential to the USA, but also the trading of these reserves in the petrodollar monopoly is vital to propping up the bankrupt US economy.
Os Estados Unidos têm alguns aliados repugnantes no Oriente Médio, inclusive ditaduras teocráticas como Arábia Saudita e Catar. Não apenas suas vastas reservas de energia são essenciais para os Estados Unidos, como também o comércio dessas reservas no monopólio do petrodólar é vital para escorar a falida economia dos Estados Unidos.
Russia, at the moment, is the primary energy supplier to the EU - the world's largest market. Iran, a Russian client, wanted to build a pipeline via Syria with President Assad's approval, to exploit this vast market. However, Saudi Arabia, Qatar and the USA apparently have other plans involving a pipeline from Qatar via Syria to Europe.
A Rússia, no momento, é a principal fornecedora de energia para a União Europeia - o maior mercado do mundo. O Irã, cliente da Rússia, desejava construir tubulação via Síria com a aprovação do presidente Assad, para explorar esse vasto mercado. Entretanto, Arábia Saudita, Catar e Estados Unidos aparentemente têm outros planos envolvendo tubulação de Catar via Síria para a Europa.
Hence the urgent need to overthrow Assad and put a Sunni puppet government in place, more palatable to those pulling the strings. Qatar's preferred candidate of choice would be more moderate, such as the Muslim Brotherhood. Saudi, on the other hand, would have no compunction about installing a hard-line fundamentalist regime in place - up to and including ISIS. And thus the murder, mayhem and human suffering erupting across the region now. This is an appalling real life example of the horrors inherent in Brzezinski's psychopathic.
Daí a urgente necessidade de derrubar Assad e colocar governo sunita títere no poder, mais palatável para os que manejam os cordéis. O candidato preferido de escolha de Catar seria mais moderado, como a Irmandade Muçulmana. A Arábia Saudita, por outro lado, não teria escrúpulos em colocar no poder um regime fundamentalista de linha dura - até mesmo incluindo o ISIS. E dessarte o assassínio, o distúrbio e o sofrimento humano irrompendo na região hoje. Esse é pavoroso exemplo de vida real dos horrores inerentes à psicopatia de Brzezinski.
It is widely accepted truism today, over a decade after the "war on terror" began, that all the wars in the Middle East were launched to protect America's oil and energy interests. Less well known is the country's desperate scramble to protect the petrodollar monopoly. If that fails, the dollar will no longer remain the world's reserve currency and the USA is financially screwed.
É truísmo amplamente aceito hoje, mais de década depois de ter começado a "guerra ao terror," que todas as guerras no Oriente Médio foram deflagradas para proteger os interesses dos Estados Unidos em petróleo e energia. Menos conhecida é a luta desesperada daquele país para proteger o monopólio do petrodólar. Se falhar, o dólar não mais permanecerá sendo a moeda de reserva do mundo e os Estados Unidos estarão financeiramente liquidados.  
If you look at all the recent wars, invasions, and "humanitarian interventions" that have resulted in collapsed countries and anarchy across whole regions, it is clear that beyond oil and gas the key issue is money: pre-2003 Iraq tried to trade what oil it could in euro not dollars and Saddam Hussein was deposed; despite being welcomed briefly back into the international fold, once Libya's Colonel Gaddafi began to talk about establishing an African gold dinar currency, backed by Libya's oil wealth to challenge the petrodollar, he too was toppled; Assad wanted to facilitate energy pipelines to Europe for Russia and Iran, and he was attacked; even Iran tried to trade its energy reserves in euro, and lo and behold it was almost invaded in 2008; and finally Russia itself trades some of its energy in rubles.
Se você olhar para todas as recentes guerras, invasões e "intervenções humanitárias" que resultaram em colapso de países e anarquia ao longo de regiões inteiras, ficará claro que, além de petróleo e gás, a questão decisiva é dinheiro: o Iraque anterior a 2003 tentou negociar o petróleo que pudesse em euros e não em dólares e Saddam Hussein foi deposto; a despeito de ser saudado bremente de volta ao aprisco internacional, quando o Coronel Gaddafi da Líbia começou a falar de criar uma moeda africana chamada dinar de ouro, lastreada no petróleo da Líbia, para desafiar o petrodólar, também ele foi derrubado; Assad desejava facilitar tubulações de energia desembocando na Europa para Rússia e Irã, e foi atacado; até o Irã tentou negociar suas reservas de energia em euros, e eia, foi quase invadido em 2008; e finalmente a própria Russia negocia parte de sua energia em rublos.
As people say, always follow the money.
Como pessoas dizem, siga sempre o dinheiro.
So, in my view, this is the current geopolitical situation. Russia is now strong enough, with its domination of Europe's energy supply, its backing of Middle Eastern countries that want to break away from the US sphere of influence, and its investment development bank with other BRICS countries, that it can challenge the US hegemony.
Portanto, em minha opinião, essa é a atual situação geopolítica. A Rússia é agora forte o suficiente, com seu domínio sobre o suprimento de energia da Europa, seu apoio por parte de países do Oriente Médio que desejam escapar do controle da esfera de influência dos Estados Unidos, e seu banco de desenvolvimento e investimento com outros países do BRICS, para desafiar a hegemonia dos Estados Unidos.
However, threaten the petrodollar monopoly and thereby the very financial solvency of the United States of America and you are suddenly Public Enemy No 1.
Entretanto, ameace o monopólio do petrodólar e assim a própria solvência financeira dos Estados Unidos da América e você se tornará subitamente o Inimigo Público Número 1.
US soldiers prepare for a patrol at Kandahar Airfield on June 3, 2014. (AFP Photo)
As I said, I am by no means an apologist for Russia - I tell it like I see it. To Western sensibilities, Russia has some serious domestic issues to address: human rights abuses during the brutal Chechen war; its suspected involvement in the death by polonium-210 poisoning of KGB defector Alexander Litvinenko in London in 2006; its overly-punitive drug laws; and human rights abuses against dissidents, the LGBT community, and journalists. Yet the West has merely mouthed platitudinous objections to all these issues.
Como eu disse, não sou, de maneira alguma, apologista da Rússia - digo as coisas como as vejo. Para as sensibilidades ocidentais, a Rússia tem algumas sérias questões domésticas a tratar:  abusos de direitos humanos durante a brutal guerra da Chechênia; suspeita de envolvimento na morte por envenenamento por polônio-210 do desertor da KGB Alexander Litvinenko em Londres em 2006; suas excessivamente punitivas leis de drogas; e abusos de direitos humanos contra dissidentes, a comunidade LGBT e jornalistas. No entanto, o Ocidente tem apenas ensaiado objeções débeis a todas essas questões.
So why now is Russia being internationally excoriated and penalized for actions that it is not responsible for? Over the last few years it has looked statesmanlike compared to the US and its vassal states: it was not involved with the Libya fiasco, it has given safe haven to NSA whistleblower Edward Snowden, and it halted the rush to yet another disastrous western war in Syria.
Então, por que está a Rússia sendo internacionalmente duramente criticada e penalizada por ações pelas quais não é responsável? Ao longo dos últimos anos ela tem-se mostrado competente em matérias de estado, em comparação com os Estados Unidos e os estados deles vassalos: não se envolveu no fiasco da Líbia, deu abrigo ao denunciante Edward Snowden, e sopitou o açodamento de mais outra desastrosa guerra ocidental à Síria.  
Nor, to my Western European sensibilities, are America and its acolytes too pristine either, with their mass surveillance, presidentially-approved kill lists, kidnapping, torture and drone bombings target illegal wars. Not to mention their domestic addiction to gun ownership and the death penalty, but that's another story....
Nem, para minhas sensibilidades europeias ocidentais, têm os Estados Unidos e seus acólitos as mãos tão puras, com sua escuta em massa, listas de assassínios aprovadas pelo presidente, sequestros, tortura e bombardeios por drones alvo guerras ilegais. Para não mencionar seu vício doméstico de posse de armas de fogo e pena de morte, mas isso é outra história....
Yet the US media-enabled propaganda machines justify all of the above and demonize another country, creating yet another fresh bogeyman to justify yet more "defense" spending.
No entanto as máquinas da propaganda tornada possível pela mídia dos Estados Unidos justificam todo o acima e demonizam outro país, criando outro novo bicho-papão para justificar ainda mais gastos com "defesa."
The Russian bear is being baited, increasingly surrounded by yapping curs. I thought this sport had been made illegal hundreds of years ago, at least in Europe - but obviously not in the dirty realm of international politics.It is a marvel the bear has not lashed out more in the face of such provocation.
O urso russo está sendo acuado, cada vez mais cercado por cães ladrantes. Eu achava que esse esporte tinha sido tornado ilegal há centenas de anos, pelo menos na Europa - mas obviamente não no reino sujo da política internacional. É espantoso que o urso não tenha revidado diante de tal provocação.
There was a chance for peace when the Wall came down 25 years ago. If the US had upheld its side of the gentlemen's agreement about not expanding NATO, if the neocon predators had not pounced on Russia, and if closer integration could have been achieved with Europe, the future could have been rosy.
Houve oportunidade de paz quando o Muro foi derrubado há 25 anos. Se os Estados Unidos tivessem mantido seu lado do acordo de cavalheiros acerca de não expandir a OTAN, se os predadores neocons não tivessem saltado sobre a Rússia, e se tivesse sido conseguida integração mais inconsútil na Europa, o futuro poderia ter sido róseo. 
Unfortunately, I have to agree with Gorbachev - we are indeed facing a new Cold War, and this time it is of America's making. But Europe will bear the brunt, through trade sanctions, energy shortages and even, potentially, war. It is time we Europeans broke away from our American vassalage and looked to our own future.
Infelizmente tenho de concordar com Gorbachev - estamos de fato diante de nova Guerra Fria, e desta vez por obra dos Estados Unidos. A Europa, porém, é que sofrerá mais, por causa de sanções comerciais, cortes de energia e até, potencialmente, guerra. É hora de nós europeus repudiarmos nossa vassalagem aos estadunidenses e olharmos para nosso futuro. 
The statements, views and opinions expressed in this column are solely those of the author and do not necessarily represent those of RT.
Afirmações, pontos de vista e opiniões expressados nesta coluna são unicamente do autor e não necessariamente representam os do RT.


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