Thursday, November 13, 2014

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25 yrs after the Berlin Wall: Who really won the Cold War?
25 anos após o Muro de Berlim: Quem realmente venceu a Guerra Fria?
Published time: November 09, 2014 09:47
Publicado em 09 de novembro de 2014 às 09:47
Kennedy delivering his speech in Berlin (Image from wikipedia.org)
It’s been 25 years since East Berlin party boss Günter Schabowski announced that the gates of the Berlin Wall were open to all. Named the Anti-Fascist Protection Rampart back in 1961, the wall saw Germans dancing atop it in 1989.
Passaram-se 25 anos desde que o chefe do partido de Berlim Oriental anunciou que os portões do Muro de Berlim estavam abertos para todos. Denominado de Baluarte de Proteção Antifascista em 1961, o muro viu alemães dançando no seu topo em 1989.
Back then we thought the world would never be at war again, as we thought the Iron Curtain would never obscure our potential again.
Na ocasião achávamos que o mundo nunca mais estaria em guerra, do mesmo modo que achávamos que a Cortina de Ferro nunca tolheria nosso potencial de novo.
Two and a half decades later, and the generations have witnessed only a tenuous peace, and illusive economic gains. So today we must consider; “How could this be?” Here’s one attempt to explain our current state of affairs.
Duas décadas e meia depois, e as gerações testemunharam apenas paz tênue e ganhos econômicos ilusivos. Assim, pois, nos dias de hoje precisamos perguntar: “Como pôde isso acontecer?” A seguir uma tentativa de explicar nosso atual estado de coisas.
Let freedom ring
Que a liberdade repique
This anniversary of the “fall of the Wall” comes with a striking irony. In retrospect, for millions who dreamed of freedom, there’s only a hollow echoing chime highlighted by some balloon ceremonies in Berlin. Thinking back, I’m reminded of what President John F. Kennedy said in Berlin on 26 June, 1963. Most people my age remember his call for humanity to be one with Berlin: “Ich bin ein Berliner.” That poignant moment for Americans, it set the world firmly in German shoes back then. I quote from his speech, which some say was his greatest:
Este aniversário da “queda do Muro” chega com visível ironia. Em retrospecto, para milhões que sonharam com liberdade, há apenas um carrilhão inexpressivo ecoando, destacado por algumas cerimônias com balões em Berlim. Pensando retroativamente, lembro-me do que o Presidente John F. Kennedy disse em Berlim em 26 de junho de 1963. A maioria das pessoas com minha idade lembra o apelo dele para que a humanidade fosse uma com Berlim: “Ich bin ein Berliner.” Naquele pungente momento para os estadunidenses, o mundo era firmemente visto a partir da ótica alemã. Cito do discurso dele, que algumas pessoas acham ter sido o melhor que ele jamais fez:
Two thousand years ago, the proudest boast was civis romanus sum ["I am a Roman citizen"]. Today, in the world of freedom, the proudest boast is "Ich bin ein Berliner!"... All free men, wherever they may live, are citizens of Berlin, and therefore, as a free man, I take pride in the words "Ich bin ein Berliner!"
Há dois mil anos, a mais altiva vanglória era civis romanus sum ["sou cidadão romano"]. Hoje, no mundo da liberdade, a mais altiva vanglória é "Ich bin ein Berliner!"... Todos os homens livres, onde quer que possam viver, são cidadãos de Berlim e, portanto, como homem livre, orgulho-me em dizer as palavras "Ich bin ein Berliner!"
How could JFK have possibly known how his words that day would echo in time? What if he’d known his dream, our dream of peace would end that November 22nd in a hail of gunfire in Dallas? Today, many Americans have learned to miss the “Camelot” promised by JFK’s administration. We’ve been even more so disappointed since the perpetual wars in Iraq, Afghanistan, and elsewhere on around the globe since 1990. What JFK called “the greatest symbol of communism’s failure,” it’s clear it still divides us, only not as brick and mortar. This is easy to see, as easy as the legend of lost Camelot.
Como poderia JFK ter sabido como suas palavras naquele dia finalmente ecoariam? E se ele soubesse que seu sonho, nosso sonho de paz, acabaria naquele 22 de novembro numa saraivada de balas em Dallas? Hoje, muitos estadunidenses aprenderam a viver sem o “Camelot” prometido pela administração JFK. Ficamos ainda mais desapontados a partir das guerras perpétuas em Iraque, Afeganistão e outros lugares do globo desde 1990. O que JFK chamou de “o maior símbolo do fracasso do comunismo” é claro que ainda nos divide, só que não apenas como tijolos e argamassa. Isso é fácil ver, tão fácil quanto a lenda do Camelot perdido.
People of the G.D.R. breaking down the Berlin Wall (RIA Novosti / Yuriy Somov)
For those too young to remember, tales of post-World War II conflict seem distant. A dream of peace between West and East, it does not resonate today as it once did. This generation can only imagine the defectors and refugees desperate to escape a communist boot, clambering over a barbed wire topped wall past machine gun nests. Not many in the United States can grasp what an America-Eastern European integration meant for Moldovans, Romanians, Bulgarians, and others. Recent evidence of America and Western Europe manipulating for their own benefit other EU states come to light as the American administration refuses financial responsibility to Ukraine, heaping the financial burden onto Germany, and the rest of the EU. The Barack Obama-leveraged anti-Russian sanctions from the EU, these too would seem bent on counterproductive goals where Germany and the EU are concerned. As for the dignified way of life promised when the Wall fell? For most EU citizens the American dream is in many ways farther off than ever.
Para os jovens demais para lembrar, lendas acerca do conflito posterior à Segunda Guerra Mundial parecem distantes. Sonho de paz entre Ocidente e Oriente não ressoa hoje, como no passado ressoava. A presente geração pode apenas imaginar os desertores e refugiados desesperados para escapar do tacão comunista, passando dificultosamente por cima de muro com arame farpado correndo para além de ninhos de metralhadoras. Não muitas pessoas nos Estados Unidos conseguem entender o que integração estadunidense-europeia ocidental significou para moldavos, romenos, búlgaros e outros. Recente evidência de Estados Unidos e Europa ocidental manipulando, para benefício próprio, outros estados da União Europeia - EU vem à luz ao a administração estadunidense recusar responsabilidade financeira à Ucrânia, amontoando o fardo financeiro sobre a Alemanha e o resto da EU. As sanções antirrussas da EU potencializadas por Barack Obama, elas também parecem voltadas para metas contraproducentes do ponto de vista de Alemanha e EU. E quanto ao estilo de vida dignificado quando Muro caiu? Para a maior parte dos cidadãos da EU, o sonho estadunidense está, sob diversos aspectos, mais distante do que nunca.
Taking a solemn look back at East and West Berliners, at capitalism and democracy in contrast to communism, the Berlin Wall fell not because of overt American or British intervention, but out of a deluge of hope by the people behind it. The Berlin Wall fell because of an American idealism evangelized by men like Kennedy, it’s true. People behind the Iron Curtain longed for what became known as the American dream. Unfortunately for the masses, it’s a revelation that the two-car garage and picket fences just don’t match the landscape in Zagreb, Tirana, or Bucharest. What does blend in with the landscape, the only tangible avatar of westernization we see dominating (besides blue jeans and McDonald’s franchises), is news of the spread of the North Atlantic Treaty Organization (NATO). If Soviet Premier Nikita Khrushchev’s erecting the Berlin Wall was to keep the best and brightest in the Soviet Union, then NATO militarism’s spread can easily be seen keeping citizens within the western fold. Let’s face it, it’s impossible to defect from the western alliance once your military is solidly encamped.
Deitando solene olhar aos berlinenses ocidentais e orientais, ao capitalismo e democracia em contraste com comunismo, o Muro de Berlim caiu não por causa de intervenção aberta estadunidense ou britânica, e sim por causa de um dilúvio de esperança das pessoas que estavam atrás dele. O Muro de Berlim caiu por causa de idealismo estadunidense evangelizado por homens como Kennedy, isso é verdade. As pessoas atrás da Cortina de Ferro ansiavam por o que tornou-se conhecido como o sonho estadunidense. Infelizmente para as massas, a surpresa é que a garagem de dois carros e cercas de madeira de jardim não se coadunam com o panorama em Zagreb, Tirana, ou Bucareste. O que se mescla com o panorama, o único avatar tangível da ocidentalização que vemos dominando (além de jeans azuis e franquias do McDonald) são notícias do espraiamento da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Se a intenção do Primeiro-Ministro Nikita Khrushchev ao erigir o Muro de Berlim era manter os melhores e mais brilhantes na União Soviética, então o espraiamento do militarismo da OTAN pode ser facilmente visto como mantendo cidadãos dentro do aprisco ocidental. Encaremos, é impossível desertar da aliança ocidental uma vez sua instituição militar solidamente acantoada.
Graffiti by Russian artist Dmitry Vrubel: kissing Leonid Brezhnev and Erich Honecker on the Berlin Wall (RIA Novosti / Boris Babanov)
Faster than any defector could run into West Berlin, even before the Wall fell, plans to expand the “allied” military arm eastward were carried out. No sooner had President Ronald Reagan’s promise NOT to expand NATO had passed earshot, western military influence spread to the borders of Russia. With the reunification of Germany in 1990, the so-called “Two Plus Four Agreement” had to be ratified by the original powers that occupied Germany at the end of WWII. This is significant because that agreement was made between the then Soviet Union, France, the UK, and the US contingent on NATO not being deployed further eastward. At least this is what then-Soviet leader Mikhail Gorbachev swears was agreed upon. We need not debate the validity of this claim, however. For now that NATO has pushed progressively to the doorstep of Moscow, threatening to spread to Ukraine just as it did the other Soviet Bloc nations as below:
Mais depressa do que qualquer desertor conseguia correr para Berlim Ocidental, mesmo antes de o Muro cair, planos para expandir o braço militar “aliado” para o leste foram implementados. Logo que a promessa do presidente Reagan de NÃO expandir a OTAN esmaeceu, a influência militar ocidental espraiou-se para as fronteiras da Rússia. Com a reunificação da Alemanha em 1990, o assim chamado acordo “Dois Mais Quatro” foi ratificado pelas potências originais que ocuparam a Alemanha ao final da Segunda Guerra Mundial. Isso é importante porque aquele acordo foi feito entre a então União Soviética, França, Reino Unido e Estados Unidos, com base em a OTAN não ser acantoada mais em direção ao leste. Pelo menos isto é o que jura o então líder soviético Mikhail Gorbachev. Não precisamos, porém, debater a validade dessa afirmação. Pois agora a OTAN deslocou-se progressivamente para a soleira da porta de Moscou, ameaçando espraiar-se para a Ucrânia do mesmo modo que fez em relação a outras nações do bloco soviético como abaixo: 
1999 – Hungary, Czech Republic and Poland join NATO
1999 – Hungria, República Tcheca e Polônia juntam-se à OTAN
2004 – Bulgaria, Estonia, Latvia, Lithuania, Romania, Slovakia, and Slovenia join
2004 – Bulgária, Estônia, Letônia, Lituânia, Romênia, Eslováquia e Eslovênia juntam-se
2008 – Ukraine and Georgia are told at the Bucharest Summit they can join
2008 – Ucrânia e Geórgia recebem a notícia, na Cimeira de Bucareste, de que podem juntar-se
2009 – Albania and Croatia join
2009 – Albânia e Croácia juntam-se
Watching former Soviet bloc nations join up to NATO, at the height of European recession, is an interesting exercise some laureate should undertake, too. Just after NATO held the Bucharest Summit mentioned above, that country was revealed as the hardest hit of all European nations economically. In the first half of 2009 it was revealed Romania’s trade deficit had plummeted, and unemployment was staggering. It’s fair to say here that NATO’s moves forward have not spelled prosperity for most European nations. Beyond the striking militarism the west has shown since 9/11, a Europe without an Iron Curtain is no better off financially, than with one.
Ver antigas nações do bloco soviético juntarem-se à OTAN, no ápice de recessão europeia, é interessante exercício que algum laureado deveria empreender, também. Logo depois de a OTAN ter levado a efeita a Cúpula de Bucareste acima mencionada, o país sede revelou-se o mais duramente atingido economicamente de todas as nações europeias. Na primeira metade de 2009 veio-se a saber que o déficit comercial da Romênia havia supurado, e o desemprego era assustador. É justo dizer, a esta altura, que as manobras de avanço da OTAN não aportaram prosperidade para a maioria das nações europeias. Fora o visível militarismo que o ocidente vem mostrando desde o 11/9, uma Europa sem Cortina de Ferro não está melhor, financeiramente, do que com.
U.S. soldiers raise the U.S. flag near the Bulgarian (L) and the NATO flags at the opening ceremony of "Bulgaria Panther" military exercise at Novo Selo military base near the town of Sliven, some 350 km (217 miles) east of Sofia (Reuters / Stoyan Nenov)
Given the “Great Recession’s” impact on places like Greece, Spain, and even the UK, families in those countries are almost exactly where they were in 1989. This article by John Bingham in The Telegraph tells of middle class UK families having lost six full years to the recession. As for Greece, the middle class there was teleported financially back to the year 2000 income wise.
Dado o impacto da “Grande Recessão” em lugares como Grécia, Espanha, e até Reino Unido, famílias nesses países estão quase exatamente onde estavam em 1989. Este artigo de John Bingham no The Telegraph fala de as famílias de classe média do Reino Unido terem perdido seis anos inteiros para a recessão. Quanto à Grécia, a classe média lá foi transportada financeiramente, num átimo, para o ano 2000 no tocante a renda. 
Zero Hedge contributor Phoenix Capital Research reported on the coming dissolution of the euro zone on the horizon just the other day. On the micro-level, a Romanian school teacher with 40 years’ tenure was forced this year to return to teaching to supplement a €250 euro a month pension. That tenured professional joins retired military colonels and other public servants who are beginning to think they were better off under Nicolae Ceaușescu. While some Bulgarians, Romanians, Moldovans and Croatians moved to greener pastures in Germany and in the UK over these 25 years, it’s clear UK and other leadership no long lays out the welcome mats.
A colaboradora da Zero Hedge, Phoenix Capital Research, informou outro dia mesmo da vindoura dissolução da zona do euro no horizonte. No nível micro, professora primária romena aposentada após 40 anos de atividade profissional foi forçada este ano a voltar a lecionar para suplementar pensão mensal de 250 euros. Essa profissional aposentada junta-se a coronéis reformados da instituição militar e a outros funcionários públicos que começam a achar que estavam em melhor situação no governo de Nicolae Ceaușescu. Embora alguns búlgaros, romenos, moldavos e croatas tenham-se movido para pastos mais verdes na Alemanha e no Reino Unido ao longo desses 25 anos, fica claro que o Reino Unido e outros líderes não mais espraiam os capachos de boas-vindas. 
What is the cost of a fading freedom?
Qual é o custo da liberdade em extinção?
I had envisioned a timeline here, a graphic to show how progress in Europe has really been received and perpetuated these last 25 years. However, with western mainstream media’s more recent onslaught against all Russia, it seems unlikely for me that historical perspective will “get it done” for convincing any reader. However, reading the Wall Street Journal on November 7, 2014 provided me with ample evidence to show just how divided Europe has been and is. Usually as Russophobic as MM gets, on this occasion the WSJ’s article entitled; “After Fall of Berlin Wall, German Reunification Came With a Big Price Tag,” it could not have been more relevant. For the cost of reuniting Germany, the ensuing years of preferential economic strategies with German bankers in mind, nations from Ireland to Romania have suffered a bitter disappointment.
Eu havia concebido um calendário aqui, um gráfico para mostrar como o progresso na Europa tem realmente sido recebido e perpetuado nesses 25 anos. Entretanto, com o mais recente ataque destrutivo à Rússia por parte da mídia, parece improvável para mim que perspectiva histórica “resolva” no tocante a convencer qualquer leitor. Entretanto, ler o Wall Street Journal de 7 de novembro de 2014 ofereceu-me ampla evidência para mostrar o quanto a Europa tem sido e é dividida. Usualmente tão russófoba quanto costuma ser a MM, em citada ocasião o artigo do WSJ intitulado “Depois da Queda do Muro de Berlim, Reunificação Alemã Vem Com Etiqueta de Preço Alto,” não poderia ter sido mais relevante. Com o custo de reunificar a Alemanha, nos anos seguintes de estratégias econômicas preferenciais, com os banqueiros alemãos em mente, nações, de Irlanda a Romênia, sofreram amarga decpção. 
For Germany to reinvent East Germany in 1990, as the WSJ author says; “take the stage as Europe’s political and economic centerpiece,” the monetary cost alone has been staggering. The article also mentions West German Finance Minister Theo Waigel’s being stupefied back then at how leadership even assumed the financial feasibility of reunification, without even planning for the long term. So back then, as now, we see western leadership as reactionary, rather than proactive. From Wall Street speculation in Greek bonds before the recent financial crisis, to the most recent sanctions levied on Russia by the US and her allies, it’s a small wonder western economies haven’t crumbled long before now. As for East Germany, 25 years after reunification and the economy there still lags behind the west. In fact, Germany as a whole is now suffering stagnation, after once having been Europe’s economic centerpiece.
Para a Alemanha reinventar a Alemanha Oriental em 1990, ou, como diz o autor do WSJ, “subir ao palco como peça central política e econômica da Europa,” o custo monetário, só ele, tem sido espantoso. O artigo também menciona o Ministro da Finança da Alemanha Ocidental Theo Waigel estupefato, à época, com como a liderança aceitou como ponto pacífico a viabilidade financeira da reunificação, sem sequer planejar para o longo prazo. Portanto à época, como hoje, vemos a liderança ocidental como reacionária, em vez de proativa. Da especulação de Wall Street em títulos gregos antes da recente crise financeira às mais recentes sanções impostas à Rússia pelos Estados Unidos e seus aliados, é pequeno milagre as economias ocidentais não terem desabado há muito tempo. Quanto à Alemanha Oriental, 25 anos depois da reunificação a economia ali ainda fica atrás da do ocidente. Na verdade, a Alemanha como um todo está hoje sofrendo estagnação, depois de ter sido, no passado, a peça de centro econômica da Europa.
A woman shouts slogans as she protests during a demonstration against European and Spanish austerity measures in Madrid (Reuters / Sergio Perez)
The definition of winning
A definição de vencer
In 1989 in America we all cheered final victory in the Cold War. The evil Soviet empire President Reagan created a massive arms race challenge, that Soviet Union apparently went broke before the Star Wars initiative went into effect. As a proud member of the crew of USS Iowa myself, Mr. Reagan’s 600 ship navy was truly a sight to behold. From a personal perspective, the shipbuilding efforts on IOWA and the other navy shipbuilding projects from Spruance destroyers to Aegis cruisers, they put food on the tables of millions. Building Ohio class Trident submarines transformed coastal ghost towns into thriving resorts. Every town from San Diego to Pascagoula Mississippi, and around to Norfork, Virginia benefited.
Em 1989 nos Estados Unidos todos saudamos a vitória final na Guerra Fria. Contra o perverso império soviético o Presidente Reagan criou maciço desafio de corrida armamentista, tal que a União Soviética aparentemente faliu antes mesmo da iniciativa Guerra nas Estrelas tornar-se efetiva. Para eu mesmo, orgulhoso membro da tripulação do USS Iowa, a marinha de 600 navio do Sr. Reagan era realmente algo para ver. De perspectiva pessoal, os esforços de construção de navios em Iowa e os outros projetos de construção de navios, de contratorpedeiros Spruance a cruzadores Aegis, colocaram comida na mesa de milhões de pessoas. A construção de submarinos Trident de classe Ohio transformou áreas costeiras fantasmas em prósperos resorts. Toda cidade, de San Diego a Pascagoula, Mississippi, e ao redor de Norfolk, beneficiou-se.
Taking a look back now, I wonder “did America just buy some time?” Like the Romanian teacher who once cheered a waving American flag signaling a salvation of sorts, what of the American Afghanistan vet waiting hours in a VA hospital? I wonder quizzically; “Is he better off than a Russian Afghanistan vet?" There’s another Pulitzer piece for you. This leads me to wonder too, “who really won the Cold War?” Right now it seems Russian leaders may have planned for the long term, while western strategists continued their short term reactionary profiteering. The cost of freedom for hundreds of millions right now no doubt seems very high. Not many are willing to sacrifice everything for an illusion.
Olhando para trás hoje, pergunto “será que os Estados Unidos apenas compraram algum tempo adicional?” Como a professora romena que no passado saudava a bandeira estadunidense tremulante sinalizando uma espécie de salvação, o que dizer dos veteranos do Afeganistão esperando durante horas em hospital da Virgínia? Pergunto perplexo: “Está ele em melhor situação do que veterano russo do Afeganistão?" Há outro artigo Pulitzer para você. Isso me leva a perguntar, também: “quem realmente venceu a Guerra Fria?” No momento parece que os líderes russos podem ter planejado para o longo prazo, enquanto os estrategistas ocidentais continuaram sua especulação reacionária de curto prazo. O custo da liberdade para centenas de milhões de pessoas no momento sem dúvida parece muito alto. Não muitas pessoas estaria dispostas a sacrificar tudo por uma ilusão. 
Today the headlines in Europe tell of parts of Brussels set ablaze when peaceful protests turned violent over right wing conservative austerity measures. Earlier this week celebrity Russell Brand led the London contingent of the Million Mask March, which also escalated into violence. From Madrid to Bucharest people are not just protesting political issues, they’re not just boycotting railroads, they’re crying out for jobs and bread. The same capitalistic west that outspent communism in the Cold War, has left most of Europe woefully insolvent. Worse still, that American dream JFK seemed to epitomize, it’s morphed into a public so apathetic two-thirds failed to vote in the recent Republican rout of Democrats in the US. Meanwhile, a Russia led by Putin owes nobody and seems ready to emerge as the world’s dominant economic force right along with China. America, on the other hand, is led by a Nobel Peace laureate borrowing more trillions to fund perpetual war.
Hoje as manchetes na Europa falam de partes de Bruxelas incendiadas quando protestos pacíficos se tornaram violentos a propósito de medidas de austeridade da direita conservadora. Antes esta semana a celebridade Russell Brand liderou o contingente londrino da Marcha do Milhão de Máscaras, que também entrou em escalada de violência. De Madri a Bucareste as pessoas não estão apenas protestando acerca de questões políticas, não estão apenas boicotando ferrovias, estão clamando por emprego e pão. O mesmo ocidente capitalista que despendeu mais do que o comunismo na Guerra Fria tem deixado a maior parte da Europa insolvente. Pior ainda, aquele sonho estadunidense que JFK parece epitomizar metamorfoseou-se em público tão apático que dois terços dele deixou de votar na recente derrota dos Democratas pelos Republicanos. Enquanto isso, a Rússia liderada por Putin não deve a ninguém e parece pronta para emergir como força econômica dominante do mundo, juntamente com a China. Os Estados Unidos, por outro lado, são liderados por um laureado com o Prêmio Nobel da Paz que toma emprestados mais triliões para financiar a guerra perpétua. 
I leave you with a quote from a speech by Winston Churchill in 1946, in which he coined the term “Iron Curtain” for the world. This excerpt reflects what became the predominant western philosophy:
Deixo você com citação de discurso de Winston Churchill em 1946, no qual ele cunhou a expressão “Cortina de Ferro” para o mundo. Este excerto reflete o que se tornou a filosofia ocidental predominante:
"From Stettin in the Baltic to Trieste in the Adriatic, an iron curtain has descended across the Continent."
"De Stettin no Báltico a Trieste no Adriático, uma cortina de ferro desceu ao longo do Continente."
It’s time we think about our progress, about the rise and fall of freedom. Did we in the west win a Cold War when the Berlin Wall tumbled? Was an iron curtain between peoples dissolved? It seems to me the curtain is being drawn closed again, only this time by the NATO nations and not Khrushchev. It’s as if our roles are reversed somehow. Vladimir Putin acting like JFK, and western leaders bent on some convoluted socialism.
É hora de pensar em nosso progresso, acerca da ascensão e queda da liberdade. Será que nós, no ocidente, vencemos uma Guerra Fria quando o Muro de Berlim caiu subitamente? Foi uma cortina de ferro entre os povos dissolvida? Parece-me que a cortina está sendo fechada de novo, apenas que desta vez pelas nações da OTAN e não por Khrushchev. É como se nossos papéis se tenham, de certo modo, invertido. Vladimir Putin agindo de modo semelhante a JFK, e os líderes ocidentais determinados a criar certo socialismo convoluto.
Phillip Butler for RT
Phillip Butler para RT
Phil Butler is journalist and editor, and a partner at the digital marketing firm, Pamil Visions PR. Phil contributes to the Huffington Post, The Epoch Times, Japan Today, and many others. He's also a policy and public relations analyst for Russia Today, as well as other international media. You can find Phil's blog at http://www.phillip-butler.com.
Phil Butler é jornalista e editor, e sócio da empresa de marketing digital Pamil Visions PR. Phil contribui para Huffington Post, The Epoch Times, Japan Today, e muitos outros. É também analista de políticas e relações públicas do Rússia Today, bem como de outros veículos internacionais de mídia. Você poderá encontrar o blog de Phil em http://www.phillip-butler.com.
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