Wednesday, November 5, 2014

Foreign Policy Journal - Passover 6/6



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Foreign Policy Journal
Jornal de Política Externa
Passover 6/6
Páscoa 6/6
by John Hartung |September 6, 2014
Por John Hartung |6 de setembro de 2014
Continued from
http://zqxjkv0.blogspot.com.br/2014/11/foreign-policy-journal-passover-56.html
An eternally expanding universe does not have a happier ending than a collapsing universe, but it does provide vastly more time for the evolution of living matter—matter that has purpose. Substantive conjectures have been devised for controlling the universe and making life a permanent component of a permanently extant universe.16 That outcome is not known to be impossible. If it happens, and the organisms who control the universe are our descendants, our lives will go from having had only terminal, self-attributed meaning, to having critically important eternal consequence, and so infinite real meaning.17
Universo em eterna expansão não tem desfecho mais feliz do que universo em colapso, mas oferece tempo muito mais vasto para evolução da matéria viva — matéria que tem propósito. Conjecturas ponderáveis têm sido concebidas para controle do universo e para tornar a vida componente permanente de universo permanentemente existente.16 Sabe-se que esse resultado não é impossível. Se isso acontecer, e os organismos que controlem o universo forem nossos descendentes, nossas vidas irão de terem tido significado apenas terminal, auto-atribuído, a terem consequência eterna criticamente importante e, portanto, significado real infinito.17
Unfortunately, the people who invented the god of The Bible wanted fealty. They wanted believers to be afraid. They wanted in-group members to believe that they were created from dust by a god who would give them a good life, at the expense of out-groups, before returning them to dust (Genesis 3:19). But that god would only provide a good life between the dust eternities if in-group members were sufficiently humble to not aspire to become “as gods” (Genesis 3:4-5, KJV)13 and so gain sufficient hubris to keep “the spoil of their enemies” for individual consumption, instead of handing it over to their god-inventing priests to support a trickle-down economy (e.g., Joshua 6:19-7:26). The threat of humans becoming gods was made out to be so great that the top god (“the LORD God”) found it necessary to warn his fellow gods18 and take preventive measures (Genesis 3:22-24):
Infelizmente, as pessoas que inventaram o deus da Bíblia desejavam voto de submissão/lealdade. Queriam que os crentes tivessem medo. Queriam que os membros internos ao grupo acreditassem terem sido criados do pó por deus que lhes daria vida boa, a expensas de grupos externos, antes de fazê-los voltar ao pó. (Gênesis 3:19). Esse deus, contudo, só ofereceria vida boa entre as eternidades de pó se os membros do grupo fossem suficientemente humildes para não aspirarem a tornar-se “como deuses” (Gênesis 3:4-5, KJV)13 ganhando assim autoconfiança suficiente para manter “os despojos de seus inimigos” para consumo individual, em vez de entregá-los a seus sacerdotes inventores de deus para suporte a uma economia de escoamento da riqueza de cima para baixo (por exemplo Josué 6:19-7:26). A ameaça de humanos tornarem-se deuses era vista como tão grande que o deus supremo (“o SENHOR Deus”) achou necessário alertar os outros deuses18 e tomar medidas preventivas (Gênesis 3:22-24):
Then the LORD God said, “Behold, the man has become like one of us, knowing good and evil; and now, lest he put forth his hand and take also of the tree of life, and eat, and live for ever”—therefore the LORD God sent him forth from the garden of Eden, to till the ground from which he was taken. He drove out the man; and at the east of the garden of Eden he placed the cherubim, and a flaming sword which turned every way, to guard the way to the tree of life.
Então disse o SENHOR Deus: “Eis que o homem se tornou como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, pois, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma, e viva eternamente” — o SENHOR Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra, de que fora tomado. E, havendo lançado fora o homem, pôs querubins a oriente do jardim do Éden e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida.
But the flaming sword was not sufficient deterrence, so seeing the Tower of Babel heading towards him, the god of gods implored his sometimes-rival gods18 to lend a hand (Genesis 11:6-7):
A espada inflamada, contudo, não foi dissuasor suficiente e, ao ver a Torre de Babel aproximando-se rumo a si, o deus dos deuses implorou aos deuses por vezes seus rivais18 que lhe dessem uma mão (Gênesis 11:6-7):
The LORD said, “Behold, they are one people, and they have all one language; and this is only the beginning of what they will do; and nothing that they propose to do will now be impossible for them. Come, let us go down, and there confuse their language, that they may not understand one another’s speech.”
E o SENHOR disse: “Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e, agora, não haverá restrição para tudo o que intentarem fazer. Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro.”
Charles Darwin was not ready to knuckle under:
Charles Darwin não deixou por menos:
Believing as I do that man in the distant future will be a far more perfect creature than he now is, it is an intolerable thought that he and all other sentient beings are doomed to complete annihilation after such long continued slow progress.19
Acreditando, como acredito, que o homem, no futuro distante, será criatura muito mais perfeita do que é hoje, é pensamento intolerável ele e todos os outros seres percipientes estarem condenados a completo aniquilamento depois de tal longo continuado vagaroso progresso.19
And his grandfather, Erasmus Darwin, had the right question in 1794:
E o avô dele, Erasmus Darwin, havia formulado a pergunta certa em 1794:
Would it be too bold to imagine that, in the great length of time since the world began to exist, perhaps millions of ages before the commencement of the history of mankind—would it be too bold to imagine that all warm-blooded animals have arisen from one living filament, which the great First Cause endued with animality, with the power of acquiring new parts, attended with new propensities, directed by irritations, sensations, volitions, and associations, and thus possessing the faculty of continuing to improve by its own inherent activity and of delivering down these improvements by generation to its posterity, world without end?20
Seria ousado demais imaginar que, na grande extensão de tempo desde que o mundo começou a existir, talvez milhões de eras antes do início da história do gênero humano — seria ousado demais imaginar que todos os animais de sangue quente tenham surgido de único filamento vivo que a grande Primeira Causa tenha dotado de animalidade, com poder de adquirir novas partes, dotadas de novas propensões, dirigidas por irritações, sensações, volições e associações, possuindo pois faculdade de continuar a melhorar por sua própria atividade inerente e de transmitir esses aperfeiçoammnentos por geração a sua posteridade, indefinidamente?20
We Should Be Able To Become “All One People” because the internet has facilities like “Translate this page” to help us “understand one another’s speech” until we “have all one language”—such that nothing that we “propose to do” will “be impossible.” And “knowing good and evil” in a non-collapsing universe, we should have plenty of time to convert in-group morality into universal morality and thereby avoid self-annihilation. Given the enormity of Judeo-Christianity (about twice the size of Islam), step number one in that regard would be to reveal the god of The Bible for the fraud that he is, just as Dorothy pulled back the curtain on the Wizard of Oz.
Deveríamos Poder Tornar-nos “Todos Um Só Povo” porque a internet dispõe de recursos tais como  “Traduza esta página” para ajudar-nos a “entender um a língua do outro” até que “tenhamos todos uma só língua” — de tal modo que nada do que  “nos proponhamos a fazer” seja “impossível.” E “sabendo o bem e o mal” num universo não em colapso, deveríamos ter tempo de sobejo para converter a moralidade interna ao grupo em moralidade universal e, destarte, impedir a autoaniquilação. Dadas o porte do judaísmo-cristianismo (cerca do dobro do tamanho do islã), o primeiro passo seria revelar o deus da Bíblia como a fraude que é, do mesmo modo que Dorothy puxou a cortina do Mágico de Oz. 
If we embarrass the god of in-group morality, the god of Zionism, the god who commands many of us to be terrorists and offers even more of us go-to-heaven points for supporting Zionism, we could stop subliminally excusing our most barbaric behavior, and so stop generating terrorism against us. That combination of moral obligations and cosmic possibilities might enable us to metaphorically “take also of the tree of life, and eat, and live for ever” because it may be the case that real gods will be born—and that all of us could become their ancestors, if we make that our objective. Because we can, we should aspire to evolve into celestial beings instead of devolving into celestial dust.
Se desmoralizarmos o deus da moralidade interna ao grupo, o deus do sionismo, o deus que dá ordem para que muitos de nós nos tornemos terroristas e oferece a ainda mais de nós pontos para o céu em troca de apoio ao sionismo, poderemos parar de subliminarmente desculparmos nosso comportamento mais bárbaro e, assim, de gerar terrorismo contra nós próprios. Essa conjugação de obrigações morais e possibilidades cósmicas poderá habilitar-nos a metaforicamente “tomarmos também da árvore da vida, e comer, e viver para sempre” porque poderá acontecer de deuses verdadeiros virem a nascer — e de todos nós podermos tornar-nos ancestrais deles, se tornamos este nosso objetivo. Pelo fato de podermos, deveríamos aspirar a evoluir no sentido de tornar-nos seres celestiais em vez de retornarmos ao pó celestial.
16. For example: Dyson, F. (1979) “Time without end: physics and biology in an open universe.” Reviews of Modern Physics, 51:447-460; Dyson, F. (1979). Disturbing The Universe. Harper & Row, New York; Frautschi, S. (1982). “Entropy in an expanding universe.” Science 217:593-599. Page, D.N. & McKee, M.R. (1983). “The future of the universe.” Scientific American, January- February. Frautschi, S. (1988). “Entropy in an expanding universe.” In Weber, Depew & Smith (eds.), Entropy, Information and Evolution, MIT Press, Cambridge, Massachusetts. Linde, A.D. (1988). “Life after inflation.” Physics Letters B 211:1, 2:29-31. Davies, P. (1994). The Last Three Minutes. Basic Books, New York. Linde, A. (1994). “The self-reproducing inflationary universe.” Scientific American, November, 48-55. Guth, A. (1997). The Inflationary Universe. Addison-Wesley, Reading. Kaku, M. (2005). Parallel Worlds: A Journey Through Creation, Higher Dimensions, and the Future of the Cosmos. Doubleday, New York.
17. Hartung, J. (1996). “Prospects for Existence: Morality and Genetic Engineering.” Skeptic 4(2):62-71. http://strugglesforexistence.com/?p=article_p&id=12
18. For an examination of ancient Israelite polytheism, henotheism and monolatry, see note 17 above.
19. Darwin, C. (1876). Charles Darwin’s Autobiography. (ed., N. Barlow, 1969), Norton, New York.
20. Darwin, E. (1794). Zoonomia, vols. 1&2. J. Johnson Company, London. See also King-Hele, D. The essential Writings of Erasmus Darwin, p 87. Trinity Press, London.


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