Tuesday, November 4, 2014

Foreign Policy Journal - Passover 5/6


ENGLISH
PORTUGUÊS
Foreign Policy Journal
Jornal de Política Externa
Passover 5/6
Páscoa 5/6
by John Hartung |September 6, 2014
Por John Hartung | 6 de setembro de 2014
Continued from
http://zqxjkv0.blogspot.com.br/2014/11/foreign-policy-journal-passover-46.html                              
Without changing any of the words, common sense favors translating these passages as two sentences in one paragraph—as a continuous admonition against behaving badly toward one’s neighbors, as follows:
Sem modificação de nenhuma palavra, o bom senso recomenda a tradução dessas passagens como duas sentenças em um só parágrafo — como contínua admoestação contra mau comportamento em relação ao próximo, como segue:
Thou shalt not kill, neither shalt thou commit adultery, neither shalt thou steal, neither shalt thou bear false witness against thy neighbor. Neither shall you covet your neighbor’s wife, and you shall not desire your neighbor’s house, his field, or his manservant, or his maidservant, his ox, or his ass, or anything that is your neighbor’s.
Não matarás, nem cometerás adultério, nem furtarás, nem darás falso testemunho contra o teu próximo. Nem cobiçarás a mulher do teu próximo, e não desejarás a casa do teu próximo, seu campo, ou seu servo, ou sua serva, seu boi, ou seu jumento, ou qualquer coisa que seja do teu próximo.
In this translation, the question, ‘Thou shalt not kill whom?’ is answered by the ‘Love Commandment.’  Here are four translations of Leviticus 19:18:
Nesta tradução, a pergunta ‘A quem não matarás?’ é respondida pelo ‘Mandamento do Amor.’ Eis aqui quatro traduções de Levítico 19:18:
“Thou shalt not avenge, nor bear any grudge against the children of thy people, but thou shalt love thy neighbor as thyself.” — First Jewish Publication Society translation (JPS ‘1712) and the King James Version (KJV13).
“Não te vingarás, nem guardarás qualquer rancor contra os filhos do teu povo, mas amarás o teu próximo como a ti próprio.” — tradução da First Jewish Publication Society (JPS ‘1712) e da King James Version (KJV13).
“You shall not take vengeance or bear any grudge against the sons of your own people, but you shall love your neighbor as yourself.” — Revised Standard Version (RSV4).
“Não te vingarás nem guardarás qualquer rancor contra os filhos do teu próprio povo, mas amarás o teu próximo como a ti próprio.” — Revised Standard Version (RSV4).
“You shall not take vengeance or bear a grudge against your countrymen. Love your fellow as yourself.” — TANAKH (JPS ‘8514).
“Não te vingarás nem guardarás qualquer ressentimento contra teus compatriotas/concidadãos. Ama àqueles que pertencem a teu grupo como a ti próprio.” — TANAKH (JPS ‘8514).
In context, the word translated as neighbor meant “the children of thy people,” “the sons of your own people,” “your countrymen”—in other words, fellow Israelites—and “Thou shalt not kill” meant ‘Thou shalt not kill thy neighbor—the children of thy people, your countrymen’ … your fellow Israelites. So there was no conflict between the commandment “Thou shalt not kill” in reference to in-group members and the commandments to commit genocide against out-groups. On the contrary, the former facilitated the latter because just as modern Zionists need to cooperate in order to accomplish Greater Israel, ancient Zionists needed to cooperate in order to fulfill the genocide commandments (for details and corroborative interpretations in the balance of the Bible, the Talmud and from Maimonides, see reference 3).
No contexto, a palavra traduzida como próximo significava “a prole/progênie do teu povo,” “os filhos do sexo masculino do teu próprio povo,” “teus compatriotas/concidadãos — em outras palavras, os que compartilhavam a condição de israelitas — e “Não matarás” significava ‘Não matarás teu próximo — a prole/progênie de teu povo, teus compatriotas/concidadãos’ … os que compartilham contigo a condição de israelitas. Assim, pois, não havia conflito entre o mandamento “Não matarás” com referência aos membros do grupo e os mandamentos de cometer genocídio em relação a outros grupos. Pelo contrário, o primeiro facilitava o último porque, do mesmo modo que os sionistas modernos precisam cooperar para consumar o Grande Israel, os antigos sionistas precisavam cooperar para cumprir os mandamentos de genocídio (para detalhes e interpretações corroboradoras no restante da Bíblia, no Talmude e em Maimônides, ver referência 3).
THE STORY OF JEWISH SLAVERY IN ANCIENT EGYPT has served more purposes more effectively than any other foundation myth. The fact that it lacks historical validity makes it all the more revealing. It means that the Passover myth is unencumbered by facts that do not suite its creators’ purposes. It also means that the extent to which the myth has been effective in accomplishing its purpose is the extent to which it has been retrospectively considered prophetic, and thereby validated—a self-fulfilling prophecy perceived as a prophecy fulfilled. The same ex post facto logic works for establishing ‘facts on the ground’ by expanding Jewish settlements in occupied Palestinian territory to accommodate the ‘natural growth’ of one god’s people at the expense of space for natural growth of another god’s people.
A HISTÓRIA DA ESCRAVIDÃO JUDAICA NO EGITO ANTIGO serviu a mais propósitos, mais eficazmente, do que qualquer outro mito de fundação. O fato de faltar-lhe validade histórica torna-a ainda mais instrutiva. Significa que o mito da Páscoa é imune a fatos que contrariem o propósito de seus criadores. Significa também que a medida na qual o mito se mostrou eficaz em atingir seu propósito é a medida em que foi retrospectivamente considerado profético e assim validado  — profecia autorrealizada percebida como profecia cumprida. A mesma lógica ex post facto funciona para estabelecer ‘fatos consumados’ mediante expansão dos assentamentos judaicos em território palestino para acomodar o ‘crescimento natural’ do povo de um deus a expensas de espaço para crescimento natural de povo de outro deus.
That slight-of-mind notwithstanding, a claim to land believed to have been bequeathed by a god who delighted in killing out-group peoples’ children, and commanded his followers to commit genocide in order to make that claim exclusive, should not be honored. Everybody has a right to believe anything that they want to believe, but on the logic of United States Supreme Court Justice Oliver Wendell Holmes’ principle that a man’s right to swing his fists wildly about in the air stops at the tip of another person’s nose, people who worship the god that Jesus worshipped,8 whether Christians or Jews, do not have a right to promote the displacement of irredentist Palestinians—not by war nor by slow-but-steady ethnic cleansing.10
Nada obstante essa prestidigitação mental, reivindicação de terra objeto de crença de ter sido concedida por deus que se deleitava em matar crianças externas ao grupo, e que ordenava a seus seguidores cometerem genocídio a fim de tornar tal reivindicação exclusiva, não deveria ser objeto de respeito e admiração. Todo mundo tem direito de acreditar no que desejar acreditar mas, na lógica do princípio expressado pelo juiz do Supremo Tribunal dos Estados Unidos Oliver Wendell Holmes segundo o qual o direito de alguém balançar ilimitadamente seus punhos no ar acaba na ponta do nariz das outras pessoas, as pessoas que adoram o deus que Jesus adorava,8 quer cristãs, quer judaicas, não têm o direito de promover o desalojamento de palestinos irredentistas — nem por guerra nem por limpeza étnica lenta mas constante.10
Unlike children who believe in Santa Claus, adults are responsible for the myths that they live by and perpetuate. Indeed, because we should have more control over what we believe than we have over future events, adults bear more responsibility for behavior that is inspired by myths than we bear for behavior in response to actual history. Most of all, adults are responsible for the myths that they use to indoctrinate their children’s existential foundations, and compared to a god of usury, enslavement and genocide…
Diferentemente de crianças que acreditam em Papai Noel, os adultos são responsáveis pelos mitos nos quais acreditem e sigam e que perpetuem. Na verdade, pelo fato devermos ter mais controle sobre o que cremos do que sobre eventos futuros, os adultos têm mais responsabilidade por comportamento inspirado por mitos do que por comportamento em resposta à história real. Acima de tudo, os adultos são responsáveis pelos mitos que usam para doutrinar os fundamentos existenciais de seus filhos, e em comparação com deus de usura, escravatura e genocídio…
A BETTER EXISTENTIAL FOUNDATION IS AVAILABLE. Prior to 1997, the prospect of gravity overcoming the momentum of the Big Bang was alive and well. Under that cosmological scenario, our universe was slated to stop expanding and then collapse into a giant black hole. That ‘Big Crunch’ hypothesis has since been discounted because observations from deep space indicate that the universe is still expanding at an accelerating rate, such that its momentum will clearly overcome gravity and, left to its own inanimate devices, the universe will slowly dissipate into nothing.15
FUNDAMENTO EXISTENCIAL MELHOR PODE SER ENCONTRADO. Antes de 1997, a perspectiva de a gravidade superar o impulso do Big Bang ia muito bem obrigado. Naquele cenário cosmológico, nosso universo estava programado para cessar de expandir-se e para, em seguida, entrar em colapso num gigantesco buraco preto. Tal hipótese do ‘Grande Esmagamento’ foi, posteriormente, desconsiderada porque observações do espaço extrassolar indicam que a expansão do universo ainda está em aceleração, de tal maneira que seu impulso claramente superará a gravidade e, deixado a seus próprios mecanismos inanimados, o universo vagarosamente dissipar-se-á no nada.15
12. The Holy Scriptures: According to the Masoretic Text [circa 600-1000] (1917). The Jewish Publication Society of America, Philadelphia.
13. The Holy Bible: Old and New Testaments in the King James Version (1976). Nashville, Tennessee: Thomas Nelson Inc.
14. TANAKH, A New Translation of The Holy Scriptures according to the Traditional Hebrew Text (1985). The Jewish Publication Society, Philadelphia.
15. “Nothing” in the sense that every particle and ray will eventually be beyond the light horizon of every other particle and ray such that there will be no interactions that could mark time. For a unique and perhaps notable contrarian perspective, consider Wetterich’s “variable gravity universe” at http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2212686413000332.
To be continued at
http://zqxjkv0.blogspot.com.br/2014/11/foreign-policy-journal-passover-66.html

No comments:

Post a Comment