Monday, October 6, 2014

TPC - Why Obama Must Bomb ISIS


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The Palestine Chronicle
The Palestine Chronicle
Why Obama Must Bomb ISIS
Por Que Obama Tem De Bombardear O ISIS
Sep 26 2014 / 12:23 pm
26 de setembro de 2014 / 12:23 hs
Photo - Obama and Congress are unable to choose diplomacy and humanitarian aid over war with ISIS. (WH)
Foto - Obama e o Congresso são incapazes de optar por diplomacia e ajuda humanitária em vez de por guerra ao ISIS. (WH)
By Steve Breyman
Por Steve Breyman
Every national peace group (large and small, new and old, religious and secular) opposes Barack Obama’s war against ISIS in Iraq, and its recent extension to Syria. Their opposition extends to Obama’s Congress-sanctioned arming of “moderate” Syrian rebels (for which legislators found half a billion dollars).
Todos os grupos nacionais pela paz (grandes e pequenos, novos e antigos, religiosos e seculares) opõem-se à guerra de Barack Obama ao ISIS no Iraque, e à recente extensão dela à Síria. A oposição deles estende-se à decisão de Obama, sancionada pelo Congresso, de armar rebeldes sírios “moderados” (para o que os legisladores descobriram meio bilião de dólares).
The anti-war movement’s antagonism is sturdy and reasoned. It’s based on irrefutable historical, political, economic and cultural analysis focused on the past thirteen years of bloody, wasteful, failed war on Afghanistan and Iraq, Pakistan and Yemen, Libya and Somalia. Find some here, here, and here.
O antagonismo por parte do movimento de oposição à guerra é robusto e alicerçado em lógica e bom senso. Está baseado em análise irrefutável histórica, política, econômica e cultural focada nos últimos treze anos de guerra sangrenta, dissipadora de recursos e fracassada contra Afeganistão e Iraque, Paquistão e Iêmen, Líbia e Somália. Veja algo a respeito aqui, aqui, e aqui.
The groups don’t merely oppose more war. They also advance positive agendas of alternatives to bombing. United for Peace and Justice (an umbrella coalition under which many US peace groups cohere) recommends five “better choices”: (1) make diplomacy and humanitarian assistance the priority; (2) seek improved relations with Iran to end the fighting in the region; (3) work through the United Nations to halt the flow of financing and weapons to ISIS; (4) re-start UN-directed negotiations to end the civil war in Syria; (5) mobilize to solve the real problems in the region—poverty, hunger, drought, joblessness.
Os grupos não apenas opõem-se à guerra. Propõem também agendas positivas de alternativas a bombardeio. Unidos por Paz e Justiça (coalizão guarda-chuva na qual se agrupam diversos grupos de paz estadunidenses) recomenda cinco “escolhas mais sensatas”: (1) tornar prioridade diplomacia e assistência humanitária; (2) procurar melhorar as relações com o Irã para cessação dos combates na região; (3) trabalhar, por meio das Nações Unidas, no sentido de conter o fluxo de financiamento e de armamentos para o ISIS; (4) recomeçar negociações dirigidas pelas Nações Unidas para acabar com a guerra civil na Síria; (5) mobilização para resolver os reais problemas da região — pobreza, fome, seca e desemprego.
David Swanson of World Beyond War (and Secretary of Peace in the Green Shadow Cabinet) has these suggestions as to what “What to Do About ISIS”: (1) stop bombing; (2) stop shipping arms; (3) be skeptical of humanitarian claims; (4) apologize to ISIS leader al-Baghdadi for brutalizing him in Abu Ghraib; (5) make restitution for damages inflicted on Iraq; (6) apologize for advancing war in Syria; (7) begin withdrawing US forces from overseas; (8) work through the United Nations; (9) have the US join the International Criminal Court, etc.
David Swanson, do Mundo Além da Guerra (e Secretário da Paz no Gabinete Paralelo Verde) tem as seguintes sugestões acerca de “O Que Fazer No Tocante Ao ISIS”: (1) parar de bombardear; (2) parar de despachar armas; (3) ser cético quanto a afirmações humanitárias; (4) pedir desculpas ao líder do ISIS al-Baghdadi por termo-lo brutalizado em Abu Ghraib; (5) pagar indenização por danos infligidos ao Iraque; (6) pedir desculpas por promover guerra na Síria; (7) começar a retirar forças estadunidenses do exterior; (8) trabalhar por meio das Nações Unidas; (9) fazer os Estados Unidos juntarem-se ao Tribunal Criminal Internacional etc.
Sound as this advice is, policymakers are unable to take it. For Obama, Congress and the Pentagon, there is no alternative to airstrikes on the Islamic State, and to arming Syrian rebel moderates. Add the structure of US national security policy—its institutions, practices and tools—to alliances with authoritarian regimes, past mistakes and ‘policy momentum,’ corporate power, the ideologies and worldviews of officials, and the lack of genuine American democracy. The sum of these addends restricts decision-makers’ options to war, and more war.
Por mais sensato esse aconselhamento, os formuladores de políticas são incapazes de aceitá-lo. Para Obama, Congresso e Pentágono, não há alternativa a ataques aéreos ao Estado Islâmico, e ao armar rebeldes sírios moderados. Some-se a estrutura da política de segurança nacional — suas instituições, práticas e instrumentos — a alianças com regimes autoritários, equívocos e ‘ímpetos de políticas’ do passado, poderio corporativo, ideologias e visões de mundo das autoridades, e falta de genuína democracia nos Estados Unidos. A soma desses ingredientes restringe as opções dos tomadores de decisão a guerra e mais guerra.
Consider the five-point program—”How to Combat ISIS Without Bombs”—put forward by Win Without War (WWW; another coalition that includes Global Exchange, Pax Christi, Tikkun, Peace Action, Greenpeace, NOW, and numerous other groups):
Consideremos o programa de cinco pontos—”Como Combater o ISIS Sem Bombas” — recomendado pelo Vencer Sem Guerra (WWW; outra coalizão que subsume Global Exchange, Pax Christi, Tikkun, Peace Action, Greenpeace, NOW, e numerosos outros grupos):
• Hit ISIS economically
• Golpear o ISIS economicamente
• Crack down on ISIS’s weapons supply
• Tomar medidas severas de repressão ao suprimento de armas para o ISIS
• Address political grievances of local populations
• Atacar as causas de reclamações políticas de populações locais
• Lead a multinational international response
• Liderar reação multilateral internacional
• Provide humanitarian aid.
• Proporcionar ajuda humanitária.
Like the recommendations above, policies predicated on these alternatives are vastly superior to blind plunging ahead with airstrikes and weapons deliveries. Each, however, runs up against deep-grained US foreign policy standard operating procedures and non-military options foreclosed by past mistakes.
Do mesmo modo que as recomendações mais acima, políticas baseadas nessas alternativas são vastamente superiores a impulso cego à frente com ataques aéreos e fornecimento de armas. Cada uma delas, contudo, envolve problemas, por causa da textura grosseira dos procedimentos operacionais de política externa dos Estados Unidos e de opções não-militares vedadas por equívocos do passado. 
ISIS’s Finances
Finanças do ISIS
To “hit ISIS economically” requires cracking down on those who finance the organization and the banks that store the loot. The War on Terror spawned several new offices to restrict the funding of designated terrorist organizations and individuals across DC in the Departments of Homeland Security, State, Commerce and Treasury. This effort (unlike that aimed at Mexican drug cartels) made some inroads (it’s hard to independently know how significant), but not without bogus “material support for terrorism” charges being leveled against several charitable organizations and generous individuals. In the face of strong paper regulations forbidding banks to service terrorists and other organized criminals, Wall Street averages about a major scandal a year since 9/11.
“Atingir economicamente o ISIS” requer reprimir aqueles que financiam aquela organização e os bancos que armazenam o botim. A Guerra ao Terror deu origem a diversos novos cargos/escritórios no DC e nos Departamentos de Segurança da Pátria, Estado, Comércio e Tesouro, voltados para restringir o financiamento de organizações consideradas terroristas. Esse esforço (diferentemente daquele voltado para cartéis de drogas mexicanos) marcou alguns tentos (é difícil saber independentemente quão significativos), mas não sem suscitar acusações espúrias de “apoio material a terrorismo” contra diversas organizações de caridade e indivíduos generosos. Face a forte regulamentação oficial proibindo bancos de operar com terroristas e outros criminosos organizados, Wall Street tem tido em média um grande escândalo por ano desde o 11/9.
Two factors complicate the mission of squeezing terrorist finances: (1) considerable funding for jihadi groups comes from individual citizens of erstwhile US allies in the Persian Gulf (a problem dating from the proxy war against the Soviet occupation of Afghanistan), although there’s little or no evidence that ISIS is dependent on foreign donors; and (2) ISIS is to a large extent self-financing.
Dois fatores complicam a missão de pressionar as finanças dos terroristas: (1) considerável soma de fundos para grupos jihadistas vem de cidadãos individuais de ex-aliados dos Estados Unidos no Golfo Pérsico (problema que data da guerra por procuração contra a ocupação soviética do Afeganistão), embora haja pouca ou nenhuma evidência de o ISIS depender de doadores estrangeiros; e (2) o ISIS, em grande medida, autofinancia-se.
US efforts to get Saudi Arabia and other Gulf oil sheikdoms to shut down the money funnel have run into obstacles at the very highest levels of government; presidents and secretaries of state are unwilling to jeopardize relations with the hydrocarbon kingdoms over the matter. ISIS’s wealth (some estimates have it as high as $500 million) is the result of kidnappings for ransom, robberies, protection rackets, and illicit sales of Syrian and Iraqi oil. The group is said to demand 10-20% of receipts from businesses in the towns and cities it controls.
Esforços dos Estados Unidos para induzir Arábia Saudita e outros xeicados do petróleo do Golfo a fazerem cessar o funil de dinheiro têm encontrado obstáculos nos mais altos níveis do governo; presidentes e secretários de estado não estão dispostos a colocar em risco relações com os reinos dos hidrocarbonetos por causa do problema. A riqueza do ISIS (algumas estimativas alcançam $500 milhões de dólares) é resultado de sequestros para obtenção de resgate, assaltos, esquemas de proteção e vendas ilícitas de petróleo sírio e iraquiano. Acredita-se que o grupo exija 10-20% da receita de empresas nas cidadezinhas e cidades que controla.
Win Without War suggests targeting the “Turkish, Iraqi, and other oil dealers who are purchasing the oil on the black market“—a sensible course of action—but Turkish authority (let alone US) does not extend far along its 750 mile border with Syria and Iraq where smuggling of all sorts has been a way of life for decades (Turkey’s war against its Kurds made licit livings difficult to make). And the estimates of $1-2 million per day for ISIS coffers from oil sales appear wildly overblown.
O Vencer Sem Guerra sugere golpear “negociantes de petróleo turcos, iraquianos e outros que estejam comprando petróleo no mercado paralelo“ — curso sensato de ação — mas a autoridade turca (menos ainda os Estados Unidos) não se estende longe em sua fronteira de 750 milhas com a Síria e Iraque, onde contrabando de toda sorte vem sendo meio de vida há décadas (a guerra da Turquia contra seus curdos tornou difícil sobreviver licitamente). E as estimativas de aporte de  $1-2 milhões de dólares por dia para os cofres do ISIS oriundo de venda de petróleo parecem desarrazoadamente infladas.
Restrict ISIS’s Weapons Supply
Restringir o Suprimento de Armas para o ISIS
Win Without War wisely recommends that President Obama pressure Turkey to restrict the flow of weapons and foreign fighters across its border with Syria. Obama recently talked with the new Turkish president about doing just that. And he convinced the UN Security Council to criminalize participation in armed jihad. But as with crude oil smuggling—and the trafficking of contraband over the US-Mexico border—attempts to interdict the flow of militants and weaponry across long, rugged international boundaries against the efforts of determined professional smugglers leads to hugely expensive, frequently brutal, only partially effective, metastasized and militarized border control-industrial complexes. Consider too that weapons (and oil) smuggling is highly lucrative and leads to official corruption and the obstacles become clear.
O Vencer Sem Guerra sabiamente recomenda que o Presidente Obama pressione a Turquia para que esta restrinja o fluxo de armas e de combatentes estrangeiros através de suas fronteiras com a Síria. Obama recentemente falou com o novo presidente turco acerca de ser feito exatamente isso. E convenceu o Conselho de Segurança das Nações Unidas a criminalizar participação em jihad armada. Como, porém, sucede no caso do contrabaando de petróleo bruto — e com o tráfico de mercadorias contrabandeadas cruzando a fronteira Estados Unidos - México—tentativas de interditar o fluxo de militantes através de longas e acidentadas fronteiras internacionais contra os esforços de contrabandistas profissionais de vontade inabalável leva a complexos industriais e de controle de fronteiras metastasiados e militarizados, enormemente dispendiosos, amiúde brutais, e apenas parcialmente eficazes. Consideremos também que contrabandear armas (e petróleo) é altamente lucrativo e leva a corrupção oficial, e os obstáculos tornar-se-ão fáceis de imaginar.
That considerable heavy US weaponry—including tanks, armored personnel carriers, and artillery—already fell into Islamic State’s hands following the Iraqi Army’s humiliating defeat in Mosul (and more recent defeats in Anbar) at the hands of what were once lightly armed extremists did not deter Obama or his bipartisan supporters on Capitol Hill from deciding to send more lethal assistance, and to train handpicked Syrian rebels in its use. They were not deterred either by the knowledge that some unknown but nontrivial number of formerly “moderate” Syrian insurgents now fight for ISIS and other non-preferred networks.
O fato de considerável arsenal pesado dos Estados Unidos — inclusive tanques, transportadores blindados de soldados e artilharia — já ter caído nas mãos do Estado Islâmico depois da humilhante derrota do exército iraquiano em Moçul (e derrotas mais recentes em Anbar) e nas mãos daqueles que no passado eram extremistas só portadores de armamento leve não dissuadiu Obama ou seus fervorosos apoiadores da Colina do Capitólio de decidir enviar mais assistência letal, e de treinar rebeldes sírios escolhidos a dedo em seu uso. Não foram dissuadidos sequer pelo conhecimento de que número desconhecido mas não trivial de insurgentes anteriormente “moderados” agora combatem pelo ISIS e outras redes não eminentes.
Cruise missile attacks and bombing sorties (including by the boondoggle F-22, it’s first use “in combat”) appear to politicians and bureaucrats the superior option; they supply deep gratification for those who see them as legitimate tools, that sense of satisfaction anti-smuggling efforts experience rarely.
Ataques com mísseis cruzadores e arremetidas de bombardeio (inclusive pelo perdulário F-22, em seu primeiro uso “em combate”) parecem, para políticos e burocratas, a melhor opção; eles proporcionam profunda satisfação àqueles que os veem como instrumentos legítimos, aquele senso de satisfação que esforços de repressão ao contrabando raramente geram.
Local Political Grievances
Causas de Reclamações Políticas Locais
Win Without War would have Obama attempt to heal the wounds inflicted on Syrian and Iraqi Sunnis by their Alawite and Shi’a dominated governments so as to deprive ISIS of local support. They point to the “Anbar Awakening”—where the US Army used suitcases of $100 bills to sway tribal militia leaders from their support of al Qaeda in Iraq—as a model.
O Vencer Sem Guerra gostaria que Obama tentasse pensar as feridas infligidas aos sunitas sírios e iraquianos por seus governos dominados por xiitas e alawitas a fim de privar o ISIS de apoio local. Ele aponta para o “Despertamento de Anbar”— no qual o Exército dos Estados Unidos usou malas cheias de notas de $100 dólares para 
induzir líderes de milícias tribais a deixarem de apoiar a al Qaeda no Iraque — como modelo.
The US invasion and occupation of Iraq, de-Baathification, and bungled reconstruction paved the way for Shi’a dominance of Iraqi politics. Washington appears to understand the need for the Iraqi political system to fairly include Sunnis. This is why John Kerry engineered the replacement of Nouri al Maliki by Haidar al Abbadi. But years of support for the sectarian al-Maliki whose policies deeply alienated Iraqi Sunnis and Kurds will not be easy to undo. And the prospects for resolution of the Syrian civil war, called for by WWW, seem lower at present than they did earlier this year at the failed peace talks in Montreux.
A invasão do Iraque pelos Estados Unidos, a desbaathificação e incompetente reconstrução pavimentaram o caminho para domínio xiita da política do Iraque. Washington parece entender a necessidade de o sistema político iraquiano incluir adequadamente sunitas. Eis porque John Kerry engendrou a substituição de Nouri al Maliki por Haidar al Abbadi. Contudo, anos de apoio ao sectário al-Maliki, cujas políticas alijaram sunitas iraquianos e curdos, não serão fáceis de desfazer. E a perspectiva de resolução da guerra civil síria, demandada pelo WWW, parece menos provável no presente do que mais para o início deste ano nas fracassadas conversações de paz em Montreux.
Washington can’t even sort out its own “local political grievances;” fixing the mess it made of Iraqi politics is inconceivable. It’s far easier just to bomb the bastards.
Washington não consegue sequer resolver suas próprias “causas de reclamações políticas locais;” consertar o mistifório que fez da política iraquiana é inconcebível. É muito mais fácil simplesmente bombardar os filhos da égua.
Multilateral International Response
Reação Multilateral Internacional
WWW suggests building a coalition that would reduce the recruitment of Westerners to ISIS rather than one that supports US airstrikes against the militants. The peace activists understand ISIS thrives because of conflicts in Syria and Iraq “fueled by foreign interests,” and thus urge Obama to involve “all the parties including Saudi Arabia, Iran, and others.”
O WWW sugere a formação de coalizão que reduziria o recrutamento de ocidentais para o ISIS em vez de uma que apoia ataques aéreos dos Estados Unidos contra os militantes. Os ativistas pela paz entendem que o ISIS prospera por causa de conflitos na Síria e no Iraque “nutridos por interesses estrangeiros,” e pois urge com Obama para que este envolva “todas as partes, inclusive Arábia Saudita, Irã, e outros.”
The War on Terror-Industrial Complex prefers to spy on “radical” imams and mosques to reforming its foreign policy or engaging with communities from which potential Western jihadis come. US foreign policy has worked to isolate Tehran since 1979, ratcheting up the pressure of sanctions periodically as during the last few years over Iran’s nuclear research program. John Kerry can’t make up his mind whether to include Iran in the anti-ISIS coalition; he shut Iran out of the Paris conference he organized but then backtracked within a day or two muttering about a possible role for Iran against the Wahabis.
O Complexo Industrial-de Guerra ao Terror prefere espionar imãs e mesquitas “radicais” a reformar sua política externa ou a estabelecer conexão significativa com comunidades das quais provenham possíveis jihadistas ocidentais. A política externa dos Estados Unidos tem diligenciado no sentido de isolar Teerã desde 1979, ampliando a pressão de sanções, como durante os últimos anos no tocante ao programa de pesquisa nuclear do Irã. John Kerry não consegue decidir se inclui ou não o Irã na coalizão anti-ISIS; ele vedou ao Irã a conferência de Paris que organizou mas, em seguida, retrocedeu dentro de um dia ou dois resmungando acerca de possível papel do Irã contra os wahabistas.
Humanitarian Aid
Ajuda Humanitária
WIW recognizes that the Obama administration has provided more assistance to Syrian refugees than any other government. But US aid has been no where close to what’s needed to meet the needs of the millions—1.4 million in tiny Lebanon alone—short of food, clothing, shelter, medicine and schools. Elected national Americans leaders are always able to find enough money to wage war, but never able to find enough to alleviate misery.
O WWW reconhece que a administração Obama tem proporcionado mais assistência aos refugiados sírios do que qualquer outro governo. A ajuda dos Estados Unidos, contudo, não tem chegado sequer perto do necessário para atender as necessidades de milhões — 1,4 milhão de pessoas só no pequenino Líbano — sem comida, roupa, abrigo, remédios e escolas. Líderes nacionais estadunidenses eleitos sempre conseguem achar dinheiro para a guerra, mas nunca conseguem encontrar o suficiente para aliviar a miséria.
The US did next to nothing on its own to aid the starving Palestinians in the Yarmouk refugee camp outside Damascus. And the US has failed to support the democratic Self-Administration Zones in northern Syria, even though as Michael Beer of Nonviolence International reports, these “autonomous governments are secular, have a 40 percent quota for women in leadership positions, and are committed to a united Syria and a pluralist Syria.”
Os Estados Unidos fizeram quase nada, de si próprios, para ajudar os palestinos morrendo de inanição no acampamento de refugiados de Yarmouk fora de Damasco. E os Estados Unidos não deram apoio às democráticas Zonas de Autoadministração no norte da Síria, embora, como Michael Beer do Não Violência Internacional informa, esses “governos autônomos sejam seculares, tenham quota de 40 por cento para as mulheres nas posições de liderança, e estejam comprometidos com uma Síria unida e pluralista.”
At the same time, US humanitarian aid is considerably greater than that provided by its Gulf Arab coalition partners. Rather than solicit support for its bombing campaign, the US ought to cobble together sufficient donors to meet the needs of the innocents displaced by war in Iraq and Syria.
Ao mesmo tempo, a ajuda humanitária dos Estados Unidos é consideravelmente maior do que a proporcionada por seus parceiros de coalizão do Golfo Árabe. Em vez de pedir apoio para sua campanha de bombardeio, os Estados Unidos deveriam reunir doadores suficientes para atendimento das necessidades dos inocentes desalojados pela guerra no Iraque e na Síria. 
Conclusion
Conclusão
Barak Obama and the US Congress just made the same mistake in regard to Islamic State that George Bush and the US Congress made regarding al Qaeda following 9/11: they ‘declared war’ on a smallish bunch of brutal criminals thereby elevating their status and opening the flood gates of recruitment after being attacked by the Great Satan. They stepped right into the trap set for them by al Baghdadi: the beheading videos were designed to elicit a violent response from Washington. It worked: ISIS is now the organization of choice for aspiring jihadis.
Barak Obama e o Congresso dos Estados Unidos acabam de cometer o mesmo equívoco, em relação ao Estado Islâmico, que George Bush e o Congresso dos Estados Unidos cometerem no tocante à al Qaeda depois do 11/9: ‘declararam guerra’ a punhado relativamente pequeno de criminosos brutais, elevando dessa forma o prestígio deles e abrindo as comportas de inundação de recrutamento depois de ataque pelo Grande Satã. Caíram como patinhos na esparrela armada para eles por al Baghdadi: os vídeos de decapitação foram concebidos para suscitar reação violenta de Washington. Funcionou: o ISIS é agora a organização de escolha para aspirantes a jihadista.
Obama and Congress are unable to choose diplomacy and humanitarian aid over war with ISIS for several interrelated reasons. First, most of those who make and implement US national security policy have distorted and fantastical worldviews. They believe the US can act as both world policeman and benign hegemon. They justify most any level of violence and collateral damage in service to policy ends—”destroy ISIS”—impossible to achieve. They see US bombs as problem solvers, and disregard all contradictory evidence.
Obama e o Congresso são incapazes de optar por diplomacia e ajuda humanitária em vez de guerra ao ISIS por diversas razões interrelacionadas. Primeiro, a maior parte daqueles que fazem e implementam a política de segurança nacional dos Estados Unidos têm visões de mundo distorcidas e fantásticas. Acreditam que os Estados Unidos podem atuar tanto como policial do mundo quanto como hegêmona benevolente. Justificam a maior parte de qualquer nível de violência e danos colaterais em serviço alegando objetivos de políticas — ”destruir o ISIS” — impossíveis de alcançar. Veem as bombas dos Estados Unidos como resolvedoras de problemas, e desdenham de toda evidência em contrário.
Second, today’s policy has implications—some very long lasting—for tomorrow’s, as yesterday’s has for today’s. Policies gather momentum and lose malleability over time. Policies enroll supporters, generate enormous sums for contractors, and shunt aside dissenters. Decisions made, weapons bought, money spent, bureaucracies shaped during the War on Terror echo into the future. US policy has become little more than a New Enemy Creation Process. Even if Obama (and it’s clear he does not) or the next president wanted to make a clean break, to finally bring an end to the War on Terror, it would, and will be, a very difficult undertaking.
Segundo, a política de hoje tem implicações — algumas de vida muito longa — para o amanhã, assim como as de ontem em relação a holje. As políticas ganham ímpeto e perdem maleabilidade ao longo do tempo. As políticas obtêm partidários, geram enormes somas para empreiteiros, e vedam acesso a dissidentes. Decisões tomadas, armas compradas, dinheiro gasto, burocracias projetadas durante a Guerra ao Terror repetem-se no futuro. A política dos Estados Unidos tornou-se pouco mais do que Processo de Criação de Novo Inimigo. Mesmo se Obama (e é claro que ele não quer) ou o próximo presidente quisesse romper com o passado, para finalmente levar ao término a Guerra ao Terror, isso seria, e será, empreendimento muito difícil.
Third, the failure of Congress and the American people to rein in presidential war making powers, to challenge even the serial illegal actions of successive presidents, reduces the prospects for the stem to stern overhaul of US policy necessary to follow the sane advice of peace groups. Fourth, the interests vested in the War on Terror-Industrial-Complex represent some of the most powerful political-economic actors in the country; their hold over policy cannot be underestimated.
Terceiro, a impotência do Congresso e do povo estadunidense para colocar freios nos poderes de fazer guerra do presidente, em questionar até as ações ilegais seriais de presidentes sucessivos, reduz as perspectivas de reconsideração ampla da política dos Estados Unidos necessária para observância das sãs recomendações dos grupos de paz. Quarto, os interesses encarnados no Complexo Industrial-de Guerra ao Terror representam alguns dos mais poderosos agentes políticos-econômicos do país: sua influência sobre a política não pode ser subestimada. 
Surprise as to the lopsided authorization for Obama’s direct war against ISIS and indirect war against al Assad evaporates in light of this analysis. Reasonable observers may have thought that thirteen years of experience, pain, shame and waste would be sufficient to at least teach officials what to avoid this time. Yet here they go again complete with deployment of “boots on the ground” regardless of the president’s claims to the contrary.
É surpreendente como a autorização cambaia para guerra direta de Obama ao ISIS e guerra indireta a Assad evapora-se à luz desta análise. Observadores razoáveis podem ter suposto que treze anos de experiência, dor, vergonha e desperdício seriam suficientes para pelo menos ensinar às autoridades o que evitar desta vez. No entanto, lá vão elas de novo com adicionalmente o espraiamento de “botas no terreno,” independentemente das afirmações em contrário do presidente.
- Steve Breyman is author of Movement Genesis and Why Movements Matter. He is a former William C. Foster Visiting Scholar Fellow at the US State Department. He contributed this article to PalestineChronicle.com. Contact him at: breyms@rpi.edu.
- Steve Breyman é autor de Movement Genesis and Why Movements Matter. Ele foi William C. Foster Visiting Scholar Fellow no Departamento de Estado dos Estados Unidos. Enviou este artigo para publicação no PalestineChronicle.com. Entre em contato com ele em: breyms@rpi.edu.

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