Sunday, October 26, 2014

The Anti-Empire Report 133 - Al Franken, the liberal's darling



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William Blum
William Blum
Official website of the author, historian, and U.S. foreign policy critic.
Website oficial do autor, historiador e crítico da política externa dos Estados Unidos.
The Anti-Empire Report #133
O Relatório Anti-Império No. 133
By William Blum – Published October 16th, 2014
Por William Blum – Publicado em 16 de outubro de 2014
Al Franken, the liberal’s darling
Al Franken, o queridinho dos liberais
I receive a continuous stream of emails from “progressive” organizations asking me to vote for Senator Franken or contribute to his re-election campaign this November, and I don’t even live in Minnesota. Even if I could vote for him, I wouldn’t. No one who was a supporter of the war in Iraq will get my vote unless they unequivocally renounce that support. And I don’t mean renounce it like Hillary Clinton’s nonsense about not having known enough.
Recebo contínuo fluxo de emails de organizações “progressistas” pedindo-me para votar no Senador Franken ou para contribuir para sua campanha de reeleição em novembro, e nem moro em Minnesota. Mesmo se pudesse votar nele, não votaria. Ninguém que tenha apoiado a guerra no Iraque obterá meu voto, a menos que renuncie inequivocamente a tal apoio. E não quero dizer com isso renunciar nos termos do disparate de Hillary Clinton dizendo que não sabia o suficiente.
Franken, the former Saturday Night Live comedian, would like you to believe that he’s been against the war in Iraq since it began. But he went to Iraq at least four times to entertain the troops. Does that make sense? Why does the military bring entertainers to soldiers? To lift the soldiers’ spirits of course. And why does the military want to lift the soldiers’ spirits? Because a happier soldier does his job better. And what is the soldier’s job? All the charming war crimes and human-rights violations that I and others have documented in great detail for many years. Doesn’t Franken know what American soldiers do for a living?
Franken, ex-comediante do Saturday Night Live, gostaria que acreditássemos ele ter sido contra a guerra no Iraque desde o princípio. No entanto, ele foi ao Iraque quatro vezes para entreter os soldados. Isso lá faz sentido? Por que a instituição militar leva entretenedores para os soldados? Para animá-los, obviamente. E por que a instituição militar deseja animar os soldados? Porque um soldado mais feliz faz seu trabalho melhor. E qual é o trabalho do soldado? Todos os encantadores crimes de guerra e violações de direitos humanos que eu e outros vimos documentando com grande detalhe há muitos anos. Será que Franken não sabe o que os soldados estadunidenses fazem para ganhar a vida?
A year after the US invasion in 2003, Franken criticized the Bush administration because they “failed to send enough troops to do the job right.” [Washington Post, February 16, 2004] What “job” did the man think the troops were sent to do that had not been performed to his standards because of lack of manpower? Did he want them to be more efficient at killing Iraqis who resisted the occupation? The volunteer American troops in Iraq did not even have the defense of having been drafted against their wishes.
Um ano depois da invasão pelos Estados Unidos em 2003, Franken criticou a administração Bush porque “não mandou soldados suficientes para fazer o trabalho como deveria ser feito.” [Washington Post, February 16, 2004] Que “serviço” acha ele que os soldados foram mandados para fazer que não tenha sido efetuado à altura de seus padrões por falta de gente? Queria ele que os soldados fossem mais eficientes em matar iraquianos que resistiram à ocupação? Os soldados estadunidenses no Iraque não tiveram sequer a defesa de terem sido recrutados contra a vontade.
Franken has been lifting soldiers’ spirits for a long time. In 2009 he was honored by the United Service Organization (USO) for his ten years of entertaining troops abroad. That includes Kosovo in 1999, as imperialist an occupation as you’ll want to see. He called his USO experience “one of the best things I’ve ever done.” [Star Tribune, Minneapolis, March 26, 2009] Franken has also spoken at West Point (2005), encouraging the next generation of imperialist warriors. Is this a man to challenge the militarization of America at home and abroad? No more so than Barack Obama.
Franken anima soldados há muito tempo. Em 2009 ele foi homenageado pela Organização de Serviço Unido (USO) por seus dez anos de entretenimento de soldados no exterior. Isso inclui Kosovo em 1999, ocupação tão imperialista quanto se possa imaginar. Ele descreveu sua experiência com a USO dizendo ter sido “uma das melhores coisas que já fiz.” [Star Tribune, Minneapolis, March 26, 2009] Franken também discursou em West Point (2005), estimulando a próxima geração de guerreiros imperialistas. É esse homem para contestar a militarização dos Estados Unidos dentro e fora do país? Tanto quanto Barack Obama.
Tom Hayden wrote this about Franken in 2005 when Franken had a regular program on the Air America radio network: “Is anyone else disappointed with Al Franken’s daily defense of the continued war in Iraq? Not Bush’s version of the war, because that would undermine Air America’s laudable purpose of rallying an anti-Bush audience. But, well, Kerry’s version of the war, one that can be better managed and won, somehow with better body armor and fewer torture cells.” [Huffington Post, June 2005]
Tom Hayden escreveu o seguinte acerca de Franken em 2005 quando Franken tinha programa regular na rede de rádio Air America: “Estará alguém mais desapontado com a defesa diária, por Al Franken, da contínua guerra no Iraque? Não a versão de Bush da guerra, porque isso solaparia o louvável propósito da Air America de congregar público contrário a Bush. Mas, sim, a versão de Kerry da guerra, guerra que pode ser melhor administrada e ganha, de algum modo com melhores uniformes protetores e menos celas de tortura.” [Huffington Post, June 2005]
While in Iraq to entertain the troops, Franken declared that the Bush administration “blew the diplomacy so we didn’t have a real coalition,” then failed to send enough troops to do the job right. “Out of sheer hubris, they have put the lives of these guys in jeopardy.” [Washington Post, February 16, 2004]
Enquanto no Iraque para entreter os soldados, Franken declarou que a administração Bush “melou com a diplomacia e, assim, não tivemos uma coalizão real,” e em seguida deixou de mandar soldados suficientes para fazer o serviço como deveria ser feito. “Por pura soberba colocaram as vidas deles em risco.” [Washington Post, February 16, 2004]


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