Saturday, September 27, 2014

The Blog from Nazareth - When men-only streets are okay in London


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Jonathan Cook – The Blog from Nazareth
Jonathan Cook – O Blog de Nazaré
When men-only streets are okay in London
Quando ruas apenas para homens não são problema em Londres
22 September 2014
22 de setembro de 2014
Imagine in one of London’s central districts, a Muslim group representing a significant section of the local community puts up notices before a street event telling women to confine themselves to one side of the road only. The posters, in Arabic and English, state: “Women should please walk along this side of the road only.”
Imagine, num dos distritos centrais de Londres, grupo muçulmano representativo de significativa parcela da comunidade local colocando cartazes, antes de evento de rua, dizendo às mulheres para limitarem-se a usar apenas um dos lados da rua. Os cartazes, em árabe e em inglês, rezando:  “Mulheres deverão, por favor, caminhar apenas deste lado da rua.”
How much coverage in the UK media do you think this would receive? Would we see articles about Muslims trying to bring sharia law to the streets of London? Would commentators fall over themselves to decry Islam as a religion of extremism and intolerance? Would our media and politicians call on Muslim leaders to denounce such primitive practices?
Quanta cobertura da mídia do Reino Unido imagina você que o fato receberia? Não leríamos artigos acerca de os muçulmanos tentarem trazer a lei sharia para as ruas de Londres? Comentadores não se esmerariam em denunciar o islã como religião de extremismo e intolerância? Não conclamariam, nossa mídia e nossos políticos, líderes muçulmanos a denunciarem tais práticas primitivas?
From long experience, we all know the answer.
De longa experiência, todos sabemos a resposta.
So how to explain the near-silence about exactly this happening last week in the London district of Hackney, except that religious Jews rather than Muslims were the party responsible. The Shomrim organisation put up the signs in preparation for the Torah procession in Stamford Hill. The posters were removed after local residents complained.
Como então explicar o quase silêncio acerca de exatamente isso acontecer na semana passada no distrito londrino de Hackney, exceto no ser o grupo responsável formado por judeus e não por muçulmanos. A organização Shomrim colocou os cartazes em preparação para a procissão da Torá em Stamford Hill. Os cartazes foram removidos depois que residentes locais reclamaram.

Photo – Please see the original !!!
Foto – Por favor veja o original !!!
But as the Redress website notes, the official response has been decidedly muted. An online search finds this story apparently of interest – and then only marginally – to local London media, plus one low-key story in the national Independent newspaper. And a police spokesman merely expresses concern about a “potential misinterpretation” of the signs, without explaining in what possible way they might be misinterpreted.
Como, porém, observa o website Redress, a reação oficial foi decididamente em surdina. Pesquisa online encontra essa história aparentemente de interesse – e, mesmo assim, apenas marginalmente – na mídia local londrina, adida de artigo discreto no jornal nacional Independent. E porta-voz da polícia meramente expressa preocupação com “possibilidade de interpretação equivocada” dos cartazes, sem explicar de que maneira seria possível eles serem interpretados equivocadamente.
He adds that Shomrim “have agreed that next year they will only be written in Hebrew and will be removed more swiftly after the event.”
Acrescenta que o Shomrim “concordou com que no próximo ano eles estejam escritos apenas em hebraico e sejam retirados mais rapidamente depois do evento.”
As Redress observes:
Como observa o Redress:
In other words, as long as the Jewish misogynists confine their hateful practice to Hebrew-reading Jewish women, and do so quickly before anyone has had time to ponder why this is happening on the streets of a British city, everything would be fine.
Em outras palavras, desde que os misóginos judeus limitem sua prática odienta a mulheres judias capazes de ler em hebraico, e o façam rapidamente antes que alguém tenha tempo para ponderar acerca de por que isso esteja acontecendo em ruas de cidade britânica, tudo estará certo.
It is worth bearing this story in mind next time you read an Islam scare story in the western media. What standards are used in assessing the Muslim community and how consistently are they being applied to other religious communities? And if there is an inconsistency, what motivates it? Why are news editors regularly playing up a Muslim threat, but playing down a Jewish or Christian or Hindu or Sikh threat?
Vale a pena ter essa história em mente da próxima vez em que você ler história alarmista a respeito do islã na mídia ocidental. Que padrões são usados para avaliar a comunidade muçulmana e quão coerentemente estão eles sendo aplicados a outras comunidades religiosas?  E se há incoerência, o que a motiva? Por que editores de notícias com regularidade maximizam ameaça muçulmana, mas minimizam ameaça judaica, cristã, hindu ou sikh?

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