Sunday, August 24, 2014

FFF - TGIF: “The Police Force Is Watching the People”


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TGIF: “The Police Force Is Watching the People”
GRAÇAS A DEUS É SEXTA-FEIRA: A Força Policial Está Vigiando as Pessoas
August 22, 2014
22 de agosto de 2014
Political philosophy — the libertarian philosophy included — can take you only so far. The libertarian philosophy provide grounds for condemning aggression, that is, the initiation of force, and along with some supplemental considerations, it identifies in the abstract what constitutes aggression, victimhood, and self-defense. But the philosophy can’t identify the aggressor and victim in particular cases; relevant empirical information is required. Murray Rothbard wrote in For A New Liberty:
A filosofia política — inclusive a filosofia libertária — só pode levar você até certo ponto. A filosofia libertária oferece fundamentos para condenação da agressão, isto é, da iniciativa de uso da força e, juntamente com algumas considerações suplementares, identifica, em abstrato, o que constitui agressão, vitimização, e autodefesa. A filosofia não pode, contudo, identificar o agressor e a vítima em casos específicos; torna-se necessária informação empírica relevante. Murray Rothbard escreveu, em Por Nova Liberdade:
If, for example, we see X seizing a watch in the possession of Y we cannot automatically assume that X is aggressing against Y’s right of property in the watch; for may not X have been the original, “true” owner of the watch who can therefore be said to be repossessing his own legitimate property? In order to decide, we need a theory of justice in property, a theory that will tell us whether X or Y or indeed someone else is the legitimate owner.
Se, por exemplo, virmos X apoderando-se de um relógio na posse de Y, não poderemos automaticamente assumir que X esteja agredindo o direito de propriedade que Y tem em relação ao relógio; pois não é possível que X tenha sido o dono original, “verdadeiro,” do relógio, podendo-se portanto dizer que ele está recuperando sua própria propriedade legítima? Para decidirmos, precisamos de uma teoria da justiça em propriedade, uma teoria que nos diga se o dono legítimo é X, ou Y, ou alguma outra pessoa.
And we cannot apply the theory of justice without empirical information. Between X and Y, who first had legitimate possession of the watch and how was possession procured? No ethical or political theory can answer those empirical questions, yet they are critical to applying the theory in order to determine who was the aggressor and who was the victim.
E não podemos aplicar a teoria da justiça sem informação empírica. Entre X e Y, quem teve primeiro posse legítima do relógio, e como foi tal posse conseguida? Nenhuma teoria ética ou política tem como responder a essas perguntas empíricas e no entanto, apesar disso, elas são fundamentais para a aplicação da teoria a fim de ser determinado quem foi o agressor e quem a vítima.
The same would be true if we observed an unarmed person shot dead in the street and another person nearby holding a smoking gun. To morally judge the situation, we would need more information than that provided by what we could see when first coming on the scene. That would be true even if the man with the gun is a white member of a police force — admittedly, a complicating factor considering what the police spend most of their time doing: enforcing rights-violating legislative decrees — and the dead person is a young black man who had no weapon.
O mesmo seria verdade se observássemos pessoa desarmada ser morta a tiros na rua e outra pessoa na proximidade segurando arma fumegante. Para julgar moralmente a situação, precisaríamos de mais informação do que a proporcionada pelo que pudéssemos ver logo ao chegarmos à cena. Isso seria verdade mesmo se o homem com a arma fosse membro branco da força policial — sem dúvida fator complicador, considerando-se o que a polícia passa a maior parte de seu tempo fazendo: obrigando as pessoas a cumprirem decretos legislativos que violoam direitos — e a pessoa morta jovem preto desarmado.
I point out what seems to me obvious only because in the Ferguson, Mo., shooting, some people (libertarians among them) seem tempted to let their ideology do work it is not cut out to do. For example, when I asked on Facebook if anyone had seen a report on the shooter Darren Wilson’s height and weight (Michael Brown’s stats, six-feet-four, 292 pounds, have been widely reported), one libertarian responded (with sarcasm, I presume), “I’m a bit fuzzy on what the height and weight loophole in the NAP [nonaggression principle] is.”
Destaco o que a mim parece óbvio porque nos disparos de Ferguson, Missouri, algumas pessoas (entre elas, libertários) parecem tentadas a deixar sua ideologia fazer trabalho para o qual não foi talhada. Por exemplo, quando perguntei, no Facebook, se alguém havia visto informação acerca da altura e do peso do atirador Darren Wilson (os dados de Michael Brown, 1,95m de altura, 132,73 quilos, foi amplamente divulgada), um libertário respondeu (com sarcasmo, presumo)  “Estou um pouco confuso acerca da ambiguidade referente a altura e peso no NAP [princípio da não agressão].”
Of course there is no loophole. But that’s irrelevant because, again, the NAP — or what I call the nonaggression obligation — cannot rule out a priori that the deceased may have begun the altercation with an act of aggression and that the shooting was an act of self-defense. We need facts to establish any reasonable conclusion, and without them, we are adrift. (Facts, of course, can be hard to come by. Eyewitness testimony is notoriously unreliable — and not only because people make up stuff. When suddenly subjected to a traumatic event, one’s powers of observation can be less than keen. In college, this was vividly demonstrated in a journalism class with the staging of a fight between the teacher and a student. The eyewitnesses’ news stories, written immediately after the incident, varied widely.)
Obviamente não há ambiguidade. Isso porém é irrelevante porque, repetindo, o NAP — ou o que chamo de obrigação de não agressão — não tem o poder de eliminar um a priori segundo o qual o morto possa ter começado a altercação com ato de agressão e os disparos terem sido ato de autodefesa. Precisamos de fatos para estabelecer qualquer conclusão razoável e, sem eles, estamos à deriva. (Fatos, naturalmente, podem ser difíceis de encontrar. Testemunho de testemunha ocular é notoriamente indigno de confiança — e não só porque as pessoas inventem coisas. Quando subitamente sujeitados a evento traumático, os poderes de observação da pessoa podem tornar-se menos afiados. Na faculdade isso foi vividamente mostrado numa aula de jornalismo com a teatralização de uma briga entre professor e aluno. Os relatos das testemunhas oculares, escritos imediatamente após o incidente, variaram grandemente.)
All I’m saying here is that even considering the pervasive racism in our society,  the well-documented culture of police abuse, and the enforcement of legislation that violates individual rights — it is still possible, even if unlikely, for a smaller white cop (possibly with bad intent) to shoot an unarmed bigger, heavier black 18-year-old — who had just committed a strong-armed robbery at a convenience store — in self-defense. I don’t know enough to say that this is what happened, but I don’t think anyone else can be sure things did not happen that way. There are conflicting eyewitness accounts, and the cable-news presentation of those eyewitnesses may not have been complete. To be sure, if legitimate self-defense might have taken place that day in Ferguson, it is also possible that Wilson initiated the altercation by giving arbitrary orders to Brown (as police officers often do to black youth) and fired his gun unnecessarily multiple times, and that Brown justifiably rushed him in self-defense. We must await the facts.
Tudo o que estou dizendo é que, mesmo considerando-se o disseminado racismo presente em nossa sociedade, a bem documentada cultura de abuso da polícia, e o fazer cumprir legislação que viola direitos individuais — ainda é possível, mesmo que improvavelmente, que um policial branco menor (possivelmente com a mente alterada) atirar num preto maior e mais pesado de 18 anos de idade — que havia acabado de cometer roubo fortemente armado em loja de conveniência — em autodefesa. Não sei o suficiente para dizer que isso foi o que aconteceu, mas não acredito que qualquer outra pessoa possa estar segura de as coisas não se terem passado desse modo. Há descrições conflitantes de testemunhas oculares, e a apresentação do noticiário televisado dessas testemunhas oculares poderá não ter sido completa. Na verdade, se autodefesa legítima puder ter sucedido naquele dia em Ferguson, é também possível que Wilson tenha iniciado a altercação ao dar ordens arbitrárias a Brown (como policiais amiúde dão a jovens pretos) e ao ter disparado sua arma desnecessariamente diversas vezes, e que Brown, justificadamente, o tenha atacado em autodefesa. Precisamos aguardar os fatos.
I have no intention of diminishing the systemic threat that black people and members of other minorities face from the police and other authorities every day. The so-called wars on drugs and guns, and the other decrees against victimless acts, provide the police ample scope for persecution and may well attract abusive and racist individuals to law-enforcement jobs. The experience of routine abuse plants a reasonable fear and suspicion in the targeted communities. But unless that culture of abuse justifies the cold-blooded killing of all police officers, even when they are off duty, I don’t see how it can automatically tell us who is the aggressor and who is the nonaggressor in any particular incident independent of the facts. I think we have to draw a distinction between a potential threat — which all police represent, to some more than others — and an imminent threat.
Não tenho a menor intenção de diminuir a ameaça sistêmica que as pessoas pretas e membros de outras minorias enfrentam da polícia e de outras autoridades todos os dias. As assim chamadas guerras a drogas e a armas, e os outros decretos contra atos sem vítimas, proporcionam à polícia amplo espaço para perseguição e bem poderá atrair indivíduos abusivos e racistas para empregos de repressão legal. A experiência de abuso sistemático instila compreensíveis medo e suspeita nas comunidades visadas. A menos, porém, que essa cultura de abuso justifique o assassínio a sangue frio de todos os policiais, mesmo quando eles não estiverem de serviço, não vejo como possa ela automaticamente nos dizer quem é o agressor e quem é o não agressor em qualquer incidente específico independentemente dos fatos. Acredito termos que estabelecer distinção entre ameaça em potential — que toda a instituição policial representa, para alguns mais do que para outros — e ameaça iminente.
Moreover, whatever happened between Wilson and Brown, it cannot justify the military-style reaction of the police and other government personnel in the aftermath. Pointing weapons at and verbally abusing peaceful demonstrators is intolerable. Tear-gassing crowds is outrageous. Curfews treat innocent people like criminal suspects. It’s telling that while demonstrators were being manhandled, the police stood by while others robbed stores.
Ademais, o que quer que tenha acontecido entre Wilson e Brown, não pode justificar a reação de estilo militar da polícia e de outras pessoas do governo na esteira do acontecido. Apontar armas e abusar verbalmente de manifestantes pacíficos é intolerável. Jogar gás lacrimogênio em multidões é afrontoso. Toques de recolher ameaçam pessoas inocentes como se fossem suspeitas de crimes. É eloquente o fato de os manifestantes serem agredidos e espancados enquanto, ao outras pessoas roubarem lojas, a polícia não intervir.
What should happen now in Ferguson and all places where shootings by the police have occurred? In the current context, it is imperative that anytime a police officer shoots someone, a public adversarial proceeding should be held where all the evidence can be presented. It could be a full-blown trial or a hearing to determine if a trial is warranted. But objectivity and transparency must be priorities. The public must see that the police officer is being judged without favor. Not even the hint of a proceeding rigged in favor of the police must be permitted. If this requires an independent investigator or prosecutor, so be it.
O que deveria acontecer agora em Ferguson e em todos os lugares onde disparos da polícia ocorreram? No atual contexto, é imperativo que, ao policial atirar em alguém, seja movido processo litigioso com toda evidência que possa ser apresentada. Poderá ser para efeito de julgamento pleno em tribunal ou poderá ser audiência para determinar se cabe tal julgamento. Contudo, objetividade e transparência têm de ser prioridades. O público precisa ver que o policial está sendo julgado sem favorecimentos. Nem mesmo insinuação de processo viciado em favor da polícia deverá ter espaço. Se for necessário investigador ou promotor independente, que seja. 
In the longer term, the way policing is done must be rethought. I can’t see how under the current system the nature of the police as an occupying army can be changed. This is especially true where minority communities are concerned. Radical solutions are needed.
No prazo mais longo, o modo pelo qual a atividade policial é levada a efeito precisa ser repensado. Não consigo ver como, a ser mantido o atual sistema, a natureza da polícia como exército de ocupação possa ser mudada. Isso é especialmente verdade no caso de comunidades minoritárias. São imprescindíveis soluções radicais. 
People rightly decry the obnoxious militarization of even small-town police departments, but the problem is deeper than that. Police forces abused people — particularly black people — long before the Pentagon started giving cities and towns war materiel. Remember those scenes of dogs and firehoses being turned on peaceful civil-rights marchers? A billy club is low-tech, but it can do — and did — much damage. The system has long cultivated an us-versus-them attitude in the police. It’s nothing new, even if the “them” has come to include more people. Police don’t even regard themselves as civilians, as I believe they once did. We are the civilians. They are our watchers keeping us in line. Who doesn’t do a quick self-survey when a police officer approaches? As Steppenwolf sang in its 1969 hit “Monster”: “The police force is watching the people, and the people just can’t understand.”
As pessoas, com razão, censuram abertamente a odiosa militarização de departamentos de polícia até de pequenas cidades, mas o problema é mais profundo do que isso. As forças policiais cometiam abuso contra pessoas — particularmente pretas — muito antes de o Pentágono ter começado a dar a cidades e cidadezinhas equipamento e suprimento de guerra. Lembram-se daquelas cenas de cães e mangueiras de incêndio voltados contra passeatas pacíficas de defensores de direitos civis? Cassetetes são objetos de tecnologia rudimentar, mas podem causar — e causaram — muito dano. O sistema há muito tempo cultiva uma atitude, internamente à polícia, de nós-contra-eles. Não há nada de novo, mesmo o “eles” tendo vindo a incluir mais pessoas. A polícia nem mesmo se vê como integrada por civis, como acredito que se via no passado. Nós é que somos os civis. Eles são os que nos vigiam, mantendo-nos na linha. Quem não responde mentalmente a um rápido questionário quando um policial se aproxima? Como Steppenwolf cantava em seu sucesso de 1969 “Monster”: “A força policial está vigiando as pessoas, e as pessoas simplesmente não conseguem entender.”
I see potential in the approach spelled out by one of my favorite libertarians, Karl Hess, who wrote, also in 1969:
Vejo potencial na abordagem enunciada por um de meus libertários favoritos, Karl Hess, que escreveu, também em 1969:
Libertarianism is a people’s movement and a liberation movement. It seeks the sort of open, non-coercive society in which the people, the living, free, distinct people may voluntarily associate, dis-associate, and, as they see fit, participate in the decisions affecting their lives. This means a truly free market in everything from ideas to idiosyncrasies. It means people free collectively to organize the resources of their immediate community or individualistically to organize them; it means the freedom to have a community-based and supported judiciary where wanted, none where not, or private arbitration services where that is seen as most desirable. The same with police. The same with schools, hospitals, factories, farms, laboratories, parks, and pensions. Liberty means the right to shape your own institutions.
O libertarismo é movimento de pessoas e movimento de libertação. Procura aquele tipo de sociedade aberta, não coercitiva, na qual as pessoas, as pessoas vivas, livres, distintas, podem voluntariamente associar-se, desassociar-se e, como acharem adequado, participarem das decisões que afetem suas vidas. Isso significa mercado verdadeiramente livre em tudo, desde ideias a idiossincrasias. Significa pessoas livres coletivamente para organizarem os recursos de sua comunidade imediata ou individualisticamente para organizarem-se; significa liberdade para ter um judiciário baseado na comunidade e por ela suportado onde desejado, não tê-lo se não desejado, ou serviços privados de arbitragem onde isso seja visto como o mais adequado. O mesmo no tocante à polícia. O mesmo no tocante a escolas, hospitais, fábricas, fazendas, laboratórios, parques, e pensões. Liberdade significa o direito de delinear as próprias instituições. 
We have to do something — soon.
Temos de fazer algo — logo.
This post was written by: Sheldon Richman
Sheldon Richman is vice president of The Future of Freedom Foundation and editor of FFF's monthly journal, Future of Freedom. For 15 years he was editor of The Freeman, published by the Foundation for Economic Education in Irvington, New York. He is the author of FFF's award-winning book Separating School & State: How to Liberate America's Families; Your Money or Your Life: Why We Must Abolish the Income Tax; and Tethered Citizens: Time to Repeal the Welfare State. Calling for the abolition, not the reform, of public schooling. Separating School & State has become a landmark book in both libertarian and educational circles. In his column in the Financial Times, Michael Prowse wrote: "I recommend a subversive tract, Separating School & State by Sheldon Richman of the Cato Institute, a Washington think tank... . I also think that Mr. Richman is right to fear that state education undermines personal responsibility..." Sheldon's articles on economic policy, education, civil liberties, American history, foreign policy, and the Middle East have appeared in the Washington Post, Wall Street Journal, American Scholar, Chicago Tribune, USA Today, Washington Times, The American Conservative, Insight, Cato Policy Report, Journal of Economic Development, The Freeman, The World & I, Reason, Washington Report on Middle East Affairs, Middle East Policy, Liberty magazine, and other publications. He is a contributor to the The Concise Encyclopedia of Economics. A former newspaper reporter and senior editor at the Cato Institute and the Institute for Humane Studies, Sheldon is a graduate of Temple University in Philadelphia. He blogs at Free Association. Send him e-mail.
Esta afixação foi escrita por: Sheldon Richman
Sheldon Richman é vice-presidente da Fundação Futuro de Liberdade e editor do mensário da FFF, Futuro de Liberdade. Foi por 15 anos editor de The Freeman, publicado pela Fundação de Educação Econômica em Irvington, New York. É autor do livro premiado da FFF Separação de Escola e Estado: Como Libertar as Famílias dos Estados Unidos; Seu Dinheiro ou Sua Vida: Por Que Precisamos Extinguir o Imposto de Renda; e Cidadãos no Cabresto: Hora de Repudiar o Estado Assistencialista. Preconizando extinção, não reforma, da escola pública, Separação de Escola e Estado tornou-se livro de referência em círculos tanto libertários quanto educacionais. Em sua coluna do Financial Times, Michael Prowse escreveu: "Recomendo obra subversiva, Separação de Igreja e Estado por Sheldon Richman do Cato Institute, entidade de estudos interdisciplinares de Washington... . Acho também que o Sr. Richman está certo em temer que a educação estatal solape a responsabilidade pessoal..." Os artigos de Sheldon acerca de política econômica, educação, liberdades civis, história dos Estados Unidos, política externa e Oriente Médio já foram publicados em Washington Post, Wall Street Journal, American Scholar, Chicago Tribune, USA Today, Washington Times, The American Conservative, Insight, Cato Policy Report, Journal of Economic Development, The Freeman, The World and I, Reason, Washington Report on Middle East Affairs, Middle East Policy, revista Liberty e outras publicações. É colaborador da Enciclopédia Concisa de Economia. Ex-repórter   de jornal e ex-editor sênior do Cato Institute e do Instituto de Estudos Humanos, Sheldon é formado pela Temple University em Philadelphia. Bloga em Free Association. Envie-lhe e-mail.


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