Friday, June 20, 2014

The Anti-Empire Report - Dialogue with readers - In the land where happiness is guaranteed in the Declaration of Independence



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William Blum
William Blum
Official website of the author, historian, and U.S. foreign policy critic.
Website oficial do autor, historiador e crítico da política externa dos Estados Unidos.
The Anti-Empire Report #126
O Relatório Anti-Império No. 126
By William Blum – Published March 7th, 2014
Por William Blum – Publicado em 7 de março de 2014
Dialogue with readers
Diálogo com leitores
Last month’s report evoked an unusually large number of critical responses, concerning two basic issues:
O relatório do mês passado suscitou número inusitadamente grande de respostas críticas, concernindo a duas questões básicas:
1) My questioning the widely-held belief that if John F. Kennedy had not been assassinated he would have ended US military involvement in Vietnam. Those who wrote to me are convinced that in a second term as president, without the need to worry about re-election, the genuine liberal and man of peace residing inside JFK would have been free to blossom, and he would quickly have put an end to a war that he supposedly abhorred.
1) Meu questionamento da crença amplamente disseminada de que se John F. Kennedy não tivesse sido assassinado teria acabado com o envolvimento militar dos Estados Unidos no Vietnã. Os que me escreveram estão convencidos de que, num segundo mandato como presidente, sem necessidade de preocupar-se com reeleição, o liberal genuíno e homem de paz residente dentro de JFK teria estado livre para aflorar, e rapidamente teria posto fim a guerra que supostamente abominava.
I had written in the report: “It appears that we’ll never know with any kind of certainty what would have happened if JFK had not been assassinated, but I still go by his Cold War record in concluding that US foreign policy would have continued along its imperial, anti-communist path.”
Eu escrevera no relatório: “Parece que nunca saberemos com qualquer grau de certeza o que teria acontecido se JFK não tivesse sido assassinado, mas eu ainda me fio em seu histórico de Guerra Fria para concluir que a política externa dos Estados Unidos teria continuado em sua trilha imperial anticomunista.
As I read letter after letter challenging this assertion, the thought occurred to me: This is just what we heard for four years concerning Barack Obama – In his second term the genuine liberal and man of peace would emerge; the Nobel Peace Laureate would show why he deserved the prize. Well, do I need to go into the awful details of the man’s second term, from drone assassinations to relentless persecution of whistleblowers who question his foreign policy?
Enquanto lia carta após carta questionando aquela asserção, veio-me o pensamento: Isso é exatamente o que ouvimos durante quatro anos concernindo a Barack Obama – Em seu segundo mandato o liberal genuíno e homem de paz afloraria; o laureado com o Prêmio Nobel mostraria por que mereceu o prêmio. Ora bem, precisarei ir aos medonhos detalhes do segundo mandato do homem, desde assassínios com drones [aviões não tripulados] a perseguição implacável de denunciantes que questionam sua política externa?
2) I suggested a possible solution to the international problem of suicide bombers: Go to the very source. Flood selected Islamic societies with this message: “There is no heavenly reward for dying a martyr. There are no 72 beautiful virgins waiting to reward you for giving your life for jihad. No virgins at all. No sex at all.”
2) Sugeri possível solução para o problema internacional dos homens-bomba suicidas: Ir até a fonte. Inundar sociedades islâmicas selecionadas com esta mensagem: “Não há recompensa celeste por morrer como mártir. Não há 72 lindas virgens esperando para recompensar você por dar sua vida pela jihad. Não há virgem nenhuma. Não há sexo nenhum.”
I was informed by reader after reader that the whole thing about virgins is a myth. That may very well be the case, but as I pointed out to them, I was using the story metaphorically, to describe killing and dying for a religious cause, then counterposing US military men killing and dying for a “religious” cause called patriotism, nationalism or American exceptionalism. Both “causes”, Islamic and American, need to be unlearned. That was my point. There’s no excuse for setting off a powerful bomb in a crowded restaurant nor for dropping a powerful bomb in a residential area.
Fui informado, por leitor após leitor, que toda a história de virgens é mito. Pode perfeitamente ser mas, como destaquei para eles, eu estava usando a história metaforicamente, para descrever matar e morrer por causa religiosa, e em seguida contrapor os militares dos Estados Unidos matando e morrendo por causa “religiosa” chamada patriotismo, nacionalismo ou excepcionalismo estadunidense. Ambas as “causas”, islâmicas e estadunidense, precisam ser tiradas da mente. Esse era meu ponto. Não há desculpa para explodir bomba poderosa em restaurante repleto, nem para deixar cair bomba poderosa em área residencial.
In the land where happiness is guaranteed in the Declaration of Independence
No país onde a felicidade é garantida na Declaração de Independência
President Obama and many other political and media figures have once again made discussion about the minimum wage a heated subject. Time for me to repeat something I wrote in 2007:
O Presidente Obama e muitas outras figuras da política e da mídia mais uma vez tornaram o salário mínimo assunto inflamado. Hora de eu repetir algo que escrevi em 2007:
“Think raising the minimum wage is a good idea?”
“Pensa que aumentar o salário mínimo é boa ideia?”
“Think again.”
“Pense outra vez.”
That was the message of a full-page advertisement that appeared in major newspapers in January. It was accompanied by statements of approval from the usual eminent suspects:
Essa foi mensagem de anúncio de página inteira em jornais importantes, em janeiro. Fez-se acompanhar de declarações de aprovação das eminências de sempre:
“The reason I object to the minimum wage is I think it destroys jobs, and I think the evidence on that, in my judgment, is overwhelming.” Alan Greenspan, former Federal Reserve Chairman
“O motivo pelo qual objeto ao salário mínimo é eu pensar que ele destrói empregos, e acho que a evidência quanto a isso, segundo julgo, é esmagadora.” Alan Greenspan, ex-Chairman da Reserva Federal
“The high rate of unemployment among teenagers, and especially black teenagers, is both a scandal and a serious source of social unrest. Yet it is largely a result of minimum wage laws.” Milton Friedman, Nobel Prize-winning economist
“O alto índice de desemprego entre adolescentes, especialmente pretos, é tanto um escândalo quanto séria fonte de inquietação social. E é, em grande parte, resultado das leis de salário mínimo.” Milton Friedman, economista ganhador do Prêmio Nobel
Well, if raising the minimum wage can produce such negative consequences, then surely it is clear what we as an enlightened and humane people must do. We must lower the minimum wage. And thus enjoy less unemployment, less social unrest. Indeed, if we lower the minimum wage to zero, particularly for poor blacks … think of it! … No unemployment at all! Hardly any social unrest! In fact – dare I say it? – What if we did away with wages altogether?
Ora bem, se aumentar o salário mínimo pode produzir tais consequências negativas, então seguramente é claro o que nós, como povo esclarecido e humano, temos de fazer. Temos de diminuir o salário mínimo. E assim gozar de menos desemprego, menos inquietação social. Na verdade, se diminuirmos o salário mínimo para zero, particularmente para os pretos pobres ... imaginem só! … Nenhum desemprego em absoluto! Nenhuma inquietação social! Na verdade – posso ousar dizê-lo? – E se acabássemos com todo e qualquer salário?
“The modern conservative is engaged in one of man’s oldest exercises in moral philosophy: that is, the search for a superior moral justification for selfishness.” – John Kenneth Galbraith
“O conservador moderno está envolvido em um dos mais antigos exercícios de filosofia moral do homem: isto é, a procura de justificativa de moralidade superior para seu egoísmo.” – John Kenneth Galbraith


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