Wednesday, April 16, 2014

The Anti-Empire Report - Killing suicide



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William Blum
William Blum
Official website of the author, historian, and U.S. foreign policy critic.
Website oficial do autor, historiador e crítico da política externa dos Estados Unidos.
The Anti-Empire Report #125
O Relatório Anti-Império No. 125
By William Blum – Published February 4th, 2014
Por William Blum – Publicado em 4 de fevereiro de 2014
Killing suicide
Para acabar com o suicídio
Suicide bombers have become an international tragedy. One can not sit in a restaurant or wait for a bus or go for a walk downtown, in Afghanistan or Pakistan or Iraq or Russia or Syria and elsewhere without fearing for one’s life from a person walking innocently by or a car that just quietly parked nearby. The Pentagon has been working for years to devise a means of countering this powerful weapon.
Homens-bombas suicidas tornaram-se tragédia internacional. Ninguém pode sentar-se num restaurante ou esperar ônibus ou dar um passeio a pé no centro da cidade, no Afeganistão ou no Paquistão ou no Iraque ou na Rússia ou Síria e em outros lugares sem temer pela vida ameaçada por pessoa que caminha inocentemente ou carro que acaba de estacionar silenciosamento ali perto. O Pentágono vem trabalhando há anos para conceber meio de contrapor-se a essa poderosa arma.
As far as we know, they haven’t come up with anything. So I’d like to suggest a possible solution. Go to the very source. Flood selected Islamic societies with this message: “There is no heavenly reward for dying a martyr. There are no 72 beautiful virgins waiting to reward you for giving your life for jihad. No virgins at all. No sex at all.”
Tanto quanto eu saiba, não conseguiu imaginar nada eficaz. Portanto, eu gostaria de sugerir solução possível. Vá à própria fonte. Inunde as sociedades islâmicas com a seguinte mensagem: “Não há recompensa celeste por morrer como mártir. Não há 72 lindas virgens esperando para recompensar você por dar sua vida pela jihad. Não há virgem nenhuma. Não há sexo nenhum.”
Using every means of communication, from Facebook to skywriting, from billboards to television, plant the seed of doubt, perhaps the very first such seed the young men have ever experienced. As some wise anonymous soul once wrote:
Usando todo meio de comunicação, de Facebook a escrita no céu, de cartazes a televisão, plante a semente da dúvida, talvez a primeira semente da espécie que aqueles jovens tenham conhecido. Como escreveu certa vez sábia alma anônima:
A person is unambivalent only with regard to those few beliefs, attitudes and characteristics which are truly universal in his experience. Thus a man might believe that the world is flat without really being aware that he did so – if everyone in his society shared the assumption. The flatness of the world would be simply a “self-evident” fact. But if he once became conscious of thinking that the world is flat, he would be capable of conceiving that it might be otherwise. He might then be spurred to invent elaborate proofs of its flatness, but he would have lost the innocence of absolute and unambivalent belief.
Uma pessoa só tem sentimentos inequívocos e ideias não contraditórias no tocante àquelas poucas crenças, atitudes e características que, em sua experiência, são verdadeiramente universais. Assim, alguém poderá acreditar que o mundo é plano sem realmente estar consciente de acreditar nisso – se todo mundo em sua sociedade compartilhar da mesma assunção. A planura do mundo será simplesmente fato “evidente por si próprio.” Se, porém, essa pessoa vier a ter consciência de achar que o mundo é plano, será capaz de imaginar que possa não sê-lo. Poderá então ver-se instigada a inventar sofisticadas provas da planura do mundo, mas terá perdido a inocência da crença absoluta e inequívoca.
We have to capture the minds of these suicide bombers. At the same time we can work on our own soldiers. Making them fully conscious of their belief, their precious belief, that their government means well, that they’re fighting for freedom and democracy, and for that thing called “American exceptionalism”. It could save them from committing their own form of suicide.
Temos de apresar as mentes desses homens-bomba suicidas. Ao mesmo tempo podemos trabalhar nossos próprios soldados. Tornando-os plenamente conscientes de sua crença, da crença tão cara a eles, de que o governo deles tem boas intenções, de que eles estão lutando pela liberdade e pela democracia, e por aquela coisa chamada “excepcionalismo estadunidense”. Isso poderá impedir que eles cometam sua própria forma de suicídio.

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