Thursday, December 5, 2013

dbfrank - What Kind of Theory Do We Need for Translation? 2. Structuralist Models of Communication and Translation


Bible Translation Conference 2008: Translator and Audience
February 4-6, 2008
UK Campus of the European Training Programme, Horsleys Green, England
ENGLISH
PORTUGUÊS
What Kind of Theory Do We Need for Translation?
De Que Tipo de Teoria Precisamos para Tradução?
David B Frank
David B Frank
SIL International
SIL International
2. Structuralist Models of Communication and Translation
2. Modelos Estruturalistas de Comunicação e Tradução
The field of translation has advanced along scientific lines, particularly with the contribution of Eugene Nida, using linguistics as point of departure.Translation has been explained to many people and a technique for translating has been developed and widely practiced using a model that begins with a basic distinction between form and meaning. The basic idea of this approach is that forms and meanings can be distinguished, with linguistic forms being specific to a language while meanings are more universal and capable of being carried across from one language to another.The idea is that a speaker encodes his or her message by putting meanings into linguistic forms, and on the receiving end the hearer decodes the message by extracting the meaning out of the linguistic forms. Michael Reddy (1979) documents how widespread this way of thinking is in our English-speaking culture, and at the same time expresses his profound dissatisfaction with what he calls “the conduit metaphor” as an accurate assessment of what actually goes on in communication. When this conduit metaphor is applied to translation, the conceptualization of the translation process is that it involves the translator decoding the meanings from the forms of one language and encoding those meanings into the forms of another language. See Figure 1 for a graphic illustration of how translation is sometimes presented as a two-step process of decoding and encoding.
A área de tradução tem progredido ao longo de linhas científicas, particularmente com a contribuição de Eugene Nida, usando a linguística como ponto de partida. A tradução tem sido explanada para muitas pessoas, e uma técnica para traduzir veio sendo desenvolvida e amplamente praticada usando um modelo que começa com uma distinção básica entre forma e significado. A ideia básica dessa abordagem é a de que formas e significados podem ser distinguidos, havendo formas linguísticas específicas de determinada língua enquanto os significados são mais universais e passíveis de ser trasladados de uma língua para outra. A ideia é a de que o falante codifica sua mensagem mediante colocar significados em formas linguísticas, e na ponta recebedora o ouvinte decodifica a mensagem mediante extrair o significado das formas linguísticas. Michael Reddy (1979) documenta o quanto essa maneira de pensar é disseminada em nossa cultura falante de inglês, e ao mesmo tempo expressa sua profunda insatisfação com o que chama de a “metáfora do conduíte” como avaliação do que realmente acontece na comunicação. Quando essa metáfora do conduíte é aplicada à tradução, a conceptualização do processo de tradução é a de que ele envolve o tradutor decodificando os significados a partir das formas de uma língua e codificando esses significados nas formas de outra língua. Ver a Figura 1 para efeito de ilustração gráfica de como a tradução é por vezes apresentada como processo de duas fases de decodificação e codificação.
The form vs. meaning, decoding and encoding model of translation is an example of what I would call a structural(ist) model of translation. It is simplistic, and in some ways wrong, in my estimation, regarding how language and communication work. Form and meaning are not as clearly distinguishable as this model would suggest. But it is elegant in its simplicity, and the simple decoding-encoding model has given insight to many people trying to get an initial grasp on what translation is all about.There is a lot that this simple model does not account for by itself, including the role of context and the use of irony and other types of non-literal language.
O modelo da tradução como consistindo em forma versus significado, decodificação e codificação, é exemplo do que eu chamaria de modelo estrutural(ista) de tradução. Ele é simplista e, sob certos aspectos, errado, em minha estimativa, no tocante a como linguagem e comunicação funcionam. Forma e significado não são tão claramente distinguíveis como esse modelo sugeriria. Ele é, porém, elegante em sua simplicidade, e o modelo simples de decodificação-codificação tem dado discernimento a muitas pessoas que tentam ter uma apreensão inicial a respeito de a que diz respeito a tradução. Há muita coisa de que esse modelo, em si próprio, não dá conta, inclusive o papel do contexto e o uso da ironia e de outros tipos de linguagem não literal.
Relevance theory is another structuralist model of what goes on in translation and other types of communication. A structuralist approach emphasizes what is given or determined in every situation. It builds an explanatory model with the assumption that there is a system of underlying laws that govern the way people act and interpret their world. A hallmark of structuralism is the attempt to divide things up in a binary fashion and deal with the parts separately, or focus on one at present while putting off dealing with the other: langue vs. parole, competence vs.performance, surface structure vs. deep structure, autonomous syntax, what was said vs. what was meant, analytic vs. synthetic competence, a theory of linguistic competence vs. a theory of communicative competence, the interpretive use of language vs. the descriptive use of language, i-mode vs. c-mode communication, resembling translation vs. interpretive translation,and so forth.
A teoria da relevância é outro modelo estruturalista concernente ao que acontece na tradução e em outros tipos de comunicação. Abordagens estruturalistas enfatizam o que é dado ou determinado em toda situação. Constroem modelo explanatório com a assunção de haver um sistema de leis subjacentes que governam o modo pelo qual as pessoas agem e interpretam seu mundo. Uma das chancelas do estruturalismo é a tentativa de dividir as coisas de maneira binária e lidar com as partes separadamente, ou de concentrar-se numa delas e adiar a lide com a outra: langue versus parole, competência versus desempenho, estrutura de superfície versus estrutura profunda, sintaxe autônoma, o que foi dito versus o que foi pretendido dizer, competência analítica versus sintética, teoria da competência linguística versus teoria da competência comunicativa, uso interpretativo da linguagem versus uso descritivo da linguagem, comunicação modo-i versus comunicação modo-c, tradução assemelhativa versus tradução interpretativa, e assim por diante.
To be continued at http://zqxjkv0.blogspot.com.br/2013/12/dbfrank-what-kind-of-theory-do-we-need_7.html

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