Monday, December 9, 2013

dbfranck - What Kind of Theory Do We Need for Translation? 4. A Structural-Functional or Sociolinguistic Model



Bible Translation Conference 2008: Translator and Audience
February 4-6, 2008
UK Campus of the European Training Programme, Horsleys Green, England
ENGLISH
PORTUGUÊS
What Kind of Theory Do We Need for Translation?
De Que Tipo de Teoria Precisamos para Tradução?
David B Frank
David B Frank
SIL International
SIL International
4. A Structural-Functional or Sociolinguistic Model
4. Modelo Estrutural-Funcional ou Sociolinguístico
Relevance Theory is a structural approach to translation. Skopos Theory is a functional approach. The model being presented here has elements of both structuralism and functionalism. Now imagine a model for analyzing translation that emphasizes function and the interpersonal side of translation, but integrates attention to units and relationships and structures, yet without being abstract and without trying to build a model of what goes on the human mind that cannot be observed directly. This sociological model for translation involves units and relations, distinctions and definitions, but the units are not words, propositions, thoughts, or quotations, but rather people. The key relationships are relationships between people, who can be seen as individual actors and as members of groups. It is such a model that I will attempt to develop int the remainder of this paper.
A Teoria da Relevância é uma abordagem estrutural da tradução. A Teoria Skopos é abordagem uma funcional. O modelo que aqui é apresentado tem elementos tanto de estruturalismo quanto de funcionalismo. Imaginemos um modelo de análise da tradução que enfatize função e o lado interpessoal da tradução, mas integre atenção a unidades e a relações e estruturas, sem contudo ser abstrato e sem tentar construir um modelo do que ocorre na mente humana que não possa ser observado diretamente. Esse modelo sociológico da tradução envolve unidades e relações, distinções e definições, mas as unidades não são palavras, proposições, pensamentos, ou citações, e sim antes pessoas. As relações decisivas são relações entre pessoas que podem ser vistas como agentes individuais e como membros de grupos. É tal modelo que tentarei desenvolver no restante deste paper.
It is here proposed that there are four main groups of people involved in a translation sociolinguistic context: the translation team, the target audience, the original author, and what I call third-party stakeholders. As Skopos Theory emphasizes, purpose is a key element of translation, but the purpose in any given translation situation is not monolithic. Each of these four basic groups can have its own purpose. And I wish to point out from the start that these four basic groups of people are likely not clear-cut, and there can be more than four sets of purposes for any one translation. But it can be useful to develop a model along these lines, recognizing four main sets of actors, each with their own perspectiveon the translation and purpose for it.
É aqui proposto existirem quatro grupos principais de pessoas envolvidas num contexto sociolinguístico de tradução: a equipe de tradução, a audiência-alvo, o autor original, e o que denomino de terceiros interessados. Como a Teoria Skopos enfatiza, o propósito é elemento decisivo da tradução, mas o propósito em qualquer situação de tradução dada não é monolítico. Cada um desses grupos básicos pode ter seu próprio propósito. E desejo ressaltar desde o início que esses quatro grupos de pessoas não são provavelmente nitidamente definidos, e pode haver mais de quatro conjuntos de propósitos para qualquer tradução. Poderá ser útil, contudo, desenvolver um modelo ao longo de citadas linhas, reconhecendo quatro conjuntos principais de atores, cada um com sua perspectiva própria a respeito da tradução e do propósito dela.
It is easy and common to think of words and sentences as having meaning. I would rather emphasize an approach that sees meanings as being in people’s heads, and not in the words, sentences or texts themselves. That is, language and other types of symbolic behavior are used to express thoughts and convey meanings, but it is an illusion to think that the meanings somehow reside in the words, sentences, texts and actions. In successful communication the communicator may use words and linguistic structures to express what he or she wants to express to another party, but while language is used as a medium of communication, it is only  a imprecise metaphor–even if a useful one–to say that words and sentences contain meaning. The average literate person may think that words have meanings, and that one can consult a dictionary to find out the true meaning of a word, past and present. Anyone who has worked on compiling a dictionary knows that it is an attempt to capture the conventions of language. Meanings are associated with words and other linguistic units by convention. Language is a complex, socially agreed-upon system of symbols used for the purpose of communication. The relationships between forms and meanings is more arbitrary than many people realize, but it is the conventional aspect of language that makes communication possible. I will give a disclaimer here that, as a linguist, I do not understand human language as being just a more highly-developed form of animal language. Most non-human forms of language are iconic rather than symbolic, though it is possible in some cases for animal language to have symbolic elements. But human language, with its distinction between phonological and grammatical systems, is double-coded in a way that no animal language is. This has been called duality of patterning or double articulation. Phonology and grammar are both arbitrary systems that vary from language to language and work together to make human language the unique form of communication that it is. As Bertrand Russell has noted, “No matter how eloquently a dog may bark, he cannot tell you that his parents were poor, but honest.”
É fácil e comum pensar das palavras e sentenças como tendo significado. Eu prefiro enfatizar abordagem que entende os significados como estando na cabeça das pessoas, e não nas palavras, sentenças ou textos eles próprios. Isto é, a linguagem e outros tipos de comportamento simbólico são usados para expressar pensamentos e carrear significados, mas é ilusão achar que os significados de algum modo residem nas palavras, sentenças, textos e ações. Em comunicação bem-sucedida o comunicador poderá usar palavras e estruturas linguísticas para expressar o que deseja expressar para outra parte, mas embora a linguagem seja usada como meio de comunicação,  é apenas metáfora imprecisa – embora útil – dizer que palavras e sentenças contenham significado. A pessoa mediamente instruída poderá achar que as palavras têm significado, e ser possível consultar dicionário para descobrir o verdadeiro significado de uma palavra, passado e presente. Qualquer pessoa que tenha trabalhado em compilar dicionário sabe que este é uma tentativa de captar as convenções da linguagem. Os significados estão associados a palavras e a outras unidades linguísticas por convenção. A linguagem é sistema de símbolos complexo, acerca do qual as pessoas se põem de acordo, usado para propósito de comunicação. As relações entre formas e significados é mais arbitrária do que muitas pessoas supõem, mas é o aspecto convencional da linguagem que torna a comunicação possível. Exonerar-me-ei aqui de responsabilidade mediante dizer que, como linguista, não entendo a linguagem humana como sendo apenas forma mais altamente desenvolvida de linguagem animal. As formas não humanas de linguagem, em sua maioria, são antes icônicas do que simbólicas, embora seja possível, em alguns casos, a linguagem animal ter elementos simbólicos. A linguagem humana, porém, com sua distinção entre sistemas fonológico e gramatical, é duplamente codificada de maneira que nenhuma linguagem animal o é. Isso tem sido chamado de dualidade de padrão, ou articulação dupla. Fonologia e gramática são ambas sistemas arbitrários que variam de língua para língua e trabalham em conjunto para tornar a linguagem humana a forma sem par de comunicação que é. Como observou Bertrand Russell, “Por mais eloquentemente que um cão lata, não conseguirá dizer a você que os pais deles eram pobres, mas honestos.”
4.1. The Original Author
4.1. O Autor Original
Now, back to a theoretical model for translation, I will assume that the starting point of a translation is a source text. The source text is an instance of communication between an original speaker or author in a certain social context to a certain audience. The audience may be very broad or very narrow and specific, but the text or other speech act is communicated through the medium of a certain language in a certain time and cultural context. The speaker or writer expresses something that he or she wants the audience to understand and appreciate, and this is done through the conventions of a particular language, which makes communication of this sort possible. For a translation sociolinguistic situation, I will say that the purpose of the original author in communication is a significant factor, but the purposes of the original recipients of the original text are out of focus. The important thing is what the original author intended to communicate.
Agora, de volta ao modelo teórico de tradução, assumirei que o ponto de partida da tradução é o texto fonte. O texto fonte é uma ocorrência de comunicação entre um falante ou autor original em certo contexto social e certa audiência. A audiência poderá ser muito ampla ou muito estreita e específica, mas o texto ou outro ato da fala é comunicado por meio de certa língua em certa época e certo contexto cultural. O falante ou escritor expressa algo que deseja a audiência entenda e aprecie, e isso é feito por meio das convenções de uma língua específica, que torna comunicação da espécie possível. Numa situação sociolinguística de tradução, direi que o propósito do autor original na comunicação é fator importante, mas os propósitos dos recebedores originais do texto original são obscuros. O importante é o que o autor original pretendeu comunicar.
4.2. The Translator
4.2. O Tradutor
After the original author, a second major participant in a translation sociolinguistic situation is the translator. The translator has read the original text, and through the ordinary conventions of language has gained an understanding of it, and now wants to construct a new text based on the original, extending the translator’s understanding of the original author’s text to a new audience.The translator may or may not have been a member of theoriginal audience for this text, but must at least be capable of reading the source text well enough to gain an understanding of it. We would normally think of this newly-constructed text as being in a different language from that ofthe original text, or else we would not call it a translation. Otherwise it might be called some other kind of speech act, like a performance (of a play), or an oral reading (of a written text), etc.This is a simple, common-sensical explanation of what takes place in translation, that does notinvolve encoding and decoding, meanings detached from forms,implicature and explicature, and so forth. A more abstract and complicated explanation of translation is not needed for a sociologically-oriented model. An explanation of how someone is able to use the conventions of language and hear or read a text and gain an understanding of it, and then communicate that understanding through the creation of a new text–these are the things that a theory of linguistics helps to explain. Note, importantly, though, that in the model of translation being presented here,there are no meanings that exist apart from people. That is, meanings are not “in” words and texts. Words and texts are conventions that people use to express themselves to, and try to influence, each other. They are not “containers” of meaning, the strength and prevalence of the conduit metaphor notwithstanding (Reddy1979).
Depois do autor original, um segundo participante maior numa situação sociolinguística de tradução é o tradutor. O tradutor leu o texto original e, por meio das convenções ordinárias da linguagem, obteve entendimento dele, e agora deseja construir um novo texto baseado no original, estendendo o entendimento do tradutor do texto do autor original para uma nova audiência. O tradutor pode ou não ter sido membro da audiência original do texto mas precisa, pelo menos, ser capaz de ler o texto fonte bem o bastante para obter entendimento dele. Normalmente pensamos nesse texto recentemente construído como estando em língua diferente da do texto original, pois caso contrário não o chamaríamos de tradução. Poderia outrossim receber o nome de outro tipo de ato da fala, como representação (de uma peça), ou leitura oral (de texto escrito) etc. Essa é uma explicação simples, de senso comum, do que ocorre na tradução, que não envolve codificação e decodificação, significados separados de formas, implicatura e explicatura, e assim por diante. Num modelo sociologicamente orientado não se torna necessária nenhuma explanação mais abstrata e complicada da tradução. Uma explicação acerca de como alguém consegue usar as convenções da linguagtem e ouvir ou ler um texto e obter entendimento dele, e em seguida comunicar esse entendimento por meio da criação de um novo texto - essas são as coisas que uma teoria da linguistica ajuda a explanar. Notemos, o que é importante, contudo, que no modelo de tradução aqui sendo apresentado não há significados que existam à parte das pessoas. Isto é, os significados não estão “nas” palavras e textos. Palavras e textos são convenções que as pessoas usam para expressar-se em relação, e para tentar influenciar, umas às outras. Não são “recipientes” de significado, apesar da força e da prevalência da metáfora do conduíte (Reddy1979).
The work of translation is done with both a purpose and an audience in mind. In fact, purpose and audience are two of the most crucial components of a translation speech act, and the model presented here gives them prominence.Without a purpose, one would not expect the translation to take place. The purpose that the translator has for the translation is a necessary component in shaping it.
O trabalho de tradução é feito tanto com um propósito quanto com uma audiência em mente. Na verdade, propósito e audiência são dois dos mais cruciais componentes de um ato de fala de tradução, e o modelo aqui apresentado confere a eles preeminência. Sem um propósito, não se esperará que a tradução tenha lugar. O propósito que o tradutor tem em relação à tradução é componente indispensável no delineamento dela. 
4.3. The Audience
4.3. A Audiência
Any speech act–any instance of verbal communication–involves at least two participants, and the audience of a translation is one of the major participants in that type of interaction. This should be clear enough. Successful communication through language entails two or more people who accept that they both are familiar with the conventions of a particular language and they use that language as a medium. None of this is controversial, but what I want to emphasize is that the audience of a translation, if this audience is cooperating with the translator, has a purpose for the speech act as well. In translation, the translator’s purpose in providing a translation interacts with the purposes of the audience and other participants in this socio linguistic situation.
Qualquer ato da fala – qualquer instância de comunicação verbal – envolve pelo menos dois participantes, e a audiência de uma tradução é um dos participantes maiores nesse tipo de interação. Isso deve ficar suficientemente claro. A comunicação bem-sucedida por meio da linguagem implica duas ou mais pessoas que aceitam que ambas são boas conhecedoras das convenções de uma linguagem específica e usam essa linguagem como meio. Nada disso é controverso, mas o que desejo enfatizar é que a audiência de uma tradução, se essa audiência estiver cooperando com o tradutor, tem também um propósito para o ato da fala. Em tradução, o propósito do tradutor no proporcionar uma tradução interage com os propósitos da audiência e de outros participantes da situação sociolinguística.
4.4. Third-Party Stakeholders
4.4. Terceiros Interessados
A translation involves an original author with a purpose in communication, and a translator and an audience with their own purposes, but it also involves other interested parties with their own purposes who can and often do have a role in shaping the translation. An obvious example would be an individual or organization that sponsors the translation. Other examples are individuals or groups who serve as critics in the translation process, or who the translator imagines will eventually judge the translation and whom the translator wants to please. These other parties could be called third-party stakeholders–unless you count the original author among the three primary participants in a translation speech act, in which case perhaps the sponsors and critics should be called “fourth-party.” But for the sake of convenience, the term third-party stakeholder will be used.
A tradução envolve um autor original com um propósito na comunicação, e um tradutor e uma audiência com seus próprios propósitos, mas também envolve outras partes interessadas com seus próprios propósitos que podem ter e amiúde têm papel no delineamento da tradução. Exemplo óbvio seria o de indivíduo ou organização que patrocina a tradução. Outros exemplos são indivíduos ou grupos que funcionam como críticos no processo de tradução, ou que o tradutor imagina finalmente julgarão a tradução e aos quais o tradutor deseja agradar. Essas outras partes podem ser chamadas de terceiros interessados - a menos que contemos o autor original entre os três participantes principais num ato de fala de tradução, caso em que talvez os patrocinadores e críticos devessem ser chamados de “quarta parte.” A bem de conveniência, contudo, será usada a expressão terceiro interessado.
A language is community property, and the language community can judge the language of one of its members as being normal or aberrant.Furthermore, texts may be considered community property, and a community of people may well think they have something to say about how that text is treated and communicated, such as in translation. Most translations do not take place in a social context where opinions, understandings, purposes and perspectives of the translator and audience are all that matter. The sponsors, critics or other third-party stakeholders have their own purposes that can and likely will help shape the translation.
Uma língua é propriedade de uma comunidade, e a comunidade da lingua pode julgar a linguagem de um de seus membros como sendo normal ou aberrante. Ademais, textos podem ser julgados propriedade da comunidade, e uma comunidade de pessoas poderá perfeitamente achar que tenha algo a dizer acerca de como aquele texto deva ser tratado e comunicado, tal como em tradução. A maior parte das traduções não tem lugar num contexto social onde opiniões, modos de entender, propósitos e perspectivas do tradutor e da audiência são tudo o que importa. Os patrocinadores, críticos ou outros terceiros interessados têm seus próprios propósitos que podem e provavelmente ajudarão a dar forma à tradução.
4.5 Definition of Translation
4.5 Definição de Tradução
Now given the framework that we are starting to develop here, it would be appropriate to give a definition of what translation is,in light of the roles of the major participants and their purposes, and given a realistic, non-abstract and non-structuralist perspective of how language works. A translation is a text derived from another text in another language, exhibiting qualities of equivalence to that source text, such that the derived text can be taken as a substitute for the original text.
Ora, dado o arcabouço que estamos começando a desenvolver aqui, seria apropriado dar definição do que seja tradução, à luz dos papéis dos participantes principais e seus propósitos, e dada perspectiva realista, não abstrata e não estruturalista, de como a linguagem funciona. Tradução é texto derivado de outro texto em outra língua, exibindo qualidades de equivalência com o texto fonte, de tal modo que o texto derivado pode ser tomado como substituto do texto original. 
A translation is a text. It is words arranged in sentences, and sentences arranged in larger structures,in a non-arbitraryway according to the conventions of language, with the purpose of communicating something in particular. A speech actor, which in this case is a translator, constructs this text with a purpose.The translator is referencing another text and aiming to produce something perceived to be equivalent to the original textin some significant way. The translator perceives that an original author intended to communicate something to an original audience, and the translator aims to reproduce something from that original communication in a new context and with a new audience that was not reached by the original, source text. According to the traditional definition of translation, this new communication is in a language different from the original communication.
Tradução é texto. Ela é palavras organizadas em sentenças, e sentenças organizadas em estruturas maiores, de maneira não arbitrária de acordo com as convenções da linguagem, com o propósito de comunicar algo em particular. Um agente da fala, que nesse caso é um tradutor, constrói esse texto com um propósito. O tradutor está referenciando outro texto e buscando produzir algo percebido como equivalente ao texto original de algum modo ponderoso. O tradutor percebe que um autor original pretendeu comunicar algo a uma audiência original, e o tradutor almeja reproduzir algo dessa comunicação original num novo contexto e com uma nova audiência que não foi alcançada pelo texto original, fonte. De acordo com a definição tradicional de tradução, essa nova comunicação faz-se em língua diferente da da comunicação original.
A successful translation can be considered one in which all the active participants can be satisfied that their purposes have been accomplished. A translation is less than successful to the extent that one or more of the participants are dissatisfied with the results. If a translation is successful, then the audience of the translation will consider that the original text is now “theirs” in a form they can access. The translation now stands as a functional equivalent of the original text.
Tradução bem-sucedida pode ser considerada aquela na qual todos os participantes ativos possam ficar satisfeitos com seus propósitos terem sido alcançados. Uma tradução fica aquém de ser bem-sucedida na medida em que um ou mais dos participantes fica insatisfeito com os resultados. Se uma tradução for bem-sucedida, então a audiência da tradução considerará que o texto original é agora “dela” numa forma que lhe dá acesso a ele. A tradução agora queda como equivalente funcional do texto original.
Many English speakers will say that they have a Bible and read it. Someone might ask, “Oh, doyou understand Hebrew and Greek? Those are the languages of the Bible.” The English speakercan say, “No,I read it in English.” Does that mean that the English-speaker is wrong, the they think they are reading the Bible when they are actually reading a translation of the Bible? No,what this means is that the translation was successful, and the result is that the Bible is availablein English. The translated Bible becomes the Bible for this audience.
Muitos falantes de inglês dirão que têm uma Bíblia e a leem. Alguém poderá perguntar: “Oh, você entende hebraico e grego? Essas são as línguas da Bíblia.” O falante de inglês poderá dizer: “Não, leio-a em inglês.” Significará isso que o falante de inglês está errado, que supõe estar lendo a Bíblia quando em realidade está lendo é uma tradução da Bíblia? Não, o que isso significa é que a tradução foi bem-sucedida, e o resultado é que a Bíblia está disponível em inglês. A Bíblia traduzida torna-se, para essa audiência, a Bíblia.
Similarly, it is possible for someone to say they have readWar and Peacewithout knowingRussian, orOedipus Rexwithout knowing Latin. A successful translation of a text that originated in another language is accepted as a substitute for the original.
Similarlmente, é possível alguém dizer ter lido Guerra e Paz sem saber russo, ou Édipo Rei sem saber latim. Uma tradução bem-sucedida de um texto originado em outra língua é aceita como substituta do original.


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