Tuesday, October 15, 2013

Voluntaryist - Soul Rape



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Soul Rape
Estupro da Alma
by Carl Watner
por Carl Watner
The modern nation-state is predicated upon exercising control over a certain geographical territory, and depends on revenues which it generates by means of threats and/or compulsion. The English colonists, when they emigrated to New England in the early 17th Century, replicated much of the political and religious environment they had left behind. Every newborn was a British citizen, a loyal subject of the King and local colonial government; everyone was considered to be by birth a member of the local Congregational church; most white males were subject to militia duty and had to pay taxes for the support of the government and church in the parish in which they lived.
O moderno estado-nação está baseado no exercício de controle sobre certo território geográfico, e depende de receita que gera por meio de ameças e/ou compulsão. Os colonos ingleses, quando emigraram para a Nova Inglaterra no início do século 17, reproduziram muito do ambiente político e religioso que haviam deixado para trás. Todo recém-nascido era cidadão britânico, leal súdito do Rei e do governo colonial local; todo indivíduo era considerado ser, por nascimento, membro da igreja congregacional local; a maioria das pessoas brancas do sexo masculino era sujeitada a dever de milícia e tinha de pagar tributos para sustento do governo e da igreja na paróquia em que vivia.
Dissenters and nonconformists, like the Baptists and Quakers who chose not to support the colonial religious establishment, founded their own churches, designated their own ministers, and paid them directly (if they were paid at all). Their refusal to sanction the Congregational establishment led to fines, confiscations of property, and often imprisonment. Many were so stubborn that “they refused to let anyone pay their taxes for them. They preferred to prove their loyalty to their principles by going to jail.” One elderly Baptist widow, Esther White, spent thirteen months in jail “because she would not pay the eight-penny tax levied on her.” [1] These resisters were not tax dodgers or cheats. They could not honestly support or attend the services of a religion they did not believe in. “Going to prison [wa]s a hard way to avoid paying taxes,” and they often complained that “the worst part of going to jail for refusing to pay their religious taxes was the ungodly company they had to associate with there.” [2]
Dissidentes e não-conformistas, como os batistas e os quakers, que optavam por não dar apoio financeiro ao establishment religioso colonial, fundavam suas próprias igrejas, nomeavam seus próprios clérigos, e os pagavam diretamente (quando pagavam). A recusa deles em sancionar o establishment congregacional levou a multas, confisco de propriedade, e amiúde prisão. Muitos eram tão inflexíveis que “se recusavam a deixar quem quer que fosse pagar os tributos por eles. Preferiam provar a lealdade a seus princípios mediante irem para a cadeia.” Uma viúva idosa batista, Esther White, passou treze meses na cadeia “porque se recusou a pagar o tributo de oito centavos imposto a ela.” [1] Essas pessoas que resistiam não eram sonegadoras de tributos ou fraudadoras. Elas não podiam era honestamente dar suporte ou frequentar os serviços religiosos de uma religião na qual não acreditavam. “Ir para a prisão [era] maneira dura de evitar pagar tributos,” e elas amiúde queixavam-se de que “a pior parte de ir para a cadeia por recusar-se a pagar tributos religiosos eram as pessoas profanas com as quais tinham de relacionar-se na prisão.” [2]
Their opponents in the Congregational establishment shared “a universal assumption that the stability of the social order and the safety of the state demanded the religious solidarity of all people in one church.” [3] “The safety and welfare of [the] community rested on the morality and virtue of its citizens: Christianity was the best system of morality and religion ever revealed to man; therefore, the [community] should, for its own good and the good of its people, use its taxing power to see that the Christian religion was supported and promulgated.” [4]
Os oponentes delas, integrantes do establishment congregacional, compartilhavam “da assunção universal de que a estabilidade da ordem social e a segurança do estado exigiam a solidariedade religiosa de todas as pessoas em uma única igreja.” [3] “A segurança e o bem-estar d[a] comunidade assentavam-se na moralidade e virtude de seus cidadãos: o cristianismo era o melhor sistema de moralidade e religião jamais revelado ao homem; portanto, a [comunidade] deveria, para seu próprio bem e o bem de seus integrantes, usar seu poder de tributação para assegurar que a religião cristã fosse apoiada e promovida.” [4]
The Congregationalists of New England believed that separation of church and state and religious voluntaryism would be unworkable. Men were too depraved to voluntarily support the proper number of churches and ministers. “In their view a good society justified taxes for support of religion just as it did for support of law, courts, highways, and public schools.” [5] They believed that “churches were necessary to give consolation to the grieving, moral order to the common people, and the fear of God to potential lawbreakers. … They did not trust the common man to support religion voluntarily … because ‘history taught’ that human nature is always guided more by self-interest, passion, and lust for power than by benevolence, charity and generosity. ‘The first want of man,’ John Adams said, ‘is his dinner, the second, his girl’.” The “most important check on human depravity was” the required preachings of “morality, piety, and fear of God taught in the churches” every Sunday. [6]
Os congregacionalistas da Nova Inglaterra acreditavam que a separação de igreja e estado e o voluntarismo religioso eram inviáveis. Os homens eram depravados demais para sustentarem o número adequado de igrejas e clérigos. “Do ponto de vista deles, uma boa sociedade justificava tributos para apoio à religião do mesmo modo que os justificava para apoio à lei, tribunais, rodovias, e escolas públicas.” [5] Acreditavam que “as igrejas eram indispensáveis para dar consolo aos aflitos, ordem moral às pessoas comuns, e o temor de Deus a violadores da lei em potencial. … Não acreditavam que o homem comum daria suporte à religião voluntariamente … porque ‘a história mostrava’ que a natureza humana é sempre guiada mais por interesse próprio, paixão e avidez pelo poder do que por benevolência, caridade e generosidade. ‘A primeira necessidade do homem,’ disse John Adams, ‘é sua refeição, a segunda sua garota’.” A “primeira barreira à depravação humana eram” as pregações indispensáveis acerca de “moralidade, piedade, e temor de Deus que tinham lugar nas igrejas” todo domingo. [6]
The analogy between the monopolistic religious establishment and the monopolistic political establishment was a well-recognized argument used against the dissenters. “Where would society be if everyone who disliked a law refused to obey it?” [7] The question of taxation to support religion was compared to taxation to support roads, courts, and police. All were “essential to the general welfare.” [8] Religion was so important “to the safety and well-being of society that no state could exist without it.” [9] As Chief Justice Theophilus Parsons of the Massachusetts Supreme Court wrote in 1810, “the distinction between liberty of conscience and worship and the right of appropriating money is material; the former is inalienable, the latter is surrendered as the price of protection” [10] Freedom of conscience was quite distinct from the power to raise money for a public purpose. The argument in favor of exempting “a dissenter from his parish taxes ‘seems to mistake a man’s money for his conscience.’ A contribution to the support of the regular churches, Parsons reasoned, was a contribution to the welfare of the state, and a man had no more right to be exempt from supporting a church he could not attend than to be free from school taxes because he had no children.” [11] Religious taxes, like other taxes required for the support of government, were part of the necessary cost of maintaining a government that provided protection to life, liberty, and property. [12]
A analogia entre o establishment religioso monopolista e o establishment político monopolista foi argumento bem conhecido usado contra os dissidentes. “Onde estaria a sociedade se todo mundo que desgostasse de uma lei se recusasse a obedecê-la?” [7] A questão da tributação para suporte à religião era comparada à tributação para dar suporte a estradas, tribunais, e polícia. Todas essas tributações eram “essenciais ao bem-estar geral.” [8] A religião era tão importante “à segurança e ao bem-estar da sociedade que nenhum estado conseguiria existir sem ela.” [9] Como escreveu em 1810 o Juiz Presidente Teophilus Parsons, do Supremo Tribunal de Massachusetts, “a distinção entre liberdade de consciência e de adoração e o direito de apropriação de dinheiro é relevante; a primeira é inalienável, o último é concedido como preço de proteção” [10] A liberdade de consciência era bastante distinta do poder de levantar dinheiro para finalidade pública. A argumentaçãoo em favor de isentar “dissidentes de seus tributos paroquiais ‘parece confundir o dinheiro de um homem com sua consciência.’ Contribuição para suporte às igrejas regulares, raciocinava Parsons, era contribuição para o bem-estar do estado, e um homem não tinha maior direito de ficar isento de dar suporte a uma igreja do que o tinha de ficar desobrigado de tributos escolares pelo fato de não ter filhos.” [11] Os tributos religiosos, do mesmo modo que outros tributos requeridos para suporte ao governo, eram parte do custo necessário para manunteção de um governo que proporcionava proteção à vida, à liberdade, e à propriedade. [12]
Defenders of religious freedom, such as Roger Williams and Thomas Jefferson, thought differently. Henry Robinson, a contemporary of Roger Williams, compared the freedom to choose one’s religion to the freedom to engage in work of one’s own choosing. If the government could not designate what sort of work you should choose, why should it have the right to designate what religion you chose to follow? [13] Williams repeatedly used the terms “soul rape,” “soul killing,” and “soul oppression” to illustrate his belief “that being forced to affirm” or being forced to pay for something that “you do not believe can harm the soul” by weakening and deforming it. [14] This “occurs when people are forced … to give assent to orthodoxies they don’t support.” [15] In her book, LIBERTY 0F CONSCIENCE, Martha Nussbaum discusses Williams’ views on conscience and notes that he defined conscience as a “holy Light,” a “most precious and invaluable Jewel.” It is the essence of a person. Williams thought that “damage to conscience is an intrinsic wrong, a horrible desecration of what is most precious about a human life.” Williams describes “Soul killing” as “the chiefest murder,” and “soule or spirituall Rape” [sic] as being more abominable in the eyes of God than forcing and ravishing “the Bodies of all the Women in the World,” or of blowing up Parliament or cutting the throats of kings or emperors. [16] Jefferson used the words “spiritual tyranny” to describe the violation of a person’s conscience. [17] When he drafted the Virginia Statute for Religious Freedom in 1777, he wrote that “…to compel a man to furnish contributions of money for the propagation of opinions which he disbelieves and abhors, is sinful and tyrannical; that even forcing him to support this or that teacher of his own religious persuasion is depriving him of …liberty … .” [18]
Defensores da liberdade religiosa, como Roger Williams e Thomas Jefferson, pensavam diferente. Henry Robinson, contemporâneo de Roger Williams, comparava a liberdade de escolher a própria religião à liberdade de escolha de trabalho. Se o governo não podia determinar que tipo de trabalho a pessoa deveria escolher, por que teria o direito de determinar que religião a pessoa deveria seguir? [13] Williams usou repetidamente as expressões “estupro da alma,” “assassínio da alma,” e “opressão da alma” para ilustrar sua crença em que “ser forçado a professar” ou ser forçado a pagar algo em que “você não acredita pode causar dano à alma” mediante debilitá-la e deformá-la. [14] Isso “ocorre quando as pessoas são forçadas … a dar assentimento a ortodoxias que não apoiam.” [15] Em seu livro LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA, Martha Nussbaum discute os pontos de vista de Williams acerca da consciência e observa que ele definia consciência como “luz sagrada,” “joia a mais preciosa e de valor inestimável.” Ela é a essência da pessoa. Williams achava que “o dano à consciência é um ilícito intrínseco, horrível profanação do que há de mais precioso na vida humana.” Williams descreve “assassínio da alma” como “o maior dos assassínios,” e “assassínio da alma ou estupro espiritual” como sendo mais abominável aos olhos de Deus do que forçar e violar “os corpos de todas as mulheres do mundo,” ou do que explodir o Parlamento ou cortar a garganta de reis e imperadores. [16] Jefferson usou as palavras “tirania espiritual” para descrever a violação da consciência de uma pessoa. [17] Quando rascunhou o Estatuto da Virgínia para Liberdade Religiosa em 1777, escreveu que “…compelir um ser humano a oferecer contribuições de dinheiro para propagação de opiniões das quais ele descrê e as quais abomina é pecaminoso e tirânico; e até forçá-lo a apoiar este ou aquele professor de sua própria persuasão religiosa é privá-lo de …liberdade … .” [18]
Although Williams, and Jefferson, and members of the Baptists and other dissenting sects saw “religious taxation” as “a crime against God” and a violation of one’s religious scruples, none of them ever questioned the propriety of taxation as it applied to the secular realm. [19] They did not see that if it was wrong to force a man to pay for a minister whose service he did not attend, then (by the same reasoning) it would be wrong to force a man to pay for a teacher that did not teach his children. None of them ever attacked church rates as a violation of property rights or as a confiscation of private property. To have done so would have called into question the propriety of all taxation. None of them saw taxation as a violation of the commandment prohibiting theft. What they objected to was the violation of conscience, not realizing that one’s property and conscience were intimately connected. Taxation, in their mind, was okay as long as it was used for a purpose which they approved. It was proper to them to force someone to pay for schools or roads. They saw the provision of roads, and schools, and public order as being essential to human welfare, but they did not realize that these necessary goods and services could be supplied, voluntarily, by entities other than the government. They did not see the connection between the natural right to choose one’s religion and the natural right to make uncoerced choices in all other spheres of human activity. [20]
Embora Williams, e Jefferson, e membros dos batistas e de outras seitas dissidentes vissem a “tributação religiosa” como “crime contra Deus” e violação dos escrúpulos religiosos das pessoas, nenhum deles jamais questionou a propriedade da tributação quando aplicada ao reino secular. [19] Não viram que, se era errado forçar uma pessoa a pagar um clérigo cujo serviço religioso não frequentava, então (pelo mesmo raciocínio) seria errado forçar uma pessoa a pagar um professor que não ensinasse seus filhos. Nenhum deles jamais atacou os tributos à igreja como violação dos direitos de propriedade ou como confisco de propriedade privada. Fazê-lo colocaria em questão a propriedade de toda tributação. Nenhum deles via a tributação como violação do mandamento que proíbe furtar. Objetavam à violação da consciência, sem perceber que a propriedade e a consciência da pessoa estavam intimamente relacionadas. A tributação, no entendimento deles, estava correta desde que usada para propósito que eles aprovassem. Para eles, era adequado forçar alguém a pagar escolas ou estradas. Viam o fornecimento de estradas, e de escolas, e de ordem pública, como essenciais ao bem-estar humano, mas não percebiam que esses bens e serviços necessários poderiam ser supridos, voluntariamente, por entidades outras que o governo. Não viam a conexão entre o direito natural de a pessoa escolher a própria religião e o direito natural de fazer escolhas sem coerção em todas as outras esferas da atividade humana. [20]
Today, voluntaryists are forced to support a political establishment, much like the dissenters of several centuries ago were forced to support a religious establishment. Even if one does not accept the claim that society could exist without the state, one ought to see that taxation, whether for religious or political purposes, is a violation of the conscience and property rights of those who oppose the initiatory use of force in human affairs. It is soul rape to be forced to sign a government tax form when one disbelieves in political government. It is soul rape to be forced to use government identification and a government passport for travel. It is soul rape to be forced to contribute to a political institution that one opposes in conscience. To paraphrase Jefferson, it is sinful and tyrannical to be forced to pay for and participate in something that one does not believe in. It is slavery to have all or part of your life controlled by others against your will. It is just as wrong to have your property stolen from you, for whatever the alleged purpose, as it is to be forced to attend a church, whose teachings you do not believe in; or to support a preacher with whom you disagree.
Nos dias de hoje os voluntaristas são forçados a dar suporte a um establishment político, muito como os dissidentes de há diversos séculos eram forçados a dar suporte a um establishment religioso. Mesmo se alguém não aceitar a afirmação de que a sociedade poderia existir sem o estado, deveria ver que a tributação, para propósitos religiosos ou políticos, é violação da consciência e dos direitos de propriedade daqueles que se opõem à iniciativa de uso da força em assuntos humanos. É estupro da alma ser-se forçado a assinar formulário de tributação do governo quando se descrê do governo político. É estupro da alma ser forçado a usar identificação do governo e passaporte do governo para viajar. É estupro da alma alguém ser forçado a contribuir para uma instituição política à qual se oponha na consciência. Para parafrasear Jefferson, é pecaminoso e tirânico ser-se forçado a pagar e a participar de algo em que não se acredite. É escravatura ter toda ou parte da vida controlada por outros, contra a vontade. É tão errado alguém ter sua propriedade furtada, qualquer o propósito alegado, quanto é errado esse alguém ser forçado a frequentar uma igreja em cujos ensinamentos não acredite; ou ser forçado a apoiar um clérigo do qual discorde.
“The right to seek the truth in one’s own way is one of the most important and necessary responsibilities of life.” [21] As Williams would have said, to destroy this right is to destroy the soul because one is being forced to do something that one would not have willingly chosen to do. The way a man chooses to spend his money is a reflection of his personality and his conscience. To coerce a man into paying money for something he does not want or does not agree with is to demand that he surrender his property and his conscience. The common thief says, “Your money or your life.” The government says, “Surrender your money and your conscience, or we will put you in jail.” The voluntaryist is one of the few that sees these demands as equally unjust. Whether emanating from the thief or from the government, such a demand is robbery plain and simple. To describe taxation as soul rape, soul oppression, and soul killing is to seek to delegitimize the State, and to take a step toward the withdrawal of the cooperation and tacit consent on which it ultimately depends.
“O direito de buscar a verdade de maneira própria é uma das mais importantes e necessárias responsabilidades da vida.” [21] Como Williams teria dito, destruir esse direito é destruir a alma, porque a pessoa está sendo forçada a algo que por vontade própria não teria escolhido. O modo pelo qual uma pessoa escolha gastar seu dinheiro é reflexo de sua personalidade e de sua consciência. Coagir uma pessoa a pagar em dinheiro algo com que não concorde é exigir que ela abra mão de sua propriedade e de sua consciência. O ladrão comum diz: “Seu dinheiro ou sua vida.” O governo diz: “Abra mão de seu dinheiro e de sua consciência, ou levaremos você para a prisão.” O voluntarista é um dos poucos que vê essas exigências como igualmente injustas. Quer emane do ladrão ou do governo, tal exigência é roubo puro e simples. Descrever a tributação como estupro da alma, opressão da alma e assassínio da alma é buscar deslegitimar o Estado, e dar um passo rumo à retirada de cooperação e de consentimento tácito dos quais ele em última análise depende.
Footnotes
[1] William G. McLoughlin, SOUL LIBERTY: THE BAPTISTS’ STRUGGLE IN NEW ENGLAND, 1630-1833, Hanover: Brown University Press, 1991, pp. 170 and 8-9.
[2] ibid., p. 176 and William G. McLoughlin, NEW ENGLAND DISSENT 1630-1833, Cambridge: Harvard University Press, 1971, 2 vols., p. 756.
[3] Winfred E. Garrison, “Characteristics of American Organized Religion,” 25 THE ANNALS OF THE AMERICAN ACADEMY (1948), pp. 14-24 at p. 16.
[4] McCloughlin, SOUL LIBERTY, op. cit., pp. 175 and 202.
[5] ibid., p. 231.
[6] ibid., pp. 231 and 294.
[7] ibid., p. 170.
[8] McLoughlin, NEW ENGLAND DISSENT, p. 610.
[9] ibid., p. 594.
[10] ibid., p. 611 (italics in the original), as summarized by Nathan Dane in his abridgement of Barnes vs. Falmouth.
[11] John D. Cushing, “Notes on Disestablishment in Massachusetts, 1780-1833,” THE WILLIAM AND MARY QUARTERLY, Third Series, Vol. 26,
No. 2 (April 1969), pp. 169-190 at p. 184.
[12] McLoughlin, NEW ENGLAND DISSENT, p. 611.
[13] Carl Watner, “‘For Conscience’s Sake’: Voluntaryism and Religious Freedom, in Carl Watner, editor, I MUST SPEAK OUT, San Francisco: Fox & Wilkes, 1999, pp. 404-414 at p. 408. This article originally appeared in THE VOLUNTARYIST
No. 55, April 1992. Both versions are available online at http://voluntaryist.com/voluntaryist.pdf and http://voluntaryist.com/backissues/055.pdf.
[14] Martha C. Nussbaum, LIBERTY OF CONSCIENCE, New York: Basic Books, 2008, p. 54.
[15] Martha Nussbaum, “Veiled Threats,” THE NEW YORK TIMES “Opinionator,” July 11, 2010 at http://opinionator.blogs.nytimes.com/2010/07/11/veiled-threats/?page wanted=print at paragraph 3. Accessed June 12, 2013.
[16] Nussbaum LIBERTY OF CONSCIENCE, pp. 54-55. Also see Perry Miller, ROGER WILLIAMS: HIS CONTRIBUTION TO THE AMERICAN TRADITION, Indianapolis: The Bobbs-Merrill Company, Inc., 1953, pp. 127 and 264 (footnote 10).
[17] Thomas S. Kidd, GOD OF LIBERTY: A RELIGIOUS HISTORY OF THE AMERICAN REVOLUTION, New York: Basic Books, 2010, p. 54.
[18] See Wikipedia entry, “Virginia Statute for Religious Freedom,” paragraphs 5 and 6 of the actual text.
[19] McLoughlin, NEW ENGLAND DISSENT, p. 611.
[20] For more on this general theme, see Watner, op. cit.
[21] ibid., p. 409

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