Saturday, September 21, 2013

FFF - Here’s How the U.S. Can Help Rid the World of Chemical Weapons



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Here’s How the U.S. Can Help Rid the World of Chemical Weapons
Eis Aqui Como os Estados Unidos Podem Ajudar a Livrar o Mundo das Armas Químicas
September 11, 2013
11 de setembro de 2013
If President Obama is serious about ridding the world, and not just Syria, of chemical weapons, he and America’s closest allies in the Middle East should lead the way.
Se o Presidente Obama estiver falando a sério quanto a livrar o mundo, e não apenas a Síria, das armas químicas, ele e os aliados mais próximos dos Estados Unidos no Oriente Médio deveriam dar o exemplo.
Although the United States has ratified the 20-year-old Chemical Weapons Convention, it has not destroyed its entire arsenal, as required under the CWC. In reference to the United States, the 2011 report of the Organization for the Prohibition of Chemical Weapons states, “Since the beginning of destruction activities, the OPCW has verified the destruction of … 89.71% of the declared stockpile.” That’s a high percentage, but it is not 100 percent, and the United States had one of the largest stockpiles in the world. The U.S. government can set a better example than that. (As if it needed any chemical weapons. Besides its nuclear arsenal, the U.S. military has the world’s most destructive arsenal of “conventional” weapons — so powerful that it erases the line between such weapons and most “weapons of mass destruction.”)
Embora os Estados Unidos tenham ratificado a Convenção de Armas Químicas - CWC, de 20 anos de idade, não destruíram a totalidade de seu arsenal, ao contrário do exigido nos termos da CWC. Com referência aos Estados Unidos o relatório 2011 da Organização para Proibição de Armas Químicas - OPCW declara: “Desde o início das atividades de destruição, a OPCW já verificou a destruição de … 89,71% do estoque declarado.” É percentual alto, mas não 100 por cento, e os Estados Unidos tinham um dos maiores estoques do mundo. O governo dos Estados Unidos pode dar exemplo melhor do que esse. (Como se precisássemos de quaisquer armas químicas. Além de seu arsenal nuclear, a instituição militar dos Estados Unidos tem o mais destrutivo arsenal de armas “convencionais” — tão poderoso que desfaz a linha entre tais armas e a maioria das “armas de destruição em massa.”)
Besides destroying its own arsenal, the United States should go even further in showing good faith by publicly telling its closest Middle East allies, Egypt and Israel, to ratify the CWC and destroy their chemical arsenals. The governments of these countries get billions of dollars in military aid each year from American taxpayers and routinely use military force against innocent people. It is outrageous for the U.S. government to make high and mighty pronouncements about chemical weapons with regard to Syria while winking its eye at Israel (which also has biological and nuclear weapons) and Egypt.
Além de destruírem seu próprio arsenal, os Estados Unidos deveriam ir ainda além em mostrar boa fé mediante aconselharem publicamente seus mais estreitos aliados no Oriente Médio, Egito e Israel, para ratificarem a CWC e destruírem seus arsenais químicos. Os governos de citados países obtêm biliões de dólares de ajuda militar todo ano, oriundos de contribuintes estadunidenses, e sistematicamente usam força militar contra pessoas inocentes. É revoltante o governo dos Estados Unidos fazer altissonantes e eloquentes pronunciamentos acerca de armas químicas no tocante à Síria enquanto dá piscada de olho para Israel (que também tem armas biológicas e nucleares) e Egito.
The Obama administration’s selective demands about chemical weapons ought to be judged in light of this overlooked bit of history: According to Stephen Zunes, a Middle East scholar at the University of San Francisco, “Syria has joined virtually all other Arab states in calling for … a ‘weapons of mass destruction-free zone’ for the entire Middle East. In December 2003, Syria introduced a UN Security Council resolution reiterating this clause from 12 years earlier, but the resolution was tabled as a result of a threatened U.S. veto.” (Emphasis added.)
As exigências seletivas da administração Obama acerca de armas químicas deveriam ser julgadas à luz desse negligenciado período da história: De acordo com Stephen Zunes, erudito em Oriente Médio da Universidade de San Francisco, a “Síria juntou-se a praticamente todos os outros estados árabes em reclamar ... uma ‘zona livre de armas de destruição em massa’ para todo o Oriente Médio. Em dezembro de 2003, a Síria apresentou resolução ao Conselho de Segurança das Nações Unidos reiterando essa cláusula de 12 anos antes, mas a resolução foi postergada em resultado de ameaça de veto dos Estados Unidos.” (Ênfase acrescentada.)
Why would the United States have vetoed the resolution? Because ally Israel refuses to acknowledge, much less give up, its WMD arsenal. So much for a weapons-of-mass-destruction-free Middle East.
Por que teriam os Estados Unidos vetado a resolução? Porque o aliado Israel recusa-se a reconhecer, menos ainda consente em abrir mão de, seu arsenal de armas de destruição em massa. Não é preciso dizer mais nada quanto a um Oriente Médio livre de armas de destruição em massa.
Had that resolution been adopted, Syria would not have chemical weapons today.
Houvesse a resolução sido adotada, a Síria hoje não teria armas químicas.
The CWC has no built-in enforcement provision, but the International Criminal Court in The Hague could be used to prosecute war criminals. However, as Matt Welch points out, “mostly because of lobbying efforts from the United States[,] the ICC cannot go after dictators that do not recognize the court’s legitimacy. Prosecutions of rogue actors must be referred to the ICC by the United Nations Security Council.… The only time residents of non-signatory countries like Syria — or the United States — can be hauled in is at the request of the UN Security Council.… Assad might have been charged already had it not been for American diplomatic resistance to a more aggressive court.”
A CWC não tem cláusula intrínseca de poder de fazer cumprir, mas o Tribunal Criminal Internacional de Haia - ICC poderia ser usado para processar criminosos de guerra. Entretanto, como destaca Matt Welch, “principalmente por causa dos esforços de lobby dos Estados Unidos[,] o ICC não pode ir no encalço de ditadores que não reconheçam a legitimidade daquela corte. Processos contra agentes sem escrúpulos têm de ser encaminhados ao ICC pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.… A única maneira de residentes de países não signatários como a Síria — ou os Estados Unidos — poderem ser levados ao tribunal é por pedido do Conselho de Segurança das Nações Unidas.… Assad já poderia ter sido acusado não fora a resistência diplomática estadunidense a um tribunal mais agressivo.”
Moreover, Gavin de Becker writes that the United States — the exceptional and indispensable nation — has managed to exempt itself from some international rules concerning warfare: “As happens with many contracts, countries sign the conventions only after adding their reservations and objections, composed by lawyers who write in cozy offices. One quickly sees that the treaties are not quite so lofty as many imagine.”
Ademais, Gavin de Becker escreve que os Estados Unidos — a nação excepcional e indispensável — tem conseguido isentar-se de algumas regras internacionais a respeito de guerra: “Como acontece com muitos contratos, países só assinam as convenções depois de acrescentarem suas reservas e objeções, elaboradas por advogados que trabalham em escritórios confortáveis. Rapidamente se vê que os tratados não têm natureza tão excelsa quanto tanta gente imagina.”
Here’s something else the U.S. government could do: ratify the 2008 Convention on Cluster Munitions, which bans cluster bombs, those nasty weapons that can spread hundreds of unexploded bomblets that are capable of indiscriminately killing innocent children and adults years after the initial bombing. Israel and Egypt, as well as Syria, are also not parties to this convention. The U.S. military has used cluster bombs in Afghanistan and Iraq, among other places. Moreover, the United States manufactures cluster bombs and recently sold 1,300 of them (for $640 million) to Saudi Arabia, which is ruled by an authoritarian monarchy with a miserable human-rights record. The U.S. government has also sold the weapons to Israel, Indonesia, and Pakistan.
Eis aqui outra coisa que o governo dos Estados Unidos poderia fazer: ratificar a Convenção de Munições de Fragmentação de 2008, que proíbe bombas de fragmentação, aquelas execráveis armas que podem espalhar centenas de pequenas bombas não explodidas capazes de matar indiscriminadamente crianças e adultos inocentes anos depois do bombardeio inicial. Israel e Egito, bem como Síria, também não são partes dessa convenção. A instituição militar dos Estados Unidos tem usado bombas de fragmentação no Afeganistão e no Iraque, entre outros lugares. Ademais, os Estados Unidos fabricam bombas de fragmentação e recentemente venderam 1.300 delas (por $640 milhões de dólares) à Arábia Saudita, governada por monarquia autoritária com pífio histórico de direitos humanos. O governo dos Estados Unidos também já vendeu dessas armas para Israel, Indonésia e Paquistão.
American presidents love to brag about their world leadership. Here are concrete ways to lead that would actually bring constructive results.
Os presidentes estadunidenses adoram jactar-se de sua liderança mundial. Acima estão descritos meios concretos de liderar que aportariam concretamente resultados construtivos.
This post was written by: Sheldon Richman
Sheldon Richman is vice president of The Future of Freedom Foundation and editor of FFF's monthly journal, Future of Freedom. For 15 years he was editor of The Freeman, published by the Foundation for Economic Education in Irvington, New York. He is the author of FFF's award-winning book Separating School & State: How to Liberate America's Families; Your Money or Your Life: Why We Must Abolish the Income Tax; and Tethered Citizens: Time to Repeal the Welfare State. Calling for the abolition, not the reform, of public schooling. Separating School & State has become a landmark book in both libertarian and educational circles. In his column in the Financial Times, Michael Prowse wrote: "I recommend a subversive tract, Separating School & State by Sheldon Richman of the Cato Institute, a Washington think tank... . I also think that Mr. Richman is right to fear that state education undermines personal responsibility..." Sheldon's articles on economic policy, education, civil liberties, American history, foreign policy, and the Middle East have appeared in the Washington Post, Wall Street Journal, American Scholar, Chicago Tribune, USA Today, Washington Times, The American Conservative, Insight, Cato Policy Report, Journal of Economic Development, The Freeman, The World & I, Reason, Washington Report on Middle East Affairs, Middle East Policy, Liberty magazine, and other publications. He is a contributor to the The Concise Encyclopedia of Economics. A former newspaper reporter and senior editor at the Cato Institute and the Institute for Humane Studies, Sheldon is a graduate of Temple University in Philadelphia. He blogs at Free Association. Send him e-mail.
Esta afixação foi escrita por: Sheldon Richman
Sheldon Richman é vice-presidente da Fundação Futuro de Liberdade e editor do mensário da FFF, Futuro de Liberdade. Foi por 15 anos editor de The Freeman, publicado pela Fundação de Educação Econômica em Irvington, New York. É autor do livro premiado da FFF Separação de Escola e Estado: Como Libertar as Famílias dos Estados Unidos; Seu Dinheiro ou Sua Vida: Por Que Precisamos Extinguir o Imposto de Renda; e Cidadãos no Cabresto: Hora de Repudiar o Estado Assistencialista. Preconizando extinção, não reforma, da escola pública, Separação de Escola e Estado tornou-se livro de referência em círculos tanto libertários quanto educacionais. Em sua coluna do Financial Times, Michael Prowse escreveu: "Recomendo obra subversiva, Separação de Igreja e Estado por Sheldon Richman do Cato Institute, entidade de estudos interdisciplinares de Washington... . Acho também que o Sr. Richman está certo em temer que a educação estatal solape a responsabilidade pessoal..." Os artigos de Sheldon acerca de política econômica, educação, liberdades civis, história dos Estados Unidos, política externa e Oriente Médio já foram publicados em Washington Post, Wall Street Journal, American Scholar, Chicago Tribune, USA Today, Washington Times, The American Conservative, Insight, Cato Policy Report, Journal of Economic Development, The Freeman, The World and I, Reason, Washington Report on Middle East Affairs, Middle East Policy, revista Liberty e outras publicações. É colaborador da Enciclopédia Concisa de Economia. Ex-repórter de jornal e ex-editor sênior do Cato Institute e do Instituto de Estudos Humanos, Sheldon é formado pela Temple University em Philadelphia. Bloga em Free Association. Envie-lhe e-mail.


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