Tuesday, September 17, 2013

FFF - The Cynical U.S. Policy on Chemical Weapons



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TGIF: The Cynical U.S. Policy on Chemical Weapons
TGIF: A Cínica Política dos Estados Unidos Referente a Armas Químicas
September 6, 2013
6 de setembro de 2013
“I didn’t set a red line. The world set a red line.”
“Não fui eu quem estabeleceu uma linha vermelha. O mundo o fez.”
That was President Obama’s response this week to those who believe he wants to attack Syria in order to defend his own credibility. Secretary of State John Kerry said the same thing before the Senate Foreign Relations Committee. They were referring to the 88-year-old Geneva Protocol (Protocol for the Prohibition of the Use in War of Asphyxiating, Poisonous or other Gases, and of Bacteriological Methods of Warfare) and the 20-year-old Chemical Weapons Convention (Convention on the Prohibition of the Development, Production, Stockpiling and Use of Chemical Weapons and on their Destruction).
Essa foi a resposta do Presidente Obama esta semana àqueles que acreditam que ele deseja atacar a Síria para defender sua própria credibilidade. O Secretário de Estado John Kerry disse a mesma coisa diante da Comissão de Relações Exteriores do Senado. Estavam-se referindo ao Protocolo de Genebra, de 88 anos de idade (Protocolo para Proibição do Uso, na Guerra, de Gases Asfixiantes, Venenosos ou Outros, e de Métodos Bacteriológicos de Guerra) e da Convenção Acerca de Armas Químicas, de 20 anos de idade (Convenção para Proibição de Desenvolvimento, Produção, Estocagem e Uso de Armas Químicas e para sua Destruição).
Although 189 nations, including the United States, are parties to the CWC, it doesn’t follow that the United States has been anointed to enforce it. In fact, U.S. action against Syria would in itself violate international law, which permits the use of force by one government against another only in self-defense or as part of a UN-authorized action. Neither applies in this case. (There are libertarian grounds against war even when the UN has authorized it.)
Embora 189 nações, inclusive os Estados Unidos, sejam partes da CWC, não se segue daí que os Estados Unidos tenham sido ungidos para fazê-la cumprir. Na verdade, a ação dos Estados Unidos contra a Síria em si viola a lei internacional, que permite o uso da força por um governo contra outro apenas em autodefesa ou como parte de ação autorizada pelas Nações Unidas. Nenhum dos dois se aplica neste caso. (Há bases libertárias contrárias à guerra mesmo quando haja autorização das Nações Unidas.)
Because the gruesome images of children and other noncombatants killed and wounded allegedly by Bashar al-Assad’s chemical weapons constitute a powerful part of Obama’s appeal for public support for his missile strike (or more), it pays to take a close look at the U.S. record on chemical weapons.
Por causa das pavorosas imagens de crianças e outros não combatentes mortos e feridos alegadamente por armas químicas de Bashar al-Assad constituírem poderosa parte do apelo de Obama por apoio do público para seu ataque de mísseis (ou mais), vale olhar mais de perto o histórico dos Estados Unidos no tocante a armas químicas.
Fortunately, Stephen Zunes, a professor of politics and international studies at the University of San Francisco, where he chairs the program in Middle Eastern Studies, has done this. The record isn’t pretty.
Felizmente, Stephen Zunes, professor de política e estudos internacionais da Universidade de San Francisco, onde dirige o programa de Estudos de Oriente Médio, já fez isso. O histórico não é bonito.
Before looking at Zunes’s findings, let us note that while Syria is not a party to the CWC, neither are U.S. allies Egypt and Israel, which receive billions of dollars each year in military equipment. (Unlike Egypt, Israel signed the convention in 1993, but it has not been ratified by the Knesset, which means that Israel is not a party to it.) Israel, like Egypt, is considered to have stockpiles of chemical weapons; it also has biological and nuclear weapons. Indeed, Israel is a nuclear monopolist in the Middle East — a fact usually left unmentioned in reports on Iran’s alleged nuclear-weapons program. Moreover, unlike Iran, Israel is not a party to the nuclear Non-Proliferation Treaty.
Antes de ver os achados de Zunes, notemos que, embora a Síria não seja parte da CWC, também não o são os aliados dos Estados Unidos Egito e Israel, que recebem biliões de dólares todo ano em equipamento militar. (Diferentemente do Egito, Israel assinou a convenção em 1993, mas não houve ratificação pelo Knesset, o que significa que Israel não é parte dela.) Acredita-se que Israel, como também o Egito, tenha estoques de armas químicas; tem também armas biológicas e nucleares. Na verdade, Israel é monopolista nuclear no Oriente Médio — fato usualmente deixado sem menção em relatórios acerca do alegado programa de armas nucleares do Irã. Ademais, diferentemente do Irã, Israel não é parte do Tratado de Não-Proliferação nuclear.
Syria’s chemical arsenal and Israel’s nuclear arsenal are linked, according to the Washington Post’s Fact Checker, Glenn Kessler, in “History Lesson: When the United States Looked the Other Way on Chemical Weapons”:
O arsenal químico da Síria e o arsenal nuclear de Israel estão ligados, de acordo com Verificador de Fatos do Washington Post, Glenn Kessler, em “Lição da História: Quando os Estados Unidos Fizeram Vista Grossa em Armas Químicas”:
Syria’s chemical weapons stockpile results from a never-acknowledged gentleman’s agreement in the Middle East that as long as Israel had nuclear weapons, Syria’s pursuit of chemical weapons would not attract much public acknowledgement or criticism. (The Fact Checker, when serving as The Washington Post’s diplomatic correspondent, learned of this secret arrangement from Middle Eastern and Western diplomats, but it was never officially confirmed.) These are the sorts of trade-offs that happen often in diplomacy. After all, Israel’s nuclear stockpile has never been officially acknowledged, and Syria in the 1980s and 1990s was often supportive of U.S. interests in the region, even nearly reaching a peace deal with Israel.
As armas químicas da Síria resultam de um acordo de cavalheiros nunca reconhecido no Oriente Médio segundo o qual na medida em que Israel tinha armas nucleares, a busca de armas químicas pela Síria não atrairia muito reconhecimento ou crítica do público. (O Verificador de Fatos, quando servia como correspondente diplomático do The Washington Post, ficou sabendo desse acordo secreto de diplomatas do Oriente Médio e ocidentais, mas ele nunca foi oficialmente confirmado.) Esses são aqueles tipos de solução de compromisso que acontecem amiúde em diplomacia. Afinal de contas, o estoque nuclear de Israel nunca foi oficialmente reconhecido e a Síria, nos anos 1980 e 1990, amiúde apoiou os interesses dos Estados Unidos na região, chegando perto de fazer acordo de paz com Israel.
U.S. presidents have not always been as vigilant about the use of chemical weapons as Obama is today. Saddam Hussein gassed and killed tens of thousands of Iranians during Iraq’s war against Iran in the 1980s. Kessler writes,
Os presidentes dos Estados Unidos não foram sempre tão vigilantes acerca do uso de armas químicas quanto Obama o é hoje. Saddam Hussein usou gás e matou dezenas de milhares de iranianos durante a guerra contra o Iraque nos anos 1980. Kessler escreve:
As documented in 2002 by Washington Post reporter Michael Dobbs, the Reagan administration knew full well it was selling materials to Iraq that was [sic] being used for the manufacture of chemical weapons, and that Iraq was using such weapons [against Iran], but U.S. officials were more concerned about whether Iran would win rather than how Iraq might eke out a victory. Dobbs noted that Iraq’s chemical weapons’ use was “hardly a secret….”
Como documentado em 2002 pelo repórter do Washington Post Michael Dobbs, a administração Reagan sabia muito bem que estava vendendo ao Iraque materiais que estava[sic] sendo usado para manufatura de armas químicas, e que o Iraque estava usando tais armas [contra o Irã], mas as autoridades dos Estados Unidos estavam mais preocupadas com se o Irã iria vencer do que como o Iraque poderia cavar uma vitória. Dobbs observou que o uso de armas químicas pelo Iraque “quase seguramente não era segredo….”
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In 1988, Iraqi leader Saddam Hussein ordered chemical weapons attacks against Kurdish resistance forces, but the relationship with Iraq at the time was deemed too important to rupture over the matter. The United States did not even impose sanctions.
Em 1988, o líder iraquiano Saddam Hussein ordenou ataques com armas químicas contra forças de resistência curdas, mas o relacionamento com o Iraque, à época, foi considerado importante demais para ruptura por causa do assunto. Os Estados Unidos sequer impuseram sanções.
Of course, Barack Obama was not president in the 1980s, but that does not keep the world from seeing the hypocrisy in his position on Syria.
Obviamente, Barack Obama não era presidente nos anos 1980, mas isso não impede que o mundo veja a hipocrisia dele em sua posição acerca da Síria.
The Post report supports Zunes’s conclusion in his May 2 article, “The U.S. and Chemical Weapons: No Leg to Stand On,” that “U.S. policy regarding chemical weapons has been so inconsistent and politicized that the United States is in no position to take leadership in response to any use of such weaponry by Syria.” Zunes points out a glaring example of this inconsistency:
O relatório do Post apoia a conclusão de Zunes no artigo dele em 2 de maio, “Os Estados Unidos e Armas Químicas: Sem Apoio para sua Argumentação,” de que “a política dos Estados Unidos a respeito de armas químicas tem sido tão incoerente e influenciada pela política que os Estados Unidos não têm condição para assumir liderança em reação a qualquer uso de tais armas pela Síria.” Zunes destaca claro exemplo dessa incoerência:
Never has Congress or any administration of either party called on Israel or Egypt to disarm their chemical weapons arsenals, much less threatened sanctions for having failed to do so. U.S. policy, therefore, appears to be that while it is legitimate for its allies Israel and Egypt to refuse to ratify this important arms control convention, Syria needed to be singled out for punishment for its refusal.
Nunca o Congresso ou qualquer administração de qualquer dos dois partidos pediu a Israel ou ao Egito que desfizesse seus arsenais de armas químicas, muito menos ameaçou sanções por eles não fazerem isso. A política dos Estados Unidos, portanto, parece ser aquela segundo a qual, embora seja legítimo seus aliados Israel e Egito recusarem-se a ratificar essa importante convenção de controle de armas, a Síria precisava ser premiada com punição por recusar-se a fazê-lo.
Bear in mind that during the June 1967 war, Israel wrested the Golan Heights from Syria and annexed them in 1981, building settlements in contravention of international law, which forbids acquiring territory via war. While the border between Syria and Israel has been stable all these years, Syria aspires to recover the lost territory and has been willing to negotiate with Israel. “In 2007,” Zunes writes, “the United States successfully pressured Israel to reject peace overtures from the Syrian government in which the Syrians offered to recognize Israel and agree to strict security guarantees in return for a complete Israeli withdrawal from occupied Syrian territory.” Today, Israel’s chief American lobby, the American Israel Public Affairs Committee, is actively promoting an American war against Syria (and Iran).
Tenhamos em mente que, durante a guerra de junho de 1967, Israel tomou da Síria as colinas de Golan e as anexou em 1981, construindo assentamentos em contravenção em relação à lei internacional, que proíbe aquisição de território por meio de guerra. Embora a divisa entre Síria e Israel tenha sido estável por todos esses anos, a Síria aspira a recuperar o território perdido e tem estado disposta a negociar com Israel. “Em 2007,” escreve Zunes, “os Estados Unidos pressionaram Israel, com sucesso, para que rejeitasse propostas de paz do governo sírio nas quais os sírios ofereciam reconhecer Israel e concordavam com garantias estritas de segurança em troca de completa retirada israelense do território sírio ocupado.” Hoje, o principal lobby estadunidense de Israel, a Comissão de Assuntos Públicos Estadunidense Israelense, está promovendo ativamente guerra dos Estados Unidos à Síria (e ao Irã).
The U.S. record on chemical weapons is poor in other respects. Zunes reports that the administration of George W. Bush forced the removal of the respected director general of the Organization for the Prohibition of Chemical Weapons (OPCW), which enforces the Chemical Weapons Convention, Brazilian diplomat José Bustani:
O histórico dos Estados Unidos no tocante a armas químicas é ruim sob outros aspectos. Zunes relata que a administração de George W. Bush forçou a demissão do respeitado diretor geral da Organização para Proibição de Armas Químicas (OPCW), que faz cumprir a Convenção de Armas Químicas, o diplomata brasileiro José Bustani:
[B]y 2002, the United States began raising objections to Bustani’s insistence that the OPCW inspect U.S. chemical weapons facilities with the same vigor it does for other signatories. More critically, the United States was concerned about Bustani’s efforts to get Iraq to sign the convention and open their facilities to surprise inspections as is done with other signatories. If Iraq did so, and the OPCW failed to locate evidence of chemical weapons that Washington claimed Saddam Hussein’s regime possessed, it would severely weaken American claims that Iraq was developing chemical weapons.
[E]m 2002, os Estados Unidos começaram a suscitar objeções à insistência de Bustani de que a OPCW inspecionasse as instalações de armas químicas dos Estados Unidos com o mesmo vigor com que o faz em relação a outros signatários. Mais criticamente, os Estados Unidos estavam preocupados com os esforços de Bustani para levar o Iraque a assinar a convenção e abrir suas instalações para inspeções de surpresa, a exemplo do que é feito em relação a outros signatários. Se o Iraque fizesse isso, e a OPCW não conseguisse localizar evidência de armas químicas que Washington afirmava o regime de Saddam Hussein possuir, isso enfraqueceria severamente as afirmações estadunidenses de que o Iraque estava desernvolvendo armas químicas.
Zunes’s article also discusses the Reagan administration’s provision of thiodiglycol, which is used to make mustard gas, and other chemical precursors to Iraq’s Saddam Hussein:
O artigo de Zunes também discute o fornecimento, pela administração Reagan, de tiodiglicol, que é usado para fazer gás mostarda, e outros precursores químicos, a Saddam Hussein, do Iraque:
The March 1988 massacre in the northern Iraqi city of Halabja, where Saddam’s forces murdered up to 5,000 Kurdish civilians with chemical weapons, was downplayed by the Reagan administration, with some officials even falsely claiming that Iran was actually responsible. The United States continued sending aid to Iraq even after the regime’s use of poison gas was confirmed.
O massacre de março de 1988 na cidade nortista iraquiana de Halabja, onde as forças de Saddam assassinaram até 5.000 civis curdos com armas químicas, foi minimizado pela administração Reagan, com algumas autoridades até falsamente afirmando que o Irã era na realidade o responsável. Os Estados Unidos continuaram a mandar ajuda ao Iraque mesmo depois de uso de gás venenoso pelo regime ser confirmado.
From the mainstream media’s reporting on the Middle East, one would never know that, as Zunes writes, “Syria has joined virtually all other Arab states in calling for … a ‘weapons of mass destruction-free zone’ for the entire Middle East. In December 2003, Syria introduced a UN Security Council resolution reiterating this clause from 12 years earlier, but the resolution was tabled as a result of a threatened U.S. veto.”
Da cobertura do Oriente Médio pela mídia majoritária, nunca saberíamos disso, como escreve Zunes: “A Síria juntou-se a praticamente todos os outros estados árabes pedindo … uma ‘zona livre de armas de destruição em massa’ para todo o Oriente Médio. Em dezembro de 2003, a Síria apresentou uma resolução ao Conselho de Segurança das Nações Unidas reiterando essa cláusula de 12 anos antes, mas a resolução foi postergada como resultado de ameaça de veto dos Estados Unidos.”
The implications are shocking in light of the current crisis. Zunes argues,
As implicações são chocantes, à luz da atual crise. Zunes argumenta:
A case can be made, then, that had the United States pursued a policy that addressed the proliferation of non-conventional weapons through region-wide disarmament rather than trying to single out Syria, the Syrian regime would have rid itself of its chemical weapons some years earlier along with Israel and Egypt, and the government’s alleged use of such ordnance — which is now propelling the United States to increase its involvement in that country’s civil war — would have never become an issue.
Pode-se argumentar, pois, que, se os Estados Unidos tivessem perseguido uma política que tratasse da proliferação de armas não convencionais por meio de desarmamento de toda a região em vez de tentarem tratar de modo especial a Síria, o regime sírio teria aberto mão de suas armas químicas alguns anos mais cedo, juntamente com Israel e Egito, e o alegado uso, pelo governo, de tal recurso — que está agora impelindo os Estados Unidos a aumentarem seu envolvimento na guerra civil daquele país — nunca se teria tornado problema.
Clearly we have what Zunes calls “a longstanding pattern of hostility by the United States towards international efforts to eliminate chemical weapons through a universal disarmament regime. Instead, Washington uses the alleged threat from chemical weapons as an excuse to target specific countries whose governments are seen as hostile to U.S. political and economic interests.”
Claramente temos o que Zunes chama de “padrão de longa data dos Estados Unidos em relação a esforços internacionais para eliminação de armas químicas por meio de um regime universal de desarmamento. Em vez disso, Washington usa a alegada ameaça de armas químicas como pretexto para visar países específicos cujos governos são vistos como hostis a interesses políticos e econômicos dos Estados Unidos.”
We’re witnessing the latest episode in that longstanding pattern today.
Estamos assistindo ao mais recente episódio desse padrão de longa data nos dias de hoje.
This post was written by: Sheldon Richman
Sheldon Richman is vice president of The Future of Freedom Foundation and editor of FFF's monthly journal, Future of Freedom. For 15 years he was editor of The Freeman, published by the Foundation for Economic Education in Irvington, New York. He is the author of FFF's award-winning book Separating School & State: How to Liberate America's Families; Your Money or Your Life: Why We Must Abolish the Income Tax; and Tethered Citizens: Time to Repeal the Welfare State. Calling for the abolition, not the reform, of public schooling. Separating School and State has become a landmark book in both libertarian and educational circles. In his column in the Financial Times, Michael Prowse wrote: "I recommend a subversive tract, Separating School & State by Sheldon Richman of the Cato Institute, a Washington think tank... . I also think that Mr. Richman is right to fear that state education undermines personal responsibility..." Sheldon's articles on economic policy, education, civil liberties, American history, foreign policy, and the Middle East have appeared in the Washington Post, Wall Street Journal, American Scholar, Chicago Tribune, USA Today, Washington Times, The American Conservative, Insight, Cato Policy Report, Journal of Economic Development, The Freeman, The World & I, Reason, Washington Report on Middle East Affairs, Middle East Policy, Liberty magazine, and other publications. He is a contributor to the The Concise Encyclopedia of Economics. A former newspaper reporter and senior editor at the Cato Institute and the Institute for Humane Studies, Sheldon is a graduate of Temple University in Philadelphia. He blogs at Free Association. Send him e-mail.
Esta afixação foi escrita por: Sheldon Richman
Sheldon Richman é vice-presidente da Fundação Futuro de Liberdade e editor do mensário da FFF, Futuro de Liberdade. Foi por 15 anos editor de The Freeman, publicado pela Fundação de Educação Econômica em Irvington, New York. É autor do livro premiado da FFF Separação de Escola e Estado: Como Libertar as Famílias dos Estados Unidos; Seu Dinheiro ou Sua Vida: Por Que Precisamos Extinguir o Imposto de Renda; e Cidadãos no Cabresto: Hora de Repudiar o Estado Assistencialista. Preconizando extinção, não reforma, da escola pública, Separação de Escola e Estado tornou-se livro de referência em círculos tanto libertários quanto educacionais. Em sua coluna do Financial Times, Michael Prowse escreveu: "Recomendo obra subversiva, Separação de Igreja e Estado por Sheldon Richman do Cato Institute, entidade de estudos interdisciplinares de Washington... . Acho também que o Sr. Richman está certo em temer que a educação estatal solape a responsabilidade pessoal..." Os artigos de Sheldon acerca de política econômica, educação, liberdades civis, história dos Estados Unidos, política externa e Oriente Médio já foram publicados em Washington Post, Wall Street Journal, American Scholar, Chicago Tribune, USA Today, Washington Times, The American Conservative, Insight, Cato Policy Report, Journal of Economic Development, The Freeman, The World and I, Reason, Washington Report on Middle East Affairs, Middle East Policy, revista Liberty e outras publicações. É colaborador da Enciclopédia Concisa de Economia. Ex-repórter de jornal e ex-editor sênior do Cato Institute e do Instituto de Estudos Humanos, Sheldon é formado pela Temple University em Philadelphia. Bloga em Free Association. Envie-lhe e-mail.


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