Friday, August 30, 2013

C4SS - A Real and Lasting Peace



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Centro por uma Sociedade sem Estado
A Left Market Anarchist Think Tank and Media Center
Centro de Políticas e de Mídia Esquerdista Anarquista de Mercado
Commentary
Comentário
A Real and Lasting Peace
Paz Real e Duradoura
Grant Mincy | August 28th, 2013
Grant Mincy | 28 de agosto de 2013
Seems as if supplying Syrian rebels with arms just isn’t enough. The US government and its Western allies are about to unleash direct military force in the small Middle Eastern country. We have heard the drumbeat of war for a long time – now as early as Thursday bombs may start falling on Syria.
Parece que apenas fornecer armas aos rebeldes sírios não basta. O governo dos Estados Unidos e seus aliados ocidentais estão prestes a empregar força militar direta naquele pequeno país do Oriente Médio. Já vimos ouvindo os tambores de guerra há longo tempo – e agora tão cedo quanto na quinta-feira bombas poderão a começar a cair sobre a Síria.
Instead of regime change, we are told, US military forces just seek to “send a strong message” to Syrian president Bashar al-Assad to stop (apparently) using chemical weapons. A humble, non-interventionist, foreign policy is no good — to be humanitarian we must bomb other populations. This rhetoric is championed by a number of war hawks on the Republican side of Congress as well, namely John McCain, Lindsey Graham and US Senator Bob Corker.
Em vez de mudança de regime, é-nos dito, as forças militares dos Estados Unidos procuram apenas “enviar forte mensagem” ao presidente sírio Bashar al-Assad para que pare (aparentemente) de usar armas químicas. Nada de política externa humilde e não intervencionista — para sermos humanitários precisamos bombardear outras populações. Essa retórica é liderada por diversos falcões da guerra também do lado Republicano do Congresso, especificamente John McCain, Lindsey Graham e o Senador dos Estados Unidos Bob Corker.
What’s under-reported in the US media, however, and what is likewise being pushed under the rug by US officials, is how other nation-states are responding to the news. The United States along with Britain and France have been warned by Russia (which supplied arms to the Syrian government, not the Western-backed rebels, mind you) and China (which has stated that the US is just rushing to conclusions again, citing no evidence of chemical weapon use) that more military interventionism in the Middle East will have catastrophic consequences for the region, is unnecessary and will harden relations among the economic powers.
Mal-informado na mídia dos Estados Unidos, entretanto, e também empurrado para baixo do tapete pelas autoridades dos Estados Unidos, é como outras nações-estados estão reagindo às notícias. Os Estados Unidos, juntamente com Grã-Bretanha e França, foram advertidos pela Rússia (que forneceu armas ao governo sírio, não aos rebeldes apoiados pelo Ocidente, vejam bem) e pela China (a qual declarou que os Estados Unidos estão apenas precipitando-se, de novo, em tirar conclusões, sem citar evidência de uso de armas químicas) que mais intervencionismo militar no Oriente Médio terá consequências catastróficas para a região, é desnecessário, e endurecerá as relações entre as potências econômicas.
They may very well be right. Iranian officials have responded to increasing war rhetoric by stating that Israel will be attacked with the full force of the Syrian military and with full support of the Iranian government (and possibly Russia) if the West intervenes.
Bem poderão estar certas. Autoridades iranianas já reagiram mediante aumentar a retórica de guerra declarando que Israel será atacado com força plena da instituição militar síria e apoio pleno do governo iraniano (e possivelmente da Rússia) se o Ocidente intervier.
What is unfolding before our eyes is how states relate to one another. Economic powers such as the United States, Britain and France are facing off against other nation states with growing power and influence in the world: Russia and China. The Middle East has long been under occupation and coercion from hegemonic western foreign policy — now Russia and China want to increase their influence in the region now too. It is all coming to a head.
O que se está desdobrando diante de nossos olhos é como os estados se relacionam uns com os outros. Potências econômicas como Estados Unidos, Grã-Bretanha e França estão tomando atitude de confronto em relação a outras nações-estados com poder e influência crescentes no mundo: Rússia e China. O Oriente Médio tem estado, desde há muito, sob ocupação e coerção da política externa hegemônica ocidental — agora Rússia e China também desejam aumentar sua influência na região. Tudo caminha para crise.
The modern era is one of total war. Technological supremacy has created weapons capable of total destruction. Though advanced states are not involved in military war with one another, there is absolutely a changing of the guard occurring. Direct conflict among powerful nation states is not necessary — that is what third world nations are for. Power is shifting away from the west. Nation building has failed and of course it would — nation-building is a central policy of state and not conducive of spontaneous liberated markets. The West, as any state, does not want to cede any power. So it is marching into a direct confrontation with rising powers at the expense of us all. Eastern states also crave power because all states do. We should absolutely be weary that these powers will stop at nothing to become as omnipotent as possible. States place hegemony over survival.
A era moderna é de guerra total. A supremacia tecnológica criou armamentos capazes de destruição total. Embora os estados adiantados não estejam militarmente envolvidos em guerra uns com os outros, há obviamente mudança de guarda ocorrendo. Não é indispensável conflito direto entre poderosos estados-nações — para isso existem as nações do terceiro mundo. O poder está escapando do ocidente. A instituição da nação fracassou e é óbvio que teria de fracassar — a instituição da nação é uma política central do estado, e não conducente a mercados libertos espontâneos. O Ocidente, como qualquer estado, não deseja ceder qualquer poder. Em decorrência, está caminhando para confronto direto com potências em ascensão a expensas de todos nós. Os estados do Leste também desejam ardentemente o poder, porque todos os estados o desejam. Deve estar bem claro para nós que essas potências não se deterão diante de nada em sua marcha para tornarem-se tão onipotentes quanto possível. Estados colocam hegemonia acima de sobrevivência.
As a human being I dissent. I dissent because states have failed. Their failure has resulted in the murders of countless members of our human family. States are unnatural. They are centralized institutions of force and violence. States ignore the fundamental aspects of co-operation seen in the anarchic, spontaneous, symbiotic work of human beings and all of nature. I dissent because I must. As the 20th century witnessed the rise of the wartime state, the 21st will surely see its dismantling. The creative labor of human beings will build markets, mutual aid, relief, decent societies and finally peace. We can and will build a real and lasting peace that will make life on Earth worth living — a peace for every child of humanity.
Como ser humano, discordo. Discordo porque os estados fracassaram. O fracasso deles resultou no assassínio de incontáveis membros de nossa família humana. Estados são coisa não natural. São instituições centralizadas de força e violência. Os estados ignoram os aspectos fundamentais de cooperação vistos no trabalho anárquico, espontâneo e simbiótico dos seres humanos e de toda a natureza. Discordo porque tenho de fazê-lo. Assim como o século 20 testemunhou a ascensão do estado de tempo de guerra, o século 21 seguramente assistirá a seu desmantelamento. O trabalho criativo dos seres humanos construirá mercados, ajuda mútua, assistência, sociedades decentes e finalmente paz. Podemos construir e construiremos paz real e duradoura que tornará a vida na Terra digna de ser vivida — paz para cada filho da humanidade.
The greatest moment in human civilization is within our grasp. It is time to reach out and attain liberty.
O mais excelente momento de nossa civilização humana está a nosso alcance. É hora de estirar-nos e atingirmos emancipação.


Wednesday, August 28, 2013

C4SS - Chelsea Manning’s Letter To President Obama Requesting Pardon



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Stigmergy - C4SS Blog
Estigmergia - Blog do C4SS
Chelsea Manning’s Letter To President Obama Requesting Pardon
Carta de Chelsea Manning Ao Presidente Obama Solicitando Perdão
James Tuttle | August 24th, 2013
James Tuttle | 24 de agosto de 2013
The decisions that I made in 2010 were made out of a concern for my country and the world that we live in. Since the tragic events of 9/11, our country has been at war. We’ve been at war with an enemy that chooses not to meet us on any traditional battlefield, and due to this fact we’ve had to alter our methods of combating the risks posed to us and our way of life.
As decisões que tomei em 2010 nasceram de preocupação com meu país e com o mundo no qual vivemos. Desde os trágicos eventos do 11/9, nosso país está em guerra. Estamos em guerra com um inimigo que opta por não enfrentar-nos em qualquer campo de batalha tradicional, e devido a esse fato tivemos de alterar nossos métodos de combater os riscos com que nós próprios e nosso modo de vida se defrontam.
I initially agreed with these methods and chose to volunteer to help defend my country. It was not until I was in Iraq and reading secret military reports on a daily basis that I started to question the morality of what we were doing. It was at this time I realized that (in) our efforts to meet the risk posed to us by the enemy, we have forgotten our humanity. We consciously elected to devalue human life both in Iraq and Afghanistan. When we engaged those that we perceived were the enemy, we sometimes killed innocent civilians. Whenever we killed innocent civilians, instead of accepting responsibility for our conduct, we elected to hide behind the veil of national security and classified information in order to avoid any public accountability.
Inicialmente concordei com esses métodos e optei por oferecer-me para ajudar a defender meu país. Só depois de encontrar-me no Iraque e ler relatórios militares secretos diariamente comecei a questionar a moralidade do que estávamos fazendo. Foi então que entendi que (em) nossos esforços para contrapor-nos ao risco colocado diante de nós pelo inimigo havíamos esquecido nossa humanidade. Conscientemente elegemos desvalorizar a vida humana tanto no Iraque quanto no Afeganistão. Ao combatermos aqueles que víamos como sendo o inimigo, por vezes matamos civis inocentes. Sempre que matamos civis inocentes, em vez de aceitarmos responsabilidade por nossa conduta, optamos por esconder-nos atrás do véu da segurança nacional e das informações secretas a fim de evadir-nos de qualquer prestação pública de contas.
In our zeal to kill the enemy, we internally debated the definition of torture. We held individuals at Guantanamo for years without due process. We inexplicably turned a blind eye to torture and executions by the Iraqi government. And we stomached countless other acts in the name of our war on terror.
Em nosso zelo em matar o inimigo, debatemos internamente a definição de tortura. Mantivemos pessoas presas em Guantanamo por anos sem o processo devido. Inexplicavelmente fizemos vista grossa para tortura e execuções praticadas pelo governo iraquiano. E engolimos incontáveis outros atos em nome de nossa guerra ao terror.
Patriotism is often the cry extolled when morally questionable acts are advocated by those in power. When these cries of patriotism drown out any logically based dissension, it is usually the American soldier that is given the order to carry out some ill-conceived mission.
O patriotismo é amiúde o grito exaltado quando atos moralmente questionáveis são defendidos pelos que estão no poder. Quando esses gritos de patriotismo sufocam qualquer dissidência logicamente alicerçada, é usualmente ao soldado estadunidense que é dada ordem de levar a efeito alguma missão mal concebida.
Our nation has had similar dark moments for the virtues of democracy — the Trail of Tears, the Dred Scott decision, McCarthyism, and the Japanese-American internment camps — to mention a few. I am confident that many of the actions since 9/11 will one day be viewed in a similar light.
Nossa nação já teve momentos similares tenebrosos para as virtudes da democracia — a Trilha das Lágrimas, a decisão Dred Scott, o McCarthyismo, e os campos de internação de estadunidenses de origem japonesa — para mencionar uns poucos. Estou confiante em que muitas das ações desde o 11/9 serão um dia vistas de modo semelhante.
As the late Howard Zinn once said, “There is not a flag large enough to cover the shame of killing innocent people.”
Como disse uma vez o falecido Howard Zinn, “Não há bandeira grande o bastante para cobrir a vergonha de matar pessoas inocentes.”
I understand that my actions violated the law; I regret if my actions hurt anyone or harmed the United States. It was never my intent to hurt anyone. I only wanted to help people. When I chose to disclose classified information, I did so out of a love for my country and a sense of duty to others.
Entendo que minhas ações violaram a lei; sinto muito se minhas ações magoaram alguém ou causaram dano aos Estados Unidos. Nunca foi minha intenção ferir ninguém. Só quis ajudar pessoas. Quando optei por revelar informações secretas, fi-lo por amor a meu país e sentimento de dever em relação a outras pessoas.
If you deny my request for a pardon, I will serve my time knowing that sometimes you have to pay a heavy price to live in a free society. I will gladly pay that price if it means we could have a country that is truly conceived in liberty and dedicated to the proposition that all women and men are created equal.”
Se você denegar minha solicitação de perdão, cumprirei minha pena sabendo que por vezes temos de pagar alto preço para viver numa sociedade livre. Pagarei de bom grado esse preço se isso significar que poderíamos ter um país verdadeiramente concebido em liberdade e dedicado à proposição de que todas as mulheres e homens são criados iguais.”

Monday, August 26, 2013

C4SS - Consequences of Power



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Consequences of Power
Consequências do Poder

Grant Mincy | August 16th, 2013
Grant Mincy | 16 de agosto de 2013
Egypt is in turmoil. As I write this, more than 500 people have been killed and thousands wounded in an ongoing conflict between the Egyptian military (on behalf of a coup-installed junta) and supporters of the overthrown Muslim Brotherhood regime (supporters of the Brotherhood believably claim the death toll is probably much higher).
O Egito está em turbulência. Enquanto escrevo, mais de 500 pessoas foram mortas e milhares feridas em conflito em andamento entre a instituição militar egípcia (representando junta guindada ao poder por meio de golpe) e partidários do regime deposto da Irmandade Muçulmana (partidários da Irmandade afirmam, convincentemente, que o tributo em mortes é provavelmente muito maior).
In the United States, the Obama administration has shied away from identifying the coup as a coup, maintaining that it serves the “national interest” to continue military aid to whoever rules in Egypt. By doing so they hope for continued influence in the region.
Nos Estados Unidos, a administração Obama tem evitado identificar o golpe como golpe, afirmando que ele atende ao “interesse nacional” de continuar a ajuda militar a quem quer que governe no Egito. Procura, desse modo, continuar a manter sua influência na região.
US President Barack Obama condemned the actions taken by Egypt’s interim government, saying “The United States strongly condemns the steps that have been taken by Egypt’s interim government and security forces. We deplore violence against civilians. We support universal rights essential to human dignity, including the right to peaceful protest.”
O Presidente dos Estados Unidos Barack Obama condenou as ações praticadas pelo governo interino do Egito, dizendo que “Os Estados Unidos condenam enfaticamente os passos dados pelo governo interino e pelas forças de segurança do Egito. Deploramos a violência praticada contra civis. Apoiamos direitos universais essenciais à dignidade humana, inclusive o direito de protestar pacificamente.”
If this statement were true the US would take an entirely different approach toward the Middle East. Case in point: How is the US responding to the situation? Well, the US military will no longer participate in Operation Bright Star — a military war game involving thousands of US, Egyptian and other allied troops in the region. This is not a crushing blow to the Egyptian military; the war game has been canceled in the past for various reasons. The cancellation is for show, fodder to cover for falling US influence in the region.
Se essa declaração fosse verdadeira os Estados Unidos adotariam abordagem inteiramente diferente em relação ao Oriente Médio. Por exemplo: Como estão os Estados Unidos reagindo á situação? Bem, a instituição militar dos Estados Unidos não mais participará da Operação Estrela Reluzente — jogo militar de guerra envolvendo milhares de soldados dos Estados Unidos, egípcios e de outras tropas aliadas da região. Não é golpe esmagador para a instituição militar do Egito; o jogo de guerra já foi cancelado, no passado, por diversas razões. O cancelamento é encenação, expediente para encobrir influência cadente dos Estados Unidos na região.
What we are seeing in Egypt and across the Middle East is the consequence of decades of US hegemony. Supporters of US policy in the region will argue that military aid to Egypt, arming Syrian rebels, drone strikes in Yemen, occupied forces in Afghanistan, etc, serve a national interest and that the “Great Peacekeeping Armadas” of western nation states are doing exactly what they are supposed to: Maintain peace through strength.
O que estamos vendo no Egito e no Oriente Médio é consequência de décadas de hegemonia dos Estados Unidos. Partidários da política dos Estados Unidos na região argumentarão que ajuda militar ao Egito, armamento de rebeldes sírios, ataques com aviões não tripulados [drones] no Iêmen, forças de ocupação no Afeganistão, etc., servem ao interesse nacional e que as “Grandes Frotas Pacificadoras” dos estados-nações ocidentais estão fazendo exatamente o que deveriam fazer: Manter a paz por meio da força.
Is this a terribly misguided philosophy or a bold-faced lie? Does Obama really “deplore violence against civilians?” Do US special interests really “support universal rights essential to human dignity?” Has any administration? Not long ago Obama was joking about drone strikes at the White House Correspondents Dinner. US policy has killed hundreds of thousands of people, maimed even more and displaced millions. The rhetoric is always the same, no matter what liar is occupying the White House.
É isso filosofia terrivelmente equivocada ou mentira impudente? Será que Obama realmente “deplora a violência praticada contra civis?” Os interesses especiais dos Estados Unidos realmente “apoiam direitos universais essenciais à dignidade humana?” Alguma administração o faz? Não há muito Obama pilheriava acerca de ataques de drones no Jantar de Correspondentes da Casa Branca. A política dos Estados Unidos já matou centenas de milhares de pessoas, mutilou mais gente ainda e desalojou milhões. A retórica é sempre a mesma, independentemente de quem seja o mentiroso ocupando a Casa Branca.
For the sake of argument, however, let’s take US rhetoric at face value and accept that the end goal is peace in the Middle East by establishing democracy throughout the region (George W. Bush logic). Though I agree that democratic governments are superior to totalitarian states we must remember that governments do not represent the wishes of the public. Governments represent the wishes of those with power and influence.
Por mor de argumentação, contudo, tomemos a retórica dos Estados Unidos pelo valor de face e aceitemos que o objetivo final seja a paz no Oriente Médio mediante estabelecimento de democracia na região (lógica de George W. Bush). Embora eu concorde com que governos democráticos sejam superiores a estados totalitários, precisamos lembrar que os governos não representam os anelos do público. Os governos representam os desejos daqueles que têm poder e influência.
What is happening in Egypt is a direct consequence of US foreign policy.
O que está acontecendo no Egito é consequência direta da política externa dos Estados Unidos.
So what is the answer? The exact opposite of what governments have done throughout their existence. The most effective way to ensure peace is through true democratic consensus in the public arena — away from centralized institutions such as the state and global corporations. The faster we disassociate from our power structure, the faster a liberated society will build true peace.
Qual é, então, a resposta? O exato oposto do que os governos têm feito ao longo de sua existência. O modo mais eficaz de assegurar paz é por meio de verdadeiro consenso democrático no seio do público — longe de instituições centralizadas como o estado e corporações globais. O quanto mais depressa nos desassociemos de nossa estrutura de poder, mais rápido sociedade liberta construirá paz verdadeira.
It is not in the interests of human beings to die for and/or because of governments. It is in our interests to associate with global uprisings against neo-liberal economic policy, interventionism and the consequences of centralized power.
Não é do interesse de seres humanos morrerem por e/ou por causa de governos. É de nosso interesse nos associarmos a levantes globais contra política econômica neoliberal, intervencionismo e consequências do poder centralizado.