Saturday, July 13, 2013

FFF- BOOK REVIEW: THE CRISIS AHEAD



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The Future of Freedom Foundation
A Fundação Futuro de Liberdade
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BOOK REVIEW: THE CRISIS AHEAD
RESENHA DE LIVRO: A CRISE À FRENTE
July 11, 2013
11 de julho de 2013
The Real Crash: America’s Coming Bankruptcy — How to Save Yourself and Your Country by Peter D. Schiff (New York: St. Martin’s Press, 2012), 352 pages.
A Real Pane: a Falência dos Estados Unidos a Caminho — Como Salvar-se e Salvar Seu País por Peter D. Schiff (New York: St. Martin’s Press, 2012), 352 páginas.
As  I write this review, the presidential campaign of 2012 has recently (and mercifully!) come to its end. Neither major-party candidate ever addressed the most salient issue facing the nation, namely, the fact that the federal government’s obligations vastly exceed its intake of tax money. The government must borrow enormous amounts to cover its trillion-dollar-plus annual deficits, and those deficits are sure to widen as payments for Social Security, Medicare, and other entitlements keep growing.
Escrevo esta resenha no momento em que a campanha presidencial de 2012 vem de acabar (até que enfim!). Nenhum candidato dos partidos principais suscitou a questão mais saliente com que se defronta a nação, isto é, o fato de que as obrigações do governo federal excedem vastamente sua coleta de dinheiro oriundo de impostos. O governo tem de tomar emprestados enormes montantes para cobrir seus déficits anuais de mais de trilião de dólares, e esses déficits seguramente aumentarão à medida que pagamentos para Previdência Social, Assistência de Saúde para Idosos e outros direitos subjetivos continuam a aumentar.
The nation plunges further into debt every minute, yet neither Barack Obama nor Mitt Romney uttered anything but platitudes about the looming financial cataclysm. Obama reassured voters that America could fix its fiscal problems by “asking the wealthiest Americans to pay a little more.” Romney referred to a vague plan to balance the federal budget — in 2022. Neither was willing to admit that the government simply can’t pay all that it has promised. Instead, they led people to believe that America’s fiscal problems are manageable.
A nação mergulha mais em dívida cada minuto e, apesar disso, nem Barack Obama nem Mitt Romney enunciaram qualquer coisa diferente de trivialidades acerca do cataclismo financeiro que assoma. Obama garantiu aos eleitores que os Estados Unidos podem resolver seus problemas fiscais mediante “pedir aos estadunidenses mais ricos para pagarem um pouquinho mais.” Romney referiu-se a vago plano para equilibrar o orçamento federal — em 2022. Nenhum dos dois mostrou-se disposto a admitir que o governo simplesmente não pode pagar tudo o que tem prometido. Pelo contrário, induziram as pessoas a achar que os problemas fiscais dos Estados Unidos são administráveis.
Once you read Peter Schiff’s new book, however, you will know that America’s fiscal problems are not manageable and can only lead, sooner or later, to default. Owing to decades of profligacy, the government’s financial situation is like that of the Titanic after hitting the iceberg. It is just a matter of time before the ship sinks. Saving it is no longer possible. Schiff argues that “the day will come when the rest of the world stops trusting America’s currency and our credit. Then we’ll get the real crash.”
Uma vez, porém, que você leia o novo livro de Peter Schiff, ficará sabendo que os problemas fiscais dos Estados Unidos não são administráveis e só podem levar, mais cedo ou mais tarde, a inadimplência. Por causa de décadas de esbanjamento, a situação financeira do governo é como a do Titanic depois de colidir com o iceberg. Apenas questão de tempo até que o navio naufrague. Poupar já não é mais possível. Schiff argumenta que “dia virá quando o resto do mundo cessará de confiar na moeda estadunidense e em nosso crédito. Então teremos a pane real.
Predictions of financial doom are fairly common, but Peter Schiff is a writer worth heeding. He famously predicted the housing-market crash when almost everyone else was certain that home prices would keep rising. He was able to make that prediction because he understands the crucial insight of Austrian economics that central-bank manipulation to artificially depress interest rates inevitably leads to widespread misallocation of resources. Low interest rates combined with a political obsession to increase home ownership led to a massive housing bubble that burst in 2007 and whose effects we still feel.
Previsões de ruína financeira são razoavelmente comuns, mas Peter Schiff é autor credor de atenção. Ele, famosamente, previu a pane do mercado habitacional quando quase todo mundo mais estava certo de que os preços das residências continuariam a subir. Ele conseguiu fazer tal previsão porque entende a percepção crucial da economia austríaca de que a manipulação do banco central para deprimir artificialmente as taxas de juros inevitavelmente leva a disseminada alocação equivocada de recursos. Taxas de juros baixas conjugadas com obsessão política de aumentar o número de proprietários de residências levaram a maciça bolha habitacional que explodiu em 2007 e cujos efeitos ainda sentimos.
The housing bubble, however, was just the most visible manifestation of the federal government’s baneful impact on the nation. The Real Crash explains that federal policies continue to divert resources away from market-directed production and into politically directed follies that impede market production. The Federal Reserve (one of several villains in the book) has been keeping interest rates artificially low, thus enabling the politicians to continue their spending spree. But that policy has a heavy cost: Americans are saving very little. Why would they, with such meager rewards that don’t offset the loss of purchasing power? Schiff’s point is that while the cost of government expands, people are accumulating very little capital, the source of economic growth. Thus the federal government’s wasteful (and mostly unconstitutional) ways guarantee that Americans will be poorer in the future.
A bolha habitacional, contudo, foi apenas a manifestação mais visível do impacto predatório do governo federal sobre a nação. A Real Pane explica que as políticas federais continuam a desviar recursos da produção dirigida pelo mercado, rumando-os para desatinos que tolhem a produção do mercado. A Reserva Federal (um dos diversos vilãos no livro) vem mantendo as taxas de juros artificialmente baixas, possibilitando, desse modo, que os políticos continuem sua ebriedade de gastos. Essa política, todavia, tem alto custo: os estadunidenses estão poupando muito pouco. Por que deveriam poupar, com retornos esquálidos insuficientes para compensar a perda de poder aquisitivo? O ponto de Schiff é que, embora o custo do governo se expanda, as pessoas estão acumulando muito pouco capital, a fonte de crescimento econômico. Assim, os caminhos desperdiçadores (e na maior parte das vezes inconstitucionais) do governo federal garantem que os estadunidenses serão mais pobres no futuro.
Schiff confronts his intellectual adversaries throughout the book and blasts the Keynesians who say that prosperity stems from spending and is reduced by saving. It is the other way around, he writes. “A society that does not save cannot grow. It can fake it for a while, living off foreign savings and a printing press, but such ‘growth’ is unsustainable.”
Schiff confronta seus adversários intelectuais ao longo do livro e fustiga os keynesianos que dizem que a prosperidade deriva de gastar e é reduzida pelo poupar. É o contrário, escreve ele. “Sociedade que não poupa não tem como crescer. Ela pode, durante algum tempo, vender a impressão de que cresce, recorrendo a poupança estrangeira e a uma impressora, mas esse ‘crescimento’ é insustentável.”
The government owes so much that it can’t possibly repay, and its creditors will soon realize that. They will decide either that the risks of lending to Uncle Sam are unacceptable unless they get substantially higher rates, or that they have better things to do with their money than to lend it to the U.S. government. Either way, the loss of the river of cheap credit U.S. politicians have come to depend on will turn America’s budgetary problem into a full-blown crisis. Apropos of his earlier call on the housing-market crash, Schiff writes that it is no more possible for interest rates to remain depressed forever than it was for housing prices to escalate forever. Once interest rates rise to normal levels, Schiff notes, the government will have to dedicate so much of its tax revenue to debt service that very little will be left for all the rest of its functions. The Federal Reserve could buy Treasury debt for a while, but that would ultimately lead to runaway inflation.
O governo deve tanto que não tem como pagar o que deve, e seus credores logo perceberão isso. Eles chegarão à conclusão ou de que os riscos de emprestar para Tio Sam são inaceitáveis a menos que obtenham taxas substancialmente mais altas, ou que têm coisas melhores para fazer com seu dinheiro do que emprestá-lo ao governo dos Estados Unidos. Em qualquer das hipóteses, a perda do rio de crédito barato do qual os políticos dos Estados Unidos vieram a depender transformará o problema orçamentário dos Estados Unidos em crise plena. Com referência a sua anterior advertência acerca da pane do mercado habitacional, Schiff escreve não ser mais possível as taxas de juros continuarem deprimidas para sempre, do mesmo modo que era impossível os preços das residências subirem para sempre. Uma vez as taxas de juros subam para níveis normais, observa Schiff, o governo terá de canalizar tanto de sua receita de impostos para o serviço da dívida que muito pouco será deixado para todo o resto de suas funções. A Reserva Federal poderá comprar a dívida do Tesouro por algum tempo, mas isso no final levará a inflação desenfreada.
The impending crash will force hard decisions on politicians. Do they pay the creditors or do they pay Americans who depend on entitlements? Schiff doesn’t think that will be hard. Politicians will choose the latter. That will mean default, and he argues that the sooner they announce that, the better off Americans will be. It will be a good thing for America when people stop lending to the government because the politicians waste the money and thus leave the people worse off. If lenders said, “No more,” to the government, that would be the equivalent of taking the booze away from a drunkard.
A pane iminente forçará os políticos a tomar decisões duras. Pagarão eles os credores, ou os estadunidenses que dependem de benefícios considerados de direito? Schiff não acha que a decisão seja difícil. Os políticos optarão pela segunda. Isso significará inadimplência, e ele argumenta que quanto mais cedo eles anunciarem isso, em melhor condição ficarão os estadunidenses. Será coisa boa para os Estados Unidos as pessoas pararem de emprestar ao governo, porque os políticos desperdiçam o dinheiro e portanto deixam as pessoas em condição pior. Se os emprestadores dissessem “Chega” para o governo, isso seria o equivalente a tirar a garrafa de um bêbado.
But wouldn’t it be immoral for the government to default on its debt? Schiff vigorously replies, “The immoral thing was making the promises Congress has made — saddling future generations with debt for unsustainable programs. Don’t feel bad for our foreign creditors taking a haircut. They had access to our budgets. They could read my books. They knew they were lending to a financially crippled nation.”
Não seria, porém, imoral o governo inadimplir com sua dívida? Schiff responde vigorosamente: “O imoral foi fazer as promessas que o Congresso fez  — onerando gerações futuras com dívida de programas insustentáveis. Não lamentem nossos credores externos fecharem a torneira. Eles tinham acesso a nossos orçamentos. Eles podiam ler meus livros. Eles sabiam estar emprestando para uma nação estropiada.”
Recommendations
Recomendações
Like a wastrel who has blown through his wealth and needs to begin anew, America must stop borrowing, put its economic and financial blunders behind it, and make a fresh start. Much of the book is devoted to Schiff’s prescriptions for an economically healthy nation. His recommendations include all the libertarian favorites, and he gives us reason for optimism that in the postcrash environment at least some of them might be feasible.
Como esbanjador que dissipou sua fortuna e precisa começar de novo, os Estados Unidos precisam parar de tomar empréstimos, deixar para trás suas asneiras econômicas e financeiras, e recomeçarem do zero. Grande parte do livro está voltado para as receitas de Schiff para uma nação economicamente saudável. Suas recomendações incluem todas as favoritas dos libertários, e ele nos dá motivos para otimismo quanto a, no ambiente pós-pane, pelo menos algumas delas poderem ser viáveis.
Return to gold as money. Schiff explains clearly why gold became the monetary standard and why it is preferable to any monetary system that government can manipulate.
Retorno ao ouro como moeda. Schiff explica claramente por que o ouro tornou-se o padrão monetário e por que ele é preferível a qualquer sistema monetário que o governo possa manipular.
Abolish the entitlement programs. Social Security, Medicare, and other entitlement programs were bad ideas when they were instituted because they substituted dependence on government for personal responsibility and market initiatives to solve people’s needs. The crash will create an opportunity to replace federal handouts with individual responsibility.
Extinção dos programas de direito subjetivo. Previdência Social, Assistência de Saúde para Idosos e outros programas de direito subjetivo foram más ideias ao serem instituídos, porque substituíram a responsabilidade pessoal e as iniciativas de mercado para solução das necessidades das pessoas por dependência do governo. A pane criará oportunidade de substitução das esmolas do governo por responsabilidade individual.
Reform the tax code. The income tax was one of America’s greatest national blunders, Schiff maintains. It provides federal politicians with a steady and increasing flow of money for them to waste on programs that make them popular at the next election, but undermine both liberty and prosperity. He advocates a low consumption-oriented tax system.
Reforma do código tributário. O imposto de renda foi a maior as asneiras dos Estados Unidos, mantém Schiff. Pois aquinhoa os políticos federais com fluxo firme e crescente de dinheiro para que eles o desperdicem em programas que os tornem populares para efeito da próxima eleição, mas aluem tanto emancipação quanto prosperidade. Ele advoga sistema tributário orientado para baixo consumo.
Deregulation. Leftists’ main line of defense following the bursting of the housing bubble was that all the bad that happened to the economy from 2007 on was due to deregulation under the Bush administration. Schiff is especially ferocious in attacking that notion because he runs an investment firm and knows firsthand that government regulation over his industry increased dramatically during the Bush years. He wants deregulation across the board.
Desregulamentação. A principal linha de defesa dos esquerdistas na esteira do estouro da bolha habitacional foi aquela segundo a qual todo o mal acontecido à economia a partir de 2007 devia-se a desregulamentação durante a administração Bush. Schiff é especialmente agressivo no atacar essa noção, porque administra firma de investimento e sabe em primeira mão que a regulamentação do governo no referente a seu ramo de atividade aumentou dramaticamente durante os anos de Bush. Ele quer desregulamentação de alto a baixo.
No more bailouts. Government has no business subsidizing businesses in any way, including bailing them out when they lose money. Schiff excoriates the “too big to fail” mentality that politicians of both parties have fostered and he would like to see a complete separation of business and state.
Não mais socorros financeiros. O governo não tem nada a ver com subsidiar empresas de qualquer modo que seja, inclusive com socorrê-las financeiramente quando elas perdem dinheiro. Schiff critica severamente a mentalidade de “grande demais para falir” que políticos de ambos os partidos têm promovido, e ele gostaria de ver completa separação entre empresa e estado.
End military adventurism abroad. U.S. budget deficits are heightened greatly, thanks to its penchant for military adventurism. A large part of getting its fiscal house in order must be the elimination of needless (and often counterproductive) military spending.
Acabar com o aventureirismo militar no exterior. Os déficits orçamentários dos Estados Unidos são grandemente intensificados graças ao gosto dos orçamentos por aventureirismo militar. Grande parte de colocar a casa fiscal em ordem tem de consistir em eliminação de gastos militares inúteis (e amiúde contraproducentes).
Leave education to the free market. There is no logical reason or constitutional justification for federal involvement in education at any level. Unfortunately, federal spending and control over education have been growing rapidly. Schiff would put an end to it. I was particularly glad to read his assessment of the federal government’s impact on my own field of higher education.
Deixar a educação a cargo do livre mercado. Não há motivo razoável ou justificativa constitucional para envolvimento federal em educação em qualquer nível. Infelizmente, gastos e controle federal sobre a educação têm aumentado rapidamente. Shiff gostaria de pôr fim a isso. Fiquei particularmente satisfeito ao ler a avaliação dele do impacto do governo federal sobre meu próprio campo de educação superior.
For readers who are convinced that the U.S. government has in fact gone beyond the point of no return on its finances, Schiff provides a wealth of investment advice. He writes, “You want to be investing today where people are saving and producing, so that tomorrow, when they’re ready to spend, you’re getting some of that money,” and suggests investing in countries that still allow the market to work to a large degree (unlike the United States). Short the U.S. dollar, he advises, by putting money into the Australian dollar, for instance.
Para leitores convencidos de que o governo dos Estados Unidos de fato já ultrapassou o ponto de retrocesso possível em suas finanças, Schiff oferece uma carrada de conselhos de investimento. Escreve ele: “Investir hoje onde pessoas estão poupando e produzindo de tal maneira que, amanhã, quando elas estiverem prontas para gastar, você obtenha parte daquele dinheiro,” e sugere investimento em países que ainda permitem ao mercado funcionar em grande medida (diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos). Descarte o dólar dos Estados Unidos, aconselha ele, mediante colocar dinheiro no dólar australiano, por exemplo.
The Real Crash, to use an overworked phrase, is a must-read. Americans desperately need to understand that the relentless expansion of the federal government has gravely weakened the nation’s economy and will soon result in a financial crash. When that crash comes, it will be crucial that the people know its cause. Advocates of the mega-state will work incessantly to deceive them into believing that the crash should be blamed on greedy businessmen, speculators, foreigners, global warming, and so on — anything other than the politicians who have wrecked America’s economy and debased its money. When the country reaches that point, Schiff’s book will be worth its weight in gold as a counterargument to the statist scapegoating.
A Real Pane, para usar uma expressão surrada, é de leitura imprescindível. É desesperadoramente necessário que os estadunidenses entendam que a expansão incessante do governo federal veio enfraquecendo gravemente a economia da nação e logo resultará em pane financeira. Quando a pane acontecer, será crucial as pessoas saberem sua causa. Defensores do megaestado trabalharão incessantemente para iludir as pessoas, tentando levá-las a acreditar que a pane deverá ser atribuída a empresários gananciosos, especuladores, estrangeiros, aquecimento global, e assim por diante — qualquer coisa que não os políticos que arruinaram a economia dos Estados Unidos e aviltaram sua moeda. Quando o país chegar a esse ponto, o livro de Schiff valerá seu peso em ouro como contra-argumentação à atribuição estatista de bodes expiratórios.
Get and read the book now, but hold on to your copy for use when the crash hits.
Obtenha e leia o livro agora, mas conserve seu exemplar para uso quando a pane acontecer.
This article was originally published in the March 2013 edition of Future of Freedom.
Este artigo foi publicado originalmente na edição de março de 2013 de Futuro de Liberdade.
This post was written by: George Leef
Esta afixação foi escrita por: George Leef
George C. Leef is the research director of the John W. Pope Center for Higher Education Policy in Raleigh, North Carolina. He was previously the president of Patrick Henry Associates, East Lansing, Michigan, an adjunct professor of law and economics, Northwood University, and a scholar with the Mackinac Center for Public Policy.
George C. Leef é diretor de pesquisa do Centro John W. Pope de Políticas de Educação Superior em Raleigh, Carolina do Norte. Foi antes presidente da Patrick Henry Associates, East Lansing, Michigan, professor adjunto de direito e economia da Northwood University, e especialista do Centro Mackinac de Políticas Públicas.

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