Friday, May 3, 2013

Press TV - Lest we forget, Muslims had no role in 9/11



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Lest we forget, Muslims had no role in 9/11
Para que não nos esqueçamos, os muçulmanos nada tiveram a ver com o 11/9
Tuesday Apr 30, 2013
Terça 30 de abril de 2013
Almost 12 years and many a million deaths later, the US and its NATO allies have made public their plan to start withdrawal from Afghanistan in 2014. The war in Afghanistan has been an abject failure, orphaned both on the military and the public relations fronts, with the loss of life, property, and infrastructure being colossal.
Quase 12 anos e muitos milhões de mortes depois, os Estados Unidos e seus aliados da OTAN tornaram público seu plano de começar a retirada do Afeganistão em 2014. A guerra no Afeganistão tem sido fracasso vergonhoso, gerado desgaste nas frentes tanto militar quanto de relações públicas, e acarretado perda colossal de vidas, propriedade e infraestrutura.
More importantly, contrary to initial claims, the global war on terror has not made the world a safer place. Instances of terrorism have continuously been on a rise, engulfing one after another the countries neighboring Afghanistan. Lest we forget, almost all subsequent wars waged by US and NATO have had their genesis in the war that was thrust onto Afghanistan after 9/11.
Mais importante: contrariamente a alegações iniciais, a guerra global ao terror não tornou o mundo lugar mais seguro. Casos de terrorismo têm aumentado continuamente, engolfando um após outro os países vizinhos do Afeganistão. Para que não nos esqueçamos, quase todas as guerras subsequentes conduzidas por Estados Unidos e OTAN tiveram sua gênese na guerra desfechada contra o Afeganistão depois do 11/9.
Much of America’s foreign policy since 9/11 has been based on the assumption that it was attacked by Muslims on that day. This assumption was used, most prominently, to justify the wars in Afghanistan and Iraq. In fact every war fought by US and its allies during the first decade of the third millennium has been founded in the post-9/11 doctrine of preemption.
Muito da política externa dos Estados Unidos desde o 11/9 tem estado baseada na assunção de que o país foi atacado, naquele dia, por muçulmanos. Essa assunção foi usada, mais preeminentemente, para justificar as guerras no Afeganistão e no Iraque. Na verdade, todas as guerras desencadeadas pelos Estados Unidos e por seus aliados durante a primeira década do terceiro milênio têm-se fundamentado na doutrina, posterior ao 11/9, da ação preventiva.
It is now widely agreed that the use of 9/11 as a basis for attacking Iraq was illegitimate: none of the hijackers were Iraqis, there was no working relation between Saddam Hussein and Osama bin Laden, and Iraq was not behind the anthrax attacks. But it is still widely believed that the US attack on Afghanistan was justified. For more than a decade now, the corporate media around the world has consistently been forcing this fantastic narrative as an undisputable fact. It seems likely that the indoctrination will increase to new levels as spin-doctors try to justify the Afghanistan withdrawal plan and prove that the ‘war on terror’ has been a success unmatched in human history.
Hoje há amplo consenso de que o uso do 11/9 como base para ataque ao Iraque foi ilegítimo: nenhum dos sequestradores era iraquiano, não havia relação identificável entre Saddam Hussein e Osama bin Laden, e o Iraque não estava por trás dos ataques de antraz. No entanto, ainda se acredita amplamente que o ataque dos Estados Unidos ao Afeganistão foi justificável. Por mais de uma década, agora, a mídia corporativa ao redor do mundo vem consistentemente forçando essa narrativa fantástica como se fosse fato indisputável. Parece provável que essa doutrinação cresça para novos níveis à medida que os doutores na arte de distorcer a interpretação dos fatos para influenciar pessoas tentem justificar o plano de retirada do Afeganistão e provar que a ‘guerra ao terror’ tem sido um sucesso sem precedentes na história humana.
The stage has been set for a massive ploy of psychological and media war to be unleashed on the unsuspecting minds of the masses. For example, as recently as in 2011, the New York Times while referring to the US attack on Iraq as a “war of choice,” called the battle in Afghanistan a “war of necessity.” Time magazine dubbed it “the right war.” And in 2009, Barack Obama was reported to have said ‘one reason to wind down our involvement in Iraq is to have the troops and resources to “go after the people in Afghanistan who actually attacked us on 9/11.”
O palco vem de ser montado para maciça manobra de guerra psicológica e de mídia ser deflagrada contra as mentes das massas incautas. Por exemplo, tão recentemente quanto em 2011, o New York Times, embora referindo-se ao ataque dos Estados Unidos ao Iraque como “guerra opcional,” chamou a batalha no Afeganistão de “guerra indispensável.” A revista Time alcunhou-a de “a guerra correta.” E, em 2009, Barack Obama foi descrito como tendo dito: ‘um dos motivos para acabarmos gradualmente com nosso envolvimento no Iraque é contarmos com as tropas e os recursos necessários “para irmos no encalço das pessoas, no Afeganistão, que realmente nos atacaram no 11/9.”
In 2012, after his reelection, Barack Obama was reported to have said ‘The war against terror has been won, with the main perpetrators, including Osama Bin Laden, brought to justice.’ ‘We will continue to fight Al-Qaeda on all fronts and support the cause of freedom and human rights around the world’, he added, giving us a glimpse of what the US and its NATO allies have in store for the world in general and for the Middle East in particular, in time to come.
Em 2012, depois de sua reeleição, noticiou-se que Barack Obama teria dito: ‘A guerra contra o terror foi ganha, com os principais perpetradores, inclusive Osama Bin Laden, trazidos à justiça.’ ‘Continuaremos a combater a Al-Qaeda em todas as frentes e a apoiar a causa da liberdade e dos direitos humanos em todo o mundo’, acrescentou, dando-nos um vislumbre do que os Estados Unidos e seus aliados da OTAN reservam para o mundo em geral e para o Oriente Médio em particular, no porvir.
The assumption that America was attacked by Muslims on 9/11 lies behind the widespread perception of Islam as an inherently violent religion and therefore of Muslims as guilty until proven innocent. This perception surely contributed to attempts to portray Obama as a Muslim, which was lampooned by a controversial cartoon on the July 21, 2008, cover of The New Yorker. There has also been a steady increase in reported incidents of Islamophobia, ranging from hate speech against Muslim communities to incidents of insulting the Qur’an and the prophet of Islam.
A assunção de que os Estados Unidos foram atacados por muçulmanos em 11/9 está por trás da percepção amplamente disseminada do islã como uma religião inerentemente violenta, e portanto dos muçulmanos como culpados até que provado serem inocentes. Essa percepção seguramente contribuiu para tentativas de retratar Obama como muçulmano, o que foi objeto de sarcasmo expressado numa controversa caricatura na capa de 21 de julho de 2008 do The New Yorker. Tem também havido constante aumento de relatos de incidentes de fobia do islã, indo de discursos de incitação ao ódio contra comunidades muçulmanas a incidentes de insulto ao Corão e ao profeta do islã.
As could be illustrated by reference to many other post-9/11 developments, including spying, torture, extraordinary rendition, military tribunals, America’s new doctrine of preemptive war, and its enormous increase in military spending, the assumption that the World Trade Center and the Pentagon were attacked by Muslim hijackers has had enormous negative consequences for both international and US domestic issues. In light of the unfolding events it becomes essential to recap the real ‘facts’ about 9/11, which served as the pretext for the whole campaign named ‘war on terror’.
Como pode ser ilustrado mediante referência a muitos outros desdobramentos posteriores ao 11/9, inclusive espionagem, tortura, cessão extraordinária, tribunais militares, a nova doutrina dos Estados Unidos de guerra preventiva, e o enorme aumento das despesas militares daquele país, a assunção de que o World Trade Center e o Pentágono foram atacados por sequestradores muçulmanos tem tido enormes consequências negativas para questões tanto internacionais quanto internas aos Estados Unidos. À luz dos eventos em desdobramento, torna-se essencial recapitular os reais ‘fatos’ acerca do 11/9, que serviram como pretexto para toda a campanha denominada ‘guerra ao terror’.
Is it conceivable that 9/11 was not done by Muslims? Insofar as Americans and Europeans would say “No,” they would express their belief that this assumption is not merely an “assumption” but is instead based on strong evidence. When actually examined, however, the proffered evidence turns out to be remarkably weak. This can be illustrated by means of 12 questions.
Será concebível que o 11/9 não tenha sido levado a efeito por muçulmanos? Na medida em que estadunidenses e europeus respondam “Não,” estarão expressando a crença em que essa assunção não é meramente uma “assunção” e sim algo baseado em forte evidência. Quando efetivamente examinada, contudo, a evidência oferecida revela-se notavelmente fraca. Isso pode ser ilustrado por meio de 12 perguntas.
1. Were Mohamed Atta and the other hijackers devout Muslims?
1. Eram Mohamed Atta e os outros sequestradores muçulmanos devotos?
The picture of the hijackers conveyed by the 9/11 Commission is that they were devout Muslims. But this portrayal is contradicted by various newspaper stories. The San Francisco Chronicle reported that Atta and other hijackers had made “at least six trips” to Las Vegas, where they had “engaged in some decidedly un-Islamic sampling of prohibited pleasures.” These activities were “un-Islamic” because, as the head of the Islamic Foundation of Nevada pointed out: “True Muslims don’t drink, don’t gamble and don’t go to strip clubs.”
A imagem dos sequestradores vendida pela Comissão do 11/9 é a de que eles eram devotos muçulmanos. Esse retrato, contudo, é contradito por diversos artigos de jornal. The San Francisco Chronicle relatou que Atta e outros sequestradores haviam feito “pelo menos seis viagens” a Las Vegas, onde “lançaram-se a uma penca de prazeres proibidos decididamente contrários ao islã.” Essas atividades eram “contrárias ao islã” porque, como destacou o chefe da Fundação Islâmica de Nevada: “Verdadeiros muçulmanos não bebem, não jogam e não vão a clubes de pessoas que se exibem desnudando-se.”
2. Do Authorities Have Hard Evidence of Osama bin Laden’s Responsibility for 9/11?
2. Têm as Autoridades Evidência Concreta da Responsabilidade de Osama bin Laden pelo 11/9?
Mystery shrouds the character of Osama bin Laden even after his alleged death. Whatever be the truth about the devoutness of the hijackers, one might reply, there is certainly no doubt about the fact that they were acting under the guidance of Osama bin Laden. The attack on Afghanistan was based on the claim that bin Laden was behind the attacks, and the 9/11 Commission’s report was written as if there were no question about this claim. But neither the Bush administration nor the Commission provided any proof for it.
Mistério envolve o caráter de Osama bin Laden mesmo depois de sua alegada morte. Qualquer a verdade acerca da devoção dos sequestradores, poderia alguém responder, certamente não há dúvida acerca do fato de que eles estavam agindo sob orientação de Osama bin Laden. O ataque ao Afeganistão estava baseado na alegação de que bin Laden estava por trás dos ataques, e o relatório da Comissão do 11/9 foi escrito como se não houvesse dúvida no tocante a tal alegação. Nem porém a administração Bush nem a Comissão apresentou ofereceu qualquer prova a respeito.
Two weeks after 9/11, Secretary of State Colin Powell, speaking to Tim Russert on “Meet the Press,” said he expected “in the near future . . . to put out . . . a document that will describe quite clearly the evidence that we have linking [bin Laden] to this attack.” But at a press conference with President Bush the next morning, Powell reversed himself, saying that although the government had information that left no question of bin Laden’s responsibility, “most of it is classified.” According to Seymour Hersh, citing officials from both the CIA and the Department of Justice, the real reason for the reversal was a “lack of solid information.”
Duas semanas depois do 11/9, o Secretário de Estado Colin Powell, falando a Tim Russert em “Encontre-se com a Imprensa,” disse que esperava “no futuro próximo . . . divulgar . . . um documento que descreverá bem claramente a evidência que temos ligando [bin Laden] a esse ataque.” Contudo, numa coletiva de imprensa com o Presidente Bush na manhã seguinte, Powell voltou atrás, dizendo que, embora o governo tivesse informações que não deixavam dúvida acerca da responsabilidade de bin Laden, “essas informações são, em sua maior parte, secretas.” De acordo com Seymour Hersh, citando autoridades tanto da CIA quanto do Departamento de Justiça, o real motivo para a mudança de postura fora “falta de informação concreta.”
It is often claimed that bin Laden’s guilt is proved by a video, reportedly found by US intelligence officers in Afghanistan in November 2001, in which bin Laden appears to accept responsibility for planning the attacks. But critics, pointing out various problems with this “confession video,” have called it a fake. General Hamid Gul, a former head of Pakistan’s ISI, said: “I think there is an Osama Bin Laden look-alike.” Actually, the man in the video is not even much of a look-alike, being heavier and darker than bin Laden, having a broader nose, wearing jewelry, and writing with his right hand. The FBI, in any case, obviously does not consider this video hard evidence of bin Laden’s responsibility for 9/11.
Afirma-se amiúde que a culpa de bin Laden é comprovada por um vídeo que, segundo se diz, teria sido encontrado por oficiais da inteligência dos Estados Unidos no Afeganistão em novembro de 2001, no qual bin Laden parece aceitar responsabilidade por planejar os ataques. Críticos, entretanto, destacando diversos problemas nesse “vídeo de confissão,” disseram-no falso. O General Hamid Gul, ex-chefe da ISI do Paquistão, disse: “Acho que é uma pessoa parecida com Osama Bin Laden.” Na verdade, o homem no vídeo nem é muito parecido, sendo mais pesado e mais moreno do que Laden, tendo nariz mais largo, usando joias, e escrevendo com a mão direita. O FBI, de qualquer maneira, obviamente não considera esse vídeo evidência concreta da responsabilidade de bin Laden pelo 11/9.
Therefore, the White House, the British government, the FBI or the 9/11 Commission have not provided solid evidence that Osama bin Laden was behind 9/11.
Portanto, a Casa Branca, o governo britânico, o FBI e a Comissão do 11/9 não proporcionaram evidência concreta de que Osama bin Laden estava por trás do 11/9.
3. Was evidence of Muslim hijackers provided by phone calls from the airliners?
3. Terão chamadas telefônicas feitas a partir dos aviões de passageiros fornecido evidência de sequestradores muçulmanos?
Many readers may think that there can be no doubt that the airplanes were taken over by al-Qaeda hijackers, because their presence and actions on the planes were reported on phone calls by passengers and flight attendants, with cell phone calls playing an especially prominent role.
Muitos leitores poderão achar não haver dúvida de que os aviões foram tomados por sequestradores da al-Qaeda, porque a presença e as ações deles dentro dos aviões foram relatadas em chamadas telefônicas efetuadas por passageiros e comissários de bordo, com chamadas a partir de telefones celulares desempenhando papel especialmente preeminente.
The most famous of the reported calls were from CNN commentator Barbara Olson to her husband, US Solicitor General Ted Olson. According to CNN, he reported that his wife had “called him twice on a cell phone from American Airlines Flight 77,” saying that “all passengers and flight personnel, including the pilots, were herded to the back of the plane by . . . hijackers [armed with] knives and cardboard cutters.”
As mais famosas das chamadas noticiadas foram as da comentadora da CNN Barbara Olson para o marido dela, o Procurador Geral dos Estados Unidos Ted Olson. De acordo com a CNN, ele contou que sua mulher havia-o “chamado duas vezes de um telefone celular do Voo 77 da American Airlines,” dizendo que “todos os passageiros e o pessoal de bordo, inclusive os pilotos, foram arrebanhados para a parte traseira do avião por . . . sequestradores [armados com] facas e estiletes.”

Although these reported calls, as summarized by Ted Olson, did not describe the hijackers so as to suggest that they were members of al-Qaeda, such descriptions were supplied by calls from other flights which stated the hijackers to be ‘Middle Eastern-looking men’ and ‘Having an Islamic look’. From these calls, therefore, the public was informed that the hijackers looked Middle Eastern and even Islamic.
Embora essas chamadas relatadas, como resumido por Ted Olson, não descrevessem os sequestradores de modo a sugerir que fossem membros da al-Qaeda, tais descrições foram fornecidas por chamadas oriundas de outros voos as quais enunciaram que os sequestradores eram ‘homens com aparência de gente do Oriente Médio’ e ‘tendo aparência islâmica’. A partir dessas chamadas, portanto, o público foi informado de que os sequestradores pareciam-se com pessoas do Oriente Médio e até com islâmicos.
There was, however, a big problem with these reported calls: Given the technology available in 2001, cell phone calls from airliners at altitudes of more than a few thousand feet, especially calls lasting more than a few seconds, were not possible, and yet these calls, some of which reportedly lasted a minute or more, reportedly occurred when the planes were above 30,000 or even 40,000 feet. This problem was explained by some credible people, including scientist A.K. Dewdney, who for many years had written a column for Scientific American.
Havia, entretanto, um grande problema com essas chamadas relatadas: Dada a tecnologia disponível  em 2001, chamadas telefônicas a partir de celulares de aviões em altitude acima de alguns mil pés, especialmente telefonemas com mais de alguns segundos de duração, não eram possíveis e, no entanto, essas chamadas telefônicas, que segundo noticiado duraram um minuto ou mais, teriam ocorrido quando os aviões estavam acima de 30.000 ou 40.000 pés. Esse problema foi levantado por muitas pessoas, inclusive o cientista A.K. Dewdney, que por muitos anos escreveu uma coluna para a Scientific American.

Multiple lines of evidence, therefore, imply that the cell phone calls were faked. This fact has vast implications, because it implies that all the reported calls from the planes, including those from onboard phones, were faked. Why? Because if the planes had really been taken over in surprise hijackings, no one would have been ready to make fake cell phone calls.
Múltiplas linhas de evidência, portanto, implicam que as chamadas de celulares foram falsificadas. Esse fato tem vastas implicações, porque implica que todas as chamadas noticiadas a partir dos aviões, inclusive aquelas de telefones de bordo, foram falsas. Por quê? Porque se os aviões realmente tivessem sido tomados por sequestros de surpresa, ninguém teria tido condições de fazer falsas chamadas a partir de telefones celulares.
4. Was the presence of hijackers proved by a radio transmission “from American 11?
4. Foi a presença de sequestradores provada por uma transmissão de rádio “a partir do American 11?
It might be objected, in reply, that this is not true, because we know that American Flight 11, at least, was hijacked, thanks to a radio transmission in which the voice of one of its hijackers is heard. According to the 9/11 Commission, the air traffic controller for this flight heard a radio transmission in which someone told the passengers: “We have some planes. Just stay quiet, and you’ll be okay. We are returning to the airport.” After quoting this transmission, the Commission wrote: “The controller told us that he then knew it was a hijacking.” Was this transmission not indeed proof that Flight 11 had been hijacked?
Poderia ser objetado, em retruque, isso não ser verdade, porque sabemos que o Voo American 11, pelo menos, foi sequestrado, graças a uma transmissão de rádio na qual a voz de um de seus sequestradores é ouvida. De acordo com a Comissão do 11/9, o controlador de tráfego aéreo desse voo ouviu uma transmissão de rádio na qual alguém disse aos passageiros: “Temos alguns aviões. Simplesmente fiquem em silêncio, e tudo estará bem. Estamos voltando ao aeroporto.” Depois de citar essa transmissão, a Comissão escreveu: “O controlador nos disse que percebeu tratar-se de um sequestro.” Não foi, com efeito, essa transmissão prova de que o Voo 11 havia sido sequestrado?
It might provide such proof if we knew that, as the Commission claimed, the “transmission came from American 11.” But we do not. According to the FAA’s “Summary of Air Traffic Hijack Events,” published September 17, 2001, the transmission was “from an unknown origin.” The Commission’s claim that it came from American 11 was merely an inference. The transmission could have come from the same room from which the passenger calls originated.
Ela poderia representar tal prova se soubéssemos que, como a Comissão asseverou, a “transmissão veio do American 11.” Mas não sabemos. De acordo com o “Sumário dos Eventos de Sequestros em Tráfego Aéreo” da Administração Federal de Aviação - FAA, publicado em setembro de 2001, a transmissão foi “de origem desconhecida.” A asseveração da Comissão de que a transmissão veio do American 11 foi apenas uma inferência. A transmissão poderia ter vindo do mesmo recinto do qual originadas as chamadas de passageiros.

Therefore, the alleged radio transmission from Flight 11, like the alleged phone calls from the planes, provides no evidence that the planes were taken over by al-Qaeda hijackers.
Portanto, a alegada transmissão de rádio do Voo 11, como as alegadas chamadas telefônicas dos aviões, não oferece evidência de que os aviões tenham sido tomados por sequestradores da al-Qaeda.
5. Did passports and a headband provide evidence that al-Qaeda operatives were on the flights?
5. Será que passaportes e uma faixa para a cabeça proporcionam evidência de agentes da al-Qaeda estarem nos voos?
However, the government’s case for al-Qaeda hijackers also rested in part on claims that passports and a headband belonging to al-Qaeda operatives were found at the crash sites. But these claims are patently absurd.
Entretanto, a argumentção do governo a respeito de sequestradores da al-Qaeda também se assentou, em parte, em afirmações de que passaportes e uma faixa para a cabeça pertencentes a agentes da al-Qaeda foram encontrados nos locais de colisão. Essas asseverações, contudo, são patentemente absurdas.
A week after the attacks, the FBI reported that a search of the streets after the destruction of the World Trade Center had discovered the passport of one of the Flight 11 hijackers, Satam al-Suqami. But this claim did not pass the giggle test. ‘The idea that this passport had escaped from that inferno unscathed,’ wrote one British reporter, ‘would test the credulity of the staunchest supporter of the FBI’s crackdown on terrorism.’
Uma semana depois dos ataques, o FBI informou que uma busca nas ruas depois da destruição do World Trade Center resultara na descoberta do passaporte de um dos sequestradores do Voo 11, Satam al-Suqami. Essa avaliação, entretanto, não passou no teste do ridículo. ‘A ideia de que aquele passaporte havia escapado ileso daquele enorme incêndio,’ escreveu um repórter britânico, ‘seria teste para a credulidade do mais acérrimo defensor do esmagamento do terrorismo pelo FBI.’
Also found on the ground, according to the government’s evidence presented, was a red headband. This was considered evidence that al-Qaeda hijackers were on Flight 93 because they were, according to some of the phone calls, wearing red headbands. But besides being absurd for the same reason as was the claim about the passport, this claim about the headband was problematic for another reason. Former CIA agent Milt Bearden, who helped train the Mujahideen fighters in Afghanistan, has pointed out that it would have been very unlikely that members of al-Qaeda would have worn such headbands:
Também encontrada no solo, de acordo com a evidência apresentada pelo governo, estava uma faixa vermelha para a cabeça. Isso foi considerado evidência de que sequestradores da al-Qaeda estavam no Voo 93, porque eles estavam, segundo algumas chamadas telefônicas, usando faixas vermelhas na cabeça. Entanto, além de ser absurda pelo mesmo motivo da asseveração acerca do passaporte, essa afirmação acerca da faixa para a cabeça era problemática por outro motivo. O ex-agente da CIA Milt Bearden, que ajudou a treinar os combatentes mujahideen no Afeganistão, destacou que teria sido muito improvável membros da al-Qaeda terem usado tais faixas para a cabeça:
The red headband is a uniquely Shi’a Muslim adornment. It is something that dates back to the formation of the Shi’a sect. . . . It represents the preparation of he who wears this red headband to sacrifice his life, to murder himself for the cause. Sunnis are by and large most of the people following Osama bin Laden and they do not do this.
A faixa vermelha para a cabeça é um adorno exclusivo dos muçulmanos xiitas. É algo que remonta à formação da seita xiita. . . . Representa a preparação daquele que usa tal faixa vermelha para a cabeça para o sacrifício de sua vida, para matar-se pela causa. De modo geral, os seguidores de Osama bin Laden eram sunitas, e os sunitas não fazem isso.

We learned shortly after the invasion of Iraq that some people in the US government did not know the difference between Shi’a and Sunni Muslims. Did such people decide that the hijackers would be described as wearing red headbands?
Ficamos sabendo, pouco depois da invasão do Iraque, que algumas pessoas no governo dos Estados Unidos não sabiam qual era a diferença entre muçulmanos xiitas e sunitas. Será que essas pessoas decidiram que os sequestradores deveriam ser descritos como usando faixas vermelhas para a cabeça?

6. Did the information in Atta’s luggage prove the responsibility of al-Qaeda operatives?
6. Será que as informações na bagagem de Atta provam a responsabilidade de agentes da al-Qaeda?
The evidence that is said to provide the strongest proof that the planes had been hijacked by Mohamed Atta and other members of al-Qaeda is the two pieces of Atta’s luggage that were discovered inside the Boston airport after the attacks. The luggage was there, we were told, because although Atta was already in Boston on September 10, he and another al-Qaeda operative, Abdul al-Omari, rented a blue Nissan and drove up to Portland, Maine, and stayed overnight. They caught a commuter flight back to Boston early the next morning in time to get on American Flight 11, but Atta’s luggage did not make it.
A evidência que, diz-se, proporciona a mais forte prova de que os aviões foram sequestrados por Mohamed Atta e outros membros da al-Qaeda consiste nos dois volumes da bagagem de Atta descobertos dentro do aeroporto de Boston depois dos ataques. A bagagem estava ali, dizem-nos, porque embora Atta já estivesse em Boston em 10 de setembro, ele e outro agente da al-Qaeda, Abdul al-Omari, haviam alugado um Nissan azul e guiado até Portland, Maine, onde passaram a noite. Tomaram um táxi aéreo para Boston cedo na manhã seguinte a tempo de embarcarem no Voo American 11, mas a bagagem de Atta ficou para trás.

This luggage is said to have contained much incriminating material, including a handheld flight computer, flight simulator manuals, two videotapes about Boeing aircraft, a slide-rule flight calculator, a copy of the Koran, and Atta’s last will and testament. This material was widely taken as proof that al-Qaeda and hence Osama bin Laden were behind the 9/11 attacks. When closely examined, however, the Atta-to-Portland story loses all credibility.
Diz-se que essa bagagem continha muito material incriminador, incluindo um computador manual de voo, manuais de simulação de voo, dois videoteipes a respeito de aviões Boeing, uma régua de cálculo calculadora de voo, uma cópia do Corão, e o último testamento e relação de bens de Atta. Esse material foi amplamente considerado prova de que a al-Qaeda e portanto Osama bin Laden estavam por trás dos ataques do 11/9. Quando examinada de perto, contudo, a história da ida de Atta a Portland perde toda a credibilidade.
One problem is the very idea that Atta would have planned to take all these things in baggage that was to be transferred to Flight 11. What good would a flight computer and other flying aids do inside a suitcase in the plane’s luggage compartment? Why would he have planned to take his will on a plane he planned to crash into the World Trade Center?
Um problema é a própria ideia de que Atta teria planejado levar todas aquelas coisas na bagagem que deveria ser transferida para o Voo 11. Qual seria a serventia de um computador de voo e outros auxiliares de voo dentro de mala que ficaria no compartimento de bagagem do avião? Por que teria ele planejado levar seu testamenho num avião que ele planejava fazer colidir contra o World Trade Center?

The biggest problem with the story, however, is that it did not appear until September 16, five days after 9/11, following the collapse of an earlier story. According to news reports immediately after 9/11, the incriminating materials, rather than being found in Atta’s luggage inside the airport, were found in a white Mitsubishi, which Atta had left in the Boston airport parking lot. Two hijackers did drive a blue Nissan to Portland and then take the commuter flight back to Boston the next morning, but their names were Adnan and Ameer Bukhari. This story fell apart on the afternoon of September 13, when it was discovered that the Bukharis, to whom authorities had reportedly been led by material in the Nissan at the Portland Jetport, had not died on 9/11: Adnan was still alive and Ameer had died the year before.
O maior problema nessa história, porém, é que ela só apareceu em 16 de setembro, cinco dias depois do 11/9, em seguida ao fracasso de uma história anterior. De acordo com relatos noticiosos imediatamente depois do 11/9, os materiais incriminadores, em vez de serem encontrados na bagagem de Atta dentro do aeroporto, haviam sido encontrados num Mitsubishi branco, que Atta havia deixado no parque de estacionamento do aeroporto de Boston. Dois sequestradores haviam dirigido um Nissan azul até Portland e em seguida tomado o táxi aéreo de volta a Boston na manhã seguinte, mas seus nomes eram Adnan e Ameer Bukhari. Essa história desmoronou na tarde de 13 de setembro, quando foi descoberto que os Bukhari, aos quais as autoridades, segundo se diz, teriam sido levadas por material no Nissan no Jatoporto de Portland, não haviam morrido no 11/9: Adnan ainda estava vivo e Ameer havia morrido no ano anterior.
Given this history of the Atta-to-Portland story, how can we avoid the conclusion that it was a fabrication?
Dada essa história da ida de Atta a Portland, como poderemos impedir a conclusão de ter-se tratado de uma invenção?
7. Were al-Qaeda operatives captured on airport security videos?
7. Foram os agentes da al-Qaeda captados em vídeos de aeroporto?
Still another type of evidence for the claim that al-Qaeda operatives were on the planes consisted of frames from videos, purportedly taken by airport security cameras, said to show hijackers checking into airports. Shortly after the attacks, for example, photos showing Atta and al-Omari at an airport “were flashed round the world.” However, although it was widely assumed that these photos were from the airport at Boston, they were really from the airport at Portland. No photos showing Atta or any of the other alleged hijackers at Boston’s Logan Airport were ever produced. We at best have photographic evidence that Atta and al-Omari were at the Portland airport.
Outro tipo ainda de evidência para a asseveração de que agentes da al-Qaeda estavam nos aviões consistiu em cenas de vídeos, pretensamente obtidas por câmeras de segurança de aeroporto, ditas mostrando sequestradores fazendo o check-in em aeroportos. Pouco depois dos ataques, por exemplo, fotos mostrando Atta e al-Omari num aeroporto “foram repetidamente mostradas em todo o mundo.” Entretanto, embora fosse amplamente assumido que essas fotos eram do aeroporto de Boston, elas em realidade eram do aeroporto de Portland. Nunca foram produzidas fotos mostrando Atta ou qualquer outro dos alegados sequestradores no Aeroporto Logan de Boston. Na melhor das hipóteses temos evidência fotográfica de que Atta e al-Omari estiveram no aeroporto de Portland.
Therefore, video proof that the named hijackers checked into airports on 9/11 is nonexistent.
Portanto, inexistem provas em vídeo de que os sequestradores nomeados tenham feito check-in em aeroportos no dia 11/9.
8. Were the names of the “hijackers” on the passenger manifests?
8. Estavam os nomes dos “sequestradores” nas listas de passageiros?
What about the passenger manifests, which list all the passengers on the flights? If the alleged hijackers purchased tickets and boarded the flights, their names would have been on the manifests for these flights. The passenger manifests that were released to the public included no names of any of the 19 alleged hijackers and, in fact, no Middle Eastern names whatsoever. These manifests, therefore, support the suspicion that there were no al-Qaeda hijackers on the planes.
E quanto a listas de passageiros, que relacionam todos os passageiros dos voos? Se os alegados sequestradores compraram passagens e embarcaram nos voos, seus nomes estariam nas listas de passageiros desses voos. As listas de passageiros divulgadas para o público não incluíam nomes de qualquer dos 19 sequestradores e, na verdade, nenhum nome de alguém do Oriente Médio. Essas listas, portanto, apoiam a suspeita de não ter havido sequestradores da al-Qaeda nos aviões.
9. Did DNA test identify five hijackers among the victims at the Pentagon?
9. Teste de DNA identificou cinco sequestradores entre as vítimas no Pentágono?
If a Boeing 757 could have traveled at 500 mph at ground level, it would have caused enormous damage to the grass and the ground, including producing substantial furrows from the low hanging engines, yet photos taken immediately after the alleged impact show the grass surface as smooth and unblemished as a putting green. The purported debris began showing up later and may have been dropped from a C-130 that was observed circling the building.
Se um Boeing 757 pudesse ter viajado a 500 milhas por hora em nível rasante, teria causado enormes danos à grama e ao solo, produzindo inclusive substanciais sulcos causados pelos motores próximos ao solo; no entanto, fotos tiradas imediatamente depois do alegado impacto mostram a superfície da grama tão lisa e sem defeito quanto a grama impecavelmente cortada que circunda um buraco de golfe. Os pretensos fragmentos começaram a aparecer mais tarde e podem ter sido despejados de um C-130 observado circundando o edifício. 
Moreover, the lack of positive identification of the alleged hijackers in DNA tests is consistent with the autopsy report, which was released to Dr. Thomas Olmsted, who had made a FOIA request for it. Like the flight manifest for Flight 77, he revealed, this report also contains no Arab names.
Ademais, a falta de identificação positiva dos alegados sequestradores em testes de DNA é consistente com o relatório de autópsia, divulgado pelo Dr. Thomas Olmsted, que pediu tal relatório com base na Lei de Liberdade de Informação - FOIA. Como na lista de passageiros do Voo 77, revelou ele, esse relatório também não contém nomes árabes.
10. Has the claim that some of the “hijackers” are still alive been debunked?
10. Terá já sido refutada a asseveração de que alguns dos “sequestradores” ainda estão vivos?
Another problem with the claim that the 19 hijackers were correctly identified on 9/11, or at least a few days later, is that some of the men on the FBI’s final list reportedly turned up alive after 9/11. On September 22, 2001, the BBC published an article by David Bamford entitled “Hijack ‘Suspect’ Alive in Morocco.” It showed that the Waleed al-Shehri identified by the FBI as one of the hijackers was still alive. The following day, September 23, the BBC published another story, “Hijack ‘Suspects’ Alive and Well.”
Outro problema da asseveração de que os 19 sequestradores foram corretamente identificados no 11/9, ou pelo menos alguns dias depois, é que alguns dos homens constantes na lista final do FBI teriam aparecido vivos depois do 11/9. Em 22 de setembro de 2001, a BBC publicou artigo de David Bamford intitulado “‘Suspeito’ de Sequestro Vivo no Marrocos.” O artigo mostrou que o Waleed al-Shehri identificado pelo FBI como um dos sequestradores ainda estava vivo. No dia seguinte, 23 de setembro, a BBC publicou outro artigo, “‘Suspeitos’ de Sequestro Vivos e Com Saúde.”
11. Were bin Laden and al-Qaeda capable of orchestrating the attacks?
11. Seriam bin Laden e al-Qaeda capazes de orquestrar os ataques?
For prosecutors to prove that defendants committed a crime, they must show that they had the ability (as well as the motive and opportunity) to do so. But several political and military leaders from other countries have stated that bin Laden and al-Qaeda simply could not have carried out the attacks. General Leonid Ivashov, who in 2001 was the chief of staff for the Russian armed forces, wrote:
Para promotores provarem que réus cometeram crime, eles têm de mostrar que eles tinham capacidade (bem como motivo e oportunidade) para fazê-lo. Contudo, diversos líderes políticos e militares de outros países já declararam que bin Laden e a al-Qaeda simplesmente não poderiam ter levado a efeito os ataques. O General Leonid Ivashov, que, em 2001, era o chefe do estado-maior das forças armadas russas, escreveu:
Only secret services and their current chiefs-or those retired but still having influence inside the state organizations-have the ability to plan, organize and conduct an operation of such magnitude . . . Osama bin Laden and “Al Qaeda” cannot be the organizers nor the performers of the September 11 attacks. They do not have the necessary organization, resources or leaders.
Apenas serviços secretos e seus atuais chefes - ou os já aposentados mas ainda com influência dentro das organizações do estado - têm a capacidade de planejar, organizar e conduzir uma operação de tal magnitude . . . Osama bin Laden e “Al Qaeda” não podem ser os organizadores nem os executores dos ataques do 11 de setembro. Eles não têm a organização, os recursos ou os líderes necessários.
Mohamed Hassanein Heikal, the former foreign minister of Egypt, wrote:
Mohamed Hassanein Heikal, ex-ministro do exterior do Egito, escreveu:
Bin Laden does not have the capabilities for an operation of this magnitude. When I hear Bush talking about al-Qaida as if it was Nazi Germany or the communist party of the Soviet Union, I laugh because I know what is there.
Bin Laden não possui os recursos para uma operação dessa magnitude. Quando ouço Bush falando da al-Qaida como se ela fosse a Alemanha Nazista ou o partido comunista da União Soviética, rio, porque sei o que há aí.
Similar statements have been made by Andreas von Bülow, the former state secretary of West Germany’s ministry of defense, by General Mirza Aslam Beg, former chief of staff of Pakistan’s army, and even General Musharraf, the president of Pakistan until recently.
Declarações similares foram feitas por Andreas von Bülow, ex-secretário de estado do ministério da defesa da Alemanha Ocidental, pelo General Mirza Aslam Beg, ex-chefe do estado-maior do exército do Paquistão, e até pelo General Musharraf, presidente do Paquistão até recentemente.
12. WTC 7: The Smoking Gun of 9/11
12. WTC 7: A Evidência Incontroversa do 11/9
Given the fact that WTC 7 was not even hit by a plane its vertical collapse at virtually free-fall speed, which was preceded by explosions and involved the melting of steel, was still more obviously an example of controlled demolition. For example, Jack Keller, emeritus professor of engineering at Utah State University, who has been given special recognition by Scientific American, said: “Obviously it was the result of controlled demolition.” Likewise, when Danny Jowenko-a controlled demolition expert in the Netherlands who had not known that WTC 7 had collapsed on 9/11-was asked to comment on a video of its collapse, he said: “They simply blew up columns, and the rest caved in afterwards. . . . It’s been imploded. . . . A team of experts did this.”
Dado o fato de que o WTC 7 sequer foi atingido por avião, seu colapso vertical em velocidade praticamente de queda livre, o qual foi precedido de explosões e envolveu o derretimento de aço, foi ainda mais obviamente exemplo de demolição controlada. Por exemplo, Jack Keller, professor emérito de engenharia na Universidade Estadual de Utah, a quem conferido reconhecimento especial pela Scientific American, dissse: “Obviamente foi resultado de demolição controlada.” Do mesmo modo, quando pedido a Danny Jowenko - especialista em demolição controlada na Holanda que não soubera que o WTC 7 havia entrado em colapso no 11/9 - para comentar um vídeo do colapso, ele disse: “Eles simplesmente explodiram colunas e o resto sucumbiu em seguida. . . . Foi implodido. . . . Uma equipe de especialistas fez isso.
The destruction of Building 7 of the World Trade Center had to have been an inside job.
A destruição do Edifício 7 do World Trade Center só pode ter sido coisa de gente de dentro.
Conclusion
Conclusão
As a decade-long phase of the war imposed on false pretenses begins to come to an end in Afghanistan, starting 2014, the question of who benefitted from 9/11 is no longer unsolved. In the last 12 years or so, the world has witnessed rich dividends reaped by USA, Western Europe and Israel on the political, diplomatic, territorial and economic fronts as a result of these wars. Afghanistan, Iraq and their Muslim neighbors have, on the other hand, been victims of violence, bloodshed and atrocities committed by the US and its NATO allies. The Western military machine has been stampeding all around the globe with its feet stained with the blood of millions of innocent Muslims.
Enquanto uma fase, de duração de uma década, de guerra imposta a partir de falsos pretextos começa a chegar ao fim no Afeganistão, a partir de 2014, a pergunta acerca de quem se beneficiou do 11/9 não mais está irresolvida. Nos últimos 12 anos, ou em torno disso, o mundo testemunhou ricos dividendos colhidos por Estados Unidos da América, Europa Ocidental e Israel nas frentes política, diplomática, territorial e econômica, como resultado dessas guerras. Afeganistão, Iraque e seus vizinhos muçulmanos, por outro lado, têm sido vítimas de violência, derramamento de sangue e atrocidades cometidos pelos Estados Unidos e seus aliados da OTAN. A máquina militar Ocidental vem tripudiando sobre o mundo todo com seus pés manchados do sangue de milhões de muçulmanos inocentes.
The official version with all its proffered evidence that America was attacked by Muslims on 9/11, when subjected to critical scrutiny, appears to have been fabricated. If that is determined indeed to be the case, the implications would be frightening. Discovering and prosecuting the true perpetrators of the 9/11 attacks would obviously be important. People’s confidence in the moral integrity and political correctness of the West would crumble. The most immediate consequence, however, would be a reversal in those attitudes and policies that have been based on the assumption that America was attacked by Muslims on 9/11.
A versão oficial com toda a sua evidência oferecida de que os Estados Unidos foram atacados por muçulmanos no 11/9, quando objeto de escrutínio crítico, tem aparência de ter sido inventada. Se isso fosse comprovado, as implicações seriam de dar frio na espinha. Descobrir e processar os verdadeiros perpetradores dos ataques do 11/9 obviamente seria importante. A confiança do povo na integridade moral e na correção política do Oeste esfarelar-se-ia. A consequência mais imediata, contudo, seria reversão daquelas atitudes e políticas que têm-se baseado na assunção de que os Estados Unidos foram atacados por muçulmanos no 11/9.



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