Tuesday, April 30, 2013

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Iran deals deathblow to US global hegemony
Irã inflige golpe de morte à hegemonia global dos Estados Unidos
Saturday Apr 13, 2013
Sábado 13 de abril de 2013
The United States of America has become a byword for war. No other nation state has started as many wars or conflicts in modern times than the USA - the United States of Armageddon.
Os Estados Unidos da América tornaram-se expressão sinônima de guerra. Nenhum outro estado-nação iniciou tantas guerras ou conflitos nos tempos modernos quanto os Estados Unidos da América - os Estados Unidos do Armagedão.
Beneath the Western media façade of “unpredictable” and “aggressive” North Korea, the real source of conflict in the present round of war tensions on the Korean Peninsula is the US. Washington is presented as a restraining, defensive force. But, in reality, the dangerous nuclear stand-off has to be seen in the context of Washington’s historical drive for war and hegemony in every corner of the world.
Por baixo da apresentação enganosa, pela mídia ocidental, da Coreia do Norte como “imprevisível” e “agressiva,” a real fonte de conflito na presente rodada de tensões de guerra na Península Coreana são os Estados Unidos. Washington é apresentada como força refreadora e defensiva. Em realidade, porém, o perigoso impasse nuclear deve ser visto no contexto do impulso histórico de Washington rumo à guerra e à hegemonia em todos os cantos do mundo.
North Korea may present an immediate challenge to Washington’s hegemonic ambitions. However, as we shall see, Iran presents a much greater and potentially fatal challenge to the American global empire.
A Coreia do Norte pode representar um desafio imediato às ambições hegemônicas de Washington. Entretanto, como veremos, o Irã representa repto muito maior e potencialmente fatal para o império global estadunidense.
It is documented record, thanks to writers and thinkers like William Blum and Noam Chomsky, that the US has been involved in more than 60 wars and many more proxy conflicts, subterfuges and coups over the nearly seven decades since the Second World War. No other nation on earth comes close to this American track record of belligerence and threat to world security. No other nation has so much blood on its hands.
É registro documentado, graças a escritores e pensadores tais como William Blum e Noam Chomsky, que os Estados Unidos estiveram envolvidos em mais de 60 guerras e muito mais conflitos por procuração, artimanhas, e golpes, nas perto de sete décadas desde a Segunda Guerra Mundial. Nenhuma outra nação na terra chega perto desse histórico de beligerância e ameaça à segurança do mundo. Nenhuma outra nação tem tanto sangue nas mãos.
Americans like to think of their country as first in the world for freedom, humanitarian principles, technology and economic prowess. The truth is more brutal and prosaic. The US is first in the world for war-mongering and raining death and destruction down on others.
Os estadunidenses gostam de pensar em seu país como o primeiro do mundo em termos de liberdade, princípios humanitários, tecnologia e pujança econômica. A verdade é mais brutal e prosaica. Os Estados Unidos são os primeiros no mundo em termos de promoção de guerra e em derramar morte e destruição sobre os outros.
If the US is not perpetrating war directly, as in the genocide of Vietnam, then it is waging violence through surrogates, such as past South American dictatorships and death squads or its Middle Eastern proxy military machine, Israel.
Se os Estados Unidos não estão perpetrando guerra diretamente, como no genocídio do Vietnã, então estão conduzindo violência por meio de sub-rogados, ditaduras e esquadrões da morte sul-americanos do passado, e a máquina militar procuradora sua no Oriente Médio, Israel.
That bellicose tendency seems to have accelerated since the demise of the Soviet Union more than two decades ago. No sooner had the Soviet Union imploded than the US led the First Persian Gulf War on Iraq in 1991. That was then swiftly followed by a bloody intervention in Somalia under the deceptively charming title Operation Restore Hope.
Essa tendência belicosa parece ter-se acelerado desde o passamento da União Soviética, há mais de duas décadas. Mal havia a União Soviética implodido, já os Estados Unidos conduziam a Primeira Guerra do Golfo contra o Iraque em 1991. A qual foi então rapidamente sucedida por sangrenta intervenção na Somália sob o enganadoramente charmoso título de Operação Restauração da Esperança.
Since then we have seen the US become embroiled in more and more wars - sometimes under the guise of “coalitions of the willing”, the United Nations or NATO. A variety of pretexts have also been invoked: war on drugs, war on terror, Axis of Evil, responsibility to protect, the world’s policeman, upholding global peace and security, preventing weapons of mass destruction. But always, these wars are Washington-led affairs. And always the pretexts are mere pretty window-dressing for Washington’s brutish strategic interests.
Desde então vimos os Estados Unidos enredarem-se em cada vez mais guerras - por vezes sob o disfarce de “coalizões dos dispostos”, as Nações Unidas e a OTAN. Vários pretextos foram invocados: guerra às drogas, guerra ao terror, Eixo do Mal, responsabilidade de proteger, polícia do mundo, preservação de paz e segurança mundiais, impedir armas de destruição em massa. Sempre, porém, essas guerras são eventos liderados por Washington. E, sempre, os pretextos são meras fachadas ornamentadas dos bestiais interesses estratégicos de Wasghinton.
Now it seems we have reached a phase of history where the world is witnessing a state of permanent war prosecuted by the US and its underlings: Yugoslavia, Afghanistan, Iraq (again), Libya, Pakistan, Somalia (again), Mali and Syria, to mention a few. These theaters of criminal US military operations join a list of ongoing covert wars against Palestine, Cuba, Iran and North Korea.
Agora parece que chegamos a uma fase da história na qual o mundo testemunha um estado de guerra permanente conduzido pelos Estados Unidos e seus lacaios: Iugoslávia, Afeganistão, Iraque (de novo), Líbia, Paquistão, Somália (de novo), Mali e Síria, para mencionar uns poucos. Esses teatros de operações militares criminosas dos Estados Unidos juntam-se a uma lista de guerras não abertamente reconhecidas em andamento contra Palestina, Cuba, Irã e Coreia do Norte.
Fortunately, a twist of fate brought about by the Bolivarian Revolution of the late Venezuelan leader Hugo Chavez has ensured that much of South America - the primary US so-called sphere of influence - remains off-limits to Washington’s depredations, at least for now.
Felizmente, uma guinada do destino promovida pela Revolução Bolivariana do falecido líder venezuelano Hugo Chavez veio a assegurar que grande parte da América do Sul - a principal assim chamada esfera de influência dos Estados Unidos - permaneça à margem dos ataques predatórios de Washington, pelo menos por ora.
The question is: why has the US such an inordinate propensity for war? The answer is: power. The global capitalist economy mandates a fatal power struggle for the control of natural resources. To maintain its unique historic position of commanding capitalist profits and privilege, the US corporate elite - the executive of the world capitalist system - must have hegemony over the world’s natural resources.
A pergunta é: por que será que os Estados Unidos têm tal imoderada propensão para a guerra? A resposta é: poder. A economia capitalista global empreende uma fatal luta por poder, pelo controle de recursos naturais. Para manter sua posição histórica única de domínio de lucros e privilégios capitalistas, a elite corporativa dos Estados Unidos - o executivo do sistema capitalista mundial - tem de ter hegemonia no tocante aos recursos naturais do mundo.
The cold logic of this propensity was articulated clearly by US state planner George F Kennan in 1948: “We should cease to talk about vague and unreal objectives such as human rights, the raising of the living standards, and democratization. The day is not far off when we are going to have to deal in straight power concepts. The less we are then hampered by idealistic slogans, the better.”
A lógica fria dessa propensão foi enunciada claramente pelo planejador de estado dos Estados Unidos George F Kennan em 1948: “Devemos parar de falar acerca de objetivos vagos e irreais tais como direitos humanos, elevação do padrão de vida, e democratização. Não está longe o dia quando teremos de lidar com conceitos de poder direto. Quanto menos estejamos então tolhidos por slogans idealistas, melhor.”
In other words, Kennan was candidly admitting what US political leaders often dissimulate with fake rhetoric; that the US ruling elite has no interest in defending democracy, human rights or international law. The purpose is control of economic power, in accord with capitalist laws of motion.
Em outras palavras, Kennan estava candidamente admitindo o que os líderes políticos dos Estados Unios amiúde dissimulam com retórica falsa; que a elite dominante dos Estados Unidos não tem interesse em defender democracia, direitos humanos ou lei internacional. O objetivo é controle do poder econômico, de acordo com as leis de movimento capitalistas.
Kennan, who was one of the main architects of US foreign policy in the post-Second World War era, also noted with candidness and prescience:
Kennan, que foi um dos principais arquitetos da política externa dos Estados Unidos na era posterior à Segunda Guerra Mundial, também observou com candura e presciência:
“Were the Soviet Union to sink tomorrow under the waters of the ocean, the American military-industrial establishment would have to go on, substantially unchanged, until some other adversary could be invented. Anything else would be an unacceptable shock to the American economy.”
“Se amanhã a União Soviética afundasse nas águas do oceano, a instituição industrial-militar dos Estados Unidos teria de continuar, substancialmente sem mudança, até que outro adversário pudesse ser inventado. Qualquer coisa diferente disse seria choque inaceitável para a economia estadunidense.”
Thus we see how after the “evil empire” of the Soviet Union collapsed the US has been flailing to contrive a replacement “enemy” and pretext for its essential militarism. The 9/11 terrorist attacks and the subsequent “war on terror” has fulfilled this purpose to a degree, even though it is replete with contradictions that belie its fraudulence, such as the support given to Al Qaeda terrorist elements currently to overthrow the government of Syria.
Assim pois vemos como depois do “império do mal” da União Soviética ter entrado em colapso os Estados Unidos vêm-se empenhando em criar artificiosamente “inimigo” e pretexto substitutos para seu militarismo essencial. Os ataques terroristas do 11/9 e a subsequente “guerra ao terror” atingiram esse objetivo até certo ponto, embora de modo repleto de contradições que põem a nu sua natureza fraudulenta, como o apoio dado a elementos terroristas da Al Qaeda que atualmente tentam derrubar o governo da Síria.
The present threat of nuclear war on the Korean Peninsula is not really about North Korea or the US-backed South Korean state. As in 1945, Korea was the site of the US flexing its military muscle towards its perceived main global rivals - Russia and China. As the SecondWorld War drew to a close, the advances made by Communist Russia and China in the Pacific against imperialist Japan were a cause for deep concern in Washington with its eyes on the post-war global carve-up.
A atual ameaça de guerra nuclear na Península Coreana na realidade não diz respeito à Coreia do Norte ou ao estado sul-coreano apoiado pelos Estados Unidos. Como em 1945, a Coreia era o local de os Estados Unidos exibirem seu poderio militar para os países percebidos como principais rivais mundiais - Rússia e China.  Ao chegar ao fim a Segunda Guerra Mundial, os avanços feitos pela Rússia e a China comunistas no Pacífico contra o Japão imperialista foram causa de profunda preocupação para a Washington de olhos voltados para o trinchamento global pós-guerra.
That is why the US took the unprecedented step of dropping atomic bombs on Japan. It was the most far-reaching demonstration of raw power by the US to its rivals. Russian and Chinese advances on the Korean Peninsula against the Japanese, which were welcomed by the Korean population, were halted dead in their tracks by the twin nuclear holocausts in Hiroshima and Nagasaki.
Eis porque os Estados Unidos deram o passo sem precedentes de jogar bombas atômicas no Japão. Foi a demonstração de mais longo alcance do poder bruto dos Estados Unidos a seus rivais. Os avanços russo e chinês na Península Coreana contra os japoneses, que foram saudados pela população coreana, foram subitamente sustados pelos holocaustos nucleares gêmeos em Hiroshima e Nagasaki.
The partition of Korea in 1945 at the behest of Washington was also part of the post-war demarcation for global influence and staking out control of resources. The American-instigated Korean War (1950-53) and the subsequent decades of tensions between the North and South states afforded Washington a permanent military presence in the Pacific.
A divisão da Coreia em 1945 por ordem de Washington foi também parte da demarcação pós-guerra por influência global e prospecção de controle de recursos. A Guerra da Coreia instigada pelos estadunidenses (1950-53) e as subsequentes décadas de tensões entre os estados do Norte e do Sul garantiram a Washington presença militar permanente no Pacífico.
Rhetoric about “defending our allies” reiterated again this week by US defense secretary Chuck Hagel is but a cynical chimera for the real purpose and rationale for Washington’s presence in Korea - strategic control of Russia and China for hegemony over natural resources, markets, transport, logistics, and ultimately capitalist profit.
A retórica acerca de “defender nossos aliados,” reiterada mais uma vez esta semana pelo secretário de defesa dos Estados Unidos Chuck Hagel, é apenas uma quimera cínica para o real objetivo e a real explicação da presença de Washington na Coreia - controle estratégico de Rússia e China para hegemonia em recursos naturais, mercados, transporte, logística e, em última análise, lucro capitalista.
Tragically, North and South Korea are still caught in the cross-hairs of Washington’s geopolitical war with Russia and China. That is what makes the present tensions on the Peninsula so dangerous. The US could gamble that a devastating strike on North Korea is the best way at this historical juncture for it to send another brutal message to its global rivals. Unfortunately, North Korea’s nuclear capability and truculent attitude - amplified by the Western mainstream media - could serve as a superficial political cover for Washington to again take the military option.
Tragicamente, Coreia do Norte e do Sul estão ainda enredadas na mira da guerra geopolítica de Washington contra Rússia e China. Isso é o que torna as presentes tensões na Península tão perigosas. Os Estados Unidos poderão entender que ataque devastador à Coreia do Norte seja a melhor maneira, na presente conjuntura histórica, de enviar outra mensagem brutal a seus rivais globais. Infelizmente, a capacidade nuclear da Coreia do Norte e sua atitude truculenta - amplificada pela mídia majoritária ocidental - poderá servir como cobertura política superficial para Washington de novo escolher a opção militar.
Iran, however, presents a greater and more problematic challenge to US global hegemony. The US in 2013 is a very different animal from what it was in 1945. Now it resembles more a lumbering giant. Gone is its former economic prowess and its arteries are sclerotic with its
internal social decay and malaise. Crucially, too, the lumbering American giant has squandered any moral strength it may have had in the eyes of the world. Its veil of morality and democratic principle may have appeared credible in 1945, but that cover has been torn asunder by the countless wars and nefarious intrigues over the ensuing decades to reveal a pathological warmonger.
O Irã, porém, representa desafio maior e mais problemático para a hegemonia global dos Estdos Unidos. Os Estados Unidos, em 2013, são muito diferentes do que eram 1945. Hoje eles se parecem mais com um gigante claudicante. Sua pujança econômica se foi, e suas artérias estão esclerosadas com deterioração e mal-estar sociais internos. Crucialmente, também, o claudicante gigante estadunidense dissipou qualquer força moral que possa ter tido aos olhos do mundo. Seu véu de moralidade e de princípio democrático pode ter parecido crível em 1945, mas esse disfarce foi esgarçado pelas incontáveis guerras e infames maquinaçções ao longo das décadas seguintes, revelando um fomentador patológico de guerras.
The American military power is still, of course, a highly dangerous force. But it is now more like a bulging muscle hanging on an otherwise emaciated corpse. Iran presents this lumbering, dying power with a fatal challenge. For a start, Iran does not have nuclear weapons or ambitions and it has repeatedly stated this, thereby gaining much-reciprocated good will from the international community, including the public of North America and Europe. The US or its surrogates cannot therefore credibly justify a military strike on Iran, as it might do against North Korea, without risking a tsunami of political backlash.
O poderio militar estadunidense é ainda, obviamente, força altamente perigosa. É, porém, hoje, mais como um músculo protuberante pendendo de um cadáver no mais emaciado. O Irã coloca diante desse poderio claudicante, moribundo, um desafio fatal. Em primeiro lugar, o Irã não tem armas ou ambições nucleares e tem dito isso repetidamente, ganhando desse modo muita reciprocidade em boa vontade da comunidade internacional, inclusive do público da América do Norte e da Europa. Os Estados Unidos ou seus sub-rogados não têm pois como justificar de modo crível ataque militar ao Irã, diferentemente do que ocorre no tocante à Coreia do Norte, sem arriscarem-se a um tsunami de maciça reação política negativa.
Secondly, Iran exerts a controlling influence over the vital drug that keeps the American economic system alive - the world’s supply of oil and gas. Any war with Iran, if the US were so foolish to embark on it, would result in a deathblow to the waning American and global economy.
Em segundo lugar, o Irã exerce influência controladora sobre a droga vital que mantém vivo o sistema econômico estadunidense - o suprimento mundial de petróleo e gás. Qualquer guerra ao Irã, se os Estados Unidos fossem insensatos a ponto de embarcarem nela, resultaria em golpe mortal na minguante economia estadunidense e global.
A third reason why Iran presents a mortal challenge to US global hegemony is that the Islamic Republic is a formidable military power. Its 80 million-strong people are committed to anti-imperialism and any strike from the US or its allies would result in a region-wide war that would pull down the very pillars of Western geopolitical architecture, including the collapse of the Israeli state and the overthrow of the House of Saud and the other the Persian Gulf oil dictatorships.
Terceiro motivo pelo qual o Irã representa desafio mortal para a hegemonia global dos Estados Unidos é que a República Islâmica é uma potência militar formidável. Seus 80 milhões de pessoas estão comprometidos com o anti-imperialismo e qualquer ataque dos Estados Unidos ou de seus aliados resultaria numa guerra da amplitude de toda a região, que derrubaria exatamente os pilares da arquitetura geopolítica ocidental, incluindo o colapso do estado israelense e a derrubada da Casa de Saud e de outras ditaduras do petróleo do Golfo Pérsico.
US planners know this and that is why they will not dare to confront Iran head-on. But that leaves the US empire with a fatal dilemma. Its congenital belligerence arising from in its capitalist DNA, puts the US ruling elite on a locked-in stalemate with Iran. The longer that stalemate persists, the more the US global power will drain from its corpse. The American empire, as many others have before, could therefore founder on the rocks of the ancient Persian empire.
Os planejadores dos Estados Unidos sabem disso e eis porque não ousam confrontar o Irã diretamente. Isso, porém, coloca o império dos Estados Unidos num dilema fatal. Sua beligerância congênita oriunda de seu DNA capitalista coloca a elite dominante dos Estados Unidos num beco sem saída em relação ao Irã. Quanto mais o beco sem saída persistir, mais o poderio global dos Estados Unidos será drenado de seu cadáver. O império estadunidense, como aconteceu antes com vários outros impérios, poderá pois submergir nos rochedos do vetusto império persa.

However, the story will not end there. The attainment of world peace, justice and sustainability does not only necessitate the collapse of American hegemony. We need to overthrow the underlying capitalist economic system that gives rise to such destructive hegemonic powers. Iran represents a deathblow to the American empire, but the people of the world will need to build on the ruins.
A história, contudo, não acaba aqui. O atingimento de paz, justiça e sustentabilidade no mundo não precisa apenas do colapso da hegemonia estadunidense. Precisamos derrubar o sistema econômico capitalista subjacente que faz surgir tais potências hegemônicas destrutivas. O Irã representa um golpe de morte no império estadunidense, mas o povo do mundo precisará construir em cima das ruínas.
FC/JR/SL
FC/JR/SL
Finian Cunningham, originally from Belfast, Ireland, was born in 1963. He is a prominent expert in international affairs. The author and media commentator was expelled from Bahrain in June 2011 for his critical journalism in which he highlighted human rights violations by the Western-backed regime. He is a Master’s graduate in Agricultural Chemistry and worked as a scientific editor for the Royal Society of Chemistry, Cambridge, England, before pursuing a career in journalism. He is also a musician and songwriter. For many years, he worked as an editor and writer in the mainstream news media, including The Mirror, Irish Times and Independent. He is now based in East Africa where he is writing a book on Bahrain and the Arab Spring.He co-hosts a weekly current affairs programme, Sunday at 3pm GMT on Bandung Radio. More articles by Finian Cunningham
Finian Cunningham, originalmente de Belfast, Irlanda, nasceu em 1963. É preeminente especialista em assuntos internacionais. Esse autor e comentador da mídia foi expulso de Bahrain em junho de 2011 por causa de seu jornalismo crítico no qual destacou violações de direitos humanos pelo regime apoiado pelo Ocidente. Tem Mestrado em Química Industrial e trabalhou como editor científico da Sociedade Real de Química, em Cambridge, Inglaterra, antes de encetar carreira jornalística. É também músico e compositor de canções. Por muitos anos trabalhou como editor e escritor na mídia noticiosa majoritária, inclusive em The Mirror, Irish Times e Independent. Hoje mora na África Oriental onde está escrevendo um livro acerca de Bahrain e da Primavera Árabe. É coanfitrião de um programa semanal de atualidades, aos domingos, às 3 da tarde GMT na Bandung Radio. Mais artigos de Finian Cunningham

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