Tuesday, January 15, 2013

The Anti-Empire Report - The death of Osama bin Laden. What does it profit a country?



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The Anti-Empire Report
O Relatório Anti-Império
January 8th, 2013
8 de janeiro de 2013
by William Blum
por William Blum
The death of Osama bin Laden. What does it profit a country?
A morte de Osama bin Laden. De que aproveitou ela a um país?
The books and the films are coming out. The subject is a sure winner. The American tracking down and execution of Osama bin Laden in May of 2011. Has there ever been a better example of Good triumphing over Evil? Of Yankee courage and cleverness? "The bin Laden operation was a landmark achievement by our country, by our military, by our Intelligence Community, and by our Agency," said the acting Director of the CIA, Michael Morell. 6
Os livros e filmes estão surgindo. O tema é sucesso garantido. O rastreamento e execução, pelos estadunidenses, de Osama bin Laden em maio de 2011. Terá alguma vez havido melhor exemplo do Bem triunfando sobre o Mal? Da coragem e perspicácia dos ianques? "A operação bin Laden foi uma realização histórica de nosso país, de nossa instituição militar, de nossa Comunidade de Inteligência, e de nossa Agência," disse o Diretor em exercício da CIA, Michael Morell. 6
But even if everything the government has told us about the operation is true ... How important was it really? What did it change in Washington's glorious War on Terror? American taxpayers are not spending a penny less on the bloody spectacle. American soldiers still die in Afghanistan as before. American drones still bring extreme anxiety, death and destruction to children and parents in the Middle East, South Asia, and Africa. Guantánamo still holds numerous damned souls who wonder why they are there as they bang their head against a brick wall.
Entretanto, mesmo se tudo o que o governo nos disse a respeito da operação for verdade ... O quanto ela foi efetivamente importante? O que mudou ela na gloriosa Guerra ao Terror de Washington? Os contribuintes estadunidenses não estão pagando um centavo menos pelo espetáculo sanguinário. Os soldados estadunidenses continuam a morrer no Afeganistão como antes. Os zângãos [aviões não tripulados] estadunidenses continuam a trazer extremas ansiedade, morte e destruição a crianças e pais no Oriente Médio, Sul da Ásia, e África. Guantánamo continua a manter presas numerosas almas penadas que ficam a perguntar-se por que estão lá enquanto batem suas cabeças contra muros de tijolos.
Anti-American terrorists are still being regularly created as a result of US anti-terrorist operations. (Even the way bin Laden was "buried" increased the hatred.) It's a mass-production terrorist assembly line working three shifts even if the bin Laden model has been discontinued. If only one in 10,000 of the world's 1.6 billion Muslims is moved to want to attack the US because of Washington's repeated outrages against Muslims, the United States will have created a pool of 160,000 Muslims devoted to seeking revenge against Americans.
Terroristas antiestadunidenses continuam a ser regularmente criados como resultado das operações antiterroristas dos Estados Unidos. (Inclusive o modo pelo qual bin Laden foi "sepultado" aumentou o ódio.) É uma linha de montagem de produção em massa de terroristas funcionando em três turnos mesmo tendo sido descontinuado o modelo bin Laden. Se apenas um em cada 10.000 de 1,6 bilião de muçulmanos no mundo for levado a desejar a atacar os Estados Unidos por causa das repetidas ações de Washington contra os muçulmanos, os Estados Unidos terão criado um reservatório de 160.000 muçulmanos dedicados a buscar vingança contra estadunidenses.
"Remember when the United States had a drug problem and then we declared a War on Drugs, and now you can't buy drugs anymore? The War on Terrorism will be just like that," declared author David Rees in 2008. 7
"Lembram-se de quando os Estados Unidos tiveram um problema de drogas e então declaramos Guerra às Drogas, e agora - não podemos mais comprar drogas? A Guerra ao Terrorismo será exatamente a mesma coisa," disse o autor David Rees em 2008. 7
The fear mongering remains as is; airport security has not gotten any less stupid, embarrassing, or destructive of civil liberties than before, only worse. "Will that be frisked or naked pictures with your airline ticket, sir?" The No-Fly list grows bigger with each passing day, listing people who are too guilty to fly, but too innocent to charge with anything.
O fomento do medo continua como sempre; a segurança de aeroportos não ficou nem um pouco menos estúpida, constrangedora, ou destruidora das liberdades civis do que antes; pelo contrário, ficou pior. "O senhor prefere ter, com sua passagem aérea, fotografias sendo apalpado ou nu, senhor?" As listas de Voo Proibido aumentam cada dia, relacionando pessoas culpadas demais para voar, mas inocentes demais para serem acusadas de qualquer coisa.
Wherever you go — "If you see something, say something!"
Onde você vá — "Se vir algo, diga algo!"
People are entrapped as much as ever, charged with some form of terrorism (or "terrorism"), staged and financed by government agents, put away for terribly long periods. The State Department puts a country on its terrorist list, then the FBI persecutes Americans for helping someone in that country, perhaps no more than medical aid.
As pessoas continuam a cair em armadilhas como sempre, acusadas de alguma forma de terrorismo (ou "terrorismo"), arquitetado e financiado por agentes do governo, mantidas em instituições de tratamento mental por períodos terrivelmente longos. O Departamento de Estado coloca um país em sua lista de terroristas, em seguida o FBI processa estadunidenses por ajudarem alguém naquele país, talvez não mais do que auxílio médico.
And surveillance of Americans ... the science fiction methods are expanded without end ... no escape from Fortress America. Protestors in America are monitored and harassed and recorded as much as before; witness the recent revelations concerning the FBI/Homeland Security/et al and the Occupy Movement. The Patriot Act is still the law of the land, now joined by the National Defense Authorization Act which makes it easier than ever to hold people in indefinite detention, for any reason, or no reason, including American citizens. And now we have the president's clandestine "kill list". 8 Could it be any worse if bin Laden were still alive?
E a vigilância em relação aos estadunidenses ... os métodos de ficção científica são expandidos sem fim ... não há como escapar da Fortaleza Estados Unidos. Manifestantes, nos Estados Unidos, são monitorados e assediados e gravados tanto quanto antes; vejam as recentes revelações a respeito de FBI/Segurança da Pátria/et al e o Movimento Ocupem. A Lei Patriota é ainda a lei do país, agora acrescida da Lei de Autorização de Defesa Nacional que torna mais fácil ainda manter pessoas em detenção por tempo indefinido, por qualquer motivo, ou sem qualquer motivo, inclusive cidadãos estadunidenses. E agora temos a clandestina "lista de assassinios" do presidente. 8 Poderia ser pior se bin Laden ainda estivesse vivo?
Notes
Notas
6. Washington Post, December 22, 2012
6. Washington Post, 22 de dezembro de 2012
7. In his book Get Your War On
7. Em seu livro Continuem Sua Guerra
8. New York Times, May 29, 2012
8. New York Times, 29 de maio de 2012
William Blum left the State Department in 1967, abandoning his aspiration of becoming a Foreign Service Officer, because of his opposition to what the United States was doing in Vietnam. He then became one of the founders and editors of the Washington Free Press Mr.  Blum has been a freelance journalist in the United States, Europe, and South America and was one of the recipients   of Project Censored’s awards for “exemplary journalism” in 1999. He is the author of numerous books, including: Freeing the World to Death: essays on the American EmpireKilling Hope: U.S. Military and C.I.A. Interventions Since World War II, and Rogue State: A Guide to the World’s Only Superpower. Mr. Blum writes a free monthly newsletter, the Anti-Empire Report, which you may subscribe to by contacting him at via e-mail. Visit his website at: www.killinghope.org. Contact him at: bblum@aol.com. Read articles by William Blum.
www.foreignpolicyjournal.com
William Blum deixou o Departamento de Estado em 1967, abandonando sua aspiração   de tornar-se Autoridade de Serviço Exterior por causa de sua oposição ao que os Estados Unidos estavam fazendo no Vietnã. Tornou-se então um dos fundadores e editores do Imprensa Livre de Washington. O Sr. Blum atuado como jornalista autônomo em Estados Unidos, Europa e América do Sul e foi um dos recebedores dos prêmios de Projetos Censurados de “jornalismo exemplar” em 1999. É autor de numerosos livros, incluindo: A Libertação do Mundo para a Morte: ensaios acerca do Império EstadunidenseAssassínio da Esperança: Intervenções da Instituição Militar dos Estados Unidos e da C.I.A. desde a Segunda Guerra Mundial, e Estado Sem Escrúpulos: Guia Referente à Única Superpotência do Mundo. O Sr. Blum escreve um boletim mensal grátis, o Relatório Anti-Império, que você pode subscrever entrando em contato com ele via email. Visite o website dele em: www.killinghope.org. Entre em contato com ele via: bblum@aol.com. Leia artigos de William Blum
William Blum is the author of:
William Blum é autor de:
- Killing Hope: US Military and CIA Interventions Since World War 2
- A Morte da Esperança: A Instituição Militar dos Estados Unidos e as Intervenções da CIA Desde a Segunda Guerra Mundial
- Rogue State: A Guide to the World's Only Superpower
- Estado Sem Escrúpulos: Guia Para a Única Superpotência do Mundo
- West-Bloc Dissident: A Cold War Memoir
- Dissidente do Bloco Ocidental: Uma Memória da Guerra Fria
Freeing the World to Death: Essays on the American Empire
- Libertação do Mundo para a Morte: Ensaios Acerca do Império Estadunidense
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