Wednesday, January 9, 2013

C4SS - Confronting Fascists in the 21st Century


http://c4ss.org/content/15457
ENGLISH
PORTUGUÊS
CENTER FOR A STATELESS SOCIEY
CENTRO POR UMA SOCIEDADE SEM ESTADO
building public awareness of left-wing market anarchism
pela consciência pública do anarquismo esquerdista de mercado
Confronting Fascists in the 21st Century
Para Confrontar os Fascistas do Século 21
Posted by Dave Hummels on Dec 22, 2012 in Commentary
Afixado por Dave Hummels em 22 de dezembro de 2012 em Commentary
This week, the hacktivist group Anonymous  initiated a cyber war against the attention-seeking troglodytes at Westboro Baptist Church (WBC). After the Topeka, Kansas based church announced its intent to picket the funerals of victims of last Friday’s school shooting in Newton, CT, persons affiliated with Anonymous released the following statement on Vimeo: ”We will not allow you to corrupt the minds of America with your seeds of hatred … We will not  allow you to inspire aggression to the social factions which you deem inferior. We will render you obsolete. We will destroy you. We are coming.”
Esta semana o grupo hactivista Anonymous  iniciou ciberguerra contra os trogloditas buscadores de atenção da Westboro Baptist Church (WBC). Depois de essa igreja sediada em Topeka, Kansas ter anunciado sua intenção de fazer piquete nos funerais das vítimas dos disparos em escola na última sexta-feira em Newton, CT, pessoas filiadas ao Anonymous divulgaram a seguinte declaração no Vimeo: ”Não permitiremos que vocês corrompam as mentes dos Estados Unidos com suas sementes de ódio ... Não permitiremos que vocês inspirem agressão às facções sociais que consideram inferiores. Tornaremos vocês obsoletos. Destruiremos vocês. Estamos chegando.”
According to the Huffington Post, church spokeswoman Shirley Phelps-Roper’s twitter account was hacked. Anonymous also claimed credit for taking down the church’s website and posting the personal information of church members online. In a lame response,  Westboro’s homophobe-in-chief Fred Phelps tweeted, “I’ve never heard of Anonymous, but somehow they got our personal info … That is OUR info, not yours to give out! God will deliver us.”
De acordo com o Huffington Post, a conta no Twitter da porta-voz da igreja, Shirley Phelps-Roper, foi objeto de acesso sem autorização [hacked]. O Anonymous também cobrou crédito por derrubar o website da igreja e afixar online as informações pessoais dos membros da igreja. Em resposta inconvincente,  o homófobo-em-chefe da Westboro, Fred Phelps, tweetou: “Nunca ouvi falar do  Anonymous, mas de algum modo ele obteve nossas informações pessoais … Trata-se de NOSSAS informações, não de vocês para as divulgarem! Deus nos resgatará.”
Anonymous, of course, has developed quite a reputation for punishing a wide variety of thugs — from private groups like the Church of Scientology to state actors — that thrive on intimidation or are shielded by the law.  You may recall that the group posted personal information from Lt. John Pike (formerly of the UC-Davis Police Department) after he was caught on camera dousing seated protestors with pepper spray. After that incident, the group stated, “We have no problem targeting police and releasing their information even if it puts them at risk … because we want them to experience just a taste of the brutality and misery they serve us on an everyday basis (emphasis in original).”
O Anonymous, naturalmente, já desenvolveu considerável reputação por punir ampla variedade de pessoas violentas  — desde grupos privados como a Igreja da Cientologia a agentes do estado — que se beneficiam de intimidação ou são protegidas pela lei. Vocês talvez se lembrem de que esse grupo afixou informações pessoais do Tenente John Pike (anteriormente membro do Departamento de Polícia da Universidade da Califórnia em Davis) depois de ele ser flagrado por uma câmera lançando spray de pimenta sobre manifestantes sentados. Depois desse incidente, o grupo declarou: “Não temos nenhum problema em visar a polícia e divulgar informações dela, mesmo se isso a puser em risco … porque queremos que ela experimente uma pequena parcela da brutalidade e da  dor intensa que nos impõe todos os dias (ênfase no original).”
But here’s the problem. The people targeted by Anonymous may have families or others close to them that could also be harmed (physically or financially) by hacking and release of personal information. Individuals associated with Anonymous have, at times, directly requested information on family members of their targets. During the recent attack on WBC, Anonymous operatives went to Pastebin.com to post information on members of the Phelps family and associates. While looking through this data, I found at least three minors listed.
Aqui porém está o problema. As pessoas visadas pelo Anonymous podem ter famílias ou outras pessoas próximas que também podem ser prejudicadas (física ou financeiramente) pelo acesso não autorizado e divulgação de informações pessoais. Pessoas associadas ao Anonymous já, por vezes, pediram diretamente informações acerca de membros das famílias de seus alvos. Durante o recente ataque à WBC, agentes secretos do Anonymous foram ao Pastebin.com para afixarem informações referentes a membros da família Phelps e a pessoas a ela vinculadas. Ao examinar rapidamente esses dados, descobri pelo menos três menores listados.
What is the point of this? Would these children be viewed as “collateral damage” by Anonymous if someone decided to attack them along with their parents? If so, is Anonymous much better than the government agencies it has jousted with? Anonymous (and radicals in general) would do well to remember a great line from Bob Dylan: “To live outside the law, you must be honest.”
Para que fazer isso? Será que essas crianças seriam vistas como “danos colaterais” pelo Anonymous se alguém resolvesse atacá-las juntamente com atacar seus pais? Se sim, será o Anonymous muito melhor do que os órgãos do governo com os quais tem esgrimido? O Anonymous (e radicais em geral) bem fariam em lembrar o verso magistral de Bob Dylan: “Para viver fora da lei, é imperativo ser honesto.”
In spite of my reservations about some tactics employed by members of the Anonymous collective, I believe their practice of striking back at oppressive, secretive government agencies — rather than going through “official channels” — has been part of a positive trend of putting the state on notice.  Hacktivism, along with increased filming of police, represents what I like to call the rise of “little brother.” Anonymous is also right, in theory, to respond aggressively to fascist groups.
A despeito de minhas reservas acerca de algumas táticas empregadas pelo coletivo Anonymous, acredito que sua prática de revidar órgãos do governo opressores e dados ao segredo — em vez de recorrer aos “canais oficiais” — tem sido parte de uma tendência positiva de advertência ao estado. O hacktivismo, juntamente com crescentes filmagens da polícia, representa o que gosto de chamar de “pequeno irmão.” O Anonymous também está certo, em teoria, ao reagir agressivamente a grupos fascistas.
When it comes to groups like WBC, the KKK or Neo-Nazi’s, I don’t buy into liberal “just ignore them” tautologies. Did people drive out marauding brown shirts by holding candle-light vigils, singing folk songs or quoting Voltaire? As far as I know, these tactics alone have never quashed the forces of fascism. Fascism spreads when people are feeling economic distress and are in need of scapegoats. This is why it is imperative that we stifle these movements before they gain greater influence.
No que diz respeito a grupos como a WBC, a KKK ou os neonazistas, não me convencem as tautologias liberais “ignore-os, simplesmente.” Porventura as pessoas detiveram os camisas-pardas que saíam à cata de quem atacar mediante fazerem vigílias à luz de velas, cantarem canções folclóricas ou citarem Voltaire? Tanto quanto eu saiba, essas táticas sozinhas nunca detiveram as forças do fascismo. O fascismo se espalha quando as pessoas passam por agruras econômicas e sentem necessidade de bodes expiatórios. Eis porque é imperativo sufocar esses movimentos antes de eles ganharem maior influência.
Organizations like Westboro Baptist Church should be confronted aggressively wherever they gather. This should be a community effort, not the sole responsibility of an activist vanguard. Violence should be avoided, but these moral cretins should feel that they will be in mortal danger if they decide to terrorize people in our communities. Fascists should be considered a threat to all of us until they change their ways or die. Intelligence gathering, picketing of homes or businesses, shunning, public ridicule, boycotting and other forms of direct action may help us to keep fascists  boxed in and easy to monitor. If fascists must exist, this is precisely where we want them.
Organizações como a Westboro Baptist Church devem ser enfrentadas agressivamente onde quer que se reúnam. Esse deveria ser um esforço da comunidade, não responsabilidade apenas de uma vanguarda ativista. A violência deve ser evitada, mas esses cretinos morais devem sentir que estarão em perigo mortal se decidirem aterrorizar pessoas de nossas comunidades. Os fascistas devem ser considerados ameaça a todos nós até que mudem seus métodos de agir ou morram. Coleta de inteligência, piquetes em casas ou empresas, colocar no gelo, ridicularização pública, boicote e outras formas de ação direta poderão ajudar-nos a manter os fascistas acuados e podendo ser facilmente monitorados. Se os fascistas tiverem de existir, é precisamente nessas condições que desejamos que eles vivam.
C4SS Contributing Analyst Dave Hummels is a libertarian socialist who lives in Central Illinois.
O Analista Colaborador do C4SS Dave Hummels é socialista libertário residente no Illinois Central.

No comments:

Post a Comment