Friday, December 14, 2012

The Anti-Empire Report - A Brief History of Superpowers


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The Anti-Empire Report
O Relatório Anti-Império
December 11th, 2012
11 de dezembro de 2012
by William Blum
por William Blum
A brief history of Superpowers
Breve história das Superpotências
From the Congress of Vienna of 1815 to the Congress of Berlin in 1878 to the "Allies" invasion of Russia in 1918 to the formation of what became the European Union in the 1950s, the great powers of Europe and the world have gotten together in grand meeting halls and on the field of battle to set the ground rules for imperialist exploitation of Latin America, Africa, Asia, and Australasia, to Christianize and 'civilize', to remake the maps, and to suppress revolutions and other threats to great-power hegemony. They have been deadly serious. In 1918, for example, some 13 nations, including France, Great Britain, Rumania, Italy, Serbia, Greece, Japan, and the United States, combined in a military invasion of Russia to "strangle at its birth" the nascent Bolshevik state, as Winston Churchill so charmingly put it.
Do Congresso de Viena em 1815 ao Congresso de Berlim em 1878 à invasão da Rússia pelos "Aliados" em 1918 à formação do que se tornou a União Europeia nos anos 1950, as grandes potências da Europa e do mundo se reuniram em grandes salões de reunião e no campo de batalha para estabelecer os princípios básicos da exploração imperialista de América Latina, África, Ásia, e Australásia, para cristianizar e 'civilizar', para redesenhar os mapas, e para suprimir revoluções e outras ameaças à hegemonia das grandes potências. Em 1918, por exemplo, cerca de 13 nações, inclusive França, Grã-Bretanha, Romênia, Itália, Sérvia, Grécia, Japão e Estados Unidos conjugaram-se numa invasão militar da Rússia para "estrangular no nascimento" o nascente estado bolchevique, como tão graciosamente expressou Winston Churchill.
And following World War 2, without any concern about who had fought and died to win that war, the Western powers, sans the Soviet Union, moved to create the North Atlantic Treaty Organization. NATO, along with the European Union, then joined the United States in carrying out the Cold War and preventing the Communists and their allies from coming to power legally through elections in France and Italy. That partnership continued after the formal end of the Cold War. The United States, the European Union, and NATO are each superpowers, with extensive military, as well as foreign policy integration — almost all EU members are also members of NATO; almost all NATO members in Europe are in the EU; almost all NATO members have had a military contingent serving under NATO and/or the US in Iraq, Afghanistan, the Balkans and elsewhere.
E depois da Segunda Guerra Mundial, sem qualquer preocupação para com quem havia lutado e morrido para ganhar a guerra, as potências ocidentais, sans a União Soviética, movimentaram-se para criar a Organização do Tratado do Atlântico Norte. OTAN, juntamente com União Europeia, juntaram-se a seguir aos Estados Unidos conduzindo a Guerra Fria e impedindo que os comunistas e seus aliados chegassem ao poder legalmente por meio de eleições na França e na Itália. Essa parceria continuou depois do término formal da Guerra Fria. Os Estados Unidos, a União Europeia e a OTAN são, cada um em si, superpotências, com extensa integração tanto militar quanto de política externa — quase todos os membros da União Europeia são também membros da OTAN; quase todos os membros da OTAN da Europa pertencem à União Europeia; quase todos os membros da OTAN já tiveram contingente militar servindo sob a OTAN e/ou os Estados Unidos em Iraque, Afeganistão, os Bálcans e em outros lugares.
Together, this Holy Triumvirate has torn apart Yugoslavia, invaded and devastated Afghanistan and Iraq, crippled Iran, Cuba and others with sanctions, overthrown the Libyan government, and are on the verge now of the same in Syria. Much of what the Triumvirate has told the world to justify this wanton havoc has concerned Islamic terrorism, but it should be noted that prior to the interventions in Iraq, Libya and Syria all three countries were secular and modern. Will the people of those sad lands ever see that life again?
Junto, esse Santo Triunvirato dilacerou a Iugoslávia, invadiu e devastou Afeganistão e Iraque, estropiou Irã, Cuba e outros com sanções, derrubou o governo da Líbia, e está a ponto de fazer o mesmo na Síria. Muito do que o Triunvirato disse ao mundo para justificar essa destruição generalizada sem motivo tem dito respeito a terrorismo islâmico, mas deve ser notado que antes das intervenções em Iraque, Líbia e Síria todos os três países eram seculares e modernos. Será que as pessoas desses tristes países algum dia terão de novo seu antigo estilo de vida? 
In suppressing the left in France and Italy, and later in destabilizing the governments of Libya and Syria, the Holy Triumvirate has closely aligned itself with terrorists and terrorist methods to a remarkable extent. 3 In Syria alone, it would be difficult to name any Middle East terrorist group associated with al Qaeda — employing their standard car bombings and suicide bombers — that is not taking part in the war against President Assad with the support of the Triumvirate. Is there anything — legally or morally — the Triumvirate regards as outside its purview? Any place not within its geographical mandate? Britain and France have now joined Turkey and Arabian Peninsula states in recognizing a newly formed opposition bloc as the sole representative of the Syrian people. "From the point of view of international law, this is absolutely unacceptable," Russian Prime Minister Dmitry Medvedev declared. "A desire to change the political regime of another state by recognizing a political force as the sole carrier of sovereignty seems to me to be not completely civilised." France was the first Western state to recognize the newly-formed Syrian National Coalition and was swiftly joined by Britain, Italy and the European Union. 4 The neck irons tighten.
Mediante suprimir a esquerda em França e Itália, e mais tarde desestabilizar os governos de Líbia e Síria, o Santo Triunvirato alinhou-se intimamente com terroristas e métodos terroristas em notável medida. 3 Só na Síria, seria difícil citar pelo nome qualquer grupo terrorista do Oriente Médio associado à al Qaeda — empregando o padrão dela de bombas em carros e homens-bomba suicidas — que não esteja tomando parte na guerra contra o Presidente Assad com apoio do Triunvirato. Haverá qualquer coisa — legal ou moralmente — que o Triunvirato veja como fora de sua área de competência? Qualquer lugar fora de sua área de autoridade? A Grã-Bretanha e França agora juntaram-se a Turquia e a estados da Peninsula Arábica no reconhecimento de bloco de oposição recentemente formado como representante único do povo sírio. "Do ponto de vista da lei internacional, isso é absolutamente inaceitável," declarou o Primeiro-Ministro russo Dmitry Medvedev. "Desejo de mudar o regime político de outro estado mediante reconhecer uma força política como única portadora de soberania a mim parece não ser completamente civilizado." A França foi o primeiro estado ocidental a reconhecer a recém-formada Coalizão Nacional Síria e foi rapidamente acompanhada por Grã-Bretanha, Itália e União Europeia. 4 O torniquete aperta-se.
The European Union in recent years has been facing a financial crisis, where its overriding concern has been to save the banks, not its citizens, inspiring calls from the citizenry of some member states to leave the Union. I think the dissolution of the European Union would benefit world peace by depriving the US/NATO mob of a guaranteed partner in crime by returning to the Union's members their individual discretion in foreign policy.
Em anos recentes a União Europeia vem enfrentando crise econômica, onde sua preocupação máxima tem sido a de salvar bancos, não cidadãos, despertando reclamos de cidadãos de alguns dos estados membros no sentido de tais estados saírem da União. Acredito que a dissolução da União Europeia beneficiaria a paz no mundo ao privar a máfia Estados Unidos/OTAN de parceiro certo de criminalidade, fazendo retornar aos membros da União sua discrição individual em política externa.
And then we can turn to getting rid of NATO, an organization that not only has a questionable raison d'être in the present, but never had any good reason-to-be in the past other than serving as Washington's hit man. 5
E em seguida poderemos tratar de livrar-nos da OTAN, uma organização que não apenas tem questionável raison d'être no presente, como nunca teve qualquer bom motivo para existir no passado, a não ser atuar como assassina de aluguel de Washington. 5
Notes
Notas
3. For France and Italy, see Operation Gladio Wikipedia; and Daniele Ganser, Operation Gladio: NATO's Top Secret Stay-Behind Armies and Terrorism in Western Europe (2005)
3. Para França e Itália, ver Wikipedia, Operation Gladio; e Daniele Ganser, Operação Gládio: Exércitos de Retaguarda de Segredo Máximo da OTAN e Terrorismo na Europa Ocidental (2005)
4. Agence France Presse, November 26, 2012
4. Agência France Presse, 26 de novembro de 2012
5. For the best coverage of the NATO monolith, sign up with StopNATO. To get on the mailing list write to Rick Rozoff at r_rozoff@yahoo.com. To see back issues at http://groups.yahoo.com/group/stopnato
5. Para a melhor cobertura do monólito da OTAN, assine StopNATO. Para entrar na lista de destinatários, escreva para Rick Rozoff em r_rozoff@yahoo.com. Para ver edições passadas,  http://groups.yahoo.com/group/stopnato
William Blum left the State Department in 1967, abandoning his aspiration of becoming a Foreign Service Officer, because of his opposition to what the United States was doing in Vietnam. He then became one of the founders and editors of the Washington Free Press Mr.  Blum has been a freelance journalist in the United States, Europe, and South America and was one of the recipients   of Project Censored’s awards for “exemplary journalism” in 1999. He is the author of numerous books, including: Freeing the World to Death: essays on the American EmpireKilling Hope: U.S. Military and C.I.A. Interventions Since World War II, and Rogue State: A Guide to the World’s Only Superpower. Mr. Blum writes a free monthly newsletter, the Anti-Empire Report, which you may subscribe to by contacting him at via e-mail. Visit his website at: www.killinghope.org. Contact him at: bblum@aol.com. Read articles by William Blum.
www.foreignpolicyjournal.com
William Blum deixou o Departamento de Estado em 1967, abandonando sua aspiração   de tornar-se Autoridade de Serviço Exterior por causa de sua oposição ao que os Estados Unidos estavam fazendo no Vietnã. Tornou-se então um dos fundadores e editores do Imprensa Livre de Washington. O Sr. Blum atuado como jornalista autônomo em Estados Unidos, Europa e América do Sul e foi um dos recebedores dos prêmios de Projetos Censurados de “jornalismo exemplar” em 1999. É autor de numerosos livros, incluindo: A Libertação do Mundo para a Morte: ensaios acerca do Império EstadunidenseAssassínio da Esperança: Intervenções da Instituição Militar dos Estados Unidos e da C.I.A. desde a Segunda Guerra Mundial, e Estado Sem Escrúpulos: Guia Referente à Única Superpotência do Mundo. O Sr. Blum escreve um boletim mensal grátis, o Relatório Anti-Império, que você pode subscrever entrando em contato com ele via email. Visite o website dele em: www.killinghope.org. Entre em contato com ele via: bblum@aol.com. Leia artigos de William Blum
William Blum is the author of:
William Blum é autor de:
- Killing Hope: US Military and CIA Interventions Since World War 2
- A Morte da Esperança: A Instituição Militar dos Estados Unidos e as Intervenções da CIA Desde a Segunda Guerra Mundial
- Rogue State: A Guide to the World's Only Superpower
- Estado Sem Escrúpulos: Guia Para a Única Superpotência do Mundo
- West-Bloc Dissident: A Cold War Memoir
- Dissidente do Bloco Ocidental: Uma Memória da Guerra Fria
Freeing the World to Death: Essays on the American Empire
- Libertação do Mundo para a Morte: Ensaios Acerca do Império Estadunidense
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