Saturday, August 18, 2012

The Anti-Empire - Items of interest from a journal I've kept for 40 years, part VII

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The Anti-Empire Report
O Relatório Anti-Império
August 10th, 2012
10 de agosto de 2012
by William Blum
por William Blum
Items of interest from a journal I've kept for 40 years, part VII
Itens de interesse de diário que mantenho há 40 anos, parte VII
Bantustanning the aboriginals all over the world: The Indians in America, the aboriginals in Australia, the blacks in South Africa, and the Palestinians in Palestine.
A bantustação dos aborígenes do mundo inteiro: os índios na América, os aborígenes na Austrália, os pretos na África do Sul, e os palestinos na Palestina.
From 1966 tape of President Lyndon Johnson: "I know we oughtn't to be there [in Vietnam], but I can't get out." And he never did. And thousands more troops would die before Johnson left office. (Washington Post, March 12, 2006)
De fita de 1966 do Presidente Lyndon Johnson: "Sei que não deveríamos estar lá [no Vietnã], mas não tenho como sair." E nunca saiu. E outros milhares de soldados morreriam antes de Johnson deixar o cargo. (Washington Post, 12 de março de 2006)
The Germans had Lebensraum. Americans had Manifest Destiny.
Os alemães tinham o Lebensraum. Os estadunidenses, o Destino Manifesto.(*)

(*) Ver Wikipédia, verbetes Espaço Vital (em alemão, Lebensraum) e Destino Manifesto (em inglês, Manifest Destiny).
chinks, gooks, wogs, towelheads, ragheads — some of the charming terms used by American soldiers to describe their foes in Asia and the Middle East
chinas, promíscuos, queimados, cabeças de toalha, cabeças de trapo — alguns dos encantadores termos usados por soldados estadunidenses para descrever seus inimigos na Ásia e no Oriente Médio.
In June, 2005, Cong. Duncan Hunter (Rep.-CA) held a news conference concerning Guantánamo. Displaying some tasty traditional meals, he said the government spends $12 a day for food for each prisoner. "So the point is that the inmates in Guantánamo have never eaten better, they've never been treated better, and they've never been more comfortable in their lives than in this situation." (Scripps Howard News Service, June 28, 2005, Reg Henry column)
Em junho de 2005, o Deputador Duncan Hunter (Rep.-CA) teve um encontro com a imprensa a propósito de Guantánamo. Exibindo algumas saborosas refeições nacionais, ele disse que o governo gasta $12 dólares por dia com comida para cada prisioneiro. "Portanto, a consideração substantiva é que os internos de Guantánamo nunca comeram melhor, nunca foram tratados melhor, e nunca tiveram tanto conforto em suas vidas quanto na presente situação." (Scripps Howard News Service, 28 de junho de 2005, coluna de Reg Henry).
Vice President Dick Cheney: Guantánamo prisoners are well treated. "They're living in the tropics. They're well fed. They've got everything they could possibly want." (CNN.com, June 23, 2005)
Vice President Dick Cheney: Os prisioneiros de Guantánamo são bem tratados. "Estão vivendo nos trópicos. São bem alimentados. Têm tudo o que poderiam querer." (CNN.com, 23 de junho de 2005)
"[Defense Secretary Donald] Rumsfeld said Guantánamo's operations have been more open to scrutiny than any military detention facility in history." (Associated Press, June 14, 2005)
"[Secretário de Defesa Donald] Rumsfeld disse que o funcionamento de Guantánamo tem estado mais aberto a escrutínio do que qualquer instalação de detenção militar da história." (Associated Press, 14 de junho de2005)
"Their 'coalition of the willing' [in Iraq] meant the US, Britain, and the equivalent of a child's imaginary friends." Paul Loeb, Truthout, June 16, 2005
"A 'coalizão dos dispostos' deles [no Iraque] significava Estados Unidos, Grã-Bretanha e o equivalente aos amigos imaginários de uma criança." Paul Loeb, Truthout, 6 de junho de 2005
Nobody has ever suggested that Serbia attacked or was preparing to attack a member of NATO, and that is the only event which justifies a military reaction under the NATO treaty, such as the 1999 78-day bombing of Serbia.
Ninguém jamais sugeriu que a Sérvia tenha atacado ou estivesse se preparando para atacar um membro da OTAN, e esse é o único evento que justifica reação militar de acordo com o tratado da OTAN, tal como o bombardeio de 78 dias da Sérvia em 1999.
Rumsfeld re Chinese military buildup: "Since no nation threatens China, one wonders: Why this growing investment?" (New York Times, June 6, 2005
Rumsfeld a propósito do fortalecimento militar da China: "Como nenhuma nação ameaça a China, podemos perguntar: Por que esse crescente investimento?" (New York Times, 6 de junho de 2005
Rumsfeld re Venezuelan major weapons buildup: "I don't know of anyone threatening Venezuela, anyone in this hemisphere." (Washington Post, October 3, 2006) [Is it possible that the response to both points raised is the same? A country in North America bordering on Mexico?]
Rumsfeld a propósito de grande fortalecimento de armamentos da Venezuela: "Não sei de ninguém ameaçando a Venezuela, ninguém neste hemisfério." (Washington Post, 3 de outubro de 2006) [Será possível a resposta a ambos os pontos suscitados ser a mesma? Um país na América do Norte que faz fronteira com o México?]
The failure of the United Nations — as an institution and its individual members — to unequivocally oppose and prevent the United States invasion of Iraq in 2003 can well be called "appeasement".
O fracasso das Nações Unidas — como instituição e seus membros individuais — de opor-se inequivocamente e de impedir a invasão do Iraque pelos Estados Unidos em 2003 pode bem ser chamado de "apaziguamento".
The Iraqi Kurds generally sided with Iran during the 1981-88 Iraq-Iran war; helped the United States before and during its bombing of Iraq in 2003 and during its occupation; and most Kurds don't identify with being Iraqi according to polls.
Os curdos iraquianos geralmente perfilaram-se ao lado do Irã durante a guerra Iraque-Irã de 1981-88; ajudaram os Estados Unidos antes e durante o bombardeio, por esses últimos, do Iraque em 2003 e durante a ocupação; e a maioria dos cursos não se identifica com serem iraquianos, de acordos com pesquisas.
One of the military judges at Guantánamo said: "I don't care about international law. I don't want to hear the words 'international law' again. We are not concerned with international law." (Democracy Now, April 12, 2005)
Um dos juízes militares de Guantánamo disse: "Não me importo com a lei internacional. Não quero ouvir as palavras 'lei internacional' de novo. Não estamos preocupados com a lei internacional." (Democracy Now, 12 de abril de 2005)
George W. Bush, re al Qaeda types: "Iraqis are sick of foreign people coming in their country and trying to destabilize their country. And we will help them rid Iraq of these killers." (Baltimore Sun, May 6, 2004)
George W. Bush, a propósito dos tipos al Qaeda: "Os iraquianos estão fartos de estrangeiros que entram em seu país e tentam desestabilizá-lo. E nós os ajudaremos a livrar o Iraque desses assassinos." (Baltimore Sun, 6 de maio de 2004)
"I think all foreigners should stop interfering in the internal affairs of Iraq. Those who want to come and help are welcome. Those who come to interfere and destroy are not." Paul Wolfowitz, Deputy Secretary of Defense and unindicted war criminal (Chicago Tribune, July 22, 2003)
"Acho que todos os estrangeiros deveriam parar de interferir nos negócios internos do Iraque. Aqueles que querem vir e ajudar são bem-vindos. Os que vêm para interferir e destruir não o são." Paul Wolfowitz, Secretário Adjunto de Defesa e criminoso de guerra não indiciado (Chicago Tribune, 22 de julho de 2003)
Timothy McVeigh, Gulf War veteran who bombed a government building in Oklahoma City in 1995, killing 168 people: "What occurred in Oklahoma City was no different than what Americans rain on the heads of others all the time ... The bombing of the Murrah building was not personal, no more than when Air Force, Army, Navy or Marine personnel bomb or launch cruise missiles against government installations and their personnel. ... Many foreign nations and peoples hate Americans for the very reasons most Americans loathe me. Think about that." (McVeigh's letter to and interview with Rita Cosby, Fox News Correspondent, April 27 2001)
Timothy McVeigh, veterano da Guerra do Golfo que explodiu um prédio do governo em Oklahoma City in 1995, matando 168 pessoas: "O que ocorreu em Oklahoma City não foi diferente do que os estadunidenses fazem chover nas cabeças dos outros o tempo todo ... A explosão do edifício Murrah não foi pessoal, não mais do que quando o pessoal da Força Aérea, do Exército ou da Marinha ou dos Marines bombardeia ou lança mísseis cruzadores contra instalações do governo e seu pessoal. ... Muitas nações e povos estrangeiros odeiam os estadunidenses exatamente pelas mesmas razões pelas quais os estadunidenses me detestam. Pensem nisso." (Carta de McVeigh para, e entrevista, com Rita Cosby, Correspondente da Fox News, 27 de abril de 2001)
Douglas Feith, Under Secretary of Defense for Policy and unindicted war criminal: "Defense Department officials don't lie to the public. ... The Defense Department doesn't do covert action, period." (Washington Post, February 21, 2002)
Douglas Feith, Subsecretário de Defesa para Políticas e criminoso de guerra não indiciado: "As autoridades do Departamento de Defesa não mentem para o público ... O Departamento de Defesa não desenvolve nenhuma ação secreta, ponto final." (Washington Post, 21 de fevereiro de 2002)
The United States will "deal promptly and properly with the terrible abuses" of Iraqi prisoners by U.S. soldiers. "No country in the world upholds the Geneva Conventions on the laws of armed conflict more steadfastly than does the United States." Douglas Feith, Boston Globe, May 5, 2004
Os Estados Unidos "lidarão pronta e adequadamente com os terríveis abusos" dos prisioneiros iraquianos por parte de soldados estadunidenses. "Nenhum país do mundo dá suporte às Convenções de Genebra acerca das leis de conflito armado com maior determinação do que os Estados Unidos." Douglas Feith, Boston Globe, 5 de maio de 2004
"The State Department plans to delay the release of a human rights report that was due out today, partly because of sensitivities over the prison abuse scandal in Iraq, U.S. officials said. One official who asked not to be identified said the release of the report, which describes actions taken by the U.S. government to encourage respect for human rights by other nations, could 'make us look hypocritical'." (Los Angeles Times, May 5, 2004)
"O Departamento de Estado planeja adiar a divulgação de um relatório de direitos humanos que deveria sair hoje, em parte por causa de melindres relacionados com o escândalo de abuso prisional no Iraque, disseram autoridades dos Estados Unidos. Autoridade que pediu para não ser identificada disse que a divulgação do relatório, que descreve ações desenvolvidas pelo governo dos Estados Unidos para estimular respeito a direitos humanos por outras nações, poderia 'fazer-nos parecer hipócritas'." (Los Angeles Times, 5 de maio de 2004)
In the decades after 1945, as colonial possessions became independent states, it was widely believed that imperialism as a historical phenomenon was coming to an end. However, a new form of imperialism was in fact taking shape, an imperialism not defined by colonial rule but by the global capitalist market. From the outset, the dominant power in this imperialism without colonies was the United States.
Nas décadas depois de 1945, ao possessões coloniais tornarem-se estados independentes, era crença ampla que o imperialismo, como fenômeno histórico, caminhava para o fim. Entretanto, nova forma de imperialismo estava na realidade tomando forma, um imperialismo não definido por governo colonial e sim pelo mercado capitalista global. Desde o início, a potência dominante desse imperialismo sem colônias foi os Estados Unidos.
Francis Boyle re the capture and public display of Saddam Hussein: "This is the 21st century equivalent of the Roman Emperor parading the defeated barbarian king before the assembled masses so that they might all shout in unison: Hail Caesar!"
Francis Boyle acerca da captura e exibição pública de Saddam Hussein: "Este é o equivalente, no século 21, do Imperador Romano levando na parada o rei bárbaro derrotado diante das massas reunidas a fim de elas poderem todas gritar em uníssono: Ave César!"
The US-provided textbooks in Nicaragua after the US-instigated defeat of the Sandinistas in 1990 carefully excluded all mention of Augustino Sandino as a national hero. (Z magazine, November, 1991)
Os livros escolares fornecidos pelos Estados Unidos na Nicarágua depois da derrota dos sandinistas, instigada pelos Estados Unidos, cuidadosamente excluíram toda menção a Augustino Sandino como herói nacional. (Z magazine, novembro de 1991)
"Col. David Hogg, commander of the 2nd Brigade of the 4th Infantry Division, said tougher methods are being used to gather the intelligence. On Wednesday night, he said, his troops picked up the wife and daughter of an Iraqi lieutenant general. They left a note: 'If you want your family released, turn yourself in.' Such tactics are justified, he said, because, 'It's an intelligence operation with detainees, and these people have info.' They would have been released in due course, he added later. The tactic worked. On Friday, Hogg said, the lieutenant general appeared at the front gate of the U.S. base and surrendered." (Washington Post, July 28, 2003) [This is illegal under international law; in ordinary parlance we'd call it a kidnapping with ransom; in war, it's the collective punishment of civilians and is forbidden under the Geneva Convention]
"O Coronel David Hogg, comandante da 2a. Brigada da 4a. Divisão de Infantaria, disse que métodos mais duros estão sendo usados para coletar a inteligência. Na quarta à noite, disse ele, suas tropas pegaram a mulher e a filha de um tenente-general iraquiano. Deixaram uma nota: 'Se você quiser sua família libertada, entregue-se.' Tais táticas são justificadas, disse ele, porque é uma operação de inteligência com detentos, e essas pessoas têm informação.' Elas teriam sido libertadas no momento devido, acrescentou posteriormente. A tática funcionou. Na sexta-feira, disse Hogg, o tenente-general apareceu no portão dianteiro da base dos Estados Unidos e rendeu-se." (Washington Post, 28 de julho de 2003) [Isso é ilegal segundo a lei internacional; em palavreado comum chamaríamos isso de sequestro com exigência de pagamento de resgate; na guerra, é a punição coletiva de civis e é proibida pela Convenção de Genebra]
"Never forget that everything Hitler did in Germany was legal." — Martin Luther King, Jr.
"Nunca se esqueçam de que tudo o que Hitler fez na Alemanha foi legal." — Martin Luther King, Jr.
"Americans, who up until now had been so valued for their pragmatism, have become ideologues, 'Bolsheviks' of the Right, as Daniel Cohn-Bendit once described them." (Jean-Marcel Bouguereau, concerning Iraq, Le Nouvel Observateur, September 8, 2003)
"Os estadunidenses, que até agora haviam sido tidos em tão alta conta por seu pragmatismo, tornarm-se ideólogos, 'bolcheviques' da Direita, como Daniel Cohn-Bendit os descreveu no passado." (Jean-Marcel Bouguereau, no tocante ao Iraque, Le Nouvel Observateur, 8 de setembro de 2003)
Six months after its invasion of Iraq, the Bush administration defended its policy on the basis of schools and hospitals opening and strides made in providing water and electricity. (Washington Post, September 25, 2003) — These are all things 12 years of US bombing and sanctions had destroyed.
Seis meses depois de sua invasão do Iraque, a administração Bush defendeu sua política alegando abertura de escolas e hospitais e grandes progressos no fornecimento de água e eletricidade. (Washington Post, 25 de setembro de 2003) — Essas são, todas, coisas que 12 anos de bombardeio e sanções dos Estados Unidos haviam destruído.
William Blum left the State Department in 1967, abandoning his aspiration of becoming a Foreign Service Officer, because of his opposition to what the United States was doing in Vietnam. He then became one of the founders and editors of the Washington Free Press Mr.  Blum has been a freelance journalist in the United States, Europe, and South America and was one of the recipients   of Project Censored’s awards for “exemplary journalism” in 1999. He is the author of numerous books, including: Freeing the World to Death: essays on the American EmpireKilling Hope: U.S. Military and C.I.A. Interventions Since World War II, and Rogue State: A Guide to the World’s Only Superpower. Mr. Blum writes a free monthly newsletter, the Anti-Empire Report, which you may subscribe to by contacting him at via e-mail. Visit his website at: www.killinghope.org. Contact him at: bblum@aol.com. Read articles by William Blum.
www.foreignpolicyjournal.com
William Blum deixou o Departamento de Estado em 1967, abandonando sua aspiração   de tornar-se Autoridade de Serviço Exterior por causa de sua oposição ao que os Estados Unidos estavam fazendo no Vietnã. Tornou-se então um dos fundadores e editores do Imprensa Livre de Washington. O Sr. Blum atuado como jornalista autônomo em Estados Unidos, Europa e América do Sul e foi um dos recebedores dos prêmios de Projetos Censurados de “jornalismo exemplar” em 1999. É autor de numerosos livros, incluindo: A Libertação do Mundo para a Morte: ensaios acerca do Império EstadunidenseAssassínio da Esperança: Intervenções da Instituição Militar dos Estados Unidos e da C.I.A. desde a Segunda Guerra Mundial, e Estado Sem Escrúpulos: Guia Referente à Única Superpotência do Mundo. O Sr. Blum escreve um boletim mensal grátis, o Relatório Anti-Império, que você pode subscrever entrando em contato com ele via email. Visite o website dele em: www.killinghope.org. Entre em contato com ele via: bblum@aol.com. Leia artigos de William Blum
William Blum is the author of:
William Blum é autor de:
- Killing Hope: US Military and CIA Interventions Since World War 2
- A Morte da Esperança: A Instituição Militar dos Estados Unidos e as Intervenções da CIA Desde a Segunda Guerra Mundial
- Rogue State: A Guide to the World's Only Superpower
- Estado Sem Escrúpulos: Guia Para a Única Superpotência do Mundo
- West-Bloc Dissident: A Cold War Memoir
- Dissidente do Bloco Ocidental: Uma Memória da Guerra Fria
Freeing the World to Death: Essays on the American Empire
- Libertação do Mundo para a Morte: Ensaios Acerca do Império Estadunidense
Portions of the books can be read, and signed copies purchased, at www.killinghope.org
Porções dos livros podem ser lidas, e comprados exemplares assinados, em www.killinghope.org
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Qualquer parte deste relatório pode ser disseminada sem permissão. Ficarei agradecido se o website for mencionado.






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