Monday, May 21, 2012

The Anti-Empire Report - Written on Earth Day, April 22, 2012

English
Português
The Anti-Empire Report
O Relatório Anti-Império
May 2nd, 2012
2 de maio de 2012
by William Blum
por William Blum
Written on Earth Day, Sunday, April 22, 2012
Escrito no Dia da Terra, Domingo, 22 de Abril de 2012
Two simple suggestions as part of a plan to save the planet.
Duas sugestões simples como parte de plano para salvar o planeta.
1. Population control: limit families to two children.
1. Controle da população: limitar as famílias a dois filhos.
All else being equal, a markedly reduced population count would have a markedly beneficial effect upon global warming, air pollution, and food and water availability; as well as finding a parking spot, getting a seat on the subway, getting on the flight you prefer, and much, much more. Some favor limiting families to one child. Still others, who spend a major part of each day digesting the awful news of the world, are calling for a limit of zero. (The Chinese government announced in 2008 that the country would have about 400 million more people if it wasn't for its limit of one or two children per couple. 5
Tudo o mais sendo igual, população consideravelmente reduzida teria considerável efeito benéfico sobre o aquecimento global, poluição do ar, e disponibilidade de alimento e água; assim como em achar lugar para estacionar o carro, encontrar assento vago no metrô, embarcar no voo que você preferir, e muito, muito mais. Algumas pessoas são a favor de as famílias serem limitadas a um filho. Outras, que passam a maior parte do dia digerindo as notícias pavorosas do mundo, defendem limite de zero. (O governo chinês anunciou, em 2008, que o país teria cerca de 400 milhões de pessoas mais se não fosse o limite de um ou dois filhos por casal.5) 
But, within the environmental movement, there is still significant opposition to this. Part of the reason is fear of ethnic criticism inasmuch as population programs have traditionally been aimed at — or seen to be aimed at — primarily the poor, the weak, and various "outsiders". There is also the fear of the religious right and its medieval views on birth control.
Dentro, porém, do movimento ambientalista há ainda considerável oposição a isso. Parte do motivo é temor de crítica étnica, visto que os programas de população, tradicionalmente, estiveram voltados — ou foram vistos como voltados — precipuamente para os pobres, os fracos, e diversos "desajustados". Há também o temor da direita religiosa e seus pontos de vista medievais acerca de controle de natalidade.
2. Eliminate the greatest consumer of energy in the world: The United States military.
2. Eliminar o maior consumidor de energia do mundo: A instituição militar dos Estados Unidos.
Here's Michael Klare, professor of Peace and World Security Studies at Hampshire College, Mass. in 2007:
Eis o que disse Michael Klare, professor de Estudos de Paz e Segurança Mundial da Faculdade Hampshire, Massachusetts, em 2007:
Sixteen gallons of oil. That's how much the average American soldier in Iraq and Afghanistan consumes on a daily basis — either directly, through the use of Humvees, tanks, trucks, and helicopters, or indirectly, by calling in air strikes. Multiply this figure by 162,000 soldiers in Iraq, 24,000 in Afghanistan, and 30,000 in the surrounding region (including sailors aboard U.S. warships in the Persian Gulf) and you arrive at approximately 3.5 million gallons of oil: the daily petroleum tab for U.S. combat operations in the Middle East war zone. Multiply that daily tab by 365 and you get 1.3 billion gallons: the estimated annual oil expenditure for U.S. combat operations in Southwest Asia. That's greater than the total annual oil usage of Bangladesh, population 150 million — and yet it's a gross underestimate of the Pentagon's wartime consumption. 6
Dezesseis galões de petróleo. Isso é quanto o soldado estadunidense médio no Iraque e no Afeganistão consome diariamente — ou diretamente, por meio do uso de Humvees, tanques, caminhões e helicópteros, ou indiretamente, ao solicitar ataques aéreos. Multipliquem essa cifra por 162.000 soldados no Iraque, 24.000 no Afeganistão e 30.000 na região circunjacente (inclusive marinheiros a bordo de navios de guerra dos Estados Unidos no Golfo Pérsico) e você chegará a aproximadamente 3,5 milhões de galões de petróleo: a conta diária de petróleo para operações de combate dos Estados Unidos na zona de guerra do Oriente Médio. Multipliquem essa conta diária por 365 e obterão 1,3 milhão de galões: o gasto estimado anual de petróleo para operações de combate no Sudeste Asiático. Isso é mais do que o uso anual de petróleo de Bangladesh, que tem população de 150 milhões de habitantes — e no entanto é subestimativa grosseira do consumo do Pentágono em tempo de guerra. 6
The United States military, for decades, with its legion of bases and its numerous wars has also produced and left behind a deadly toxic legacy. From the use of Agent Orange in Vietnam in the 1960s to the open-air burn pits on US bases in Iraq and Afghanistan in the 21st century, countless local people have been sickened and killed; and in between those two periods we could read things such as this from a lengthy article on the subject in the Los Angeles Times in 1990:
A instituição militar dos Estados Unidos, por décadas, com sua legião de bases e suas numerosas guerras, também produziu e deixou atrás de si um legado tóxico letal. Do uso do Agente Laranja no Vietnã nos anos 1960 aos fossos de combustão a céu aberto em bases estadunidenses no Iraque e no Afeganistão no século 21, incontáveis pessoas locais já adoeceram e morreram; e entre esses dois períodos pudemos ler coisas tais como o seguinte de um longo artigo acerca do assunto no Los Angeles Times em 1990:
U.S. military installations have polluted the drinking water of the Pacific island of Guam, poured tons of toxic chemicals into Subic Bay in the Philippines, leaked carcinogens into the water source of a German spa, spewed tons of sulfurous coal smoke into the skies of Central Europe and pumped millions of gallons of raw sewage into the oceans. 7
Instalações militares dos Estados Unidos poluíram a água potável da ilha de Guam, no Oceano Pacífico, despejaram toneladas de produtos químicos tóxicos na Baía Subic, nas Filipinas, vazaram carcinógenos na fonte de água de um spa alemão, despejaram toneladas de fumaça de carvão sulfuroso nos céus da Europa Central e bombearam milhões de galões de esgoto não tratado nos oceanos. 7
The military has caused similar harm to the environment in the United States at a number of its installations. (Do a Google search for <"U.S. military bases" toxic>)
A instituição militar tem causado danos similares ao ambiente nos Estados Unidos em diversas de suas instalações. (Pesquisem no Google <"U.S. military bases" toxic>)
When I suggest eliminating the military I am usually rebuked for leaving "a defenseless America open to foreign military invasion". And I usually reply:
Quando sugiro a extinção da instituição militar usualmente sou irritadamente criticado por deixar "Estados Unidos indefesos abertos para invasão militar estrangeira". E usualmente respondo:
"Tell me who would invade us? Which country?"
"Diga-me quem nos invadiria. Que país?"
"What do you mean which country? It could be any country."
"O que você quer dizer com que país? Pode ser qualquer país."
"So then it should be easy to name one."
"Então deve ser fácil mencionar um."
"Okay, any of the 200 members of the United Nations!"
"Está bem, qualquer dentre os 200 membros das Nações Unidas!"
"No, I'd like you to name a specific country that you think would invade the United States. Name just one."
"Não; gostaria que você desse o nome de um país específico que você ache invadiria os Estados Unidos. Dê o nome de um apenas."
"Okay, Paraguay. You happy now?"
"Muito bem, o Paraguai. Está satisfeito agora?"
"No, you have to tell me why Paraguay would invade the United States."
"Não, você tem de dizer-me por que o Paraguai invadiria os Estados Unidos."
"How would I know?"
"Como vou saber?"
Etc., etc., and if this charming dialogue continues, I ask the person to tell me how many troops the invading country would have to have to occupy a country of more than 300 million people.
Etc., etc., e se esse encantador diálogo continuar, peço à pessoa para dizer-me quantos soldados o país invasor teria de ter para ocupar um país de mais de 300 milhões de habitantes.
Notes
Notas
5. Washington Post, March 3, 2008
5. Washington Post, 3 de março de 2008
6. The Pentagon v. Peak Oil, TomDispatch.com, June 14, 2007
6. O Pentágono versus o Pico do Petróleo, TomDispatch.com, 14 de junho de 2007
7. Los Angeles Times, June 18, 1990
7. Los Angeles Times, 18 de junho de 1990
http://www.foreignpolicyjournal.com/writers/
William Blum left the State Department in 1967, abandoning his aspiration of becoming a Foreign Service Officer, because of his opposition to what the United States was doing in Vietnam. He then became one of the founders and editors of the Washington Free Press Mr.  Blum has been a freelance journalist in the United States, Europe, and South America and was one of the recipients   of Project Censored’s awards for “exemplary journalism” in 1999. He is the author of numerous books, including: 
Freeing the World to Death: essays on the American EmpireKilling Hope: U.S. Military and C.I.A. Interventions Since World War II, and Rogue State: A Guide to the World’s Only Superpower. Mr. Blum writes a free monthly newsletter, the Anti-Empire Report, which you may subscribe to by contacting him at via e-mail. Visit his website at: www.killinghope.org. Contact him at: bblum@aol.com. Read articles by William Blum.
http://www.foreignpolicyjournal.com/writers/
William Blum deixou o Departamento de Estado em 1967, abandonando sua aspiração   de tornar-se Autoridade de Serviço Exterior por causa de sua oposição ao que os Estados Unidos estavam fazendo no Vietnã. Tornou-se então um dos fundadores e editores do Imprensa Livre de Washington. O Sr. Blum atuado como jornalista autônomo em Estados Unidos, Europa e América do Sul e foi um dos recebedores dos prêmios de Projetos Censurados de “jornalismo exemplar” em 1999. É autor de numerosos livros, incluindo: A Libertação do Mundo para a Morte: ensaios acerca do Império EstadunidenseAssassínio da Esperança: Intervenções da Instituição Militar dos Estados Unidos e da C.I.A. desde a Segunda Guerra Mundial, e Estado Sem Escrúpulos: Guia Referente à Única Superpotência do Mundo. O Sr. Blum escreve um boletim mensal grátis, o Relatório Anti-Império, que você pode subscrever entrando em contato com ele via email. Visite o website dele em: www.killinghope.org. Entre em contato com ele via: bblum@aol.com. Leia artigos de William Blum
William Blum is the author of:
William Blum é autor de:
- Killing Hope: US Military and CIA Interventions Since World War 2
- A Morte da Esperança: A Instituição Militar dos Estados Unidos e as Intervenções da CIA Desde a Segunda Guerra Mundial
- Rogue State: A Guide to the World's Only Superpower
- Estado Sem Escrúpulos: Guia Para a Única Superpotência do Mundo
- West-Bloc Dissident: A Cold War Memoir
- Dissidente do Bloco Ocidental: Uma Memória da Guerra Fria
Freeing the World to Death: Essays on the American Empire
- Libertação do Mundo para a Morte: Ensaios Acerca do Império Estadunidense
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Porções dos livros podem ser lidas, e comprados exemplares assinados, em www.killinghope.org
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