Saturday, April 7, 2012

FPJ - Iran is not as isolated as the U.S. would like: Yvonne Ridley

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Foreign Policy Journal
Jornal de Política Externa
Iran is not as isolated as the U.S. would like: Yvonne Ridley
O Irã não está tão isolado quanto os Estados Unidos gostariam: Yvonne Ridley
by Kourosh Ziabari
por Kourosh Ziabari
March 21, 2012
21 de março de 2012
Regular followers of Press TV in Britain will certainly have heard of Yvonne Ridley, a renowned British journalist, war correspondent, and TV host. She made the headlines on September 28, 2001 when she was arrested by Taliban members in Afghanistan while working for the Sunday Express. She converted to Islam after she was released by Taliban on October 9, 2001 and became an outspoken critic of Zionism and the mainstream media’s portrayal of the War on Terror. Ridley is a member of the National Union of Journalists and the International Federation of Journalists. She is a devoted philanthropist and humanitarian activist. Yvonne Ridley has written two books called “In the Hands of the Taliban” and “Ticket to Paradise.”
Pessoas que acompanham regularmente a Press TV na Grã-Bretanha certamente terão ouvido falar de Yvonne Ridley, renomada jornalista britânica, correspondente de guerra e apresentadora de TV. Ela ganhou os títulos dos jornais em 28 de setembro de 2001 ao ser presa por membros do Talibã no Afeganistão quando trabalhava para o Sunday Express. Converteu-se ao islã depois de libertada pelo Talibã em 9 de outubro de 2001 e tornou-se franca crítica do sionismo e do modo de a grande mídia retratar a Guerra ao Terror. Ridley é membro do Sindicato Nacional de Jornalistas e da Federação Internacional de Jornalistas. É dedicada filantropa e ativista humanitária. Yvonne Ridley escreveu dois livros intitulados “Nas Mãos do Talibã” e “Passagem para o Paraíso.”
Ridley took part in an interview with me, discussing her viewpoints regarding the prospect of Iran-West relations, the expansionist policies of the Israeli regime in the Occupied Palestine and the popular uprisings of the Arab world widely known as Arab Spring.
Ridley tomou parte numa entrevista comigo, discutindo seus pontos de vista acerca da perspectiva das relações Irã-Ocidente, as políticas expansionistas do regime israelense na Palestina Ocupada e os levantes populares do mundo árabe conhecidos, amplamente, como Primavera Árabe.
Kourosh Ziabari: One of the recent events which stained the already blurred relations between Iran and the UK was the Iranian students’ assault on the British embassy in Tehran in late 2011. Some political analysts say that it was an undiplomatic action and Britain’s response in closing the Iranian embassy in London was natural. However, some others believe that it was an intrinsic consequence of the UK’s hostile policies toward Iran. What’s your viewpoint in this regard?
Kourosh Ziabari: Um dos eventos recentes que toldaram as já enodoadas relações entre Irã e o Reino Unido foi o ataque à em embaixada britânica por estudantes iranianos em Teerã ao final de 2011. Alguns analistas políticos dizem ter-se tratado de ação nada diplomática e ter sido natural a reação da Grã-Bretanha, fechando a embaixada iraniana em Londres. Entretanto, alguns outros acreditam ter-se o evento tratado de consequência intrínseca às políticas hostis do Reino Unido em relação ao Irã. Qual é seu ponto de vista a respeito?
Yvonne Ridley: As the UK Government found out last year, when students get angry and in a destructive mode nothing will stop them. The Conservative Party headquarters in London was trashed and vandalized by angry students in the UK who felt they had been lied to over the increase in student fees. And they caused much more damage to the Tory Party HQ than the rampaging students in Tehran, yet no one accused the British police of turning a blind eye or encouraging acts of vandalism and violence. The UK Government was, however, outraged, but I feel it used the event as an opportunity to accelerate hostile relations between both countries.
Yvonne Ridley: Como o Governo do Reino Unido descobriu no ano passado, quando estudantes se enfurecem e se comportam de modo destrutivo nada os detém. A sede do Partido Conservador em Londres foi sucateada e vandalizada por estudantes enfurecidos no Reino Unido os quais entenderam ter-lhes sido contada mentira no tocante ao aumento do estipêndio escolar. E causaram muito mais danos à sede do Partido Tory do que os estudantes desordeiros em Teerã, porém ninguém acusou a polícia inglesa de fazer vista grossa para ou estimular atos de vandalismo e violência. O Governo do Reino Unido, porém, ficou indignado, mas acho que usou o evento como oportunidade para intensificar relações hostis entre ambos os países.
KZ: Tensions between Iran and the West has been mounting in recent months, especially since the International Atomic Energy Agency (IAEA) released its latest report on Iran’s nuclear program. What’s your prediction for the future of Iran-West relations? Do you foresee any chances of reconciliation and restoration?
KZ: Tensões entre Irã e Ocidente aumentaram nos meses recentes, especialmente desde que a Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) divulgou seu mais recente relatório acerca do programa nuclear do Irã. Qual sua previsão quanto ao futuro das relações Irã-Ocidente? Prevê qualquer probabilidade de reconciliação e restauração?
YR: The tensions are predictable and there is a weary feeling of deja vu among anti-war activists who fear the worst between Iran and the West having witnessed a similar buildup of hostilities over non-existed WMD in Iraq during Saddam’s rule.
YR: As tensões são previsíveis e há tediosa sensação de dejà vu entre ativistas contrários à guerra que temem o pior entre Irã e Ocidente por terem testemunhado similar intensificação de hostilitades a propósito de inexistentes armas de destruição em massa no Iraque durante o governo de Saddam.
KZ: Israel, the U.S. and their European allies have repeatedly threatened Iran against a preemptive military strike. Are these war threats realistic or merely media propaganda aimed at intimidating the Iranians? Why doesn’t the UN take any decisive action against the states who propagate such threats and spread fear?
KZ: Israel, os Estados Unidos e seus aliados europeus vêm ameaçando repetidamente o Irã com ataque militar preventivo. São essas ameaças de guerra sérias ou constituem meramente propaganda de mídia visante a intimidar os iranianos? Por que as Nações Unidas não deflagram ação decisiva contra os estados que propagam tais ameaças e disseminam medo?
YR: The UN is weak and in the sway and influence of America, but I doubt if there will be a military strike, for several different reasons. The USA is struggling in Afghanistan against the Taliban, a bunch of ill-equipped fighters in flip flops and shalwa khameez, so there is no way it would tackle Iran, which has a strong army, is armed, and will retaliate. Furthermore, there are tens of thousands of U.S. and other western civilians, oil workers, missionaries and NGOs in Iraq, and if one single strike touched Iranian soil, there is a very real danger 10 million or so Shiite in neighboring Iraq will rise up against westerners. This could manifest itself in another disastrous hostage situation similar to the one in Iran from which the USA has still not psychologically recovered.
YR: As Nações Unidas são fracas e estão sob controle e influência dos Estados Unidos, mas duvido que venha a haver ataque militar, por diversas razões diferentes. Os Estados Unidos estão tendo a maior dificuldade para combater o Talibã no Afeganistão, um punhado de combatentes mal equipados calçando sandálias de dedo e vestindo camisolões, e portanto não há como atacar o Irã, que tem forte exército, está armado, e retaliará. Ademais, há dezenas de milhares de civis dos Estados Unidos e outros civis ocidentais, trabalhadores em petróleo, missionários e ONGs no Iraque, e se um só ataque atingir solo iraniano, há perigo real de 10 milhões de xiitas do vizinho Iraque ou em torno disso levantarem-se contra os ocidentais. O que poderia manifestar-se em outra desastrosa situação de reféns similar àquela no Irã da qual os Estados Unidos ainda não se recuperaram psicologicamente.
KZ: The U.S. and its European allies are persuasively lobbying around the world to convince the economic partners of Iran join the global sanctions, especially the newly proposed oil embargo against Iran. Will these sanctions bear fruit for the U.S. or it will backfire? Will the economic pressures finally bring Iran to its knees?
KZ: Os Estados Unidos e seus aliados europeus estão persuasivamente fazendo lobby em todo o mundo tentando convencer os parceiros econômicos do Irã a juntarem-se às sanções globais, especialmente o recentemente proposto embargo de petróleo contra o Irã. Darão essas sanções fruto para os Estados Unidos ou o tiro sairá pela culatra? Será que as pressões econômicas finalmente colocarão o Irã de joelhos?
YR: Iran is not marginalized or as isolated as the U.S. and UK would want. Several countries in the Euro-zone rely on Iran for cheap oil, while Russia, China, Brazil, Venezuela and other countries in South America have expressed solidarity with Iran.
YR: O Irã não está marginalizado ou isolado o quanto Estados Unidos e Reino Unido desejariam. Diversos países da Eurozona precisam do Irã para petróleo barato, enquanto Rússia, China, Brasil, Venezuela e outros países da América do Sul já expressaram solidariedade ao Irã.
KZ: President Barack Obama had promised during his presidential campaign that he would pursue a policy of detente and tension easing with the Muslim world, especially Iran, and follow the path of diplomacy and “change” to resolve Iran’s nuclear controversy. But we saw that he followed the path of his predecessor and even talked of the option of a nuclear strike against Iran. What’s your idea about his approach toward the Middle East in general, and Iran in particular? Has he fulfilled his promise of change?
KZ: O Presidente Barack Obama, em sua campanha eleitoral, prometeu perseguir uma política de détente e relaxamento de tensão em relação ao mundo muçulmano, especialmente ao Irã, e seguir o caminho da diplomacia e “mudança” para resolver a controvérsia nuclear do Irã. Vimos porém que ele seguiu o caminho de seu predecessor e até falou da opção de ataque nuclear ao Irã. O que pensa a senhora da abordagem dele no tocante ao Oriente Médio em geral, e ao Irã em particular? Cumpriu ele sua promessa de mudança?
YR: This latest U.S. president, given a Nobel Peace Prize because he was not George W. Bush, is a one-term president. He made many promises on the road to the White House and broke more than 60 percent of them. He is, sadly, a man who promised to deliver so much and failed. He escalated the war in Afghanistan, was forced to retreat from Iraq—make no mistake, the departure of American troops in Iraq was reluctantly done, and the soldiers left in one of the quietest U.S. exits in history.
YR: Este mais recente presidente dos Estados Unidos, ganhador do Prêmio Nobel da Paz por não ser George W. Bush, é presidente de um só mandato. Fez muitas promessas a caminho da Casa Branca e quebrou mais de 60 por cento delas. Ele é, lamentavelmente, homem que prometeu realizar muito e fracassou. Provocou escalada da guerra no Afeganistão, foi forçado a retirar-se do Iraque  — não se equivoque, a saída das tropas estadunidenses do Iraque foi efetuada relutantemente, e os soldados saíram numa das retiradas mais silenciosas dos Estados Unidos da história.
KZ: What has been, in your view, the main stimulus behind the revolutions of the Arab world? We know that corrupt regimes had existed in countries such as Tunisia, Egypt, Libya, Bahrain, and Yemen for many decades, but the nations of the region revolted against their rulers all at once. What’s the reason in your view?
KZ: Qual tem sido, em sua opinião, o principal estímulo a impulsionar as revoluções do mundo árabe? Sabemos que por várias décadas existiram regimes corruptos em países tais como Tunísia, Egito, Líbia, Bahrain e Iêmen, porém as nações da região revoltaram-se contra seus governantes todas ao mesmo tempo. Qual o motivo, em sua opinião?
YR: The people lost their fear in the tyrants, most installed and supported by the West; and as they grew stronger they began to rediscover their Faith in God and as they got closer to their Faith they became stronger as they held on tight to the Rope of Allah.
YR: As pessoas perderam o medo dos tiranos, em sua maior parte instaurados e mantidos pelo Ocidente; e ao se tornarem mais fortes começaram a descobrir sua Fé em Deus, e ao ficarem mais próximas de sua Fé tornaram-se mais fortes porque seguraram firmemente na Corda de Alá.
KZ: Will the chained revolutions of the Arab world, especially the revolution in Egypt, weaken the status of Israel in the Middle East? What about the U.S.? Political commentators believe that if the revolutionaries in Bahrain and Yemen achieve their goal, the United States will lose two of its strategic allies in the region. What’s your take on that?
KZ: Será que as revoluções em cadeia no mundo árabe, especialmente a revolução no Egito, debilitam a condição de Israel no Oriente Médio? E quanto à dos Estados Unidos? Comentadores políticos acreditam que se os revolucionários em Bahrain e no Iêmen alcançarem seu objetivo, os Estados Unidos perderão dois de seus aliados estratégicos na região. O que pensa disso?
YR: The U.S. was caught out by the Arab Spring, but since the CIA missed the fall of the Berlin Wall, it is hardly surprising that there was a huge intelligence failure in this area. Israel is unusually mute because it is very concerned over what is going to manifest from the revolutions and it can no longer rely on the USA to crack the whip and make the tyrants pull their people into line. The U.S. has already lost its control in the region, and should Yemen and Bahrain succumb to the will of the majority, then it will lose strategic allies.
YR: Os Estados Unidos foram apanhados de surpresa pela Primavera Árabe, mas desde que a CIA não previu a queda do Muro de Berlim, não foi surpresa enorme fracasso de inteligência nessa área. Israel está inusitadamente mudo porque está muito preocupado com o que se manifestará a partir das revoluções e não mais pode contar com os Estados Unidos para agirem como grão-senhor e determinarem que os tiranos coloquem o povo na linha. Os Estados Unidos já perderam o controle da região, e se Iêmen e Bahrain sucumbirem à vontade da maioria, perderão, então, aliados estratégicos.
KZ: It seems that the United States will not lift its unconditional support for Israel, at least in the foreseeable future, and Israel will be able to continue its repressive policies in the occupied lands, with regard to the subjugated people of the West Bank and Gaza Strip. What’s your assessment regarding the current state of the Israeli-Palestinian conflict? Will the Arab League supported initiative for peace help solve the crisis?
KZ: Parece que os Estados Unidos não deixarão de apoiar Israel incondicionalmente, pelo menos no futuro previsível, e Israel terá condições de dar continuidade a suas políticas repressivas nas terras ocupadas, no tocante ao povo subjugado da Margem Oeste e da Faixa de Gaza. Qual é sua avaliação quanto ao estado atual do conflito israelense-palestino? Será que a iniciativa de paz apoiada pela Liga Árabe ajudará a resolver a crise?
YR: My belief in this solution has been the same for more than three decades, much longer than I’ve been a Muslim. The Palestinian people will be victorious because they have time and patience on their side. In 50 years’ time their children will ask: “Was there really a state called Israel?” Israel is on a permanent war footing and not one single country can survive in that situation forever. I’ll give the Zionists another decade before it implodes.
YR: Minha crença nessa solução vem sendo a mesma há mais de três décadas, muito mais tempo do que o tempo com fé muçulmana. O povo palestino será vitorioso porque tem tempo e paciência a seu lado. Daqui a 50 anos seus filhos perguntarão: “Houve mesmo um estado chamado Israel?” Israel está em permanente compasso de guerra, e absolutamente nenhum país pode sobreviver para sempre nessa situação. Dou aos sionistas uma década antes da implosão.
KZ: Israel is the sole possessor of nuclear weapons in the Middle East and it’s not a signatory to Non-Proliferation Treaty, as well. The United States has not allowed a comprehensive investigation of the nuclear facilities of Israel so far, and Tel Aviv regime is continuing to develop nuclear bombs in its underground installations. Isn’t the nuclear program of Israel a threat to international peace and security?
KZ: Israel é o único possuidor de armas nucleares no Oriente Médio e, ademais, não é signatário do Tratado de Não Proliferação. Os Estados Unidos, até agora, não permitiram investigação abrangente das instalações nucleares de Israel, e o regime de Tel Aviv continua a desenvolver bombas nucleares em suas instalações secretas. Não é o programa nuclear de Israel ameaça a paz e segurança internacionais?
YR: What nuclear weapons? Israel says it has no nukes! Of course the world knows they are lying, thanks to the heroic Christian convert Mordechai Vanunu, who is still being persecuted for telling the world about the Zionist state’s deadly arsenal of nuclear weapons. The poor man has served his sentence, but he is still not allowed to leave Israel, where he is under continuous surveillance. The vindictiveness of the state knows no bounds when it comes to this man.
YR: Que armas nucleares? Israel afirma não ter armas nucleares! Obviamente o mundo sabe que aquele país está mentindo, graças ao heroico convertido ao cristianismo Mordechai Vanunu, o qual ainda está sendo perseguido por contar ao mundo do letal arsenal de armamentos nucleares do estado sionista. O pobre homem cumpriu sua pena, mas ainda não lhe é dada permissão para sair de Israel, onde vive sob contínua vigilância. O revanchismo do estado não conhece limites quando se trata desse homem.
KZ: And finally, let me ask your idea about the Occupy Wall Street movement. Why has such a revolutionary movement taken shape in the U.S.? What are the major grievances of the protesters? What’s your idea regarding the government’s treatment of the protestors?
KZ: E finalmente, permita-me perguntar-lhe acerca de sua ideia quanto ao movimento Ocupem Wall Street. Por que movimento tão revolucionário ganhou forma nos Estados Unidos? Quais são as principais reclamações dos manifestantes? Qual é sua ideia acerca do tratamento dado pelo governo aos manifestantes?
YR: A number of American people have woken up to the injustices of capitalism* and what is being done in their name by the U.S. Government. This wonderful movement has captured the imagination of many, and while they are taking their fight to the streets of the USA and the West, there is another army that the USA should really be concerned about: Anonymous. They are leading the battle in cyber-warfare and are showing that when the people rise up and they begin to lead, the leaders become increasingly irrelevant. Watch this space.
YR: Diversos estadunidenses despertaram para as injustiças do capitalismo* e para o que está sendo feito em nome dele pelo Governo dos Estados Unidos. Esse esplêndido movimento captou a imaginação de muitas pessoas, e embora elas estejam levando sua luta para as ruas dos Estados Unidos e do Ocidente, há outro exército com o qual os Estados Unidos deveriam estar realmente preocupados: Anonymous. Eles estão liderando a batalha na guerra cibernética e mostrando que quando as pessoas se levantam e começam a liderar, os líderes tornam-se crescentemente irrelevantes. Observe esse espaço.
[*Editor’s note: While many commentators have blamed “capitalism” for the financial crisis, the economic system in the U.S. is not free market capitalism by virtue of the fact that its monetary system is a government-legislated private monopoly over the supply of money and credit; the crisis is a product of the Federal Reserve system, which is antithetical to a free market economy.]
[*Nota do Editor: Embora muitos comentadores tenham responsabilizado o “capitalismo” pela crise financeira, o sistema econômico nos Estados Unidos não é capitalismo de livre mercado, em virtude do fato de seu sistema monetário ser um monopólio privado legislado pelo governo no tocante ao suprimento de moeda e de crédito; a crise é produto do sistema da Reserva Federal, antitética em relação a uma economia de livre mercado.]
Kourosh Ziabari is an Iranian journalist and media correspondent. He regularly writes for Press TV, Tehran Times, Media Monitors, Salem News, Opinion Maker, Intifada Palestine, Ramallah Online and Strategic Culture Foundation. He has received the National Medal of Superior Iranian Youth from the Iranian President Mahmoud Ahmadinejad. Read more articles by Kourosh Ziabari.
Kourosh Ziabari é jornalista iraniano e correspondente de mídia. Escreve regularmente para Press TV, Tehran Times, Media Monitors, Salem News, Opinion Maker, Intifada Palestine, Ramallah Online e Strategic Culture Foundation. Recebeu a Medalha Nacional da Juventude Superior Iraniana do Presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad. Leia mais artigos de Kourosh Ziabari.


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