Tuesday, February 7, 2012

The Dominion - US Role in 1964 Brazilian Military Coup Revealed: National Security Archive

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US Role in 1964 Brazilian Military Coup Revealed: National Security Archive
Papel dos Estados Unidos no Golpe Militar Brasileiro de 1964 Revelado: Arquivo de Segurança Nacional
April 6, 2004
6 de abril de 2004
Recently declassified documents posted online by the Washington-based National Security Archive (NSA) revealed the full extent of US support for the 1964 ouster of Brazilian President Joao Goulart. On a declassified audio tape, President Lyndon Johnson said "I think we ought to take every step that we can, be prepared to do everything that we need to do," in reference to preparations for the coup.
Documentos recentemente desclassificados afixados online pelo Arquivo de Segurança Nacional (da Agência de Segurança Nacional - NSA) sediado em Washington revelaram toda a extensão do apoio dos Estados Unidos à derrubada do Presidente brasileiro João Goulart em 1964. Numa fita de áudio desclassificada, o Presidente Lyndon Johnson disse: "Acho que deveríamos tomar todas as providências que pudermos, estarmos prontos para fazer tudo o que precisamos fazer," com referência a preparação para o golpe.
Through the CIA, the US provided supplies and funding for the coup, and provided a naval task force to "intimidate Goulart's backers and be in position to intervene militarily if fighting became protracted," the NSA said in a news release. The support for the military coup was part of a broader program of anti-communist actions. According to the NSA's documents, Johnson feared Brazil becoming "the China of the 1960s." President Goulart was known to be friendly to labour unions, limited the profits multinational corporations could remove from Brazil, and had plans to trade with communist countries.
Por meio da CIA, os Estados Unidos forneceram suprimentos e financiamento para o golpe, e forneceram uma força-tarefa naval para "intimidar os partidários de Goulart e ficar em posição de intervir militarmente se os combates se prolongarem," disse a NSA num comunicado à imprensa. O apoio ao golpe militar era parte de um programa mais amplo de ações anticomunistas. De acordo com os documentos da NSA, Johnson temia que o Brasil se tornasse "a China dos anos 1960". O Presidente Goulart era conhecido como simpático aos sindicatos de trabalhadores, limitou os lucros que as corporações multinacionais podiam retirar do Brasil, e tinha planos de comércio com países comunistas. 
High-ranking US officials had previously denied involvement in the coup.
Autoridades de alto escalão dos Estados Unidos haviam anteriormente negado envolvimento no golpe.
General Humberto de Alencar Castello Branco, who seized power in the coup, moved immediately to ban labour unions, round up and torture "suspected communists", and ban criticism of the government. Brazil's military government (which lasted until 1984) assisted General Jorge Rafael Videla in his successful Argentinian coup.
O General Humberto de Alencar Castello Branco, que tomou o poder no golpe, tratou de imediatamente proibir sindicatos de trabalhadores, prender e torturar "suspeitos de comunismo" e proibir críticas ao governo. O governo militar do Brasil (que durou até 1984) ajudou o General Jorge Rafael Videla em seu bem-sucedido golpe argentino.
In December 2003, the NSA posted declassified documents that demonstrated US involvement in the Argentinean "Dirty War" of the mid-1970s. Records show Henry Kissinger and other high-ranking US officials told the Argentine military junta to get the "dirty war" over with as quickly as possible, before US Congress could cut military aid. The NSA writes: "a post-junta truth commission found that the Argentine military had 'disappeared' at least 10,000 Argentines in the so-called 'dirty war' against 'subversion' and 'terrorists' between 1976 and 1983; human rights groups in Argentina put the number at closer to 30,000."
Em dezembro de 2003 a NSA afixou documentos desclassificados os quais mostravam o envolvimento dos Estados Unidos na "Guerra Suja" argentina de meado anos 1970. Registros mostram que Kissinger e outras altas autoridades dos Estados Unidos disseram à junta militar argentina para acabar a "guerra suja" o mais rápido possível, antes de o Congresso estadunidense poder cortar a ajuda militar. A NSA escreve: "uma comissão da verdade posterior à junta descobriu que a instituição militar argentina havia 'desaparecido' com pelo menos 10.000 argentinos na assim chamada 'guerra suja' contra a 'subversão' e os 'terroristas' entre 1976 e 1983; grupos de direitos humanos na Argentina situam o número mais perto de 30.000." 
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