Thursday, January 12, 2012

FFF - The Kennedy Autopsy, Part 4


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The Kennedy Autopsy, Part 4
A Autópsia de Kennedy, Parte 4
by Jacob G. Hornberger
por Jacob G. Hornberger
September 19, 2011
19 de setembro de 2011
The Kennedy Assassination Series:
A Série Assassínio de Kennedy:
In his testimony at the New Orleans trial of Clay Shaw,   Lt. Col. Pierre Finck testified as follows:
Em seu depoimento no julgamento de Clay Shaw em New Orleans o Tenente-Coronel Pierre Finck testemunhou como segue:
When I arrived, X‑rays had been taken of [President Kennedy’s] head. I had been told so over the phone by Dr. Humes when he called me at home, and I arrived, I would say, a short time after the beginning of the autopsy, I can’t give you an exact time, it was approximately 8 o’clock at night.
Quando cheguei, haviam sido feitos raios X da cabeça [do Presidente Kennedy]. Isso já me havia sido dito ao telefone pelo Dr. Humes quando ele telefonou para minha residência, e cheguei, diria, pouco tempo depois do início da autópsia, não posso precisar a hora exata, eram aproximadamene 20:00 horas.
Do you see the problem? Finck was telephoned by Humes at 8:00 p.m. During that telephone call, Humes advised Finck that X-rays had already been taken of Kennedy’s head.
Veem o problema? Finck recebeu telefonema de Humes às 20:00 horas. No telefonema Humes disse a Finck já terem sido feitos raios X da cabeça de Kennedy.
In my article “The Kennedy Casket Conspiracy,” I wrote,
Em meu artigo “A Conspiração do Esquife de Kennedy” escrevi:
On December 10, 1963, Lt. Bird filed his official report of the Joint Casket Bearer Team’s delivery of the president’s casket into the Bethesda morgue on the evening of November 22, 1963. The report stated in part:
Em 10 de dezembro de 1963 o Tenente Bird protocolou seu relatório oficial acerca da entrega, pela Equipe Conjunta Carregadora do Esquife, do corpo do Presidente ao necrotério de Bethesda na noite de 22 de novembro de 1963. O relatório dizia, em parte:
The Joint Casket Team consisted of one officer, one NCO and seven enlisted men (from each branch of the Armed Forces).... They removed the remains as follows: 1. From the ambulance to the morgue (Bethesda) 2000 hours [8:00 p.m.], 22 Nov. 63. (Bracketed material added.)
A Equipe Conjunta Carregadora do Esquife consistia em um oficial, um suboficial - NCO e sete homens sem patente de oficial (de cada arma das Forças Armadas)…. Eles removeram os restos como segue: 1. Da ambulância para o necrotério (Bethesda) 20:00 horas, 22 de novembro 1963. (Material entre colchetes, no texto em inglês, adicionado.)
Do you see the problem?
Veem o problema?
Consider this timeline:
Considerem este cronograma:
8:00 p.m. — Official delivery of Kennedy’s body in the Dallas casket by the Joint Casket Bearer Team.
20:00 horas — Entrega oficial do corpo de Kennedy no esquife de Dallas pela Equipe Conjunta Carregadora do Esquife.
8:00 p.m. — Navy pathologist James Humes telephones Army pathologist Colonel Finck to request his assistance with the autopsy and advises him that X‑rays of Kennedy’s head have already been taken.
20:00 horas — Patologista da Marinha James Humes telefona para o patologista do Exército Coronel Finck para requerer sua ajuda na autópsia e avisa a ele já terem sido feitos raios X da cabeça de Kennedy.
Now do you see the problem?
Veem agora o problema?
Since the body was officially delivered to the morgue at 8:00 p.m. after it had been transported from Andrews Air Force Base, how is possible for X‑rays of Kennedy’s head to have already been taken? As Douglas P. Horne (who served as chief analyst for military records for the Assassination Records Review Board) pointed out in his 2009 five-volume work on the Kennedy assassination, Inside the Assassination Records Review Board, a book that is based largely on Kennedy assassination researcher   David Lifton’s bestselling 1981 book, Best Evidence, the only way for X‑rays to have been taken prior to 8:00 p.m. was for the body to have been in the morgue prior to the official delivery time of 8:00 p.m.
Visto que o corpo foi oficialmente entregue no necrotério às 20:00 horas depois de ter sido transportado da Base Andrews da Força Aérea, como é possível já tivessem sido feitos raios X da cabeça de Kennedy? Como Douglas P. Horne (que atuou como analista-chefe de registros militares da Junta de Reexame dos Registros do Assassínio) destacou, em sua obra em cinco volumes de 2009 acerca do assassínio de Kennedy, Dentro da Junta de Reexame dos Registros do Assassínio, livro largamente baseado no livro bestseller de 1981 do pesquisador do assassínio de Kennedy David Lifton A Melhor Evidência, que o único modo de os raios X terem sido feitos antes das 20:00 horas seria o corpo estar no necrotério antes da hora oficial de entrega de 20:00 horas.
Thus, in 1969 Lt. Col. Pierre Finck inadvertently corroborated the evidence that would later come out establishing that Kennedy’s body had been secretly delivered to the Bethesda morgue at 6:35 p.m. in a plain gray shipping casket, the type used by the U.S.     military for transporting bodies during the Vietnam War, and wrapped in a black body bag rather than in the white sheets in which it had been wrapped at Parkland hospital.
Assim, pois, em 1969 o Tenente-Coronel Pierre Finck inadvertidamente corroborou a evidência que posteriormente surgiria estabelecendo que o corpo de Kennedy havia sido secretamente entregue no necrotério de Bethesda às 18:35 horas num esquife cinzento despojado de embarque, do tipo usado pela instituição militar dos Estados Unidos para transportar corpos durante a Guerra do Vietnã, e envolto num saco preto para corpos em vez de nos lençóis brancos nos quais havia sido envolvido no hospital Parkland.
Consider these excerpts from my article “The Kennedy Casket Conspiracy”:
Considerem esses excertos de meu artigo “A Conspiração do Esquife de Kennedy”:
[Navy Chief of the Day Dennis] David added that after his team had delivered the shipping casket into the morgue, he proceeded into the main portion of the hospital, where several minutes later (i.e., at 6:55 p.m.) he saw the motorcade in which Mrs. Kennedy was traveling (and the Dallas casket was being transported) approaching the front of Bethesda Hospital. As he stated to Horne, he knew at that point that President Kennedy’s body could not be in the Dallas casket because his team had, just a few minutes earlier, delivered Kennedy’s body into the morgue in the shipping casket.
[O Oficial de dia da Marinha Dennis] David acrescentou que, depois de sua equipe ter levado o esquife de embarque de corpo para dentro do necrotério, ele foi para a parte principal do hospital onde, diversos minutos depois (isto é, às 18:55 horas), viu a carreata na qual era transportada a Sra. Kennedy (e na qual o esquife de Dallas estava sendo transportado) aproximar-se da parte da frente do Hospital de Bethesda. Como declarou ele para Horne, ele sabia que, àquela altura, o corpo do Presidente Kennedy não podia estar no esquife de Dallas porque a equipe dele havia, apenas poucos minutos antes, levado o corpo de Kennedy para dentro do necrotério no esquife de embarque de corpo.
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In fact, David isn’t the only one who saw Mrs. Kennedy’s motorcade (which contained the Dallas casket) approaching Bethesda Hospital after the president’s body had already been delivered to the morgue at 6:35 p.m. According to Horne, Jerrol Custer told Lifton in 1980 that he had seen Mrs. Kennedy in the main lobby while he was on his way upstairs to process X‑rays that had already been taken of the president’s body. (Horne, volume 4, page 991.)
Na verdade, David não foi a única pessoa a ver a carreata com a Sra. Kennedy (que levava o esquife de Dallas) aproximar-se do Hospital de Bethesda depois de o corpo do presidente já ter sido entregue ao necrotério às 18:35 horas. De acordo com Horne, Jerrol Custer disse a Lifton, em 1980, ter visto a Sra. Kennedy no saguão principal quando ele estava subindo para andar superior para processar raios X já feitos do corpo do presidente. (Horne, volume 4, página 991.)
In a review of volume IV of Horne’s five-volume book that is posted on the Internet here, David A. Mantik, M.D., Ph.D., a specialist in radiation oncology who has conducted tests on the Kennedy X‑rays and determined them to have been altered, provides an excellent synopsis of this portion of Finck’s testimony in the context of the casket-delivery controversy set forth by Horne and Lifton:
Numa releitura do volume IV do livro em cinco volumes de Horne postada na Internet aqui, David A.   Mantik, M.D., Ph.D., especialista em oncologia de radiação que havia conduzido testes acerca dos raios X de Kennedy e determinado que eles haviam sido alterados, oferece excelente sinopse dessa porção do depoimento de Finck no contexto da controvérsia da entrega do esquife dada a conhecer por Horne e Lifton:
Finck, as a forensic pathologist, had been asked to assist with the autopsy. As further confirmation for Finck’s overall timeline, he arrived (see his Blumberg report) at the morgue at 8:30 PM. But here is the clincher: during this phone call, Humes told Finck that X‑rays had already been taken — and had already been viewed. On the other hand, the official entry time (with the Joint Service Casket Team) was at 8 PM! If that indeed was the one and only entry time, how then could X‑rays have been taken — let alone developed and viewed (a process of 30 minutes minimum) — even before the official entry time? The only possible answer is that the body did not first arrive at 8 PM.
Finck, como patologista legal, havia sido solicitado a ajudar na autópsia. Como confirmação adicional do cronograma geral de Finck, ele chegou (ver seu relatório Blumberg) ao necrotério às 20:30 horas. Contudo, aqui está o argumento decisivo: durante seu telefonema, Humes disse a Finck que já tinham sido feitos raios X — e já tinham sido vistos. Por outro lado, a hora oficial de entrada (com a Equipe Conjunta Carregadora do Esquife) foi 20:00 horas! Se essa em realidade foi a única hora de entrada, como então poderiam ter sido feitos raios X — e ainda por cima revelados e vistos (processo de no mínimo 30 minutos) — mesmo antes da hora oficial de entrada? A única resposta possível é que o corpo não chegou pela primeira vez às 20:00 horas.
Furthermore, Custer and Reed, the radiology techs, provide timelines consistent with much earlier X‑rays; in particular, they recall seeing Jackie [i.e., Mrs. Kennedy] enter the hospital lobby, well after the 6:35 PM casket entry — an entry they had personally witnessed. In summary, eyewitnesses convincingly support a much earlier timeline than the official entry of 8 PM. Therefore, multiple casket entries are logically required. And that more relaxed   timeline gave H&B [i.e., Humes and Boswell — JGH] time both to perform their illicit surgery and also for skull   X‑rays to be taken and read, most likely all before 7:30-8:00 PM.
Ademais, Custer e Reed, os técnicos de radiologia, oferecem cronogramas coerentes com raios X feitos muito antes; em particular, lembram-se de ter visto Jackie [isto é, a Sra. Kennedy] entrar no saguão do hospital bem depois da entrada do esquife às 18:35 horas — entrada que eles testemunharam pessoalmente. Em suma, testemunhas oculares dão apoio a um cronograma muito anterior em relação à entrada oficial às 20:00 horas. Portanto, são logicamente tornadas indispensáveis múltiplas entradas de esquife. E esse cronograma mais lasso deu a H&B [isto é, Humes e Boswell — JGH] tempo tanto para efetuarem sua cirurgia ilícita quanto para serem feitos e vistos raios X do crânio, muito provavelmente tudo antes de 19:30-20:00 horas.
Thus, as outlined in my article “The Kennedy Casket Conspiracy,” we have (1) several Navy enlisted men affirming that Kennedy’s body was secretly brought into the morgue in a cheap shipping casket rather than the expensive bronze casket into which the body had been placed in Dallas and in a body bag rather than wrapped in the white sheets from Parkland Hospital; (2) the official written report of Gawler’s Funeral Home, which included the notation   “Body removed from metal shipping casket at NSNH at Bethesda,” and (3) Marine Sgt. Roger Boyajian’s official November 26, 1963, security report confirming that the president’s casket was carried into the morgue at 6:35 p.m., which was almost one and a half hours earlier than when the body was reintroduced into the morgue at 8:00 p.m. in the Dallas casket. Now we also have an Army colonel who served as one of the three official pathologists for the Kennedy autopsy corroborating that evidence under oath in a criminal proceeding.
Assim, pois, como delineado em meu artigo “A Conspiração do Esquife de Kennedy,” temos (1) diversos membros da Marinha sem patente de oficial afirmando que o corpo de Kennedy foi secretamente levado para o necrotério num esquife barato de embarque em vez de no dispendioso esquife de bronze no qual o corpo havia sido colocado em Dallas e num saco para corpo em vez de envolto nos lençóis   brancos do Hospital Parkland; (2) o relatório oficial escrito da Funerária Gawler's, que incluía a anotação “Corpo removido de esquife de embarque de metal no NSNH em Bethesda,” e (3) o relatório de segurança de 26 de novembro de 1963 do Sargento Marine Roger Boyajian confirmando que o esquife do presidente havia sido carregado para dentro do necrotério às 18:35 horas, portanto quase uma hora e meia mais cedo do que quando o corpo foi reintroduzido no necrotério às 20:00 horas no esquife de Dallas. Agora temos também um coronel do Exército que atuou como um dos três patologistas oficiais da autópsia de Kennedy corroborando adicionalmente essa evidência sob juramento num processo criminal.
Why all of this rigmarole during an official autopsy of the president of the United States? We’ll examine that question later, but first let’s look at another important aspect of the Kennedy autopsy — the neck wound, the wound that involved the “magic bullet.”
Por que toda essa confusão durante uma autópsia oficial do presidente dos Estados Unidos? Examinaremos essa questão mais tarde, mas primeiro vamos olhar outro importante aspecto da autópsia de Kennedy — o ferimento no pescoço, o ferimento que envolveu a “bala mágica.”
Jacob Hornberger is founder and president of the Future of Freedom Foundation. Send him email.
Jacob Hornberger é fundador e presidente da Fundação Futuro de Liberdade. Envie-lhe email.

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