Friday, January 13, 2012

FFF - The Kennedy Autopsy, Part 5



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The Kennedy Autopsy, Part 5
A Autópsia de Kennedy, Parte 5
by Jacob G. Hornberger
por Jacob G. Hornberger
September 28, 2011
28 de setembro de 2011
The Kennedy Assassination Series:
A Série Assassínio de Kennedy:
There is considerable circumstantial evidence indicating that the conclusions reached by the three pathologists in the autopsy of John F. Kennedy were a work in progress, one that was evolving and developing even after the formal autopsy had been concluded and, in fact, even after Kennedy’s body had been embalmed and delivered to the White House.
Há considerável evidência circunstancial indicando que as conclusões tiradas pelos três patologistas da autópsia de John F. Kennedy eram um trabalho em andamento, que evolvia e se desenvolvia mesmo depois da autópsia formal ter sido concluída e, de fato, até depois do corpo de Kennedy ter sido   embalsamado e entregue à Casa Branca.
Soon after the assassination, two FBI agents in the D.C. area — Francis X. O’Neill and James W. Sibert —   were assigned to meet Air     Force One at Andrews Air Force Base, accompany Kennedy’s body to the Bethesda morgue, monitor the autopsy, and retrieve any bullet fragments and deliver them to the FBI for ballistics analysis.
Logo depois do assassínio dois agentes do FBI da área do D.C. — Francis X. O’Neill e James W. Sibert — foram designados para irem ao encontro do Força Aérea Um, na Base Andrews da Força Aérea, acompanhar o corpo de Kennedy até o necrotério de Bethesda, monitorar a autópsia e recuperar quaisquer fragmentos de bala entregando-os ao FBI para análise balística.
O’Neill and Sibert witnessed the autopsy proceedings after they formally began at 8:15 p.m., taking careful notes of what they were seeing and hearing. Four days after the autopsy — November 26, 1963 — they submitted a written report of what they had witnessed, a report that was not included in the Warren Commission Report. In fact, while O’Neill and Sibert were interviewed by Warren Commission staffer   Arlen Specter, an interview that left a sour taste in the mouths of both agents, neither of the agents was summoned to testify before the Warren Commission, perhaps owing to what their report contained.
O’Neill e Sibert testemunharam os procedimentos de autópsia depois destes terem começado oficialmente às 20:15 horas, tomando cuidadosas notas do que viam e ouviam. Quatro dias depois da autópsia — 26 de novembro de 1963 — submeteram um relatório por escrito do que tinham testemunhado, relatório que não foi incluído no Relatório da Comissão Warren. Na verdade, apesar de O’Neill e Sibert terem sido entrevistados pelo membro da Comissão Warren Arlen Specter, entrevista que deixou gosto azedo na boca de ambos os agentes, nenhum dos dois agentes   foi convocado para testemunhar perante a Comissão Warren, talvez por causa do que o relatório deles   registrava.
As Douglas P. Horne documents in detail in his five-volume work on the assassination, Inside the Assassination Records Review Board, the O’Neill-Sibert report contained autopsy conclusions that are significantly at variance with what became the final autopsy report. According to the O’Neill-Sibert report, by the end of the autopsy the pathologists had concluded that Kennedy had been hit by two shots, one in the back of the head and one in the back of the right shoulder. In fact, what many people don’t realize is that the FBI prepared its own official report on the Kennedy   assassination before the Warren Commission submitted its report. The FBI report concluded that two bullets hit Kennedy from behind and one bullet hit Gov. John Connally, who was travelling in the Kennedy limousine (Horne, volume 4, page 1075).
Como Douglas P. Horne documenta em detalhe em sua obra em cinco volumes acerca do assassínio, Dentro da Junta de Reexame dos Registros do Assassinio, o relatório O’Neill-Sibert registrava conclusões de autópsia significativamente discrepantes em relação ao que se tornou o relatório final da autópsia. De acordo com o relatório O’Neill-Sibert, ao final da autópsia os patologistas haviam concluído que Kennedy havia sido atingido por dois disparos, um na parte posterior da cabeça e um atrás do ombro direito. Na verdade, o que muitas pessoas não sabem é que o FBI preparou seu próprio relatório oficial acerca do assassínio de Kennedy antes de a Comissão Warren ter apresentado seu relatório. O FBI concluiu que duas balas haviam atingido Kennedy vindas de trás e uma bala atingira o Governador John Connally, que viajava na limusine de Kennedy (Horne, volume 4, página 1075).
Consider the following “face sheet,” which purports to represent the back of Kennedy’s body, that J. Thornton Boswell, one of the three official pathologists in the Kennedy autopsy, prepared as part of the official autopsy report. The little black spot near the middle of the back represents Kennedy’s back shoulder wound to which O’Neill and Sibert made reference in their report.
Considerem a seguinte “página de rosto,” que pretende representar as costas do corpo de Kennedy, que J. Thornton Boswell, um dos três patologistas oficiais da autópsia de Kennedy, preparou como parte do relatório oficial da autópsia. A pequena mancha preta perto do meio das costas representa o ferimento atrás do ombro de Kennedy, ao qual O’Neill e Sibert fizeram referência em seu relatório.
[Please see face sheet at http://fff.org/comment/com1109zf.asp]  
[Por favor veja página de rosto em http://fff.org/comment/com1109zf.asp]
Now consider the following photograph of the back of Kennedy’s suit, which depicts a hole that seems to line up with the hole depicted in Boswell’s autopsy face sheet. (Recall that this was the suit that official autopsy pathologist Col. Pierre Finck was denied access to by an unidentified superior military official during the autopsy, as detailed in my article “The Kennedy Autopsy, Part 3”):
Agora considerem a seguinte fotografia da parte de trás do terno de Kennedy, que mostra um furo que parece alinhar-se com o furo mostrado na página de rosto da autópsia de Boswell. (Lembrem-se de que esse era o terno ao qual o patologista oficial da autópsia Coronel Pierre Finck teve acesso negado durante a autópsia por oficial militar superior não identificado, como detalhado em meu artigo “A Autópsia de Kennedy, Parte 3”):
[Please see photograph at http://fff.org/comment/com1109zf.asp]  
[Por favor veja fotografia em http://fff.org/comment/com1109zf.asp]
According to Horne, a telex to the FBI from O’Neill and Sibert shortly after they left the Bethesda morgue and their official report dated November 26, 1963, concluded that “the bullet entered the upper back ‘just below the shoulders’ and ‘about two inches to the right of the middle line of the spinal column’ and had apparently worked its way out of the president’s back at Parkland Hospital while external cardiac massage was     being administered during the attempt to save his life.”
De acordo com Horne, um telex de O’Neill e Sibert ao FBI depois de eles deixarem o necrotério de Bethesda e o relatório oficial deles datado de 26 de novembro de 1963 haviam concluído que “a bala entrou na parte superior das costas ‘logo abaixo dos ombros’ e ‘cerca de duas polegadas à direita em relação à linha média da coluna vertebral’ e havia aparentemente saído das costas do presidente no Hospital Parkland, enquanto massagem externa cardíaca era administrada no decorrer da tentativa de salvar a vida dele.”
Secret Service agent Roy Kellerman was in the front passenger seat of the Kennedy limousine in Dallas. In their November 29, 1963, report of their interview with Kellerman, O’Neill and Sibert stated,
O agente do Serviço Secreto Roy Kellerman estava no assento dianteiro de passageiros da limusine de Kennedy em Dallas. Em seu relatório de 29 de novembro de 1969 da entrevista que tiveram com Kellerman, O’Neill e Sibert declararam:
Upon turning his head to the left, he [Kellerman] observed President Kennedy with his left hand in back of him appearing to be reaching to a point on his right shoulder.
Ao virar a cabeça para a esquerda, ele [Kellerman] observou o Presidente Kennedy com a mão esquerda atrás, parecendo tentar alcançar um ponto em seu ombro direito.
In volume 4 of his book (page 1039), Horne points to an interview of lab technologist James Jenkins, who participated in the Kennedy autopsy, that was conducted by assassination researcher William Law. Law asked Jenkins whether he recalled the location of the back wound. Jenkins replied,
No volume 4 de seu livro (página 1039) Horne refere-se a uma entrevista do tecnólogo de laboratório James Jenkins, que participou da autópsia de Kennedy, conduzida pelo pesquisador do assassínio William Law. Law perguntou a Jenkins se ele se lembrava do local do ferimento nas costas. Jenkins respondeu:
Probably [reaching around and touching his own back] ... I would say about T‑4 [i.e., the level of the fourth thoracic vertebra].
Provavelmente [procurando e tocando as próprias costas] ... Eu diria perto de T‑4 [isto é, o nível da quarta vértebra torácica].
According to Horne (volume 4, page 1039),
De acordo com Horne (volume 4, página 1039),
Dr. Ebersole confirmed the same estimate of the back wound’s location — T‑4 — to Dr. David Mantik in a telephone interview before he died. Dr. Burkley identified the location of the entry wound in the back as T‑3 in the Navy Death Certificate he filled out and signed. Both of these locations appear to be consistent with the “low” holes in the president’s shirt and coat, and with the location of the entry wound made on the body chart by Dr. Boswell at the autopsy.
O Dr. Ebersole, antes de morrer, confirmou a mesma estimativa do local do ferimento nas costas — T‑4 — ao Dr. David Mantik. O Dr. Burkley identificou o local do ferimento de entrada nas costas como T‑3 no Certificado de Morte da Marinha que ele preencheu e assinou. Ambos esses locais parecem ser compatíveis com os furos “baixos” na camisa e no paletó do presidente, e com o local do ferimento de entrada feito no gráfico do corpo feito pelo Dr. Boswell na autópsia.
(Dr. John H. Ebersole, who was present during the autopsy, was assistant chief of radiology at Bethesda   Naval Hospital. Dr. Mantik is an assassination researcher. Dr. Burkley, who was present both at Parkland Hospital and during the autopsy at Bethesda, was Kennedy’s personal White House physician.)
(O Dr. John H. Ebersole, que estava presente durante a autópsia, era assistente-chefe de radiologia no Hospital Naval de Bethesda. O Dr. Mantik é um pesquisador do assassínio. O Dr. Burkley, que esteve presente tanto no Hospital Parkland quanto durante a autópsia em Bethesda, era o médico pessoal de Kennedy na Casa Branca.)
According to Horne, “Autopsy technician Paul O’Connor told interviewer William Law that the back wound was about three inches below the seventh cervical vertebra, and about one or two inches to the right of the spinal column, which appears to be entirely consistent with the vertical placement of this wound given by Burkley and Ebersole.”
De acordo com Horne, “O técnico de autópsia Paul O’Connor disse ao entrevistador William Law que a ferida nas costas estava a cerca de três polegadas abaixo da sétima vértebra cervical, e cerca de uma ou duas polegadas à direita da coluna vertebral, o que parece inteiramente compatível com a localização vertical desse ferimento dada por Burkley e Ebersole.”
How deep was the back wound? Not very deep at all, and the evidence indicates that it certainly did not exit the front of Kennedy’s body.
Qual a profundidade do ferimento nas costas? Não muito profundo, e a evidência indica que certamente não saiu pela frente do corpo de Kennedy.
When Sibert testified before the Assassination Records Review Board (ARRB) in 1997, he stated (Horne, volume 3, page 699),
Quando Sibert depôs, em 1997, perante a Junta de Reexame dos Registros do Assassínio (ARRB),  declarou (Horne, volume 3, página 699):
But when they raised him up, then they found this back wound. And that’s when they started probing with the rubber glove and the finger, and — also with the chrome probe. And that’s just before, of course, I made this call [to the FBI laboratory], because they were at a loss to explain what happened to this bullet. They couldn’t find any bullet. And they said,   “There’s no exit.” Finck, in particular, said, “There’s no exit.” And they said they could feel it with the end of the finger — I mean the depth of this wound....
Quando, porém, o ergueram, descobriram aquele ferimento nas costas. E foi quando eles começaram a tentear com a luva de borracha e o dedo, e — também com a sonda de cromo. E isso logo antes, claro, de eu fazer o tal telefonema [para o laboratório do FBI], porque não conseguiam explicar o que acontecera com a bala. Não conseguiam achar nenhuma bala. E disseram: “Não há saída.” Finck, em particular, disse: “Não há saída.” E disseram que conseguiam sentir com a ponta do dedo — quero dizer, a profundidade do ferimento....
In 1996, the ARRB interviewed Navy pathologist Frederick Karnei, who was also present at the Kennedy autopsy. According to Horne (volume 3, page 851),
Em 1996, a ARRB entrevistou o patologista da Marinha Frederick Karnei, que também estivera presente na autópsia de Kennedy. De acordo com Horne (volume 3, página 851),
Dr. Karnei said that “about midnight” the prosectors still had not found a bullet track through the body, nor had they found an exit wound for the entry in the shoulder, and had only a bruise atop the right lung as further evidence of damage.... He said that Humes had concluded that two shots had hit the President from the rear....
O Dr. Karnei disse que “cerca de meia-noite” os dissecadores ainda não tinham encontrado um trajeto de bala através do corpo, nem encontrado um ferimento de saída para a entrada no ombro, e tinham apenas uma pisadura acima do pulmão direito como evidência adicional de dano.... Ele disse que Humes havia concluído que dois disparos haviam atingido o Presidente, vindos de trás....
In Law’s interview, Jenkins confirmed the nontransit nature of the back wound (Horne, volume 4, page 1040):
Na entrevista de Law, Jenkins confirmou a natureza de não trânsito do ferimento nas costas (Horne, volume 4, página 1040):
Humes probed it, to begin with, with his little finger. Humes has big hands. Humes is a big man. And then they used a probe. I could see his finger and I could see the probes behind the pleural area in the back [after the lungs and heart were removed] and it never did break into the pleural cavity.   And the wound actually went down and stopped.
Humes sondou-o, para começar, com o dedo mínimo. Humes tem mãos grandes. Humes é um homem grande. E em seguida usaram uma sonda. Eu podia ver o dedo dele e podia ver as sondas atrás da área pleural nas costas [depois de pulmões e coração terem sido removidos] e não entraram na cavidade pleural. E o ferimento na realidade entrava e parava.
Thus, to summarize, by the time FBI agents O’Neill and Sibert left the morgue just before midnight, the official conclusions, according to the O’Neill-Sibert report, seem to have been that Kennedy was shot twice from the back — through the head and in the right shoulder. Although the conclusions didn’t address Connally’s wounds, the natural inference is that Connally was hit by a third shot.
Assim, pois, para resumir, quando os agentes do FBI O’Neill e Sibert saíram do necrotério pouco antes da meia-noite, as conclusões oficiais, de acordo com o relatório O’Neill-Sibert, pareciam ter sido Kennedy ter sido atingido duas vezes a partir de trás — através da cabeça e no ombro direito. Embora as conclusões não tratassem dos ferimentos de Connally, a inferência natural é a de que Connally foi atingido por um terceiro disparo.
Soon after the assassination and several hours before the autopsy, law-enforcement personnel found three shell casings on the sixth floor of the Texas School Book Depository, along with the rifle that had supposedly been used in the assassination. Moreover, within an hour and a half of the assassination, law-enforcement personnel had arrested and taken into custody the man suspected of assassinating Kennedy, Lee Harvey Oswald.
Logo depois do assassínio e diversas horas antes da autópsia, pessoal de asseguração do cumprimento da lei descobriu três cápsulas de projétil no sexto andar do Depósito de Livros de Escolas do Texas(*), juntamente com o rifle supostamente usado no assassínio. Além disso, dentro de hora e meia após o assassínio, pessoal do cumprimento da lei havia detido e tomado em custódia o homem suspeito de assassinar Kennedy, Lee Harvey Oswald.
(*) Ver Wikipedia, Texas School Book Depository.
Thus, the two wounds described in the O’Neill-Sibert report — two shots into Kennedy, one in the back of the head and one in the back right shoulder that failed to transit through the body — along with a third shot that presumably hit Connally — matched the number of shots supposedly taken by Oswald.
Assim, pois, os dois ferimentos descritos no relatório O’Neill-Sibert — dois disparos em Kennedy, um na parte posterior da cabeça e um atrás do ombro direito, que não transitou atravessando o corpo — juntamente com um terceiro disparo que presumivelmente atingou Connally — conferiam com o número de tiros supostamente disparados por Oswald.
However, sometime after the conclusion of the autopsy and after O’Neill and Sibert had left the morgue, the autopsy pathologists were presented with disquieting information. In a telephone conversation with Parkland Hospital physician Malcom Perry, who had participated in Kennedy’s treatment, Humes learned that there was another wound, a bullet hole through the front of Kennedy’s neck. Treating physicians at Parkland Hospital had even announced the existence of the neck wound at a press conference immediately after the president was declared dead. Consider the following portion of that press conference:
Entretanto, algum tempo depois da conclusão da autópsia e depois de O’Neill e Sibert terem deixado o necrotério, os patologistas da autópsia receberam informação inquietante. Numa conversa por telefone com o médico Malcolm Perry, do Hospital Parkland, que havia participado do tratamento dispensado a Kennedy, Humes ficou sabendo haver outro ferimento, um furo de bala atravessando a parte frontal do pescoço de Kennedy. Clínicos gerais do Hospital Parkland havia inclusive anunciado a existência do ferimento no pescoço numa coletiva de imprensa imediatamente depois de o presidente ter sido declarado morto. Considerem a seguinte porção daquela coletiva:
Question: Where was the entrance wound?
Pergunta: Onde era o ferimento de entrada?
Perry: There was an entrance wound in the neck. As regards the one on the head, I cannot say.
Perry: Havia um ferimento de entrada no pescoço. Quanto ao na cabeça, não posso dizer.
Question: Which way was the bullet coming on the neck wound? At him?
Pergunta: Qual foi o sentido da bala no caso do ferimento no pescoço? Veio em direção a ele?
Perry: It appeared to be coming at him.
Perry: Parece ter vindo em direção a ele.
Why was that information disquieting? Because a wound in the front of the neck obviously meant a fourth shot — and from the front. Yet Oswald supposedly fired only three shots — and all from the back.
Por que era essa informação inquietante? Porque um ferimento na parte da frente do pescoço obviamente significava um quarto disparo — e vindo da frente. No   entanto, Oswald supostamente fizera apenas três disparos — e todos a partir de trás.
Why hadn’t the autopsy pathologists noticed the bullet hole in the front of Kennedy’s neck? Because, they said, the wound had been obscured by a tracheotomy that had been performed by the Parkland   physicians to help Kennedy breathe. It was only when Perry advised Humes that there was a bullet     hole where the tracheotomy was done that the autopsy pathologists realized that they had missed another wound.
Por que os patologistas da autópsia não perceberam o furo de bala na parte da frente do pescoço de Kennedy? Porque, disseram eles, o ferimento havia sido obscurecido por uma traqueotomia que havia sido feita pelos médicos de Parkland para ajudar Kennedy a respirar. Só quando Perry informou a Humes haver um furo de bala onde a traqueotomia havia sido feita os patologistas da autópsia perceberam ter deixado escapar outro ferimento.
The revelation of the neck wound apparently caused considerable consternation in the autopsy room. Recall Finck’s testimony at the Shaw trial in New Orleans (as recounted in my article “The Kennedy Autopsy, Part 3,”) where Finck testified, with great reluctance, that a high military official, one whose identity he claimed he couldn’t remember, instructed him not to dissect the track of the   neck wound.
A revelção do ferimento no pescoço aparentemente causou considerável consternação na sala de autópsia. Lembremo-nos do depoimento de Finck no julgamento de Shaw em New Orleans (como descrito em meu artigo “A Autópsia de Kennedy, Parte 3,”) quando Finck testemunhou, com grande relutância, que alto oficial militar, de cuja identidade ele afirmou não conseguir se lembrar, instruiu-o a não dissecar o trajeto do ferimento no pescoço.
Moreover, in 1977 Boswell made the following cryptic remark to Andrew Purdy, an attorney for the House Select Committee on Assassinations, which had opened an investigation into the Kennedy assassination as a result of widespread public skepticism surrounding the Warren Commission Report: “We got ourselves in dutch with the neck and   throat wounds with regard to the Secret Service.”
Ademais, em 1977 Boswell fez a seguinte observação críptica a Andrew Purdy, advogado da Comissão Seleta da Câmara para Assassínios, que havia aberto investigação do assassínio de Kennedy em decorrência de disseminado ceticismo público em relação ao Relatório da Comissão Warren: “Caímos in dutch em relação ao Serviço Secreto por causa dos ferimentos no pescoço e garganta.”
“In dutch” means “in trouble.” Why would the pathologists get into trouble with the Secret Service over Kennedy’s neck and throat wounds? Indeed, under what authority was the Secret Service even participating in the autopsy, much less apparently chastising the pathologists regarding the bullet wound in the front of Kennedy’s neck?
“In dutch” significa “em desgraça.” Por que os patologistas caíram em desgraça perante o Serviço Secreto no tocante aos ferimentos de Kennedy no pescoço e na garganta? Na verdade, com que autoridade o Serviço Secreto sequer estava participando da autópsia, e mais ainda aparentemente censurando os patologistas em relação ao ferimento de bala na parte da frente do pescoço de Kennedy?
In any event, the pathologists came up with an autopsy report that ended up reflecting a total of three shots, all from behind. We’ll examine the fascinating process by which they accomplished that, together with the role that the so-called magic bullet played, in the next segment.
De qualquer modo, os patologistas elaboraram um relatório de autópsia que acabou consignando um total de três disparos, todos vindos de trás. Examinaremos o fascinante processo por meio do qual eles fizeram isso, juntamente com o papel desempenhado pela assim chamada bala mágica, no próximo segmento.
Jacob Hornberger is founder and president of the Future of Freedom Foundation. Send him email.
Jacob Hornberger é fundador e presidente da Fundação Futuro de Liberdade. Envie-lhe email.



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