Sunday, December 25, 2011

FFF - Commentaries - FDR's Noble Lie


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The Future of Freedom Foundation
A Fundação Futuro de Liberdade
Commentaries
Comentários
FDR’s Noble Lie
A Nobre Mentira de Franklin Delano Roosevelt - FDR
by Tim Kelly
por Tim Kelly
December 15, 2011
15 de dezembro de 2011
Soon after the Japanese attack on Pearl Harbor on December 7, 1941, rumors began to circulate challenging the official narrative that it was an unprovoked surprise attack. The cumulative evidence gathered over the last seventy years by scholars, journalists, and investigators vindicates those suspicious of treachery from the top; for it comprises a solid circumstantial case that Franklin D. Roosevelt and his top advisors deliberately provoked the attack and deliberately looked the other way before it came.
Logo depois do ataque japonês a Pearl Harbor em 7 de dezembro de 1941 começaram a circular rumores questionando a narrativa oficial segundo a qual houvera ataque de surpresa sem provocação. A evidência cumulativa amealhada ao longo dos últimos setenta anos por eruditos, jornalistas e investigadores dá razão aos que suspeitaram de traição perpetrada no mais alto nível; pois compõe sólida argumentação circunstancial deixando claro que Franklin D. Roosevelt e seus mais altos assessores provocaram deliberadamente o ataque e fizeram-se de desentendidos antes de ele acontecer.
What was the reason for their treachery?
Qual foi o motivo para a traição deles?
Roosevelt wanted to plunge the United States into the European war on the side of Great Britain but was unsuccessful in provoking Germany in the North Atlantic. So he decided that provoking a Japanese attack upon U.S. military bases in the Pacific would be the best way to achieve that objective. Since Japan was allied with Germany under the Tripartite Pact, Roosevelt calculated a war with Japan would sooner or later bring the United States into the war against Germany.
Roosevelt desejava mergulhar os Estados Unidos na guerra na Europa ao lado da Grã-Bretanha, mas foi malsucedido ao provocar a Alemanha no Atlântico Norte. Assim, resolveu que provocar um ataque japonês a bases militares dos Estados Unidos no Pacífico seria a melhor maneira de atingir aquele objetivo. Visto o Japão ser aliado da Alemanha nos termos do Pacto Tripartite, Roosevelt calculou que cedo ou tarde uma guerra ao Japão arrastaria os Estados Unidos para uma guerra com a Alemanha.
Most historians when pressed on the matter now grudgingly concede that Roosevelt lied when he told the American people that he would never send their boys to fight into foreign wars, but they excuse his treachery as a “noble lie,” a deception perpetrated against the public by the political elite to achieve a supposed greater good.
A maioria dos historiadores, quando pressionados a respeito, concedem de má vontade que Roosevelt mentiu ao dizer ao povo estadunidense que nunca mandaria os jovens para lutar em guerras externas, mas desculpam essa traição considerando-a uma “nobre mentira,” fraude perpetrada contra o público pela elite política para obter um bem pretensamente maior.
The Pearl Harbor noble-lie argument usually goes something like this: “Given the evil of Nazism and the threat that Hitler posed to the world, Roosevelt was justified in maneuvering the United States into a war with Germany.”
O argumento da nobre mentira de Pearl Harbor é em geral exposto mais ou menos como segue: “Considerando-se o mal do nazismo e a ameaça que Hitler representava para o mundo, Roosevelt tinha justificativa para manobrar os Estados Unidos induzindo-os a guerra com a Alemanha.”
Robert Stinnett adopts this view in his book Day of Deceit, where he writes, “I sympathize with the agonizing dilemma faced by President Roosevelt. He was forced to find circuitous means to persuade an isolationist America to join in a fight for freedom.”
Robert Stinnett adota esse ponto de vista em seu livro Dia de Engano, quando escreve: “Simpatizo com o excruciante dilema enfrentado pelo Presidente Roosevelt. Ele foi forçado a encontrar meios sinuosos para persuadir os Estados Unidos isolacionistas a juntarem-se a uma luta pela liberdade.”
The standard justification for U.S. entry into the war is that otherwise Hitler would have defeated Britain and Russia and completed his conquest of Europe. With all the resources of the continent at his disposal, Hitler then would have been able to move against North America to achieve his dream of world domination.
A justificativa padrão para a entrada dos Estados Unidos na guerra é que se não o fizessem Hitler teria derrotado a Grã-Bretanha e a Rússia e completado sua conquista da Europa. Com todos os recursos do continente à sua disposição, Hitler teria então sido capaz de movimentar-se contra a América do Norte para realizar seu sonho de domínio do mundo.
There are several problems with this analysis. First, it greatly underestimates the difficulties of a trans-Atlantic invasion and grossly exaggerates Germany’s military capabilities even when she was at the apex of her power. It also confuses the conditions of December 1941 with those of June 1940. By the time of the Pearl Harbor attack, the fortunes of war were already beginning to turn against Hitler.
Essa análise tem diversos problemas. Primeiro, subestima as dificuldades de uma invasão transatlântica e exagera grosseiramente os recursos militares da Alemanha, mesmo quando ela se encontrava no ápice de seu poder. Também confunde as condições de dezembro de 1941 com as de junho de 1940. À época do ataque a Pearl Harbor as fortunas da guerra já começavam a voltar-se contra Hitler.
Moreover, there is no evidence that Hitler ever entertained plans for world domination. His primary objective was the abrogation of the Treaty of Versailles, which had disarmed Germany and led to her territorial dismemberment. Hitler was determined to reclaim these territories, and although negotiations were his preferred method, he was willing to wage war if necessary. His only overt plans for war involved an anticipated confrontation with Communism and the reacquisition of the “living space” that Russia had ceded to Germany in the Treaty of Brest-Litovsk in 1918.
Além disso, não há evidência de Hitler ter jamais nutrido planos de domínio do mundo. O objetivo precípuo dele era a ab-rogação do Tratado de Versailles, que havia desarmado a Alemanha e levado ao desmembramento territorial dela. Hitler estava decidido a reclamar aqueles territórios e, embora as negociações fossem o método preferido dele, estava disposto a ir à guerra se necessário. Seus únicos planos manifestos de guerra envolviam previsto confronto com o comunismo e a reobtenção do “espaço vital” que a Rússia havia cedido à Alemanha pelo Tratado de Brest-Litovsk em 1918.
The outbreak of a general war in Europe was not a part of Hitler’s game plan but a consequence of Britain and France’s declaration of war against Germany after her invasion of Poland on September 1, 1939.
A eclosão de guerra generalizada na Europa não foi parte da estratégia de Hitler, e sim consequência da declaração de guerra de Grã-Bretanha e França à Alemanha depois da invasão, por esta, da Polônia em 1o. de setembro de 1939.
Furthermore, although Hitler’s armies had overrun France in the spring of 1940, total victory was denied to them when the British Expeditionary Force escaped capture at Dunkirk. The defeat of the Luftwaffe in the Battle of Britain forced Hitler to cancel his cross-channel invasion plans. Britain had made it through the darkest hour, and as 1940 drew to a close her survival was essentially assured. As for Hitler, his hopes for a quick end to the war in the West were lost.
Ademais, embora os exércitos de Hitler se tivessem espraiado na França na primavera de 1940, foi-lhes negada vitória total quando a Força Expedicionária Britânica escapou de captura em Dunquerque. A derrota da Luftwaffe na Batalha da Grã-Bretanha forçou Hitler a cancelar seus planos de invasão mediante cruzamento do canal. A Grã-Bretanha havia sobrevivido na pior hora, e à medida que 1940 ia chegando ao fim a sobrevivência dela ficava essencialmente assegurada. Quanto a Hitler, a esperança dele de rápido término da guerra no Ocidente se perdia.
Germany’s June 1941 invasion of Russia, Operation Barbarossa, though remarkably successful in its initial stages, had failed by the end of the summer to achieve its primary objective: the destruction of the Red Army. Even as early as August 1941, the failure of the blitzkrieg was apparent, as Roosevelt began receiving reports indicating that Russia would, indeed, hold out. The onset of the Russian winter, the inability of German forces to take Moscow, and a major Russian counteroffensive on December 6 had dashed Hitler’s hopes for victory in 1941 and raised the specter of a mutually exhausting war that was unlikely to end in Germany’s favor.
A invasão da Rússia pela Alemanha em junho de 1941, a Operação Barbarossa, embora notavelmente bem-sucedida em seus estágios iniciais, fracassou, no final do verão, quanto a conseguir seu objetivo precípuo: a destruição do Exército Vermelho. Mesmo tão precocemente quanto em agosto de 1941 o fracasso da blitzkrieg era visível, à medida que Roosevelt começava a receber relatórios indicando que a Rússia, em verdade, não se renderia. O início do inverno russo, a incapacidade das forças alemãs de tomarem Moscou, e uma grande contraofensiva russa em 6 de dezembro haviam arruinado a esperança de Hitler de vitória em 1941 e conjurado o espectro de uma guerra de desgaste mútuo que improvavelmente terminaria com vitória da Alemanha.
While the ebb tide against Hitler was greatly assisted by the American Lend-Lease program, the crucial point is that both the British and Russians were able to blunt major German offensives and deliver severe blows to the Nazi war machine without direct U.S. military intervention.
Embora a maré contra Hitler fosse grandemente auxiliada pelo Programa Empréstimo-Arrendamento estadunidense, o ponto crucial é que tanto os britânicos quanto os russos foram capazes de estiolar grandes ofensivas alemãs e desferir severos golpes na máquina nazista de guerra sem intervenção militar estadunidense direta.
So if U.S. entry into the war was unnecessary to prevent a victory by Nazi Germany in Europe, what remains of the case for Roosevelt’s “noble lie” regarding Pearl Harbor?
Se pois a entrada dos Estados Unidos na guerra era desnecessária para impedir vitória da Alemanha Nazista na Europa, o que sobra da argumentação favorável à “nobre mentira” de Roosevelt relativa a Pearl Harbor?
Imperial Japan was indeed on the move in East Asia, but it was unclear how that threatened the United States. Roosevelt never explained to the American people why they should be concerned with protecting European colonies in Asia from the Japanese. Moreover, Japan’s desire for a “Co-Prosperity Sphere” of economic and political predominance was hardly unique in a world where France, Britain, and the United States had all carved out spheres of influence. Japan’s crime in the eyes of the Western powers was being a latecomer to the colonial banquet. As one Japanese diplomat wryly remarked, “Just when we learn how to play poker, they change the game to bridge.”
O Japão Imperial estava em verdade avançando na Ásia, mas não ficava claro como isso ameaçaria os Estados Unidos. Roosevelt nunca explicou ao povo estadunidense por que este deveria preocupar-se com proteger dos japoneses colônias europeias na Ásia. Ademais, o desejo do Japão de uma “Esfera de Coprosperidade” de predominância econômica e política dificilmente era única num mundo onde França, Grã-Bretanha e Estados Unidos haviam todos cinzelado esferas de influência. O crime do Japão, aos olhos das potências ocidentais, era ser comensal chegado tardiamente ao banquete colonial. Como um diplomata japonês observou acidamente, “Logo quando aprendemos a jogar pôquer eles mudam o jogo para bridge.”
True, Japan could be a cruel colonial master, especially in China. But it should be noted that while Roosevelt was quick to call out the Japanese for their atrocities, the United States had not flinched from resorting to brutal methods to pacify populations in her own colonies (See Alfred W. McCoy’s Policing America’s Empire).
Verdade, o Japão podia ser um senhor colonial cruel, especialmente na China. Deve-se notar contudo que enquanto Roosevelt foi presto em repreender os japoneses por suas atrocidades, os Estados Unidos não haviam hesitado em recorrer a métodos brutais para pacificar populações em suas próprias colônias (Ver Alfred W. McCoy, Policiamento do Império dos Estados Unidos).
Some have argued the danger to the United States did not come from Germany or Japan but from the possibility that the two powers, along with Italy, would combine to encircle the western hemisphere. But this view greatly exaggerates the military capacity of the Axis Powers and misrepresents the Tripartite Pact, which was a defensive alliance primarily intended to deter U.S. entry into the then-separate conflicts in Asia and Europe. Moreover, Germany and Japan never developed a coordinated military strategy.
Há quem tenha argumentado que o perigo para os Estados Unidos não vinha da Alemanha ou do Japão, e sim da possibilidade de essas duas potências, juntamente com a Itália, se unirem para cercar o hemisfério ocidental. Esse ponto de vista, contudo, exagera grandemente a capacidade militar das Potências do Eixo e apresenta de forma distorcida o Pacto Tripartite, o qual era uma aliança defensiva voltada precipuamente para dissuadir os Estados Unidos de entrarem nos então separados conflitos na Ásia e na Europa. Ademais, a Alemanha e o Japão nunca desenvolveram uma estratégia militar coordenada.
Japanese ambitions were viewed by some geostrategists as a threat to U.S. naval operations in the Pacific and contrary to America’s long-term economic interests in the region. Such concerns are telling; for they betray a presumption of imperial entitlement that casts the Pacific war in a very different light than the standard historical account. Rather than being the crusade for freedom, the war begins to resemble a realpolitik clash of two mercantilist empires. Some have also suggested that American sentimentalism towards China and the hope for a restoration of the Open Door Policy were important in determining Roosevelt’s policies towards Japan.
As ambições japonesas foram vistas por alguns geoestrategistas como ameaça para as operações navais dos Estados Unidos no Pacífico e contrárias aos interesses estadunidenses de longo prazo na região. Essas preocupações são reveladoras; pois traem presunção de direito imperial que lança sobre a guerra no Pacífico luz muito diferente daquela da descrição histórica padrão. Em vez de cruzada pela liberdade, a guerra começa a parecer-se com embate de realpolitik de dois impérios mercantilistas. Há também quem tenha sugerido que o sentimentalismo estadunidense em relação à China e a esperança de uma restauração da Política de Portas Abertas foram importantes na determinação das políticas de Roosevelt relativas ao Japão.
But these were only contributing factors that facilitated Roosevelt’s drive to war. The lodestar of U.S. foreign policy in 1941 was entry into the European war against Germany. Frustrated by Hitler’s forbearance in the North Atlantic in the face of repeated provocation by U.S. warships, Roosevelt looked to the Pacific as the back door to war in Europe.
Esses foram, contudo, apenas fatores contributivos que facilitaram o empuxo para a guerra de Roosevelt. A estrela guia da política externa dos Estados Unidos em 1941 foi a entrada na guerra na Europa contra a Alemanha. Frustrado com a calma de Hitler no Atlântico Norte diante de repetidas provocações por navios de guerra dos Estados Unidos, Roosevelt olhou para o Pacífico como a porta dos fundos para a guerra na Europa.
The standard history treats U.S. entry into World War II as moral and strategic imperative. But as demonstrated above, that assessment does not bear careful scrutiny. Nazi Germany was not about to conquer the world, nor was she in any position to threaten the United States. Indeed, Hitler’s bid for continental supremacy had been thwarted by Britain and Russia long before the United States entered the war. Imperial Japan was bogged down on the Asian mainland, hungry for raw materials, and anxious for a modus vivendi with the United States.
A história padrão trata a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial como imperativo moral e estratégico. Como mostrado acima, contudo, essa avaliação não resiste a exame cuidadoso. A Alemanha Nazista não estava a ponto de conquistar o mundo, nem se encontrava em qualquer posição de ameaçar os Estados Unidos. Na verdade, o lance de Hitler por supremacia continental havia sido subvertido pela Grã-Bretanha e Rússia muito antes de os Estados Unidos entrarem na guerra. O Japão Imperial estava empacado no continente asiático, faminto de matérias-primas e ansioso por um modus vivendi com os Estados Unidos.
This history also ignores enormous costs and horrifying consequences of direct American intervention. The Anglo-American bombings of German and Japanese cities killed more than a million civilians, most of whom were women and children. Most of the destruction in Western Europe occurred during the period of Allied liberation in 1944–1945 (See William Hitchcock’s The Bitter Road to Freedom: A New History of the Liberation of Europe). And the decision by President Truman to drop atomic bombs on a prostrate Japan in August 1945 accelerated a nuclear-arms race that still threatens the incineration of the world.
Essa história também ignora os enormes custos e as pavorosas consequências da intervenção estadunidense direta. Os bombardeios anglo-estadunidenses de cidades alemãs e japonesas mataram mais de um milhão de civis, a maioria dos quais mulheres e crianças. A maior parte da destruição na Europa Ocidenal ocorreu durante o período de libertação pelos Aliados em 1944-1945 (Ver, de William Hitchcock, O Amargo Caminho para a Liberdade: Uma Nova História da Libertação da Europa). E a decisão do Presidente Truman de jogar bombas atômicas num Japão prostrado em agosto de 1945 acelerou uma corrida de armamentos nucleares que ainda ameaça o mundo de incineração.
On the eve of the Pearl Harbor attack, most Americans believed that there should be no large standing armies and that their government should heed George Washington’s admonition to steer clear of foreign entanglements. They ruefully remembered President Wilson’s “war to end all wars” and were in no mood for another crusade to “make the world safe for democracy.” That is why on December 6, 1941, the vast majority of Americans still opposed entering the war.
Na véspera do ataque a Pearl Harbor a maioria dos estadunidenses acreditava não dever haver grandes exércitos permanentes e que seu governo daria ouvidos à admoestação de George Washington de ficar fora de emaranhamentos externos. Eles se lembravam com tristeza da “guerra para acabar com todas as guerras” do Presidente Wilson e não se sentiam a fim de outra cruzada para “tornar o mundo seguro para a democracia.” Eis porque em 6 de dezembro de 1941 a vasta maioria dos estadunidenses ainda se opunha a entrada na guerra.
Pearl Harbor transformed the nation. The American people were outraged over Japan’s diabolical “sneak attack” and marched off to fight “the Good War.” A vast military-industrial complex was developed to stock the “arsenal of democracy.” After the war, more noble lies were told to justify a permanent national-security state, and the United States became the globe-girdling empire it is today; corrupt, bankrupt, bellicose, and shrouded in secrecy.
Pearl Harbor transformou a nação. O povo estadunidense ficou indignado com o diabólico “ataque sorrateiro” do Japão e marchou para combater “a Boa Guerra.” Foi desenvolvido vasto complexo industrial-militar para estocar o “arsenal da democracia.” Depois da guerra foram contadas outras nobres mentiras para justificar estado permanente de segurança nacional, e os Estados Unidos se tornaram o império encilhador do mundo que é hoje; corrupto, falido, belicoso e envolto em segredo.
In his introduction to the Pentagon Papers, Mike Gravel quoted the British novelist and historian H.G. Wells:
Em sua introdução aos Documentos do Pentágono, Mike Gravel citou o novelista e historiador britânico H.G. Wells:
The true strength of rulers and empires lies not in armies or emotions, but in the belief of men that they are inflexibly open and truthful and legal. As soon as government departs from that standard, it ceases to be anything more than “the gang in possession,” and its days are numbered.
A verdadeira força dos governantes e impérios não está nos exércitos ou nas emoções, e sim na crença das pessoas de que eles são inflexivelmente claros, verazes e jurídicos. No momento em que eles se desviam desse padrão, deixam de ser qualquer coisa além de “a quadrilha no poder,” e seus dias estão contados.
Remember that quote when you come across Roosevelt apologists excusing his treachery as a “noble lie” and praising him for his foresight and statesmanship. Deceit is neither praiseworthy nor noble.
Lembrem-se dessa citação quando derem com apologistas de Roosevelt desculpando a traição dele como “nobre mentira” e elogiando-o por sua presciência e perfil de estadista. A tapeação nunca é digna de encômios nem nobre.
Tim Kelly is a columnist and policy advisor at the Future of Freedom Foundation in Fairfax, Virginia, a correspondent for Radio America’s Special Investigator, and a political cartoonist.
Tim Kelly é colunista e conselheiro de políticas de A Fundação Futuro de Liberdade em Fairfax, Virgínia, correspondente do Investigador Especial da Rádio América e cartunista político.

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