Thursday, December 15, 2011

C4SS - Newt Gingrich and the Invention of Politics

Building awareness of the market anarchist alternative
Na construção da consciência da alternativa anarquista de mercado
Newt Gingrich and the Invention of Politics
Newt Gingrich e a Invenção da Política
Tom Knapp: Newt Gingrich, Motherf—-r of Invention.
Tom Knapp: Newt Gingrich, Abagunçador da Invenção.
Posted by Thomas L. Knapp on Dec 12, 2011 in Commentary
Postado por Thomas L. Knapp em 12 de dezembro de 2011 em Commentary
“Remember there was no Palestine as a state,” says Newt Gingrich, current frontrunner for the Republican Party’s US presidential nomination (“Gingrich Describes Palestinian People as ‘Invented,’” Fox News, December 10). “It was part of the Ottoman Empire. And I think that we’ve had an invented Palestinian people …”
“Lembrem-se de que não havia Palestina como estado,” diz Newt Gingrich, atual concorrente com maior probabilidade de ser indicado como candidato do Partido Republicano à presidência dos Estados Unidos (“Gingrich Descreve o Povo Palestino como ‘Inventado,’” Fox News, 10 de dezembro). “Ela era parte do Império Otomano. E acho que temos tido um povo palestino inventado …”
First, credit where credit is due: Gingrich is right.
Primeiro, crédito a quem merece: Gingrich está certo.
Throughout recorded history, the region known as Palestine has been a football kicked between empires (Egyptian, Assyrian, Babylonian, Persian, Greek, Roman, Byzantine, various Caliphates, the Ottomans), its inhabitants usually denied anything resembling a “national identity.”
Ao longo da história registrada, a região conhecida como Palestina tem sido uma bola de futebol chutada entre impérios (egípcio, assírio, babilônio, persa, romano, bizantino, vários califados, os otomanos), geralmente negada a seus habitantes qualquer coisa parecida com “identidade nacional.”
That began to change in the early 20th century. Local Arab leaders, responding to the succeeding waves of Jewish aliyah (“ascent,” return to their historic home) and hoping to cut a new state out of the territory instead of acquiescing in absorption by existing Arab regimes, attempted to counterpose a Palestinian national identity to incipient Israel.
Isso começou a mudar no início do século 20. Líderes árabes locais, reagindo a sucessivas ondas de aliyah judaica (“ascensão,” retorno ao lar histórico) e na esperança de tornar o território um novo estado em vez de aquiescer em absorção por estados árabes já existentes, tentaram contrapor uma identidade nacional palestina ao incipiente Israel.
Had those existing Arab regimes succeeded in quashing the new Jewish state, that’s likely the last we’d have heard of “Palestinians” (except in the sense in which the term was used prior to 1948 — referring to Jews born in the region). Those Arabs would have become Jordanians or Syrians or Egyptians whether they liked it or not, and that would have settled the question for a long, long time.
Houvessem aqueles regimes árabes já existentes sido bem-sucedidos em suprimir o novo estado judaico, teria sido provavelmente a última vez que teríamos ouvido falar de “palestinos” (exceto no sentido em que a palavra era usada antes de 1948 — referindo-se aos judeus nascidos na região). Aqueles árabes ter-se-iam tornado jordanianos ou sírios ou egípcios, gostassem ou não, e isso teria resolvido a questão por muito, muito tempo.
It was Israel’s victory in the 1948 war which allowed a Palestinian national identity to emerge and harden in exile, nurtured by Arab “leaders” who’d missed their chance to absorb and crush that identity and now found it a useful propaganda instrument.
Foi a vitória de Israel na guerra de 1948 que possibilitou a uma identidade nacional palestina surgir e enrijecer-se no exílio, fomentada por “líderes” árabes que haviam perdido sua oportunidade de absorver e esmagar aquela identidade e agora descobriam nela útil instrumento de propaganda.
All collective identities of this sort are invented, not least that of Israel, which its citizens self-assembled in less than half a century, operating from the dream of Austro-Hungarian journalist Theodor Herzl.
Todas as identidades coletivas desse tipo são inventadas, não no menor dos graus a de Israel, que seus cidadãos automontaram em menos de meio século, atuando a partir do sonho do jornalista austro-húngaro Theodor Herzl.
“Americans” were British colonists seeking “the rights of Englishmen” until, in the second year of their revolution, Thomas Paine convinced them to invent themselves differently.
Os “estadunidenses” eram colonos ingleses em busca dos “direitos de ingleses” até, no segundo ano da revolução, Thomas Paine convencê-los a inventarem-se de modo diferente.
Germany and Italy didn’t come into existence as cohesive nations until they were forcibly united by men like Bismarck and Garibaldi in the 19th century.
Alemanha e Itália só vieram à existência como nações coesas depois de unificadas pela força por homens como Bismarck e Garibaldi no século 19.
Look at any of the imaginary lines drawn on the ground by politicians around the world — “borders” — and you’ll find that those lines started with invented identities, upon which power-seekers piggybacked their pretensions. Gandhi’s India and Jinnah’s Pakistan, Bolivar’s Gran Colombia — you name it. Nations invent themselves constantly and spontaneously, after which they’re boxed in and drained of their inventive energy by their own emerging political classes.
Olhem para quaisquer das linhas imaginárias traçadas no chão por políticos em todo o mundo — “fronteiras” — e descobrirão que tais linhas começaram com identidades inventadas, sobre as quais buscadores de poder engaruparam suas pretensões. A Índia de Gandhi e o Paquistão de Jinnah, a Gran Colômbia de Bolívar — o que quiserem. As nações inventam-se constante e espontaneamente, depois do que são tolhidas e têm sua energia drenada por suas próprias classes políticas em surgimento.
To condemn Gingrich for taking notice of this fact is to both miss his point and gloss over his real failure of imagination and character.
Condenar Gingrich por notar esse fato é tanto deixar escapar o ponto substantivo quanto minimizar a real falta de imaginação e caráter dele.
Minimized in most accounts of his statement is the fact that Gingrich supports adding yet another Westphalian nation-state — based, like all such states, on parasitic exploitation of invented identity — to the map.
Na maioria das descrições da declaração de Gingrich é minimizado o fato de ele apoiar o acréscimo ao mapa de mais uma nação-estado westfaliana — baseada, como todos os estados da espécie, na exploração parasitária da identidade inventada.
That parasitic exploitation, statism, is no solution to social ills. In fact, it exacerbates those ills and prevents those who identify with each other from finding real solutions.
Essa exploração parasitária, o estatismo, não é solução para as enfermidades sociais. Na verdade, exacerba essas enfermidades e impede que aqueles que se identificam uns com os outros encontrem soluções reais.
Political government inhibits the constant, natural process of invention and re-invention, attempting to freeze social and ethnic identities in place and channel their energy for the benefit of parasites. Parasites, like, in a word, Gingrich.
O governo político inibe o processo constante e natural de invenção e reinvenção, ao tentar congelar estaticamente identidades sociais e étnicas e canalizar a energia delas para benefício de parasitas. Parasitas como, numa palavra, Gingrich.
The first step toward peace — in Palestine as everywhere else — is abolition of the state.
O primeiro passo rumo à paz — na Palestina e em todos os outros lugares — é a extinção do estado.
Thomas L. Knapp, Senior News Analyst and Media Coordinator at the Center for a Stateless Society, is a long-time libertarian activist and author of Writing the Libertarian Op-Ed. Knapp publishes Rational Review News Digest, a daily news and commentary roundup for the freedom movement.
Thomas L. Knapp, Analista Sênior de Notícias e Coordenador de Mídia do Centro por uma Sociedade sem Estado, é ativista libertário de longa data e autor de Como Escrever o Artigo Opinativo Libertário. Knapp publica Digesto de Notícias da Revista Racional, sumário diário de notícias e comentários para o movimento da liberdade.

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