Monday, November 21, 2011

FFF- FREEDOM DAILY - Rolling Back the Myth of Good Government


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FFF–FREEDOM DAILY
FFF–LIBERDADE CADA DIA
Rolling Back the Myth of Good Government
Para Reverter o Mito do Bom Governo
Laurence M. Vance
Laurence M. Vance
Posted November 14, 2011
Afixado em 14 de novembro de 2011
Rollback: Repealing Big Government before the Coming Financial Collapse by Thomas E. Woods Jr. (Washington D.C.: Regnery, 2011); 232 pages.
Reversão: Repudiar o Governo Hipertrofiado antes do Colapso Financeiro Por Vir por Thomas E. Woods Jr. (Washington D.C.: Regnery, 2011); 232 páginas.
The government of the United States has secured the confidence and consent of the American people through myths of its benevolence, provision, innovation, achievements, scientific advances, educational system, and protection. It takes credit for everything good that happens in the economy and society, accepts no responsibility for its failures, and proposes more government as the cure for every bad thing that takes place.
O governo dos Estados Unidos granjeou a confiança e o consentimento do povo estadunidense por meio de mitos acerca de sua benevolência, capacidade de suprir, inovação, realizações, progressos científicos, sistema educacional e proteção. Ganha crédito por tudo o que acontece na economia e na sociedade, não aceita responsabilidade por seus fracassos e propõe mais governo como remédio para todo evento infausto que ocorre.
Libertarians recognize that the federal government is the opposite of everything it claims to be. And even worse, it is a parasitic, wealth-destroying, wealth-redistributing monstrosity. Although many Americans see the federal government as corrupt, too many of them give the government the benefit of the doubt and have a naive confidence in government to at least keep them safe from polluted air and water, defective products, contaminated food, dangerous drugs, exploitation by their employers, discrimination in hiring and housing, and, of course, terrorism.
Os libertários entendem que o governo federal é o oposto do que afirma ser. E, pior ainda, é uma monstruosidade parasitária, destruidora de riqueza e redistribuidora de riqueza. Embora muitos estadunidenses vejam o governo federal como corrupto, demasiados deles dão ao governo o benefício da dúvida e têm ingênua confiança no governo quanto a este pelo menos mantê-los a salvo de ar e água poluídos, produtos defeituosos, comida contaminada, drogas perigosas, exploração por seus empregadores, discriminação em emprego e moradia e, obviamente, terrorismo.
The myth of good government must be exposed for the dangerous myth that it is. And that is where Thomas E. Woods comes in. Woods is mythbuster. But unlike the entertaining television show Mythbusters, there is nothing humorous about the impending financial collapse of the U.S. government that Woods describes in his newest book.
O mito do bom governo precisa ser exposto como o mito perigoso que é. E é aqui que entra em cena Thomas E. Woods. Woods é um demolidor de mitos. Diferentemente, porém, do modo como a televisão de entretenimento mostra os Demolidores de Mitos, não há nada de engraçado no iminente colapso financeiro do governo dos Estados Unidos que Woods descreve em seu livro mais recente.
In Rollback: Repealing Big Government before the Coming Financial Collapse, Woods demolishes the myths of the extent of the financial crisis we face, inflation and deflation, regulation and deregulation, prices and wages, money and banking, and bailouts and stimulus programs. He busts the myths that America has a genuine free market, that the Federal Reserve stabilizes the economy, and that large military budgets are necessary to keep Americans safe. But most of all, Woods destroys the myth of good government and its phony protection racket known as the OSHA, EPA, FDA, DEA, NHTSA, ADA, TSA, HUD, FHA, and SSA.
Em Reversão: Repudiar o Governo Hipertrofiado antes do Colapso Financeiro Por Vir, Woods demole os mitos acerca da extensão da crise financeira com que nos defrontamos, da inflação e da deflação, regulamentação e desregulamentação, preços e salários, dinheiro e atividade bancária, e programas de socorro financeiro e de estímulo. Ele destrói os mitos de que os Estados Unidos têm genuíno livre mercado, de que o Reserva Federal estabiliza a economia, e de que grandes orçamentos militares são necessários para manter os estadunidenses em segurança. Acima de tudo, porém, Woods destrói o mito do bom governo e seu falso esquema de extorsão a título de proteção conhecido como OSHA, EPA, FDA, DEA, NHTSA, ADA, TSA, HUD, FHA, e SSA.
Woods is the New York Times bestselling author of The Politically Incorrect Guide to American History and Meltdown: A Free-Market Look at Why the Stock Market Collapsed, the Economy Tanked, and Government Bailouts Will Make Things Worse. He holds a Ph.D. in history from Columbia University and is a senior fellow at the Ludwig von Mises Institute.
Woods é o autor do best-seller do New York Times O Guia Politicamente Incorreto da História e do Colapso dos Estados Unidos: Visão de Livre Mercado de Por Que o Mercado de Ações Entrou em Colapso, a Economia Despencou e os Socorros Financeiros do Governo Tornarão as Coisas Piores. Ele é Doutor em História pela Universidade de Colúmbia e integrante de alto nível do Instituto Ludwig von Mises.
Rollback packs a powerful punch in its 223 pages. The first chapter serves as an introduction to the looming financial collapse of the federal government. It is followed by five progressively more radical chapters on Barack Obama’s stimulus and health-care plans, on how the government perpetrated the economic crisis, on how the Federal Reserve destroyed the value of the dollar, on defense spending and the warfare state, and on government as the enemy of the free market. The final chapter is prescriptive in nature. The book is heavily documented with end-notes from an eclectic mix of books, newspapers, magazines, journals, and websites, including U.S. government publications. There is also a helpful index.
Reversão lança poderoso petardo em suas 223 páginas. O primeiro capítulo funciona como introdução ao colapso financeiro iminente do governo federal. É seguido de cinco capítulos cada vez mais radicais acerca dos planos de estímulo e de saúde de Barack Obama, acerca de como o governo perpetrou a crise econômica, acerca de como o Reserva Federal destruiu o valor do dólar, acerca de gastos de defesa e estado beligerante, e acerca do governo como inimigo do livre mercado. O capítulo final é de natureza prescritiva. O livro é fartamente documentado com notas no final fazendo referência a uma mescla de livros, jornais, revistas, periódicos e websites, inclusive publicações do governo dos Estados Unidos. Há um útil índice.
The jumping-off point
O ponto de partida
Just how bad is the federal government’s financial condition? It’s worse than you’ve ever imagined. It’s not enough just to look at the debt and the deficit, says Woods. “To get the full picture of the obligations the U.S. government is facing,” you have to consider the government’s unfunded liabilities of Social Security and Medicare — $111 trillion. So even if the economy fully recovers and the federal budget has no more deficits, the government would “still fall further into the hole by $2 trillion to $4 trillion a year.” Woods emphasizes that that is a problem that existed well before Obama’s administration. He rightly faults Bush’s expansion of Medicare, the prescription-drug benefit (or Medicare Part D), as adding significantly to Medicare’s unfunded liabilities. He also notes that the 2010 Republican “Pledge to America” kept the “major budget busters” off the table entirely.
O quanto precisamente é má a condição financeira do governo federal? Pior do que você jamais tenha imaginado. Não basta olhar para a dívida e para o déficit, diz Woods. “Para se ter a visão completa do passivo com que se está defrontando o governo dos Estados Unidos,” você tem de considerar as obrigações sem fundos do governo de Previdência Social e do Programa de Saúde para Idosos - Medicare — $111 triliões. Assim, mesmo se a economia se recuperasse completamente e o orçamento federal não mais tivesse déficits, o governo ainda “continuaria a afundar-se no buraco na base de $2 a $4 triliões de dólares por ano.” Woods enfatiza ser esse um problema existente muito antes da administração Obama. Ele corretamente responsabiliza a expansão do Medicare por Bush, o benefício relativo a medicamentos com receita médica (ou Medicare Parte D), como onerando significativamente o passivo sem fundos do Medicare. Observa também que o “Compromisso com os Estados Unidos” Republicano de 2010 manteve inteiramente fora da mesa os “principais partidários da contenção do orçamento”.
The problem is simply that the aging of the population guarantees that those entitlement programs will go bust. Americans are in for severe entitlement cuts that will be painful and wrenching and that will cause suffering. Woods shows that even drastically raising taxes wouldn’t solve the crisis.
O problema é simplesmente que a população em envelhecimento garante que aqueles programas de gastos sociais irão à falência. Os estadunidenses terão de sofrer severos cortes sociais penosos e violentos, e isso causará sofrimento. Woods mostra que mesmo aumento drástico de tributos não resolveria a crise.
He demolishes the myth of the Social Security “trust fund” and points out something that no politician pandering to seniors for their votes would dare to mention: “The elderly are in fact by far the wealthiest segment of the population.”
Ele demole o mito do “fundo fiduciário” e destaca algo que nenhum político em busca dos votos dos idosos ousaria mencionar: “Os idosos formam, de longe, o segmento mais rico da população.”
And if the truth that the federal government is bankrupt wasn’t bad enough, Woods points out that “many of the states are going bust as well.”
E se a verdade de o governo federal estar falido não fosse ruim o bastante, Woods destaca que “muitos estados também estão falindo.”
This is not a book about cutting the budget or rolling back government spending to some previous level. The unsuspecting conservative (the picture of Obama on the dust jacket should entice conservatives and repel liberals) is in for a philosophical assault on how he views the federal government.
Não se trata de livro acerca de efetuar cortes no orçamento ou reverter os gastos do governo para algum nível anterior. O conservador não suspeitoso (o retrato de Obama na capa removível tenderá a atrair conservadores e a repelir liberais) sofrerá uma agressão filosófica no tocante a como vê o governo federal.
Woods uses the government’s imminent collapse as a jumping-off point. It is time for the American people to drastically change the way they view government. They must see that “the federal government has in fact been an enemy” of their welfare, and that “the progress in our living standards has occurred in spite of its efforts.” Government is “a mere parasite on productive activity and a net minus in the story of human welfare.” Woods aims to demonstrate that “we would not only survive but even flourish in the absence of countless institutions we are routinely told we could not live without.”
Woods usa o iminente colapso do governo como ponto de partida. É tempo de o povo estadunidense modificar radicalmente seu modo de ver o governo. Precisa ver que “o governo federal tem sido, de fato, um inimigo” de seu bem-estar, e que “o progresso em nosso padrão de vida tem ocorrido a despeito dos esforços dele.” O governo é “mero parasita da atividade produtiva e uma desvantagem líquida na história do bem-estar humano.” Woods visa a deixar claro que “não apenas sobreviveríamos mas até prosperaríamos com a ausência das incontáveis instituições a nós apresentadas como se não pudéssemos viver sem elas.”
Woods writes with passion and precision — passion, because many of the false views of government he critiques were once his own; and precision, because the myth of good government is so pervasive.
Woods escreve com paixão e precisão — paixão porque muitas das falsas maneiras de ver o governo que ele critica eram, no passado, as dele próprio; e precisão, porque o mito do bom governo é tão difundido.
Obamanomics, the crisis, and the Fed
Obamanomia, a crise, e o Fed
In his chapter on Obama’s stimulus and health-care plans, Woods doesn’t just tell the reader something he already knows about how bad they are. He explains the origin of the current state of medical care wherein most costs are covered by a third party. He shows that the American system of health care is not a free-market system at all, and criticizes government regulations, state and federal mandates, barriers to entry into the medical field, including medical licensure, and limits on the number of medical schools. Woods dismisses stimulus programs as based on “tooth-fairy” economic theory that “economic health is the product of government spending.” He concludes that “the Obama economic program has perpetuated and intensified the problems that are sinking the U.S. economy.”
Neste capítulo acerca dos planos de estímulo e de saúde de Obama, Woods não diz apenas ao leitor algo que este já sabe quanto a o quanto eles são ruins. Ele explica a origem do atual estado do atendimento médico no qual a maioria dos custos é coberta por um terceiro. Mostra que o sistema estadunidense de saúde não é um sistema de livre mercado coisa nenhuma, e critica regulamentações do governo, determinações estaduais e federais, barreiras à entrada na área médica, inclusive licenciamento médico e limites do número de faculdades de medicina. Woods desqualifica os programas de estímulo como baseados em teoria econômica “fada do dente” segundo a qual “a saúde econômica é produto dos gastos do governo.” Conclui que “o programa econômico de Obama tem perpetuado e intensificado os problemas que estão afundando a economia dos Estados Unidos.”
Woods blames the economic crisis, not on any failings of the free market, but on the government. He explains the government’s role in the housing crisis and indicts Fannie Mae, Freddie Mac, the Fed, and the Federal Housing Administration. He questions the very idea of the government’s trying to make housing affordable, make home ownership universal, and keep the housing market strong. He writes in this chapter on the economic crisis one of the most thorough defenses of deregulation that I have ever read — especially in his discussion of the “repeal” of the 1933 Glass-Steagall Act that has had some conservatives up in arms. A hidden gem in this chapter is Woods’s explanation of the Austrian theory of the business cycle and how it is the government itself that fosters the boom-and-bust cycle that is usually blamed on the failings of the free market.
Woods culpa pela crise econômica não quaisquer fracassos do livre mercado, e sim o governo. Explica o papel do governo na crise habitacional e acusa Fannie Mae, Freddie Mac, o Fed e a Administração Habitacional Federal. Questiona a própria ideia do governo tentar tornar a habitação acessível, tornar universal a propriedade da residência, e manter forte o mercado habitacional. Escreve neste capítulo, acerca da crise econômica, uma das mais abrangentes defesas da desregulamentação que jamais li — especialmente em sua discussão da “revogação” da Lei Glass-Steagall de 1933 que tem levado alguns conservadores a subir nas tamancas. Uma joia oculta neste capítulo é a explicação por Woods da teoria austríaca do ciclo de negócios e como é o próprio governo que fomenta o ciclo de crescimento e despencamento pelo qual usualmente são responsabilizadas deficiências do livre mercado.
The Federal Reserve System merits its own chapter. Although the Fed “has been given the task of manipulating the money supply in such a way as to maximize employment and output and minimize price inflation,” it has failed miserably. American bank panics were “in large part the result of government intervention.” Recessions have been longer and more frequent than in the pre-Fed period of American history. Market volatility is now “to a much greater extent the fault of the monetary system.” The value of the dollar has fallen 95 percent since the Fed was instituted. The real problem with the Fed, and something that many “free marketers” fail to realize, is that it is “in fact a central-planning agency at odds with the basic principles of a free market.” In this chapter Woods also debunks the myths of inflation, the money supply, deflation, and the gold standard.
O Sistema da Reserva Federal merece seu próprio capítulo. Embora ao Fed “tenha sido dada a tarefa de manipular o suprimento de moeda de maneira a maximizar o emprego e a produção e a minimizar a inflação de preços,” ele tem falhado miseravelmente. Os pânicos bancários estadunidenses foram “em grande parte resultado de intervenção do governo.” As recessões têm sido mais longas e mais frequentes do que no período da história estadunidense anterior ao Fed. A volatilidade do mercado é agora “em extensão muito maior culpa do sistema monetário.” O valor do dólar já caiu 95 por cento desde a instituição do Fed. O real problema do Fed, e algo que muitos “partidários do livre mercado” não conseguem entender, é ele ser “na verdade um órgão de planejamento centralizado conflitante com os princípios básicos de um livre mercado.” Neste capítulo Woods também desanca os mitos de inflação, suprimento de dinheiro, deflação e padrão ouro.
Less bang for the buck
Menos valor pelo dinheiro gasto
For Republicans, conservatives, and Tea Party members who are inclined to support the wars in Iraq and Afghanistan and regard military spending as “off the table,” chapter 5 of Rollback, “Less Bang for the Buck: Pentagon Spending, the Military, and the U.S. Economy,” will be the book’s most important chapter. Here Woods doesn’t just expose the folly of the U.S. government’s spending more than $100 billion a year in Afghanistan to fight 100 members of al-Qaeda, but also what he describes as the parasitic, politically engineered, gravy train that is the bloated U.S. military budget.
Para Republicanos, conservadores e membros do Partido do Chá inclinados a apoiar as guerras no Iraque e Afeganistão e a ver os gastos militares como “fora da mesa,” o capítulo 5 de Reversão, “Menos Valor pelo Dinheiro: Gastos do Pentágono, a Instituição Militar, e a Economia dos Estados Unidos” será o capítulo mais importante do livro. Aqui Woods não apenas expõe a insensatez de o governo gastar mais de $100 biliões de dólares por ano no Afeganistão para lutar contra 100 membros da al-Qaeda, mas também o que ele descreve como o trem da alegria parasitário, politicamente concebido, que é o inflado orçamento militar dos Estados Unidos.
Woods lays out the sobering facts as he destroys the myth that the military budget is too low: the ratio of military spending to GDP has no relevance; the United States already spends what the rest of the world spends combined; the Department of Defense is the only federal agency not subject to audit; real defense spending is about $1 trillion; the full cost of the wars in Iraq and Afghanistan may reach $5 trillion; expensive and complicated equipment and programs are of limited use in modern warfare; cost overruns in weapons systems are higher today than ever before; and military spending is spread around to as many subcontractors, to as many states, and to as many congressional districts as possible so members of Congress can cry about the bad economic consequences of terminating weapons programs in their districts.
Woods expõe os sombrios fatos enquanto destrói o mito de que o orçamento militar é excessivamente baixo: a proporção entre gastos militares com o PIB não tem relevância; os Estados Unidos já gastam o que o resto do mundo gasta em conjunto; o Departamento de Defesa é o único órgão federal não sujeito a auditoria; os gastos reais de defesa são de cerca de $1 trilião de dólares; o custo total das guerras de Iraque e Afeganistão podem atingir $5 triliões de dólares; equipamentos e programas dispendiosos são de uso limitado na guerra moderna; o custo acima do planejado de sistemas de armamentos são hoje mais altos do que jamais antes; e os gastos militares estão de tal modo espalhados entre subempreiteiros, estados e distritos congressionais que membros do Congresso podem clamar quanto às más consequências econômicas de qualquer encerramento de programas de armamentos em seus distritos.
Not to mention that military spending has damaging effects on the private sector, retards the growth of civilian R&D, has dubious civilian technological benefits, and distorts a firm’s business sense the more it caters to the Pentagon. Woods concludes that “it is impossible to be concerned about budgets, deficits, and debt while refusing even to consider an overhaul in the way the country thinks about foreign affairs.”
Para não mencionar que os gastos militares têm efeitos nocivos sobre o setor privado, retardam o crescimento de pesquisa e desenvolvimento civil, aportam benefícios tecnológicos civis discutíveis e distorcem o senso de negócios das empresas quanto mais elas acedam ao Pentágono. Woods conclui “ser impossível preocupar-se com orçamentos, déficits e dívida recusando ao mesmo tempo levar em consideração uma revisão geral da maneira pela qual o país pensa os assuntos externos.”
Another myth Woods busts in this chapter is the idea that Obama is out to gut the U.S. military. Nothing could be further from the truth. His basic views on foreign policy are no different from those of John McCain or Newt Gingrich. Not only has he escalated one war he inherited from his predecessor, he has increased military spending “to levels beyond those of Ronald Reagan” and has made no genuine attempt to bring home to American soil any U.S. soldiers stationed abroad.
Outro mito que Woods destrói neste capítulo é a ideia de que Obama está a fim de fazer cortes na instituição militar. Nada poderia estar mais longe da verdade. Os pontos de vista básicos dele acerca de política externa não são diferentes daqueles de John McCain ou Newt Gingrich. Não apenas ele fez a escalada de uma das guerras que herdou de seu predecessor como, também, aumentou os gastos militares “a níveis além dos de Ronald Reagan” e não fez tentativa genuína de trazer de volta para solo estadunidense quaisquer soldados dos Estados Unidos estacionados no exterior.
A related myth that crumbles before Woods’s pen is that opposition to war and the warfare state is “liberal.” For this he appeals to conservative icons Russell Kirk, Richard Weaver, and Robert Nisbet. Real conservatives should recoil from global military intervention, a policy that is “at once utopian, destructive, impoverishing, counterproductive, propaganda-driven, contrary to republican values, and sure to increase the power of government.”
Mito afim que se desmorona diante da pena de Woods é o de que oposição à guerra e ao estado beligerante é algo “liberal.” Para esse efeito ele apela para os ícones conservadores Russell Kirk, Richard Weaver e Robert Nisbet. Conservadores reais deveriam ser contrários a intervenção militar mundial, política que é “ao mesmo tempo utópica, destrutiva, empobrecedora, contraproducente, voltada para propaganda, contrária aos valores republicanos, e sem dúvida asseguradora do aumento do poder do governo.”
The myth of “good government”
O mito do “bom governo”
At 52 pages, “The Myth of ‘Good Government’” is the longest and most important chapter in Rollback from a philosophical perspective. Contrary to the cartoonish, public-school version of history in which government is altruistic and benevolent, Woods’s view is that “all government can do is impoverish and slow down or even reverse the free market’s natural trend toward higher living standards for the population.” And furthermore, government is “purely parasitic on the productive efforts of the people.”
Com 52 páginas, “O Mito do ‘Bom Governo’” é o capítulo mais longo e importante de Reversão de uma perspectiva filosófica. Contrariamente à versão cartunista, de escola pública, da história, na qual o governo é altruísta e benevolente, o ponto de vista de Woods é o de que “tudo o que o governo pode fazer é empobrecer e atrasar ou até reverter a natural tendência do livre mercado rumo a padrões de vida mais altos para toda a população.” E mais, o governo é “puramente parasita dos esforços produtivos das pessoas.”
There is much good economic history here. The Industrial Revolution didn’t impoverish workers, says Woods; it improved living standards, life expectancy, caloric intake, and living space. As the economy became more industrialized and less agricultural, living standards increased and the poverty rate decreased, and quite significantly. Factory work saved many children from starvation, poverty, forced early marriages, and prostitution. It is the increase in an economy’s productive capacity that raises the standard of living and eliminates child labor. It is patently false that “improvements in workplace conditions can come about only through state edict.” And rather than being monopolists who gouged the public through predatory pricing, the so-called robber barons were great benefactors to the public.
Há muita boa história econômica aqui. A Revolução Industrial não empobreceu os trabalhadores, diz Woods; ela melhorou os padrões de vida, a expectativa de vida, a ingestão de calorias e o espaço para viver. À medida que a economia se tornou mais industrializada e menos agrícola, os padrões de vida ascenderam e o índice de pobreza decresceu, e bastante significativamente. O trabalho nas fábricas salvou muitas crianças de inanição, pobreza, casamentos precoces forçados e prostituição. É o aumento da capacidade produtiva de uma economia que faz ascender o padrão de vida e elimina o trabalho infantil. É patentemente falso que “melhoramento das condições do local de trabalho só possa ocorrer por édito do estado.” E em vez de serem os monopolistas que extorquiram do público graças a preços predatórios, os assim chamados barões ladrões foram grandes benfeitores do público.
Woods argues that we don’t need government wealth-redistribution programs such as Social Security, public-housing subsidies, rental vouchers, anti-poverty programs, and public education. Private charity, fraternal organizations, and the free market are more adequate, more moral, and more efficient than government welfare schemes. Woods concludes that government charity, anti-poverty, education, and housing programs prolong poverty, foster dependency, and make housing and education more expensive. He also has a good discussion of the folly and pitfalls of redistributing wealth to fund science.
Woods argumenta não precisarmos de programas de redistribuição de riqueza tais como Previdência Social, subsídios à habitação social, vales aluguel, programas contra a pobreza, e educação pública. Caridade privada, organizações fraternas e o livre mercado são mais adequados, mais morais e mais eficientes do que esquemas assistencialistas do governo. Woods conclui que programas governamentais de caridade, contra a pobreza, de educação e de habitação prolongam a pobreza, fomentam a dependência e tornam habitação e educação mais caras. Apresenta também boa discussão da insensatez e das ciladas da redistribuição da riqueza para financiar a ciência.
Woods shows that the free market is preferable to government regulation — of anything. Whether it is regulations regarding energy, endangered species, the airlines, corporate accounting standards, hiring the disabled, or even the safety of food, drugs, automobiles, and the workplace, Woods explains how government regulations are often ineffective, redundant, counterproductive, and not worth their cost.
Woods mostra que o livre mercado é preferível a regulamentação do governo — de qualquer coisa. Trate-se de regulamentações a respeito de energia, espécies em perigo de extinção, empresas aéreas, padrões contábeis empresariais, emprego para deficientes ou até segurança alimentar, drogas, automóveis e local de trabalho, Woods explica como as regulamentações do governo são amiúde ineficazes, redundantes, contraproducentes e não valem o que custam.
Since everyone knows it is bad to take drugs, the epitome of good government would have to be the war on drugs. This is a mission of the federal government that has wide bipartisan support. Yet Woods explains that it too is based on “the usual tissue of government falsehoods and propaganda.” Not only does he show by facts and figures that the drug war is a failure, he also points out the myriad of negative effects that the drug war has on law enforcement, property crime, the court system, the prison system, civil liberties, and drug potency. He correctly maintains that the struggle against drug use is “a job for families and local institutions, not a paramilitary police state.”
Como todo mundo sabe que faz mal consumir drogas, o epítome do bom governo teria de ser a guerra às drogas. Essa é uma missão do governo federal que tem amplo apoio bipartidário. No entanto Woods explica estar também ela baseada no “usual tecido de falsidades e propaganda do governo.” Não apenas ele mostra por fatos e números que a guerra às drogas é um fracasso como, também, destaca a miríade de efeitos negativos que a guerra às drogas tem sobre a asseguração do cumprimento da lei, sobre crimes contra a propriedade, o sistema de tribunais, o sistema prisional, as liberdades civis e a potência das drogas. Corretamente defende que a luta contra o uso de drogas é “trabalho para famílias e instituições locais, não para um estado policial paramilitar.”
Government, concludes Woods, is not indispensable and does not have the people’s interests at heart. Things would not be worse should government’s impact on society be reduced. And no problem is so intractable that it requires government intervention to be remedied.
O governo, conclui Woods, não é indispensável e não tem como preocupação principal os interesses do povo. As coisas não seriam piores se o impacto do governo sobre a sociedade fosse reduzido. E nenhum problema é intratável a ponto de precisar de intervenção do governo para ser resolvido.
Conclusions and recommendations
Conclusões e recomendações
At first glance, the concluding chapter of Rollback, which is titled simply “Rollback,” seems disappointing. There are no grandiose plans for getting the country back on track. There is no longing for the Republicans to get back in power so they can “fix” things (and Woods reviews the awful Republican record lest the reader’s thinking be so inclined). All Woods does is present some unconventional recommendations, including letting people reaching age 65 opt out of Social Security, cutting everything in the federal budget across the board by the highest percentage possible, allowing alternatives to the dollar, state nullification or repeal of unconstitutional federal laws, and jury nullification. What should be kept in mind, though, is that the author’s conclusions about government and recommendations for reducing its power and eliminating its influence are abundantly clear from the six preceding chapters. Nevertheless, I think a few pages of recap would have enhanced the concluding chapter.
À primeira vista o capítulo de conclusão de Reversão, intitulado simplesmente “Reversão,” parece desapontador. Não há planos grandiosos para levar o país de volta para a normalidade. Não há ânsia de os Republicanos voltarem ao poder a fim de poderem “consertar” as coisas (e Woods revisa o pavoroso histórico Republicano para o caso de o pensamento do leitor estar inclinado para isso). Tudo o que Woods faz é apresentar algumas recomendações não convencionais, inclusive deixar pessoas que atinjam a idade de 65 anos fora da Previdência Social, cortando tudo no orçamento federal de alto a baixo no maior percentual possível, permitindo alternativas ao dólar, invalidação ou rejeição pelos estados de leis federais inconstitucionais, e o poder do júri de decidir ontra elas. O que deve estar presente, entanto, é que as conclusões do autor acerca do governo e suas recomendações para redução de seu poder e eliminação de sua influência ficam abundantemente claras a partir dos seis capítulos anteriores. Todavia, acredito que algumas páginas de recapitulação teriam sido benéficas para o capítulo de conclusão.
This is not a book just for conservatives who oppose Obamacare and the liberal Democratic agenda while accepting most elements of the welfare state themselves. Libertarians, and conservatives who diverge from the mainstream, need this book as well for the intellectual ammunition it provides. Don’t let the publisher’s title fool you. Tom Woods has not written a book just about cutting the budget, eliminating failed government programs, rolling back big government, and limiting federal power. Rollback is a serious, passionate, and reasoned manifesto on eliminating the role of the federal government not only from the economy and society, but from our minds as well.
Não é um livro apenas para conservadores que se opõem ao Obamassaúde e à agenda liberal Democrática mas aceitam, ao mesmo tempo, a maior parte dos elementos do estado assistencialista. Libertários e conservadores que divergem da corrente majoritária precisam igualmente desse livro por causa da munição intelectual que ele oferece. Não deixe que o título do publicador engane você. Tom Woods não escreveu um livro apenas acerca de fazer cortes no orçamento, eliminar programas fracassados do governo, fazer retroceder o governo hipertrofiado e limitar o poder federal. Reversão é um manifesto sério, apaixonado e raciocinado acerca de eliminar o papel do governo federal não apenas da economia e da sociedade, mas também de nossas mentes.
Laurence M. Vance is a free-lance writer in central Florida. He is the author of The Revolution That Wasn’t. Visit his website: www.vancepublications.com. Send him email.
Laurence M. Vance é escritor autônomo da Flórida central. É autor de A Revolução Que Não Foi. Visite o website dele: www.vancepublications.com. Envie-lhe email.
This article originally appeared in the August 2011 edition of Freedom Daily. Subscribe to the print or email version of Freedom Daily.
Este artigo foi originalmente publicado na edição de agosto de 2011 de Freedom Daily. Assine a versão impressa ou por email de Freedom Daily.

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