Wednesday, December 7, 2011

C4SS - Cockroach Sam Brownback Scuttles Under Fridge


Building awareness of the market anarchist alternative
Na construção da consciência da alternativa anarquista de mercado
Cockroach Sam Brownback Scuttles Under Fridge
A Barata Sam Brownback Corre Para Debaixo da Geladeira
Kevin Carson contrasts a weasel politician to a brave high school student.
Kevin Carson contrasta um político viscoso com corajosa estudante do segundo grau.
Posted by Kevin Carson on Nov 29, 2011 in Commentary
Afixado por Kevin Carson em 29 de novembro de 2011 em Commentary
First it was Lt. John Pike of the UC Davis police, whose fast draw with the pepper spray relegated him to a lifetime of knowing everyone he interacts with secretly regards him as lower than a tapeworm in Satan’s colon. His nationally viewed thuggery, and subsequent transformation into a national icon of E-vill, was a wakeup call for the entire police culture — probably the first lesson to really sink in deep that things are different now.
Primeiro foi o Tenente John Pike da polícia da Universidade da Califórnia em Davis, cujo saque rápido do spray de pimenta relegou-o a uma vida inteira de saber que toda pessoa com quem interagir o verá secretamente como mais baixo do que uma solitária no cólon de Satã. Seu comportamento truculento, nacionalmente visto, e subsequente transformação em ícone nacional do mal eletronicamente divulgado foi uma advertência para toda a cultura da polícia — provavelmente a primeira lição a penetrar fundo mostrando que as coisas agora são diferentes.
Now it’s Kansas Governor Sam Brownback. His little walk of shame began when Emma Sullivan, a Kansas City high school senior, tweeted disparaging remarks about him during his appearance at the Youth in Government program. Brownback’s communications director, Sherienne Jones-Sontag, found the tweet in a vanity search for Brownback’s name, and whined to the folks at Youth in Government. Youth in Government, in turn, whined to the principal of Emma’s high school.
Agora é o Governador do Kansas Sam Brownback. Sua pequena marcha da vergonha começou quando Emma Sullivan, estudante do último ano do colegial, tuitou observações depreciativas a respeito do comparecimento dele ao programa Juventude no Governo. A diretora de comunicações de Brownback, Sherienne Jones-Sontag, descobriu o tuíte numa pesquisa na Internet colocando o nome de Brownback, e foi choramingar para as pessoas do Juventude no Governo. O Juventude no Governo, por sua vez, foi choramingar para a diretora do colégio de Emma.
Her principal, like bureaucrats everywhere allergic to controversy — especially when it offends the people who control their funding — went ballistic. After chewing her out, he ordered Emma to write a letter of apology. He even provided talking points.
A diretora dela, alérgica a controvérsias, como os burocratas em toda parte — especialmente quando atinjam pessoas que controlam seus financiamentos — ficou possessa. Depois de passar-lhe um pito, determinou que Emma escrevesse uma carta de desculpas. Inclusive discriminou os pontos a serem abordados.
Even if the story stopped right here, this would be a perfect illustration of the narcissism and sense of entitlement of people in authority. Here’s a guy in a powerful office, surrounded by bootlicking sycophants and yes men who themselves wield enormous power, who makes more money than God. And when a high school girl taunts him, he goes running in tears to sob his little heart out about it — like a little Sunday School girl in Mary Janes who’d just seen some hobo expose his private parts at the park. Oh, you poor, poor man!
Mesmo que a história terminasse aqui, essa seria perfeita ilustração do narcisismo e senso de direito de posse das pessoas em posição de autoridade. Eis aí um sujeito em cargo de poder, cercado de bajuladores lambebotas e vacas de presépio eles próprios com enorme poder, que ganha mais dinheiro do que Deus. E quando uma colegial escarnece dele, ele corre em lágrimas soluçando convulsivamente por causa disso — como uma menininha da escola dominical calçando sapatinhos com alças que acaba de ver algum vagabundo expor suas partes privadas no parque. Oh, pobre, pobre homem!
In the old days, it would have stopped there. Nobody but Emma and her immediate circle would have known, and she’d probably have wound up writing the letter.
Antigamente, a coisa teria acabado aqui. Só Emma e seu círculo imediato teriam sabido, e ela provavelmente teria acabado escrevendo a carta.
But it didn’t stop there. Her story hit the blogs, wire services and news aggregators like a tsunami, and her Twitter account went from thirty to (as I write) 14,220 followers. A couple of days ago, it was just 5,000. The story broke over the long Thanksgiving weekend before her apology was due. Encouraged by the explosion of public support, and with the proud backing of her mother, Emma refused to apologize. “I would do it again.” That’s the difference between a weasel politician and a brave young woman.
Mas não acabou. A história dela atingiu os blogs, distribuidores de súmulas e agregadores de notícias como um tsunami, e a conta dela no Twitter subiu de trinta para (enquanto escrevo) 14.220 seguidores. Há um par de dias, eram apenas 5.000. A história esparramou-se pelo longo fim de semana de Ação de Graças antes do pedido de desculpas dela ter o prazo vencido. Estimulada pela explosão de apoio público, e com o altivo apoio da mãe, Emma recusou-se a pedir desculpas. “Eu o faria de novo.” Essa é a diferença entre um político viscoso e uma jovem corajosa.
Now Brownback, in the face of all the ridicule, is stumbling all over himself trying to walk it back. As is typical of his ilk, he reacted like a cockroach scuttling under the refrigerator when the kitchen light got turned on. But, weasel to the end, he’s apologizing — not for himself — but for “his staff,” who “overreacted.” Hoo, boy! I wouldn’t eat any food my staff brought me, if I were him. But if this is the way he normally treats people, he’s probably been unknowingly consuming bodily fluids for years.
Agora Brownback, diante de todo o ridículo, está tropeçando todo em si próprio tentando recuar. Como é típico dos de sua laia, reagiu como uma barata correndo para baixo da geladeira quando a luz da cozinha se acendeu. Mas viscoso até o fim, está pedindo desculpas — não por si próprio — mas por “sua equipe,” que “exagerou na reação.” Que maçada! Eu não comeria nenhuma comida que minha equipe me trouxesse, se fosse ele. Se porém esse é o modo pelo qual ele normalmente trata as pessoas, provavelmente vem, sem saber, consumindo fluidos corporais há anos.
The Little Eichmanns in the local school district, no doubt resting securely in the belief they’d uneventfully moved l’Affaire Sullivan from in-box to out-box and kept the machinery of state in smooth operation, got a nasty surprise. And like bureaucrats everywhere, they launched into full damage control mode. Here’s their official statement:
Os Pequenos Eichmanns do distrito escolar local, sem dúvida descansando seguramente na crença de terem pachorrentamente movido o Affaire Sullivan da caixa de entrada para a caixa de saída e mantido a máquina do estado funcionando azeitadamente, tiveram péssima surpresa. E como os burocratas de toda parte, entraram em modo pleno de controle de danos. Eis aqui a declaração oficial deles:
“The district has not censored Miss Sullivan nor infringed upon her freedom of speech. She is not required to write a letter of apology to the governor.”
“O distrito não censurou a Srta. Sullivan nem infringiu sua liberdade de expressão. Não é exigido dela que escreva carta de desculpas ao governador.”
Um, you mean now that you got caught, right?
Ah, vocês querem dizer que foram pegos com a mão na cuia, certo?
Jones-Sontag, in subsequent comments to the KC Daily Star, said this was a “teachable moment” for students about use of social media. It was important, she said, for students to learn “the power of social media,” because the stuff stays out there forever.
Jones-Sontag, em comentários subsequentes para o Daily Star de Kansas City disse que aquele era um “momento de aprendizado” para os estudantes acerca do uso da mídia social. Era importante, disse ela, os estudantes aprenderem “o poder da mídia social,” porque a coisa continua lá para sempre.
It was a teachable moment, all right, but not the kind she thinks. For students, it was a teachable moment that conveyed the direct opposite of the lesson Human Resources Processing Factories have been trying to impart all these years: They learned “the power of social media” to expose wickedness in high places. They learned that such exposure is a big freaking club they can pick up and beat powerful institutions over the head with, to even things up a bit.  And the fact that social media “is lasting … on the Internet” was more a lesson for public officials than for students: We’re watching you, and there’s no place to hide.
Certo, foi um momento de aprendizado, mas não do tipo que ela pensa. Para os estudantes, foi um momento de aprendizado que ensinou exatamente o oposto do que as Fábricas de Processamento de Recursos Humanos têm tentado ensinar todos esses anos: Eles aprenderam “o poder da mídia social” de expor perversidades dos altos níveis. Aprenderam que tal exposição é uma danada de uma grande clava que eles podem pegar para bater no alto da cabeça de poderosas instituições, para igualar um pouquinho as coisas. E o fato de que a mídia social “é duradoura … na Internet” foi mais uma lição para as autoridades públicas do que para os estudantes: Estamos de olho em vocês, e não há onde se esconder.
C4SS Research Associate Kevin Carson is a contemporary mutualist author and individualist anarchist whose written work includes Studies in Mutualist Political Economy, Organization Theory: An Individualist Anarchist Perspective, and The Homebrew Industrial Revolution: A Low-Overhead Manifesto, all of which are freely available online. Carson has also written for such print publications as The Freeman: Ideas on Liberty and a variety of internet-based journals and blogs, including Just Things, The Art of the Possible, the P2P Foundation and his own Mutualist Blog.
O Associado de Pesquisa do C4SS Kevin Carson é autor contemporâneo mutualista e anarquista individualista cuja obra escrita inclui Estudos em Economia Política Mutualista, Teoria da Organização: Perspectiva Anarquista Individualista, e A Revolução Industrial Gestada em Casa: Manifesto de Baixo Overhead, todos disponíveis grátis online. Carson também tem escrito para publicações impressas tais como O Homem Livre: Ideias acerca de Liberdade e diversos periódicos e blogs baseados na internet, inclusive Just Things, The Art of the Possible, the P2P Foundation e seu próprio Blog Mutualista.

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