Wednesday, October 19, 2011

FFF - Politicians in a Panic

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Politicians in a Panic
Políticos em Pânico
by Sheldon Richman
por Sheldon Richman
August 12, 2011
12 de agosto de 2011
You can almost see the panic on their faces. The politicians, central bankers, and court economists seem to be thrashing around like bad swimmers caught in a riptide. Despite all attempts — stimulus spending, increased borrowing, the Fed Reserve’s low-interest-rate policy, presidential jaw-boning — the economy refuses to recover. Unemployment remains over 9 percent, investment is stagnant, and even the previous paltry growth is fading. People increasingly see the government as impotent.
A gente quase que pode ver o pânico no rosto deles. Os políticos, banqueiros centrais e economistas da corte parecem estar-se debatendo como maus nadadores apanhados pela correnteza. A despeito de todas as tentativas — gastos a título de estímulo, aumento de tomada de empréstimos, a política de juros baixos da Reserva Federal, apelos públicos do presidente — a economia recusa-se a recuperar-se. O desemprego continua acima de 9 por cento, o investimento está estagnado, e até o desprezível crescimento anterior está-se esvaecendo. As pessoas veem, cada vez mais, o governo como impotente.
If it weren’t for the innocent victims, this would be satisfyingly entertaining. After all, these are the reputed best and brightest, who assured us they know how to fix and run an economy. Now they are at wits’ end, and they’re running out of time. The election is next year.
Não fora pelas vítimas inocentes, isso seria extremamente divertido. Afinal, esses são os reputados como melhores e mais brilhantes, que nos asseguraram saber como consertar e gerir a economia. Agora estão desarvorados, e com o tempo encurtando. A eleição é no ano que vem.
Had they heeded those who said no government can run an economy but it can run one into the ground if it tries, neither they nor we would be in this mess.
Houvessem eles dado ouvidos àqueles que disseram que nenhum governo consegue gerir uma economia mas consegue afundá-la se tentar fazê-lo, nem eles nem nós estaríamos nessa entaladela.
Of course the policy elite try to maintain a façade of confidence. If government stimulus spending hasn’t worked, the “experts” say, it’s only because government hasn’t spent enough. If you believe that, you’ll believe anything. The government already owes about as much as the economy can produce in a year.
Obviamente a elite de formulação de políticas tenta manter uma fachada de confiança. Se os gastos do governo a título de estímulo não funcionaram, dizem os “especialistas”, isso só se deu por o governo não ter gasto o bastante. Se você acredita nisso, acredita em qualquer coisa. O governo já deve perto de tudo o que a economia consegue produzir num ano.
Political-economic faith resists evidence. There’s always a reason — other than government itself — for its policy failures. Those of us who believe that markets (when allowed to work) are morally and economically superior to bureaucracies are called “market fundamentalists.” It is true that when markets seem to fail, we point to the government intervention responsible. If that is market fundamentalism, what should we call those who believe government never fails and prescribe more government whenever it appears to do so?
A fé política-econômica resiste à evidência. Sempre existe uma razão — outra que o governo ele próprio — pelos fracassos das políticas dele. Aqueles de nós que acreditam que os mercados (quando se lhes seja permitido funcionar) são moral e economicamente superiores às burocracias somos chamados de “fundamentalistas de mercado.” É verdade que quando os mercados parecem fracassar nós apontamos para a intervenção do governo como responsável. Se isso é fundamentalismo de mercado, do que devemos chamar aqueles que acreditam que o governo nunca falha e prescrevem mais governo sempre que ele parece falhar?
President Obama’s most ardent government-fundamentalist supporters say that focusing on the deficit and debt is a mistake. The only thing the president should be thinking about, they say, is jobs. That means more government spending, along with a few tweaks of the tax code. Debt and deficit be damned.
Os mais ardorosos dos fundamentalistas do governo do Presidente Obama dizem que focalizar o déficit e a dívida é um equívoco. A única coisa em que o presidente deveria estar pensando, dizem eles, é em empregos. Isso significa mais gastos governamentais, juntamente com alguns ajustes no código tributário. A dívida e o déficit que se danem.
But haven’t our overlords already done that, with nothing good to show for it? The ruling elite don’t appreciate such skepticism. Leave them alone. They’ll get it right next time. They promise.
No entanto, nossos senhores supremos já não fizeram isso, sem nenhum resultado positivo para exibir? A elite dominante não aprecia esse tipo de ceticismo. Deixe-na em paz. Ela fará certo da próxima vez. Ela promete.
Despite what Obama, Fed Chairman Ben Bernanke, and the rest of the ruling elite say, their policies are the poison not the antidote. Monetary, financial, and housing policies created an unsustainable boom and set the stage for the bust we continue to suffer. Since the bust, the Bush-Obama policies have worked against the emergence of a vibrant economy. Instead of getting out of the way and permitting the liquidation of policy-induced bad investments, government has piled intervention on intervention in a foolhardy attempt to recreate the pre-bust world. That is idiocy: The boom was a politically generated series of economic distortions. Restoring that situation makes no sense. Rather, the mistakes must be revealed through market revaluation of assets, insolvent firms must be allowed to fail, and we all must adjust to reality. Then the economy will grow. To date, the government’s policies have been aimed at denying reality. No wonder they have failed.
A despeito do que Obama, o Chairman do Fed Ben Bernanke e o resto da elite dominante dizem, as políticas deles são o veneno, não o antídoto. Políticas monetárias, financeiras e habitacionais criaram uma explosão insustentável e prepararam o terreno para a depressão que continuamos a sofrer. Desde a depressão, as políticas Bush-Obama vêm trabalhando contra a emergência de uma economia vibrante. Em vez de sair do caminho e permitir a liquidação dos maus investimentos induzidos pelas políticas, o governo empilhou intervenção sobre intervenção numa tentativa desatinada de recriar o mundo pré-depressão. Isso é estupidez: A explosão foi uma série politicamente gerada de distorções econômicas. Não faz sentido restaurar aquela situação. Antes, os equívocos têm de ser revelados por meio de reavaliação de mercado dos haveres, é preciso deixar as firmas insolventes quebrar, e temos todos de ajustar-nos à realidade. Então a economia crescerá. Até agora as políticas do governo têm estado assestadas para negar a realidade. Não é de admirar que tenham fracassado.
“What should be done?” is the wrong question. The right question is: What should be undone? The answer is: Lots of things. A good start would be for the government to stop sucking scarce resources out of the private economy. Every penny government spends — whether taxed or borrowed — is a penny taken from potential private investment. Government spending — particularly welfare and warfare — must be zeroed out and its borrowing must stop. That should be accompanied by an end to all subsidies, privileges, and barriers to competitive entry. The tax code, which aims to manipulate our economic activities as well as raise money, must be repealed.
“O que deverá ser feito?” é a pergunta errada. A pergunta certa é: O que deverá ser desfeito? A resposta é: Muita coisa. Bom começo seria o governo parar de sugar recursos escassos da economia privada. Todo centavo que o governo gasta — seja oriundo de tributos ou tomado emprestado — é um centavo tomado, em potencial, do investimento privado. Os gastos do governo — particularmente em assistencialismo e em guerra — têm de ser eliminados e a tomada de empréstimos pelo governo tem de cessar. Isso deveria ser acompanhado pelo fim de todos os subsídios, privilégios e barreiras à entrada competitiva no mercado. O código tributário, que visa a manipular nossas atividades econômicas, bem como a levantar dinheiro, precisa ser revogado.
But, the policy elite say, if no one is investing their money now, why would they invest if they could keep more? Investors are afraid to move because of uncertainty about what government will do next. The policy unknowns — sources of which include rules yet to be written for Obamacare and Dodd-Frank — make waiting on the sidelines the smart bet. Credibly ending the threat of government intervention would do wonders for the economy.
No entanto, diz a elite das políticas, se ninguém está investindo dinheiro agora, por que investiria caso pudesse manter mais dinheiro consigo próprio? Os investidores temem movimentar-se por causa da incerteza acerca do que o governo fará em seguida. Os aspectos desconhecidos das políticas — fontes dos quais incluem regras ainda por ser escritas para Obamacare e Dodd-Frank — mantêm os apostadores inteligentes à margem. Acabar, de maneira crível, com a ameaça de intervenção pelo governo faria prodígios na economia.
Sheldon Richman is senior fellow at The Future of Freedom Foundation, author of Tethered Citizens: Time to Repeal the Welfare State, and editor of The Freeman magazine. Visit his blog “Free Association” at www.sheldonrichman.com. Send him email.
Sheldon Richman é integrante de alto nível de A Fundação Futuro de Liberdade, autor de Cidadãos no Cabresto: Hora de Repudiar o Estado Assistencialista e editor da revista  O Homem Livre. Visite o blog dele, “Livre Associação,” em www.sheldonrichman.com. Envie-lhe email.

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