Saturday, October 15, 2011

FFF - Commentaries - An Amy Winehouse Government

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THE FUTURE OF FREEDOM FOUNDATION - FFF
A FUNDAÇÃO FUTURO DE LIBERDADE - FFF
COMMENTARIES
COMENTÁRIOS
An Amy Winehouse Government
Governo Amy Winehouse
by Ralph R. Reiland, August 3, 2011
por Ralph R. Reiland, 3 de agosto de 2011
It feels like we’re dealing with an Amy Winehouse form of governing.
Dá a impressão de estarmos lidando com uma forma Amy Winehouse de governo.
“These overdoses happen because these guys drink 20 beers and then reach for their heroin,” a friend of mine said after the late star’s recent death, at 27. “You can’t think straight once you’re totally blitzed.”
“Essas overdoses acontecem porque essa gente bebe 20 cervejas e em seguida estende as mãos em busca de heroína,” disse um amigo depois da recente morte da falecida estrela, com 27 anos. “Não é possível pensar claramente quando se está completamente bêbado.”
It seems the same with our politicians, overdosed on their own importance. Their non-straight thinking and out of control spending has already put us $14.3 trillion in the hole at the federal level, not counting the tens of trillions in unfunded entitlement liabilities, and they’re still racking up $4 billion per day in new red ink.
Parece ocorrer o mesmo com nossos políticos, com overdose da própria importância. O pensamento confuso deles, e seus gastos fora de controle, já criaram $14,3 triliões de dívida no nível federal, não contando as dezenas de triliões em obrigações para pagamentos de direitos adquiridos, e eles estão ainda acrescentando $4 biliões por dia de novo vermelho.
Even with the deal in Congress to supposedly cut $2 trillion or $3 trillion in federal spending over the next 10 years, the national debt would still firmly be on a trajectory to increase by another $8 trillion to $10 trillion over the coming decade.
Mesmo com o acordo no Congresso para pretenso corte de $2 triliões ou $3 triliões em gastos federais ao longo dos próximos 10 anos, a dívida nacional ainda continuará firmemente numa trajetória de aumento de mais $8 triliões a $10 triliões no decorrer da próxima década.
Part of the problem in all this is that eighth graders can’t vote. The self-absorbed politicians, always fixated on their re-election, know it’s safer to play Santa Claus than Scrooge, and so we get more and more “free” goodies from the government and the re-elected politicians just keep passing the bill onto our children and grandchildren.
Parte do problema em tudo isso é que os alunos do oitavo ano não podem votar. Os autoabsortos políticos, sempre fixados em sua reeleição, sabem ser mais seguro bancar Papai Noel do que O Avarento, e pois ganhamos cada vez mais guloseimas “grátis” do governo e os políticos reeleitos simplesmente continuam a repassar a conta para nossos filhos e netos.
Per person, the national debt now comes to nearly $50,000 for every man, woman and child in America -- $200,000 for each family of four.
Por pessoa, a dívida nacional agora monta quase $50.000 dólares para todo homem, toda mulher e toda criança nos Estados Unidos -- $200.000 dólares para cada família de quatro pessoas.
But not everyone’s going to pay. No kid is going to pick up the tab from the sales at his lemonade stand, about 50 percent of households don’t pay any federal income taxes, 20 percent of working-age American males between the ages of 25 and 54 are not working (and layoffs are increasing), so it’s clear that the $50,000 debt burden per capita is going to be far from equally distributed.
Nem todo mundo, porém, pagará. A conta não será paga por nenhuma criança dessas que tem um estande de venda de limonada; cerca de 50 por cento das famílias não pagam qualquer imposto de renda federal, 20 por cento dos estadunidenses do sexo masculino em idade de trabalhar entre 25 e 54 anos de idade não estão trabalhando (e as demissões estão aumentando), portanto fica claro que o ônus da dívida de $50.000 dólares per capita estará longe de ser igualitariamente distribuído.
“The national debt per taxpayer calculates to $128,000,” reports Roy Filly at The Rugged Individualist.
“A dívida nacional por contribuinte monta  $128.000 dólares,” relata Roy Filly em O Individualista Empedernido.
But everyone shouldn’t pay, according to President Obama’s “I think when you spread the wealth around, it’s good for everybody” redistributionist philosophy and leveling goals.
Mas nem todo mundo deveria pagar, de acordo com a filosofia redistribucionista e as metas aplainadoras do “Acredito que quando se distribui a riqueza, isso é bom para todo mundo” do Presidente Obama.
“According to our President, the ‘rich’ are the top 5 percent of earners,” writes Filly. “If we divide the national debt among the top 5 percent of earners, then each of them owes $2,539,068. Importantly, the top 5 percent of earners range in earnings from something a bit more than $150,000 (which, by the way, is household income, not individual income) on up.”
“De acordo com nosso Presidente, os ‘ricos’ constituem os 5 por cento maiores auferidores de renda,” escreve Filly. “Se dividirmos a dívida nacional entre os 5 por cento maiores auferidores de renda, cada um deles então deve $2.539.068 dólares. Importante notar, os 5 por cento maiores auferidores têm ganhos a partir de algo pouco superior a $150.000 dólares(*) (que, aliás, é renda familiar, não individual) e daí para cima.”

(*) Notemos que, nos Estados Unidos, fala-se sempre de ganhos anuais e, portanto, 'ricos' são os que ganham a partir de $150.000 dólares por ano, ou $12.500 dólares por mês.
Obama doesn’t adjust his definition of the “rich” for the different cost of living in different locations. A two-income couple living in Manhattan with total annual earnings of $150,000 aren’t likely to see themselves as living high.
Obama não ajusta sua definição de “rico” para o diferente custo de vida em diferentes locais. Um casal com os dois trabalhando que more em Manhattan com ganhos totais anuais de $150.000 dólares provavelmente não se considerará ganhando muito.
So let’s change the target to the real super-rich to pay off the debt, the guys Obama likes to portray as joy riding around in their corporate jets. “Honey, let’s gas up the Gulfstream and shoot over to Dairy Queen for some chocolate-vanilla twisties.”
Assim, mudemos o alvo para os realmente superricos para que eles paguem a dívida, os sujeitos que Obama gosta de retratar como usando seus jatos corporativos para viagens de prazer. “Querida, vamos encher o tanque de nosso moderníssimo jato de negócios Gulfstream e mandar-nos para o Rainha dos Laticínios para tomar dois sorvetes encaracolados de chocolate-baunilha.”
The “fair share” of the current national debt for these targeted super-rich? “The extremely affluent – those making more than $1,500,000 per year – would each owe $96,230,700, or every penny they make for the next 64 years,” writes Filly.
A “parcela justa” da atual dívida nacional para esses superricos visados? “Os extremamente ricos – aqueles que ganham mais de $1.500.000 dólares por ano – deverão, cada um, $96.230.700 dólares, ou cada centavo que ganharão nos próximos 64 anos,” escreve Filly.
Add the nearly $100 trillion in unfunded liabilities to the $14.3 trillion national debt and it’s clear that we’d have to wipe out the entire upper class in order to make even a small dent in the red ink.
Acrescentem os quase $100 triliões de dólares em obrigações a serem pagas para as quais não há fundos disponíveis aos $14,3 triliões da dívida nacional e ficará claro que teremos de varrer a classe mais abonada inteira para fazermos mesmo pequena redução no vermelho.
In an earlier era, pursuing his egalitarian utopia with vigor, Stalin slaughtered millions of kulaks, Russia’s “rich” peasants, identified as those whose ramshackle shacks had two windows instead of one.
Em tempos mais antigos, perseguindo com vigor sua utopia igualitária, Stalin chacinou milhões de kulaks, os camponeses “ricos” da Rússia, identificados como aqueles cujos casebres decrépitos tinham duas janelas em vez de uma.
Ralph R. Reiland is an associate professor of economics and the B. Kenneth Simon Professor of Free Enterprise at Robert Morris University in Pittsburgh.
Ralph R. Reiland é professor associado de economia e é o Professor B. Kenneth Simon de Livre Empresa na Universidade Robert Morris em Pittsburgh.


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