Wednesday, December 21, 2011

C4SS - Thugs of the Organized Criminal Class

Building awareness of the market anarchist alternative
Na construção da consciência da alternativa anarquista de mercado
Thugs of the Organized Criminal Class
Capangas da Classe Criminosa Organizada
Posted by David S. D'Amato on Sep 27, 2011 in Commentary  
Afixado por David S. D'Amato em 27 de setembro de 2011 em Commentary
The fact that “we live in a post-9/11 world” has become a convenient refrain for law enforcement over the past decade — and one that can apparently be called upon to justify limitless growth of the American police state.
O fato de “vivermos num mundo posterior ao 11/9” tornou-se refrão conveniente para repressão legal ao longo da década passada — a qual aparentemente pode ser invocada para justificar aumento ilimitado do estado policial estadunidense.
This week, reporting on the protests still underway on Wall Street, the New York Times’ Joseph Goldstein noted that the “police’s actions suggested the flip side of a force trained to fight terrorism.” That’s because the NYPD have dealt with demonstrators with all of the characteristic brutality that we’ve come to expect from our cities’ militarized patrols.
Esta semana, noticiando os protestos ainda em andamento contra Wall Street, Joseph Goldstein, do New York Times, observou que as “ações da polícia sugerem o outro lado de uma força treinada para combater terrorismo.” Isso porque o Departamento de Polícia de New York - NYPD vem lidando com os manifestantes com toda a brutalidade característica que nos acostumamos a esperar das patrulhas militarizadas de nossas cidades.
A quick search in YouTube is enough to reveal the kinds of excessive, violent tactics that the police have employed, arresting many protestors without cause under the thin pretense of “disorderly conduct.” The story reminds us that today police departments are more often a greater threat to peaceful society than the criminals they ostensibly protect us from.
Rápida pesquisa no YouTube é bastante para revelar os tipos de táticas excessivas e violentas que a polícia empregou, detendo muitos manifestantes sem causa sob a desculpa esfarrapada de “conduta desordeira.” A reportagem nos relembra que os departamentos de polícia de hoje em dia são mais amiúde maior ameaça a uma sociedade pacífica do que os criminosos dos quais pretensamente nos protegem.
John Locke said that “men enter into society,” instituting a state, in order that they might preserve their property and protect their person, and — in so saying — gave us a romanticized idea of government. The laws of the state were, he maintained, to be as “guards and fences” around “the properties of all the society, to limit the power and moderate the dominion of every part and member of society.”
John Locke disse que “os homens ingressam na sociedade,” instituindo um estado, a fim de poderem preservar sua propriedade e proteger suas pessoas e — ao dizê-lo — deu-nos uma ideia romanceada de governo. As leis dos estado eram, defendia ele, para ser como “guardas e cercas” ao redor das “propriedades de toda a sociedade, para limitarem o poder e moderarem o domínio de toda parte e membro da sociedade.”
Protecting the weak against the strong, setting all individuals on equal footing before the law, Locke’s state is the paradigmatic “night watchman,” a benign protector with blind lady justice as his aid. This is the account of the state as a servant of community and civilization, as a garrison against the cruel barbarity that peers menacingly at us from a not-so-distant past.
Protegendo os fracos contra os fortes, situando todos os indivíduos em condição de igualdade perante a lei, o estado de Locke é o paradigmático “vigia noturno,” protetor benigno tendo como auxiliar a cega senhora justiça. Essa é a descrição do estado como servo da comunidade e da civilização, como guarnição contra o cruel estado de barbárie que nos espreita ameaçadoramente a partir de um passado não tão distante.
But for all of the traditions and the intellectual ramparts built up around it, this picture of the state is far and away more utopian than even the most optimistic projections of the typical anarchist (if indeed such a person can be said to exist).
Contudo, apesar de todas as tradições e baluartes intelectuais construídos em torno dela, essa visão do estado é de longe mais utópica do que mesmo as mais otimistas representações do anarquista típico (se em verdade se possa dizer que tal pessoa exista).
The state’s apologists assume without reservation that an institution with a monopoly on legal violence, always administered in practice by a tiny elite, will use that monopoly only for the defense of liberty and justice. These are the same people who give credence to the idea that the police really are just there “to serve and protect.”
Os apologistas do estado assumem, sem reservas, que uma instituição com o monopólio da violência legal, sempre administrada, na prática, por uma minúscula elite, usará esse monopólio apenas para a defesa da liberdade e da justiça. Essas são as mesmas pessoas que acreditam na ideia de que a polícia existe simplesmente “para servir e proteger.”
With little or no incentive to brandish the power of the state for any use but their own enrichment, the ruling class is nonetheless regarded as having none but the best intentions. Whereas, in all other matters, our every instinct would alert us that no one could be trusted with such power, we have come to look upon certain spheres of human life as specially the province of the state.
Com pouco ou nenhum incentivo para brandir o poder do estado para qualquer uso exceto seu próprio enriquecimento, a classe dominante é nada obstante vista como só tendo as melhores intenções. Enquanto, em todos os outros assuntos, todos os nossos instintos nos alertam de que a ninguém deveria ser confiado tal poder, acostumamo-nos a ver certas esferas da vida humana como território típico do estado.
Among those important roles is that of protecting us from one another, presumably something that can only be accomplished through a territorial monopoly. But why allow such a presumption to go unchallenged?
Entre esses importantes papéis está aquele de proteger-nos uns dos outros, presumivelmente algo que só pode ser conseguido por meio de um monopólio territorial. Por que, contudo, permitir que tal presunção siga sem ser questionada?
In an age when the total state impacts virtually every facet of social and economic life, few care to remember that the modern notion of the sovereign state is relatively new on the scene. The institutions of the Late Medieval free cities, for example, whose borders were often ill-defined and their reach limited, essentially competed for the loyalty of locally-oriented populations.
Numa época em que o estado total tem impacto sobre praticamente todas as facetas da vida social e econômica, poucos se dão ao trabalho de lembrar que a noção moderna de estado soberano é relativamente nova no cenário. As instituições das cidades livres da Baixa Idade Média, por exemplo, cujas fronteiras eram amiúde mal definidas e com abrangência limitada, basicamente competiam pela lealdade de populações voltadas para a esfera local.
During this time, everything from armies, to tribunals, to tax collectors was obliged essentially to compete, having its legitimacy and its primacy tested — and undermined — by others doing the same thing. And though it may not have been anything close to the stateless society we market anarchists envision, the period provides compelling testimony to the utter lack of a need for thuggish monopolies to provide these services.
Ao longo daquela época tudo, de exércitos a tribunais a coletores de impostos, era obrigado a essencialmente competir, tendo sua legitimidade e primazia testadas — e solapadas — por outros fazendo a mesma coisa. E embora possa ter-se tratado de nada próximo da sociedade sem estado que nós anarquistas de mercado visionamos, aquele período fornece testemunho instigante de completa desnecessidade de monopólios com índole de carrasco para proporcionar esses serviços.
Anarchy is not lawlessness, but statelessness; it asks not an end to the organization of law and defense, but a perfection of that organization and its removal from the hands of the criminal gangs that roam our streets today.
A anarquia não é falta de lei, e sim ausência de estado; ela pede fim não da organização da lei e da defesa, mas aperfeiçoamento dessa organização e a retirada dela das mãos das quadrilhas criminosas que hoje vagam por nossas ruas.
C4SS News Analyst David D'Amato is a market anarchist and a lawyer with an LL.M. in International Law and Business. His aversion to superstition and all permutations of political authority manifests itself at www.firsttruths.com.
O Analista de Notícias do C4SS David D'Amato é anarquista de mercado e advogado com LL.M. em Direito Internacional e Negócios. Sua aversão à superstição e a todas as formas assumidas pela autoridade política está presente em www.firsttruths.com.

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