Saturday, September 10, 2011

FFF - The Road to the Permanent Warfare State, Part 1

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FFF–FREEDOM DAILY
FFF–LIBERDADE CADA DIA
The Road to the Permanent Warfare State, Part 1
O Processo Rumo ao Estado de Guerra Permanente, Parte 1
by Gregory Bresiger
por Gregory Bresiger
Posted August 10, 2011
Afixado em 10 de agosto de 2011
Part 1 | Part 2
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In modern political society it is probably a fact that national leadership can heighten foreign crises to the point where war becomes almost inevitable and public approval, at least for a time, automatic. — Arthur A. Ekirch Jr. Ideas, Ideals, and American Diplomacy
Na sociedade política moderna é provavemente um fato que a liderança nacional pode exagerar crises externas até o ponto de a guerra tornar-se quase inevitável e a aprovação do público, pelo menos por algum tempo, automática. — Arthur A. Ekirch Jr. Ideias, Ideais e Diplomacia Estadunidense
War is Peace. — George Orwell, 1984
Guerra é Paz. — George Orwell, 1984
The U.S. government today is a contradiction. It presides over a nation supposedly at peace. Yet it is always preparing for war. It is a perpetual warfare state — a government under which liberty and property are less and less secure.
O governo dos Estados Unidos, nos dias de hoje, é uma contradição. Ele preside uma nação teoricamente em paz. Não obstante, está sempre se preparando para a guerra. É um estado de guerra perpétua — um governo sob o qual liberdade e propriedade são cada vez menos seguras.
It is one in which the average citizen must pay higher and higher taxes for the skyrocketing costs of a leviathan state that spends $671 billion a year on “defense” so that it can police the world. The citizen, in the supposed interest of safety, must yield more and more liberties. He must endure more intrusions owing to “national security.” That’s because the U.S. government’s imperial foreign policy of the past 65 years has made myriad enemies.
No qual o cidadão médio tem de pagar tributos cada vez mais altos a bem dos custos galopantes de um estado leviatã que despende $671 biliões de dólares por ano em “defesa” a fim de poder policiar o mundo. O cidadão, no suposto interesse da segurança, tem de abrir mão de cada vez mais formas de liberdade. Tem de aturar mais intromissões por causa da “segurança nacional.” Isso porque a política externa imperial do governo dos Estados Unidos nos últimos 65 anos fez uma miríade de inimigos.
But America didn’t always have a foreign policy of endless enemies, alliances, countless interventions, and endangered liberty. Indeed, there was a time when the United States shunned all military alliances. It had no huge military establishment.
Os Estados Unidos, porém, nem sempre tiveram uma política externa de infindáveis inimigos, alianças, incontáveis intervenções e liberdade ameaçada. Na verdade, houve uma época na qual os Estados Unidos evitavam todas as alianças militares. Não tinham uma enorme instituição militar.
To become a leviathan, the United States had to undergo a transformation. Much of that transformation happened during the presidency of Harry Truman, who succeeded Franklin Roosevelt in the spring of 1945 and was president until the winter of 1952-53. Under Truman, American policymakers rejected the noninterventionism and trade-oriented foreign policy that had characterized early America.
Para tornarem-se um leviatã os Estados Unidos tiveram de sofrer transformação. Grande parte dessa transformação aconteceu durante a presidência de Harry Truman, que sucedeu Franklin Roosevelt na primavera de 1945 e foi presidente até o inverno de 1952-53. No governo de Truman os formuladores estadunidenses de políticas rejeitaram o não-intervencionismo e a política externa orientada para o comércio que haviam caracterizado os Estados Unidos primitivos.
“The great rule of conduct for us, in regard to foreign nations, is in extending our commercial relations to have with them as little political connection as possible,” George Washington wrote in his Farewell Address. As a general practice, he recommended against alliances because the nation would be bogged down in quarrels and wars. “It is our true policy to steer clear of permanent alliances with any portion of the foreign world,” he wrote. He also counseled that the nation “observe good faith and justice towards all nations. Cultivate peace and harmony with all.”
“A grande regra de conduta para nós, no tocante a nações estrangeiras, consiste em expandir nossas relações comerciais a fim de manter com elas conexão política tão pequena quanto possível,” escreveu George Washington em seu Discurso de Despedida. Como prática geral, ele recomendou não serem feitas alianças, porque a nação se atolaria em desavenças e guerras. “É nossa verdadeira política manter-nos afastados de alianças permanentes com qualquer porção do mundo estrangeiro,” escreveu. Também aconselhou a nação a “observar boa fé e justiça em relação a todas as nações. Cultivar paz e harmonia em relação a todos.”
That pacific, no-alliance policy is today what mainstream media often scornfully call “isolationism.” Nevertheless, isolationism was the norm of American foreign policy for more than a century. It was a policy that was explained by Secretary of State John Quincy Adams, in 1821.
Essa política pacífica de não aliança é hoje aquilo que a mídia majoritária amiúde desdenhosamente chama de “isolacionismo.” Todavia, o isolacionismo foi a regra na política externa estadunidense por mais de um século. Foi uma política explicada pelo Secretário de Estado John Quincy Adams em 1821:
“[The United States] goes not abroad, in search of monsters to destroy,” he famously said. “She is the well-wisher to the freedom and independence of all. She is the champion and vindicator only of her own.” Adams also warned that if the nation ever veered from this noninterventionist standard, “she would involve herself beyond the power of extrication.… The fundamental maxims of her policy would insensibly change from liberty to force.”
“[Os Estados Unidos] não vão ao exterior em busca de monstros para destruir,” disse ele memoravelmente. “Eles são aquele que deseja liberdade e independência para todos. São o paladino e o protetor apenas de seus próprios filhos.” Adams também advertiu que se a nação algum dia se desviasse de seu padrão não-intervencionista, “envolver-se-á além do ponto em que tenha poder para desenredar-se.… As máximas fundamentais de sua política mudar-se-ão insensivelmente da liberdade para a força.”
An example of the isolationist policy that once characterized the United States was the Greek war for independence in the 1820s. Adams, like most Americans, wanted the Greeks to break away from the Ottoman Empire. Still, the U.S. government — unlike many Western governments — provided no military aid to the rebels. Americans sympathized with the struggle of people who wanted freedom, but believed that the role of the U.S. government was not to remake nations. It also wasn’t its place, Americans believed in the 19th century, to join alliances and become a part in the struggle for world power. That changed in the 20th century.
Um exemplo da política isolacionista que caracterizava os Estados Unidos no passado foi a guerra grega pela independência nos anos 1820. Adams, como a maioria dos estadunidenses, desejava que os gregos se desligassem do Império Otomano. Mesmo assim o governo dos Estados Unidos — diferentemente de muitos governos ocidentais — não proporcionou ajuda militar para os rebeldes. Os estadunidenses simpatizavam com a luta das pessoas que desejavam liberdade, mas acreditavam que o papel dos Estados Unidos não era o de refazer nações. Também não era seu lugar, acreditavam os estadunidenses do século 19, o de juntarem-se a alianças e tornarem-se parte da luta pelo poder mundial. Isso mudou no século 20.
Sen. Robert Taft was a conservative Republican who in the 1940s and 1950s tried to restore America’s noninterventionist tradition. He warned that the policy of alliances would “promote war instead of peace.” What should America’s foreign policy be in an era of turbulence, of war, and near wars? Taft, in his only book, A Foreign Policy for America, wrote that the United States should work on improving itself rather than going around the world trying to correct other nations: “The United States should set an example of living so well at home that all other nations will wonder, envy and decide to emulate us.”
O Senador Robert Taft era um Republicano conservador que, nos anos 1940 e 1950, tentou restaurar a tradição não-intervencionista dos Estados Unidos. Ele advertiu que a política de alianças “promoveria guerra em vez de paz.” Qual deveria ser a política externa dos Estados Unidos numa era de turbulência, de guerras, e de quase guerras? Taft, em seu único livro, Uma Política Externa para os Estados Unidos, escreveu que os Estados Unidos deveriam trabalhar para melhorarem-se a si próprios em vez de saírem pelo mundo tentando corrigir outras nações: “Os Estados Unidos deverão dar exemplo de viverem tão bem internamente que todas as outras nações fiquem curiosas, invejem-nos, e decidam imitar-nos.”
America’s traditional foreign policy
A política externa tradicional dos Estados Unidos
Isolationist supporters had spurned empires like those of Britain and France, along with their countless wars. There was another part of this isolationist tradition.
Partidários do isolacionismo haviam assumido uma atitude de desprezo por impérios tais como o de Grã -Bretanha e França, juntamente com suas incontáveis guerras. Havia outra parte dessa tradição isolacionista.
The hostility to empires included a suspicion of large standing armies. That was a libertarian idea. It was based, in part, on the experience of Britain in the English Civil War — which ended in a military dictatorship presided over by Oliver Cromwell — and the later Glorious Revolution of 1688. Standing armies, many Englishmen believed after the Glorious Revolution that drove out James II, inevitably led to domestic tyranny.
A hostilidade em relação a impérios incluía suspeita no tocante a grandes forças armadas permanentes. Essa era uma ideia libertária. Baseada, em parte, na experiência da Grã-Bretanha na Guerra Civil Inglesa — que terminou numa ditadura militar gerida por Oliver Cromwell — e a posterior Gloriosa Revolução de 1688. Exércitos permanentes, muitos ingleses acreditavam depois da Gloriosa Revolução que destronou Tiago II, inevitavelmente levavam a tirania internamente ao país.
That anti-militarist tradition, as transmitted to America through some of the great English philosophers, called for reduced military budgets once a war was over, in order to protect against undue military influence in society. Many of the Founding Fathers supported the anti-militarist tradition, as expressed in the 18th-century writings of John Trenchard and Thomas Gordon in The Independent Whig and Cato’s Letters.
Essa tradição antimilitarista, como transmitida aos Estados Unidos por meio de alguns dos grandes filósofos ingleses, demandava que, uma vez finda uma guerra, os orçamentos militares fossem reduzidos, a fim de não haver influência militar indevida na sociedade. Muitos dos Pais Fundadores apoiavam a tradição antimilitarista, como expressado nos escritos do século 18 de John Trenchard e Thomas Gordon em O Whig Independente e As Cartas de Catão.
Their writings charged that James II’s attachment to a big military had been dangerous. “King James II wanted no Army to help him to preserve the Constitution, nor to reconcile the People to their own Interest: But, as he intended to invade and destroy both, Corruption and a Standing Army could enable him to do it; and (thank God) even his Army failed him,” according to Cato’s Letters.
Os escritos deles denunciavam que o gosto de Tiago II por uma grande instituição militar havia sido perigoso. “O Rei Tiago II não queria nenhum Exército para ajudá-lo a preservar a Constituição, nem para harmonizar o Povo para o próprio Interesse dele: Como, porém, pretendia infringir e destruir ambos, Corrupção e Exércitos Permanentes poderiam ajudá-lo a fazê-lo; e (graças a Deus) até seu Exército faltou-lhe,” de acordo com as Cartas de Catão.
Trenchard’s and Gordon’s work, which appeared in colonial America, was very popular. Large standing armies, many Americans believed, were inimical to liberty and became one of the causes of the American Revolution. Anti-militarism was an important part of the heritage of liberty of the United States.
A obra de Trenchard e Gordon, que foi publicada nos Estados Unidos coloniais, era muito popular. Grandes exércitos permanenetes, muitos estadunidenses acreditavam, eram adversos à liberdade e tornaram-se uma das causas da Revolução Estadunidense. O antimilitarismo era parte importante do legado de liberdade dos Estados Unidos.
George III, American revolutionaries wrote in the Declaration of Independence, “kept among us, in times of peace, Standing Armies, without the consent of our legislatures. He has affected to render the Military independent of and superior to the Civil power.”
George III, escreveram revolucionários estadunidenses na Declaração de Independência, “manteve entre nós, em tempos de paz, Exércitos Permanentes, sem o consentimento de nossos legislativos. A ele tem aprazido tornar a Instituição Militar independente do e superior ao poder Civil.”
Those policies resulted in an anti-militarist sentiment in early America that developed into a tradition dominant for a century and that took another century to extinguish. Still, in the 19th century it was strong.
Essas políticas resultaram num sentimento antimilitarista nos Estados Unidos dos primeiros tempos, o qual se desenvolveu numa tradição dominante durante um século e que levou outro século para desaparecer. Ainda no século 19 era forte.
“Has not the experience of the past demonstrated,” warned Rep. William Baker of Kansas late in the 19th century, “that just as you increase the army and the navy of a country you deprive a people to that extent of their liberties?”
“Não terá a experiência do passado deixado claro,” advertia o Deputado William Baker do Kansas no final do século 19, “que na mesma medida em que são aumentados o exército e a marinha de um país o povo é privado de sua liberdade?”
Indeed, in his book The Civilian and the Military, Arthur A. Ekirch Jr., quotes Grant administration Interior Secretary Carl Schurz as saying Americans should be proud of not needing a large navy. “This is their distinguishing privilege and it is their true glory,” said Schurz, who had fled his native Germany in 1848 because of its militarism.
Com efeito, em seu livro Os Civis e os Militares, Arthur A. Ekirch Jr. cita o Secretário do Interior da administração Grant, Carl Schurz, como dizendo que os estadunidenses deveriam ter orgulho de não precisarem de uma grande marinha. “Este é o privilégio que os distingue, e sua verdadeira glória,” disse Schurz, que havia escapado de sua nativa Alemanha em 1848 por causa do militarismo naquele país.
America’s often misinterpreted isolationist tradition was also alive in the 20th century, although it was growing weaker. In the 1930s, Sen. William Borah said that in matters of trade the United States “has never” been isolationist. But “in all matters political, in all commitments of any nature ... we have been isolationist.”
A amiúde erroneamente interpretada tradição isolacionista dos Estados Unidos estava também viva no século 20, embora se estivesse tornando mais fraca. Nos anos 1930, o Senador William Borah disse que, em matéria de comércio, os Estados Unidos “nunca” haviam sido isolacionistas. Mas “em todos os assuntos políticos, em todos os compromissos de qualquer natureza ... sempre fomos isolacionistas.”
Weakening the tradition with war
O enfraquecimento da tradição por meio da guerra
The process of destroying America’s noninterventionist tradition began around the turn of the 20th century, with the tragic Spanish-American War of 1898. Like George W. Bush’s war on Iraq in the early part of the 21st century, the Spanish-American War was justified by extremely questionable evidence — in this case the role that Spain was thought to have played in the blowing up of the American battleship Maine, which had been sent to Havana on a “goodwill tour” during a time of heightened tensions between Spain and Cuba.
O processo de destruição da tradição não-intervencionista dos Estados Unidos começou em torno da virada do século 20, com a trágica Guerra Hispano-Estadunidense de 1898. Do mesmo modo que a guerra de George W. Bush contra o Iraque na primeira parte do século 21, a Guerra Hispano-Estadunidense foi justificada por meio de evidência extremamente questionável — no caso, o papel que se pensava a Espanha teria desempenhado no afundamento do couraçado estadunidense Maine, que havia sido mandado para Havana num “roteiro de boa vontade” numa época de crescente tensão entre Espanha e Cuba.
Just as there was never any evidence uncovered establishing that there were WMDs in Iraq, which President Bush had used to justify war on Iraq, so too no evidence was found linking the Spanish government to the explosion of the Maine. U.S. Navy Adm. Hyman Rickover affirmed that lack of evidence in his book El Maine y La Guerra de Cuba. He noted that, when the Maine exploded, Spanish sailors rushed to save Americans. A few weeks afterwards, when America had been stampeded into war, some of those Americans would be trying to kill their rescuers.
Do mesmo modo que nunca houve qualquer evidência desvelada estabelecendo terem existido armas de destruição em massa no Iraque, usadas pelo Presidente Bush para justificar guerra contra o Iraque, não foi encontrada evidência vinculadora do governo espanhol à explosão do Maine. O Almirante da Marinha dos Estados Unidos Hyman Rickover confirmou essa falta de evidência em seu livro El Maine y La Guerra de Cuba. Ele observou que, quando o Maine explodiu, marinheiros espanhóis correram para salvar estadunidenses. Poucas semanas depois, quando os Estados Unidos foram precipitados na guerra, alguns daqueles estadunidenses estariam tentando matar seus salvadores.
The isolationists were the Americans who opposed the Spanish-American War. They were the ones who formed the Anti-Imperialism League. They were also the Americans who opposed American entry into World War I.
Os isolacionistas foram os estadunidenses que se opuseram à Guerra Hispano-Estadunidense. Foram aqueles que formaram uma Liga Anti-Imperialismo. Foram também os estadunidenses que se opuseram à entrada dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial.
They were suspicious of secret agreements that Franklin Roosevelt made in the 1930s to bail out the British. They are also the ones we will meet in this article who objected to the militarization of American foreign policy. But, with each war and near war, the strength of isolationism declined.
Eles eram desconfiados acerca de acordos secretos que Franklin Roosevelt fez, nos anos 1930, para ajudar os britânicos. São também eles aqueles que encontraremos neste artigo fazendo objeções à militarização da política externa estadunidense. Todavia, com cada guerra e quase guerra, a força do isolacionismo declinou.
Truman triumphant
Truman triunfante
Finally, in the decade after World War II, the isolationist influence on American foreign policy was shunted to the margins of American life. That’s when America turned its back on what was left of its isolationism. The United States entered its first peacetime military alliance, NATO. The U.S. National Security Council in 1950 wrote a then- secret government paper, NSC-68, that justified a significant increase in military spending. Although declassified two decades later, there has been little public discussion about its significance and even today few people have ever heard of it. Americans also passively accepted the Truman Doctrine, a policy stating that the United States would support Greece and Turkey with economic and military aid to prevent them from failing under the control of the Soviet Union.
Finalmente, na década posterior à Segunda Guerra Mundial, a influência isolacionista sobre a política externa estadunidense foi empurrada para as margens da vida estadunidense. Foi então que os Estados Unidos deram as costas ao que restara de seu isolacionismo. Os Estados Unidos entraram em sua primeira aliança militar em tempo de paz, a OTAN. O Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, em 1950, escreveu um documento então secreto do governo, o NSC-68, o qual justificava significativo aumento dos gastos militares. Embora desclassificado duas décadas depois, tem havido pouca discussão pública acerca de sua importância e mesmo nos dias de hoje poucas pessoas sequer ouviram falar dele. Os estadunidenses também aceitaram passivamente a Doutrina Truman, segundo a qual os Estados Unidos proporcionariam a Grécia e Turquia ajuda militar permitindo a elas não cair sob o controle da União Soviética.
This time, owing to the Truman Doctrine, the United States became involved in a war in Greece. It intervened with the justification of fighting communism. Without a doubt, it was a major turning point in American history.
Dessa vez, por causa da Doutrina Truman, os Estados Unidos se envolveram numa guerra na Grécia. Intervieram com a justificativa de combater o comunismo. Sem qualquer dúvida, aquele foi um ponto de inflexão maior na história estadunidense.
We will explore in this series how, why, and when the transformation happened. It was roughly from the end of World War II in 1945 until about a decade later.
Nesta série examinaremos como, por que e quando aconteceu a transformação. Foi, aproximadamente, a partir do fim da Segunda Guerra Mundial em 1945 até cerca de uma década depois.
That’s when all of the major elements of an America as a national-security state were adopted: an imperial presidency that unilaterally made war, sometimes secretly; a huge military establishment; permanent military alliances; and a permanent spying organization, the CIA.
Foi nesse período que os principais elementos dos Estados Unidos como estado de segurança nacional foram adotados: uma presidência imperial que fez guerra unilateral e por vezes secretamente; uma enorme instituição militar; alianças militares permanentes; e uma organização permanente de espionagem, a CIA.
Part 1 | Part 2 [To be posted]
Parte 1 | Parte 2 [A ser afixada]
Gregory Bresiger is a business writer living in Kew Gardens, New York. Send him email.
Gregory Bresiger é escritor de negócios residente em Kew Gardens, New York. Envie-lhe email.
This article originally appeared in the May 2011 edition of Freedom Daily. Subscribe to the print or email version of Freedom Daily.
Este artigo foi publicado pela primeira vez na edição de maio de 2011 de Freedom DailyAssine a versão de Freedom Daily impressa ou por email.

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