Wednesday, January 4, 2012

FFF - The Shot that Killed Kennedy


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The Shot that Killed Kennedy
O Disparo que Matou Kennedy
by Jacob G. Hornberger
por Jacob G. Hornberger
August 3, 2011
3 de agosto de 2011
The Kennedy Assassination Series:
A Série Assassínio de Kennedy:
Last October I wrote an article entitled “The Kennedy Casket Conspiracy” in which I detailed the strange circumstances surrounding the delivery of President John F. Kennedy’s body to the morgue at Bethesda Naval Hospital after the fatal shooting in Dallas in November 1963. My article was based mostly on the evidence presented in Douglas P. Horne’s 2009 five-volume work on the assassination, Inside the Assassination Records Review Board: The U.S. Government’s Final Attempt to Reconcile the Conflicting Medical Evidence in the Assassination of JFK, which in turn was based on the 1981 bestselling book on the assassination, Best Evidence, by David Lifton.
Em outubro passado escrevi um artigo intitulado “A Conspiração do Esquife de Kennedy” no qual detalhei as estranhas circunstâncias que cercaram a entrega do corpo do Presidente John F. Kennedy ao necrotério   do Hospital Naval de Bethesda depois do disparo fatal em Dallas em novembro de 1963. Meu artigo baseou-se principalmente na evidência apresentada na obra, em cinco volumes, de Douglas   P. Horne, de 2009, acerca do assassínio, Dentro da Junta de Reexame dos Registros do Assassínio: A Tentativa Final do Governo dos Estados Unidos para Conciliar a Evidência Médica Conflitante no Assassínio de JFK, a qual, por sua vez,   baseou-se no livro acerca do assassínio mais vendido de 1981, A Melhor Evidência, de David Lifton.
My article detailed the evidence establishing that there were actually three different casket deliveries to the Bethesda morgue on the evening of November 22, 1963, with the earliest casket delivery — the one that high U.S. officials have long denied took place — occurring at 6:35 p.m., almost 1 hour and 45 minutes before the autopsy officially began at 8:15 p.m.
Meu artigo detalhou a evidência de em verdade terem ocorrido três entregas diferentes de esquifes ao necrotério de Bethesda na noite de 22 de novembro de 1963, tendo a primeira entrega de esquife — aquela que altas autoridades dos Estados Unidos vêm há muito tempo negando ter tido lugar — ocorrido às 18:35 horas, quase 1 hora e 45 minutos antes de a autópsia ter começado oficialmente às 20:15 horas.
The evidence, as documented in Lifton’s and Horne’s books, consisted of the statements of several enlisted military men who were charged with security at the morgue and with carrying the body into the morgue, as well as contemporaneous official reports that had been kept secret for decades, until   they were released in the 1990s pursuant to the new law, the JFK Records Act, that was enacted in the wake of Oliver Stone’s 1991 movie JFK.
A evidência, como documentada nos livros de Lifton e de Horne, consistiu nas declarações de diversos militares sem patente de oficial encarregados da segurança do necrotério e de carregar o corpo para dentro da morgue, bem como em relatórios oficiais da época mantidos em segredo por décadas, até serem liberados nos anos 1990 nos termos da nova lei, a Lei de Registros de JFK, aprovada na esteira do filme de 1991 de Oliver Stone, JFK.
As I stated in my article, the possibility that all the enlisted men and all the people who prepared the official reports entered into a conspiracy on the day of the assassination to concoct a fake and false story about the time and circumstances that the president’s body was delivered to the morgue is so preposterous as to be nonexistent.
Como declarei em meu artigo, a possibilidade de todos os soldados sem patente de oficial e todas as pessoas que prepararam os relatórios oficiais terem   conspirado no dia do assassínio para urdirem uma história fraudulenta e falsa acerca da hora e das circunstâncias em que entregue ao necrotério o corpo do presidente é absurda a ponto de ser inexistente.
Since my article was published, not a single person has written me alleging that I got any of the facts in the matter wrong or that the conclusions I drew from the facts were incorrect. A couple of people did call me a conspiracy theorist. Duh! The title of my article was “The Kennedy Casket Conspiracy.” Since the early, secret delivery of Kennedy’s body to the Bethesda morgue involved several people, the matter necessarily involved a conspiracy — by definition.
Desde a publicação de meu artigo nem uma só pessoa escreveu para mim alegando eu ter-me equivocado quanto a qualquer dos fatos apresentados ou deles ter tirado conclusões incorretas. Algumas pessoas chamaram-me de teórico da conspiração. É óbvio! O título de meu artigo era “A Conspiração do Esquife de Kennedy.” Visto a primeira entrega, secreta, do corpo de Kennedy à morgue de Bethesda ter envolvido diversas pessoas, o assunto necessariamente envolvia conspiração — por definição.
If you haven’t read my article “The Kennedy Casket Conspiracy,” I invite you to do so. It’s long, but necessarily so because it pulls together the overwhelming weight of evidence showing that government officials secretly and surreptitiously delivered President Kennedy’s body to the Bethesda morgue an hour and a half before the autopsy officially began.
Se vocês não leram ainda meu artigo “A Conspiração do Esquife de Kennedy,” convido-os a fazê-lo. É longo, mas necessariamente, porque amealha o esmagador peso da evidência a mostrar que autoridades do governo secreta e sub-repticiamente entregaram o corpo do Presidente Kennedy ao necrotério de Bethesda uma hora e meia antes de a autópsia começar oficialmente.
Now, you might say, “Jacob, all that is fine and good. But was there anything unusual about the autopsy itself that would make this information important?”
Vocês talvez digam: “Jacob, tudo isso está muito bem. No entanto, houve qualquer coisa inusitada, com relação à própria autópsia, que tornasse essa informação importante?”
Well, as a matter of fact, yes. In fact, there are many unusual aspects to the president’s autopsy, which was entirely controlled by the U.S. military.
Bem, na verdade, sim. De fato, há muitos aspectos inusitados no tocante à autópsia do presidente, que foi inteiramente controlada pela instituição militar dos Estados Unidos.
Let’s consider, for example, the head shot, the fatal wound that brought an end to the president’s life.
Consideremos, por exemplo, o tiro na cabeça, o ferimento fatal que pôs fim à vida do presidente.
Immediately after the assassination, the doctors and nurses at Parkland Hospital in Dallas, where the president was treated, made note of a hole in the back of Kennedy’s head that was approximately 2 or 3 inches in diameter. The hole was primarily in the lower part of the back of the head.
Imediatamente depois do assassínio, os médicos e enfermeiros do Hospital Parkland em Dallas, onde o presidente foi tratado, tomaram nota de um furo na parte de trás da cabeça de Kennedy com diâmetro aproximado de 2 ou 3 polegadas. O furo situava-se principalmente na região mais inferior da parte de trás da cabeça.
Is the size of such a hole significant? Yes, owing to the manner in which a bullet enters and exits a solid mass. When a bullet enters, say, a person’s head, it creates a very small hole, like the size of the bullet itself. But as it passes through the brain, it pushes mass in front of it and also begins to tumble. Thus, by the time it exits, it leaves a hole much larger than the entry hole.
É o tamanho de tal furo importante? Sim, por causa do modo pelo qual uma bala entra e sai de uma massa sólida. Quando uma bala entra, digamos, na cabeça de   uma pessoa, faz um furo muito pequeno, de tamanho próximo do da própria bala. Ao passar, porém, através do cérebro, empurra a massa situada à frente e, ademais, começa a cair. Assim, quando sai deixa um furo muito maior do que o de entrada.
Let’s review what the Dallas physicians stated about Kennedy’s head wound. According to Lifton (page 317),
Recapitulemos o que os médicos de Dallas disseram acerca do ferimento na cabeça de Kennedy. Conforme Lifton (página 317),
Indeed, six Dallas doctors testified the wound in the head was an exit wound; and a seventh, Dr. Kemp Clark, said it could be an exit wound but it was also possible the wound was “tangential”; Dr. Jones testified it “appeared to be an exit wound in the posterior portion of the skull”; Dr. Perry referred to it as “avulsive”; Dr. Jenkins, referring to the region as “exploded,” said, “I would interpret it as being a wound of exit”; and Dr. Akin said, “I assume that the right occipitoparietal [lower right rear of head] region was the exit.” [Text in brackets added.]
Em verdade, seis médicos de Dallas depuseram dizendo que o ferimento na cabeça era um ferimento de saída; e um sétimo, Dr. Kemp Clark, disse que poderia ser um ferimento de saída mas também era possível a ferida ser “tangencial”; o Dr. Jones depôs dizendo “parecer ser ferimento de saída na porção posterior do crânio”; o Dr. Perry referiu-se ao furo como “avulsivo”; o Dr. Jenkins, referindo-se à região   como “explodida,” disse: “eu interpretaria como ferida de saída”; e o Dr. Akin disse: “Assumo que a região occipitoparietal direita [parte posterior mais baixa da cabeça] foi a saída.” [Texto entre colchetes   acrescentado.]
Lifton relates Dr. Robert McClelland’s testimony before the Warren Commission:
Lifton relata o depoimento do Dr. Robert McClelland perante a Comissão Warren:
As I took the position at the head of the table ... I was in such a position that I could very closely examine the head wound, and I noted that the right posterior portion of the skull had been extremely blasted. It has been shattered, apparently, by the force of the shot.... This sprung open the bones ... in such a way that you could actually look down into the skull cavity itself and see that probably a third or so, at least, of the brain tissue, posterior cerebral tissue and some of the cerebellar tissue had been blasted out.”
Ao eu tomar a posição à cabeceira da mesa ... Eu estava em posição tal que podia examinar muito de perto o ferimento na cabeça, e notei que a porção posterior direita do crânio estava extremamente estragada. Havia sido despedaçada, aparentemente, pela força do disparo ... Isso abriu os ossos ... de tal maneira que era possível olhar dentro da própria cavidade do crânio e ver que provavelmente um terço, ou perto disso, do tecido cerebral, e parte do tecido do cerebelo, haviam sido explodidos.”
So, what’s the problem?
Assim, qual o problema?
Well, take a look at a copy of one of the official autopsy photographs of the back of Kennedy’s head. As you can see, you are not looking at anything gruesome.
Bem, deem uma olhada numa cópia de uma das fotografias da autópsia oficial da parte posterior da cabeça de Kennedy. Como podem ver, não estão olhando para nada repulsivo.
Do you see the problem? At the risk of belaboring the obvious, what purports to be an official autopsy photograph of the back of President Kennedy’s head clearly does not show the big exit hole that the Dallas   doctors stated was there in the back of the head. In fact, according to the official version of events, that official autopsy photograph depicts a small entry wound, which then exited in a large blow-out wound in the top of Kennedy’s head.
Veem o problema? Correndo o risco de repisar o óbvio, o que pretende ser uma fotografia da autópsia oficial da parte posterior da cabeça do Presidente Kennedy claramente não mostra o grande buraco de saída que os médicos de Dallas disseram estar na parte de trás da cabeça. Na verdade, de acordo com a   versão oficial dos eventos, aquela fotografia da autópsia oficial mostra um pequeno ferimento de entrada, que em seguida desemboca num grande ferimento de ruptura de saída no alto da cabeça de Kennedy.
The difference between what the Parkland doctors saw and what the autopsy photograph shows is obviously of critical importance.
A diferença entre o que os médicos do Parkland viram e o que a fotografia da autópsia mostra é obviamente de importância crítica.
If the Parkland doctors are correct, then there are two inevitable conclusions:
Se os médicos do Parkland estiverem corretos, seguem-se duas conclusões inevitáveis:
One, the government’s official photographs of the president’s body had to have been faked, and two, accused assassin Lee Harvey Oswald could not have been the one who shot President Kennedy in the head, given that he was supposed to have fired from behind the president while the president was facing forward.
A primeira, as fotografias oficiais do governo do corpo do presidente tiveram de ser adulteradas; e a segunda, o acusado de assassínio Lee Harvey Oswald   não podia ser a pessoa que disparou contra a cabeça do Presidente Kennedy, dado que pretensamente teria disparado a partir de trás do presidente enquanto o presidente estaria olhando para a frente.
If, on the other hand, the photographs correctly depict the back of the president’s head, then there are two inevitable conclusions: the Dallas doctors either entered into a conspiracy to falsify the location of the wound or they simply imagined a wound that didn’t actually exist.
Se, por outro lado, as fotografias retratam corretamente a parte de trás da cabeça do presidente, então há duas conclusões inevitáveis: os médicos de Dallas ou entraram em conluio para adulterar a localização do ferimento ou simplesmente imaginaram um ferimento que em realidade não existiu.
But the possibility that the doctors knowingly conspired with each other to concoct a fake and false wound is as preposterous as the possibility that the enlisted men and morticians in Bethesda conspired to concoct a fake and false story of when the president’s body was delivered to the Bethesda morgue.
Todavia, a possibilidade de os médicos terem deliberadamente conspirado uns com os outros para urdirem um ferimento fraudulento e falso é tão ridícula quanto a possibilidade dos soldados sem patente de oficial e os agentes funerários de Bethesda terem conspirado para tecer uma história fraudulenta e falsa acerca de quando o corpo do presidente foi entregue ao necrotério de Bethesda.
But before you jump to the conclusion that the Dallas doctors must have imagined a big exit wound at the back of Kennedy’s head that didn’t really exist, keep in mind that Parkland Hospital was — and still is — one of the most renowned trauma centers in the United States. In fact, it is   among the largest teaching hospitals in the country. If a person gets shot, there is hardly a better, more competent place to be treated than Parkland Hospital.
Antes, porém, de vocês saltarem para a conclusão de os médicos de Dallas só poderem ter imaginado um grande ferimento de saída na parte de trás da cabeça de Kennedy, que em realidade não existiu, tenham presente que o Hospital Parkland era — e ainda é — um dos mais renomados centros de trauma dos Estados Unidos. Na verdade, está entre os maiores hospitais de ensino país. Se uma pessoa for baleada dificilmente haverá lugar melhor e onde exista mais competência para ser tratada do que o Hospital Parkland.
What about the doctors at the Bethesda morgue, the ones who were at the autopsy that night? What did they say about the head wound?
E quanto aos médicos da morgue de Bethesda, os que estavam presentes na autópsia naquela noite? O que disseram acerca do ferimento na cabeça?
In 1976 the House Select Committee on Assassinations (HSCA) conducted an official investigation into the assassination of President Kennedy, owing to widespread doubts among the public about the Warren Commission’s official report in 1964. The final report of the House Committee stated in part as follows:
Em 1976 a Comissão Seleta da Câmara para Assassínios (HSCA) conduziu investigação oficial relativa ao assassínio do Presidente Kennedy, por causa   de difundidas dúvidas, entre o público, acerca do relatório oficial da Comissão Warren em 1964. O relatório final da Comissão da Câmara disse, em parte, o que segue:
In disagreement with the observations of the Parkland doctors are the 26 people present at the autopsy. All of those interviewed who attended the autopsy corroborated the general location of the wounds as depicted in the photographs; none had differing accounts.
Em desacordo com as observações dos médicos do Parkland estão as 26 pessoas presentes à autópsia. Todos os entrevistados presentes à autópsia corroboraram a localização geral das feridas como mostrada nas fotografias; nenhuma deu descrição discrepante.
So, there you have it: the Parkland doctors versus the Bethesda doctors.
Assim, aí está: os médicos de Parkland contra os médicos de Bethesda.
Well, except for one big thing. Whoever it was that drafted that particular paragraph was a liar.
Bem, exceto por uma coisa. Quem tenha redigido aquele parágrafo específico era um mentiroso.
The last thing the House Select Committee anticipated was that anyone would find that the Committee was lying when it made that statement, because the Committee specifically ordered that the evidence in the case, including the evidence that would expose the lie, would remain secret for 50 years. Apparently they were as concerned with “national security” as the Warren Commission, which had ordered its evidence about the assassination sealed for 75 years. Of course, everyone knows that by the time 50 years or 75 years pass, most, if not all, of the pertinent evidence would probably have disappeared or been destroyed.
A última coisa que a Comissão Seleta previu foi alguém poder descobrir que a Comissão estava mentindo ao fazer aquela afirmação, porque a Comissão ordenou especificamente que a evidência do caso, inclusive a evidência que poria a nu a verdade, permanecesse secreta por 50 anos. Aparentemente estava tão preocupada com a “segurança nacional” quanto a Comissão Warren, que havia ordenado sua evidência acerca do assassínio ficasse lacrada por 75 anos. Obviamente todo mundo sabe que, depois de passados 50 anos ou 75 anos, a maior parte, se não toda, a evidência pertinente provavelmente teria desaparecido ou sido destruída.
Oliver Stone changed all those plans with his movie JFK. Thanks to the movie and the resulting JFK Records Act, the Assassination Records Review Board (ARRB), on which Douglas Horne served, was able to bring the House Select Committee records into the public eye.
Oliver Stone mudou todos aqueles planos com seu filme JFK. Graças ao filme e à resultante Lei dos Registros de JFK, a Junta de Reexame dos Registros do Assassínio (ARRB), na qual servia Douglas Horne,   conseguiu trazer aos olhos do público os registros da Comissão Seleta da Câmara.
And guess what. The records showed that that particular portion of the Committee’s official report was one great big lie. Horne writes (volume 3, page 886),
E adivinhem. Os registros mostraram que aquela porção específica do relatório oficial da Comissão era uma senhora grande mentira. Escreve Horne (volume 3, página 886):
One might well ask how I can be so sure that this statement was a falsehood, and not just a “mistake.” Here is why — the autopsy photos show the back of the head to be intact, and yet the following autopsy witnesses interviewed by the HSCA indicated that it was not....[Emphasis in original.]
Alguém poderia perguntar como posso estar tão certo dessa declaração ser uma falsidade, e não apenas um “equívoco.” Eis porque — as fotos da autópsia mostram estar intacta a parte posterior da cabeça e, no entanto, as seguintes testemunhas da autópsia entrevistadas pela HSCA disseram que não estava.... [Ênfase no original.]
Horne then proceeds to show a chart listing the following federal personnel who attended the Bethesda autopsy and the manner in which they disagreed with the autopsy photos and the source for their respective testimonies: HMC Chester H. Boyles; HM3 Jan G. Rudnicki; HM3 James E. Metzler; LCDR Gregory H. Cross, M.D.; HM3 Edward F. Reed; HM3 Paul K. O’Connor; HM3 James C. Jenkins; LCDR John H. Ebersole, M.D.; FBI Agent Frank O’Neill; FBI agent Jim Sibert; and U.S. Secret Service agent Roy Kellerman.
Horne em seguida mostra um gráfico listando os seguintes funcionários federais presentes à autópsia em Bethesda e mostrando como discordaram das fotos da autópsia e a fonte dos respectivos depoimentos: HMC Chester H. Boyles; HM3 Jan G. Rudnicki; HM3 James E. Metzler; LCDR Gregory H. Cross, M.D.; HM3 Edward F. Reed; HM3 Paul K. O’Connor; HM3 James C. Jenkins; LCDR John H. Ebersole, M.D.; Agente do FBI Frank O’Neill; Agente do FBI Jim Sibert; e agente do Serviço Secreto dos Estados Unidos Roy Kellerman(*).
(*) As siglas começadas com HM referem-se a militares sem patente de oficial com treinamento de socorro em combate e hospitalar; LCDR é comandante lugar-tenente, e M.D. é médico. Ver Wikipedia.
Anyone else?
Alguém mais?
Well, yes. Do you recall that Secret Service agent, Clint Hill, who crawled up on the back of the Kennedy limousine and pushed Jacqueline Kennedy back into the car? He got a good look at the back of the president’s head while he was shielding the president and Mrs. Kennedy in the back seat while on the way to Parkland Hospital. Here is what he stated (Lifton, page 39), “The right rear portion of the head was missing. It was lying in the rear seat of the car. His brain was exposed.”
Bem, sim. Lembram-se daquele agente do Serviço Secreto, Clint Hill, que rastejou subindo pela parte de trás da limusine de Kennedy e empurrou Jacqueline Kennedy de volta para dentro do carro? Ele deu uma boa olhada na cabeça do presidente enquanto servia de escudo do presidente e da Sra. Kennedy no assento de trás enquanto a caminho do Hospital Parkland. Eis o que ele disse (Lifton, página 39): “A porção direita posterior da cabeça estava faltando. Jazia no assento traseiro do carro. O cérebro dele estava exposto.”
According to Horne (volume 1, page xxxix), “In the HSCA transcript, [mortician] Tom Robinson describes a round defect in the rear of President Kennedy’s head about the size of a small orange — three inches in diameter.”
De acordo com Horne (volume 1, página xxxix), “Na transcrição da HSCA, o [agente funerário] Tom Robinson descreve uma falha redonda na parte posterior da cabeça do Presidente Kennedy mais ou menos do tamanho de uma pequena laranja — três polegadas de diâmetro.”
Anyone else?
Alguém mais?
Well, yes. According to Horne (volume 1, page xliv), Navy photographer Saundra Spencer was assigned the secret task of developing photographs of the autopsy. She “recalled one photograph showing a blowout or missing area in the center of the back of the President’s head in one image, which appeared to be two to two-and-one-half inches wide.”
Bem, sim. De acordo com Horne (volume 1, página xliv), a fotógrafa da Marinha Saundra Spencer recebeu a tarefa secreta de revelar fotografias da autópsia. Ela “lembrou-se de uma fotografia que mostrava uma área esburacada ou faltante no centro da parte posterior da cabeça do presidente em uma imagem, com duas ou duas e meia polegadas de largura.”
In 1997 the ARRB interviewed a retired federal government civilian photographer, Joe O’Donnell, who knew the official White House photographer in the Kennedy administration, Robert Knudsen, who had told his family before he died that he was involved in taking photographs for the Kennedy autopsy and that he was sworn to secrecy about what he had done. According to Horne (volume 1, page xliv), Knudsen showed O’Donnell two sets of photographs:
Em 1997 a ARRB entrevistou um fotógrafo civil aposentado do governo federal, Joe O’Donnell, que conhecera o fotógrafo oficial da Casa Branca na administração Kennedy, Robert Knudsen, o qual havia dito à família dele, antes de morrer, ter estado envolvido em tirar fotografias para a autópsia de Kennedy e ter prestado juramento de segredo acerca do que houvera feito. De acordo com Horne (volume 1, página xliv), Knudsen mostrara a O’Donnell dois conjuntos de fotografias:
One set of images showed a hole in the back of the head about the size of a grapefruit, and an apparent entry wound in the forehead above the right eye, about 3/8 in diameter. A second set of images showed no damage to the rear of the head, and the hair appeared to be wet, and washed, in those photographs.
Um dos conjuntos de imagens mostrava um buraco na parte posterior da cabeça de tamanho próximo ao do de uma toranja, e um furo aparentemente de   entrada na testa acima do olho direito, com cerca de 3/8 de diâmetro. Um segundo conjunto de fotografias não mostrava qualquer dano na parte de trás da cabeça, e o cabelo parecia estar molhado, e lavado, nessas fotografias.
I probably should also mention that immediately after the assassination, a medical student named William Harper found a section of Kennedy’s skull on the grass near where Kennedy was shot. Lifton writes (page 316),
Eu provavelmente deva também mencionar que, imediatamente depois do assassínio, um estudante de medicina chamado William Harper achou uma secção do crânio de Kennedy na grama perto de onde Kennedy fora baleado. Lifton escreve (página 316),
Harper took the bone to Methodist Hospital, where it was examined by Dr. Cairns, the Chief Pathologist. According to an FBI interview, “Dr. Cairns stated the bone specimen looked like it came from the occipital region of the skull.” According to Dr. Cairns’ identification, the fragment found by William Harper came from the same anatomic location where Dr. McClelland, and many other Dallas observers, saw the wound in the president’s head.
Harper levou o osso ao Hospital Metodista, onde ele foi examinado pelo Dr. Cairns, o Patologista Chefe. De acordo com uma entrevista do FBI, “o Dr. Cairns declarou que o espécime de osso parecia ser proveniente da região occipital do crânio.” De acordo com a identificação do Dr. Cairns, o fragmento encontrado por William Harper viera da mesma localização anatômica onde o Dr. McClelland, e muito outros observadores de Dallas, haviam visto o ferimento na cabeça do presidente.
After the Harper fragment was turned over to the federal officials, they somehow lost it and could never locate it again.
Depois de o fragmento de Harper ter sido entregue às autoridades federais, estas de algum modo o perderam e nunca mais conseguiram achá-lo.
Is there a connection between Kennedy’s head wound and the early delivery of Kennedy’s body to the Bethesda morgue on the evening of November 22?
Há alguma conexão entre o ferimento na cabeça de Kennedy e a entrega precoce do corpo de Kennedy à morgue de Bethesda na noite de 22 de novembro?
The answer to that question is including in a fascinating scenario, initially set forth by David Lifton back in 1981 in his book Best Evidence and then later expanded upon by Douglas Horne in 2009 in his five-volume work on the assassination.
A resposta a essa pergunta traz à baila um fascinante cenário, inicialmente proposto por David Lifton em 1981 em seu livro A Melhor Evidência e mais tarde expandido por Douglas Horne em 2009 em sua obra em cinco volumes acerca do assassínio.
But before we delve into that proposition, let’s examine why it was that the president’s body ended up in the hands of the military in a nation that is supposedly run by civilians.
Antes porém de explorarmos essa proposta, examinemos por que o corpo do presidente acabou nas mãos dos militares numa nação pretensamente administrada por civis.
Jacob Hornberger is founder and president of The Future of Freedom Foundation. Send him email.
Jacob Hornberger é fundador e presidente de A Fundação Futuro de Liberdade. Envie-lhe email.



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