Monday, January 2, 2012

FFF - The Kennedy Casket Conspiracy

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COMMENTARIES
COMENTÁRIOS
The Kennedy Casket Conspiracy
A Conspiração do Esquife de Kennedy
by Jacob G. Hornberger
por Jacob G. Hornberger
November 22, 2010
22 de novembro de 2010
The Kennedy Assassination Series:
A Série Assassínio de Kennedy:
Last November a new book entitled The Kennedy   Detail: JFK’s Secret Service Agents Break Their Silence, by Gerald Blaine and Lisa McCubbin, promised to “reveal the inside story of the assassination, the weeks and days that led to it and its heartrending aftermath.”
Em novembro passado um novo livro intitulado O Grupo Especial Kennedy: Agentes do Serviço Secreto de JFK Quebram o Silêncio, por Gerald Blaine e Lisa McCubbin, prometia “revelar a história interna do assassínio, das semanas e dias que levaram a ele e de sua dolorosa esteira.”
Unfortunately, however, while providing details of the events leading up to the assassination, the assassination itself, and President Kennedy’s funeral, the book provided hardly any information on one of the most mysterious aspects of the assassination: what happened when Kennedy’s body was delivered to the morgue at Bethesda Naval Hospital on the evening of the assassination.
Infelizmente, porém, embora proporcionando detalhes dos eventos que levaram ao assassínio, acerca do próprio assassínio e do funeral do Presidente Kennedy, o livro praticamente nada informa acerca de um dos mais misteriosos aspectos do assassínio: o que aconteceu quando o corpo de Kennedy foi entregue ao   necrotério do Hospital Naval de Bethesda na noite do assassínio.
For almost 50 years, people have debated the Kennedy assassination. Some claim that the Warren Commission got it right — that Kennedy was assassinated by Lee Harvey Oswald, a lone-nut assassin. Others contend that Kennedy was killed as part of a conspiracy.
Durante quase 50 anos as pessoas vêm debatendo o assassínio de Kennedy. Algumas alegam que a conclusão a que chegou a Comissão Warren foi correta — que Kennedy foi assassinado por Lee Harvey Oswald, um maluco assassino sem cúmplices. Outras contendem que Kennedy foi morto como parte de uma conspiração.
It is not the purpose of this article to engage in that debate. The purpose of this article is simply to focus on what happened at Bethesda Naval Hospital on the evening of November 22, 1963, and, specifically, the events that took place prior to Kennedy’s autopsy. What happened that night is so unusual that it cries out for truthful explanation even after 47 years.
Não é propósito deste artigo envolver-se em tal debate. O propósito deste artigo é simplesmente focar o que aconteceu no Hospital Naval de Bethesda na noite de 22 de novembro de 1963 e, especificamente, os eventos que tiveram lugar antes da autópsia de Kennedy. O que aconteceu naquela noite é tão inusitado que clama por explicação veraz mesmo depois de 47 anos.
U.S. officials have long maintained that Kennedy’s body was delivered to the Bethesda morgue in the heavy, ornamental, bronze casket in which the body had been placed at Parkland Hospital in Dallas.
Autoridades dos Estados Unidos de há muito asseveram que o corpo de Kennedy foi entregue ao necrotério de Bethesda no pesado e ornamental esquife de bronze no qual o corpo havia sido colocado no Hospital Parkland em Dallas.
The problem, however, is that the evidence establishes that Kennedy’s body was actually delivered to the Bethesda morgue twice, at separate times and in separate caskets.
O problema, porém, é a evidência estabelecer que o corpo de Kennedy foi em realidade entregue duas vezes no necrotério de Bethesda, em horas diferentes   e em esquifes diferentes.
How does one resolve this problem? One option, obviously, is just to forget about it, given that the assassination took place almost a half-century ago. But it seems to me that since the matter is so unusual and since it involves a president of the United States, the American people — regardless of which side of the divide they fall on — lone-nut assassin or conspiracy — are entitled to a truthful explanation of what happened that night at Bethesda. And the only ones who can provide it are U.S. officials, especially those in the Secret Service, the FBI, and the U.S. military, the agencies that were in control of events at Bethesda that night.
Como resolver esse problema? Uma opção, obviamente, é esquecer o assunto, dado que o assassínio teve lugar há quase meio século. Parece-me, porém, que, visto o assunto ser assim insólito e envolver um presidente dos Estados Unidos, o povo estadunidense — qualquer seja o lado da divergência em que se coloque — maluco assassino sem cúmplices ou conspiração — merece uma explicação veraz acerca do que aconteceu naquela noite em Bethesda. E as únicas pessoas que podem fornecê-la são as autoridades dos Estados Unidos, especialmente aquelas do Serviço Secreto, do FBI e da instituição militar dos Estados Unidos, os órgãos que detiveram o controle dos eventos naquela noite em Bethesda.
The facts of the casket controversy are set forth in detail in a five-volume work that was published in 2009 entitled Inside the Assassination Records Review Board: The U.S. Government’s Final Attempt to Reconcile the Conflicting Medical Evidence in the Assassination of JFK. The author is Douglas P. Horne, who served as chief analyst for military records for the Assassination Records Review Board. The ARRB was the official board established to administer the JFK Records Act, which required federal departments and agencies to divulge to the public their files and records relating to the Kennedy assassination. The act was enacted after Oliver Stone’s 1991 movie, JFK, produced a firestorm of public outcry against the U.S.   government’s decision to keep assassination-related records secret from the public for 75 years after publication of the Warren Commission Report in 1964   and for 50 years after publication of the House Select Committee on Assassinations Report in 1979.
Os fatos acerca da controvérsia do esquife são explicitados em detalhe numa obra em cinco volumes publicada em 2009 intitulada Dentro da Junta de Reexame dos Registros do Assassínio: A Tentativa Final do Governo dos Estados Unidos para Conciliar a Evidência Médica Conflitante no Assassínio de JFK. O autor é Douglas P. Horne, que atuou como analista principal dos registros militares para a Junta de Reexame dos Registros do Assassínio - ARRB. A ARRB foi a junta oficial criada para administrar a Lei de Registros de JFK, a qual exigia que departamentos e órgãos federais divulgassem para o público seus arquivos e registros relacionados com o assassínio de Kennedy. A lei foi aprovada depois de o filme de 1991 de Oliver Stone, JFK, ter produzido intenso clamor público contra a decisão do governo dos Estados Unidos de manter os registros relacionados com o assassínio fora do conhecimento do público, por 75 anos depois do Relatório da Comissão Warren em 1964 e por 50 anos depois da publicação do Relatório da Comissão Seleta da Câmara para Assassinios em 1979.
Horne’s book posits that high officials in the national security state — i.e., the CIA, FBI, Secret Service, and U.S. military — planned and executed the assassination of John F. Kennedy and that the man who replaced Kennedy as president, Lyndon B. Johnson, orchestrated a cover-up of the conspiracy by telling officials that national security (i.e., a potential nuclear war, citing Oswald’s activities relating to the Soviet Union and Cuba) necessitated shutting down an investigation into determining whether Kennedy’s murder involved a conspiracy. Horne’s book focuses primarily on the events surrounding the autopsy of Kennedy’s body on the night of the assassination. As he himself acknowledges, his book expands upon the thesis set forth in a book published in 1981 entitled Best Evidence [http://www.amazon.com/Best-Evidence-Signet-David-Lifton/dp/0451175735/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1290087303&sr=1-1] by David Lifton, which was nominated for a Pulitzer Prize and reached Number 4 on the New York Times best seller list.
O livro de Horne postula que altas autoridades do estado de segurança nacional — isto é, CIA, FBI, Serviço Secreto e instituição militar dos Estados Unidos — planejaram e executaram o assassínio de John F. Kennedy e que o homem que substituiu Kennedy como presidente, Lyndon B. Johnson, orquestrou um encobrimento da conspiração mediante dizer às autoridades que a segurança nacional (isto é, uma guerra nuclear em potencial, citando as atividades de Oswald relacionadas com a União Soviética e Cuba) tornava imprescindível encerrar uma investigação voltada para determinar se o assassínio de Kennedy envolvera uma conspiração. O livro de Horne foca precipuamente os eventos que cercaram a autópsia do corpo de Kennedy na noite do assassínio. Como ele próprio reconhece, o livro dele expande a tese formulada num livro publicado em 1981 intitulado A Melhor Evidência [http://www.amazon.com/Best-Evidence-Signet-David-Lifton/dp/0451175735/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1290087303&sr=1-1] de autoria de David Lifton, que foi indicado para um Prêmio Pulitzer e atingiu o número 4 na lista de mais vendidos do New York Times.
It was Lifton who originally challenged the official story that Kennedy’s body was delivered only once to the Bethesda morgue. It is Horne who has set forth in more detail the evidence that establishes that Lifton was right.
Foi Lifton quem originalmente questionou a versão oficial de o corpo de Kennedy ter sido entregue apenas uma vez ao necrotério de Bethesda. Foi Horne quem explicitou em maior detalhe a evidência que estabelece que Lifton estava certo.
When Air Force One landed at Andrews Air Force Base from Dallas, Kennedy’s casket was placed into a gray Navy ambulance in which Kennedy’s wife, Jacqueline, was traveling. Proceeding in a motorcade, the ambulance arrived at the front of the Bethesda Naval Hospital at 6:55 p.m.
Quando o Força Aérea Um aterrisou na Base Andrews da Força Aérea vindo de Dallas, o esquife de Kennedy foi colocado numa ambulância cinzenta da Marinha na qual a mulher de Kennedy, Jacqueline, era transportada. Avançando dentro de uma carreata, a ambulância chegou à parte frontal do Hospital Naval de Bethesda às 18:55 horas.
At 8:00 p.m., a little more than an hour later, the casket was carried into the Bethesda morgue by a military honor team called the Joint Casket Bearer Team, which consisted of personnel from all the branches of military service, all of whom were in dress uniform and wore white gloves.
Às 20:00 horas, pouco mais de uma hora depois, o esquife foi carregado para o necrotério de Bethesda por uma equipe militar de honra chamada Equipe Conjunta Carregadora do Esquife, formada por pessoal de todas as armas do serviço militar, com todos os integrantes em uniforme de gala e usando luvas brancas.
However, the evidence also establishes that at 6:35 p.m. — 90 minutes earlier than when Kennedy’s Dallas casket was carried into the morgue at 8:00 p.m. by the Joint Casket Bearer Team — another group of military personnel carried the president’s body into the Bethesda morgue. That casket was a plain shipping casket rather than the expensive, heavy, ornamental, bronze casket into which the president’s body had been placed in Dallas.
Sem embargo, a evidência também estabelece que, às 18:35 horas — 90 minutos antes de o esquife de Kennedy proveniente de Dallas ter sido levado para o   necrotério às 20:00 horas pela Equipe Conjunta Carregadora do Esquife — outro grupo de militares carregou o corpo do presidente para o necrotério de Bethesda. O esquife era um esquife singelo para embarque de corpo, e não o esquife dispendioso, pesado, ornamental, de bronze, no qual o corpo do presidente havia sido colocado em Dallas.
Equally strange was the fact that the president’s body at the 6:35 p.m. delivery was in a body bag rather than wrapped in the white sheets in which the medical personnel in Dallas had wrapped it before it was placed into the heavy, bronze casket in Dallas.
Igualmente estranho foi o fato de o corpo do presidente entregue às 18:35 horas estar dentro de um saco para corpo em vez de embrulhado nos lençóis brancos nos quais o pessoal médico em Dallas o havia envolto antes de ele ter sido colocado no pesado esquife de bronze em Dallas.
Have doubts? Let’s look at the evidence.
Duvidam? Vejamos a evidência.
On November 22, 1963, Marine Sgt. Roger Boyajian was stationed at the Marine Corps Institute in Washington, D.C. On that day, he received orders to go to the Bethesda Hospital to serve as NCO in charge of a 10-man Marine security detail for President Kennedy’s autopsy.
Em 22 de novembro de 1963 o Sargento Marine Roger Boyajian estava lotado no Instituto do Corpo de Marines em Washington, D.C. Naquele dia, recebeu ordens de ir ao Hospital de Bethesda para atuar como suboficial - NCO encarregado de um grupo especial de segurança composto de 10 Marines para a autópsia do   Presidente Kennedy.
Four days later — on November 26 — Boyajian filed a report of what happened. Here is what his report stated in part:
Quatro dias depois — em 26 de novembro — Boyajian deu entrada num relatório acerca do que ocorrera. Eis aqui parte do que o relatório declarava:
The detail arrived at the hospital at approximately 1800 [6:00 p.m.] and after reporting as ordered several members of the detail were posted at entrances to prevent unauthorized persons from entering the prescribed area…. At approximately 1835 [6:35 p.m.] the casket was received at the morgue entrance and taken inside.” (Bracketed material added.)
O grupo especial chegou ao hospital aproximadamente às 18:00 horas e depois de se apresentar como ordenado diversos membros do grupo especial foram colocados em entradas para impedir que pessoas não autorizadas entrassem na área prescrita.... Aproximadamente às 18:35 horas o esquife foi recebido na entrada do necrotério e levado para dentro.” (Material entre colchetes, no texto em inglês, acrescentado.)
If you would like to see a copy of Sergeant Boyajian’s report, it is posted here on the Internet as part of the online appendix to Horne’s book.
Se vocês quiserem ver uma cópia do relatório do Sargento Boyajian, está afixada aqui na Internet como parte do apêndice online ao livro de Horne.
Still not convinced?
Ainda não convencidos?
In 1963, E-6 Navy hospital corpsman Dennis David was stationed at the Bethesda National Navy Center, where his job consisted of reading medical textbooks and transforming them into Navy correspondence courses. David later became a Navy officer and served in that capacity for 11 years in the Medical Services Corps. He retired from active duty in 1976.
Em 1963, o paramédico de hospital E-6 da Marinha Dennis David estava lotado no Centro Naval Nacional de Bethesda, onde seu trabalho consistia em ler livros didáticos médicos e transformá-los em cursos por correspondência da Marinha. Posteriormente David tornou-se oficial da Marinha e serviu, nessa condição, durante 11 anos no Corpo de Serviços Médicos. Reformou-se do serviço ativo em 1976.
On November 22, 1963, David was serving as “Chief of the Day” at the Navy medical school at Bethesda. According to an official ARRB interview conducted by Horne on February 14, 1997, David stated that at about 5:30 p.m. he was summoned to appear at the office of the Chief of the Day for the entire Bethesda complex (including the medical school). When he arrived, there were three or four Secret Service agents in the office. He was informed that President Kennedy’s autopsy was going to be held at the Bethesda morgue. David was ordered to round up a team and proceed to the morgue and establish security. He rounded up several men from various barracks, proceeded to the Bethesda morgue, and assigned security duties to his team.
Em 22 de novembro de 1963 David estava servindo como “Oficial de Dia” na escola de medicina da Marinha em Bethesda. De acordo com uma entrevista oficial da ARRB conduzida por Horne em 14 de fevereiro de 1997, David declarou que, por volta de 17:30 horas, ele fora convocado para comparecer ao gabinete do Oficial de Dia de todo o complexo de Bethesda (inclusive a escola médica). Ao chegar, havia três ou quatro agentes do Serviço Secreto no gabinete. Foi informado de que a autópsia do Presidente Kennedy seria efetuada no necrotério de Bethesda. David recebeu ordem de compor uma equipe, dirigir-se para o necrotério e organizar a segurança. Ele arrebanhou diversos homens de diversos quartéis, rumou para o necrotério de Bethesda e atribuiu deveres de segurança a sua equipe.
At around 6:30 p.m., David received a phone call stating that “your visitor is on the way: you will need some people to offload. ” David rounded up 7 or 8 sailors to carry in the casket and a few minutes later, a black hearse drove up. Several men in blue suits got out of the hearse, along with the driver and passenger, both of whom were wearing white (operating room) smocks. Under David’s supervision, the sailors offloaded the casket and carried it into the morgue.
Por volta de 18:30 horas David recebeu um telefonema declarando que “seu visitante está a caminho: você precisará de algumas pessoas para descarregar.” David reuniu 7 ou 8 marinheiros para levarem o esquife para dentro e, poucos minutos depois, um carro fúnebre se aproximou. Diversos homens de terno azul desceram do carro fúnebre, juntamente com motorista e passageiro, ambos os quais vestindo guarda-pós brancos (de sala de cirurgia). Sob supervisão de David, os marinheiros descarregaram o esquife e carregaram-no para dentro do necrotério.
What did the casket look like? David stated that it was a simple, gray shipping casket similar to the ones commonly used in the Vietnam War.
Qual era a aparência do esquife? David declarou ser um esquife simples, cinzento, para embarque de corpo, similar aos comumente usados na Guerra do Vietnã.
Now keep in mind that the motorcade in which the gray Navy ambulance that carried Mrs. Kennedy and the heavy bronze casket into which her husband’s body had been placed in Dallas didn’t arrive at the hospital until 6:55 p.m., twenty minutes after Kennedy’s body was carried into the morgue by David’s team. Keep in mind also that according to the official version of events, the Dallas casket wasn’t carried into the morgue by the Joint Casket Bearer Team until 8:00 p.m.
Ora bem, tenhamos presente que a carreata na qual a ambulância cinza da Marinha que transportou a Sra. Kennedy e o pesado esquife de bronze no qual o corpo do marido dela havia sido colocado em Dallas só chegou ao hospital às 18:55 horas, vinte minutos depois de o corpo de Kennedy ter sido levado para dentro do necrotério pela equipe de David. Tenhamos presente, também, que, de acordo com a versão oficial dos eventos, o esquife de Dallas só foi carregado para dentro do necrotério pela Equipe Conjunta Carregadora do Esquife às 20:00 horas.
David added that after his team had delivered the shipping casket into the morgue, he proceeded into the main portion of the hospital, where several minutes later (i.e., at 6:55 p.m.) he saw the motorcade in which Mrs. Kennedy was traveling (and the Dallas casket was being transported) approaching the front of Bethesda Hospital. As he stated to Horne, he knew at that point that President Kennedy’s body could not be in the Dallas casket because his team had, just a few minutes earlier, delivered Kennedy’s body into the morgue in the shipping casket.
David acrescentou que, depois de sua equipe ter levado o esquife de embarque de corpo para dentro do necrotério, ele foi para a parte principal do hospital   onde, diversos minutos depois (isto é, às 18:55 horas), viu a carreata na qual era transportada a Sra. Kennedy (e na qual o esquife de Dallas estava sendo transportado) aproximar-se da parte da frente do Hospital de Bethesda. Como declarou ele para Horne, ele sabia que, àquela altura, o corpo do Presidente Kennedy não podia estar no esquife de Dallas porque a equipe dele havia, apenas poucos minutos antes, levado o corpo de Kennedy para dentro do necrotério no esquife de embarque de corpo.
While David didn’t personally witness the president’s body being taken out of the shipping casket, he later asked one of the autopsy physicians, a U.S. Navy commander named Dr. J. Thornton Boswell, in which casket the president had come in. Boswell responded, “You ought to know; you were there.”
Embora David não tenha visto pessoalmente o corpo do presidente ser tirado do esquife de embarque de corpo, ele posteriormente perguntou a um dos médicos da autópsia, um comandante da Marinha dos Estados Unidos chamado Dr. J. Thornton Boswell, em qual esquife o presidente havia chegado. Boswell respondeu: “Você deveria saber; você estava lá.”
Moreover, when Lifton showed David a photo of the Dallas casket in 1980, David categorically stated that that was not the shipping casket in which Kennedy’s body had been delivered at 6:35 p.m. (Horne, volume 4, page 989.)
Ademais, quando Lifton, em 1980, mostrou a David uma foto do esquife de Dallas, David declarou categoricamente aquele não ser o esquife de embarque no qual o corpo de Kennedy havia sido entregue às 18:35 horas. (Horne, volume 4, página 989.)
What David told Horne in 1997 was a repetition of what David had told Lifton many years before, which Lifton had related in his 1981 book, Best Evidence. As Lifton recounts in his book, David gave the same account to a reporter from the Lake County News-Sun in Waukegan, Illinois, in 1975.
O que David disse a Horne em 1997 foi uma repetição do que David havia contado a Lifton muitos anos antes, e que Lifton havia relatado em seu livro de 1981 A Melhor Evidência. Como conta Lifton em seu livro, David dissera a mesma coisa a um repórter do jornal do Condado de Lake News-Sun em Waukegan, Illinois, em 1975.
If you would like to see Horne’s official ARRB report of his interview with David, it is posted on the Internet here. (Lifton’s account is in chapter 25 of his book and is entitled “The Lake County Informant.”)
Se aprouver a vocês verem o relatório oficial da ARRB acerca dessa entrevista com David, está afixada na Internet aqui. (A descrição de Lifton está no capítulo 25 de seu livro e intitula-se “O Informante do Condado de Lake.”)
Still not satisfied?
Ainda não satisfeitos?
According to Horne, “After Best Evidence was published, a Michigan newspaper and a Canadian news team located and interviewed Donald Rebentisch, one of the sailors in Dennis David’s working party, who had been telling the same story independently for years.” (Horne, volume 3, page 675.)
De acordo com Horne, “Depois da publicação de A Melhor Evidência, um jornal de Michigan e uma equipe noticiosa canadense localizaram e entrevistaram Donald Rebentisch, um dos marinheiros do grupo de trabalho de Dennis David, que durante anos vinha contando, independentemente, a mesma história.” (Horne, volume 3, página 675.)
So, you have a Marine sergeant and two sailors, whose statements unequivocally confirm that Kennedy’s body was carried into the Bethesda morgue in a plain shipping casket at 6:35 p.m.
Assim, vocês têm um sargento Marine e dois marinheiros cujas declarações inequivocamente confirmam ter o corpo de Kennedy sido levado para o   necrotério de Bethesda num despojado esquife de embarque de corpo às 18:35 horas.
Is there any more evidence of the 6:35 p.m. delivery of Kennedy’s body to the morgue?
Há qualquer evidência adicional da entrega do corpo de Kennedy ao necrotério às 18:35 horas?
Yes.
Sim.
On November 22, 1963, Joseph Gawler’s Sons, Inc., which, according to Horne, had been the most prestigious funeral home in Washington for many years, was summoned to Bethesda Hospital to perform the embalming of President Kennedy’s body. On November 22-23, 1963, Gawler’s prepared what was called a “First Call Sheet” for President Kennedy’s autopsy, which contained the following handwritten notation:
Em 22 de novembro de 1963, a Joseph Gawler’s Sons, Inc., a qual, de acordo com Horne, fora a mais prestigiosa funerária de Washington por muitos anos, foi convocada para ir ao Hospital de Bethesda para proceder ao embalsamamento do corpo do Presidente Kennedy. Em 22-23 de novembro de 1963, a Gawler's   elaborou a que foi chamada “Folha de Primeira Chamada” para a autópsia do Presidente Kennedy, com a seguinte anotação manuscrita:
“Body removed from metal shipping casket at NSNH at Bethesda.”
“Corpo removido de esquife metálico de embarque de corpo no NSNH em Bethesda.”
The person who wrote that notation was Joseph E. Hagan, the supervisor in charge of the Gawler’s embalming team for the Kennedy autopsy and who later became president of Gawler’s. When the ARRB interviewed Hagan in 1996, he stated that he had not personally witnessed the president’s body being brought into the morgue in the shipping casket but that someone whom he could not recall had advised him of that fact.
A pessoa que escreveu aquela anotação foi Joseph E. Hagan, supervisor encarregado da equipe de embalsamamento da Gawler’s para a autópsia de Kennedy e que mais tarde tornou-se presidente da Gawler’s. Quando a ARRB entrevistou Hagan em 1996, ele declarou não ter visto pessoalmente o corpo do presidente ser trazido para dentro do necrotério no esquife de embarque de corpo, mas alguém de cujo nome ele não se lembrava havia-o cientificado desse fato.
If you would like to see a copy of the Gawler’s First Call Sheet, it is posted here on the Internet.
Se vocês quiserem ver uma cópia da Folha de Primeira Chamada da Gawler’s, ela está afixada aqui na Internet.
Need more evidence?
Precisam de mais evidência?
Paul O’Connor was an E-4 Navy corpsman who served as an autopsy technician for the Kennedy autopsy on November 22, 1963. According to Horne, O’Connor told the House Select Committee on Assassinations in 1977 and Lifton   in 1979 and 1980 that Kennedy’s body had arrived in a “cheap, metal, aluminum” casket in a “rubberized body bag” with a “zipper down the middle.” (Horne, volume 4, page 990.)
Paul O’Connor era um paramédico E-4 da Marinha que serviu como técnico de autópsia na autópsia de Kennedy em 22 de novembro de 1963. De acordo com Horne, O’Connor disse à Comissão Seleta da Câmara para Assassínios, em 1977, e para Lifton, em 1979 e 1980, que o corpo de Kennedy havia chegado num esquife “barato de metal, de alumínio” num “saco para corpos revestido de borracha” com um “zíper descendo pelo meio.” (Horne, volume 4, página 990.)
In 1979, Lifton interviewed a man named Floyd Riebe, who was a medical photography student present at Kennedy’s autopsy when he was an E-5 Navy corpsman stationed at Bethesda. According to Horne, Riebe stated that Kennedy’s casket was not a viewing casket because the lid did not open halfway down. Riebe also confirmed that Kennedy’s body was in a rubberized body bag with a zipper. (Horne, volume 4, page 990.)
Em 1979, Lifton entrevistou um homem chamado Floyd Riebe, estudante de fotografia médica presente na autópsia de Kennedy quando era paramédico E-5 da Marinha lotado em Bethesda. De acordo com Horne, Riebe declarara que o esquife de Kennedy não era um esquife onde se pudesse ver o morto porque a tampa não era daquelas que deslizam para baixo até à metade. Riebe também confirmou que o corpo de Kennedy estava num saco para corpos revestido de borracha e com zíper. (Horne, volume 4, página 990.)
Jerrol Custer was an E-4 Navy corpsman who served as an X-ray technician for the Kennedy autopsy. According to Horne, Custer told Lifton in repeated interviews that Kennedy’s body was in a body bag. Custer also told Lifton that he saw the black hearse that brought in the shipping casket. He stated that he saw two different caskets in the Bethesda morgue, one of which was bronze. Interestingly, in a deposition conducted by the ARRB in 1997, Custer denied that Kennedy was in a body bag even though he had stated the contrary in two separate interviews with Lifton in 1979 and 1989. (Horne, volume 4, page 991.)
Jerrol Custer era paramédico E-4 da Marinha que atuou como técnico de raios X para a autópsia de Kennedy. De acordo com Horne, Custer disse a Lifton, em repetidas entrevistas, que o corpo de Kennedy estava num saco para corpos. Custer também disse a Lifton ter visto o carro funerário preto que trouxe o esquife de embarque. Declarou ter visto dois diferentes esquifes no necrotério de Bethesda, um dos quais de bronze. Curiosamente, num depoimento conduzido pela ARRB em 1997, Custer negou que Kennedy estivesse num saco para corpo embora tivesse declarado o contrário em duas entrevistas distintas com Lifton em 1979 e 1980. (Horne, volume 4, página 991.)
Ed Reed, an E-4 Navy corpsman, also served as an X-ray technician for the Kennedy autopsy. In an ARRB deposition in 1997, Reed testified that Kennedy’s casket was a “typical aluminum military casket.” He said that there were Marines present at the time the casket was delivered. He recalled that the president arrived in a see-through clear plastic bag, not in a standard body bag. (Horne,   volume 4, page 991.)
Ed Reed, paramédico E-4 da Marinha, também atuou como técnico de raios X na autópsia de Kennedy. Num depoimento à ARRB em 1997, Reed depôs que o esquife de Kennedy era um “típico esquife militar de alumínio.” Disse que havia Marines presentes quando o esquife foi entregue. Lembrou-se de que o presidente chegou num saco transparente através do qual se podia ver, não num saco padrão. (Horne, volume 4, página 991.)
According to Horne, James Jenkins, another E-4 Navy corpsman who served as an autopsy technician for Kennedy’s autopsy, told Lifton in 1979 that Kennedy’s casket was not ornamental and that it was plain — “awful clean and simple” and “not something you’d expect a president to be in.” (Horne, volume 4, page 992.)
De acordo com Horne, James Jenkins, outro paramédico E-4 da Marinha que atuou como técnico de autópsia na autópsia de Kennedy, disse a Lifton, em 1979, que o esquife de Kennedy não era ornamental e era singelo — “muitíssimo limpo e simples” e “não algo onde se esperasse ver um presidente.” (Horne, volume 4, página 992.)
According to Horne, John VanHuesen, a member of the Gawler’s embalming team, told the ARRB that he recalled seeing a “black, zippered plastic pouch” in the Bethesda morgue early in the autopsy. (Horne, volume 4, page 992.)
De acordo com Horne, John VanHuesen, membro da equipe de embalsamamento da Gawler’s, disse à ARRB lembrar-se de ter visto um “saco plástico preto com zíper” no necrotério de Bethesda no início da autópsia. (Horne, volume 4, página 992.)
So, what do we have here? We have eight Marine and Navy enlisted personnel who were performing their assigned duties on November 22, 1963, and whose statements unequivocally establish that Kennedy’s body was delivered to the Bethesda morgue at 6:35 p.m. in a shipping casket and in a body bag rather than in the heavy, ornamental, bronze casket into which it had been placed at Parkland Hospital, wrapped in white sheets.
Assim sendo, o que temos? Temos oito homens sem patente de oficial dos Marines e da Marinha que cumpriam os deveres a eles atribuídos em 22 de novembro de 1963, e cujas declarações inequivocamente estabelecem que o corpo de Kennedy foi entregue ao necrotério de Bethesda às 18:35 horas num esquife de embarque e num saco para corpo em vez do pesado e ornamental esquife de bronze no qual   ele houvera sido posto no Hospital Parkland, envolto em lençóis brancos.
We also have two written reports — Sergeant Boyajian’s report and the Gawler’s report — that were filed contemporaneously with the autopsy, both of which confirm early arrival of Kennedy’s body in the shipping casket. We also have a member of the Gawler’s embalming team stating that he saw a body bag in the morgue.
Temos também dois relatórios por escrito — o relatório do Sargento Boyajian e o relatório da Gawler’s — elaborados contemporaneamente à autópsia, ambos os   quais confirmam chegada precoce do corpo de Kennedy no esquife de embarque. Também temos um membro da equipe embalsamadora da Gawler’s declarando ter visto um saco para corpo no necrotério.
But that’s not all. We also have the statement by Dennis David that after he and his team offloaded Kennedy’s casket and delivered it into the morgue at 6:35 p.m., he personally witnessed the motorcade in which Mrs. Kennedy (and the Dallas casket) was traveling approaching the front of Bethesda Hospital at 6:55 p.m.
Isso porém não é tudo. Temos também a declaração de Dennis David de que, depois de ele e sua equipe terem descarregado o esquife de Kennedy e o entregado ao necrotério às 18:35 horas, ele pessoalmente viu a carreata na qual a Sra. Kennedy (e o esquife de Dallas) era transportada acercando-se da frente do Hospital de Bethesda às 18:55 horas.
In fact, David isn’t the only one who saw Mrs. Kennedy’s motorcade (which contained the Dallas casket) approaching Bethesda Hospital after the president’s body had already been delivered to the morgue at 6:35 p.m. According to Horne, Jerrol Custer told Lifton in 1980 that he had seen Mrs. Kennedy in the main lobby while he was on his way upstairs to process X-rays that had already been taken of the president’s body. (Horne, volume 4, page 991.)
Na verdade, David não foi a única pessoa a ver a carreata com a Sra. Kennedy (que levava o esquife de Dallas) aproximar-se do Hospital de Bethesda depois de o corpo do presidente já ter sido entregue ao necrotério às 18:35 horas. De acordo com Horne, Jerrol Custer disse a Lifton, em 1980, ter visto a Sra. Kennedy no saguão principal quando ele estava subindo para andar superior para processar raios X já feitos do corpo do presidente. (Horne, volume 4, página 991.)
Let’s now turn back to the official version of events. The official version is that Kennedy’s body was carried into the Bethesda morgue by the Joint Casket Bearer Team at 8:00 p.m. in the heavy, ornamental, bronze casket into which it had been placed at Parkland Hospital. This is the account given in William Manchester’s book The Death of a President. When the casket was opened, Kennedy’s body was taken out, and witnesses confirm that it was wrapped in the white sheets that had been wrapped around the body   by the Parkland Hospital personnel in Dallas. At 8:15 p.m., the autopsy began.
Voltemo-nos agora para a versão oficial dos eventos. A versão oficial diz que o corpo de Kennedy foi levado para o necrotério de Bethesda pela Equipe Conjunta Carregadora do Esquife às 20:00 horas no pesado, ornamental esquife de bronze no qual ele havia sido colocado no Hospital Parkland. Essa é a descrição constante no livro de William Manchester A Morte de um Presidente. Quando o esquife foi aberto, o corpo de Kennedy foi tirado, e testemunhas confirmam que estava envolto nos lençóis brancos que haviam sido enrolados em torno do corpo pelo pessoal do Hospital Parkland em Dallas. Às 20:15 horas começou a autópsia.
So, which is it?
Então, qual dos dois?
Was Kennedy’s body carried by a team of sailors into the Bethesda morgue at 6:35 p.m. in a shipping casket encased in a body bag after being delivered in a black hearse that contained several men in blue suits?
Foi o corpo de Kennedy carregado por uma equipe de marinheiros para dentro do necrotério de Bethesda às 18:35 horas num esquife de embarque envolvido num   saco para corpo depois de ser trazido num carro fúnebre com diversos homens vestindo ternos azuis?
Or was it carried in by the Joint Casket Bearer Team at 8:00 p.m. in the heavy, ornamental, bronze casket from Dallas and wrapped in white sheets after being delivered in a gray Navy ambulance?
Ou foi levado para dentro pela Equipe Conjunta Carregadora do Esquife às 20:00 horas no pesado, ornamental esquife de bronze oriundo de Dallas e envolto em lençóis brancos depois de ser entregue numa ambulância cinza da Marinha?
The answer: Both.
A resposta: Ambos.
Now, I know what you’re thinking: “There’s no way that Kennedy’s body would have been delivered two different times into the Bethesda morgue. Why would anyone do that? Anyway, if Kennedy’s body was actually delivered into the morgue at 6:35 p.m. in the shipping casket, how did it get back into the heavy, ornamental, bronze casket from Dallas that the Joint Casket Bearer Team carried in at 8:00 p.m.? Why, that’s just plain crazy!”
Agora, sei que estão pensando: “Não haveria como o corpo de Kennedy ter sido entregue duas vezes ao necrotério de Bethesda. Por que alguém faria isso? De qualquer forma, se o corpo de Kennedy foi realmente entregue ao necrotério às 18:35 horas no esquife de embarque, como voltou no pesado, ornamental esquife de bronze oriundo de Dallas que a Equipe Conjunta Carregadora do Esquife carregou para dentro às 20:00 horas? Puxa, isso é simplesmente pura doidice!”
Permit me to cite some of the adjectives that the noted attorney Vincent Bugliosi used in a chapter entitled “David Lifton and the Alteration of the President’s Body” in his book Reclaiming History: The Assassination of President John F. Kennedy: “preposterous,” “far out,” “unhinged,” and “nonsense.”
Permitam-me citar alguns adjetivos que o eminente advogado Vincent Bugliosi usou num capítulo intitulado “David Lifton e a Alteração do Corpo do Presidente” em seu livro Recuperação da História: O Assassínio do Presidente John F. Kennedy: “sem pé nem cabeça,” “muito esquisita,” “insensata,” e “descabida.”
So, which casket delivery would you guess Bugliosi settled on — the 6:35 p.m. delivery of the shipping casket with the body bag or the 8:00 p.m. heavy bronze casket delivery with the white sheets wrapped around Kennedy’s body?
Assim, pois, adivinhem por qual das entregas de esquife optou Bugliosi — a entrega às 18:35 horas do esquife de embarque com o saco para corpo ou a entrega, às 20:00 horas, do pesado esquife de bronze com os lençóis brancos enrolados em torno do corpo de Kennedy?
You guessed wrong!
Adivinharam errado!
Bugliosi settled on a third casket delivery.
Bugliosi decidiu-se por uma terceira entrega de esquife.
Yes, you read that right. Vincent Bugliosi, along with noted conspiracy critic Gerald Posner, author of the 1993 book Case Closed: Lee Harvey Oswald and the Assassination of JFK, have settled on a third casket delivery into the Bethesda morgue — one that took place between 7:00 p.m. and 7:30 p.m. — that is, after the 6:35 p.m. casket delivery and before the 8:00 p.m. casket delivery.
Isso mesmo, vocês leram corretamente. Vincent Bugliosi, juntamente com o eminente crítico da conspiração Gerald Posner, autor do livro de 1993 Caso Encerrado: Lee Harvey Oswald e o Assassínio de JFK,decidiram-se por uma terceira entrega de esquife no necrotério de Bethesda — que teve lugar entre 19:00 e 19:30 horas — isto é, depois da entrega do esquife às 18:35 horas e antes da entrega do esquife às 20:00 horas.
Are you doubting me? Are you thinking to yourself, “No way, Jacob. Two casket deliveries were already enough for me. But a third? Now you’ve gone too far”?
Duvidam de mim? Estarão vocês pensando de si para si: “Nem pensar, Jacob. Duas entregas de esquife já são o bastante para mim. Mas uma terceira? Agora você foi longe demais”.
Permit me first to set forth Bugliosi’s position. Referring to Paul O’Connor, the E-4 X-ray technician cited above, Bugliosi writes,
Permitam-me primeiro explicitar a posição de Bugliosi. Referindo-se a Paul O’Connor, o E-4 técnico de raios X citado acima, Bugliosi escreve:
O’Connor told the HSCA [House Select Committee on Assassinations] investigators that the president’s body arrived in a pink shipping casket and told Lifton that the body arrived in a “cheap, pinkish gray casket, just a tin box.” But FBI agent James Sibert told me that he, his partner, Francis O’Neill, a few Secret Service agents, and a few others he doesn’t recall, carried the casket from the limousine at the back of the hospital to “an anteroom right next to the autopsy room….” He vividly remembers that “it was a very expensive one, definitely not a shipping casket” and he recalls it was “very, very heavy….” [The] November 26, 1963, report of FBI agents Sibert and O’Neill reads that when the president’s body arrived in the autopsy room, “the complete body was wrapped in sheets.”… (Bugliosi, pages 1069-70; bracketed material added).
O’Connor disse aos investigadores da HSCA [Comissão   Seleta da Câmara para Assassínios] que o corpo do presidente chegou num esquife cor-de-rosa de embarque de corpo e disse a Lifton que o corpo chegou   num “esquife barato, cinza-rosado, uma mera caixa de lata.” Contudo, o agente do FBI James Sibert disse-me que ele, seu parceiro, Francis O’Neill, alguns agentes do Serviço Secreto e algumas outras pessoas de quem ele   não se lembra carregaram o esquife da limusine na parte de trás do hospital para “uma antecâmara bem ao lado da sala de autópsia….” Ele se lembra vividamente de “ser um esquife muito caro, definitivamente não de embarque” e se lembra de ele ser “muito, muito pesado….” [O] relatório de 26 de novembro de 1963 dos agentes do FBI Sibert e O’Neill diz que quando o corpo do presidente chegou à sala de autópsia, “o corpo inteiro estava envolto em lençóis.”… (Bugliosi, páginas 1069-70; trechos entre colchetes adicionado).
Posner writes:
Posner escreve:
Sibert and O’Neill helped take the casket inside, and there, waiting for the President’s body were [autopsy physicians] Dr. James Humes and Dr. J. Thornton Boswell…. When the funeral motorcade arrived at the hospital, Robert and Jacqueline Kennedy were escorted to upstairs waiting rooms while the casket was brought to the morgue. There, Drs. Humes and Boswell, with help from FBI agents O’Neill and Sibert and Secret Service agents Kellerman and Greer, removed the body…. (Posner, chapter 13, page 299; bracketed material added.)
Sibert e O’Neill ajudaram a trazer o esquife para dentro e ali, esperando pelo corpo do Presidente, estavam [os médicos de autópsia] Dr. James Humes e Dr. J. Thornton Boswell…. Quando a carreata fúnebre chegou ao hospital, Robert e Jacqueline Kennedy foram acompanhados para salas de espera em andar superior enquanto o esquife era levado ao necrotério. Ali, os Drs. Humes e Boswell, com ajuda dos agente do FBI O’Neill e Sibert e dos agentes do Serviço Secreto Kellerman e Greer, removeram o corpo…. (Posner, capítulo 13, página 299; material entre colchetes adicionado.)
Having concluded that the president’s casket could have been delivered only one time to the Bethesda morgue, Bugliosi and Posner obviously concluded that FBI agents Francis O’Neill and James Sibert and Secret Service agents Roy Kellerman and William Greer must be the only ones telling the truth and that the enlisted men who stated they carried the president’s body into the morgue at 6:35 p.m. in a shipping casket had to be speaking falsely.
Havendo concluído que o esquife do presidente só podia ter sido entregue uma vez no necrotério de Bethesda, Bugliosi e Posner obviamente concluíram que os agentes do FBI Francis O’Neill e James Sibert e os agentes do Serviço Secreto Roy Kellerman e William Greer necessariamente seriam os únicos dizendo a verdade e que os homens sem patente de oficial que haviam dito terem carregado o corpo do presidente até o necrotério às 18:35 horas num esquife de embarque tinham de estar mentindo.
It is clear that to both Bugliosi and Posner it is inconceivable that the 6:35 p.m. group could be telling the truth. Bugliosi ridicules the veracity of Paul O’Connor, while Posner mocks the veracity of O’Connor, Jerrol Custer, and James Jenkins.
Fica claro que tanto para Bugliosi quanto para Posner é inconcebível que o grupo das 18:35 horas pudesse estar dizendo a verdade. Bugliosi ridiculariza a veracidade de Paul O’Connor, enquanto Posner escarnece quanto à veracidade de O’Connor, Jerrol Custer, e James Jenkins.
What about Marine Sgt. Roger Boyajian, who filed the after-action report on November 26, in which he stated unequivocally that the president’s casket had been carried into the morgue at 6:35 p.m.?
E quanto ao Sargento Marine Roger Boyajian, que protocolou o relatório posterior à ação em 26 de novembro, onde afirmou inequivocamente que o esquife do presidente fora carregado para o necrotério às 18:35 horas?
What about Dennis David, the Chief of Day for the Naval medical school, who later retired from the Navy as an officer, who stated that the president’s body had been carried into the morgue at 6:35 p.m. in a shipping casket?
E quanto a Dennis David, o Oficial de Dia da escola médica Naval, que mais tarde deu baixa da Marinha como oficial, o qual declarou que o corpo do presidente havia sido carregado para dentro do necrotério às 18:35 horas num esquife de embarque?
What about Donald Rebentisch, a member of David’s team, who stated the same thing?
E quanto a Donald Rebentisch, membro da equipe de David, que afirmou a mesma coisa?
What about Floyd Riebe and Ed Reed, two other enlisted men who confirmed the account?
E quanto a Floyd Riebe e Ed Reed, dois outros homens sem patente de oficial que confirmaram a descrição?
What about Joseph Gawler’s Sons, Inc., whose representatives filed a written report on November 22 23, 1963, which stated that the president’s body had arrived in a shipping casket?
E quanto a Joseph Gawler’s Sons, Inc., cujos representantes protocolaram relatório escrito em 22-23 de novembro de 1963, o qual declarava que o corpo do presidente havia chegado num esquife de embarque?
Most of them aren’t even mentioned by Bugliosi and Posner, and Posner describes them collectively as “bit players at Bethesda — orderlies, technicians, and casket carriers.”
A maioria deles sequer é mencionada por Bugliosi e Posner, e Posner descreve tais pessoas coletivamente como “figurantes sem importância em Bethesda — serventes, técnicos e carregadores de esquifes.”
Bit players?
Figurantes sem importância?
Permit me level a very simple question at Vincent Bugliosi and Gerald Posner: Why in the world would these eight enlisted men, who were simply doing their jobs on the evening of November 22, 1963, have any   reason to lie or concoct a false story about bringing the president’s body into the Bethesda morgue?
Permitam-me dirigir uma pergunta muito simples a Vincent Bugliosi e Gerald Posner: Por que teriam aqueles oito homens sem patente de oficial, que estavam simplesmente desempenhando suas funções na noite de 22 de novembro de 1963, qualquer motivo para mentir ou urdir uma história falsa acerca da trazida do corpo do presidente ao necrotério de Bethesda?
Only Bugliosi and Posner can explain why they didn’t carefully focus on and analyze the statements and testimony of all these witnesses, but let give you my theory on the matter. In my opinion, the reason they didn’t do so is that they knew that if they did, their own position would immediately become untenable.
Só Bugliosi e Posner podem explicar por que não focaram e analisaram cuidadosamente as declarações e depoimentos de todas essas testemunhas, mas deixem-me dar a vocês minha teoria acerca do assunto. Em minha opinião, o motivo pelo qual não o fizeram foi saberem que, se o fizessem, sua própria posição se tornaria imediatamente insustentável.
Why?
Por quê?
Because both Bugliosi and Posner know that the chance that each of all those witnesses came up with the same fake story independently of all the other witnesses who were saying the same thing is so astronomically small as to be nonexistent.
Porque tanto Bugliosi quanto Posner sabem que a probabilidade de todas essas testemunhas terem inventado a mesma história falsa independentemente de todas as outras testemunhas que diziam a mesma coisa é tão astronomicamente baixa que pode ser considerada inexistente.
Therefore, for all the witnesses to have all come up with the same fake story about the 6:35 p.m. delivery of Kennedy’s body into the Bethesda morgue in a shipping casket would have had to involve one of the most preposterous conspiracies of all time. Bugliosi and Posner would be relegated to becoming conspiracy theorists and ridiculous ones at that. They would be alleging that eight enlisted men in the United States Armed Forces who were suddenly called to duty to serve at the autopsy of President John F. Kennedy’s body conspired to concoct a wild and fake story about how they delivered President Kennedy’s body into the Bethesda morgue in a shipping casket at 6:35 p.m. on the evening of November 22, 1963. Oh, I forgot — the conspiracy also would have included the most   prestigious funeral home in Washington, D.C., the funeral home that the U.S. military had selected to handle the embalming of the president’s body.
Assim, pois, todas as testemunhas virem com a mesma história falsa acerca da entrega do corpo de Kennedy às 18:35 horas no necrotério de Bethesda num esquife de embarque teria de ter envolvido uma das conspirações mais absurdas de todos os tempos. Bugliosi e Posner teriam sido relegados a tornarem-se   teóricos da conspiração, e dos ridículos, por sinal. Estariam alegando que oito homens sem patente de oficial das Forças Armadas dos Estados Unidos subitamente convocados ao dever para servirem na autópsia do corpo do Presidente John F. Kennedy conspiraram para inventar uma história extravagante e falsa acerca de como entregaram o corpo do Presidente Kennedy ao necrotério de Bethesda num esquife de embarque às 18:35 horas na noite de 22 de novembro de 1963. Oh, esqueci-me — a conspiração também teria incluído a mais prestigiosa funerária de Washington, D.C., a funerária que a instituição militar dos Estados Unidos havia selecionado para proceder ao embalsamamento do corpo do presidente.
Well, pray tell, Mssrs. Bugliosi and Posner: What would have been the motive behind such a conspiracy?
Ora bem, por favor digam, Srs. Bugliosi e Posner: Qual teria sido a motivação de tal conspiração?
Perhaps if we try to imagine how the conspiracy got arranged, we can figure out what the motive was.
Talvez se tentarmos imaginar como a conspiração foi organizada possamos imaginar o motivo.
Let’s see: Carrying out his orders to establish a team of Marines for security at Bethesda Hospital, Marine Sgt. Boyajian calls the team together and says, “Men, I’ve got an idea. Let’s conspire to come up with a fake and false story about how the president’s body got delivered to the Bethesda morgue. We’ll tell everybody that his body was brought to the morgue in a black hearse that contained several men in blue suits and that Kennedy’s body was contained in a shipping casket and in a body bag.” The team goes along with the idea.
Vejamos: Obedecendo a suas ordens de compor uma equipe de Marines para segurança no Hospital de Bethesda, o Sargento Marine Boyajian reúne a equipe e diz: “Homens, tive uma ideia. Conspiremos para inventar uma história extravagante e falsa acerca de como o corpo do presidente foi entregue ao necrotério de Bethesda. Diremos a todo mundo que o corpo dele foi trazido para o necrotério num carro fúnebre tendo como passageiros vários homens de terno azul e que o   corpo de Kennedy estava dentro de um esquife de embarque e num saco para corpo.” A equipe coopera com a ideia.
Then, once Marine Sergeant Boyajian arrives at the morgue, he collars the Chief of the Day at Bethesda medical school, Dennis David (a “bit player” who would later become a Navy officer), and whispers in his ear, “Hey, dude, my Marines and I have come up with a great idea. We’re conspiring to concoct a fake story about how we delivered President Kennedy’s body into the morgue in a shipping casket at 6:35 p.m. Would you like to join our conspiracy?”
Em seguida, ao o Sargento Marine Boyajian chegar ao necrotério, aproxima-se do Oficial de Dia da escola médica de Bethesda, Dennis David (um “figurante sem importância” que posteriormente se tornaria oficial da Marinha), e sussurra no ouvido dele: “Ei, chapa, meus Marines e eu tivemos uma grande ideia. Estamos conspirando para inventar uma história falsa acerca de como entregamos o corpo do Presidente Kennedy ao necrotério num esquife de embarque às 18:35 horas. Gostaria de juntar-se a nossa conspiração?”
David responds, “Wow! That sounds great! Yeah, I’ll talk to my team about it.” So David goes to his team and convinces them to join the conspiracy.
David responde: “Oba! Parece ótimo! Sim, vou falar com minha equipe a respeito.” E assim David fala com sua equipe e a convence a juntar-se à conspiração.
Oh, but wait — there are also the other “bit players” to contact. So, the conspirators approach the X-ray technicians and photographers and, after some persuasion, convince them to join the conspiracy.
Oh, mas esperem — há também que entrar em contato com os outros “figurantes sem importância”. Assim, os conspiradores abordam os técnicos de raios X e fotógrafos e, após alguma persuasão, convencem-nos a aderir à conspiração.
All that’s left is Joseph Gawler’s Sons, Inc. No problem. When they hear about the idea, they think it’s fantastic, and they’re willing to risk the good reputation they’ve built up over the years to become the most prestigious funeral home in Washington and quickly join the conspiracy.
Só resta agora a Joseph Gawler’s Sons, Inc. Sem problema. Quando ouve a ideia acha-a fantástica, e dispõe-se a colocar em risco a boa reputação que construiu ao longo dos anos para tornar-se a mais prestigiosa funerária de Washington e junta-se rapidamente à conspiração.
And for what? Whoops! It still isn’t clear what the motive of all those “orderlies, technicians, and casket carriers” could have been.
E para quê? Epa! Ainda não está clara que motivação todos aqueles “serventes, técnicos e carregadores de esquifes” possam ter tido.
Let me use the adjectives that Bugliosi employed to describe this supposed conspiracy among what Posner described as “bit players”: “preposterous,” “far out,” “unhinged,” and “nonsense.”
Deixem-me usar os adjetivos que Bugliosi empregou para descrever essa pretensa conspiração dos que Posner descreveu como “figurantes sem importância”: “sem pé nem cabeça,” “muito esquisita,” “insensata,” e “descabida.”
Unless one is convinced that such an impossible conspiracy took place, there is only one conclusion that can be reached: Those eight enlisted men and the representatives of Gawler’s funeral home, all of whom were suddenly and unexpectedly called to do their duty on the evening of November 22, 1963, were telling the truth. President Kennedy’s body was carried into the Bethesda morgue at 6:35 p.m. in a shipping casket and inside a body bag.
A menos que alguém esteja convencido de tal conspiração impossível ter tido lugar, há apenas uma conclusão à qual se pode chegar: Aqueles oito homens sem patente de oficial e os representantes da funerária Gawler, todos chamados súbita e inesperadamente ao dever na noite de 22 de novembro de 1963, estavam dizendo a verdade. O corpo do Presidente Kennedy foi levado para o necrotério de Bethesda às 18:35 horas num esquife de embarque e dentro de um saco para corpo.
The next question naturally arises: Was the O’Neill-Silbert-Kellerman-Greer casket delivery that Bugliosi and Posner settled on the same casket delivery as the Joint Casket Bearer’s Team’s casket delivery? Or were   they two separate casket deliveries?
Surge, naturalmente, a próxima pergunta: Terá sido a entrega de esquife O’Neill-Silbert-Kellerman-Greer pela qual se definiram Bugliosi e Posner a mesma entrega de esquife da entrega de esquife pela Equipe Conjunta   Carregadora do Esquife? Ou foram duas entregas diferentes de esquife?
Posner doesn’t address the issue. In fact, he doesn’t even mention the Joint Casket Bearer’s Team’s delivery of the Dallas casket, which would seem odd, since it was prominently mentioned in William Manchester’s famous book on the assassination, The Death of a President. Perhaps Posner had difficulty reconciling the two different accounts and just felt it would be simpler to leave one of them out of his analysis.
Posner não trata do problema. Na verdade, ele sequer menciona a entrega do esquife de Dallas pela Equipe Conjunta Carregadora do Esquife, o que parece singular, visto ela ter sido mencionada com destaque no famoso livro de William Manchester acerca do assassínio, A Morte de um Presidente. Talvez Posner tenha tido dificuldade em conciliar diferentes descrições e achado simplesmente ser menos complicado deixar uma delas fora de sua análise.
Bugliosi, on the other hand, does address the issue. What is his approach? Obviously convinced that there could have been only one casket delivery that night, he conflates the O’Neill-Sibert-Kellerman-Greer casket   delivery and the Joint Casket Bearer Team’s casket delivery into one casket delivery.
Bugliosi, por outro lado, trata da questão. Qual é a abordagem dele? Obviamente convencido de ter havido apenas uma entrega de esquife naquela noite, ele funde a entrega de esquife O’Neill-Sibert-Kellerman-Greer e a entrega de esquife pela Equipe Conjunta Carregadora do Esquife em uma só entrega de esquife.
The problem for Bugliosi, however, is that the evidence does not support his position. Instead, the evidence leads to but one conclusion: three separate casket deliveries, as follows:
O problema para Bugliosi, porém, é que a evidência não dá suporte a sua posição. Pelo contrário, a evidência leva a uma única conclusão: três entregas distintas de esquife, como segue:
6:35 p.m.: First casket delivery. We know this from the statements of Marine Sergeant Boyajian, Chief of the Day David, the six other enlisted men, and the Gawler’s funeral home report.
18:35 horas: Primeira entrega de esquife. Sabemos isso a partir das declarações do Sargento Marine Boyajian, do Oficial de Dia David, dos outros seis homens sem patente de oficial, e do relatório da funerária Gawler’s.
Between 7:00 p.m. and 7:30 p.m. Second casket delivery. We know this from statements made by FBI agents O’Neill and Sibert and Secret Service agent Kellerman, as shown below.
Entre 19:00 e 19:30 horas. Segunda entrega de esquife. Sabemos isso a partir das declarações feitas pelos agentes do FBI O’Neill e Sibert e do agente do Serviço Secreto Kellerman, como mostrado abaixo.
8:00 p.m.: Third casket delivery. We know this from the official report of the Joint Casket Bearer’s Team, as shown below.
20:00 horas: Terceira entrega de esquife. Sabemos isso a partir do relatório oficial da Equipe Conjunta Carregadora do Esquife, como mostrado abaixo.
We have already reviewed the evidence that establishes the first casket delivery and its time of delivery of 6:35 p.m.
Já vistoriamos a evidência estabelecendo a primeira entrega de esquife e quando ocorreu, às 18:35 horas.
Let’s now review the evidence that establishes the second casket delivery, which took place sometime between 7:00 p.m. and 7:30 p.m.
Vistoriemos agora a evidência que estabelece a segunda entrega de esquife, a qual teve lugar em algum momento entre 19:00 e 19:30 horas.
In their official report of November 26, 1963, O’Neill and Sibert stated in part as follows,
Em seu relatório oficial de 26 de novembro de 1963, O’Neill e Sibert declararam, em parte, o que segue:
On arrival at the Medical Center, the ambulance stopped in front of the main entrance, at which time Mrs. Jacqueline Kennedy and Attorney General Robert Kennedy embarked from the ambulance and entered the building. The ambulance was thereafter driven around to the rear entrance where the President’s body was removed and taken into an autopsy room. Bureau agents assisted in the moving of the casket to   the autopsy room.
Ao chegar ao Centro Médico, a ambulância parou em frente à entrada principal, ocasião em que a Sra. Jacqueline Kennedy e o Ministro da Justiça Robert Kennedy saíram da ambulância e entraram no edifício. A ambulância depois disso dirigiu-se para a entrada de trás, onde o corpo do Presidente foi removido e levado para a sala de autópsia. Agentes do FBI prestaram assistência no transporte do esquife para a sala de autópsia.
Keep in mind that the ambulance arrived in the front of the hospital at 6:55 p.m. Keep in mind also that the Joint Casket Bearer Team didn’t deliver the Dallas casket into the morgue until more than an hour later, at 8:00 p.m.
Tenhamos presente que a ambulância chegou à frente do hospital às 18:55 horas. Tenhamos presente, também, que a Equipe Conjunta Carregadora do Esquife só entregou o esquife oriundo de Dallas ao necrotério mais de uma hora depois, às 20:00 horas.
On March 12, 1964, an official memo of the Warren Commission recounted the following exchange between Warren Commission counsel Arlen Specter and FBI agents O’Neill and Sibert:
Em 12 de março de 1964 um memorando oficial da Comissão Warren registrou a seguinte breve conversa entre o advogado da Comissão Warren, Arlen Specter, e os agentes do FBI O’Neill e Sibert:
Question: What was the time of the preparation for the autopsy at the hospital?
Pergunta: A que horas ocorreu a preparação para a autópsia no hospital?
Answer: Approximately 7:17 p.m.
Resposta: Aproximadamente às 19:17 horas.
Question: What time did the autopsy begin?
Pergunta: A que horas começou a autópsia?
Answer: Approximately 8:15 p.m.
Resposta: Aproximadamente às 20:15 horas.
Ask yourself: How could preparation for the autopsy begin at approximately 7:17 p.m. if the Joint Casket Bearer Team didn’t deliver the body into the morgue until 8:00 p.m.? Of course, since we know that the body had already been delivered to the morgue at 6:35 p.m. in the shipping casket, preparation for the autopsy could have begun at 7:17 p.m.
Perguntem-se a si próprios: Como poderia a preparação para a autópsia começar aproximadamente às 19:17 horas se a Equipe Conjunta Carregadora do Esquife só entregou o corpo ao necrotério às 20:00 horas? Obviamente, visto sabermos que o corpo já havia sido entregue ao necrotério às 18:35 horas, no esquife de embarque, a preparação poderia ter começado às 19:17 horas.
In fact, recall that X-ray technician Jerrol Custer, one of the enlisted men who witnessed Kennedy’s body being brought into the morgue in the shipping casket, saw Mrs. Kennedy entering the main lobby of the hospital as Custer was heading upstairs to process X-rays of Kennedy’s body.
Na verdade, lembremo-nos de que o técnico de raios X Jerrol Custer, um dos homens sem patente de oficial que viu o corpo de Kennedy ser trazido para dentro do necrotério no esquife de embarque de corpo, viu a Sra. Kennedy entrando no saguão principal do hospital quando Custer dirigia-se para andar superior para processar raios X do corpo de Kennedy.
Question: How could Custer have been processing X-rays of the president’s body if the Dallas casket containing the president’s body had not yet been delivered by either the Joint Casket Delivery Team at 8:00 p.m. or by O’Neill, Sibert, Kellerman, and Greer sometime between 7:00 p.m. and 7:30 p.m.?
Pergunta: Como poderia Custer estar processando raios X do corpo do presidente se o esquife de Dallas com o corpo do presidente não havia ainda sido entregue nem pela Equipe Conjunta Carregadora do Esquife às 20:00 horas nem por O’Neill, Sibert, Kellerman e Greer em algum momento entre 19:00 e 19:30 horas?
In a deposition that was taken by the ARRB in 1997, Sibert was asked about the 7:17 p.m. time that he and O’Neill had referred to in their 1964 exchange with Specter:
Num depoimento tomado pela ARRB em 1997 Sibert foi indagado acerca da hora, 19:17 horas, mencionada por ele e por O’Neill na breve conversa com Specter em 1964:
Gunn: I will read for the record, if you will read along with me. “Question: What was the time of the preparation for the autopsy at the hospital?” “Answer: Approximately 7:17 P.M.” Do you see those words?
Gunn: Lerei a partir do registro, se você ler junto comigo. Pergunta: A que horas ocorreu a preparação para a autópsia no hospital?” “Resposta: Aproximadamente às 19:17 horas.” Vê essas palavras?
Sibert: Yes.
Sibert: Vejo.
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Gunn: Well, I guess my question in part is: Does the time that is provided here, 7:17 P.M., help you identify the approximate time that the casket was unloaded from the Navy ambulance?
Gunn: Bem, creio que minha pergunta, em parte, é: A hora aqui registrada, 19:17 horas, ajuda você a identificar o momento aproximado em que o esquife foi descarregado da ambulância da Marinha?
Sibert: Well, that could have been the time that it was unloaded, the 7:17 — or just a short time thereafter when they got it in there. And, of course, they had to take the body out of the casket, put it on the autopsy table and this would be all the preparation too. (Horne, volume 3, pages 713 14.)
Sibert: Bem, essa poderia ser a hora em que foi descarregado, 19:17 horas — ou curto tempo depois disso, quando eles o puseram lá dentro. E, naturalmente, tiveram que tirar o corpo do esquife, colocá-lo na mesa de autópsia e haveria toda a preparação também. (Horne, volume 3, páginas 713 14.)
Ask yourself: If there was only one casket delivery, how could it be unloaded at 7:17 p.m. and also 8:00 p.m., as reported by the Joint Casket Bearer Team?
Perguntem-se: Se tivesse havido apenas uma entrega de esquife, como este poderia ser descarregado às 19:17 horas e também às 20:00 horas, como relatado pela Equipe Conjunta Carregadora do Esquife?
Here is what O’Neill wrote in a sworn statement to the House Select Committee on Assassinations in 1978:
Eis aqui o que O’Neill escreveu numa declaração juramentada para a Comissão Seleta da Câmara para Assassínios em 1978:
Upon arriving at the National Naval Medical Center of Bethesda, the ambulance stopped at the front entrance where Jackie and RFK disembarked to proceed to the 17th floor. The ambulance then travelled to the rear where Sibert, Bill Greer (Secret Service), and Roy Kellerman (Secret Service), and I placed the casket on a roller and transported it into the autopsy room.
Ao chegar ao Centro Médico Naval Nacional de Bethesda, a ambulância parou na entrada frontal onde Jackie e RFK desembarcaram para irem para o 17o. andar. A ambulância então foi para a parte de trás onde Sibert, Bill Greer (Serviço Secreto) e Roy Kellerman (Serviço Secreto) e eu colocamos o esquife   num rolante e o transportamos para a sala de autópsia.
Notice that, once again, the implication is that the casket is promptly delivered after the 6:55 p.m. arrival of the motorcade. Also, notice that there is no mention of the Joint Casket Bearer Team and that O’Neill states that he, Sibert, Greer, and Kellerman transported the casket into the morgue on a roller.
Notem que, mais uma vez, a implicação é a de que o esquife é prontamente entregue depois da chegada da carreata às 18:55 horas. Notem, também, não haver menção à Equipe Conjunta Carregadora do Esquife e que O’Neill declara que ele, Sibert, Greer e Kellerman transportaram o esquife para dentro do necrotério num rolante.
In an affidavit signed and delivered to the House Select Committee on Assassinations in 1978, Sibert reinforced O’Neill’s testimony:
Num depoimento juramentado assinado e entregue à Comissão Seleta da Câmara para Assassínios em 1978, Sibert robusteceu o depoimento de O’Neill:
When the motorcade from the airport arrived at the Naval Hospital, Bobby Kennedy and Mrs. Kennedy were let off at the administration building. Mr. O’Neill and I helped carry the damaged casket into the autopsy room with some Secret Service agents.
Quando a carreata vinda do aeroporto chegou ao Hospital Naval, Bobby Kennedy e a Sra. Kennedy foram deixados no edifício da administração. O Sr. O’Neill e eu ajudamos a carregar o esquife danificado para a sala de autópsia com alguns agentes do Serviço Secreto.
Consider the testimony of Secret Service Agent Kellerman before the Warren Commission in 1964:
Consideremos o depoimento do Agente do Serviço Secreto Kellerman diante da Comissão Warren em 1964:
Mr. Specter: What time did that autopsy start, as you recollect it?
Sr. Specter: A que horas começou a autópsia, do modo como você se lembra?
Mr. Kellerman: Immediately. Immediately after we brought him in.
Sr. Kellerman: Imediatamente. Imediatamente depois que o trouxemos para dentro.
Later in his testimony, Kellerman became more specific:
Mais adiante em seu depoimento, Kellerman tornou-se mais específico:
Mr. Kellerman: Let’s come back to the period of our arrival at Andrews Air Force Base, which was 5:58 p.m. at night. By the time it took us to take the body from the plane into the ambulance, and a couple of carloads of staff people who followed us, we may have spent 15 minutes there. And in driving from Andrews to the U.S. Naval Hospital, I would judge, a good 45 minutes. So, there is 7 o’clock. We went immediately over, without too much delay on the outside of the hospital, into the morgue. The Navy people had their staff in readiness right then. There wasn’t anybody to call. They were all there. So, at the latest, 7:30, they began to work on the autopsy….
Sr. Kellerman: Voltemos ao período de nossa chegada à Base Andrews da Força Aérea, que foi às 17:58 horas à noite. Considerando o tempo que levou para tirarmos o corpo do avião e levá-lo até a ambulância, e para colocar em carros algum pessoal da equipe que nos seguiu, podemos ter gasto 15 minutos lá. E guiando de Andrews para o Hospital Naval dos Estados Unidos, eu avaliaria, uns bons 45 minutos. Portanto, temos 19:00 horas. Fomos imediatamente para o necrotério, sem muita demora do lado de fora do hospital. O pessoal da Marinha estava com sua equipe de prontidão naquele momento. Não havia ninguém para chamar. Estavam todos lá. Assim, no máximo às 19:30 eles começaram a trabalhar na autópsia....
Notice that Kellerman is reinforcing O’Neill’s and Sibert’s testimony that they delivered the Dallas casket into the morgue sometime between 7:00 p.m. and 7:30 p.m. Ask yourself: How could they begin to work on the autopsy no later than 7:30 p.m., given that the Joint Casket Bearer Team didn’t deliver the Dallas casket until 8:00 p.m.?
Notemos que Kellerman está fortalecendo o depoimento de O’Neill e Sibert de eles terem entregue o esquife de Dallas ao necrotério em algum momento entre 19:00 e 19:30 horas. Perguntem-se: Como poderiam eles começar a trabalhar na autópsia no máximo às 19:30 horas, dado que a Equipe Conjunta Carregadora do Esquife só entregou o esquife de Dallas às 20:00 horas?
According to Horne, a Washington Star article dated November 23, 1963, referring to the motorcade’s 6:55 p.m. (or 6:53 p.m., as another account asserted) arrival at the front of the Bethesda Hospital with Mrs. Kennedy and the Dallas casket, “also noted that the ambulance containing the casket was not driven away from the front of the hospital facility for at least 12 minutes after it arrived, i.e., at about 7:07 PM (or at 7:05 PM at the earliest, depending on which arrival time one uses).” (Horne, volume 3, pages 677-78.) That fits with O’Neill, Sibert’s, and Kellerman’s testimony that the Dallas casket was delivered to the morgue between 7:00 p.m. and 7:30 p.m.
De acordo com Horne, um artigo do Washington Star datado de 23 de novembro de 1963, referindo-se à chegada da carreata às 18:55 horas (ou 18:53 horas, como afirmado em outra descrição) à frente do Hospital de Bethesda com a Sra. Kennedy e o esquife de Dallas “também registrou que a ambulância com o esquife não saiu da frente da dependência do hospital antes de pelo menos 12 minutos depois de ter chegado, isto é, cerca de 19:07 horas (ou no mínimo 19:05 horas, dependendo da hora de chegada que for usada).” (Horne, volume 3, páginas 677-78.) Isso confere com o depoimento de O’Neill, Sibert e Kellerman de o esquife de Dallas ter sido entregue ao necrotério entre 19:00 e 19:30 horas.
Let’s now review the evidence that establishes the third casket delivery, the one at 8:00 p.m. by the Joint Casket Bearer Team.
Vistoriemos agora a evidência que confirma a entrega do terceiro esquife, a das 20:00 horas, pela Equipe Conjunta Carregadora do Esquife.
Headed by infantry 1st Lt. Samuel Bird, the Joint Casket Bearer Team was the honor team charged with formally carrying President Kennedy’s body into the Bethesda morgue. As previously stated, the team consisted of soldiers in dress uniform and white gloves representing all the branches of the military.
Chefiada pelo Primeiro-Tenente de infantaria Samuel Bird, A Equipe Conjunta Carregadora do Esquife era a equipe de honra encarregada formalmente de carregar o corpo do Presidente Kennedy para o necrotério de Bethesda. Como dito previamente, a equipe consistia de soldados em uniforme de gala e com luvas brancas representando todas as armas da instituição militar.
On December 10, 1963, Lt. Bird filed his official report of the Joint Casket Bearer Team’s delivery of the president’s casket into the Bethesda morgue on the evening of November 22, 1963. The report stated in part:
Em 10 de dezembro de 1963 o Tenente Bird protocolou seu relatório oficial acerca da entrega, pela Equipe Conjunta Carregadora do Esquife, do corpo do Presidente ao necrotério de Bethesda na noite de 22 de novembro de 1963. O relatório dizia, em parte:
The Joint Casket Team consisted of one officer, one NCO and seven enlisted men (from each branch of the Armed Forces)…. They removed the remains as follows: 1. From the ambulance to the morgue (Bethesda) 2000 hours [8:00 p.m.], 22 Nov. 63. (Bracketed material added.)
A Equipe Conjunta Carregadora do Esquife consistia em um oficial, um suboficial - NCO e sete homens sem patente de oficial (de cada arma das Forças Armadas)…. Eles removeram os restos como segue: 1. Da ambulância para o necrotério (Bethesda) 20:00 horas, 22 de novembro 1963. (Material entre colchetes, no texto em inglês, adicionado.)
A copy of the Joint Casket Bearer Team’s official report is posted on the Internet here
Uma cópia do relatório oficial da Equipe Conjunta Carregadora do Esquife está afixada na Internet aqui
You will notice that the report makes no mention of O’Neill, Sibert, Kellerman, or Greer or the roller that O’Neill, Sibert, Kellerman, and Greer used to carry the casket into the morgue.
Vocês notarão que o relatório não faz menção a O’Neill, Sibert, Kellerman, ou Greer, ou ao dispositivo rolante que O’Neill, Sibert, Kellerman e Greer usaram para carregar o esquife para dentro do necrotério.
You’ll also notice that the report contains the following memorable incident, later recounted in Manchester’s The Death of a President:
Vocês notarão também que o relatório inclui o seguinte memorável incidente, mais tarde relatado em A Morte de Um Presidente, de Manchester:
While the casket was being moved inside the hospital, Brigadier General [Godfrey] McHugh relieved [illegible] from the casket team and awkwardly took his place. (Bracketed material added.)
Ao o esquife ser movido para dentro do hospital, o General-de-Brigada [Godfrey] McHugh dispensou [ilegível] da equipe do esquife e atabalhoadamente tomou o lugar dele. (Material entre colchetes adicionado.)
Nowhere do O’Neill, Sibert, Kellerman, or Greer relate the McHugh incident in their account of delivering the Dallas casket into the morgue.
Em parte alguma O’Neill, Sibert, Kellerman ou Greer relatam o incidente McHugh em sua descrição da entrega do esquife de Dallas ao necrotério.
There is something else to consider: A member of the Joint Casket Bearer Team denied that O’Neill, Sibert, Kellerman, and Greer helped the team carry the casket into the morgue. According to Lifton,
Há algo mais a considerar: Um membro da Equipe Conjunta Carregadora do Esquife negou que O’Neill, Sibert, Kellerman e Greer tenham ajudado a equipe a carregar o esquife para dentro do necrotério. De acordo com Lifton, 
I asked Cheek [a member of the Joint Casket Bearer Team] whether two FBI men were present when the ambulance was unloaded. “No,” he replied, ”there were just the six of us.” I asked this because Sibert and O’Neill reported they helped with the casket, but made no mention of a casket team. (Lifton, chapter 16; bracketed material added.)
Perguntei a Cheek [membro da Equipe Conjunta Carregadora do Esquife] se dois homens do FBI estavam presentes quando a ambulância foi descarregada. “Não,” respondeu ele, ”só havia nós seis.” Perguntei isso porque Sibert e O’Neill relataram ter ajudado com o esquife, mas não fizeram menção de uma equipe do esquife. (Lifton, capítulo 16; material entre colchetes adicionado.)
Now, consider the following sworn testimony before the Warren Commission on March 16, 1964, of Commander James J. Humes, one of the   physicians who conducted the autopsy on the president’s body on the evening of November 22:
Agora considerem o seguinte depoimento juramentado diante da Comissão Warren em 16 de março de 1964 do Comandante James J. Humes, um dos médicos que coduziram a autópsia no corpo do presidente na noite de 22 de novembro:
Mr. Specter: What time did the autopsy start approximately?
Sr. Specter: A que horas aproximadamente começou a autópsia?
Commander Humes: The president’s body was received at 25 minutes before 8, and the autopsy began at approximately 8 p.m. on that evening. (Warren Commission Report, Volume II, page 349.)
Comandante Humes: O corpo do presidente foi recebido 25 minutos antes das 20:00 horas, e a autópsia começou aproximadamente às 20:00 horas daquela noite. (Relatório da Comissão Warren, Volume II, página 349.)
Ask yourself: How could the body have been received at 7:35 p.m. (i.e., 25 minutes before 8:00 p.m.) if the Joint Casket Bearer’s Team didn’t deliver it until 8:00 p.m.?
Perguntem-se: Como poderia o corpo ter sido recebido às 19:35 horas (isto é, 25 minutos antes das 20:00 horas) se a Equipe Conjunta Carregadora do Esquife só o entregou às 20:00 horas?
Now, let’s examine the thesis originally developed by Lifton and later expanded upon by Horne to see if the evidence is consistent with three casket   deliveries into the morgue.
Examinemos agora a tese originalmente desenvolvida por Lifton e posteriormente expandida por Horne, para vermos se a evidência é consistente com três entregas de esquife ao necrotério.
Again, unless one concludes that Marine Sergeant Boyajian, Chief of the Day David, the other six enlisted men, and Gawler’s funeral home entered into a quick, preposterous conspiracy to concoct a fake story about the delivery of the president’s body, we begin with the fact that President Kennedy’s body was offloaded from a black hearse containing several men in blue suits and delivered into the Bethesda morgue in a shipping casket at 6:35 p.m.
Mais uma vez, a menos que alguém conclua que o Sargento Marine Boyajian, o Oficial de Dia Day David, os outros seis homens sem patente de oficial e a funerária Gawler’s tenham entrado numa rápida e absurda conspiração para urdir uma história fraudulenta acerca da entrega do corpo do presidente, começamos com o fato de o corpo do Presidente Kennedy ter sido descarregado de um carro fúnebre preto que conduzia diversos homens de terno azul e entregue ao necrotério de Bethesda num esquife de embarque às 18:35 horas.
That obviously means that the Dallas casket that arrived twenty minutes later at 6:55 p.m. in the motorcade with Mrs. Kennedy did not contain the president’s body.
Isso obviamente significa que o esquife de Dallas que chegou vinte minutos depois, às 18:55 horas na carreata com a Sra. Kennedy, não continha o corpo do presidente.
Therefore, there was an obvious challenge for whoever did this and wished to keep it secret: how to get the president’s body back into the Dallas casket so that it could be formally delivered into the morgue by the Joint Casket Bearer Team just before the autopsy would begin?
Portanto, havia uma óbvia dificuldade para quem quer tenha feito aquilo e desejasse manter em segredo o que fizera: como conseguir trazer o corpo do presidente de volta para o esquife de Dallas a fim de ele poder ser formalmente entregue ao necrotério pela Equipe Conjunta Carregadora do Esquife pouco antes da autópsia começar?
As Horne explains, that was what the O’Neill-Sibert-Kellerman-Greer casket delivery had to be all about. Soon after the arrival of the motorcade, they drove around to the morgue and carried the empty Dallas casket into the morgue sometime between 7:00 p.m. and 7:30 p.m.
Como explica Horne, é a isso que disse respeito a entrega do esquife por O’Neill-Sibert-Kellerman-Greer. Logo depois da chegada da carreata, eles contornaram o prédio rumando para o necrotério e levaram o esquife de Dallas vazio para dentro do necrotério em algum momento entre 19:00 e 19:30 horas.
Then, sometime between 7:30 p.m. and 8:00 p.m., the president’s body was then wrapped back into the white sheets in which it had been wrapped in Dallas, placed back into the Dallas casket, and carried back out to the Navy ambulance, enabling the Joint Casket Bearer Team to officially carry it back into the morgue at 8:00 p.m.
Então, em algum momento entre 19:30 e 20:00 horas, o corpo do presidente foi reembrulhado nos lençóis brancos nos quais havia sido envolto em Dallas, colocado de volta no esquife de Dallas, e levado de volta para a ambulância da Marinha, possibilitando à Equipe Conjunta Carregadora do Esquife carregá-lo oficialmente para dentro do necrotério às 20:00 horas.
There is actually no other reasonable conclusion that can be drawn from the evidence. Kennedy’s body is delivered at 6:35 p.m. in the shipping casket. The middle delivery of the Dallas casket — the one between 7:00 p.m. and 7:30 p.m. — was used to effect the transfer of the body back into the Dallas casket, so that it can then be carried back out into the gray ambulance and then be delivered formally into the morgue at 8:00 p.m. by the Joint Casket Bearer Team, enabling the autopsy to formally begin 8:15 p.m., which is the time that everyone agrees the autopsy formally began.
Não há, em realidade, nenhuma outra conclusão razoável a que se possa chegar a partir da evidência. O corpo de Kennedy é entregue às 18:35 horas no esquife de embarque. A entrega intermediária do esquife de Dallas — aquela entre 19:00 e 19:30 horas — foi usada para efetuar a transferência do corpo de volta para o esquife de Dallas, de modo a ele poder ser carregado de novo na ambulância cinzenta e depois entregue formalmente ao necrotério às 20:00 horas pela Equipe Conjunta Carregadora do Esquife, permitindo que a autópsia começasse formalmente às 20:15 horas, hora em que, todos concordam, a autópsia começou formalmente.
Why was all this done? That is a very good question.
Por que tudo isso foi feito? Essa é uma pergunta muito boa.
One possible explanation is that officials were concerned about the possibility that someone might try to attack the motorcade from Andrews Air Force Base to Bethesda Hospital and steal the president’s body and, therefore, decided to secretly separate the president’s body from the Dallas casket and secretly transport it to the morgue to obviate that possibility.
Uma possível explicação é as autoridades terem ficado preocupadas com a possibilidade de alguém poder tentar atacar a carreata da Base Andrews da Força Aérea até o Hospital de Bethesda e roubar o corpo do presidente e, assim, terem decidido separar secretamente o corpo do presidente do esquife de Dallas e transportá-lo secretamente para o necrotério, obviando, assim, essa possibilidade.
It seems to me that that would have been a plausible explanation, if they had announced it publicly at the time. But they didn’t do that. Instead, they engaged in secrecy, deception, and cover up, and have ever since.
Parece-me que essa teria sido uma explicação plausível, se elas a tivessem anunciado publicamente à época. Não o fizeram, porém. Em vez disso, lançaram-se a segredo, burla e encobrimento, e o vêm fazendo desde então.
Some people would undoubtedly respond, “No way, Jacob! Not high government officials. They would never lie to the American people. Only ‘bit players’ like Marine sergeants, Navy enlisted men, and long-established funeral homes would do that.”
Algumas pessoas indubitavelmente responderiam “Impossível, Jacob! Não altas autoridades do governo. Elas nunca mentiriam para o povo estadunidense. Apenas ‘figurantes sem importância’ como sargentos Marines, homens da Marinha sem patente de oficial e funerárias de longa tradição fariam esse tipo de coisa.”
But keep in mind that it is undisputed that several months after the events at Bethesda Naval Hospital, it wasn’t “bit players” consisting of “orderlies, technicians, and casket carriers” who secretly conspired to concoct a fake story about a North Vietnamese attack at the Gulf of Tonkin, with the intent of securing a congressional resolution that would lead to the Vietnam War. Instead, it was the new president of the United States, Lyndon B. Johnson, and the entire Joint Chiefs of Staff, who entered into that secret and deadly conspiracy.
Tenhamos presente, porém, não ser objeto de disputa,  vários meses depois dos eventos no Hospital Naval de Bethesda, não terem sido “figurantes sem importância” consistindo em “serventes, técnicos e carregadores de esquifes” quem conspirou secretamente para urdir uma história   fraudulenta acerca de um ataque norte-vietnamita no Golfo de Tonquim, com intenção de garantir uma resolução do Congresso que levaria à Guerra do Vietnã. Pelo contrário, foram o novo presidente dos Estados Unidos, Lyndon B. Johnson, e todo o Estado-Maior Conjunto quem entrou naquele conluio secreto e letal.
It seems to me that if high government officials would conspire to lie about a military attack that they had to know would bring on a war that would result in the deaths of tens of thousands of American soldiers (and millions of Vietnamese people), high government officials would be fully capable of lying about casket deliveries on the night of November 22, 1963.
Parece-me que se altas autoridades do governo conspirariam para mentir a respeito de um ataque militar que elas tinham de saber traria uma guerra que resultaria na morte de dezenas de milhares de soldados estadunidenses (e milhões de pessoas do povo vietnamita), altas autoridades do governo seriam plenamente capazes de mentir acerca de entregas de esquife na noite de 22 de novembro de 1963.
The only other explanation for the multiple casket delivery that I can conceive of is a nefarious one, the one that is carefully detailed by Horne in his 5-volume work: that U.S. military officials at the Bethesda morgue, including the autopsy physicians, perhaps following orders based on national security, used the period of time from 6:35 p.m. to 8:00 p.m. on the night of the autopsy to alter the president’s body in order to hide any evidence of wounds resulting from gunshots that came from the front of the president, e.g., from the grassy knoll.
A outra única explicação para a entrega múltipla de esquifes que consigo conceber é uma explicação execrável, a que é cuidadosamente detalhada por Horne em sua obra em 5 volumes: a de autoridades militares dos Estados Unidos no necrotério de Bethesda, inclusive os médicos da autópsia, talvez obedecendo a ordens baseadas em segurança nacional, terem usado o período de tempo entre 18:35 e 20:00 horas da noite da autópsia para alterar o corpo do presidente a fim de ocultar qualquer evidência de ferimentos resultantes de disparos vindos da frente do presidente, por exemplo do outeiro gramado.
One of the most fascinating stories that Horne describes involves the testimony of Tom Robinson, a member of the Gawler’s embalming team. When Robinson was questioned by the House Select Committee on Assassinations, he made the following cryptic statement:
Uma das mais fascinantes histórias que Horne descreve envolve o depoimento de Tom Robinson, membro da equipe de embalsamamento da Gawler. Quando Robinson foi questionado pela Comissão Seleta da Câmara para Assassínios, ele fez a seguinte declaração críptica:
The time that the people moved (autopsy). The body was taken….and the body never came….lots of little things like that. (Horne, volume 2, page 607.)
A hora em que as pessoas moveram (autópsia). O corpo foi tomado....e o corpo nunca veio.... uma porção   de pequenas coisas como essa. (Horne, volume 2, página 607.)
Those are not my ellipses. They are also not Horne’s. In fact, neither are the parentheses around the word “autopsy.” That’s exactly how Robinson’s testimony appears in the official transcript of his testimony. As Horne points out, that’s fairly unusual, given that people don’t ordinarily speak using ellipses and parentheses. Those sorts of things are used in written communications, not oral ones.
Essas elipses não são minhas. Nem de Horne. Na verdade, nem os parênteses em torno da palavra “autópsia.” Isso aí é exatamente como o depoimento de Robinson aparece na transcrição oficial de seu depoimento. Como Horne destaca, isso é bastante insólito, dado que as pessoas não falam, ordinariamente, usando elipses e parênteses. Esses tipos de coisa são usados em comunicações por escrito, não em comunicações verbais.
Because Robinson’s testimony was recorded, Horne decided to look up the tape and listen to the actual recording of Robinson’s testimony. His office located the tape labeled as Robinson’s testimony in the National Archives. Unfortunately, however, the tape contained something else on it, and Horne was not able to locate another tape with Robinson’s testimony on it.
Como o depoimento de Robinson foi gravado, Horne resolveu procurar a fita e ouvir a gravação real do depoimento de Robinson. Seu gabinete localizou a fita rotulada como depoimento de Robinson nos Arquivos Nacionais. Infelizmente a fita tinha alguma outra coisa gravada nela, e Horne não conseguiu localizar outra fita com o depoimento de Robinson nela.
Perhaps I should mention that after Robinson gave his testimony, it was ordered sealed for 50 years, along with testimony provided by other people for the House Select Committee on Assassinations. Keep in mind also that the Warren Commission had ordered many of its records sealed for 75 years. It was only thanks to the JFK Records Act, enacted in the wake of   Oliver Stone’s movie JFK, that such records were ordered opened to the public.
Talvez eu deva mencionar que depois de Robinson ter prestado seu depoimento, foi dada ordem de este ficar lacrado por 50 anos, juntamente com depoimentos prestados por outras pessoas à Comissão Seleta da Câmara para Assassínios. Tenhamos também presente que a Comissão Warren havia determinado ficassem lacrados por 75 anos muitos de seus registros. Foi só graças à Lei de Registros de JFK, aprovada na esteira do filme de Oliver Stone JFK, que houve ordem de tais registros serem abertos ao público.
If you would like to see the pertinent excerpt from the official transcript of Robinson’s testimony, it is posted here on the Internet.
Se aprouver a vocês ver o excerto pertinente da transcrição oficial do depoimento de Robinson, está afixado aqui na Internet.
It might interest you to know that the personnel who participated in Kennedy’s autopsy, both military and civilian, were required by U.S. military officials to sign written oaths of secrecy in which they promised to never reveal what they had witnessed at the autopsy, on threat of court martial or criminal prosecution.
Poderá interessar-lhes saber ter sido exigido do pessoal que participou da autópsia de Kennedy, tanto militar quanto civil, que assinasse juramentos de segredo por escrito, com promessa de nunca revelar o que havia testemunhado na autópsia, sob ameaça de corte marcial ou processo criminal.
In fact, as Horne pointed out,
Na verdade, como destacou Horne,
A considerable amount of effort by the HSCA’s Chief Counsel, Robert Blakey, was required to get the Pentagon to lift the gag order during the late 1970s. Even then, some participants at the autopsy (such as James Curtis Jenkins) were hesitant to talk about what they had witnessed, and others (such as Jerrol Custer) still stubbornly refused. Many of the enlisted men present in the morgue, as well as civilian photographer John Stringer, have recalled quite vividly the threatening manner in which this letter was delivered to them by CAPT Stover, Humes’ immediate superior and the Commanding Officer of the Naval Medical School at Bethesda. (Horne, volume 1, page xxvii.)
Foi necessária considerável quantidade de esforço do Advogado Chefe da HSCA, Robert Blakey, para conseguir que o Pentágono revogasse a ordem de mordaça durante os anos finais da década de 1970. Mesmo então, alguns participantes da autópsia (tais como James Curtis Jenkins) ficaram hesitantes quanto a falar do que tinham presenciado, e outros (tais como Jerrol Custer) ainda teimosamente se recusaram. Muitos dos homens sem patente de oficial presentes no necrotério, bem como o fotógrafo civil John Stringer, lembravam-se muito vividamente da maneira ameaçadora pela qual aquela carta havia sido entregue a eles pelo Capitão Stover, superior imediato de Hume e Oficial Comandante da Escola Médica Naval de Bethesda. (Horne, volume 1, página xxvii.)
If you would like to see a copy of the oath of secrecy that people were required to sign, it is posted here on   the Internet.
Se lhes aprouver ver uma cópia do juramento de segredo que as pessoas foram obrigadas a assinar, ela está postada aqui na Internet.
Do you now see why the authors of The Kennedy Detail: JFK’s Secret Service Agents Break Their Silence might have chosen to omit a detailed account of what happened at Bethesda Hospital on the evening of November 22, 1963, notwithstanding their promise to “reveal the inside story of the assassination, the weeks and days that led to it and its heartrending aftermath”? Specifically denying Lifton’s (and Horne’s) contention that President Kennedy’s body had been “kidnapped” (the term used by the authors) and omitting any reference whatsoever to Lt. Bird and his Joint Casket Bearer Team, the sum total of the authors’ account of what happened at the Bethesda morgue that night was the following sentence: “There was a presidential suite on the seventeenth floor of the hospital, and as Bill Greer, Roy Kellerman, and Admiral Burkley accompanied the casket to the morgue for the autopsy, Clint Hill and Paul Landis escorted Mrs. Kennedy and her brother-in-law the attorney general to the suite.” (Blaine and McCubbin, Chapters 15 and 22.)
Veem vocês agora por que os autores de O Grupo Especial Kennedy: Agentes do Serviço Secreto de JFK Quebram o Silêncio podem ter escolhido omitir descrição detalhada do que aconteceu no Hospital de Bethesda na noite de 22 de novembro de 1963, apesar da promessa deles de “revelar a história interna do assassínio, das semanas e dias que levaram a ele e de sua dolorosa esteira”? Negando especificamente a opinião sustentada por Lifton (e Horne) de que o corpo do Presidente Kennedy havia sido “sequestrado” (a palavra usada pelos autores) e omitindo toda e qualquer referência ao Tenente Bird e   a sua Equipe Conjunta Carregadora do Esquife, o total geral da descrição dos autores acerca do que aconteceu no necrotério de Bethesda naquela noite foi a seguinte sentença: “Havia uma suíte presidencial no décimo sétimo andar do hospital, e enquanto Bill Greer, Roy Kellerman e o Almirante Burkley acompanhavam o esquife para o necrotério para a autópsia, Clint Hill e Paul Landis acompanharam a Sra. Kennedy e o cunhado dela o ministro da justiça para a suíte.” (Blaine e McCubbin, capítulos 15 e 22.)
Regardless of whether one believes that President Kennedy was killed by a lone-nut assassin or was the victim of a conspiracy, the American people have a right to know exactly what happened at Bethesda Hospital on November 22, 1963, and why.
Independentemente de alguém acreditar ou não que o Presidente Kennedy tenha sido morto por um maluco assassino sem cúmplices ou tenha sido vítima de uma conspiração, o povo estadunidense tem o direito de saber exatamente o que aconteceu no Hospital de Bethesda em 22 de novembro de 1963, e por quê.
Who were the men in blue suits who got out of the black hearse that delivered the president’s body in a shipping casket at 6:35 p.m.? What were their names and who did they work for? Were they Secret Service, FBI, or CIA? Are they still alive and, if so, where are they? Did they file written reports of their actions on that evening and, if so, where are those reports today? Why, when, and how was Kennedy’s body separated from the Dallas casket? Why all the secrecy and deception associated with the delivery of the president’s body into the Bethesda morgue?
Quem eram os homens de terno azul que saíram do carro fúnebre preto que entregou o corpo do presidente num esquife de embarque às 18:35 horas?   Quais eram os nomes deles e para quem trabalhavam? Pertenciam eles ao Serviço Secreto, ao FBI, ou à CIA? Estão eles ainda vivos e, se sim, onde estão? Protocolaram eles relatórios por escrito de suas ações naquela noite e, se sim, onde estão esses relatórios hoje? Por que, quando e como foi o corpo de Kennedy separado do esquife de Dallas? Por que todo o segredo e burla associados à entrega do corpo do presidente no necrotério de Bethesda?
Although President John F. Kennedy’s autopsy took place almost 50 years ago, we the people — the citizens of the United States living today — have a right to know everything about what happened on the night of November 22, 1963, and why. Notwithstanding the lapse of almost half a century, U.S. government officials, including those in the Pentagon, the Secret Service, the FBI, and the CIA, have a duty to provide us with the complete truth.
Embora a autópsia do Presidente John F. Kennedy tenha tido lugar há quase 50 anos, nós o povo — os cidadãos dos Estados Unidos vivos hoje — temos o direito de saber tudo acerca do que aconteceu na noite de 22 de novembro de 1963, e por quê. Apesar do lapso de quase meio século, as autoridades do governo dos Estados Unidos, inclusive aquelas de Pentágono, Serviço Secreto, FBI e CIA têm o dever de revelar-nos a verdade completa.
Jacob Hornberger is founder and president of The Future of Freedom Foundation. Send him email.
Jacob Hornberger é fundador e presidente de A Fundação Futuro de Liberdade. Envie-lhe email.

1 comment:

  1. Mesmo já tendo visto vários documentários e lido bastante a respeito do assassinato de JFK não tinha conhecimento dessas várias entregas de seu corpo. Vou procurar mais sobre e ler os outros textos do blog.

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