Wednesday, June 15, 2011

FFF - Commentaries - The 22 Children of Guantánamo

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FFF – THE FUTURE OF FREEDOM FOUNDATION
FFF – A FUNDAÇÃO FUTURO DE LIBERDADE
COMMENTARIES
COMENTÁRIOS
The 22 Children of Guantánamo
by Andy Worthington, June 10, 2011
Os 22 Menores de Guantánamo
por Andy Worthington, 10 de junho de 2011
In May 2008, in a submission to the 48th Session of the U.N. Committee on the Rights of the Child (PDF), the Pentagon claimed that it had only held eight juveniles — those under the age of 18 when their alleged crimes took place — during the life of the Guantánamo Bay prison. This, however, was a lie, as its own documents providing the names and dates of birth of prisoners, released in May 2006 (PDF), showed that the true total was much higher.
Em maio de 2008, numa apresentação na 48a. Sessão da Comissão das Nações Unidas de Direitos da Criança (PDF), o Pentágono asseverou ter mantido presos apenas oito menores — com menos de 18 anos de idade quando de seus pretensos crimes — em toda a existência da prisão da Baía de Guantánamo. Era, contudo, mentira, pois seus próprios documentos fornecendo os nomes e datas de nascimento dos prisioneiros, divulgados em maio de 2006 (PDF), mostraram que o verdadeiro total era muito mais alto.
In November 2008, the U.C. Davis Center for the Study of Human Rights in the Americas published a report, “Guantánamo's Children: Military and Diplomatic Testimonies,” presenting evidence that 12 juveniles had been held, and this was then officially acknowledged by the Pentagon.
Em novembro de 2008, o Centro Davis para Estudo de Direitos Humanos nas Américas da Universidade da Califórnia publicou um relatório, “Menores em Guantánamo: Depoimentos Militares e Diplomáticos,” apresentando evidência de 12 menores terem sido mantidos presos, e isso foi em seguida oficialmente reconhecido pelo Pentágono.
The next week, however, I produced another report, “The Pentagon Can’t Count: 22 Juveniles Held at Guantánamo,” providing evidence that at least 22 juvenile prisoners had been held, and drawing on the Pentagon's own documents, or on additional statements made by the Pentagon, to confirm my claims.
Na semana seguinte, contudo, escrevi outro relatório, “O Pentágono Não Sabe Contar: 22 Menores Mantidos Presos em Guantánamo,” oferecendo evidência de pelo menos 22 menores terem sido mantidos presos, recorrendo a documentos do próprio Pentágono, ou em declarações adicionais feitas pelo Pentágono, para confirmar minhas asseverações.
Two and a half years later, I stand by that report, and am only prepared to concede that up to three of the prisoners I identified as juveniles may have been 18 at the time of their capture. In the meantime, I have identified three more juvenile prisoners, and possibly three others, bringing the total back to 22, and possibly as many as 28.
Dois anos e meio depois, mantenho o que disse naquele relatório, e só concedo que até três dos prisioneiros que identifiquei como menores podiam já ter 18 anos quando de sua captura. No ínterim, identifiquei mais três prisioneiros menores, e possivelmente mais outros três, o que retorna o total para 22 e possivelmente o eleva inclusive para até 28.
My new research coincides with a new report by the U.C. Davis Center for the Study of Human Rights in the Americas, “Guantánamo's Children: The WikiLeaked Testimonies,” drawing on the recent release, by WikiLeaks, of classified military documents shedding new light on the prisoners, identifying 15 juveniles, and suggesting that six others, born in 1984 or 1985, and arriving at Guantánamo in 2002 or 2003, may have been under 18, depending on when exactly they were born (which is unknown, as it is in the cases of numerous Guantánamo prisoners).
Minha nova pesquisa coincide com novo relatório do Centro Davis para Estudo de Direitos Humanos nas Américas da Universidade da Califórnia, “Os Menores de Guantánamo: Os Depoimentos WikiVazados,” baseados na recente divulgação, pelo WikiLeaks, de documentos militares secretos lançando nova luz no tocante aos prisioneiros, identificando 15 menores, e sugerindo que outros seis presos, nascidos em 1984 ou 1985, que chegaram a Guantánamo em 2002 ou 2003, poderiam ter menos de 18 anos, dependendo de quando exatamente tenham nascido (o que é desconhecido, como no caso de numerosos prisioneiros de Guantánamo).
However, crucially, the U.C. Davis report chose to make its assessments based on the prisoners' dates of arrival in Guantánamo, which was often up to six months after their capture, whereas I have focused on their capture date, thereby demonstrating that at least 22 of the 28 prisoners identified in my research were indeed under 18 at the time of their capture.
Contudo, crucialmente, o relatório do Centro Davis optou por fazer suas avaliações com base nas datas da chegada dos prisioneiros a Guantánamo, amiúde até seis meses depois de sua captura, enquanto eu concentrei-me na data da captura, mostrando, dessa forma, que pelo menos 22 dos 28 prisioneiros identificados em minha pesquisa tinham efetivamente menos de 18 anos na ocasião de sua captura.
Of course, to be strictly correct, this analysis should go further, dealing not with the dates of capture, but with the dates when the prisoners' alleged crimes took place. However, I simply do not have the time at present to go through every file, and, while such research would undoubtedly yield more juvenile prisoners, I am content for now to have reinforced the claims that I made in November 2008, and to have made a case for there having been at least 22, and as many as 28, juveniles held in Guantánamo.
Obviamente, para ser estritamente correta, essa análise deveria ir além, lidando não apenas com as datas de captura mas também com as datas de quando os alegados crimes dos prisioneiros tivessem tido lugar. Contudo, no presente simplesmente não disponho de tempo para percorrer todos os arquivos e, embora tal pesquisa indubitavelmente viesse a revelar mais prisioneiros menores, basta-me, por ora, ter robustecido as afirmações que fiz em novembro de 2008, e ter tecido argumentação em apoio da tese de pelo menos 22, e até 28 menores terem sido mantidos presos em Guantánamo.
Just three of these former child prisoners are still held, but the U.S. position has always been a disgrace. Notoriously, in May 2003, when the story first broke that juvenile prisoners were being held at Guantánamo, Defense Secretary Donald Rumsfeld told a press conference, “This constant refrain of ‘the juveniles,’ as though there’s a hundred children in there — these are not children,” while Gen. Richard Myers, the chairman of the Joint Chiefs of Staff, said:
Apenas três desses prisioneiros antes menores ainda permanecem presos, mas a posição dos Estados Unidos sempre foi deplorável. Notoriamente, em maio de 2003, quando pela primeira vez divulgada a notícia de serem mantidos prisioneiros menores em Guantánamo, o Secretário de Defesa Donald Rumsfeld disse, numa conferência de imprensa: “Esse refrão constante de ‘os menores,’ como se houvesse uma centena de menores lá — essas pessoas não são menores,” enquanto o General Richard Myers, chairman do Estado-Maior Conjunto, disse:
I would say, despite their age, these are very, very dangerous people. They are people that have been vetted mainly in Afghanistan and gone through a thorough process to determine what their involvement was. Some have killed. Some have stated they’re going to kill again. So they may be juveniles, but they’re not on a little-league team anywhere, they’re on a major league team, and it’s a terrorist team. And they’re in Guantánamo for a very good reason — for our safety, for your safety.
Eu diria que, a despeito da idade, essas pessoas são muitíssimo perigosas. São pessoas investigadas principalmente no Afeganistão, e que passaram por criterioso processo para determinação da natureza de seu envolvimento. Algumas dessas pessoas mataram. Algumas já declararam que matarão de novo. Assim, podem ser menores, mas não de alguma equipe de beisebol juvenil, e sim de uma equipe de gente grande, e é uma equipe de terroristas. E estão em Guantánamo por muito bom motivo — para nossa segurança, para a segurança de vocês.
Moreover, in May 2006, when the Independent reported on “The Children of Guantánamo Bay,” a senior Pentagon spokesman, Lt. Cmdr. Jeffrey Gordon, said that the DoD “rejected arguments that normal criminal law was relevant to the Guantánamo detainees,” as the Independent put it. In Gordon's own words, “There is no international standard concerning the age of an individual who engages in combat operations.... Age is not a determining factor in detention [of those] engaged in armed conflict against our forces or in support to those fighting against us.”
Ademais, em maio de 2006, quando o Independent publicou notícia acerca dos “Menores da Baía de Guantánamo,” porta-voz sênior do Pentágono, o Capitão de Corveta Jeffrey Gordon, disse que o Departamento de Defesa - DoD “rejeitou argumentos de que a lei criminal normal era aplicável aos detentos de Guantánamo,” nas palavras do Independent. Nas palavras do próprio Gordon, “Não há padrão internacional no tocante à idade de um indivíduo que se engage em operações de combate.... Idade não é fator determinante em detenção [de pessoas] engajadas em conflito armado contra nossas forças ou em apoio aos que lutam contra nós.”
This was nonsense, because, under the terms of Optional Protocol to the U.N. Convention on the Rights of the Child on the involvement of children in armed conflict, which the United States ratified on December 23, 2002, signatory nations are required to promote “the physical and psychosocial rehabilitation and social reintegration of children who are victims of armed conflict,” and not to punish them by imprisoning them alongside adult prisoners in an experimental prison devoted to coercive interrogation and — at its worst — torture.
Isso não tem sentido porque, nos termos do Protocolo Optativo à Convenção das Nações Unidas acerca dos Direitos da Criança referente a envolvimento de crianças em conflito armado, que os Estados Unidos ratificaram em 23 de dezembro de 2002, é exigido das nações signatárias que promovam “a reabilitação física e psicossocial e a reintegração de menores vítimas de conflito armado,” e não que os punam mediante aprisioná-los lado a lado com prisioneiros adultos numa prisão experimental dedicada a interrogatório coercitivo e — no que tem de pior — tortura.
Despite its obligations, however, only three of the juveniles held at Guantánamo were ever treated differently from the adults — three Afghan boys, Asadullah, Naqibullah and Mohammed Ismail, who were held in a separate camp until their release in January 2004. For the rest, however, there was, or has been no “physical and psychosocial rehabilitation and social reintegration” whatsoever, and, instead, they have been subjected to torture and abuse, as described by many of these prisoners, “extraordinary rendition” to a torture prison in Jordan in the case of one of the juveniles, Hassan bin Attash, and, in the case of Omar Khadr, a war-crimes trial, based on charges invented by Congress. In order to secure an eight-year sentence, Khadr was obliged to agree to a disgraceful plea bargain in which he claimed responsibility for his actions aged 15, during the fire-fight that led to his capture (and the death of a U.S. soldier), when he was not, in fact, responsible for his actions. He was also obliged to admit that he was an “alien unprivileged enemy belligerent” who was not allowed, under any circumstances, to be engaged with U.S. forces in combat.
A despeito das obrigações, contudo, apenas três dos jovens mantidos presos em Guantánamo foram em qualquer tempo tratados diferentemente dos adultos — três menores afegãos, Asadullah, Naqibullah e Mohammed Ismail, mantidos num campo separado até sua libertação em janeiro de 2004. Para os demais, contudo, não houve, ou não tem havido, qualquer “reabilitação física e psicossocial e reintegração social” e, pelo contrário, têm sido sujeitados a tortura e maus-tratos, como descrito por muitos desses prisioneiros, “cessão extraordinária” a uma prisão de tortura na Jordânia no caso de um dos jovens, Hassan bin Attash e, no caso de Omar Khadr, julgamento por crimes de guerra com base em acusações inventadas pelo Congresso. Para conseguir sentença de oito anos, Khadr foi forçado a concordar com um deplorável acordo pelo qual afirmou responsabilidade por suas ações aos 15 anos de idade, durante a troca de tiros que levou a sua captura (e à morte de um soldado dos Estados Unidos), quando ele não era, em realidade, responsável por suas ações. Foi também forçado a admitir ser “beligerante inimigo estrangeiro sem privilégios” a quem não permitido, quaisquer sejam as circunstâncias, engajar-se em combate contra forças dos Estados Unidos.
It remains disgraceful that so many juveniles were held at Guantánamo — and that three former child prisoners are still held — but it is just as disgusting that, under President Obama, one of these former child prisoners was obliged to accept that, in modern-day America, lawmakers and the executive branch, without a murmur of dissent from the judiciary, have arranged for opponents of the U.S. military in wartime to be criminalized, their actions regarded incorrectly as war crimes, and their very existence declared illegal. This is effectively no different than it was under President Bush, when the twisted ideologues who surrounded the president, under the aegis of his dark assistant Dick Cheney, created the concept of “illegal enemy combatants,” people without any rights whatsoever, who could be held forever and tortured with impunity.
Continua sendo deplorável tantos jovens terem sido mantidos presos em Guantánamo — e esses três prisioneiros ex-menores ainda estão presos — mas é igualmente nauseante que, no governo do Presidente Obama, um desses antigos prisioneiros menores tenha sido obrigado a aceitar que, nos Estados Unidos modernos, legisladores e o poder executivo, sem um pio sequer de discordância do judiciário, conseguiram que opositores da instituição militar dos Estados Unidos em tempo de guerra sejam criminalizados, suas ações incorretamente vistas como crimes de guerra, e sua própria existência declarada ilegal. Isso não é, efetivamente, diferente do que acontecia no governo do Presidente Bush, quando os ideólogos distorcidos que cercavam o presidente, sob a égide de seu sinistro assistente Dick Cheney, criaram o conceito de “combatentes inimigos ilegais,” pessoas sem quaisquer direitos, que podiam ser mantidas presas para sempre e torturadas com impunidade.
The 22 juveniles held at Guantánamo
Os 22 jovens mantidos presos em Guantánamo
The three still held
Os três ainda mantidos presos
1. Ali Yahya al-Raimi (ISN 167, Yemen). Born 1984, seized December 2001 (aged 16/17). As WikiLeaks revealed, he was approved for transfer from Guantánamo in October 2004, but is still held over six and half years later. As I explained in my article, “Abandoned in Guantánamo: WikiLeaks Reveals the Yemenis Cleared for Release for Up to Seven Years,” the WikiLeaks files reveal 19 Yemeni prisoners approved for transfer between 2004 and 2007 who, disgracefully, are still held.
1. Ali Yahya al-Raimi (ISN 167, Iêmen). Nascido em 1984, capturado em dezembro de 2001 (com 16/17 anos). Como revelou o WikiLeaks, foi aprovado para transferência de Guantánamo em outubro de 2004, mas ainda continua preso, seis anos e meio depois. Como expliquei em meu artigo “Abandonados em Guantánamo: WikiLeaks Revela os Iemenitas Desembaraçados para Libertação Há Até Sete Anos,” os arquivos do WikiLeaks revelam 19 prisioneiros iemenitas com transferência aprovada entre 2004 e 2007 que, deploravelmente, ainda são mantidos presos.
2. Omar Khadr (ISN 766, Canada). Born 19 September 1986, seized 19 July 2002 (aged 15). After well-chronicled abuse in Bagram and Guantánamo, Khadr, seized after a fire-fight in Afghanistan, accepted a plea deal in his trial by military commission last October, to secure an eight-year sentence, agreeing that he was an “alien unprivileged enemy belligerent,” who was not allowed, under any circumstances, to engage in combat with U.S. forces. The United States (under Bush and Obama) and the Canadian government have all behaved appallingly towards him.
2. Omar Khadr (ISN 766, Canadá). Nascido em 19 de setembro de 1986, capturado em 19 de julho de 2002 (com 15 anos). Depois de bem documentados maus-tratos em Bagram e Guantánamo, Khadr, capturado depois de tiroteio no Afeganistão, aceitou acordo em seu julgamento por comissão militar em outubro último, para conseguir sentença de oito anos, concordando com ser “beligerante inimigo estrangeiro sem privilégios,” sem permissão, em quaisquer circunstâncias, para entrar em combate com forças dos Estados Unidos. Os Estados Unidos (nos governos Bush e Obama) e o governo canadense todos têm-se comportado, em relação a ele, de maneira consternadora.
3. Hassan bin Attash (ISN 1456, Saudi Arabia). Born 1985, seized 11 September 2002 (aged 16/17). Despite his age at the time of his capture, he was rendered on his capture to a torture prison on Jordan. He was seized with the “high-value detainee” Ramzi bin al-Shibh and is the younger brother of the “high-value detainee” Walid bin Attash (both allegedly involved in the 9/11 attacks), but there is, of course, no excuse for subjecting juveniles to torture because of their family ties.
3. Hassan bin Attash (ISN 1456, Arábia Saudita). Nascido em 1985, capturado em 11 de setembro de 2002 (com 16/17 anos). A despeito da idade à época de sua captura, foi cedido, ao ser capturado, a uma prisão de tortura na Jordânia. Foi capturado junto com o “detento de alto valor” Ramzi bin al-Shibh e é o irmão mais moço do “detento de alto valor” Walid bin Attash (ambos pretensamente envolvidos nos ataques do 11/9), mas não há obviamente desculpa para sujeitar menores a tortura por causa de seus laços de família.
The Afghans
Os afegãos
4. Faris Muslim al-Ansari (ISN 253, Afghanistan/Yemen). Born 1984, seized December 2001 (aged 16/17), released December 2007. Seized crossing the Pakistani border, he explained that his family had left Yemen when he was a child, and had moved to Afghanistan, where his father had fought the Russians. He was assessed as being “a probable member of the Taliban.”
4. Faris Muslim al-Ansari (ISN 253, Afeganistão/Iêmen). Nascido em 1984, capturado em dezembro de 2001 (idade 16/17 anos), libertado em dezembro de 2007. Capturado cruzando a fronteira com o Paquistão, explicou que sua família havia saído do Iêmen quando ele era menino, mudando-se para o Afeganistão, onde seu pai lutou contra os russos. Foi avaliado como sendo “provável membro do Talibã.”
5. Shams Ullah (ISN 783, Afghanistan). Born 1986, arrived in Guantánamo October 2002 (aged 16/17), released October 2006. Described by his uncle, Bostan Karim (who is still held), as having “a mental problem,” he was shot after U.S. forces raided the compound where he lived, suspecting that it contained insurgents.
5. Shams Ullah (ISN 783, Afeganistão). Nascido em 1986, chegou a Guantánamo em outubro de 2002 (com 16/17 anos), libertado em outubro de 2006. Descrito por seu tio, Bostan Karim (ainda prisioneiro) como tendo “problema mental,” foi atingido após forças dos Estados Unidos terem incursionado no complexo no qual vivia, suspeitando de ali haver insurgentes.
6. Mohamed Jawad (ISN 900, Afghanistan). Born 1985, seized December 2002 (aged 16/17, although his family said he was 12 at the time of his detention), released August 2009. Put forward for a trial by military commission in October 2007, for allegedly throwing a grenade at U.S. forces in a Kabul marketplace, his commission trial essentially collapsed when his judge ruled that his confessions had been extracted through torture and his prosecutor resigned. He won his habeas corpus petition in July 2009.
6. Mohamed Jawad (ISN 900, Afeganistão). Nascido em 1985, capturado em dezembro de 2002 (com 16/17 anos de idade, embora sua família tenha dito que ele estava com 12 anos quando de sua detenção), libertado em agosto de 2009. Escalado para julgamento por comissão militar em outubro de 2007, por pretensamente ter jogado uma granada em forças dos Estados Unidos num mercado de Cabul, seu julgamento pela comissão praticamente desmilinguiu-se quando o juiz sentenciou que suas confissões haviam sido extraídas por meio de tortura e o promotor renunciou. Teve atendida sua petição de habeas corpus em julho de 2009.
7. Abdul Samad (ISN 911, Afghanistan). Born 1986, seized December 2002 (aged 15/16), released September 2004. One of three (or possibly four) juveniles seized in a raid on a compound owned and run by a warlord named Samoud, who was not captured in the raid (see below for the other two confirmed juveniles). All were treated brutally in a U.S. base in Gardez and at Bagram, where, according to another released prisoner, Habib Rahman, they were abused until they admitted attacking U.S. forces.
7. Abdul Samad (ISN 911, Afeganistão). Nascido em 1986, capturado em dezembro de 2002 (idade 15/16 anos), solto em setembro de 2004. Um de três (ou possivelmente quatro) jovens capturados numa incursão num complexo de propriedade de e administrado por um senhor da guerra chamado Samoud, que não foi capturado na incursão (ver abaixo quanto aos outros dois jovens confirmados). Todos foram tratados brutalmente numa base dos Estados Unidos em Gardez e em Bagram, onde, de acordo com outro prisioneiro libertado, Habib Rahman, sofreram maus-tratos até admitirem ter atacado forças dos Estados Unidos.
8. Asadullah (ISN 912, Afghanistan). Born 1988, seized December 2002 (aged 13/14), released January 2004. See above.
8. Asadullah (ISN 912, Afeganistão). Nascido em 1988, capturado em dezembro de 2001 (idade 13/14), solto em janeiro de 2004. Ver acima.
9. Naqibullah (ISN 913, Afghanistan). Born 1988, seized December 2002 (aged 13/14), released January 2004. See above.
9. Naqibullah (ISN 913, Afeganistão). Nascido em 1988, capturado em dezembro de 2002 (idade 13/14), libertado em janeiro de 2004. Ver acima.
10. Abdul Qudus (ISN 929, Afghanistan). Born 1988, seized late 2002 (aged 13/14), released April 2005. He said that he was sold to U.S. forces by opportunistic Afghan soldiers, along with Mohammed Ismail (see below), although he was assessed as having been radicalised by local imams.
10. Abdul Qudus (ISN 929, Afeganistão). Nascido em 1988, capturado no final de 2002 (idade 13/14 anos), libertado em abril de 2005. Disse ter sido vendido a forças dos Estados Unidos por soldados afegãos oportunistas, juntamente com Mohammed Ismail (ver abaixo), embora tenha sido avaliado com tendo sido radicalizado por imãs locais.
11. Mohammed Ismail (ISN 930, Afghanistan). Born 1988, seized in late 2002 (aged 13/14), released January 2004. See above.
11. Mohammed Ismail (ISN 930, Afeganistão). Nascido em 1988, capturado no final de 2002 (com 13/14 anos), libertado em janeiro de 2004. Ver acima.
The Pakistanis
Os paquistaneses
12. Khalil Rahman Hafez (ISN 301, Pakistan). Born 20 January 1984, seized December 2001 (aged 17), released September 2004. Like many Pakistanis, he had been recruited for jihad against the Northern Alliance and the United States in his home country.
12. Khalil Rahman Hafez (ISN 301, Paquistão). Nascido em 20 de janeiro de 1984, capturado em dezembro de 2001 (com 17 anos), libertado em setembro de 2004. Como muitos paquistaneses, fora recrutado para a jihad contra a Aliança do Norte e os Estados Unidos em seu país natal.
13. Mohammed Omar (ISN 540, Pakistan). Born 1986, seized December 2001 (aged 14/15), released September 2004. Despite travelling to Afghanistan with a friend for military training, it appears that he spent most of his time waiting around, before being captured by Afghans.
13. Mohammed Omar (ISN 540, Paquistão). Nascido em 1986, capturado em dezembro de 2001 (idade 14/15 anos), libertado em setembro de 2004. A despeito de ter viajado para o Afeganistão com um amigo para treinamento militar, parece ter passado a maior parte do tempo em espera, antes de ser capturado por afegãos.
14. Saji Ur Rahman (ISN 545, Pakistan). Born 1984, seized December 2001 (aged 16/17, although Rahman himself said he was 15 when captured), released July 2003. He said that he traveled to Afghanistan with two friends to visit shrines in October 2001, but was then captured by Afghans. Perhaps surprisingly, there was no indication that the U.S. authorities didn't believe his story.
14. Saji Ur Rahman (ISN 545, Paquistão). Nascido em 1984, capturado em dezembro de 2001 (com 16/17 anos, embora ele próprio tenha dito ter 15 anos ao ser capturado), libertado em julho de 2003. Disse ter viajado para o Afeganistão com dois amigos em outubro de 2001 para visitar santuários mas ter, então, sido capturado por afegãos. Talvez surpreendentemente, não há indicação nenhuma de as autoridades dos Estados Unidos não terem acreditado na história dele.
The Saudis
Os sauditas
15. Abdulrazzaq al-Sharekh (ISN 67, Saudi Arabia). Born 18 January 1984, seized November 2001 (aged 17), released September 2007. He was assessed as an al-Qaeda member just a month before his release, although he may, like the majority of those accused of involvement with al-Qaeda because of their attendance at a training camp, have been nothing more than a soldier, recruited to help the Taliban fight the Northern Alliance.
15. Abdulrazzaq al-Sharekh (ISN 67, Arábia Saudita). Nascido em 18 de janeiro de 1984, capturado em novembro de 2001 (com 17 anos), libertado em setembro de 2007. Foi avaliado como membro da al-Qaeda apenas um mês antes de sua libertação, embora, como a maioria dos acusados de envolvimento com a al-Qaeda por causa de frequência a campo de treinamento, possa ter sido nada mais do que soldado, recrutado para ajudar o Talibã a combater a Aliança do Norte.
16. Yasser Talal al-Zahrani (ISN 93, Saudi Arabia). Born 22 September 1984, seized November 2001 (aged 17), died in Guantánamo June 2006. A survivor of the Qala-i-Janghi massacre in northern Afghanistan, he died under mysterious circumstances on the night of 9 June 2006, with two other prisoners, as Scott Horton reported last year for Harper's Magazine.
16. Yasser Talal al-Zahrani (ISN 93, Arábia Saudita). Nascido em 22 de setembro de 1984, capturado em novembro de 2001 (com 17 anos), morreu em Guantánamo em junho de 2006. Sobrevivente do massacre de Qala-i-Janghi no norte do Afeganistão, morreu em circunstâncias misteriosas na noite de 9 de junho de 2006, com outros dois prisioneiros, como relatou Scott Horton, no ano passado, na Harper's Magazine.
17. Yousef al-Shehri ISN 114, Saudi Arabia). Born 8 September 1985, seized November 2001 (aged 16), released November 2007. Seized in northern Afghanistan like his cousin Yousef (see below), he was held in hideously overcrowded conditions in Sheberghan prison, belonging to the U.S.-allied warlord General Dostum, and probably survived a massacre in container trucks, known as the “convoy of death,” before being transferred to U.S. custody.
17. Yousef al-Shehri ISN 114, Arábia Saudita). Nascido em 8 de setembro de 1985, capturado em novembro de 2001 (com 16 anos), libertado em novembro de 2007. Capturado no norte do Afeganistão, assim como seu primo Yousef (ver abaixo), foi mantido preso em condições pavorosas de superlotação na prisão de Sheberghan, de propriedade do senhor da guerra aliado dos Estados Unidos General Dostum, e provavelmente sobreviveu a um massacre em caminhões-contêineres, conhecido como o “comboio da morte,” antes de ser transferido para custódia dos Estados Unidos.
18. Abdulsalam al-Shehri (ISN 132, Saudi Arabia). Born 14 December 1984, seized November 2001 (aged 17), released June 2006. Like Yasser al-Zahrani, he was a survivor of the Qala-i-Janghi massacre, and, with his cousin, was then held in Sheberghan before ending up in U.S. custody.
18. Abdulsalam al-Shehri (ISN 132, Arábia Saudita). Nascido em 14 de dezembro de 1984, capturado em novembro de 2001 (idade 17 anos), libertado em junho de 2006. Assim como Yasser al-Zahrani, foi sobrevivente do massacre de Qala-i-Janghi e, com seu primo, foi então mantido preso em Sheberghan antes de acabar em custódia dos Estados Unidos.
19. Ibrahim al-Umar (ISN 585, Saudi Arabia). Born 1985, seized 28 February 2002 (aged 16/17), released May 2003. A student at a religious school in Pakistan, he was encouraged to leave the country after the U.S.-led invasion, but was seized at a checkpoint, held by Pakistan's notorious ISI (Inter Services Intelligence directorate), and then handed over to U.S. forces.
19. Ibrahim al-Umar (ISN 585, Arábia Saudita). Nascido em 1985, capturado em 28 de fevereiro de 2002 (com 16/17 anos), libertado em maio de 2003. Aluno de escola religiosa no Paquistão, foi estimulado a sair do país depois da invasão liderada pelos Estados Unidos, mas foi capturado numa barreira, mantido preso pelo notório ISI (Diretório de Serviços Integrados de Inteligência), e então entregue a forças dos Estados Unidos.
The others
Os demais
20. Mohammed El-Gharani (ISN 269, Chad). Born 1986, seized October 2001 (aged 14/15), released June 2009. Seized in a raid on mosque in Karachi, he was treated brutally at Guantánamo, but was finally freed after winning his habeas corpus petition in January 2009.
20. Mohammed El-Gharani (ISN 269, Tchad). Nascido em 1986, capturado em outubro de 2001 (com 14/15 anos), libertado em junho de 2009. Capturado numa incursão de mesquita em Karachi, foi tratado brutalmente em Guantánamo, mas finalmente solto depois de ter atendida sua petição de habeas corpus em janeiro de 2009.
21. Haji Mohammed Ayub (ISN 279, China). Born 15 April 1984, seized December 2001 (aged 17), released May 2006 in Albania. One of 22 Uighurs (Muslims from China's oppressed Xinjiang province), who were detained by mistake, as they never had any affiliation with either al-Qaeda or the Taliban and were solely opposed to the Chinese government.
21. Haji Mohammed Ayub (ISN 279, China). Nascido em 15 de abril de 1984, capturado em dezembro de 2001 (com 17 anos), libertado em maio de 2006 na Albânia. Um dos 22 uigures (muçulmanos da oprimida província de Xinjiang, na China), detidos por equívoco, pois não tinham qualquer vínculo com a al-Qaeda ou o Talibã e apenas se opunham ao governo chinês.
22. Rasul Kudayev (ISN 82, Russia). Born 23 January 1984, seized November 2001 (aged 17), released February 2004. A former wrestling champion from the Russian territory of Kabardino-Balkaria, north of Georgia, he was rearrested in October 2005, after gunmen attacked government buildings in his hometown, and was tortured in police custody, despite protesting his innocence. The latest report, in 2008, indicated that he was still imprisoned.
22. Rasul Kudayev (ISN 82, Rússia). Nascido em 23 de janeiro de 1984, capturado em novembro de 2001 (com 17 anos), libertado em fevereiro de 2004. Ex-campeão de luta greco-romana do território russo de Kabardino-Balkaria, norte da Geórgia, foi preso novamente em outubro de 2005, depois de atiradores terem atacado edifícios do governo em sua cidade natal, e foi torturado em custódia da polícia, a despeito de protestar inocência. O último relatório, em 2008, mencionava ele ainda estar preso.
The six additional prisoners who may have been under 18 at the time of their capture
Os seis prisioneiros adicionais que talvez tivessem menos de 18 anos quando capturados
23. Qari Esmhatulla (ISN 591, Afghanistan). Born 1984, seized 10 March 2002 (aged 17, or possibly 18), released October 2006. After telling a story in which he claimed to have been set up by Afghan soldiers while returning from a shrine, he was assessed as being “a low-level Taliban recruit.”
23. Qari Esmhatulla (ISN 591, Afeganistão). Nascido em 1984, capturado em 10 de março de 2002 (com 17 anos, ou possivelmente 18), libertado em outubro de 2006. Depois de contar uma história na qual afirmava ter sido vítima de armação de soldados afegãos ao retornar de um santuário, foi avaliado como “recruta de baixo nível do Talibã.”
24. Hezbullah (ISN 666, Afghanistan). Born 1984, seized April 2002 (aged 17, or possibly 18), released November 2003. A Pakistani by birth who was listed as an Afghan “because that was where he had been living since 1990 and [he] considered that his home,” he was seized with his cousin after he had helped U.S. forces locate and remove suspect items from the home of a suspected insurgent leader.
24. Hezbullah (ISN 666, Afeganistão). Nascido em 1984, capturado em abril de 2002 (com 17 anos, ou possivelmente 18), libertado em novembro de 2003. Paquistanês de nascimento listado como afegão “por lá estar vivendo desde 1990 e por considerar aquele país sua pátria,” foi capturado com seu primo depois de ter ajudado forças dos Estados Unidos a localizar e remover itens suspeitos da residência de um suspeito de ser líder insurgente.
25. Peta Mohammed (ISN 908, Afghanistan). Born 1985, seized December 2002 (aged 16/17), released March 2004. Do note, however, that, in the documents released by WikiLeaks, his date of birth was recorded as 1984, which, if correct, would mean that he was almost certainly 18 at the time of his capture. If he was under 18, he was one of four juveniles seized in a raid on the compound owned and run by a warlord named Samoud (see Abdul Samad, ISN 911, above).
25. Peta Mohammed (ISN 908, Afeganistão). Nascido em 1985, capturado em dezembro de 2002 (com 16/17 anos), libertado em março de 2004. Notemos, contudo, que, nos  documentos divulgados pelo WikiLeaks, sua data de nascimento está registrada como 1984, o que, se correto, significa ele ter quase certamente 18 anos quando de sua captura. Se tivesse menos de 18, terá sido um dos menores capturados numa incursão no complexo de propriedade de e administrado por um senhor da guerra chamado Samoud (ver Abdul Samad, ISN 911, acima).
26. Mahbub Rahman (ISN 1052, Afghanistan). Born 1985, seized 1 June 2003 (aged 17, or possibly 18), released August 2008. He was assessed in April 2008 as being “a member of an Anti-Coalition Militia (ACM) cell” located in Khost province, having been captured after a fire-fight with coalition forces, and as a “high risk” prisoner, who was “likely to pose a threat to the United States, its interests, and its allies.” Nevertheless, he was transferred back to Afghanistan just four months later.
26. Mahbub Rahman (ISN 1052, Afeganistão). Nascido em 1985, capturado em 1o. de junho de 2003 (com 17 anos, ou possivelmente 18), libertado em agosto de 2008. Em abril de 2008 foi avaliado como “membro de célula da Milícia Anticoalizão (ACM)” localizada na província de Khost, havendo sido capturado depois de troca de tiros com forças da coalizão, e como prisioneiro de “alto risco”, com “probabilidade de representar ameaça real para os Estados Unidos, seus interesses, e seus aliados.” No entanto foi transferido de volta para o Afeganistão apenas quatro meses depois.
27. Sultan Ahmad (ISN 842, Pakistan). Born 1 November 1984, probably seized before November 2002 (aged 17), released September 2004. Regarded as deceptive, he said that he was seized after travelling through Afghanistan to try to reach Turkey. The authorities in Guantánamo suspected that he was “an extremist recruit” in his assessment in November 2003, although he was released 10 months later.
27. Sultan Ahmad (ISN 842, Paquistão). Nascido em 1o. de novembro de 1984, provavelmente capturado antes de novembro de 2002 (com 17 anos), libertado em setembro de 2004. Considerado mentiroso, disse ter sido capturado depois de viajar através do Afeganistão tentando chegar à Turquia. As autoridades de Guantánamo suspeitaram de ele ser um “recruta extremista” na avaliação dele em novembro de 2003, embora ele tenha sido libertado 10 meses depois.
28. Shakrukh Hamiduva (ISN 22, Uzbekistan). Born on 13 December 1983, probably seized in November 2001 (aged 17), released September 2009 in Ireland. He stated that he left Uzbekistan because of religious persecution, lived in a refugee camp in Tajikistan for 18 months, and was then taken to Afghanistan with other refugees, where he eventually worked as a taxi driver, which is what he was doing when he was seized. The U.S. authorities, in contrast, regarded him as a Taliban-affiliated fighter with the Islamic Movement of Tajikistan/Uzbekistan.
28. Shakrukh Hamiduva (ISN 22, Uzbequistão). Nascido em 13 de dezembro de 1983, provavelmente capturado em novembro de 2001 (com 17 anos), libertado em setembro de 2009 na Irlanda. Declarou ter saído do Uzbequistão por causa de perseguição religiosa, vivido durante 18 meses num campo de refugiados no Tadjiquistão, e ter então sido levado para o Afeganistão com outros refugiados, onde finalmente trabalhou com motorista de táxi, que era o que fazia ao ser capturado. As autoridades dos Estados Unidos, em contraste, consideraram-no como combatente filiado ao Talibã nas fileiras do Movimento Islâmico de Tadjiquistão/Uzbequistão.
In addition, there is a remote possibility that four others were under 18 at the time of their capture. The first is Mohammed Ishaq (ISN 20), a Pakistani. Born in 1983, he and a friend travelled to Afghanistan at the start of November 2001 to find his friend's brother, who had gone to Afghanistan to fight against the Northern Alliance. Sometime in November 2001, he was seized by Northern Alliance forces in Kunduz, but he would only have been 17 at the time of his capture if he was born in late November or December 1983. Similarly, three Saudis — Ali Mohammed Nasir Mohammed (ISN 172), Tariq al-Harbi (ISN 265), and Abdul Khaliq al-Baidhani (ISN 553) — were also born in 1983 and were probably seized in mid-December 2001, meaning that they would only have been under 18 at the time of their capture if they were born in the second half of December 1983.
Em adição, há remota possibilidade de outros quatro terem menos de 18 anos por ocasião de sua captura. O primeiro é Mohammed Ishaq (ISN 20), paquistanês. Nascido em 1983, ele e um amigo viajaram para o Afeganistão no início de novembro de 2001 para se encontrarem com o irmão de seu amigo, que havia ido para o Afeganistão para lutar contra a Aliança do Norte. Em algum momento em novembro de 2001 foi capturado pelas forças da Aliança do Norte em Kunduz mas, se tiver nascido no fim de novembro ou em dezembro de 1983, teria apenas 17 anos. Similarmente, três sauditas — Ali Mohammed Nasir Mohammed (ISN 172), Tariq al-Harbi (ISN 265) e Abdul Khaliq al-Baidhani (ISN 553) — também nasceram em 1983 e foram provavelmente capturados na metade de dezembro de 2001, significando que só teriam menos de 18 anos na ocasião de sua captura caso tenham nascido na segunda metade de dezembro de 1983.
Andy Worthington is the author of The Guantánamo Files: The Stories of the 774 Detainees in America’s Illegal Prison (published by Pluto Press) and serves as policy advisor to the Future of Freedom Foundation. Visit his website at: www.andyworthington.co.uk.
Andy Worthington é autor de Os Arquivos de Guantánamo: As Histórias dos 774 Detentos da Prisão Ilegal dos Estados Unidos (publicado pela Pluto Press) e atua como conselheiro de políticas da Fundação Futuro de Liberdade. Visite o website dele em: www.andyworthington.co.uk.
Andy Worthington is the author of The Guantánamo Files: The Stories of the 774 Detainees in America’s Illegal Prison (published by Pluto Press, distributed by Macmillan in the US, and available from Amazon — click on the following for the US and the UK) and of two other books: Stonehenge: Celebration and Subversion and The Battle of the Beanfield. To receive new articles in your inbox, please subscribe to my RSS feed (and I can also be found on Facebook and Twitter). Also see my definitive Guantánamo prisoner list, updated in July 2010, details about the new documentary film, “Outside the Law: Stories from Guantánamo” (co-directed by Polly Nash and Andy Worthington, and available on DVD here), my definitive Guantánamo habeas listthe chronological list of all my articles, and, if you appreciate my work, feel free to make a donation.
Andy Worthington é autor de Os Arquivos de Guantánamo: As Histórias dos 774 Detentos da Prisão Ilegal dos Estados Unidos (publicado pela Pluto Press, distribuído pela Macmillan nos Estados Unidos, e disponível pela Amazon — clique nos seguintes para Estados Unidos e Reino Unido) e de outros dois livros: Stonehenge: Comemoração e Subversão e A Batalha de Beanfield. Para receber novos artigos em sua caixa de entrada por favor assine meu RSS feed (e também posso ser encontrado em Facebook e Twitter). Veja também minha lista definitiva de prisioneiros de Guantánamo, atualizada em julho de 2010, detalhes acerca do novo filme documentário, “Fora da Lei: Histórias de Guantánamo” (codirigida por Polly Nash e Andy Worthington, e disponível em DVD aqui), minha lista definitiva de habeas de Guantánamo e a lista cronológica de todos os meus artigos, e, se você aprecia meu trabalho, sinta-se à vontade para fazer uma doação.

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