Friday, May 20, 2011

FPJ - Why the Planes Were Not Intercepted on 9/11 / FPJ - Por Que os Aviões Não Foram Interceptados em 11/9

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Foreign Policy Journal
Jornal de Política Externa
Why the Planes Were Not Intercepted on 9/11
Por Que os Aviões Não Foram Interceptados em 11/9
The Wall Street Lawyer and the Special Ops Hijack Coordinator
O Advogado de Wall Street e o Coordenador de Sequestro de Operações Especiais
By Kevin Ryan
Por Kevin Ryan
April 29, 2011
29 de abril de 2011
Of the many unanswered questions about the attacks of September 11, one of the most important is: Why were none of the four planes intercepted?  A rough answer is that the failure of the US air defenses can be traced to a number of factors and people.  There were policy changes, facility changes, and personnel changes that had recently been made, and there were highly coincidental military exercises that were occurring on that day.  But some of the most startling facts about the air defense failures have to do with the utter failure of communications between the agencies responsible for protecting the nation.  At the Federal Aviation Administration (FAA), two people stood out in this failed chain of communications.  One was a lawyer on his first day at the job, and another was a Special Operations Commander who was never held responsible for his critical role, or even questioned about it.
Das muitas perguntas não respondidas acerca dos ataques do 11 de setembro uma das mais importantes é: Por que nenhum dos quatro aviões foi interceptado? Uma resposta tosca é o fracasso das defesas aéreas dos Estados Unidos poder ser rastreada até diversos fatores e pessoas. Haviam sido feitas, recentemente, mudanças de políticas, mudanças de instalações e mudanças de pessoal, e havia exercícios militares muito coincidentemente acontecendo naquele dia. Todavia, alguns dos fatos mais surpreendentes acerca das falhas da defesa aérea têm a ver com a completa falha da comunicação entre os órgãos responsáveis pela proteção do país. Na Administração Federal de Aviação (FAA) duas pessoas se destacaram nessa cadeia falha de comunicação. Uma era um advogado em seu primeiro dia no emprego, e outra foi um Comandante de Operações Especiais nunca responsabilizado por seu papel crítico, nem sequer questionado a respeito.
The 9/11 Commission wrote in its report that “On 9/11, the defense of U.S. airspace depended on close interaction between two federal agencies: the FAA and the North American Aerospace Defense Command (NORAD).”[1]
A Comissão do 11/9 escreveu em seu relatório que “Em 11/9 a defesa do espaço aéreo dos Estados Unidos dependeu de estreita interação entre dois órgãos federais: a FAA e o Comando Norte-Americano de Defesa Aerospacial (NORAD).”[1]
According to the Commission, this interaction began with air traffic controllers (ATCs) at the relevant regional FAA control centers, which on 9/11 included Boston, New York, Cleveland, and Indianapolis.  In the event of a hijacking, these ATCs were expected to “notify their supervisors, who in turn would inform management all the way up to FAA headquarters.  Headquarters had a hijack coordinator, who was the director of the FAA Office of Civil Aviation Security or his or her designate.
De acordo com a Comissão, essa interação começou com controladores de tráfego aéreo (ATCs) nos centros regionais de controle da FAA relevantes os quais, em 11/9, incluíam Boston, New York, Cleveland e Indianapolis. Na eventualidade de sequestro, esperava-se que esses ATCs notificassem seus supervisores os quais, por sua vez, informariam à gerência, cadeia de comando acima até o quartel-general da FAA . O quartel-general tinha um coordenador de sequestro, o diretor da Secretaria de Segurança de Aviação Civil da FAA ou quem por ele designado.
The hijack coordinator would then “contact the Pentagon’s National Military Command Center (NMCC)” and “the NMCC would then seek approval from the Office of the Secretary of Defense to provide military assistance.  If approval was given, the orders would be transmitted down NORAD’s chain of command [to the interceptor pilots].”[2]
O coordenador de sequestro em seguida “entraria em contato com o Centro Nacional de Comando Militar do Pentágono (NMCC)” e “o NMCC em seguida buscaria aprovaçâo do Gabinete do Secretário de Defesa para prover auxílio militar. Se dada aprovação, as ordens seriam transmitidas cadeia de comando do NORAD abaixo [até os pilotos interceptadores].”[2]
The 9/11 Commission report (hereafter, “the report”) indicated that the military was eventually notified about all the hijackings, but none of those notifications were made in time to intercept the hijacked aircraft.  The report also contradicted a good deal of testimony given on the subject by suggesting that earlier statements made by military leaders, in testimony to the Commission, were “incorrect.”  The corrections to these statements led to a reassessment of how much time the military actually had to respond to requests for interception from the FAA.  Ultimately, the report stated that “NEADS air defenders had nine minutes’ notice on the first hijacked plane, no advance notice on the second, no advance notice on the third, and no advance notice on the fourth.”[3]
O relatório da Comissão do 11/9 (doravante “o relatório”) assinalava que a instituição militar havia sido finalmente notificada acerca de todos os sequestros, mas nenhuma das notificações fora feita a tempo para interceptação do avião sequestrado. O relatório também contradisse boa parte de depoimentos acerca do assunto ao sugerir que afirmações anteriores feitas por líderes militares, depondo perante a Comissão, haviam sido “incorretas.”  As correções dessas afirmações levaram a uma reavaliação de quanto tempo a instituição militar efetivamente tivera para atuar com base nos pedidos de intercepção da FAA. Finalmente, o relatório disse que “os defensores aéreos do NEADS [North East Air Defense Sector - Setor de Defesa Aérea do Nordeste] tiveram aviso antecipado de nove minutos no tocante ao primeiro avião sequestrado, não tiveram aviso antecipado em relação ao segundo, não tiveram aviso antecipado em relação ao terceiro, e não tiveram aviso antecipado em relação ao quarto.”[3]
The report does not place blame for the failure to intercept on any specific people in the chain of communications, but it specifically exonerates “NEADS commanders and officers” and “[i]ndividual FAA controllers, facility managers and Command Center managers.“  In fact, the report goes so far as to praise these people for how well they did.[4]  Curiously, the hijack coordinator at FAA headquarters was not mentioned in the list of those who were exonerated.
O relatório não põe a culpa pela falha em interceptar em quaisquer pessoas específicas na cadeia de comunicação, mas exime especificamente “comandantes e autoridades do NEADS” e “controladores pessoas físicas da FAA, gerentes de instalações e gerentes do Centro de Comando.  Na verdade, o relatório chega a elogiar essas pessoas pelo bom desempenho que tiveram.[4] Curiosamente, o coordenador de sequestro da sede da FAA não foi mencionado na lista dos eximidos.
The ATCs did notify their management as required, but further notification to FAA headquarters (FAA HQ) was apparently riddled with delays. FAA HQ got plenty of notice of the four hijacked planes, but failed to do its job.  One of the most glaring examples was demonstrated by the failure of FAA HQ to request military assistance for the fourth hijacking, that of Flight 93.
Os ATCs notificaram seus superiores como exigido, mas as notificações posteriores ao quartel-general da FAA (FAA HQ) aparentemente sofreram uma série de delongas. O FAA HQ acabou obtendo notificação plena acerca dos quatro aviões sequestrados, mas não fez seu trabalho. Um dos mais gritantes exemplos ficou evidente quando o FAA HQ deixou de pedir auxílio militar para o quarto sequestro, o do Voo 93.
On page 28, the report says, “By 9:34, word of the hijacking had reached FAA headquarters.”  Despite this advance notice, Flight 93 “crashed” in Pennsylvania sometime between 10:03 and 10:07.
Na página 28 o relatório diz: “Às 9:34 notícia do sequestro havia chegado ao quartel-general da FAA.” A despeito desse aviso prévio, o Voo 93 “espatifou-se” na Pennsylvania em algum momento entre 10:03 and 10:07.
To put this in perspective, at 9:34 it had been over 30 minutes since a second airliner had crashed into the World Trade Center (WTC).  It was known that a third plane was hijacked, and it was about to crash into the Pentagon.  Everyone in the country knew we were under a coordinated terrorist attack via hijacked aircraft because, as of 9:03, mainstream news stations including CNN had already been televising it.
Para colocar isso em perspectiva, às 9:34 haviam-se passado mais de 30 minutos desde que um segundo avião de passageiros havia colidido contra o World Trade Center (WTC). Sabia-se que um terceiro avião houvera sido sequestrado, e estava prestes a colidir com o Pentágono. Todo mundo no país sabia estarmos sob ataque terrorista coordenado via sequestro de avião porque, a partir de 9:03, as principais emissoras de notícias, inclusive a CNN, já vinham televisando-o.
That was the situation when FAA HQ was notified about a fourth hijacking.  Given those circumstances, an objective observer would expect the highest level of urgency throughout all levels of government in response to that fourth hijacking.  But FAA management did not follow the protocol to ask for military assistance.  The 9/11 Commission contends that FAA HQ gave air defenders no notice whatsoever of the hijacking of Flight 93 until after the plane had been destroyed.  For whatever reasons, the FAA’s Command Center (located in Herndon, VA) did not request military assistance, either.  In fact, neither the Command Center nor FAA HQ contacted NMCC to request military assistance for any of the hijacked planes.
Essa era a situação quando o FAA HQ foi notificado de um quarto sequestro. Dadas aquelas circunstâncias, um observador objetivo esperaria o maior grau de urgência em todos os níveis do governo em reação àquele quarto sequestro. A gerência do FAA, contudo, não obedeceu ao protocolo de pedir auxílio militar. A Comissão do 11/9 contende que o FAA HQ só deu notícia aos defensores aéreos acerca do sequestro do Voo 93 depois do avião destruído. Quaisquer tenham sido os motivos, também o Centro de Comando da FAA (localizado em in Herndon, VA) não pediu assistência militar. Na verdade, nem o Centro de Comando nem o FAA HQ entraram em contato com o NMCC para pedir assistência militar para quaisquer dos aviões sequestrados.
Therefore it seems reasonable to look at the people whose roles were most important in this failed chain of communications.  Once the entire country was aware that we were under attack and that planes were being hijacked and used as weapons, the two people who were most important to the FAA’s response were: 1) the person running the FAA’s national Command Center and 2) the hijack coordinator at FAA headquarters.
Portanto parece fazer sentido perquirir as pessoas cujos papéis foram os mais importantes nessa cadeia falha de comunicação. Uma vez que o país inteiro estava consciente estarmos sob ataque e aviões estarem sendo sequestrados e usados como armas, as duas pessoas mais importantes para efeito da resposta da FAAeram: 1) a pessoa na direção do Centro de Comando nacional da FAA e 2) o coordenador de sequestro do quartel-general da FAA.
It turns out that these two people were both new to their jobs.  In fact, it was the first day on the job for Benedict Leo Sliney, the national operations manager at FAA’s Command Center.
Ocorre que essas duas pessoas eram, ambas, novas em seu trabalho. Na verdade, era o primeiro dia de trabalho de Benedict Leo Sliney, o gerente nacional de operações do Centro de Comando da FAA.
Benedict Sliney
Benedict Sliney
Benedict Sliney was an ATC in the US Air Force during the Vietnam War and, after that, worked at the FAA for the first half of his professional career.  In the 1980s, Sliney went on from the FAA to work as an attorney and continued in that career throughout the 1990s.  He worked for several law firms during this time, handling various kinds of cases, and he was a partner in some of those firms.
Benedict Sliney foi ATC na Força Aérea dos Estados Unidos durante a Guerra do Vietnã e, depois disso, trabalhou na FAA na primeira metade de sua carreira profissional. Nos anos 1980 Sliney saiu da FAA para trabalhar como advogado e continuou nessa carreira ao longo dos anos 1990. Trabalhou para diversos escritórios de advogados durante esse período, tratando de diversos tipos de casos, e foi sócio de alguns desses escritórios.
Sliney’s clients included financial investors who were accused of Securities and Exchange violations.  In one 1998 case, he represented Steven K. Gourlay, Jr., an employee of Sterling Foster.  It was reported that Sterling Foster was “secretly controlled” by Randolph Pace and was at the center of “one of the most notorious scams ever.”[5] Sliney got Gourlay’s charges dropped in 1998, but, in a related 2002 case, Gourlay pled guilty to conspiracy to commit securities fraud, mail fraud, and wire fraud, and was sentenced to six months in prison.[6,7]
Entre os clientes de Sliney houve investidores financeiros acusados de violações pela Comissão de Valores Mobiliários. Em um caso de 1998 ele representou Steven K. Gourlay, Jr., empregado da Sterling Foster. Estava circulando que a Sterling Foster era “controlada secretamente” por Randolph Pace e estava no centro de “uma das maiores vigarices de todos os tempos.”[5] Sliney conseguiu a retirada das acusações contra Gourlay em 1998 mas, num caso relacionado, em 2002, Gourlay confessou-se culpado de conspiração para cometimento de fraudes com títulos, fraude de correspondência e fraude telegráfica, e foi sentenciado a seis meses de prisão.[6,7]
In the summer of 2000, Sliney represented Merrill Lynch in a case in which the delay of the transfer of clients’ funds to Smith Barney was said to have “caused their investments with Merrill, Lynch to lose some $638,000 in value.”  Sliney was able to get Merrill Lynch off the hook.[8]
No verão de 2000 Sliney representou a Merrill Lynch num caso no qual se dizia que o adiamento da transferência de fundos de clientes para a Smith Barney teria “levado a investimentos junto à Merrill, Lynch perderem $638.000 em valor.”  Sliney conseguiu livrar a cara da Merrill Lynch.[8]
For whatever reasons, Sliney decided to leave his lucrative law career behind just months before 9/11 in order to return to the FAA.  It was reported that Jack Kies, FAA’s manager of tactical operations, offered Sliney the job of Command Center national operations manager.  Instead, Sliney asked to work as a specialist and he started in that role.  Kies offered Sliney the national operations manager position again six months later, and Sliney accepted.[9] His first day on the job was 9/11/01.
Quaisquer tenham sido os motivos, Sliney resolveu deixar para trás sua lucrativa carreira jurídica poucos meses antes do 11/9 para voltar à FAA. Foi noticiado que Jack Kies, gerente de operções táticas da FAA, ofereceu a Sliney o cargo de gerente nacional de operações do Centro de Comando. Sliney porém pediu para trabalhar como especialista e começou nessa função. Kies ofereceu de novo a Sliney o cargo de gerente nacional de operações seis meses mais tarde, e Sliney aceitou.[9] Seu primeiro dia na função foi 11/9/2001.
On 9/11, others present at the FAA’s Command Center outranked Sliney.  Interviews of those others, however, including Linda Schuessler and John White, confirm that Ben Sliney was given the lead in the Command Center’s response to the hijackings that day.  Despite that critical role, Sliney is mentioned only one time in the narrative of the 9/11 Commission report.
Em 11/9 outras pessoas presentes no Centro de Comando da FAA ocupavam postos mais elevados do que o de Sliney. Entrevistas com elas, contudo, inclusive com Linda Schuessler e John White, confirmam que a Ben Sliney foi dada a liderança da resposta do Centro de Comando aos sequestros naquele dia. A despeito desse papel crítico, Sliney é mencionado apenas uma vez na narrativa do relatório da Comissão do 11/9.
According to the summary of his interview for the investigation, Sliney was first notified of “a hijack in progress” sometime between 8:15 and 8:20 EDT. This was about the same time as communications were lost with American Airlines Flight 11, the first of the planes to be hijacked, and it was about 30 minutes before that plane crashed into the north tower of the World Trade Center(WTC).  It was nearly two hours before Flight 93 was destroyed in Pennsylvania.  Incredibly, according to Sliney’s interview, it was not until after a second confirmed hijacking occurred and two planes had crashed into the WTC (nearly an hour after he learned about the first hijacking) that Sliney “realized that the hijackers were piloting the aircraft.”[10]
De acordo com o sumário de sua entrevista para a investigação, Sliney foi primeiro notificado de “sequestro em andamento” em algum momento entre 8:15 e 8:20 EDT. Isso foi em torno da mesma hora em que perdida a comunicação com o Voo 11 da American Airlines, o primeiro dos aviões a ser sequestrado, e cerca de 30 minutos antes de citado avião ter colidido com a torre norte do World Trade Center(WTC). E foi aproximadamente duas horas antes do Voo 93 ter sido destruído na Pennsylvania. Incrível - de acordo com a entrevista de Sliney, só depois de ter ocorrido um segundo sequestro confirmado e dois aviões terem colidido com o WTC (cerca de uma hora depois ele ter sabido do primeiro sequestro) Sliney “percebeu que os sequestradores estavam pilotando o avião.”[10]
After the second tower was hit, Sliney responded by asking for a military response via the special military outfit assigned to the FAA’s Command Center,  the Air Traffic Services Cell (ATSC).  This was at approximately 9:06 am.  At the time, one of the three military officers in the ATSC called the NMCC and that officer was told that “senior leaders” at the NMCC were “in a meeting to determine their response” to the attacks, and would call back.[11] As this example shows, there are at least as many unanswered questions about what went on at the NMCC that morning as there are about what happened at the FAA.[12]
Depois de ter sido atingida a segunda torre, Sliney reagiu pedindo resposta militar via a unidade militar especial designada para o Centro de Comando da FAA, a Célula de Serviços de Tráfego Aéreo (ATSC). Isso aproximadamente às 9:06 da manhã. Na ocasião, uma das três autoridades militares da ATSC telefonou para o NMCC e foi-lhe dito que “líderes de alto nível” do NMCC estavam “em reunião para definir a resposta” que dariam aos ataques, e telefonariam de volta.[11] Como este exemplo mostra, há pelo menos tantas perguntas sem resposta acerca do que aconteceu no NMCC naquela manhã quantas há acerca do que aconteceu na FAA.[12]
Several of the FAA’s top people confirmed that the military was engaged and knew about the hijackings early on.  This included Jeff Griffith at the Command Center and Monte Belger, the FAA’s acting Deputy Administrator, who was present at FAA Headquarters.  Belger stated that “[T]here were military people on duty at the FAA Command Center, as Mr. Sliney said. They were participating in what was going on. There were military people in the FAA’s Air Traffic Organization in a situation room. They were participating in what was going on.”[13]
Diversas das pessoas da cúpula da FAA confirmaram que a instituição militar estava engajada e sabia precocemente dos sequestros. Inclusive Jeff Griffith do Centro de Comando e Monte Belger, Administrador Adjunto da FAA em exercício, que estava presente no quartel-general da FAA. Belger declarou que “Havia militares em serviço no Centro de Comando da FAA, como o Sr. Sliney disse. Estavam participando do que acontecia. Havia militares na Organização de Tráfego da FAA, num recinto da inteligência. Estavam participando do que acontecia.”[13]
Sliney’s interview summary is full of phrases like he “did not recall” and “was not aware,” although he did recall “being informed” that interceptors were eventually launched (too late).  Apparently, Sliney didn’t even know what the fighters would do if they were launched.  He recalled thinking: “Well, what are they going to do?”  Additionally, in an apparent defensive posture, Sliney claimed “definitively that he did not receive a request to authorize a request to the military for assistance.”[14]
O resumo da entrevista de Sliney está cheio de frases tais como “não me lembro” e “não estava ciente,” embora se lembrasse de “ser informado” de interceptores terem sido finalmente despachados (tarde demais). Aparentemente, Sliney sequer sabia o que os caças fariam se fossem despachados. Lembrou-se de ter pensado: “Bem, o que farão?”  Além disso, numa postura aparentemente defensiva, Sliney asseverou “decididamente não ter recebido pedido de autorizar pedido de auxílio militar.”[14]
One might think that the national operations manager for the FAA’s Command Center would not need a “request to authorize a request for military assistance” and that he might know what military assistance would entail.  But Sliney’s interview summary suggests that he did not even know what the protocol was for requesting military assistance in the event of a hijacking.  Sliney’s understanding on 9/11 “and today” (two years later, when the interview was conducted) was that an FAA request for military assistance “emanates from the effected Center…directly to the military.“  That is, Sliney supposedly was not aware of any role that the FAAs’ Command Center or FAA HQ might have had in the request for interception of hijacked aircraft.  This appears to be in contradiction to the protocol given by the 9/11 Commission report and it is definitely in contradiction to the concept of a “hijack coordinator.”
Poder-se-ia pensar que o gerente nacional de operações do Centro de Comando da FAA não precisaria de “pedido para autorizar auxílio militar” e poderia já saber as implicações do auxílio militar. O resumo da entrevista de Sliney, contudo, sugere que ele sequer sabia qual era o protocolo para pedir auxílio militar na eventualidade de sequestro. O entendimento de Sliney acerca do 11/9 “e hoje em dia” (dois anos depois, quando a entrevista foi feita) era o de que pedido de auxílio militar por parte da FAA “emana do Centro afetado ... diretamente à instituição militar.“ Isto é, Sliney aparentemente não estava ciente de qualquer papel que o Centro de Comando da FAA ou o FAA HQ pudesse ter no pedido de intercepção de avião sequestrado. Isso parece em contradição com o protocolo enunciado pelo relatório da Comissão do 11/9 e está sem sombra de dúvida em contradição com o conceito de “coordenador de sequestro.”
In addition to the confusion about the Command Center’s role in requesting military assistance, it seems there was only one person at FAA headquarters who was authorized to request military assistance.  On 9/11, Ben Sliney was told that no one could find that one person.  Sliney later recounted his experience learning of that fact in this way:
Além da confusão no tocante ao papel do Centro de Comando no pedido de assistência militar, parece que, no quartel-general da FAA, havia apenas uma pessoa autorizada a requerer auxílio militar. No 11/9 disseram a Ben Sliney que ninguém tinha como encontrar essa pessoa. Posteriormente Sliney descreveu do seguinte modo sua experiência ao ficar sabendo desse fato:
I said something like, “That’s incredible. There’s only one person. There must be someone designated or someone who will assume the responsibility of issuing an order, you know.” We were becoming frustrated in our attempts to get some information. What was the military response?[15]
Eu disse algo como “É incrível. Há apenas uma pessoa. Tem de ser alguém designado ou alguém que assuma a responsabilidade de emitir uma ordem, vocês sabem.” Estávamos ficando frustrados em nossas tentativas de obter alguma informação. Qual foi a resposta militar?[15]
Michael Canavan
Michael Canavan
The hijack coordinator at FAA headquarters, Lt. Gen. Michael A. Canavan, had been in his position for only nine months, and would leave the job within a month of 9/11.  Surprisingly, although Mike Canavan was mentioned in the 9/11 Commission report, he was not cited for his role as the FAA’s hijack coordinator, a role that was at the center of the failure to intercept the planes on 9/11.
O coordenador de sequestro do quartel-general da FAA, Tenente-General Michael A. Canavan, estava no cargo havia apenas nove meses e deixaria a função um mês depois do 11/9. Surpreendentemente, embora Mike Canavan tenha sido mencionado no relatório da Comissão do 11/9, não foi citado por seu papel como coordenador de sequestro da FAA, papel que esteve no centro da falha em interceptar os aviões no 11/9.
Instead of being mentioned as the hijack coordinator, Canavan was in the report because he had been the commander of the Joint Special Operations Command (JSOC), which ran the military’s counterterrorism operations and covert missions.  The report described Canavan’s part in the failure to follow-through on a carefully laid-out 1998 CIA plan to capture Osama bin Laden (OBL) in Afghanistan.  Canavan was quoted as saying that the plan put tribal Afghanis at too much risk and that the “operation was too complicated for the CIA.”[16]
Em vez de ser mencionado como coordenador de sequestro, Canavan estava no relatório por haver sido o comandante do Comando Conjunto de Operações Especiais (JSOC), que administrava as operações de contraterrorismo e as missões secretas da instituição militar. O relatório descreve o papel de Canavan no fracasso em levar a efeito um plano cuidadosamente elaborado da CIA, em 1998, para a captura de Osama bin laden (OBL) no Afeganistão. Canavan foi citado como dizendo que o plano punha afegãos tribais em risco excessivo e que a “operação era demasiado complicada para a CIA.”[16]
Nearly the entirety of Canavan’s career was in military special operations.  He was a Special Forces soldier for many years, and before he was JSOC Commander, he was Special Operations Commander for the US European Command (SOCEUR), which included operations throughout Africa as well.  Canavan was SOCEUR from 1994 to 1996 and JSOC Commander from 1996 to 1998.
Praticamente toda a carreira de Canavan foi em operações especiais militares. Ele foi soldado das Forças Especiais por muitos anos e antes de ser Comandante do JSOC foi Comandante de Operações Especiais do Comando Europeu dos Estados Unidos (SOCEUR), o qual incluía também operações na África. Canavan foi SOCEUR de 1994 a 1996 e Comandante do JSOC de 1996 a 1998.
JSOC is a successor organization to the Office of Policy Coordination (OPC), which was a secret government-funded organization authorized by the National Security Council in 1948. The OPC was led by CIA director Allen Dulles and Frank Wisner, a State Department official who wielded unprecedented power due to his position in New York law and financial circles.  The JSOC was created in 1980 by the Pentagon and run by Ted Shackley’s OPC colleague, Richard Stillwell.  According to author Joseph Trento, JSOC quickly became “one of the most secret operations of the US government.”[17]
O JSOC é organização sucessora da Secretaria de Coordenação de Políticas (OPC), a qual era uma organização secreta financiada pelo governo autorizada pelo Conselho de Segurança Nacional em 1948. A OPC foi chefiada pelo diretor da CIA Allen Dulles e por Frank Wisner, autoridade do Departamento de Estado que brandia poder sem precedentes devido a sua posição em círculos jurídicos e financeiros de New York. O JSOC foi criado em 1980 pelo Pentágono e era chefiada pelo colega de OPC de Ted Shackley, Richard Stillwell.  De acordo com o autor Joseph Trento, o JSOC tornou-se rapidamente “uma das atividades mais secretas dentro do governo dos Estados Unidos.”[17]
Creation of the JSOC was, ostensibly, a response to the failed 1980 hostage rescue attempt in Iran called Operation Eagle Claw.  JSOC immediately went on to engage in an “array of highly covert activities” by way of “black budgets.”[18] This included operations in Honduras and El Salvador which supported the illegal wars associated with the Nicaraguan rebels called the Contras.
A criação do JSOC havia sido, para efeito externo, uma resposta à fracassada tentativa de resgate de reféns no Irã chamada de Operação Garra de Águia. O JSOC imediatamente avançou no sentido de açambarcar um “séquito de atividades altamente secretas” por meio de “orçamentos secretos.”[18] Entre elas operações em Honduras e El Salvador que apoiavam as guerras ilegais relacionadas com os rebeldes nicaraguenses chamados Contras.
In 1987, JSOC was assigned to a new military command called the US Special Operations Command (SOCOM) that came about through the work of Senator William S. Cohen.  Senator Cohen went on to become the Secretary of Defense from 1997 to 2001, and it was he who led the Quadrennial Defense Review of 1997 that reduced the number of fighters actively protecting the continental US from 100 to 14.[19] Cohen is now chairman of The Cohen group, where he works with his Vice Chairman, Marc Grossman, whom FBI whistleblower Sibel Edmonds says figures prominently in the information she has been trying to provide.
Em 1987 o JSOC ganhou um novo comando militar denominado Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos (SOCOM) resultante do trabalho do Senador William S. Cohen. O Senador Cohen veio a tornar-se Secretário de Defesa de 1997 a 2001, e foi quem liderou a Revisão Quadrienal de Defesa de 1997 que reduziu o número de caças protegendo o continente dos Estados Unidos de 100 para 14.[19] Cohen é hoje chairman do The Cohen Group, onde trabalha com seu Vice-Chairman, Marc Grossman, o qual, diz a denunciante do FBI Sibel Edmonds, figura proeminentemente nas informações que ela vem tentando veicular.
Interestingly, Hugh Shelton was the commander of SOCOM during the same years that Canavan was the commander of JSOC.  Shelton went on to become the chairman of the Joint Chiefs of Staff (JCS), which is the highest position in the US military.  He was in that position on September 11th and was, like Canavan, curiously absent for just the morning hours on that day.[20]
Interessante, Hugh Shelton foi comandante do SOCOM no decurso dos mesmos anos nos quais Canavan foi comandante do JSOC. Shelton veio a tornar-se chairman do Estado Maior Conjunto (JCS), com o mais alto cargo na instituição militar dos Estados Unidos. Estava em tal cargo no 11 de setembro e estava, como Canavan, curiosamente ausente durante exatamente as horas matinais daquele dia.[20]
In any case, it seems odd that Michael Canavan occupied what turned out to be the most important position relative to the failure to intercept the hijacked planes on 9/11 and was also involved in evaluating plans to capture OBL just three years earlier.  Apart from the coincidence that he was selected as the most qualified person for both of those very different positions, he was also a central figure in these two different reasons why the 9/11 attacks were said to have succeeded.
De qualquer modo, parece estranho Michael Canavan ocupar o que veio a se revelar como o mais importante cargo em relação à falha em interceptar os aviões sequestrados em 11/9 e também ter estado envolvido na avaliação de planos para capturar OBL exatamente três anos antes. Fora a coincidência de ele ter sido selecionado como a pessoa mais qualificada para ambas essas funções muito diferentes, foi também figura central nesses dois diferentes motivos pelos quais se diz que os ataques do 11/9 foram bem-sucedidos.
When he first started the job as FAA’s hijack coordinator, just nine months before the attacks, Canavan was in charge of running training exercises that were “pretty damn close to [the] 9/11 plot, according to John Hawley, an employee in the FAA’s intelligence division.[21] In his comments to the 9/11 Commission, Canavan denied having participated in any such exercises and the Commission apparently didn’t think to reconcile the conflicting comments it had received from Hawley and Canavan on this important issue.
Quando primeiro iniciou sua função como coordenador de sequestro da FAA, exatamente nove meses antes dos ataques, Canavan era encarregado de conduzir exercícios de treinamento que eram “extremamente parecidos com a conspiração [do] 11/9, de acordo com John Hawley, funcionário da divisão de inteligência da FAA.[21] Em seus comentários para a Comissão do 11/9, Canavan negou ter participado de quaisquer exercícios da espécie e a Comissão aparentemente não pensou em conciliar as declarações conflitantes que havia recebido de Hawley e Canavan acerca dessa importante questão.
That’s not surprising in light of the fact that Canavan’s treatment by the 9/11 Commission was one of uncritical deference.  Reading through the transcript of the related hearing gives the impression that the Commission members were not only trying to avoid asking the General any difficult questions, but they were fawning over him.
Isso não é de surpreender, à luz do fato de o tratamento de Canavan pela Comissão do 11/9 ter sido de deferência não crítica. Ao lermos a transcrição da audiência respectiva ficamos com a impressão de que os membros da Comissão não apenas tentavam evitar fazer ao General quaisquer perguntas difíceis como, também, tratavam-no obsequiosamente.
Lee Hamilton began his questioning of Canavan by saying “You’re pretty tough on the airlines, aren’t you?”[22] As with many of the statements and reports made by Hamilton, however, the evidence suggests that the opposite is true.
Lee Hamilton começou suas perguntas a Canavan dizendo “O senhor é muito rigoroso com as companhias aéreas, não é?”[22] Em muitas das declarações e relatos de Hamilton, todavia, a evidência sugere que a verdade é o oposto.
In May 2001, Canavan wrote an internal FAA memorandum that initiated a new policy of more lax fines for airlines and airports that had security problems.  The memo suggested that, if the airlines or airports had a written plan to fix the problem, fines were not needed.  For whatever reason, the memo was also taken to mean that FAA agents didn’t even have to enforce corrections as long as the airline or airport said they were working on it. Canavan’s memo was repeatedly cited as a cause of failure to fix security problems in the months leading up to 9/11.[23,24]
Em maio de Canavan escreveu um memorando interno da FAA que deu início a nova política de multas mais lassas para companhias aéreas e aeroportos que apresentassem problemas de segurança. O memorando sugeria que, se as empresas aéreas e aeroportos tivessem um plano por escrito para resolver o problema, não eram necessárias multas. Por qualquer motivo que seja, o memorando também passou a ser entendido como significando que os agentes da FAA não tinham sequer que fazer cumprir correções, desde que a empresa aérea ou o aeroporto dissesse estar trabalhando para resolver o problema. O memorando de Canavan foi repetidamente citado como causa de não correção de problemas nos meses anteriores ao 11/9.[23,24]
Canavan’s job as hijack coordinator was clearly the most important link in the communications chain between the FAA and the military.  But the 9/11 Commission did not address this hijack coordinator position in terms of how it was fulfilled on 9/11, and did not mention the alarming fact that we don’t know who actually handled the job of hijack coordinator on the day of 9/11.  We don’t know because Canavan said he was in Puerto Rico that morning and claimed to have missed out on “everything that happened that day.”[25]
A função de Canavan como coordenador de sequestro era claramente o elo mais importante na cadeia de comunicação entre a FAA e a instituição militar. No entanto, a Comissão do 11/9 não questionou essa função de coordenador de sequestro em termos de como ela havia sido desempenhada no 11/9, e não mencionou o fato alarmante de não sabermos quem, na verdade, exerceu a função de coordenador de sequestro no dia de 11/9. Não sabemos, porque Canavan disse que estava em Porto Rico naquela manhã e declarou ter ficado sem saber “tudo o que aconteceu naquele dia.”[25]
Here is Canavan’s exact statement to the Commission, in response to a question from Commissioner Richard Ben-Veniste, whose questions were, like Hamilton’s, rather submissive:
Eis aqui a declaração exata de Canavan à Comissão, em resposta a pergunta do Membro da Comissão Richard Ben-Veniste, cujas perguntas foram, como as de Hamilton, bastante bem-comportadas:
Here’s my answer — and it’s not to duck the question. Number one, I was visiting the airport in San Juan that day when this happened. That was a CADEX airport, and I was down there also to remove someone down there that was in a key position. So when 9/11 happened, that’s where I was. I was able to get back to Washington that evening on a special flight from the Army back from San Juan, back to Washington.  So everything that transpired that day in terms of times, I have to — and I have no information on that now, because when I got back we weren’t — that wasn’t the issue at the time. We were — when I got back it was, What are we going to do over the next 48 hours to strengthen what just happened?[26]
Eis minha resposta — e não é para esquivar-me da pergunta. Número um, eu estava visitando o aeroporto de San Juan naquele dia quando isso aconteceu. Era um aeroporto CADEX, e fui lá também para tirar do cargo alguém que ocupava uma posição chave. Então, quando aconteceu o 11/9, é onde eu estava. Consegui voltar para Washington naquela noite num voo especial do Exército que saiu de San Juan de volta a Washington. Então tudo o que transpirou naquele dia em termos de horários, tenho de — e não tenho informação a respeito agora, porque quando voltei nós não estávamos — não era a questão naquele momento. Estávamos — quando voltei era: O que faremos nas próximas 48 horas para dar força ao que acaba de acontecer?[26]
One might think that the Commissioners would have expressed surprise at Canavan’s rambling, somewhat incoherent claim that he was just not available during the events of 9/11.  We would certainly expect the Commissioners to have followed up with detailed questions about who was in charge that day with respect to the most important role related to the failed national response.  But that was not the case.  Instead, Ben-Veniste redirected the discussion while “putting aside the issue.”  None of the other Commissioners said a word about Canavan being missing that day or even asked who was filling in for him as the primary contact between the FAA and the military with regard to hijackings.  And, of course, the 9/11 Commission report did not mention any of it at all.
Alguém poderia achar que os Membros da Comissão teriam expressado surpresa com a afirmação tipo lero-lero, e parcialmente incoerente, de Canavan de ele simplesmente não estar disponível durante os eventos do 11/9. Certamente esperaríamos que os Membros da Comissão tivessem dado seguimento com perguntas pormenorizadas acerca de quem era o responsável naquele dia no tocante ao papel mais importante relacionado com a fracassada resposta nacional. Não foi o que aconteceu, contudo. Em vez disso, Ben-Veniste redirigiu a discussão ao mesmo tempo em que “colocava a questão de lado.” Nenhum dos outros Membros da Comissão disse uma só palavra acerca de Canavan estar faltando naquele dia e sequer perguntou quem o estava substituindo como contato principal entre a FAA e a instituição militar no tocante a sequestros. E, obviamente, o relatório da Comissão do 11/9 não mencionou absolutamente nada a respeito.
In the interest of finding out what happened, we should return to the failure of FAA HQ to request military assistance for Flight 93.  We should ask: What was FAA HQ doing with this information for those 30 minutes in the absence of the one person who was charged to do something about it?  Apparently, for fifteen minutes, nothing was done.  But after fifteen minutes, according to the 9/11 Commission report, the conversations were going nowhere.
No interesse de descobrir o que aconteceu, devemos voltar ao fato de o FAA HQ não ter pedido assistência militar para o Voo 93. Devemos perguntar: O que ficou o FAA HQ fazendo com aquelas informações durante aqueles 30 minutos na ausência da única pessoa encarregada de fazer algo a respeito? Aparente, durante quinze minutos, de acordo com o relatório da Comissão do 11/9, as conversas não chegaram a parte alguma.
At 9:49, according to the report, this was the exchange between the FAA Command Center and FAA HQ.
Às 9:49, de acordo com o relatório, essa foi a conversa entre o Centro de Comando da FAA e o FAA HQ.
Command Center:  Uh, do we want to think, uh, about scrambling aircraft?
Centro de Comando:  Uh, desejamos pensar, uh, acerca de despachar aviões?
FAA Headquarters:  Oh, God, I don’t know.
Quartel-General da FAA:  Oh, Deus, não sei.
Command Center:  Uh, that’s a decision somebody’s gonna have to make probably in the next ten minutes.
Centro de Comando:  Uh, essa é uma decisão que alguém terá de tomar provavelmente nos próximos dez minutos.
FAA Headquarters:  Uh, ya know everybody just left the room.
Quartel-General da FAA:  Uh, sabe, todo mundo acaba de sair da sala.
The Commission report says that ineffectual discussions about scrambling aircraft were still occurring at FAA HQ twenty minutes after it had received notification of the fourth hijacking.
O relatório da Comissão diz que discussões nada objetivas acerca de despachar aviões ainda estavam ocorrendo no FAA HQ vinte minutos depois de ele ter recebido notificação do quarto sequestro.
At 9:53 am, “FAA headquarters informed the Command Center that the deputy director for air traffic services was talking to Monte Belger about scrambling aircraft.”
Às 9:53 da manhã, “o quartel-general da FAA informou o Centro de Comando que o diretor adjunto de serviços de tráfego aéreo estava falando com Monte Belger acerca de mandar subir aviões.”
Apart from contradicting Benedict Sliney’s testimony that an FAA request for military assistance “emanates from the effected Center … directly to the military,” this part of the 9/11 Commission report never mentions who the “deputy director for air traffic services” was.  Tape recordings suggest that it was someone named Peter.  This might have been Peter  H. Challan, an engineer who had worked for the FAA since 1969 and had been Deputy Associate Administrator for Air Traffic Services since July 1999.  But the Deputy Director of Air Traffic Services that day was Jeff Griffith.  Monte Belger was the Deputy Administrator for the FAA, second in command to the FAA Administrator, Jane Garvey.  Belger and Griffith later denied they ever had a conversation about scrambling aircraft, despite the 9/11 Commission stating this as fact.
Além de contradizer o depoimento de Benedict Sliney de que pedido da FAA de auxílio militar “emana do Centro afetado … diretamente à instituição militar,” esta parte do relatório da Comissão do 11/9 nunca menciona quem era o “diretor adjunto de serviços de tráfego aéreo.” Gravações em fita sugerem era alguém chamado Peter. Podia ser Peter H. Challan, engenheiro que trabalhava na FAA desde 1969 e havia sido Administrador Associado Adjunto de Serviços de Tráfego Aéreo desde julho de 1999. Contudo, o Diretor Adjunto de Serviços de Tráfego Aéreo naquele dia era Jeff Griffith. Monte Belger era Administrador Adjunto da FAA, segundo no comando, abaixo da Administradora da FAA Jane Garvey. Belger e Griffith negaram, mais tarde, terem sequer conversado acerca de despachar aviões, a despeito de a Comissão do 11/9 ter declarado isso como fato.
Jane Garvey was also present during the failed response at FAA HQ.  She was the FAA Administrator from 1997 to 2002 and, coincidentally, in the years before that, had been the director of Logan International Airport in Boston, where two of the flights took off on 9/11.  Apparently Garvey’s record as director for the Logan airport, which had for many years the worst security record of any major airport, was not a problem for her nomination to the top job at FAA.  It was Garvey who appointed Canavan to his role as Associate Administrator for Civil Aviation Security and, therefore, as hijack coordinator.
Jane Garvey também estava presente quando da resposta falha do FAA HQ. Ela foi a Administradora da FAA de 1997 a 2002 e, coincidentemente, nos anos anteriores, havia sido a diretora do Aeroporto Internacional Logan em Boston, onde dois dos voos decolaram no 11/9. Aparentemente o histórico de Garvey como diretora do aeroporto Logan, que apresentou, durante muitos anos, o pior histórico de qualquer grande aeroporto, não representou óbice para indicação dela para o mais alto cargo da FAA. Foi Garvey quem nomeou Canavan para seu cargo de Administrador Associado de Segurança da aviação civil e, portanto, como coordenador de sequestro.
In any case, in the absence of the hijack coordinator, the FAA was completely incompetent in terms of communicating the need to intercept the hijacked planes on 9/11.  Officially, the only notice of the hijackings to the military came directly from the FAA centers, bypassing both the Command Center and FAA HQ.   Boston Center reached the North East Air Defense Sector (NEADS) at 8:37 to request help with the first hijacking, and New York Center notified the military of the second hijacking at 9:03.  NEADS only found out about the third hijacking at 9:34 by calling the Washington center to ask about Flight 11, and the military was said to have first learned about the hijacking of Flight 93 from Cleveland Center at 10:07. Still, none of the planes were intercepted.
De qualquer forma, na ausência do coordenador de sequestro a FAA ficou completamente sem competência em termos de comunicar necessidade de interceptar os aviões sequestrados no 11/9. Oficialmente, as únicas notificações dos sequestros à instituição militar vieram diretamente dos centros da FAA, passando ao largo tanto do Centro de Comando quanto do FAA HQ. O Centro de Boston entrou em contato com a Setor de Defesa Aérea do Nordeste (NEADS) às 8:37 para pedir ajuda no tocante ao primeiro sequestro, e o Centro de New York notificou a instituição militar do segundo sequestro às 9:03. O NEADS só soube do terceiro sequestro à 9:34 ao telefonar para o centro de Washington para perguntar acerca do Voo 11, e diz-se que a instituição militar só ficou sabendo do sequestro do Voo 93 a partir do Centro Cleveland às 10:07. Ainda assim, nenhum dos aviões foi interceptado.
9/11 and special operations
O 11/9 e operações especiais
Although Michael Canavan was unavailable to perform his critical job function on 9/11, he was fully involved in the response to the attacks.  Just two days later, he attended a “Principals Committee Meeting” chaired by Condoleezza Rice that included all of Bush’s “war cabinet.”[27] This meeting set the stage for how the new War on Terror would be conducted.
Embora Michael Canavan estivesse indisponível para desempenhar a função crítica de seu cargo no 11/9, esteve plenamente envolvido na resposta aos ataques. Apenas dois dias depois participou de uma “Reunião da Comissão dos Dirigentes” presidida por Condoleezza Rice que incluiu todos os membros do “gabinete de guerra” de Bush.[27] Essa reunião preparou o terreno para como a nova Guerra Contra o Terror seria conduzida.
Canavan later cashed in on the windfalls of the resulting wars and the privatization of military operations when he was hired on at Anteon International Corporation as president of its Information Systems Group.  In doing so, he joined a number of prominent defense department alumni, including his former special operations colleague, SOCOM commander and JCS chairman Hugh Shelton, who was on the board of directors at Anteon.
Canavan mais tarde faturou com o dinheiro gerado pelas guerras resultantes e com a privatização das operações militares quando foi contratado pela Corporação Internacional Anteon para ser presidente de seu Grupo de Sistemas de Informação. Ao isso acontecer, ele se juntou a diversos ilustres ex-integrantes do Departamento de Defesa, inclusive seu ex-colega de operações especiais, comandante do SOCOM e chairman do JCS Hugh Shelton, que era membro da diretoria da Anteon.
Since 9/11, covert activities have been encouraged at a much higher level, but, prior to 9/11, SOCOM was not supposed to conduct covert operations.  Therefore, JSOC worked intimately with the CIA’s clandestine division called the Special Activities Division (SAD). Canavan led those kinds of operations in northern Iraq, Liberia and Bosnia. He ran special operations in Croatia in 1996 and, according to President Clinton, was the one who identified Secretary of Commerce Ron Brown’s body after Brown’s plane crashed there.[28]
Desde o 11/9 as atividades secretas vieram sendo estimuladas em nível muito mais alto mas, antes do 11/9, ao SOCOM não cabia conduzir operações secretas. Portanto, o JSOC trabalhou intimamente com a divisão clandestina da CIA denominada Divisão de Atividades Especiais (SAD). Canavan liderou esses tipos de operação em norte do Iraque, Libéria e Bósnia. Chefiou operações especiais na Croácia em 1996 e, de acordo com o Presidente Clinton, foi quem identificou o corpo do Secretário de Comércio Ron Brown depois de o avião de Brown ter caído lá.[28]
JSOC regularly works with foreign intelligence agencies, including the Mossad.[29] It has been involved with hijackings, for example that of the Achille Lauro and TWA Flight 847.  It has also operated from bases in foreign countries, such as Saudi Arabia, for many years.[30] Presidential Decision Directive PDD-25 gave JSOC one of the rare exemptions from the Posse Comitatus Act of 1878, which means that JSOC can legally conduct its missions within the US.[31]
O JSOC trabalha regularmente com órgãos estrangeiros de inteligência, inclusive o Mossad.[29] Tem estado envolvido com sequestros, por exemplo os do Achille Lauro e o do Voo 847 da TWA.  Também opera a partir de bases em países estrangeiros, como Arábia Saudita, há muitos anos.[30] A Diretiva de Decisão Presidencial PDD-25 deu ao JSOC uma das raras isenções da Lei de Posse Comitatus de 1878, o que significa que o JSOC pode, legalmente, conduzir suas missões internamente aos Estados Unidos.[31]
In the “War on Terror”, the special mission units of JSOC have been given the authority to pursue secret operations around the world.  JSOC effectively operates outside the law, capturing and killing people with or without the knowledge of the host countries in which it operates.  JSOC missions are always low-profile, and the US government will not acknowledge any specifics about them.
Na “Guerra contra o Terror”, as unidades de missão especial do JSOC receberam autoridade para efetuar operações secretas no mundo todo. O JSOC na verdade funciona fora da lei, capturando e matando pessoas com ou sem o conhecimento dos países hospedeiros nos quais opera. As missões do JSOC são sempre discretas, e o governo dos Estados Unidos não reconhece nenhum aspecto específico delas.
Reporter Seymour Hersh has reported that the JSOC was under the command of Vice President Dick Cheney after the attacks.[32] Hersh also claimed that the leaders of JSOC “are all members of, or at least supporters of, the Knights of Malta” and that “many of them are members of Opus Dei.”[33] The ties between the Knights of Malta and high-level US intelligence personnel, including William Casey and William Donovan, have been well-documented.[34] Such accusations have also been made of Louis Freeh, who headed the FBI from 1993 to June 2001 and would have worked closely with Canavan and Shelton in the pursuit of special operations targets.
O repórter Seymour Hersh informou que, depos dos ataques, o JSOC passou a ser comandado pelo Vice-Presidente Dick Cheney.[32] Hersh também asseverou que os líderes do JSOC “são todos membros, ou pelo menos apoiadores, dos Cavaleiros de Malta” e “muitos deles são membros da Opus Dei.”[33] Os vínculos entre os Cavaleiros de Malta e o pessoal de alto nível da inteligência dos Estados Unidos, inclusive William Casey e William Donovan, têm sido bem documentados.[34] Tais acusações também já foram feitas por Louis Freeh, que chefiou o FBI de 1993 a junho de 2001 e teria trabalhado intimamente com Canavan e Shelton na perseguição de alvos de operações especiais.
Other special operations leaders who were involved in the lack of response on 9/11 included Richard Armitage, who was present on the Secure Video Teleconference (SVTS) during the attacks.[35] This was the White House meeting chaired by Richard Clarke, which the 9/11 Commission said convened at 9:25 and included leaders of the CIA, the FBI, the FAA, as well as the departments of State, Defense and Justice.   Even with all those leaders in on the call, nothing was done to stop Flight 93 from “crashing” that morning, approximately 40 minutes after the call began.  Instead, we were left completely undefended.
Entre outros líderes de operações especiais envolvidos na falta de resposta no 11/9 estava Richard Armitage, presente, durante os ataques, na Teleconferência de Vídeo Seguro (SVTS).[35] Essa foi a reunião da Casa Branca dirigida por Richard Clarke, que a Comissão do 11/9 disse ter começado às 9:25, incluindo líderes de CIA, FBI, FAA e bem assim dos departamentos de Estado, Defesa e Justiça. Mesmo com todos esses líderes de plantão, nada foi feito para impedir que o Voo 93 se “espatifasse” naquela manhã, aproximadamente 40 minutos depois de a reunião ter começado. Ficamos, isso sim, completamente sem defesa.
Like Canavan and Shelton, Armitage was involved in special operations in Vietnam and later was reportedly involved in several of the most well-known covert operations in US history, including the Phoenix Program and the Iran-Contra crimes.[36] Although he had spent many years in the Defense department, he was Deputy Secretary of State on 9/11.  After the invasion of Iraq, he was identified as the one who betrayed CIA agent Valerie Plame by revealing her identity, apparently in retaliation for her husband’s attempt to set the record straight on weapons of mass destruction.  Armitage admitted he revealed Plame’s identity, but claimed it was done inadvertently.[37]
Como Canavan e Shelton, Armitage estivera envolvido em operações especiais no Vietnã e, mais tarde, teria estado envolvido em diversas das mais conhecidas operações secretas da história dos Estados Unidos, inclusive o Programa Fênix e os crimes Irã-Contras.[36] Embora tenha passado muitos anos no departamento de Defesa, era Secretário Adjunto de Estado em 11/9. Depois da invasão do Iraque foi identificado como a pessoa que traiu a agente da CIA Valerie Plame mediante revelar sua identidade, aparentemente em retaliação por causa da tentativa do marido dela de repor a verdade dos fatos no tocante a armas de destruição em massa. Armitage admitiu ter revelado a identidade de Plame, mas alegou tê-lo feito inadvertidamente.[37]
Another special operations soldier who testified to the 9/11 Commission and played a significant role with regard to the airlines and facilities prior to 9/11 was Brian Michael Jenkins.  While Shelton and Canavan were running SOCOM and JSOC, Jenkins was the deputy chairman of Kroll when that company was designing the security system for the World Trade Center (WTC) complex.[38]
Outro soldado das operações especiais que depôs perante a Comissão do 11/9 e desempenhou papel significativo no tocante a empresas aéreas e instalações antes do 11/9 foi Brian Michael Jenkins. Enquanto Shelton e Canavan administravam SOCOM e JSOC, Jenkins era chairman adjunto da Kroll quando a empresa planejava o sistema de segurança para o complexo do World Trade Center.[38]
Jenkins was appointed by President Clinton to be a member of the White House Commission on Aviation Safety and Security, where he collaborated with James Abrahamson of WTC security company Stratesec, and FBI director (and alleged Opus Dei member) Louis Freeh.  In 1999 and 2000, Jenkins served as an advisor to the National Commission on Terrorism, led by L. Paul Bremer, who went on to be an executive of WTC impact zone tenant, Marsh & McLennan, and then the Iraq occupation governor.  Jenkins returned to the RAND Corporation, where he had previously worked with Donald Rumsfeld, Condoleezza Rice, Frank Carlucci of The Carlyle Group, and Paul Kaminski of Anteon.
Jenkins foi nomeado pelo President Clinton para ser membro da Comissão da Casa Branca para Proteção e Segurança da Aviação, e ali ele colaborou com James Abrahamson da empresa Stratesec de segurança do WTC e com o diretor do FBI (e alegadamene membro da Opus Dei) Louis Freeh. Em 1999 e 2000, Jenkins atuou como assessor da Comissão Nacional de Terrorismo, chefiada por L. Paul Bremer, que veio a ser executivo da empresa proprietária da zona de impacto do WTC, Marsh & McLennan, e depois governador da ocupação do Iraque. Jenkins retornou à Corporação RAND, onde havia antes trabalhado com Donald Rumsfeld, Condoleezza Rice, Frank Carlucci do Grupo Carlyle, e Paul Kaminski da Anteon.
Lieutenant Colonel John Blitch was yet another special operations soldier who played a big part in the events immediately following 9/11.  Blitch spent his career in the US Army’s Special Forces and was said to have retired just the day before 9/11 to become an employee of Science Applications International Corporation (SAIC). Immediately following the attacks, he was put in charge of the team of robotic machine operators that explored the pile at Ground Zero, using devices that had previously been used for elimination of unexploded ordnance.
O Tenente-Coronel John Blitch foi ainda outro soldado de operações especiais que desempenhou papel de relevo nos eventos imediatamente posterires ao 11/9. Blitch fez sua carreira nas Forças Especiais do Exército dos Estados Unidos e diz-se ter sido reformado exatamente no dia anterior ao 11/9 para tornar-se empregado da Corporação Internacional de Aplicações Científicas (SAIC). Imediatamente em seguida aos ataques foi colocado na chefia da equipe de operadores de máquinas robóticas que exploraram a pilha no Ponto de Destruição usando dispositivos que haviam antes sido usados para eliminação de artilharia não explodida.
Conclusions
Conclusões
Despite being given plenty of notice about the four planes hijacked on 9/11, FAA management did not request military assistance to ensure the planes were intercepted before they crashed.  The 9/11 Commission attributes this to a string of gross failures in communication between the FAA and the military on 9/11.  However, the report places no blame on any of the people who were involved and doesn’t even mention the one person who was most important to this chain of communications.
A despeito de ter tido farta notícia acerca dos quatro aviões sequestrados em 11/9, a gerência da FAA não pediu auxílo militar para assegurar que os aviões fossem interceptados antes de colidirem. A Comissão do 11/9 atribui isso a uma fieira de falhas grosseiras de comunicação entre a FAA e a instituição militar no 11/9. Entretanto, o relatório não atribui nenhuma culpa a qualquer das pessoas que estiveram envolvidas e sequer menciona a pessoa mais importante nessa cadeia de comunicação.
One of the most important people involved was Benedict Sliney, who had, just before 9/11, left a lucrative law career defending Wall Street financiers to return to work as a specialist at the FAA.  It was his first day on the job.  With regard to ensuring military interception of the hijacked planes, he said he did not receive a “request to authorize a request.”  Sliney also claimed to not know that FAA management at the Command Center, where he was in charge, or FAA HQ, had any role in requests for military assistance.   This is in contradiction to the stated protocol in the 9/11 Commission report and also the idea of an FAA “hijack coordinator.”
Uma das pessoas mais importantes envolvidas foi Benedict Sliney que havia, logo antes do 11/9, abandonado lucrativa carreira jurídica defendendo financistas de Wall Street para retornar a seu trabalho como especiaista na FAA. Era o primeiro dia dele no cargo. No tocante à obtenção de intercepção militar dos aviões sequestrados, ele disse não ter recebido “pedido de autorizar pedido.”  Sliney também asseverou não saber que a gerência da FAA no Centro de Comando, do qual ele era o encarregado, ou o FAA HQ, tinham qualquer papel nos pedidos de assistência militar. Isso está em contradição com o protocolo enunciado no relatório da Comissão do 11/9 e também com a ideia de um “coordenador de sequestro” da FAA.
The FAA hijack coordinator was Michael Canavan, a career special operations commander who had come to the civilian FAA job only nine months before 9/11.  According to an FAA intelligence agent, one of the first things Canavan did in that job was lead and participate in exercises that were “pretty damn close to the 9/11 plot.”  He was also known within the FAA for writing a memo just a few months before 9/11 that instituted a new leniency with regard to airport and airline security.
O coordenador de sequestro da FAA era Michael Canavan, comandante de carreira em operações especiais que houvera vindo para o emprego civil na FAA apenas nove meses antes do 11/9. De acordo com um agente da inteligência da FAA, uma das primeiras coisas que Canavan fez naquela função foi chefiar e participar de exercícios  “muito parecidos com a conspiração do 11/9.” Era também conhecido dentro da FAA pela autoria de um memorando de apenas poucos meses antes do 11/9 que instituiu nova leniência no tocante a segurança de aeroportos e empresas aéreas.
With regard to the communication failures, Canavan offered the unsolicited excuse that he was absent during the morning hours of 9/11, in Puerto Rico.  The 9/11 Commission did not pursue this excuse, nor did it ask who was filling the critical hijack coordinator role in Canavan’s absence.  In fact, the 9/11 Commission report didn’t address the hijack coordinator role at all.  The report mentioned Sliney only once in the entire narrative and did not refer to Canavan in his role as hijack coordinator.
No tocante às falhas de comunicação, Canavan ofereceu a desculpa não solicitada de estar ausente, em Porto Rico, nas horas matinais do 11/9. A Comissão do 11/9 não averiguou essa desculpa, nem perguntou quem estava desempenhando a função crítica de coordenador de sequestro na ausência de Canavan. Em realidade, o relatório da Comissão do 11/9 não tratou, em absoluto, da função de coordenador de sequestro. O relatório mencionou Sliney apenas uma vez em toda a narrativa e não se referiu a Canavan em seu papel como coordenador de sequestro.
When a new, honest investigation is finally convened, it should look into why a lawyer, who knew how to handle evidence and get financiers off the hook, was experiencing his first day on the job as national operation manager at the FAA.  And If 9/11 was a “special operation” as many people now suspect, that investigation might consider that a number of special operations specialists were in place to ensure that the operation went off without a hitch and was not discovered.  Long-time special operations leaders like Michael Canavan, Hugh Shelton, Brian Michael Jenkins, and Richard Armitage played critical parts with respect to the facilities, events, and official story of 9/11.  These facts seem worth investigating.
Quando for por fim convocada nova e honesta investigação, ela deverá examinar por que um advogado, que sabia como tratar evidências e tirar financistas de apuros estava em seu primeiro dia no emprego como gerente nacional de operações da FAA. E se o 11/9 tiver sido uma “operação especial,” como muitas pessoas agora suspeitam, tal investigação poderia considerar que diversos especialistas em operações especiais estavam de prontidão para assegurar que a operação transcorresse sem qualquer tropeço e não fosse descoberta. Líderes de longo tempo de operações especiais tais como Michael Canavan, Hugh Shelton, Brian Michael Jenkins e Richard Armitage desempenharam partes críticas com respeito às instalações, eventos e história oficial referentes ao 11/9. Esses fatos parecem dignos de ser investigados.
References
Referências
[1] The 9/11 Commission Report, page 14
[1] The 9/11 Commission Report, page 14
[2] The 9/11 Commission report, pages 17 to 18
[2] The 9/11 Commission report, pages 17 to 18
[3] The 9/11 Commission report, page 34
[3] The 9/11 Commission report, page 34
[4] Ibid
[4] Ibid
[5] Matthew Goldstein, When Bad Scams Go Good, The Wall Street Journal, May 21, 2001, http://www.smartmoney.com/investing/stocks/when-bad-scams-go-good-10573/
[5] Matthew Goldstein, When Bad Scams Go Good, The Wall Street Journal, May 21, 2001, http://www.smartmoney.com/investing/stocks/when-bad-scams-go-good-10573/
[6] NASD Regulation, Inc. Office of Dispute Resolution, Arbitration No. 9644952
[6] NASD Regulation, Inc. Office of Dispute Resolution, Arbitration No. 9644952
[7] Westlaw citation WL 31426028, United States District Court, S.D. New York, No. 00 CR 91-11 RWS, Oct. 28, 2002
[7] Westlaw citation WL 31426028, United States District Court, S.D. New York, No. 00 CR 91-11 RWS, Oct. 28, 2002
[8] United States District Court, E.D. New York, 103 F.Supp.2d 579, Downes v. O’Connell, 103 F.Supp.2d 579 (2000)
[8] United States District Court, E.D. New York, 103 F.Supp.2d 579, Downes v. O’Connell, 103 F.Supp.2d 579 (2000)
[9]  Lynn Spencer, Touching History: The Untold Story of the Drama That Unfolded in the Skies Over America on 9/11, Free Press, 2008, page 2
[9]  Lynn Spencer, Touching History: The Untold Story of the Drama That Unfolded in the Skies Over America on 9/11, Free Press, 2008, page 2
[10]  9/11 Commisison memorandum for the record, Interview with Benedict Sliney, May 21, 2004
[10]  9/11 Commisison memorandum for the record, Interview with Benedict Sliney, May 21, 2004
[11]  History Commons 9/11 Timeline page for John Czabaranek,http://www.historycommons.org/entity.jsp?entity=john_czabaranek_1
[11]  History Commons 9/11 Timeline page for John Czabaranek,http://www.historycommons.org/entity.jsp?entity=john_czabaranek_1
[12]  Matthew Everett, The Repeatedly Delayed Responses of the Pentagon Command Center on 9/11, 911blogger.com, November 7, 2010,http://911blogger.com/news/2010-11-07/repeatedly-delayed-responses-pentagon-command-center-911
[12]  Matthew Everett, The Repeatedly Delayed Responses of the Pentagon Command Center on 9/11, 911blogger.com, November 7, 2010,http://911blogger.com/news/2010-11-07/repeatedly-delayed-responses-pentagon-command-center-911
[13]  History Commons 9/11 Timeline page for Monty Belger,http://www.historycommons.org/entity.jsp?entity=monty_belger
[13]  History Commons 9/11 Timeline page for Monty Belger,http://www.historycommons.org/entity.jsp?entity=monty_belger
[14]  9/11 Commisison memorandum for the record, Interview with Benedict Sliney, May 21, 2004
[14]  9/11 Commisison memorandum for the record, Interview with Benedict Sliney, May 21, 2004
[15]  History Commons 9/11 Timeline page for Ben Sliney,http://www.historycommons.org/entity.jsp?entity=ben_sliney
[15]  History Commons 9/11 Timeline page for Ben Sliney,http://www.historycommons.org/entity.jsp?entity=ben_sliney
[16] The 9/11 Commission report, page 113
[16] The 9/11 Commission report, page 113
[17] Peter Dale Scott, American War Machine, Rowan & Littlefield, 2010
[17] Peter Dale Scott, American War Machine, Rowan & Littlefield, 2010
[18] Harvey M. Sapolsky, Benjamin H. Friedman, Brendan Rittenhouse Green, US military innovation since the Cold War: creation without destruction, Taylor & Francis Publishers, 2009
[18] Harvey M. Sapolsky, Benjamin H. Friedman, Brendan Rittenhouse Green, US military innovation since the Cold War: creation without destruction, Taylor & Francis Publishers, 2009
[19] History Commons 9/11 Timeline profile for William S. Cohen,http://www.historycommons.org/entity.jsp?entity=william_s._cohen
[19] History Commons 9/11 Timeline profile for William S. Cohen,http://www.historycommons.org/entity.jsp?entity=william_s._cohen
[20] History Commons 9/11 Timeline profile for Henry Hugh Shelton,http://www.historycommons.org/entity.jsp?entity=henry_h._shelton
[20] History Commons 9/11 Timeline profile for Henry Hugh Shelton,http://www.historycommons.org/entity.jsp?entity=henry_h._shelton
[21] 9/11 Commission Memorandum for the Record (MFR) on John Hawley interview, October 8, 2003, http://media.nara.gov/9-11/MFR/t-0148-911MFR-00608.pdf
[21] 9/11 Commission Memorandum for the Record (MFR) on John Hawley interview, October 8, 2003, http://media.nara.gov/9-11/MFR/t-0148-911MFR-00608.pdf
[22] Transcript of 9/11 Commission public hearing of May 23, 2003, 9/11 Commission Archive, http://www.9-11commission.gov/archive/hearing2/9-11Commission_Hearing_2003-05-23.htm
[22] Transcript of 9/11 Commission public hearing of May 23, 2003, 9/11 Commission Archive, http://www.9-11commission.gov/archive/hearing2/9-11Commission_Hearing_2003-05-23.htm
[23] Andrew R. Thomas, Aviation Security Management: Volume 1, Greenwood Publishing Group, page 78,http://terrortalk.org/myfiles/Terrorism%20Books/Aviation%20Security%20Management.pdf
[23] Andrew R. Thomas, Aviation Security Management: Volume 1, Greenwood Publishing Group, page 78,http://terrortalk.org/myfiles/Terrorism%20Books/Aviation%20Security%20Management.pdf
[24] Ricardo Alonso-Zaldivar, FAA Culture of Bureaucracy Stymies Security Reform Efforts, Critics Say, Los Angeles
[24] Ricardo Alonso-Zaldivar, FAA Culture of Bureaucracy Stymies Security Reform Efforts, Critics Say, Los Angeles
[25] History Commons 9/11 Timeline profile for Mike Canavan,http://www.historycommons.org/entity.jsp?entity=mike_canavan#a830faahijackcoordinator
[25] History Commons 9/11 Timeline profile for Mike Canavan,http://www.historycommons.org/entity.jsp?entity=mike_canavan#a830faahijackcoordinator
[26] Interview of Michael Canavan, 9/11 Commission Public Hearing, May 23, 2003, http://www.9-11commission.gov/archive/hearing2/9-11Commission_Hearing_2003-05-23.htm
[26] Interview of Michael Canavan, 9/11 Commission Public Hearing, May 23, 2003, http://www.9-11commission.gov/archive/hearing2/9-11Commission_Hearing_2003-05-23.htm
[27] 9/11 Commission Report, footnote 36 to Chapter 10
[27] 9/11 Commission Report, footnote 36 to Chapter 10
[28] White House press briefing by Leon Panetta, January 10, 1996
[28] White House press briefing by Leon Panetta, January 10, 1996
[29] Gordon Thomas, Gideon’s Spies: The Secret History of the Mossad, Thomas Dunne Books, 1995, pp 309-310
[29] Gordon Thomas, Gideon’s Spies: The Secret History of the Mossad, Thomas Dunne Books, 1995, pp 309-310
[30] John T. Carney, Benjamin F. Schemmer, No Room for Error: The Story Behind the USAF Special Tactics Unit, Presido Press, 2002, p 232
[30] John T. Carney, Benjamin F. Schemmer, No Room for Error: The Story Behind the USAF Special Tactics Unit, Presido Press, 2002, p 232
[31] Graeme C. S. Steven, Rohan Gunaratna, Counterterrorism: a reference handbook, ABC-CLIO, 2004, p 230
[31] Graeme C. S. Steven, Rohan Gunaratna, Counterterrorism: a reference handbook, ABC-CLIO, 2004, p 230
[32] Abbas Al Lawati, ‘You can’t authorise murder’: Hersh, Gulf News, May 12, 2009, http://gulfnews.com/news/region/palestinian-territories/you-can-t-authorise-murder-hersh-1.68504
[32] Abbas Al Lawati, ‘You can’t authorise murder’: Hersh, Gulf News, May 12, 2009, http://gulfnews.com/news/region/palestinian-territories/you-can-t-authorise-murder-hersh-1.68504
[33] Blake Hounshell, Seymour Hersh unleashed, Foreign Policy, January 18, 2011,http://blog.foreignpolicy.com/posts/2011/01/18/seymour_hersh_unleashed
[33] Blake Hounshell, Seymour Hersh unleashed, Foreign Policy, January 18, 2011,http://blog.foreignpolicy.com/posts/2011/01/18/seymour_hersh_unleashed
[34] Matthew Phelan, Pulitzer Prize Winner Seymour Hersh And The Men Who Want Him Committed, WhoWhatWhy.com, Feb 23, 2011,http://whowhatwhy.com/2011/02/23/pulitzer-prize-winner-seymour-hersh-and-the-men-who-want-him-committed/
[34] Matthew Phelan, Pulitzer Prize Winner Seymour Hersh And The Men Who Want Him Committed, WhoWhatWhy.com, Feb 23, 2011,http://whowhatwhy.com/2011/02/23/pulitzer-prize-winner-seymour-hersh-and-the-men-who-want-him-committed/
[35] Summary of 9/11 Commission interview with John Flaherty, Chief of Staff for Secretary of Transportation, Norman Mineta, April 2004
[35] Summary of 9/11 Commission interview with John Flaherty, Chief of Staff for Secretary of Transportation, Norman Mineta, April 2004
[36] Spartacus Educational webpage for Richard Armitage,http://www.spartacus.schoolnet.co.uk/JFKarmitage.htm
[36] Spartacus Educational webpage for Richard Armitage,http://www.spartacus.schoolnet.co.uk/JFKarmitage.htm
[38] Kevin R. Ryan, Demolition Access To The WTC Towers: Part Two – Security, 911Review.com, August 22, 2009,http://911review.com/articles/ryan/demolition_access_p2.html
[38] Kevin R. Ryan, Demolition Access To The WTC Towers: Part Two – Security, 911Review.com, August 22, 2009,http://911review.com/articles/ryan/demolition_access_p2.html
Kevin R. Ryan began to investigate the tragedy of September 11th, 2001 through his work as Site Manager for a division of Underwriters Laboratories (UL). He was fired by UL in 2004 for writing to the National Institute of Standards and Technology (NIST), asking about its World Trade Center investigation and UL’s work to ensure the fire resistance of the buildings. He now serves as co-editor of the Journal of 9/11 Studies, and board director at Architects and Engineers for 9/11 Truth. Ryan has co-authored several books and peer-reviewed scientific articles on the subject. Read more articles by Kevin Ryan.
http://ultruth.wordpress.com/ 
Kevin R. Ryan começou a investigar a tragédia do 11 de setembro de 2001 por meio de seu trabalho como Gerente de Edifício de uma divisão da Laboratórios de Segurança de Produtos (UL). Em 2004 foi demitido pela UL por ter escrito para o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) perguntando acerca de sua investigação acerca do World Trade Center e do trabalho da UL para assegurar a resistência ao fogo dos edifícios. Atualmente atua como coeditor do Jornal de Estudos do 11/9, e como membro da diretoria da Arquitetos e Engenheiros para a Verdade acerca do 11/9. Ryan é coautor de diversos livros e revisou artigos científicos a respeito do assunto Leia mais artigos de Kevin Ryan.
http://ultruth.wordpress.com/ 

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