Thursday, May 26, 2011

FPJ - Black 9/11: A Walk on the Dark Side - First in a series

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FOREIGN POLICY JOURNAL
JORNAL DE POLÍTICA EXTERNA

Black 9/11: A Walk on the Dark Side

First in a series

11/9 Negro: Caminhada no Lado Trevoso

Primeiro de uma série

by Mark H. Gaffney

February 11, 2011

por Mark H. Gaffney

11 de fevereiro de 2011
In his important 2006 book, Nemesis, the Last Days of the American Republic, the third and concluding part of a trilogy, the late Chalmers Johnson, who was an expert on Japan and US foreign policy, writes that as much as 40% of the Pentagon budget is “black,” meaning hidden from public scrutiny.[1] If the figure is even approximately correct, and I believe it is, the number is alarming because it suggests that democratic oversight of US military research and development has broken down. In which case our democratic values and way of life are presently at risk; not from without, as there is no foreign enemy that can destroy the US Constitution, but from within.
Em seu importante livro de 2006, Nêmesis, os Últimos Dias da República Estadunidense, terceira e última parte de uma trilogia, o falecido Chalmers Johnson, especialista em política externa de Japão e Estados Unidos, escreve que até 40% do orçamento do Pentágono é “negro,” significando vedado ao escrutínio público.[1] Se essa cifra for mesmo aproximadamente correta, e acredito seja, o número é alarmante porque sugere que a supervisão democrática de pesquisa e desenvolvimento militar dos Estados Unidos não mais existe. Se assim for, nossos valores democráticos e estilo de vida estão atualmente em risco; não a partir de fora, visto não haver inimigo externo capaz de destruir a Constituição dos Estados Unidos, e sim a partir de dentro.
I would argue that Chalmers Johnson’s estimate was corroborated on September 10, 2001, on the eve of the worst terrorist attack in US history, when Secretary of Defense Donald Rumsfeld acknowledged during a press conference that the Department of Defense (DoD) could not account for $2.3 trillion of the massive Pentagon budget, a number so large as to be incomprehensible.[2] Any remaining hope that the US military might still get its budgetary house in order were dashed at 9:38 am the next morning, when the west wing of the Pentagon exploded in flames and smoke, the target of a terrorist strike. Incredibly, the exact point of impact was the DoD’s accounting offices on the first floor. The surgical destruction of its records and staff, nearly all of whom died in the attack, raises important questions about who benefited from 9/11. Given the Pentagon’s vast size, the statistical odds against this being a coincidence prompted skeptics of the official story to read a dark design into the attack. As Deep Throat said: “Follow the money.”
Eu argumentaria que a estimativa de Chalmers Johnson foi corroborada em 10 de setembro de 2001, na véspera do pior ataque terrorista da história dos Estados Unidos, quando o Secretário de Defesa Donald Rumsfeld reconheceu, num encontro com a imprensa, que o Departamento de Defesa (DoD) não tinha como explicar $2,3 triliões do maciço orçamento do Pentágono, número grande a ponto de ser incompreensível.[2] Qualquer esperança remanescente de a instituição militar dos Estados Unidos poder colocar em ordem sua casa orçamentária veio abaixo às 9:38 da manhã seguinte, quando a ala oeste do Pentágono explodiu em chamas e fumaça, alvo de ataque terrorista. Incrível, o ponto exato do impacto foram os escritórios de contabilidade do DoD no primeiro andar. A destruição cirúrgica de registros e equipe, a qual morreu praticamente toda no ataque, suscita importantes perguntas acerca de quem se beneficou do 11/9. Dado o vasto porte do Pentágono, as probabilidades estatísticas contra aquilo ter sido coincidência levaram céticos em relação à versão oficial a ver um projeto tenebroso incrustado no ataque. Como o Garganta Profunda disse: “Siga o dinheiro.”
Was the Pentagon accounting office destroyed because diabolical individuals planned it that way? No question, the west wing presented a much more challenging target than the east wing. Targeting the west wing required a difficult approach over the Arlington skyline. The final approach was especially dicey and amounted to a downhill obstacle course, skirting apartments and a large building complex about a quarter-mile from the Pentagon known as the Naval Annex; which sits atop a hill that rises from the flat ground along the Potomac River. In April 2008, I interviewed Army Brigadier General Clyde Vaughn, a credible witness to the events of that morning. Vaughn explained over the telephone that on 9/11 he was on his way to work at the Pentagon via Shirley Highway (I-395) when the strike occurred. The general told me the hijacked aircraft (presumably AA 77) just missed the Naval Annex and would have hit the US Air Force memorial that presently occupies the site, had the 270 feet-tall monument existed on 9/11.[3] The new memorial was constructed in 2006 and dedicated the same year.
Terá o escritório de contabilidade do Pentágono sido destruído pelo fato de indivíduos diabólicos terem planejado as coisas daquela maneira? Sem dúvida, a ala oeste representava alvo de atingimento muito mais complicado do que a ala leste. Visar a ala oeste requereu abordagem difícil por sobre a linha do horizonte de Arlington. A abordagem final foi particularmente incerta e perigosa e equivaleu a uma corrida de obstáculos colina abaixo, com desvios em relação a apartamentos e um grande complexo de edifícios a cerca de quarto de milha do Pentágono conhecido como Anexo Naval; que se situa no topo de uma colina que se ergue do terreno plano ao longo do Rio Potomac. Em abril de 2008, entrevistei o General de Brigada do Exército Clyde Vaughn, testemunha fidedigna dos eventos daquela manhã. Vaughn explicou, ao telefone, que, no 11/9, ele estava a caminho do trabalho no Pentágono via Rodovia Shirley (I-395) quando ocorreu o ataque. O general me contou que o avião sequestrado (presumivelmente AA 77) mal conseguiu evitar o Anexo Naval e teria atingido o memorial da Força Aérea dos Estados Unidos que atualmente ocupa o local, se este já existisse em 11/9.[3] O novo memorial foi construído em 2006 e dedicado naquele mesmo ano.
Why did the terrorists not take the easy approach up the Potomac River? The river approach would have afforded a reasonably good chance to crash the offices of Secretary of Defense Rumsfeld and the Joint Chiefs of Staff, which were located on the opposite side of the building, in the middle of the outer “E” ring. The location of their offices was no secret. Surely terrorists would have been more interested in decapitating the command structure of the US war machine than going after a bunch of accounting clerks.
Por que os terroristas não optaram pela abordagem fácil a partir do Rio Potomac? A abordagem pelo rio teria oferecido probabilidade razoavelmente boa de atingir os escritórios do Secretário de Defesa Rumsfeld e do Estado-Maior Conjunto, localizados no lado oposto do edifício, no meio do anel “E” externo. O local dos escritórios deles não era secreto. Seguramente os terroristas estariam mais interessados em decapitar a estrutura de comando da máquina de guerra dos Estados Unidos do que ir no encalço de um punhado de auxiliares de escritório de contabilidade.
That morning, there were other striking anomalies. The crash of AA 11 into the North Tower at 8:46 am should also have raised red flags, because the point of impact at the 95th and 96th floors was too remarkable to be happenstance. Both floors were occupied by Marsh & McLennan, one of the world’s largest insurance brokerages, with family ties to the private intelligence firm, Kroll Associates, which held the security contract at the World Trade Center. Indeed, the network of corporate ties is so entangled that were I to trace all of the links, they would easily fill a book. Here, I will sketch out only the most salient connections.
Naquela manhã houve outras impressionantes anomalias. A colisão do AA 11 contra a Torre Norte às 8:46 da manhã deveria também ter deflagrado sinais de advertência, porque o ponto de impacto nos 95o. e 96o. andares foi notável demais para ser casualidade. Ambos os andares eram ocupados por Marsh & McLennan, uma das maiores corretoras de seguros do mundo, com laços de família com a firma privada de inteligência, Kroll Associates, detentora do contrato de segurança com o World Trade Center. Em verdade, a rede de laços corporativos é tão emaranhada que, se eu tivesse de rastrear todos os elos, estes facilmente encheriam um livro. Aqui esboçarei apenas as conexões mais salientes.
The CEO of Marsh & McLennan on 9/11 was Jeffry Greenberg, son of Maurice “Hank” Greenberg, owner of AIG, the world’s largest insurance conglomerate (or second largest, depending on the source). Greenberg’s other son, Evan, was CEO of Ace Limited, another large insurance company. Maurice Greenberg had been a director of the New York Federal Reserve Bank for many years, and in 1994-95 served as its chairman. Greenberg was also vice-chairman of the Council on Foreign Relations (CFR), which in 1996 published his report, “Making Intelligence Smarter: The future of U.S. Intelligence”; as a result of which, Senator Arlen Specter floated Greenberg’s name as a candidate for the directorship of the CIA.[4] Although George Tenet eventually got the job, the mere fact that Greenberg was in the running shows the extent of his influence. In 1993, Greenberg’s huge insurance conglomerate AIG reportedly bankrolled the Wall Street spy firm, Kroll Associates, saving it from bankruptcy. Thereafter, Kroll became an AIG subsidiary. After the 1993 World Trade Center bombing, Kroll acquired the contract from the Port Authority of New York to upgrade security at the World Trade Center, in the process beating out two other firms.[5] Kroll continued with the WTC security contract through the period leading up to the September 11 attacks. One of Kroll’s directors, Jerome Hauer, also managed New York mayor Rudolph Giuliani’s Office of Emergency Management, which was located on the 23rd floor of WTC 7.[6]
A Autoridade Executiva Principal - CEO de Marsh & McLennan no 11/9 era Jeffry Greenberg, filho de Maurice “Hank” Greenberg, dono do AIG, o maior conglomerado de seguros do mundo (ou segundo maior, dependendo da fonte). O outro filho de Greenberg, Evan, era Autoridade Executiva Principal - CEO da Ace Limited, outra grande companhia de seguros. Maurice Greenberg havia sido diretor do Banco Nacional da Reserva de New York por muitos anos e, em 1994-95, foi chairman da organização. Greenberg foi também vice-chairman do Conselho de Relações Exteriores (CFR) o qual, em 1996, publicou seu relatório “Como Tornar a Inteligência Mais Inteligente: O futuro da inteligência dos Estados Unidos”; em resultado do que o Senador Arlen Specter sugeriu o nome de Greenberg como candidato à direção da CIA.[4] Embora George Tenet tenha no final obtido o cargo, o mero fato de Greenberg estar na competição mostra a extensão de sua influência. Em 1993, o enorme conglomerado de seguros AIG de Greenberg bancou a firma espiã de Wall Street, Kroll Associates, salvando-a da falência. Depois disso, a Kroll tornou-se subsidiária do AIG. Depois da bomba de 1993 no World Trade Center a Kroll obteve o contrato da Autoridade Portuária de New York para aprimoramento da segurança do World Trade Center, desbancando, no processo, duas outras firmas.[5] A Kroll continuou detentora do contrato de segurança do WTC no período até os ataques de 11 de setembro. Um dos diretores da Kroll, Jerome Hauer, também administrava a Secretaria de Administração de Emergências do prefeito de New York Rudolph Giuliani, localizada no 23o. andar do WTC 7.[6]
Notice this means Kroll had unfettered access to all three of the buildings destroyed on 9/11. This startling coincidence should have been reason enough for the 9/11 Commission to investigate Kroll’s shady background as well as its relations with AIG, Ace, and Marsh & McClennan. The commission was armed with subpoena authority and might have probed deeply enough to learn the truth. Unfortunately, the official investigators were not interested in connecting the dots. Although Kroll was based in New York City, it served (and still serves) an international clientele through 60 offices in some 27 countries. Over the years, the firm has repeatedly been accused of, and/or formally charged with, conspiracy. In 1995 the French government expelled several Americans from the country, including a Kroll employee named William Lee, for allegedly spying on French industry. Lee’s involvement with Kroll made French authorities suspicious that his Paris operation might be a CIA front.[7] The French were surely aware of Kroll’s longstanding practice of hiring former CIA, FBI, and British Intelligence agents. Kroll/AIG made no effort to conceal the fact that between 1997-2003 the AIG board of directors included Frank G. Wisner, Jr., son of one of the founders of the CIA.[8] Wisner Jr. is also a member of the Council on Foreign Relations. Wisner Jr. also served as US ambassador to several nations, including Egypt, and is a member of the Council on Foreign Relations.[9] As I write, Wisner’s name surfaced in the news. Last week, President Obama dispatched Wisner as his personal envoy to confer with the embattled Egyptian dictator Hosni Mubarak.[10] Even as popular pressure continued to build for Mubarak to step down, Wisner embarrassed Obama by publicly encouraging Mubarak to ride out the crisis and hang onto power. No doubt, his action reflects the view from Langley, which would much prefer to see Mubarak remain in power. The CIA has long supported the Mubarak regime and in return was allowed to use Egypt as a haven for renditions and torture. Wisner’s thumbing his nose at his own president, no doubt, is also an accurate measure of the US national security state’s low opinion of Obama. It certainly exposes Obama’s weakness as president.[11]
Notem que isso significa que a Kroll tinha acesso irrestrito a todos os três edifícios destruídos no 11/9. Essa espantosa coincidência deveria ter sido motivo bastante para a Comissão do 11/9 investigar os antecedentes suspeitos das relações da Kroll com AIG, Ace, e Marsh & McClennan. A comissão dispunha de autoridade para intimar e poderia ter ido fundo na investigação o suficiente para descobrir a verdade. Infelizmente, os investigadores oficiais não estavam interessados em ligar os pontos. Embora a Kroll estivesse sediada em New York City, atendia (e ainda atende) clientela internacional por meio de 60 escritórios em cerca de 27 países. Ao longo dos anos, a firma tem sido repetidamente informal e/ou formalmente acusada de conspiração. Em 1995 o governo francês expulsou diversos estadunidenses do país, inclusive um empregado da Kroll chamado William Lee, por alegadamente espionar a indústria francesa. O envolvimento de Lee com a Kroll levou as autoridades francesas a suspeitar de a empresa dele em Paris poder ser uma fachada para a CIA.[7] Os franceses seguramente sabiam da prática de longo tempo da Kroll de dar emprego a ex-agentes de CIA, FBI e Inteligência Britânica. Kroll/AIG não fizeram nenhum esforço para ocultar o fato de, entre 1997 e 2003, a diretoria do AIG incluir Frank G. Wisner, Jr., filho de um dos fundadores da CIA.[8] Wisner Jr. é também membro do Conselho de Relações Exteriores. Wisner Jr. também serviu como embaixador dos Estados Unidos em diversos países, inclusive Egito, e é membro do Conselho de Relações Exteriores.[9] Enquanto escrevo, o nome de Wisner veio à tona no noticiário. Semana passada o Presidente Obama despachou Wisner como seu enviado pessoal para conferenciar com o sitiado ditador do Egito, Hosni Mubarak.[10] Enquanto continuava a aumentar a pressão popular para Mubarack deixar o poder, Wisner deixou constrangido Obama ao publicamente estimular Mubarak a sobreviver à crise e agarrar-se ao poder. Sem dúvida, a ação dele reflete o ponto de vista de Langley, que decididamente preferiria ver Mubarack continuar no poder. A CIA há muito tempo apoia o regime de Mubarack e em troca recebeu permissão para usar o Egito como porto seguro para entrega extrajudicial de prisioneiros e tortura. O desrespeito de Wisner por seu próprio presidente, sem dúvida, é também medida fiel da opinião desdenhosa do estado de segurança nacional dos Estados Unidos em relação a Obama. Certamente deixa clara a fraqueza de Obama como presidente.[11]
Did the French government over-react in 1995 when it expelled a Kroll employee for suspected industrial espionage? Possibly, but the French had good reason to be wary of CIA meddling in their country. It is a safe bet the French have not forgotten Operation Gladio, the rogue intelligence network secretly organized in Europe by the CIA, NATO and British MI-6, after World War II.[12] “Gladio” means “sword” in Italian and is the root of the word “gladiator.” Known as the “stay behind armies,” they were in every NATO country, and totaled thousands of paramilitary soldiers. Their ranks included known underworld criminals and drug traffickers; and crucially, the CIA kept the whole operation secret for nearly forty years.
Terá o governo francês reagido exageradamente em 1995 quando expulsou um empregado da Kroll por suspeita de espionagem industrial? Possivelmente, mas os franceses tinham bom motivo para desconfiar de intromissão da CIA em seu país. É aposta segura os franceses não se terem esquecido da Operação Gládio, a rede clandestina de inteligência organizada secretamente na Europa por CIA, OTAN e MI-6 britânico, depois da Segunda Guerra Mundial.[12] “Gládio” significa “espada” em italiano e é a raiz da palavra “gladiador.” Conhecida como “exércitos de retaguarda,” fez-se presente em todos os países da OTAN, integrada por milhares de soldados paramilitares. Suas fileiras incluíam conhecidos criminosos do submundo e traficantes de drogas; e, crucialmente, a CIA manteve todas as atividades em segredo durante aproximadamente quarenta anos.
Although the stay-behind armies were supposed to form the nucleus of an armed resistance movement in the event of a Soviet invasion of western Europe, the invasion never materialized, and the CIA-trained forces were sometimes used for other less savory purposes. These included smear and disinformation campaigns, mass bombings, kidnappings, assassinations and attempted coup d’etats; all of which was blamed on the communists. Before it was over, the CIA-staged terror campaign added up to hundreds of incidents in Italy, France, Greece, Belgium, and other European nations.
Embora os exércitos de retaguarda devessem, em princípio, formar o núcleo de um movimento de resistência armada na eventualidade de invasão soviética da Europa ocidental, tal invasão nunca se materializou e as forças treinadas pela CIA foram por vezes usadas para outros propósitos menos moralmente aceitáveis. Inclusive campanhas de calúnia e desinformação, bombardeios em massa, sequestros, assassínios e tentativas de golpe de estado; tudo jogando a culpa nos comunistas. Antes de terminar, a campanha de terror orquestrada pela CIA provocou centenas de incidentes em Itália, França, Grécia, Bélgica e outras nações europeias.
The news about Gladio first broke in the Italian press, in August 1990, at the time of Saddam Hussein’s invasion of Kuwait; and immediately touched off a political earthquake on the continent. As they say, bad news travels fast. Shock turned to outrage as Europeans learned that for decades the CIA and NATO had been sponsoring terrorist attacks in the democratic nations of Europe. All of which, as noted, was blamed on the communists. The purpose of Gladio had been to strike fear into the population of Europe, and thus, to weaken the left-wing parties.
As notícias acerca da Gládio surgiram primeiro na imprensa italiana, em agosto de 1990, na época da invasão do Cueite por Saddam Hussein; e imediatamente deflagrou terremoto político no continente. Como dizem, más notícias viajam rápido. Choque transformou-se em indignação ao os europeus descobrirem que, por décadas, a CIA e a OTAN haviam estado patrocinando ataques terroristas nas nações democráticas da Europa. Todos os quais, como já observado, atribuindo a culpa aos comunistas. A finalidade da Gládio havia sido instilar medo na população da Europa e, assim, debilitar os partidos de esquerda.
If this sounds like fantasy to the reader, it is only because the US media, to this day, has never informed the American people about the CIA’s long and ugly history of staging international terrorism. Here in the US, it is euphemistically known as “counter-terrorism.” Although the average American is ignorant of the fact, most Frenchmen probably also know that under Gladio, the CIA lent support to an attempted putsch against French President Charles de Gaulle in 1958 by reactionary elements of the French army. The renegade French forces were opposed to de Gaulle’s controversial decision to end to the French military occupation of Algeria. Most of the people of France probably also know about the CIA’s involvement in at least one other conspiracy to assassinate de Gaulle in the mid-1960s; but which fortunately failed.[13] De Gaulle survived some thirty assassination attempts. At the time, the CIA’s involvement caused a near rupture in US-French relations. De Gaulle reacted angrily by pulling France out of NATO, and ordered US military forces out of France. The US was compelled to move NATO headquarters from Paris to Mons, in Belgium. Nor did the American people hear the truth about what really happened. In fact, they still do not know, because the US press has never informed them.
Se isso soa como fantasia para o leitor, isso se deve apenas a a mídia dos Estados Unidos, até hoje, nunca ter informado o povo estadunidense acerca da longa e indecorosa história da CIA na orquestração de terrorismo internacional. Aqui nos Estados Unidos isso é eufemisticamente conhecido como “contraterrorismo.” Embora o estadunidense médio ignore o fato, a maioria dos franceses sabe também que, na Gládio, a CIA deu apoio a uma tentativa de putsch contra o Presidente francês Charles de Gaulle em 1958 por elementos reacionários do exército francês. As forças renegadas francesas opuseram-se à controversa decisão de de Gaulle de acabar com a ocupação militar francesa da Argélia. A maioria do povo da França provavelmente também sabe do envolvimento da CIA em pelo menos uma outra conspiração para assassinar de Gaulle em meados dos anos 1960; a qual felizmente falhou.[13] De Gaulle sobreviveu a cerca de trinta tentativas de assassínio. À época, o envolvimento da CIA quase causou ruptura nas relações Estados Unidos - França. De Gaulle reagiu com fúria tirando a França da OTAN e ordenando que as forças militares dos Estados Unidos saíssem da França. Os Estados Unidos foram obrigados a mudar a sede da OTAN de Paris para Mons, na Bélgica. Nem ouviu o povo estadunidense a verdade acerca do que realmente aconteceu. Na verdade, ainda não sabe, porque a imprensa dos Estados Unidos nunca o informou.
Given this brief background, one must ask: Were the French trying to send a wake-up signal to the American people when they leaked the following shocker about 9/11 to the world press? In October 2001 the prestigious French paper Le Figaro reported that in July 2001, just two months before 9/11, Osama bin Laden received dialysis treatments and other medical care for a serious kidney ailment at the American Hospital in Dubai, one of the Arab emirates in the Persian Gulf.[14] At the time, bin Laden was a wanted man, and had been indicted by the US Department of Justice for the 1998 bombing of US embassies in Nairobi and Dar es Salaam. Yet, according to the detailed report in Le Figaro, the Americans treated bin Laden as a VIP guest. The Al Qaeda leader arrived with a retinue that included his personal physician, a nurse, four bodyguards, and at least one of his lieutenants. Bin Laden reportedly held court in his hospital suite, welcoming members of his large family, Saudi officials, and even the local CIA station chief, who evidently was a well-known figure in the tiny country. The CIA official was evidently seen entering bin Laden’s room. Immediately after leaving, he caught a flight back to the US. The article in Le Figaro was closely followed by a story in The Guardian (UK), which added more details. It noted that bin Laden’s Saudi guests had included Prince Turki al Faisal, then head of Saudi intelligence. The story also named French intelligence as the source of the story in Le Figaro, and added that the information was leaked because the French were “keen to reveal the ambiguous role of the CIA and to restrain Washington from extending the war to Iraq and elsewhere.”[15] If the story is accurate, it means Osama bin Laden was a US intelligence asset right up until the morning of 9/11. There is no other possible interpretation. In which case, the American people have been seriously misled, indeed, have been fed a pack of lies, about the events of that horrible day. I would add: there were no retractions. Le Figaro stood by its story. Meanwhile, the US media played dumb and never even reported it.
Dado esse breve plano de fundo, é preciso perguntar: Será que os franceses estavam tentando enviar um sinal de alerta para o povo estadunidense ao vazarem a seguinte notícia chocante acerca do 11/9 para a imprensa mundial? Em outubro de 2001 o prestigioso jornal francês Le Figaro informou que, em julho de 2001, apenas dois meses antes do 11/9, Osama bin Laden recebeu tratamento de diálise e outros cuidados médicos para séria condição renal no Hospital Estadunidense em Dubai, um dos emirados árabes do Golfo Pérsico.[14] À época, bin Laden era homem procurado, e havia sido indiciado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos pelas bombas de 1998 em embaixadas estadunidenses em Nairobi e Dar es Salaam. Sem embargo, de acordo com a detalhada informação do Le Figaro, os estadunidenses trataram bin laden como convidado VIP. O líder da Al Qaeda chegou com uma comitiva que incluía seu médico pessoal, uma enfermeira, quatro guarda-costas, e pelo menos um de seus lugares-tenentes. Bin Laden, segundo se conta, recebeu pessoas em sua suíte de hospital, saudando membros de sua grande família, autoridades sauditas e até o chefe da dependência local da CIA, que evidentemente era figura bem conhecida no pequenino país. A autoridade da CIA foi claramente vista entrando no quarto de bin Laden. Imediatamente depois de sair, tomou um voo para os Estados Unidos. O artigo do Le Figaro foi pouco tempo depois seguido de um artigo no The Guardian (UK), que acrescentou mais detalhes. Ali se diz que entre os convidados sauditas de bin Laden estava o Príncipe Turki al Faisal, depois chefe da inteligência saudita. O artigo também citou a inteligência francesa como a fonte do artigo do Le Figaro, e acrescentou que a informação vazou porque os franceses estavam “ansiosos para revelar o papel ambíguo da CIA e para impedir Washington de expandir a guerra para o Iraque e outros lugares.”[15] Se o que o artigo diz é exato, isso significa que Osama bin Laden foi um recurso da inteligência dos Estados Unidos bem até a manhã do 11/9. Não há outra interpretação possível. Consequentemente, o povo estadunidense tem, com efeito, sido seriamente iludido, tendo-lhe sido fornecido um pacote de mentiras acerca dos eventos daquele horrível dia. Eu acrescentaria: não houve retratações. Le Figaro manteve o que disse. Enquanto isso, a mídia dos Estados Unidos fez-se de desentendida e nunca informou o fato.
But I digress. Back to AIG/Kroll. In 2005, the government of Brazil formally indicted Kroll’s chief Brazilian executive Eduardo Sampaio and five other Kroll employees on criminal charges, including bribery and various breaches of Brazil’s data privacy laws. Sampaio reportedly escaped arrest by fleeing the country.[16]
Estou, porém, fazendo digressão. Voltemos a AIG/Kroll. Em 2005, o governo do Brasil indiciou formalmente o principal executivo brasileiro da Kroll Eduardo Sampaio e cinco outros empregados da Kroll com base em acusações criminais, incluindo suborno e diversas violações das leis de privacidade de dados do Brasil. Consta que Sampaio escapou de ser preso saindo do país.[16]
In 2006 another Kroll affiliate made the news for “unacceptable billing practices” while representing the failed energy giant Enron in court.[17] The Enron Corporation had collapsed in late 2001 amidst allegations of fraudulent accounting; then, in January 2002, hired Kroll Zolfo Cooper to handle its chapter 11 proceedings. The US Trustee Program, which administers bankruptcy cases, uncovered the billing irregularities after Kroll sought an additional fee of $25 million for its services. The firm had already received a cool $100 million for scavenging the Enron corpse but wanted more, even as stockholders received nothing. Evidently, the folks at Kroll thought no one would notice a mere $25 million, which is chump change compared with the $30 billion in inflated energy costs that Enron gouged from the state of California in 2000-2001. All of which must be good: because Enron got away with it. According to economist Paul Krugman, emails confirmed that Enron had rigged the markets.[18] The heavily Democratic golden state has yet to recover from what must be viewed as a partisan attack.
Em 2006 outra afiliada da Kroll ganhou as manchetes por “práticas inaceitáveis de faturamento” ao representar a falida gigante de energia Enron em tribunal.[17] A Corporação Enron havia entrado em colapso no final de 2001 em meio a alegações de contabilidade fraudulenta; então, em janeiro de 2002, contratou a Kroll Zolfo Cooper para administrar seu processo referente ao capítulo 11. O Programa Fiduciário dos Estados Unidos, que administra casos de falência, descobriu as irregularidades de faturamento depois de a Kroll ter cobrado valor adicional de $25 milhões de dólares por seus serviços. A firma já havia recebido a polpuda soma de $100 milhões por raspar a carniça do cadáver da Enron, mas queria mais, mesmo com os acionistas recebendo nada. Evidentemente os caras da Kroll acharam que ninguém notaria meros $25 milhões de dólares, fichinha em comparação com os $30 biliões de dólares em custos inflacionados de energia que a Enron goivou do estado da Califórnia em 2000-2001. Que terão sido bem ganhos: a Enron safou-se. De acordo com o economista Paul Krugman, emails confirmaram que a Enron havia manipulado os mercados.[18] O fortemente Democrático estado dourado ainda está para recuperar-se do que só pode ter sido um ataque partidário.
Also in 2006: a whistleblower named Richard A. Grove went public with stunning testimony about his involvement with the Greenberg empire, an up-close-and-personal experience, Grove says, that nearly cost him his life.[19] During the period leading up to 9/11, Grove worked as a salesman for Silverstream Software, an enterprise company which marketed designer solutions to a number of Wall Street firms, including Merrill Lynch, Deutsche Bank, Banker’s Trust, Alex Brown, and Morgan Stanley. According to Grove, Silverstream “built internet transactional and trading platforms,” designed “to web-enable the critical business functions of Fortune 500 companies, basically integrating and making available on the web the disparate legacy applications and mainframes while simultaneously streamlining workflow and traditional paper processes.” The “end result [was] a lower cost of operation and more efficient transactions because inefficiencies such as people were being taken out of the loop.”[20]
Ainda em 2006: um denunciante chamado Richard A. Grove veio a público com surpreendente depoimento acerca de seu envolvimento com o império Greenberg, uma experiência muito íntima e pessoal, diz Grove, que quase lhe custou a vida.[19] No período que desembocou no 11/9 Grove trabalhava como vendedor da Silverstream Software, uma empresa de projetos complexos que vendia soluções sob medida para diversas firmas de Wall Street, inclusive Merrill Lynch, Deutsche Bank, Banker’s Trust, Alex Brown, e Morgan Stanley. De acordo com Grove, a Silverstream “construiu plataformas transacionais e comerciais de internet,” projetadas “para permitir funções críticas de negócios pela web por parte das empresas da Fortune 500, basicamente integrando e tornando disponíveis na web as diversas aplicações herdadas de sistemas e mainframes mais antigos enquanto, simultaneamente, diminuindo o fluxo de trabalho e os tradicionais processos envolvendo papel.” O “resultado final [era] custo mais baixo de operação e transações mais eficientes porque ineficiências tais como pessoas iam sendo excluídas do circuito.”[20]
Grove was so successful as a salesman that (he claims) he became a millionaire before the age of thirty. He only realized, later, that the software he sold might have enabled fraudulent trading in the hours before and possibly during the 9/11 attacks. The most advanced software of all went to Marsh & McClennan, which, he says, placed an order in 2000 for a technological solution “beyond what we had done for any of the above-named companies; insofar as it would be used to electronically connect Marsh to its major business partners via internet portals, for the purpose of creating ‘paperless transactions’ and expediting revenue and renewal cycles.” Grove inked the software deal with Marsh & McClennan in October 2000. After which, his employer Silverstream stationed a team of 30-40 technicians in the client’s offices in WTC 1, led by several software developers who proceeded to design and build the software package “from the ground up.” During this period, Grove served as liaison between Silverstream & Marsh to insure that the software would perform as specified. The team worked around-the-clock, seven days a week, to meet Marsh’s pre-September 11, 2001 deadline. The end result was “a specific type of connectivity that was used to link AIG and Marsh & McLennan, the first two commercial companies on the planet to employ this type of transaction.”[21]
Grove teve tanto sucesso como vendedor que (afirma) ter-se tornado milionário antes dos trinta anos de idade. Ele apenas percebeu, mais tarde, que o software que vendia poderia ter possibilitado negociações fraudulentas nas horas antes e possivelmente durante os ataques do 11/9. O software mais avançado de todos foi vendido à Marsh & McClennan, que, diz ele, encomendou em 2000 uma solução tecnológica “além do que havíamos feito para qualquer das supramencionadas empresas; visto que seria usado para conectar eletronicamente a Marsh com suas principais parceiras de negócios via portais da internet, para o propósito de criar ‘transações sem papel’ e acelerar ciclos de receita e renovação.” Grove fechou o negócio para fornecimento do software com a Marsh & McClennan em outubro de 2000. Depois do que, sua empregadora Silverstream alocou equipe de 30-40 técnicos nos escritórios da cliente no WTC 1, chefiada por diversos desenvolvedores de software que projetaram e construíram o pacote de software “desde o nível mais baixo ao mais alto.” No decorrer desse período Grove atuou como elemento de ligação entre a Silverstream e a Marsh para assegurar que o software viesse a funcionar tal como especificado. A equipe trabalhou vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, para cumprir o prazo da Marsh antes do 11 de setembro de 2001. O resultado final foi “um tipo específico de conectividade que foi usado para ligar o AIG e a Marsh & McLennan, as duas primeiras empresas comerciais do planeta a empregar esse tipo de transação.”[21]
Grove says he first noticed fiscal irregularities in October 2000 when he and a colleague helped “identify about $10,000,000 in suspicious purchase orders.” Marsh’s chief information officer, Gary Lasko, later confirmed that “certain vendors were deceiving Marsh … selling … large quantities of hardware that were [sic] not necessary” for the project. But Grove did not worry too much about this at the time; nor did he run into personal trouble until the spring of 2001, when he learned, while negotiating a license renewal contract with Lasko, that his own employer, Silverstream, was over-billing Marsh “to the tune of $7 million, or more.” Grove brought the matter to the attention of Silverstream executives, but was told to keep quiet and mind his own business. A Marsh executive advised him to do the same. By this point, a number of Marsh employees had earned Grove’s trust and when he shared his concerns with them, they agreed that “something untoward was going on.” Grove names these honest employees in his testimonial: Kathryn Lee, Ken Rice, Richard Breuhardt, John Ueltzhoeffer, in addition to Gary Lasko, all of whom perished on 9/11.[22] Incidentally, a simple check confirmed that these names do indeed appear on the fatality list of World Trade Center victims.[23]
Grove disse ter notado irregularidades fiscais pela primeira vez em outubro de 2000, quando ele e colega ajudaram a “identificar cerca de $10.000.000 de dólares em pedidos de compra suspeitos.” A principal autoridade de informação da Marsh, Gary Lasko, confirmou posteriormente que “certos fornecedores estava enganando a Marsh … vendendo … grandes quantidades de hardware que eram [sic] não necessário” para o projeto. Grove, porém, não se preocupou muito com isso à época; nem começou a ter problemas pessoais antes da primavera de 2001, quando soube, enquanto negociando um contrato de renovação de licença com Lasko, que sua própria empregadora, a Silverstream, estava superfaturando a Marsh “na base de $7 milhões de dólares, ou mais.” Grove levou o assunto à atenção dos executivos da Silverstream, mas disseram-lhe para calar a boca e cuidar da própria vida. Executivo da Marsh aconselhou-o a fazer o mesmo. A essa altura, diversos empregados da Marsh haviam ganho a confiança de Grove e quando ele compartiu com eles suas preocupações, eles concordaram em que “algo indecoroso estava acontecendo.” Grove dá, em seu depoimento, os nomes desses empregados honestos: Kathryn Lee, Ken Rice, Richard Breuhardt, John Ueltzhoeffer, além de Gary Lasko, todos os quais pereceram em 11/9.[22] Incidentalmente, simples verificação confirmou que esses nomes realmente aparecem na lista de vítimas fatais do World Trade Center.[23]
The proverbial schtick hit the fan on June 5th, 2001, the day after Grove sent an email to his sales team informing them that “Silverstream was billing Marsh millions above and beyond the numbers we were being paid commissions on….” There were only two possibilities: either the members of his team were being cheated out of their rightful commissions, or Silverstream was defrauding Marsh & McClennan. Later that day, Grove received word from Gary Lasko that Marsh had decided to retain Silverstream for the next phase of the project. The extension was good news and he immediately informed his boss. Grove was personally delighted because his rightful commission “would have been a payday worth well over a million dollars.” He never collected it, however; because the next morning, Grove was summoned to his boss’s office and abruptly terminated.
O proverbial espalhamento no ventilador aconteceu em 5 de junho de 2001, um dia depois de Grove ter mandado um email para sua equipe de venda informando-a de que a “Silverstream estava cobrando da Marsh milhões acima e além dos números usados para pagar nossas comissões….” Havia apenas duas possibilidades: ou os membros da equipe dele estavam sendo lesados em relação às comissões a que teriam direito, ou a Silverstream estava fraudando a Marsh & McClennan. Mais tarde naquele dia Grove recebeu informação de Gary Lasko de que a Marsh havia resolvido manter a Silverstream para efeito da próxima fase do projeto. Essa prorrogação era boa notícia e ele imediatamente informou o chefe dele. Grove ficou pessoalmente encantado porque sua comissão correta “representaria um pagamento bem acima de um milhão de dólares.” Nunca a recebeu, contudo; porque, na manhã seguinte, Grove foi convocado para ir à sala do chefe e abruptamente demitido.
This is not the end of the story. Several weeks later, Grove suffered a medical emergency that required surgery and weeks of hospitalization. In August 2001, while still bedridden, a Silverstream company official visited him at the hospital and offered him $9,999 in cash, plus an extension of his medical benefits, if he would agree never to talk about the work he did for Silverstream. Grove needed the continuing medical coverage and agreed to the terms. However, after his convalescence he became suspicious about the secrecy agreement and decided that, at very least, he should maintain contact with the honest employees at Marsh, several of whom were now close friends. Shortly thereafter, one of them arranged for Grove to attend a meeting at the offices of Marsh & McClennan, at which the honest employees planned to “openly question the suspiciously unconcerned executive who seemed to be at the center of the controversial secrecy.” The executive had agreed to participate via a video conference link from his apartment in uptown Manhattan. This was the same individual who, months before, had warned Grove to look the other way. Grove was in possession of documents proving illicit activity, and he planned to produce them at the meeting. However, on the day of the showdown, he ran late, having been delayed by heavy Manhattan traffic. Grove says he was within 2-3 blocks of the World Trade Center when UAL 175 hit the South Tower. By then, all or most of his friends in the North Tower were already dead, or trapped on the upper floors. All told, some 300 or more Marsh employees perished that morning. None of whom had any idea what was in store for them.
Este não é o fim da história. Várias semanas mais tarde, Grove sofreu emergência médica que exigiu cirurgia e semanas de hospitalização. Em agosto de 2001, ainda na cama, uma autoridade da empresa Silverstream visitou-o no hospital e ofereceu-lhe $9.999 dólares em dinheiro, mais uma prorrogação de seus benefícios médicos, se ele concordasse em nunca falar do trabalho que fizera para a Silverstream. Grove precisava da continuação da cobertura médica e concordou com os termos. Entretanto, depois da convalescença ficou desconfiado a respeito do acordo de segredo e resolveu que, no mínimo, deveria manter contato com os empregados honestos da Marsh, diversos dos quais eram agora amigos íntimos. Pouco depois um deles providenciou para que Grove participasse de uma reunião nos escritórios da Marsh & McClennan, na qual os empregados honestos planejavam “questionar abertamente o suspeitosamente despreocupado executivo que parecia estar no centro da controversa condição de segredo.” O executivo havia concordado em participar via link de videoconferência a partir de seu apartamento na área residencial de Manhattan. Era o mesmo indivíduo que, meses antes, havia aconselhado Grove a fazer vista grossa. Grove estava de posse de documentos que provavam atividade ilícita, e planejava mostrá-los na reunião. Entretanto, no dia do confronto, ele se atrasou, devido ao tráfego lento de Manhattan. Grove diz que estava a 2-3 quarteirões do World Trade Center quando o UAL 175 atingiu a Torre Sul. A essa altura, todos ou a maioria de seus amigos que estavam na Torre Norte já estavam mortos, ou ilhados nos andares superiores. No total, cerca de 300 ou mais empregados da Marsh pereceram naquela manhã. Nenhum dos quais se fazia ideia do que os esperava.
To be continued…
Continua…
Notes
Notas
[1] Chalmers Johnson, Nemesis: The Final Days of the American Republic, Henry Holt & Co., New York, 2006, pp. 9 and 115.
[1] Chalmers Johnson, Nemesis: The Final Days of the American Republic, Henry Holt & Co., New York, 2006, pp. 9 and 115.
[3] Vaughn’s testimony is intriguing because it does not conform in all respects to the official narrative. Vaughn told CNN: “There wasn’t anything in the air, except for one airplane, and it looked like it was loitering over Georgetown, in a high, left-hand bank,” he said. “That may have been the plane. I have never seen one on that (flight) pattern.” The aircraft described by Vaughn has never been identified. Ian Christopher McCaleb, “Three-star general may be among Pentagon dead,” CNN, September 13, 2001. Posted at http://edition.cnn.com/2001/US/09/13/pentagon.terrorism/
[3] O depoimento de Vaughn é intrigante porque não concorda, em todos os aspectos, com a narrativa oficial. Vaughn disse à CNN: “Nada havia no ar, exceto um avião, e parecia que ele estava fazendo hora sobre Georgetown, guinando para a esquerda, disse ele. “Pode ter sido aquele o avião. Nunca vi nenhum naquele padrão (de voo).” O avião descrito por Vaughn nunca foi identificado. Ian Christopher McCaleb, “General de três estrelas poderá estar entre os mortos do Pentágono,” CNN, 13 de setembro de 2001. Afixado em http://edition.cnn.com/2001/US/09/13/pentagon.terrorism/
[5] Douglas Frantz, “A Midlife Crisis at Kroll Associates,” New York Times, September 1, 1994, posted at http://www.nytimes.com/1994/09/01/business/a-midlife-crisis-at-kroll-associates.html
[5] Douglas Frantz, “A Midlife Crisis at Kroll Associates,” New York Times, September 1, 1994, posted at http://www.nytimes.com/1994/09/01/business/a-midlife-crisis-at-kroll-associates.html
[7] David Ignatius, “The French, the CIA and the Man Who Sued Too Much,” Washington Post, January 8, 1996.
[7] David Ignatius, “The French, the CIA and the Man Who Sued Too Much,” Washington Post, January 8, 1996.
[8]
[8]
[10] Vijay Prashad, “The Empire’s Bagman,” Counterpunch, February 2, 2011. Posted at http://www.counterpunch.org/prashad02022011.html
[10] Vijay Prashad, “The Empire’s Bagman,” Counterpunch, February 2, 2011. Posted at http://www.counterpunch.org/prashad02022011.html
[11] Robert Fisk, “US Envoy’s business link to Egypt,” The Independent (UK), February 7, 2011. Posted at http://www.independent.co.uk/news/world/americas/revealed-us-envoys-business-link-to-egypt-2206329.html
[11] Robert Fisk, “US Envoy’s business link to Egypt,” The Independent (UK), February 7, 2011. Posted at http://www.independent.co.uk/news/world/americas/revealed-us-envoys-business-link-to-egypt-2206329.html
[12] Daniele Ganser, NATO’s Secret Armies. Operation Gladio and Terrorism in Western Europe, Frank Cass, London, 2005.
[12] Daniele Ganser, NATO’s Secret Armies. Operation Gladio and Terrorism in Western Europe, Frank Cass, London, 2005.
[13] William Blum, Killing Hope: US Military and CIA Interventions Since World War II, Common Courage Press, Monroe, ME, 1995, pp, 148-152.
[13] William Blum, Killing Hope: US Military and CIA Interventions Since World War II, Common Courage Press, Monroe, ME, 1995, pp, 148-152.
[14] Alexandra Richard, “The CIA met bin Laden while undergoing treatment at an American Hospital last July in Dubai, Le Figaro, October 11, 2001. (translated by Tiphaine Dickson)
[14] Alexandra Richard, “The CIA met bin Laden while undergoing treatment at an American Hospital last July in Dubai, Le Figaro, October 11, 2001. (translated by Tiphaine Dickson)
[15] Anthony Sampson, “CIA agent alleged to haveb met Bin Laden in July,” Guardian (UK), November 1, 2001. Posted at http://www.guardian.co.uk/world/2001/nov/01/afghanistan.terrorism
[15] Anthony Sampson, “CIA agent alleged to haveb met Bin Laden in July,” Guardian (UK), November 1, 2001. Posted at http://www.guardian.co.uk/world/2001/nov/01/afghanistan.terrorism
[17] Mark Sherman, “Justice Department finds billing irregularities by former interim Enron CEO,” Associated Press, March 27, 2006. Posted at http://www.heraldtribune.com/article/20060327/SPECIAL14/60327014
[17] Mark Sherman, “Justice Department finds billing irregularities by former interim Enron CEO,” Associated Press, March 27, 2006. Posted at http://www.heraldtribune.com/article/20060327/SPECIAL14/60327014
[18] Paul Krugman, The Great Unraveling, Norton & Co, 2005, pp. 318-320.
[18] Paul Krugman, The Great Unraveling, Norton & Co, 2005, pp. 318-320.
[20] Ibid.
[20] Ibid.
[21] Ibid.
[21] Ibid.
[22] Ibid.
[22] Ibid.
Mark H. Gaffney is the author of The 9/11 Mystery Plane and the Vanishing of America (2008). His next book, Black 9/11, will be released later this year. 9/11 Whistleblowers are encouraged to contact Mark at markhgaffney@earthlink.net Read more articles by Mark H. Gaffney.
Mark H. Gaffney é autor de O Avião Misterioso do 11/9 e o Esvaecimento dos Estados Unidos (2008). O próximo livro dele, 11/9 Negro, será publicado posteriormente este ano. Denunciantes do 11/9 são estimulados a entrar em contato com Mark em markhgaffney@earthlink.net Leia mais artigos de Mark H. Gaffney.

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