Friday, May 13, 2011

FFF - Commentaries - Scaremongers Fail to Undermine WikiLeaks' Guantánamo Revelations

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COMMENTARIES COMENTÁRIOS
Scaremongers Fail to Undermine WikiLeaks' Guantánamo Revelations
by Andy Worthington, May 3, 2011
Alarmistas Não Conseguem Abalar as Revelações do Wikileaks Acerca de Guantánamo
por Andy Worthington, 3 de maio de 2011
For regular readers of The Future of Freedom Foundation, the release by Wikileaks, of classified military documents relating to almost all of the 779 prisoners held at Guantánamo will not have yielded any great surprises. Para leitores costumeiros de A Fundação Futuro de Liberdade a divulgação, pelo Wikileaks, de documentos militares secretos relacionados com quase todos os 779 prisioneiros mantidos em Guantánamo não terá causado quaisquer grandes surpresas.
Since October 2008, I have been writing weekly columns for FFF, dealing exclusively with the horrors of Guantánamo and the Bush administration’s torture program, explaining how few of the prisoners held at Guantánamo had any involvement with terrorism, how many innocent men and boys were seized by mistake or sold to U.S. forces for bounty payments by the military’s Afghan and Pakistani allies, and how the “war on terror” initiated by the Bush administration was an abomination. Desde outubro de 2008 venho escrevendo, semanalmente, colunas para a FFF, tratando exclusivamente dos horrores de Guantánamo e do programa de tortura da administração Bush, explicando como poucos dos prisioneiros mantidos em Guantánamo tiveram qualquer envolvimento com terrorismo, como muitos homens e meninos inocentes foram apanhados por equívoco, ou vendidos a forças dos Estados Unidos em troca de pagamento de recompensa pelos aliados afegãos e paquistaneses dos militares, e como a “guerra contra o terror” iniciada pela administração Bush foi uma abominação.
This was because Bush’s “war” — essentially maintained by the Obama administration — involved confusing terrorists with soldiers, and attempting to do away with the Geneva Conventions and the U.N. Convention Against Torture, as well as other traditions more specifically associated with the United States — the Constitution and the separation of powers, for example, sidelined by an executive branch that sought unfettered executive power. Isso porque a “guerra” de Bush — mantida, em essência, pela administração Obama — envolveu confundir terroristas com soldados, e tentou fazer das Convenções de Genebra e da Convenção das Nações Unidas Contra Tortura letra morta, tanto quanto também outras tradições mais especificamente associadas com os Estados Unidos — a Constituição e a separação de poderes, por exemplo, marginalizadas por um poder executivo em busca de poder sem peias.
In addition, Bush’s “war” led directly to the situation exposed most clearly in the recently released documents: the persistent attempts by interrogators to ramp up the significance of the innocents, the nobodies, and the insignificant Taliban foot soldiers in their possession through the only source available to them — the prisoners themselves. Ademais, a “guerra” de Bush levou diretamente à situação exposta mais claramente nos documentos recentemente divulgados: as persistentes tentativas de interrogadores de exagerar a importância dos inocentes, os ninguéns, e os insignificantes soldados rasos do Talibã em seu poder por meio da única fonte disponível para eles — os próprios prisioneiros.
Whether in Guantánamo or in secret CIA prisons, the prisoners — through repeated exposure to what were described as “family albums” of photos — were prevailed upon to provide statements or confessions about other prisoners. If the prisoners did not willingly provide information, either because they knew nothing, or were unwilling to do so, they were persuaded through the use of torture or other forms of coercion, or through bribery — the promise of better living conditions or of otherwise restricted “comfort items.” Seja em Guantánamo ou em prisões secretas da CIA, os prisioneiros — por meio de repetida exposição ao que foi descrito como “álbuns de família” de fotos — foram convencidos a fazer afirmações ou confissões acerca de outros prisioneiros. Se os prisioneiros não fornecessem informação de bom grado, ou por nada saberem, ou por não quererem, eram persuadidos por uso de tortura ou outras formas de coerção, ou mediante suborno — promessa de melhores condições de vida ou “itens de conforto” de outra forma proibidos.
The results are plain to see in the number of allegations, masquerading as evidence, which are attributed to “high-value detainees” like Abu Zubaydah, for whom the torture program under Bush was specifically developed (leading to his torture by waterboarding on 83 occasions in August 2002), and other notorious informants who, in exchange for preferential treatment, told lies about their fellow prisoners. Os resultados são fáceis de ver no número de alegações, travestidas de evidência, atribuídas a “detentos de alto valor” como Abu Zubaydah, para quem o programa de tortura do governo Bush foi especificamente desenvolvido (levando à tortura dele por afogamento controlado [waterboarding] em 83 ocasiões em agosto de 2002), e a outros notórios informantes que, em troca de tratamento preferencial, contaram mentiras acerca de companheiros prisioneiros.
Although these false confessions were relied upon by the U.S. military (and, on many occasions, by the Justice Department and by the president’s own Guantánamo Review Task Force), they have been exposed, on an infrequent basis, in the mainstream media, and, more often, by judges in the District Court in Washington, D.C., who have refused to accept their statements as evidence in the prisoners’ habeas corpus petitions. Embora a instituição militar dos Estados Unidos tenha acreditado nessas falsas confissões (e, em muitas ocasiões, também o Departamento de Justiça e o próprio presidente da Força-Tarefa de Revisão de Guantánamo), elas foram desmentidas na mídia majoritária e, mais frequentemente, por juízes do Tribunal Distrital em Washington, D.C., que se têm recusado a aceitar tais afirmações como evidência nas petições de habeas corpus dos prisioneiros.
Until now, however, they were never gathered together in one place for discerning readers to be able to piece together the extent to which Guantánamo is — and was — a house of cards built on torture, bribery, and lies. However, while it is reassuring that the prevalence of these statements by tortured prisoners and other unreliable witnesses has been recognized in the U.S. media in the last week (see the McClatchy article “Eight Guantánamo detainees testified against 255”), the coverage by other media outlets has not necessarily been as rigorous as those who have been studying Guantánamo for many years were hoping for. Até agora, porém, elas nunca haviam sido agrupadas num único lugar para leitores com discernimento poderem entender a extensão em que Guantánamo é — e era — um castelo de cartas construído em cima de tortura, suborno e mentiras. Entretanto, embora seja reconfortante a prevalência dessas afirmações oriundas de prisioneiros torturados e outras testemunhas não fidedignas ter sido reconhecida na mídia dos Estados Unidos na última semana (ver o artigo de McClatchy “Oito detentos de Guantánamo depuseram contra 255”), a cobertura por outras agências de mídia não tem sido necessariamente tão rigorosa quanto aqueles que vêm examinando Guantánamo há muitos anos esperavam.
The academic and blogger Chris Floyd, for example, had harsh but just words for the New York Times in his article, “Normalizing Evil,” which dealt with the distortions apparent in the Times’ articles, “Classified Files Offer New Insights Into Detainees” and “Judging Detainees’ Risk, Often With Flawed Evidence.” Floyd might also have mentioned “As Acts of War or Despair, Suicides Rattle a Prison,” which examined the three deaths at the prison in June 2006 without mentioning U.S. soldiers’ claims, aired in Harper’s Magazine last year, indicating that the official suicide story was a cover-up. O acadêmico e blogueiro Chris Floyd, por exemplo, teve palavras duras mas justas em relação ao New York Times em seu artigo “A Normalização do Mal,” versando acerca das distorções evidentes nos artigos do TimesArquivos Secretos Oferecem Novos Insights no Tocante aos Detentos” e “JAvaliação do Risco Representado pelos Detento, Amiúde com Evidência Falha.” Floyd poderia também ter mencionado “Como Atos de Guerra ou de Desespero, Suicídios Causam Intranquilidade numa Prisão,” que examinou as três mortes naquela prisão em junho de 2006 sem mencionar alegações de soldados estadunidenses, divulgados no ano passado na Harper’s Magazine, sugerindo que a história oficial dos suicídios era acobertamento de um escândalo.
Elsewhere, the Times’ coverage provided the basis for a bizarre article in The New Republic by Jeffrey Rosen, who tried to use the Times to score points against WikiLeaks, declaring: Em outra parte, a cobertura do Times forneceu base para bizarro artigo no The New Republic escrito por Jeffrey Rosen, que tentou usar o Times para marcar pontos contra o WikiLeaks, declarando:
Unlike the Times’s story, which was accompanied by seven carefully selected detainee assessments, WikiLeaks’s decision to publish all 779 of the raw assessments is a reckless act that can only harm the detainees themselves — making it harder for the Obama administration to release those it would like to free. As has long been known, the detainee assessments are a messy grab-bag of unsubstantiated fictions, hearsay about individual detainees, and tentative assessments of their genuine danger. The United States is in the middle of delicate negotiations with a variety of countries to accept some of the detainees for repatriation, and, now, every time a particular case comes up, the foreign governments the U.S. are asking to accept the detainees will find it politically harder to do so because of charges in the reports that may or may not be true.
Diferentemente da história do Times, que se fez acompanhar de sete avaliações cuidadosamente selecionadas de detentos, a decisão do WikiLeaks de publicar indiscriminadamente todas as 779 avaliações é um ato irresponsável que só pode ser nocivo aos próprios detentos — tornando mais difícil para a administração Obama soltar aqueles que gostaria de libertar. Como de há muito se sabe, as avaliações feitas pelos detentos são uma mescla desordenada de ficções sem base, diz que diz acerca de detentos específicos, e avaliações tentativas acerca do real perigo por eles representado. Os Estados Unidos estão em meio a delicadas negociações com diversos países para que estes aceitem alguns dos detentos para repatriação e, agora, toda vez que um caso particular vem à tona, os governos estrangeiros aos quais os Estados Unidos estão pedindo que aceitem os detentos acharão politicamente mais difícil fazê-lo devido a acusações, nos relatos, que podem ou não ser verdadeiras.
Apart from the description of the supposed intelligence as “a messy grab-bag of unsubstantiated fictions, hearsay about individual detainees, and tentative assessments of their genuine danger,” this was nonsense, not only because the Times had published more than seven profiles in its “Guantánamo Docket” database (“about 20,” as stated in an article, “Answers to Readers’ Questions” on April 25), but also because of the entirely unjustified claim that publishing the files would damage the U.S. government’s “delicate negotiations” with other countries. Exceto a descrição da suposta inteligência como “uma mescla desordenada de ficções sem base, diz que diz acerca de detentos específicos e avaliações tentativas do real perigo por eles representado,” tratou-se de disparate, não apenas por causa de o Times ter publicado mais de sete perfis em sua base de dados “Pauta de Casos de Guantánamo” (“cerca de 20,” como mencionado num artigo de 25 de abril, “Respostas a Perguntas dos Leitores”), mas também por causa da asserção inteiramente injustificada de que publicar os arquivos prejudicaria as “delicadas negociações” do governo dos Estados Unidos com outros países.
Back in September 2009, when the Swiss government was considering taking a handful of prisoners from Guantánamo, I briefed a Swiss journalist on the background to the Guantánamo stories, noting, in a description that is not out of place a year and a half later, “how prisoners had ended up in Guantánamo without anyone really knowing who they were — because the majority were handed over by the Americans’ Afghan or Pakistani allies, at a time when bounty payments for ‘al-Qaeda and Taliban suspects’ were widespread, and also because, once they ended up in U.S. custody, they were never adequately screened to ascertain whether or not they were combatants,” and also “how much of the supposed ‘evidence’ against the prisoners was extracted from other prisoners, or from the prisoners themselves, under dubious circumstances (involving, on the one hand, coercion or torture, and, on the other, bribery; in other words, ‘confessions’ in exchange for better living conditions).” No passado, em setembro de 2009, quando o governo suíço estava cogitando de aceitar um punhado de prisioneiros de Guantánamo, informei um jornalista suíço acerca dos bastidores das histórias de Guantánamo, numa descrição que não está fora de lugar um ano e meio depois, “como prisioneiros acabaram em Guantánamo sem ninguém realmente saber quem eles eram — porque a maioria foi entregue pelos aliados afegãos ou paquistaneses dos estadunidenses, numa época na qual o pagamento de recompensa por ‘suspeitos de integrarem a al-Qaeda e o Taliban’ alastrara-se e também porque, uma vez colocados sob custódia dos Estados Unidos, nunca foram adequadamente objeto de crivo para apurar serem eles ou não combatentes,” e também “quanto da suposta ‘evidência’ contra os prisioneiros foi extraída de outros prisioneiros, ou dos próprios prisioneiros, em circunstâncias dúbias (envolvendo, de um lado, coerção ou tortura e, de outro, suborno; em outras palavras, ‘confissões’ em troca de melhores condições de vida).”
What I did not explain at the time, because it appeared to be spectacularly sensitive information, which could jeopardize the release of prisoners in the future, was that, when Swiss officials travelled to Guantánamo to see the files of the prisoners whose settlement they were being encouraged to pursue by the U.S. State Department, they were not shown responsible assessments of the prisoners’ status, but were, instead, shown documents which alleged that the men they had been asked to take were “low risk,” “medium risk,” and “high risk.” O que não expliquei à época, por parecer informação especialíssimamente delicada, que poderia fazer perigar a libertação de prisioneiros no futuro, foi que, quando autoridades suíças viajaram para Guantánamo para ver os arquivos dos prisioneiros cujo assentamento estavam sendo estimuladas a aceitar pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, não lhes foram mostradas avaliações fidedignas acerca da condição dos prisioneiros, havendo-lhes sido mostrados, em vez disso, documentos alegando que aqueles homens cuja aceitação lhes estava sendo pedida representavam “baixo risco,” “médio risco” e “alto risco.”
At the time, I was appalled that the Obama administration was allowing such exaggerated and irresponsible assessments to be shown to the representatives of countries who were being asked to help the United States by taking in prisoners who could not be repatriated because they faced the risk of torture. I was also appalled to discover that the “low risk” prisoner was a Uighur, a Muslim from China’s Xinjiang province, whose habeas corpus petition had been granted by a U.S. judge in October 2008 after the Bush administration had dropped all pretence that he and 16 of his compatriots were “enemy combatants,” and who was, therefore, not “low risk” but absolutely no risk at all. À época, fiquei horrorizado com a administração Obama estar permitindo que avaliações assim exageradas e irresponsáveis fossem mostradas a representantes de países aos quais estava sendo pedido que ajudassem os Estados Unidos mediante aceitarem prisioneiros que não podiam ser repatriados por correrem risco de tortura. Fiquei também horrorizado ao descobrir que o prisioneiro de “baixo risco” era um uigur, muçulmano da província de Xinjiang na China, cuja petição de habeas corpus havia sido concedida por juiz dos Estados Unidos em outubro de 2008 depois da administração Bush ter renunciado a toda pretensão quanto a ele e 16 de seus compatriotas serem “combatentes inimigos,” e que era, portanto, não de “baixo risco” e sim de nenhum risco em absoluto.
Finally, however, with the release of these documents by WikiLeaks, I understand that these are the documents that were shown to prospective host countries. I also understand that the risk assessments almost all betray the kind of exaggeration that plagued the Uighurs’ files, with innocent men and unwilling Taliban conscripts joining the Uighurs as “low risk” prisoners, and similar exaggerations infecting many of the other assessments, resulting in other innocent men and Taliban foot soldiers being labeled as “medium risk” or even as “high risk” prisoners — like the former child prisoner Mohammed El-Gharani, for example, who was just 14 years old when seized in a raid on a mosque in Pakistan. Finalmente, contudo, com a divulgação desses documentos pelo WikiLeaks, entendo serem esses os documentos mostrados a possíveis países hospedeiros. Entendo também que as avaliações de risco quase todas I understand that these are the documents that were shown to prospective host countries. I also understand that the risk assessments almost all betray the kind of exaggeration that plagued the Uighurs’ files, with innocent men and unwilling Taliban conscripts joining the Uighurs as “low risk” prisoners, and similar exaggerations infecting many of the other assessments, resulting in other innocent men and Taliban foot soldiers being labeled as “medium risk” or even as “high risk” prisoners — like the former child prisoner Mohammed El-Gharani, for example, who was just 14 years old when seized in a raid on a mosque in Pakistan.
El-Gharani was labeled as a “high risk” prisoner, but Judge Richard Leon, an appointee of George W. Bush, ordered his release in January 2009, when he realized that some of the informants mentioned above were responsible for the supposed evidence against him, which, amongst other outlandish fantasies, contained a claim that, at the age of 11, when El-Gharani had been with his parents in Saudi Arabia, he had been the leader of an al-Qaeda cell in London. El-Gharani was labeled as a “high risk” prisoner, but Judge Richard Leon, an appointee of George W. Bush, ordered his release in January 2009, when he realized that some of the informants mentioned above were responsible for the supposed evidence against him, which, amongst other outlandish fantasies, contained a claim that, at the age of 11, when El-Gharani had been with his parents in Saudi Arabia, he had been the leader of an al-Qaeda cell in London.
This story was discussed in a worthy article in the New York Times last week, which was worthy of Jeffrey Rosen’s appreciation, but he spectacularly missed the point by trying to blame WikiLeaks for damaging the prisoners’ chances of release. As I hope to have demonstrated, WikiLeaks’ release of all the files will actually help to shine a light on injustices that would otherwise remain hidden — and on perversities like the one I discussed above. This story was discussed in a worthy article in the New York Times last week, which was worthy of Jeffrey Rosen’s appreciation, but he spectacularly missed the point by trying to blame WikiLeaks for damaging the prisoners’ chances of release. As I hope to have demonstrated, WikiLeaks’ release of all the files will actually help to shine a light on injustices that would otherwise remain hidden — and on perversities like the one I discussed above.
These revelations may, in the end, not bring about the closure of Guantánamo, although they should, but if that is the case it will be because of the actions of the administration, Congress, the judiciary, and the mainstream media, and not because of WikiLeaks. These revelations may, in the end, not bring about the closure of Guantánamo, although they should, but if that is the case it will be because of the actions of the administration, Congress, the judiciary, and the mainstream media, and not because of WikiLeaks.
Andy Worthington is the author of The Guantánamo Files: The Stories of the 774 Detainees in America’s Illegal Prison (published by Pluto Press) and serves as policy advisor to the Future of Freedom Foundation. Visit his website at: www.andyworthington.co.uk.
Andy Worthington is the author of The Guantánamo Files: The Stories of the 774 Detainees in America’s Illegal Prison (published by Pluto Press) and serves as policy advisor to the Future of Freedom Foundation. Visit his website at: www.andyworthington.co.uk.
From www.andyworthington.co.uk : De www.andyworthington.co.uk :
Andy Worthington is the author of The Guantánamo Files: The Stories of the 774 Detainees in America’s Illegal Prison (published by Pluto Press, distributed by Macmillan in the US, and available from Amazon — click on the following for the US and the UK) and of two other books: Stonehenge: Celebration and Subversion and The Battle of the Beanfield. To receive new articles in your inbox, please subscribe to my RSS feed (and I can also be found on Facebook and Twitter). Also see my definitive Guantánamo prisoner list, updated in July 2010, details about the new documentary film, “Outside the Law: Stories from Guantánamo” (co-directed by Polly Nash and Andy Worthington, and available on DVD here), my definitive Guantánamo habeas listthe chronological list of all my articles, and, if you appreciate my work, feel free to make a donation. Andy Worthington é autor de Os Arquivos de Guantánamo: As Histórias dos 774 Detentos da Prisão Ilegal dos Estados Unidos (publicado pela Pluto Press, distribuído pela Macmillan nos Estados Unidos, e disponível pela Amazon — clique nos seguintes para Estados Unidos e Reino Unido) e de outros dois livros: Stonehenge: Comemoração e Subversão e A Batalha de Beanfield. Para receber novos artigos em sua caixa de entrada por favor assine meu RSS feed (e também posso ser encontrado em Facebook e Twitter). Veja também minha lista definitiva de prisioneiros de Guantánamo, atualizada em julho de 2010, detalhes acerca do novo filme documentário, “Fora da Lei: Histórias de Guantánamo” (codirigida por Polly Nash e Andy Worthington, e disponível em DVD aqui), minha lista definitiva de habeas de Guantánamo e a lista cronológica de todos os meus artigos, e, se você aprecia meu trabalho, sinta-se à vontade para fazer uma doação.

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