Sunday, April 3, 2011

Journal of Foreign Policy - A Rothschild Plan for World Government

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Journal of Foreign Policy Jornal de Política Externa
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A Rothschild Plan for World Government

by Dr. K R Bolton

March 24, 2011

Um Plano Rothschild para Governo do Mundo

pelo Dr. K R Bolton

24 de março de 2011
Crisis scenarios are the means by which dictators justify control. The most often cited example is Hitler’s “Enabling Act” in the wake of the Reichstag Fire. Another example is the “Patriot Act” in the aftermath of 9/11. Globalist organizations, behind the usual façade of the most idealistic intentions, such as the Club of Rome, have for decades warned of impending planetary doom unless a world control system of inaugurated. While many of the problems addressed by global control enthusiasts are real, attention is deflected away from the fact of those who are making the suggestions for extensive global controls to deal with problems also happen to be those who created the problems in the first place. These are the plutocrats who run a de facto globalist control system, whose aim is to turn it into a de jure system. Os cenários de crise são os meios pelos quais os ditadores justificam o controle. O exemplo mais citado é o da “Lei de Plenos Poderes” na esteira do Incêndio do Reichstag. Outro exemplo é a “Lei Patriota” na esteira do 11/9. Organizações globalistas, por trás da fachada usual das mais idealistas das intenções, tais como o Clube de Roma, durante décadas vêm advertindo acerca de ruína planetária iminente a menos que implantado um sistema de controle mundial. Embora muitos dos problemas abordados pelos entusiastas do controle global sejam reais, é desviada a atenção em relação ao fato de aqueles que fazem as sugestões de controles globais abrangentes para lidar-se com problemas serem exatamente aqueles que criaram os problemas. Eles são os plutocratas que administram um sistema de controle globalista de facto, e o objetivo deles é transformá-lo num sistema de jure.
Hence, one should raise questions when the oligarchs who run the world financial system draw up world improvement schemes. Portanto, quando os oligarcas que gerem o sistema financeiro mundial elaboram esquemas de aperfeiçoamento do mundo, cabe formular perguntas.
One of those in the forefront of exposing such schemes has been Lord Christopher Monckton[1] who has focused on the climate change scenario as part of a world state agenda. Only after threatening a diplomatic incident, Lord Christopher obtained the draft of the Copenhagen treaty that would have imposed an international 2% tax on all financial transactions, a 2% tax on the GDP, and established 700 new United Nations bureaucracies, with the international tax revenue going to the World Bank. However, the 2009 UN Copenhagen Climate Change Conference ended in disarray without the formal imposition of international taxation and bureaucracy. Lord Monckton stated of the agenda at Copenhagen: “Once again they are desperately trying to conceal from everybody here the magnitude of what they’re attempting to do – they really are attempting to set up a world government.”[2] Uma das pessoas na liderança da denúncia de tais esquemas tem sido o Lorde Christopher Monckton[1], que tem enfatizado o cenário de mudança climática como parte de uma agenda de estado para o mundo. Só depois de ameaçar um incidente diplomático Lorde Christopher conseguiu obter a minuta do tratado de Copenhagen que teria imposto tributo internacional de 2% sobre todas as transações financeiras, tributo de 2% sobre o PIB, e criado 700 novos órgãos burocráticos das Nações Unidas, indo a receita tributária internacional desaguar no Banco Mundial. Entretanto, a Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas em Copenhague em 2009 terminou em confusão, sem imposição formal de tributação e criação de órgãos burocráticos internacionais. Lord Monckton declarou acerca da agenda em Copenhagen: “Mais uma vez eles estão tentando desesperadamente ocultar de todo mundo aqui a magnitude do que estão tentando fazer – estão realmente tentando estabelecer um governo mundial.”[2]
Several decades ago, the oligarchs were pushing a similar scheme of United Nations world government and international taxation on the pretext of ending the debt and other economic disparities between the so-called “North and South,” of the developed and developing worlds, never minding the fact that it is their economic and financial system that causes this disparity. It was aimed at concentrating more power into the hand of the international financial system on the pretext of economic and social justice. The scheme was called the “New International Economic Order,” but like other efforts, was abortive. Há diversas décadas, os oligargas pressionaram no sentido de esquema similar de governo mundial das Nações Unidas e tributação internacional sob o pretexto de acabar com a dívida e com outras disparidades econômicas entre os assim chamados “Norte e Sul,” dos mundos desenvolvido e em desenvolvimento, pouco importando o fato de ser o sistema econômico e financeiro deles a causa dessa disparidade. Era um esquema voltado para concentrar mais poder na mão do sistema financeiro internacional sob o pretexto de justiça econômica e social. O esquema era chamado de “Nova Ordem Econômica Internacional” mas, como outros esforços, abortou.
Is this World State global warming agenda warned of by Lord Monckton, et al, merely speculation, subjective interpretation, a paranoid conspiracy theory? Or is there very specific evidence as to the oligarchic agenda? Indeed, in 2008, Simon Linnett wrote a policy document on the issue, published by The Social Market Foundation.[3] Linnett is Executive Vice Chairman of N M Rothschild, London.[4] In the Linnett manifesto, he defines “greenhouse emissions” as the new form of “social market;” a speculative new global currency. Linnett states that while it must be market forces and free trade that operate in defining the value of the carbon emission exchange, what is required is a world government. Market forces plus an “international institution” with a constitution equals a World State under oligarchic control. He writes: “That such a market has to be established on a world basis coordinated by an international institution with a constitution to match.”[5] É essa agenda de Estado Mundial a partir do aquecimento global, objeto de advertência de Lord Monckton et al, meramente especulação, interpretação subjetiva, teoria paranoica da conspiração? Ou há evidência muito específica da agenda oligárquica? Na verdade, em 2008, Simon Linnett escreveu um documento de políticas a propósito da questão, publicado pela Fundação Mercado Social.[3] Linnett é Vice-Chairman Executivo de N M Rothschild, Londres.[4] No manifesto de Linnett, ele define “emissões estufa” como a nova forma de “mercado social;” uma nova moeda global especulativa. Linnett declara que embora sejam necessariamente forças de mercado e livre comércio os elementos a operar para definir o valor da bolsa de emissão de carbono, torna-se imprescindível um governo mundial. As forças de mercado, somadas a uma “instituição internacional” acrescidas de uma constituição são o mesmo que um Estado Mundial sob controle oligárquico. Escreve ele: “Tal mercado tem de ser estabelecido em base mundial coordenado por uma instituição internacional com uma constituição acoplada.”[5]
Linnett is open in his belief that this façade of “saving the planet” is actually a method of establishing a “new world order” – as he calls it – where nations cede their sovereignty to the “international institution.” What can be plainer than this? Linnett é claro quanto a sua crença de que essa fachada de “salvar o planeta” é na realidade um método de estabelecimento de uma “nova ordem mundial” – como a chama – na qual as nações cedem sua soberania para a “instituição internacional.” O que pode ser mais direto do que isto?
That, perhaps, it might be regarded as having wider benefits than merely ‘saving the planet’ – perhaps it might be the basis of a new world order, one that is not based on trade and/or conflict resolution. Talvez ele possa ser visto como algo que gera benefícios mais amplos do que meramente ‘salvar o planeta’ – talvez possa ser a base de uma nova ordem mundial, não baseada em mercado e/ou resolução de conflitos.
Perhaps one can see a way to achieve this goal through leadership, vision and some marginal and manageable renunciation of national sovereignty, how the world might just get there. Talvez se possa ver um caminho de atingir essa meta por meio de liderança, visão e alguma renúncia marginal e administrável da soberania nacional, de como o mundo simplesmente poderia chegar lá.
The repercussions of addressing climate change may extend well beyond that single but critical issue.[6] As repercussões de abordar-se a mudança climática poderão estender-se muito além dessa questão única mas crítica.[6]
Linnett is here overtly stating that “climate change” is merely a step along the way of something more wide-ranging that “may well extend beyond that single but critical issue.” In a word, it is for the plutocrats another ruse, like so many of the past and present. Linnett está aqui abertamente declarando que “mudança climática” é meramente um passo no caminho de algo mais amplo que “bem poderá estender-se para além dessa questão única mas crítica.” Numa palavra, para os plutocratas trata-se de uma artimanha, como tantas do passado e do presente.
Of various methods suggested to limit carbon emissions, carbon trading is held by Linnet to be the most effective.[7] Implicit in the various measures of Linnett, including funding new technology[8] and changing the consumption habits of individuals is, “that nations have to be prepared to subordinate, to a certain extent, some of their sovereignty to this world initiative.”[9] Dos vários métodos sugeridos para limitar as emissões de carbono o comércio de carbono é defendido por Linnet como o mais eficaz.[7] Implícito nas diversas medidas de Linnett, inclusive o financiamento de nova tecnologia[8] e mudança dos hábitos de consumo dos indivíduos está “as nações terem de estar dispostas a subordinar, em certa medida, parte de sua soberania a essa iniciativa mundial.”[9]
The reluctance to cede sovereignty to an international authority, Linnett argues, must be overcome in order to get India and China into the international system by showing them that all nations are willing to sacrifice their independence for the greater good. Linnett is specific as to what he had previously called “some marginal and manageable renunciation of national sovereignty”: “When countries are already foregoing the right of direct control over monetary policy through the creation of independent central banks, this could be a relatively small price to pay for such inclusion.”[10] A relutância em ceder soberania a uma autoridade internacional, argumenta Linnett, tem de ser superada a fim de se inserir Índia e China no sistema internacional mostrando-se-lhes que todas as nações estão dispostas a sacrificar sua independência pelo bem maior. Linnett é específico quanto ao que previamente chamou de “alguma renúncia marginal e administrável de soberania nacional”: “Quando países já abrem mão do direito de controle da política monetária por meio da criação de bancos centrais independentes, esse poderá ser preço relativamente pequeno a pagar por tal inclusão.”[10]
This must be one of the most candid and revealing statements ever made from the “inside” regarding the true aims of the global oligarchy. Here Linnett is affirming that the “central banks”, whether nationalized or not, are merely agencies for the private financial system of credit creation, which provide the international banking system with the means by which the oligarchy controls the monetary policies of nations. Any notion of sovereignty, as well as any party political promises about “full employment” etc. are so much rhetoric because a state is not sovereign when it does not have control over its own monetary policy, which in turn is predicated on control over the issue of a state’s credit.[11] Essa é sem dúvida uma das declarações mais cândidas e reveladoras jamais feitas a partir de “dentro” no tocante aos verdadeiros objetivos da oligarquia global. Aqui Linnett está afirmando que os “bancos centrais”, nacionalizados ou não, são meramente agências do sistema financeiro privado de criação de crédito, proporcionando ao sistema bancário internacional os meios pelos quais a oligarquia controla as políticas monetárias das nações. Qualquer noção de soberania, bem como quaisquer promessas de partido políticos acerca de “pleno emprego” etc. são apenas retóricas, porque não é soberano o estado que não tenha controle sobre sua própria política monetária a qual, por sua vez, depende do controle do tópico de crédito do estado.[11]
One is reminded of the statement of eminent Harvard historian and globalist Carroll Quigley, who described the aim of the international bankers as being to create “an international system of control”: Lembremo-nos da declaração do eminente historiador e globalista de Harvard, Carroll Quigley, que descreveu o objetivo dos banqueiros internacionais como sendo o de criar “um sistema internacional de controle”:
In time they brought into their financial network the provisional banking centers, organized as commercial banks and savings banks, as well as insurance companies, to form all of these into a single financial system on an international scale which manipulated the quantity and flow of money so that they were able to influence, if not control, governments on one side and industries on the other. The men who did this…  aspired to establish dynasties of international bankers and were at least as successful at this as were many of the dynastic political rulers….The greatest of these dynasties, of course, were the descendents of Meyer Amschel Rothschild…”[12] Ao longo do tempo eles levaram para sua rede financeira os centros bancários provisórios, organizados como bancos comerciais e bancos de poupança, bem como companhias de seguros, para com eles todos formar um único sistema financeiro em escala internacional manipulando a quantidade e fluxo do dinheiro de tal maneira a eles se tornarem capazes de influenciar, se não de controlar, de um lado governos, do outro indústrias. Os homens que fizeram isso... aspiravam a estabelecer dinastias de banqueiros internacionais e foram pelo menos tão bem-sucedidos nisso quanto muitos dos governantes políticos dinásticos…. A maior dessas dinastias, naturalmente, foi a formada pelos descendentes de Meyer Amschel Rothschild…”[12]
Linnett is stating that the mainspring of the international system is the creation of central banks, privately owned by the international bankers such as Rothschild, his employer, which dictate the economic and financial policies of every nation in the world, through “direct control of monetary policy”.[13] The system being proposed by Linnett, in the cause of “saving the planet,” is the consolidation of the international banking system under a central authority. Linnett está declarando que o objetivo principal do sistema internacional é a criação de bancos centrais, de propriedade privada de banqueiros internacionais tais como Rothschild, empregador deles, que dita as políticas econômicas e financeiras de todas as nações do mundo, por meio de “controle direto da política monetária”.[13] O sistema proposto por Linnett, na causa de “salvar o planeta,” é a consolidação do sistema bancário internacional sob uma autoridade central.
Linnett states that the European nations have already ceded their sovereignty to the EU; the next step being: “to yield sovereignty to a bigger world body on carbon trading.”[14] Linnett declara que as nações europeias já cederam sua soberania à União Europeia; o próximo passo: “ceder soberania a um órgão mundial maior a propósito do comércio de carbono.”[14]
A “world body is unlikely to start off as such”, states Linnett, but a constitution would allow it to expand.[15] That is to say, it is the old strategy of Fabian-socialism,[16] centralization of control by gradual stages; or one might say, slowly boiling the frog so that he is unaware as to what’s happening until it’s too late to jump out of the pot. Linnett believes that the lead can be shown by the EU, because of the willingness of European states already to yield their sovereignty to a supranational body, with a “senior politician prepared to lead this new initiative. If such a route map could be found, then perhaps we might be at the beginning of a new world constitution and a new world order.”[17] É “pouco provável que um órgão mundial comece como tal”, declara Linnett, mas uma constituição permitiria que ele se expandisse.[15] Vale dizer, é a velha estratégia do socialismo fabiano,[16] centralização do controle por meio de estágios graduais; ou, poder-se-ia dizer, ferver vagarosamente a rã de tal modo que ela só perceba o que está acontecendo quando for tarde demais para pular para fora do recipiente. Linnett acredita que essa liderança possa ser já visualizada na União Europeia, dada a disposição dos estados europeus de ceder sua soberania a órgão supranacional com “politico experiente disposto a liderar essa nova iniciativa. Se fosse possível traçar assim um mapa do caminho, talvez então estivéssemos no início de uma nova constituição mundial e de uma nova ordem mundial.”[17]
“City of London” – Capital of the World State? “City de Londres” – Capital do Estado Mundial?
The world government that Linnett proposes he calls the World Environment Authority (WEA). This should be based in what Linnett calls a “world city.”[18] Linnett suggests that this “world city” or what one might term a “world capital” be London. However, I feel that one can be more precise and state that what Linnett has in mind is not “London” as most people understand the name, but what is called The City, a certain part of London which comprises the headquarters of international finance, which is a sovereign entity like Vatican City, in-so-far that should the British Monarch desire to enter s/he must seek to have her authority confirmed at the gates of The City by the “Lord Mayor of The City.” That Linnett is meaning The City can be inferred by his description: “London is a world financial centre (possibly ‘the’ world financial centre).”[19] This description does not fit London per se, but the so-called City of London.[20] O governo mundial que Linnett propõe é por ele chamado de Autoridade Ambiental Mundial (WEA). Deveria ter sua sede no que Linnett chama de uma “cidade mundial.”[18] Linnett sugere que essa “cidade mundial” ou cidade que poderia ser chamada de “capital do mundo” seja Londres. Entretanto, creio que se pode ser mais preciso e declarar que o que Linnett tem em mente não é “Londres” como a maioria das pessoas entende esse nome, e sim o que é chamado de The City, certa parte de Londres que abrange as sedes da finança internacional, a qual é uma entidade soberana tal como a City (Cidade) do Vaticano, pois se o Monarca Britânico desejar ali entrar, deverá ter sua autoridade confirmada nos portões da The City pelo “Lorde Prefeito da The City.” Que Linnett esteja querendo dizer The City pode ser inferido de sua descrição: “Londres é um centro financeiro mundial (possivelmente ‘o’ centro financeiro mundial).”[19] Essa descrição não se encaixa em Londres de persi, e sim à assim chamada City de Londres.[20]
The actual name of this “London” is The City of London Corporation. Its oligarchic citizens call The City “the world’s leading financial centre,” exactly as Linnett describes the “London” he wants as the world capital. This City of London is described as “the financial and commercial heart of Britain, the ‘Square Mile’.”[21] Again exactly in accord with the requirements listed by Linnett as needed for the ‘world capital,” it is stated: O nome real dessa “Londres” é Corporação The City de Londres. Seus oligárquicos cidadãos chamam The City de “principal centro financeiro do mundo,” exatamente como Linnett descreve a “Londres” que ele deseja como capital do mundo. Essa City de Londres é descrita como “coração financeiro e comercial da Grã-Bretanha, a ‘Milha Quadrada’.”[21] Repetindo, exatamente de acordo com os requisitos listados por Linnett como necessários para a ‘capital do mundo,” é dito:
The City of London is at the heart of the world’s financial markets. It is a unique concentration of international expertise and capital, with a supportive legal and regulatory system, an advanced communications and information technology infrastructure and an unrivalled concentration of professional services…[22] The City de Londres está no coração dos mercados financeiros do mundo. É uma concentração sem par de expertise e capital, com suporte de sistema legal e regulatório, infraestrutura avançada de tecnologia de comunicação e informação e concentração incomparável de serviços profissionais…[22]
The Lord Mayor of the City of London is “not the Mayor of (Greater) London.” Hence, it should be readily seen that The City or the “Square Mile” is something quite different from the London known to the general public throughout the world. This Lord Mayor is elected for one year, and acts as a global ambassador for the international financial institutions situated there, and is “treated overseas as a Cabinet level Minister.”[23] He lives in the palatial 250-year-old “Mansion House.” On state visits the British Monarch waits at the Gate of The City to seek permission to enter and is presented with the sword of The City by the Lord Mayor.[24] O Lorde Prefeito da City de Londres “não é o Prefeito de (da Grande) Londres.” Portanto, deveria ser facilmente visto que The City ou a “Milha Quadrada” é algo muito diferente da Londres conhecida do público em geral ao redor do mundo. Esse Lorde Prefeito é eleito por um ano, e atua como embaixador global das instituições financeiras internacionais lá situadas, e é “tratado no exterior como Ministro com nível de Gabinete.”[23] Mora na palaciana “Mansion House,” de 250 anos de idade. Em visitas de estado o Monarca Britânico espera no Portão da The City permissão para entrar e recebe a espada da The City do Lord Prefeito.[24]
This at least would appear to be the Rothschild plan: to create an international authority on the pretext of saving the world from global warming, this salvation being somehow achievable by creating a “carbon exchange” as another source of speculative profit for the Rothschilds, et al. The international authority leading towards a “new world order” would have The City of London as its world capital. Este pelo menos parece ser o plano de Rothschild: criar uma autoridade internacional sob o pretexto de salvar o mundo do aquecimento global, sendo essa salvação algo passível de ser realizado mediante a criação de uma “bolsa de carbono” como outra fonte de lucro especulativo para os Rothschild et al. A autoridade internacional líder rumo a uma “nova ordem mundial” teria The City de Londres como sua capital mundial.
One should not mistake this for any type of patriotic or nationalistic sentiment on the part of a CEO employed by Rothschild, who just happens at this stage in his career to be resident in England. The City is not a part of England; it is a sovereign financial state. Its leading functionaries are no more loyal to England than their counterparts are loyal to Germany, France or the USA or whatever other part of the world at which they happen to reside at any given time. Their citizenship is interchangeable according to the requirements of profit maximization. Hence, when someone such as Linnett advocates making The City the capital of a world control system, he does so not as a patriotic Briton (and not, I think, as part of a “British conspiracy” headed up by the House of Windsor) but as an employee of the oldest of the international bankers, the House of Rothschild, whose loyalty, like other such banking dynasties, is not to any nation other than when that nation might serve their interests or provide the weaponry against a recalcitrant state. Não se deve confundir isso com qualquer tipo de sentimento patriótico ou nacionalista por parte de qualquer dirigente de cúpula empregado por Rothschild que, por acaso, no presente estágio de sua carreira, resida na Inglaterra. The City não é parte da Inglaterra; é um estado financeiro soberano. Seus funcionários de topo não são mais leais à Inglaterra do que suas contrapartes leais a Alemanha, França ou Estados Unidos ou a qualquer outra parte do mundo na qual ocorra residirem em determinado momento. A cidadania deles é intercambiável, de acordo com as exigências da maximização de lucro. Portanto, quando alguém como Linnett defende tornar The City a capital de um sistema de controle do mundo, não o faz como britânico patriota (e não, acho eu, como parte de uma “conspiração britânica” encabeçada pela Casa de Windsor) e sim como empregado dos mais antigos banqueiros internacionais, a Casa de Rothschild, cuja lealdade, como outras dinastias de banqueiros da espécie, não é a qualquer nação, a menos que a nação possa servir a seus interesses ou fornecer armas contra algum estado recalcitrante.
Notes Notas
[1] Lord Christopher Monckton, British politician, business consultant, policy adviser, author, columnist, inventor, and hereditary peer; served as an advisor to Margaret Thatcher’s policy unit during 1982-1986. [1] Lorde Christopher Monckton, político britânico, consultor empresarial, assessor de políticas, autor, colunista, inventor e par hereditário; atuou como assessor da política de Margaret Thatcher no período 1982-1986.
[2] “Monckton: Secretive Copenhagen Treaty Creates Larcenous Global Government Tax,” http://www.prisonplanet.com/monckton-secretive-copenhagen-treaty-creates-larcenous-global-government-tax.html [2] “Monckton: Tratado Furtivo de Copenhague Cria Tributo Global Espoliativo do Governo,” http://www.prisonplanet.com/monckton-secretive-copenhagen-treaty-creates-larcenous-global-government-tax.html
[3] Simon Linnett, Trading Emissions: Full Global Potential (London: The Social Market Foundation, January 2008). Online at: http://www.smf.co.uk/assets/files/publications/SMF_Trading_Emissions.pdf [3] Simon Linnett, Comércio de Emissões: Proteção Global Plena (Londres: A Fundação do Mercado Social, janeiro de 2008). Online em: http://www.smf.co.uk/assets/files/publications/SMF_Trading_Emissions.pdf
[4] For the past decade Linnett has been in negotiation with UK and EU Administrations regarding carbon trading. Linnet, ibid., p. 21. [4] Durante a década passada Linnett veio mantendo negociação com as Administrações do Reino Unido e da União Europeia a propósito de comércio de carbono. Linnet, ibid., p. 21.
[5] Ibid., p. 4. [5] Ibid., p. 4.
[6] Ibid. [6] Ibid.
[7] Ibid., p. 8. [7] Ibid., p. 8.
[8] Of course the funding for all such initiatives would come from the international banks such as Rothschild. [8] Obviamente o financiamento de todas as iniciativas da espécie viriam de bancos internacionais tais como Rothschild.
[9] Linnett, op.cit., p. 12. [9] Linnett, op.cit., p. 12.
[10] Ibid. [10] Ibid.
[11] K R Bolton, “State Credit and Reconstruction: The First NZ Labour Government,” International Journal of Social Economics, Issue 1, Volume 38, 2011.
http://www.emeraldinsight.com/journals.htm?issn=0306-8293&show=latest
[11] K R Bolton, “Crédito Estatal e Reconstrução: O Primeiro Governo Trabalhista da Nova Zelândia,” Jornal Internacional de Economa Social, Edição 1, Volume 38, 2011.
http://www.emeraldinsight.com/journals.htm?issn=0306-8293&show=latest
[12] C Quigley, Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time (New York: Macmillan, 1966), p. 51. [12] C Quigley, Tragédia e Esperança: Uma História do Mundo em Nosso Tempo (New York: Macmillan, 1966), p. 51.
[13] The public is generally hoodwinked into believing that central banks such as the Federal Reserve in the USA or the Bank of England are “state banks” that issue the state’s credit under government direction. The state banks are conduits for credit created by the international banking system. The public is hoodwinked into thinking that there is something magical about money creation that only the wizards of international finance can conjure. Few now recall that in New Zealand, as one of several examples during the 1930s, the 1935 Labour Government not only nationalized the Reserve Bank but issued 1% state credit for funding the famous State housing program, albeit only under immense pressure from the maverick Labour MP John A Lee, who insisted that the Fabian-dominated Government implement its election promises on state credit. Lee however was soon relegated to the margins of politics, despite his popularity. See: John A Lee, Money Power for the People, 1937; This Debt Slavery, 1940 Budget speeches by Lee and Harry Atmore MP. Also: K R Bolton, “State Credit and Reconstruction: The First NZ Labour Government,” op. cit. [13] O público é geralmente ludibriado para acreditar que bancos centrais tais como a Reserva Federal nos Estados Unidos ou o Banco da Inglaterra são “bancos estatais” que emitem o crédito do estado sob direção do governo. Os bancos estatais são conduítes de crédito criados pelo sistema bancário internacional. O público é ludibriado para pensar que há algo mágico no tocante à criação de dinheiro só conjurável por sabichões da finança internacional. Poucas pessoas hoje se lembram de que, na Nova Zelândia, como um dos diversos exemplos durante os anos 1930, o Governo Trabalhista de 1935 não apenas nacionalizou o Banco da Reserva como emitiu 1% de crédito estatal para financiar o famoso programa estatal de habitação, embora apenas sob imensa pressão do independente Membro do Parlamento Trabalhista John A Lee, o qual insistiu em que o governo dominado pelos fabianos implementasse suas promessas de eleição a respeito de crédito estatal. Lee entretanto logo foi relegado às margens da política, a despeito de sua popularidade. Ver: John A Lee, Poder Monetário para o Povo, 1937; Esta Escravidão da Dívida, 1940 Discursos sobre o Orçamento por Lee and Harry Atmore Membros do Parlamento. Também: K R Bolton, “Crédito Estatal e Reconstrução: O Primeiro Governo Trabalhista da Nova Zelândia,” op. cit.
[14] Linnett, op.cit., p. 12. [14] Linnett, op.cit., p. 12.
[15] Ibid., p. 14. [15] Ibid., p. 14.
[16] As an aside, it might be interesting to note that the Rothschilds and other international bankers funded the Fabian Society’s London School of Economics (LSE). In her autobiography Our Partnership, Mrs Beatrice Webb describes how she and her husband Sidney, founders of the Fabian Society, were provided with funds by the Rothschilds, Sir Julius Wernher and Sir Ernest Cassel to established the LSE. Funding was also received corm the Rockefeller Foundation. The funding is confirmed by the LSE archives: “British Library of Political and Economic Science, London School of Economics and Political Science Archives, 1894-2000, Administrative/Biographical history [description],” http://74.125.155.132/search?q=cache:N_NBx6kWeJkJ:www.aim25.ac.uk/cats/1/3261.htm
Sir Ernest Cassel established the LSE’s chair of “economic geography.” Sir Evelyn Robert de Rothschild served as a Governor of the LSE. This is one of many examples throughout modern history of how socialism and plutocracy have marched hand-in-hand.
[16] Como observação marginal, pode ser interessante observar que os Rothschild e outros banqueiros internacionais fundaram a Faculdade de Economia de Londres (LSE) da Sociedade Fabiana. Em sua autobiografia Nossa Parceria, a Sra. Beatrice Webb desceve como ela e o marido dela, Sidney, fundadores da Sociedade Fabiana, receberam fundos dos Rothschild, de Sir Julius Wernher e de Sir Ernest Cassel para a criação da LSE. Foi recebido financiamento também da Fundação Rockfeller. O financiamento é confirmado pelos arquivos da LSE: “Biblioteca Britânica de Ciência Política e Econômica, Faculdade de Economia e de Ciência Política, Arquivos da Faculdade de Economia e Ciência Política de Londres, 1894-2000, história Administrativa/Biográfica [descrição],” http://74.125.155.132/search?q=cache:N_NBx6kWeJkJ:www.aim25.ac.uk/cats/1/3261.htm
Sir Ernest Cassel criou a cadeira da LSE de “geografia econômica.” Sir Evelyn Robert de Rothschild foi Governador da LSE. Esse é um dos muitos exemplos ao longo da história moderna de como socialismo e plutocracia têm caminhado de mãos dadas.
[17] Linnett, op. cit., p. 18. [17] Linnett, op. cit., p. 18.
[18] Ibid., p. 15. [18] Ibid., p. 15.
[19] Ibid., p. 19. [19] Ibid., p. 19.
[20] The London branch of the Rothschild international banking dynasty, N M Rothschild, was founded in 1811 at The City. [20] O ramo londrino da dinastia bancária dos Rotschild, N M Rothschild, foi fundado em 1811 na The City.
[21] City of London, “What is the City of London?,” http://www.cityoflondon.gov.uk/Corporation/LGNL_Services/Council_and_democracy/Council_departments/whatis.htm [21] City de Londres, “O Que é a City de Londres?,” http://www.cityoflondon.gov.uk/Corporation/LGNL_Services/Council_and_democracy/Council_departments/whatis.htm
[22] Ibid., “Business”, http://www.cityoflondon.gov.uk/Corporation/LGNL_Services/Business/ [22] Ibid., “Business”, http://www.cityoflondon.gov.uk/Corporation/LGNL_Services/Business/
[23] Ibid., “The Lord Mayor of the City of London”, http://www.cityoflondon.gov.uk/Corporation/LGNL_Services/Council_and_democracy/Councillors_democracy_and_elections/The_Lord_Mayor/ [23] Ibid., “O Lorde Prefeito da City de Londres”, http://www.cityoflondon.gov.uk/Corporation/LGNL_Services/Council_and_democracy/Councillors_democracy_and_elections/The_Lord_Mayor/
[24] History of Temple Bar, http://www.thetemplebar.info/history:
…This tradition has been preserved for more than 400 years, and the ceremony now is carried out on major state occasions where the Queen halts at Temple Bar to request permission to enter the City of London and is offered the Lord Mayor’s Sword of State as a sign of loyalty.
No matter how one rationalises the ceremony as a mark of “loyalty” by The City toward the Monarch, it is nonetheless the Monarch who is placed in a subordinate position in seeking permission for entry and waiting for a symbolic affirmation of loyalty from The City on each occasion.
[24] História de Temple Bar, http://www.thetemplebar.info/history:
…Essa tradição tem sido preservada por mais de 400 anos, e a cerimônia agora é levada a efeito em grandes ocasiões estatais quando a Rainha se detém em Temple Bar para pedir permissão para entrar na City de Londres e lhe é oferecida, pelo Lord Prefeito, a Espada do Estado como sinal de lealdade.
Não importa como se racionalize a cerimônia como sinal de “lealdade” da The City em relação ao Monarca, é contudo o Monarca que é colocado numa posição subordinada pedindo permissão para entrada e esperando uma afirmação simbólica de lealdade da The City em cada ocasião.
K R Bolton is a Fellow of the Academy of Social and Political Research, and an assistant editor of the peer reviewed journal Ab Aeterno. Recent publications include 'Trotskyism and the Anti-Family Agenda,' CKR website, Sociology Dept., Moscow State University (October 2009); 'Rivalry over water resources as a potential cause of conflict in Asia,' Journal of Social Political and Economic Studies, and Russia and China: an approaching conflict?, Vol. 35, No. 1, Spring 2010; Vol. 34, no. 2, Summer 2009. Read more articles by Dr. K R Bolton. K R Bolton é Membro da Academia de Pesquisa Social e Política e editor assistente do jornal revisto por pares Ab Aeterno. Publicações recentes incluem 'Trotskyismo e a Agenda AntiFamília,' website CKR, Departamento de Sociologia, Universidade Estatal de Moscou (outubro de 2009); 'A rivalidade acerca de recursos de água como causa potencial de conflito na Ásia,' Jornal de Estudos Sociais Políticos e Econômicos, e Rússia e China: conflito que se aproxima?, Vol. 35, No. 1, Primavera de 2010; Vol. 34, no. 2, Verão 2009. Leia mais artigos do Dr. K R Bolton.

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