Wednesday, March 23, 2011

FFF -- Commentaries -- Muslim Radicals Strike at U.S. Foreign Policy

THE FUTURE OF FREEDOM FOUNDATION - FFF
A FUNDAÇÃO FUTURO DE LIBERDADE - FFF
COMMENTARIES
COMENTÁRIOS
Muslim Radicals Strike at U.S. Foreign Policy
by Sheldon Richman, March 21, 2011
Radicais Muçulmanos Atacam Por Causa da Política Externa dos Estados Unidos
por Sheldon Richman, 21 de março de 2011
U.S. Rep. Peter King's recent hearing on the domestic radicalization of Muslims was an act of misdirection. While King, a New York Republican, no doubt exaggerates this phenomenon, he might as well have held a hearing on why objects drop when let go. The answer is obvious. The violence the U.S. government inflicts on the Muslim world is the source of hostility to America. If it’s true of people in the Middle East and North Africa, why wouldn’t it also be true of Muslim Americans?
A recente audiência do Deputado dos Estados Unidos Peter King acerca da radicalização de muçulmanos internamente ao país foi um ato de levar as coisas para o lado errado. Apesar do exagero que King, Republicano de New York, empresta a referido fenômeno, poderia igualmente ter conduzido uma audiência a propósito de por que os objetos caem quando os largamos. A resposta é óbvia. A fonte da hostilidade em relação aos Estados Unidos é a violência que o governo deste país inflige ao mundo muçulmano. Se isso é verdade com relação às pessoas do Oriente Médio e do Norte da África, por que não seria também verdade no tocante aos muçulmanos estadunidenses?
But did King take a critical look at U.S. foreign policy? No, he didn’t. That policy is sacrosanct. Thus when witness Zuhdi Jasser, president of the American Islamic Forum for Democracy, told King’s Homeland Security committee, “The U.S. has a significant problem with Muslim radicalization,” without mentioning the death, injury, and mayhem inflicted by the U.S. government on Arab countries, no member of the committee spoke up.
Será que King, contudo, deu uma olhada crítica na política externa dos Estados Unidos? Não, não o fez. Essa política é sacrossanta. Assim, quando a testemunha Zuhdi Jasser, presidente do Fórum Islâmico Estadunidense pela Democracia, disse à comissão de Segurança da Pátria de King que “Os Estados Unidos vêem-se a braços com problema significativo no que tange à radicalização muçulmana,” sem mencionar as mortes, os danos e a violência infligidos pelo governo estadunidense aos países árabes, nenhum membro da comissão se manifestou. 
American politicians, along with most people in the country, prefer to remain in denial about this connection. Are they even aware that some government officials and entities have acknowledged that it is U.S. foreign policy that produces radicalization and terrorism?
Políticos estadunidenses, juntamente com a maioria das pessoas do país, preferem permanecer em estado de negação no tocante a esse vínculo. Será serão sequer sabedores de que algumas autoridades e entidades do governo já reconheceram ser a política externa dos Estados Unidos a causa da radicalização e do terrorismo?
The Pentagon’s own Defense Science Board Task Force came to this conclusion in 2004 when Defense Secretary Donald Rumsfeld asked it to evaluate the Bush administration’s war policies. The report is worth quoting at length:
A própria Força-Tarefa de Ciência de Defesa do Pentágono chegou a essa conclusão em 2004, quando o Secretário de Defesa Donald Rumsfeld pediu que ela avaliasse as políticas de guerra da administração Bush. Vale a pena citar extensamente o relatório:
“American efforts have not only failed [to separate the vast majority of nonviolent Muslims from the radical-militant Islamist-Jihadists]: they may also have achieved the opposite of what they intended.
“Os esforços estadunidenses não apenas fracassaram [separar a vasta maioria de muçulmanos não violentos dos jihadistas-islamistas militantes-radicais]: poderão ter conseguido o oposto do que pretendiam.
“American direct intervention in the Muslim World has paradoxically elevated the stature of and support for radical Islamists, while diminishing support for the United States to single-digits in some Arab societies.
“A intervenção estadunidense no mundo muçulmano paradoxalmente elevou o nível de respeito por, e o apoio a, os islamistas radicais, ao mesmo tempo em que diminuiu o apoio aos Estados Unidos a dígito único em algumas sociedades árabes.
“Muslims do not ‘hate our freedom,’ but rather, they hate our policies. The overwhelming majority voice their objections to what they see as one-sided support in favor of Israel and against Palestinian rights, and the longstanding, even increasing support for what Muslims collectively see as tyrannies, most notably Egypt, Saudi Arabia, Jordan, Pakistan, and the Gulf states....
“Os muçulmanos não ‘odeiam nossa liberdade,’ e sim odeiam nossas políticas. A esmagadora maioria dá voz a suas objeções ao que veem como apoio unilateral em favor de Israel e contra os direitos dos palestinos, e ao apoio de longa data, que inclusive aumenta, ao que os muçulmanos coletivamente veem como tiranias, mais destacadamente Egito, Arábia Saudita, Jordânia, Paquistão e os estados do Golfo....
“[Since 9/11] American actions and the flow of events have elevated the authority of the Jihadi insurgents and tended to ratify their legitimacy among Muslims....”
“[Desde o 11/9] ações estadunidenses e o fluxo de eventos aumentaram a autoridade dos insurgentes jihadistas e tenderam a ratificar a legitimidade deles entre os muçulmanos....”
The scholar Robert Pape’s exhaustive studies of suicide terrorism confirm this claim.
Os exaustivos estudos do erudito Robert Pape acerca do terrorismo de suicídio confirmam essa alegação.
We have further evidence that it is U.S. policy that radicalizes Muslims. From whom? From the radicalized Muslims themselves.
Temos evidência adicional de ser a política dos Estados Unidos que radicaliza os muçulmanos. De quem? Dos próprios muçulmanos radicalizados.
Osama bin Laden issued his 1996 fatwa against the United States, “Declaration of War against the Americans Occupying the Land of the Two Holy Places,” after the U.S. government stationed troops in Saudi Arabia, regularly bombed southern Iraq (long after Saddam Hussein’s invasion of Kuwait was reversed), and enforced an embargo that would kill hundreds of thousands of Iraqi children. “Terrorising you, while you are carrying arms on our land, is a legitimate and morally demanded duty,” he wrote.
Osama bin Laden emitiu sua fatwa de 1996 contra os Estados Unidos, “Declaração de Guerra contra os Estadunidenses Ocupadores da Terra dos Dois Lugares Sagrados,” depois que o governo dos Estados Unidos acantoou tropas na Arábia Saudita, bombardeou sistematicamente o sul do Iraque (muito depois de a invasão do
Cueite por Saddam Hussein ter sido revertida), e impôs embargo que mataria centenas de milhares de crianças iraquianas. “Aterrorizar vocês, enquanto vocês carregam armas em nossa terra, é dever legítimo e moralmente exigido,” escreveu ele.
According to the 9/11 Commission report, plot mastermind Khalid Sheikh Mohammed’s “animus toward the United States stemmed ... from his violent disagreement with U.S. foreign policy favoring Israel,” a policy that supports the subjugation of Palestinians.
De acordo com o relatório da Comissão do 11/9, o rancor do arquiteto daquela conspiração, Khalid Sheikh Mohammed, em relação aos Estados Unidos nasceu ... de seu violento desacordo com a política externa dos Estados Unidos favorecedora de Israel,” política que apoia a subjugação dos palestinos.
Mohamed Atta, one of the 9/11 suicide hijackers, committed himself to martyrdom on April 11, 1996, the day Israel attacked Lebanon in Operation Grapes of Wrath, writes Lawrence Wright in The Looming Tower.
Mohamed Atta, um dos sequestradores suicidas do 11/9, doou-se ao martírio em 1o. de abril de 1996, o dia em que Israel atacou o Líbano na Operação Vinhas da Ira, escreve Lawrence em A Torre Avultante.
Ramzi Yousef, a planner of the 1993 World Trade Center bombing, lashed out at U.S. foreign policy during his sentencing: “[You] are more than terrorists; you are the one who invented terrorism and using it every day.”
Ramzi Yousef, planejador da bomba no World Trade Center em 1993, invectivou a política externa dos Estados Unidos durante seu sentenciamento: “[Vocês] são mais do que terroristas; são aquele que inventou o terrorismo, e usam-no diariamente.”
Richard Reid, the would-be shoe-bomber, told his sentencing judge, “Your government has killed two million children in Iraq.... Your government has sponsored the rape and torture of Muslims in the prisons of Egypt and Turkey and Syria and Jordan with their money and with their weapons.”
Richard Reid, o pretenso explodidor de bomba escondida em seus sapatos, disse ao juiz que o sentenciou: “Seu governo matou dois milhões de crianças no Iraque.... Seu governo patrocinou o estupro e a tortura de muçulmanos nas prisões do Egito e da Turquia e da Síria e da Jordânia com seu dinheiro e seus armamentos.”
And Faisal Shahzad, who tried to ignite a car bomb in Times Square, said in court, “[Until] the hour the U.S. pulls its forces from Iraq and Afghanistan, and stops the drone strikes in Somalia and Yemen and in Pakistan, and stops the occupation of Muslim lands, and stops killing the Muslims, and stops reporting the Muslims to its government, we will be attacking U.S.”
E Faisal Shahzad, que tentou deflagrar bomba em veículo na Times Square, disse no tribunal: “[Até] a hora em que os Estados Unidos tirem suas forças do Iraque e do Afeganistão, e parem com os ataques com aviões não tripulados na Somália e no Iêmen e no Afeganistão, e parem com a matança de muçulmanos, e parem de denunciar muçulmanos a seu governo, estaremos atacando os Estados Unidos.”
When will Congress investigate the true cause of Islamic radicalization?
Quando investigará o Congresso a verdadeira causa da radicalização islâmica?
Sheldon Richman is senior fellow at The Future of Freedom Foundation, author of Tethered Citizens: Time to Repeal the Welfare State, and editor ofThe Freeman magazine. Visit his blog “Free Association” at www.sheldonrichman.com. Send him email.
Sheldon Richman é integrante de alto nível de A Fundação Futuro de Liberdade, autor de Cidadãos no Cabresto: Hora de Repudiar o Estado Assistencialista, e editor da revista O Homem Livre. Visite o blog dele, “Livre Associação” em www.sheldonrichman.com. Envie-lhe email.

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